Simplesmente o Paraíso

Simplesmente o Paraíso Julia Quinn




Resenhas - Simplesmente o paraíso


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Ellem - @colecionandoprimaveras 18/05/2017

Honoria é uma das integrantes do terrível quarteto Smythe-Smith (tão conhecido pelos Bridgertons) e, embora saiba das suas péssimas habilidades musicais, considera muito o quarteto por ser uma tradição de família.

Depois que seu irmão, Daniel, precisou fugir do país, sua mãe meio que entrou em depressão e, agora, Honoria decidiu ir em busca de um marido (só casando para conseguir fugir do quarteto hehe').
Marcus é o melhor amigo de Daniel e convive com os Smythe-Smith desde a infância. Quando Daniel foi embora, pediu a Marcus que ficasse de olho em Honoria e não deixasse ela fazer um casamento errado. Desde então, Marcus espantou cada pretendente que considerou inadequado (leia-se todos kk).

Em uma viagem para visitar sua tia (na verdade, para procurar jovens solteiros hehe'), Honoria encontra Marcus e os dois se envolvem em um pequeno acidente muito engraçado, que os fazem perceber que não são irmãos e que talvez haja algo mais crescendo entre eles.

Simplesmente o Paraíso segue a mesma linha dos outros livros da Julia Quinn, apesar de as histórias serem bem diferentes.

O enredo é bem leve e engraçado (Eu li metade desse livro no avião, então me imaginem tentando segurar o riso, sem sucesso haha') e os personagens são muito bem construídos e amáveis, eu nunca pensei que fosse me encantar pelo quarteto Smythe-Smith haha'. Honoria é daquelas personagens bem fortes e decididas, porém um pouco atrapalhada nas ideias haha' e o Marcus tem aquela casca de e fechado e durão, mas na verdade é um fofo ❤

Eu amei esse livro (pra variar) e não vejo a hora de ler os próximos da série.

site: http://www.colecionandoprimaveras.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso.html
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Vanessa Motaa 17/05/2017

Morno e constante
Honória e Marcus... hmmm... eles são bem simplórios. No melhor sentido, claro.
O livro não é ruim mas não espere grandes emoções nele. Comparando o ritmo parece Orgulho e Preconceito da Jane Austen [que todos morrem menos eu] - respeitando as proporções, obviamente.

Sabe aqueles livros que a conclusão se dá apenas nos últimos capítulos? exatamente é o que acontece. A narrativa é alongada em algum momentos e em outros, ficamos lendo os devaneios dos personagens. Há quem vibre com esse tipo de escrita, mas, para pessoas ansiosas como eu, não flui tão bem a leitura. Tem sim seus momentos cômicos mas nada que exceda as expectativas.
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Meirlyane 13/05/2017

Resenha de Simplesmente o Paraíso
Sabem aquele livro que mexe com teu psicológico e te deixa LOUCA de amores?! Então, Simplesmente o Paraíso me deixou assim, completamente apaixonada. Já falei que meu sonho era viver naquela época para ter um amor que nem nesses romances?! Pois é, meu maior sonho!

Honória é uma péssima violinista. Não, digo, para ser péssima violinista ela ainda devia melhorar muito. Todos os anos, tradicionalmente, acontece o concerto do Quarteto das Smythe-Smith, e esse será o segundo ano que ela tocará, de acordo com a tradição, as moças só podem deixar o Quarteto quando se casam, e Honória permanecia solteira desde a Temporada passada, quando seus pretendentes sumiram misteriosamente. Melhor assim. Por mais que as apresentações sejam terríveis, ela gosta de se encontrar com as primas para ensaiar e falar bobagens, e gosta ainda mais de ter uma tradição na família, para ela é especial.

Marcus Holroyd é um Lorde solitário, que desde sempre viveu sozinho e sem muitos amigos. A verdade é que só teve um único amigo de verdade: Daniel. Que agora estava exilado na Itália e deixou para Marcus a missão de cuidar de Lady Honória - irmã de Daniel -, espantando pretendentes que não fossem adequados a jovem musicista. O problema é que nenhum homem estava a altura de Honória, segundo ele, um par perfeito seria aquele que conhecesse ela bem, tão bem quanto ele conhece. Desde sempre.

"Nem se dera conta de que sentia falta daquela sensação de pertencimento, de estar no lugar certo, com alguém que a conhecia plenamente e, ainda assim, achava que valia a pena rir com ela."

Será que o par perfeito não estava bem alí, e ele nunca tinha percebido? .
Essa história é simplesmente o paraíso, ou...

"- Eu estava pensando que este momento é simplesmente o paraíso.
Ele ficou em silêncio por um instante, depois sussurrou, tão baixo que Honória não teve certeza se ouvira direito:
- O paraíso não poderia se comparar a este momento." .

Esse é o primeiro livro da Julia que leio, e posso afirmar com certeza de que ela já se tornou uma das minhas autoras favoritas (sou meio suspeita pra falar isso, porque considero tantos autores como favoritos...), mas, a forma como ela escreve é encantadora, faz com que a narrativa em 3° pessoa seja leve e fácil de ler - eu mesma li a maior parte do livro em pouco tempo -. Estou ansiosa para ler os outros livros da série, que serão das outras três integrantes do Quarteto. Elas já me encantaram com suas personalidades mesmo como personagens secundárias na história de Honória.

Boa Leitura :')

site: Resenha disponível no meu Instagram Literário: https://www.instagram.com/p/BTulVybjgEV/?taken-by=meuceuliterario
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Livros Encantos 12/05/2017

Simplesmente o Paraíso é uma linda história onde acompanhamos os sentimentos desabrocharem como uma linda flor ...
Estou encantada pela delicadeza da história, da sutileza da autora nas cenas mais sensuais.
Julia Quinn continua sendo a Diva dos Romances de Época com uma escrita leve e envolvente.

Ainda estou suspirando pela delicadeza desse lindo romance de época.

O quarteto Smythe Smith é formado por jovens solteiras da família, todo ano a presentação musical é assistida por muitas pessoas, uma pena que nosso quarteto não impressiona pela qualidade musical ...
Sou apaixonada por romances de época, os costumes e mocinhas acima de seu tempo sempre me encantam ....

Em simplesmente o paraíso , teremos a história de Honória irmã mais nova de Daniel, seis anos mais nova que ele , está sempre entre ele e seu melhor amigo Marcus.
Honoria está em busca de um casamento, assim como suas primas que também estão no quarteto, buscam chamar a atenção de alguns homens que podem vir a ser pretendentes interessantes.

De olho em um pretendente Honoria elabora um plano para conseguir chamar a atenção de Gregory Bridgerton, porém seu plano é descoberto por Marcus, melhor amigo de seu irmão, Honoria praticamente cresceu acompanhando Daniel e Marcus.

Um acidente acaba deixando-o precisando de ajuda, Honoria ao saber não mede esforços para ajuda-lo.
A convivência entre eles nesses dia, vai despertar sentimentos guardados a sete chaves, que eles mesmos ainda não havia se dado conta.

Marcus é um homem que praticamente não tem família, como melhor amigo de Daniel é considerado como parte da família Smythe Smith, com Honoria por perto, ele vai percebendo o quanto ela é encantadora, como as afinidades entre eles sempre esteve ali, ela o faz se sentir bem como ninguém mais.

Honoria é uma moça que preza muito a família, a tradição do Quarteto, mesmo com aquele som horrível mantém um lindo sorriso no rosto.

Amei ver a forma como o amor desabrocha em ambos, com a convivência entre eles, um olhar, observar detalhes do outro que antes não era notado, é lindo ver o encontro do olhar e descobri o amor.
Após essa descoberta, Marcus vai conquistar o coração de Honoria de uma maneira digamos empolgante rsss.

Estou encantada pela delicadeza da história, da sutileza da autora nas cenas mais sensuais.
Julia Quinn continua sendo a Diva dos Romances de Época com uma escrita leve e envolvente.

Simplesmente o Paraíso é uma linda história onde acompanhamos os sentimentos desabrocharem como uma linda flor ...

A leitura fluiu muito bem, confesso que não consegui largar o livro, a cada capítulo ficava curiosa como ambos os protagonistas iriam lidar com os novos sentimentos.

Joyce
Livros Encantos

site: http://www.livrosencantos.com/2017/03/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html
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Tatiana.Bianque 11/05/2017

Difícil desfazer o sorriso lendo Julia Quinn!!!
Sem dúvida uma das personagens desta autora que eu mais gosto é Lady Dambury, então dá pra imaginar como gostei de revê-la neste livro, ela é uma velhinha sensacional, atrevida e muito divertida, da vida a qualquer história! Esse 1º volume é encantador!
Honoria é sutil, gentil, determinada e muito romântica, já Marcus é sério, tímido e meio recluso, menos quando está perto de Honoria, ela desperta alegria e vida nele. O melhor desse mocinho é que ele não é o todo perfeito e inalcançável, ele é singular, cativante e apaixonante! Acima de tudo eles são amigos, foi interessante o desenvolver dessa aproximação, os momentos compartilhados, a expectativa....
Senti falta de um pouco mais de participação do Daniel, mas tá valendo, e falando em participações especiais, apareceram 2 dos inesquecíveis Bridgertons....
Adorei, entrou para meus favoritos!
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Rascunho com Café 03/05/2017

Tmidez, família e amor
Ambientada no mesmo universo da série dos Bridgertons, esperei com ansiedade para conhecer mais sobre as Smithe-Smith, já tão famosas na primeira série da autora por seus quartetos desafinados. Creio que quem está familiarizado com a família Bridgerton também irá compartilhar do mesmo sentimento de “estar em casa” lendo os volumes dessa nova série, há muito em comum entre ambas.

Em Simplesmente o Paraíso, conhecemos Honoria Smythe-Smith, violinista do quarteto daquele ano. Aos 21 anos de idade, ela já teme estar passando da idade de se casar. Paralelo a isso, também conhecemos Marcus Holroyd, o tímido conde de Chatteris, que também acontece de ser amigo de infância da de Honoria e seu irmão mais velho, Daniel.

Honoria é uma moça muito doce e, por ser a mais nova da família, com uma grande diferença de idade entre as irmãs, se sente muito solitária, ansiando por uma família grande e barulhenta. Já Marcus é filho único de sua família e sua personalidade é marcada por uma extrema timidez e até uma certa “fobia” social.

Pela primeira vez, eu me identifiquei muito mais com um personagem masculino da Julia do que com um feminino, é simplesmente impossível não se encantar com o Marcus, ainda mais se você também tiver certa dificuldade de se entrosar, como eu.

No geral, o livro possui o mesmo tom leve, divertido e apaixonante dos Bridgertons, além de que alguns membros da família dão o ar da graça na história, o que faz com que nos sintamos um tanto familiarizados com a trama.

O que me deixou um pouco incomodada sobre o livro, foi o fato da história inteira se passar predominantemente em três situações. É como se o livro tivesse apenas três momentos marcantes e isso me deixou com a impressão de que tudo acontece muito depressa, mesmo que a autora deixe claro que se passa semanas entre um acontecimento e outro.

Também senti um pouco de falta de uma abordagem um pouco mais significativa da música nesse livro. Há sim alguns momentos em que a protagonista ensaia e discute sobre música com suas primas que compõem o quarteto, mas talvez eu estivesse com expectativa de que a música tivesse um significado mais profundo para Honoria, mesmo que essa não seja sua vocação.

No geral, Simplesmente o Paraíso apresenta um romance doce e tocante, como Honoria e Marcus se conhecem desde a infância, cada pequeno momento dos dois na vida adulta me fez sorrir e pensar que um era a solução perfeita para os anseios do outro.


site: http://www.rascunhocomcafe.com/2017/03/simplesmente-o-paraiso-quarteto-smythe.html#.WQnawxMrLIU
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Rillsimo 02/05/2017

Resenha - Simplesmente o paraíso

Julia Quinn é a rainha dos romances de época, isso é inegável. Amei com todas minhas forças a série dos Bridgertons, e fiquei super triste quando terminei o último livro, e assim, me vi órfã dessa família. Quando a Arqueiro divulgou que lançariam mais uma série da rainha já fiquei animada, é impossível pegar um livro dela esperando menos que favoritá-lo, mas ainda assim, fiquei com aquele receio que talvez não me sentisse acolhida pelos Smythe-Smith. É obvio que depois de algumas páginas esse receio já tinha ido embora, Honoria e toda a família já tinham me conquistado, e saber que um dos Bridgertons apareceria no livro era só mais um bônus.

Narrado em terceira pessoa daquele jeito que só a Julia Quinn sabe fazer, conhecemos Honoria, uma jovem totalmente devota e apaixonada pela família. Ela sofre pelo irmão que teve que teve que deixar o país, sofre pela mãe que nunca superou o escândalo e a falta do filho, sofre pelas primas que precisam participar do quarteto mesmo sabendo que será humilhante, e assim, Honoria tenta fazer com que todos se sintam melhores, sempre pensando neles primeiro para depois em si. Dizer que ela tem o coração grande seria pouco, mas não se enganem, Honoria é muito mais que uma pessoa altruísta. Também é muito divertida, honrada, corajosa e protege aqueles que ama. Fiquei admirada pela construção tão firme da personagem, tudo isso poderia qualificá-la como uma pessoa irreal, mas tudo nela é tão sútil e natural que desejei que ela fosse mesmo real (pena que não é).

Já Marcus é aquele tipo de personagem que descobrimos quem ele é aos poucos. Um tanto quanto fechado e intimidador, poucas pessoas o qualificariam como uma pessoa divertida, mas é exatamente assim que ele é, a grande diferença é que Marcus é tímido e só mostra quem é para aqueles que realmente conhece, tarefa difícil já poucos conseguem chegar perto. A forma como ele age se deve ao seu passado, desde sempre foi sozinho já que sua morreu quando ainda era criança e o seu nunca ligou para ele, sendo assim, foi educado pelos criados até entrar na escola. Me doeu o coração pensar na criança abandonada de afeto, mas que ao mesmo tempo, tinha todo bem material que desejava. Mais triste ainda é saber que isso se reflete em nossa sociedade até hoje onde muitas crianças são negligenciadas em amor levando isso para sua vida adulta. Marcus só descobriu o que é amor e receber cuidados depois de adulto, e mesmo assim foi difícil para ele aceitar.

Nesse ponto creio que foi a intensão da autora em mostrar o contraste das criações. Honoria vindo de uma família grande e cheia de amor, enquanto Marcus vindo de uma família poderosa e frigida, ele só estava ali para dar continuidade na árvore genealógica. Mas felizmente os Smythe-Smith estavam lá para acolhe-lo, e mesmo sem perceber, ele já era parte da família.

E por falar em família, assim como Bridgertons, os Smythe-Smith são calorosos. Conhecemos as primas de Honoria (que são muitas), e também o laço de amizade que possuem, um laço até mesmo de cumplicidade já que precisam fazer o recital todos os anos. Algo que sempre fiquei curiosa lendo os livro os Bridgertons era por que todos odiavam a musica do quarteto e mesmo assim assistiam, e mais, por que elas passavam essa humilhação, será que não tinham ideia que eram péssimas? E tudo isso é explicado e agora eu quero poder assistir uma apresentação. Vai muito além de simplesmente tocar um instrumento (muito mal por sinal), elas sabem que são péssimas, porém é o valor familiar que faz com que todas participem, tradições são raras e as que existem precisam ser honradas.

Vi muitas pessoas criticarem o romance entre Honoria e Marcus, falando que foi rápido e do nada perceberam que estavam apaixonados, mas discordo totalmente. Pra mim eles já tinham se apaixonada anos antes, e só nas circunstâncias que foram colocados é que se deram conta. Prova disso é a forma como um trata o outro, com toda liberdade de se tocarem e dizer o que estão em suas mentes sem reservas, eles já agiam como um casal muito antes de perceberem o sentimento, e até pra eles fez todo sentido estarem juntos. Amei e foi apaixonante vê-los se darem conta de algo que basicamente todos que os conheciam já sabiam.

Continua...
http://rillismo.blogspot.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso-por.html

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Veruska 01/05/2017

Um simples romance simples
Depois de ler toda a coleção sobre Os Bridgerton, o mínimo que esperava do primeiro volume da coleção do Quarteto era uma personagem forte, resoluta, audaciosa. Mas Honoria Smythe-Smith não é nada assim... chega a ser comum demais, o que, a princípio me decepcionou. Refletindo melhor, porém, fiquei a me indagar se não foi justamente esse o objetivo da autora: narrar uma história de amor mais simples, sem tantos arroubos, afinal, o amor também surge simples. O enredo não é tão eletrizante, mas não menos interessante. Conta a história de amor de Honoria que, é claro, estava em busca de um marido, e este se torna alguém que, de uma hora para outra, ela começa a olhar diferente. Gostei muito e lerei, sim, os próximos da coleção.
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LadyRoob 01/05/2017

Poderia ser melhor
[Resenha]

Simplesmente o Paraíso, primeiro livro da série Quarteto Smythe-Smith, da Julia Quinn, publicada pela @editoraarqueiro
3,5🌟

Nunca achei que eu fosse dizer isso, mas o nivel da Julia nesse livro caiu muito. Foi uma leitura arrastada, cansativa, maçante. Totalmente diferente dos outros livros que já li da autora!
Nessa nova série de quatro livros, temos a história do Quarteto musical Smythe-Smith, que a cada ano vem assassinando a música com suas notas fora do tom e totalmente descompassada.
No primeiro livro da série, a Smythe-Smith da vez é Honória. A moça sabe o quão ruim é, mas pela tradição familiar não vê problemas em tocar no recital anual da familia.
Marcus Holroyd, Conde de Chatteris, sempre foi melhor amigo de Daniel, irmão mais velho de Honória. Quando Daniel foge do país em desgraça, deixa a missão de vigiar a irmã para Marcus.
Eu simplesmente achei esse livro bem meia boca, faltou emoção na maior parte do livro. O casal demora a se beijar, demora a ter qualquer tipo de química e eu achei os mocinhos bem fraquinhos. Eles só realmente foram mostrar quem são nos últimos capítulos do livro, e isso é bem decepcionante.
Eu espero que os outros livros do Quarteto sejam melhores que esse, não quero me decepcionar com mais nenhum livro da Julia.
Mas mesmo com seus momentos decepcionantes, Simplesmente o Paraíso marca o início dessa nova série e nos traz personagens hilários, que nesse são secundários, mas que nos próximos livros serão os principais, o que nos enchem de expectativas em relação a suas histórias!

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Julia G 26/04/2017

Simplesmente o paraíso
Sempre gostei de romances de época, mas só neste último ano tive oportunidade de ler alguns publicados pela Editora Arqueiro, como a série As Modistas e um dos livros da série Os números do amor. Os livros de Julia Quinn ainda não tinham entrado em minha lista, e não foi por falta de vontade. Felizmente, pude remediar essa falha com Simplesmente o paraíso, primeiro livro da série Quarteto Smythe-Smith, que eu achei uma gracinha.

O livro conta a história de Honoria e Marcus, que cresceram praticamente juntos e, agora, já adultos, mantêm uma amizade valiosa, a ponto de conhecer o outro como ninguém mais conheceria, sem segredos nem joguinhos, tratando um ao outro sempre com a maior franqueza possível. O que nenhum dos dois esperava era que esse sentimento pudesse mudar e que nenhum outro pretendente fosse tão perfeito para Honoria quanto o próprio Marcus.

"Então, ergueu os olhos para Marcus e sorriu de novo. Por um momento, sentira-se ela mesma outra vez, como a moça que fora apenas alguns anos antes, quando o mundo se estendia à sua frente, uma esfera cintilante repleta de promessas. Nem se dera conta de que sentia falta daquela sensação de pertencimento, de estar no lugar certo, com alguém que a conhecia plenamente e, ainda assim, achava que valia a pena rir com ela."

A escrita de Julia Quinn é fluida, envolvente, e nem se percebe as páginas passarem. Li o livro em poucas horas e fiquei tão encantada pela forma como a autora conseguiu desenvolver o relacionamento entre os protagonistas que, ao fim das páginas, senti que precisava ler mais sobre esse casal tão fofo, pois o epílogo não foi suficiente. Espero que os próximos livros da série comentem um pouco sobre eles.

Gostei de Honoria e Marcus por alguns motivos especiais. Primeiro porque eles são amigos desde sempre e dão valor um ao outro mesmo que isso não representasse mais que amizade. A amizade, aliás, é o que faz o romance demorar a acontecer, já que os dois entram em conflito quando percebem que seus sentimentos mudaram. Eles não querem perder o que têm, ao mesmo tempo em que anseiam por mais, então o primeiro passo para o romance acontecer é adiado ao máximo. Para os mais apressadinhos, tudo pode parecer um pouco devagar (o primeiro beijo só acontece depois da metade do livro), mas eu achei tão linda a forma delicada como a autora construiu esse relacionamento que não me incomodei nem um pouco. Acho até que, se tudo se desenrolasse antes, a trama perderia sua suavidade.

"- Você precisa melhorar - sussurrou Honoria. - Não sei o que farei se você não melhorar. - Então, tão baixinho que ele mal a escutou, acrescentou: - Talvez você seja meu porto seguro."

Além disso, a personalidade dos dois me cativou. Julia Quinn construiu Marcus e Honoria com fortes vulnerabilidades, e isso só me deixou mais encantada pelos personagens. Marcus é tímido, faz tudo discretamente para não ser o centro das atenções e essa característica está impressa em toda atitude sua. Honoria, por sua vez, é inteligente e tem um humor meio nerd, mas é engraçada e também bastante determinada quando quer alguma coisa - sempre com educação e delicadeza. Essa determinação ficou bem nítida quando ela precisou salvar a vida de Marcus - ela fez o que precisava fazer, deixando seus medos e angústias de lado.

E, claro, no meio disso tudo, ainda tem o quarteto das Smythe-Smiths, notadamente ruim de música, mas com uma graça sem igual. Eu adorei esse elemento na história, não pela música que eu imagino que elas produzem, é claro, mas pelo significado que esse grupo tem naquela família.

"Ficava subentendido que todas as filhas Smythe-Smiths deviam aprender a tocar um instrumento para que, quando fosse a vez delas, se juntassem ao quarteto. Uma vez lá, permaneceriam até encontrar um marido. Aquele era, Honoria pensara mais de uma vez, um argumento tão bom quanto qualquer outro para que alguém se casasse cedo."


Simplesmente o paraíso é uma leitura leve, divertida e deliciosa, indispensável para quem gosta de Julia Quinn e para quem aprecia os romances de época.

site: http://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2017/04/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html
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Ana 23/04/2017

Tem sim como amar esse casal
Já li várias criticas a respeito do livro 1 do Quarteto, e digo, foi uma história realmente linda, com sua delicadeza da época e com a maior ternura que uma personagem pode transmitir a outro.
Nossa heroína Honoria provou que o amor pode chegar sem avisar, pelo simples detalhe de ser algo que será para a vida toda, sendo a caçula da família, nunca recebeu a atenção dos irmãos que gostaria até que com seus 6 anos conhece Marcus, melhor amigo do seu irmão Daniel. É ai que nossa história se desenrola, 15 anos de amizade, o bom humor de Honoria pelo fato de ser péssima violinista - ela sabe muito bem que não tem talento para o instrumento - ninguém precisa falar na cara dela.
Nossa protagonista, quer se casar, isso é um fato, com 22 anos e pretendentes que do nada desistiram, ela tenta a sorte com algo que você não vai compreender e acaba rindo da própria besteira que fez e se sente culpada pelo ocorrido.
Marcus por outro lado, é um conde, não sorri, está sempre sério e sua beleza não é daquelas de tirar o folego das damas de Londres. Um fator que ambos tem em comum, adoram doce!
O primeiro beijo pode sim ser delicado e não necessariamente aquele beijo apaixonante de tirar o folego, você saberá se aquela pessoa é destinada a sua vida sim, só por 3 segundos.
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Raquel Lima 22/04/2017

Decepção
Li a série dos Bridgeton da Júlia e gostei muito de alguns romances gostosos de ler , de paixão e carinho ... O último da série já me decepcionou , mas este me apavorou ... Chato, sem sentido , sem história ... Acho que li metade das páginas ... As discussões sobre o concerto , pulei; boa parte da doença do Marcus , pulei ...
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KAMI 18/04/2017

Manoria ?
Romance maravilhoso! não poderia esperar menos da Julia Quinn, rainha absoluta da porra toda!
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Bruna 18/04/2017

Hoje damos início a uma nova série de romances de época, de uma das minhas autoras favoritas! Simplesmente o paraíso, de Julia Quinn, é o primeiro livro da série Quarteto Smythe-Smith, que trará a história de um membro da enorme família Smythe-Smith a cada volume. E agora é o momento de conhecer a história de Honoria, a caçula de um dos ramos dessa enorme família.

Honoria é a caçula de sua família, com todas as irmãs mais velhas já casadas, e seu único irmão banido da Inglaterra, após um escândalo, alguns anos atrás. Com a mãe apática desde a partida do irmão, Honoria vê no casamento a chance de sair de uma casa silenciosa e triste, tão diferente da casa animada e cheia de sua infância. Ela é a violinista do momento no infame quarteto Smythe-Smith, no qual toca com suas primas Iris, Sarah e Daisy. O quarteto Smythe-Smith é uma tradição familiar, que já dura décadas, e cada participante fica até se casar, quando é substituída por uma das muitas primas da família. Na sociedade, ele é famoso pela falta de talento musical de suas integrantes, que em sua maioria reconhece o fracasso e a humilhação anual que enfrentam, exceto por uma, que dessa vez é a iludida Daisy.

Marcus Holroyd é o melhor amigo de infância de Daniel, o irmão de Honoria. Filho único e solitário, ele é tímido, e sempre encontrou abrigo, amizade e carinho na casa dos Smythe-Smith. Por isso, quando o amigo é exilado, ele não recusa o pedido de olhar por Honoria, e impedir que os caçadores de fortuna se aproveitassem da jovem.

Sussurravam sobre Marcus como se ele fosse o herói de um romance ou o vilão gótico e misterioso que precisava ser redimido. Já para Honoria, ele era apenas Marcus, o que não era nada simples, na verdade.


Honoria e Marcus sempre tiveram uma boa relação, e são amigos desde a infância. Os dois dividem um amor gigantesco por doces, e ela é a única mulher com quem o conde com fama de frio e indiferente realmente consegue manter uma conversa. E essa amizade se transforma em algo mais após Honoria passar um tempo cuidando de Marcus, quando este fica gravemente doente.

O relacionamento de Marcus e Honoria evoluí aos poucos. É interessante ver o amor nascer entre duas pessoas que já se gostavam muito, e se conheciam muito bem. A autora soube trabalhar isso muito bem. Tudo isso serviu para entregar um livro fofo, daqueles deliciosos de ler, porém, sem grandes reviravoltas ou revelações. Há apenas uma cena mais sensual, mas nem beira o erótico, então fiquem sossegados.

Havia algo de maravilhoso em conhecer tão bem outra pessoa.


E para os fãs da série Os Bridgertons (EU!!!), fiquem felizes pois a família é mencionada algumas vezes, e há participação de, pelo menos, um de seus membros!!!

A edição da Arqueiro está linda! A capa é diva e aveludada, as páginas são amareladas e a fonte confortável para ler. Vi alguns erros de revisão, mas poucos e não comprometeram a leitura.

Recomendo muito!

site: http://meumundinhoficticio.blogspot.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso-julia.html
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Bruna 18/04/2017

Simplesmente o Paraíso (Quarteto Smythe-Smith #1)
A Julia Quinn me conquistou com a série dos Bridgerton (amo romances de época), cada um dos personagens e membros da numerosa família estão no meu coração, já que cada um é mais apaixonante do que o outro. Sendo assim, quando soube que ela iria lançar uma nova série e que teria uma ligação com a família Bridgerton foi impossível não ler. E com o "Quarteto Smythe-Smith", Julia Quinn criou novos personagens bastante marcantes.

"Honoria Smythe-Smith é parte do famoso quarteto musical Smythe-Smith, embora não se engane e saiba que o dito quarteto carece sequer do menor sentido musical e tem esperanças postas que esta seja a última vez que se submeta a semelhante humilhação. Esta será sua temporada e com um pouco de sorte conseguirá um marido.
Durante um jantar, põe seus olhos em Gregory Bridgerton, um dos mais jovens da família Bridgerton. Sabe que não está apaixonada, mas ele parece uma opção mais que válida.Marcus Holroyd é o melhor amigo do irmão de Honoria, Daniel, que vive exilado na Itália. Ele prometeu olhar por ela e leva suas responsabilidades muito seriamente. Odeia Londres e durante toda a temporada, permaneceu vigilante e intermediou quando acreditava que o pretendente não era o adequado.
Honoria e Marcus compartilham uma amizade, pouco atípica, fruto dos anos que se conhecem e que o torna parte da família.
Entretanto, um desafortunado acidente faz que ambos repensem sua relação e encontrem a maneira de confrontar o que surge entre eles, se tiverem coragem suficiente."

Durante parte de sua infância Marcus Holroyd é filho único e foi criado por um pai muito rígido e ausente, que esperava que ele se tornasse o futuro Duque de Chatteris. Em sua casa Marcus não tinha amigos da sua idade, no que resultou que ele se tornasse um garoto solitário e bastante tímido. Essa situação muda quando ele vai estudar em um colégio, onde demora um pouco para se adaptar, pois nunca tinha convivido com outras crianças de sua idade e não sabia ao certo como agir. Mas, apesar de todas as dificuldades, ele consegue fazer uma amizade com Daniel Smythe-Smith.

A amizade entre os dois garotos era tão grande que sempre que chegava as férias, Marcus passava ao lado de seu amigo na casa dos Smythe-Smith. Era uma convivência tão grande que o futuro Duque de Chatteris passou a ser considerado como um membro da família, até mesmo tinha que lidar com a irmã caçula de Daniel: Honoria Smythe-Smith, que vivia importunando os dois rapazes.

“Honoria tratou de não estremecer. O musical anual da família nunca era um bom momento para fazer amizade com um cavalheiro, a menos que ele fosse surdo. Houve algum argumento dentro da família a respeito de quem, precisamente, tinha começado a tradição, mas em 1807, as quatro primas Smythe-Smith tinham subido ao palco e massacrado uma peça musical perfeitamente inocente. Por que elas, ou melhor, suas mães pensaram que seria uma boa ideia repetir o massacre nos anos seguintes, Honoria nunca saberia, mas o fez no ano depois desse, e ano após.”

Alguns anos mais tarde eles se reencontram novamente. Honoria não é mais a garotinha chata que ficava irritando Marcus e Daniel, ela cresceu e se tornou uma mulher muito atraente e que está desesperada para encontrar um bom partido. Todos que encontrou até então sempre tinham algum tipo de defeito: um havia agredido um cachorro, outro era um aproveitador... Porém, naquela temporada ela está positiva de que as coisas vão se sair diferente, que dessa vez ela irá encontrar um homem que seja decente, e Honoria até tem um nome em mente: Gregory Bridgerton.

O que ela não poderia contar que o seu encontro com Marcus Holroyd, o Duque de Chatteris poderia acabar mudando o rumo da situação. Após um acidente em que se envolveram, ele ficou entre a vida e a morte e foi nesse momento em que Honoria entrou em ação, o ajudando e tomando conta dele para ajudar na recuperação. E durante esse tempo que passam juntos, tanto Honoria quando Marcus percebem que o amor que sentem um pelo outro pode maior do que bons amigos.

"Ela o amava. Sempre o amaria. Isso fazia tanto sentido… Quem não amaria Marcus Holroyd?"

Foi incrível poder conhecer um pouco sobre os membros da família Smythe-Smith, que ficaram conhecidas na série dos Bridgerton, por sempre tocarem em um concerto anual em Londres, e também por serem terríveis (e elas tem noção disso, mas se trata de uma tradição familiar). Também adorei o fato de rever alguns personagens antigos, como Gregory Bridgerton e da velha Lady Danbury.

Como de costume, "Simplesmente o Paraíso" segue o mesmo caminho dos livros anteriores de Quinn, apesar dos personagens serem diferentes a receita usada é a mesma. É um verdadeiro clichê, mas impossível de não gostar. E o que eu mais gostei durante a leitura foi que eu dei boas risadas, a Honoria e as mulheres de sua família são bastante engraçadas, um outro talento além de não serem nada afinadas.

Se você gosta de romances de época "Simplesmente o Paraíso" é um livro que vale a pena, assim como os restantes da Julian Quinn. Essa mulher vem fazendo um ótimo trabalho, criando personagens apaixonantes, enredos interessantes e histórias incríveis!

site: http://escritorawhovian.blogspot.com.br/2017/04/resenha-simplesmente-o-paraiso-quarteto.html
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