Simplesmente o Paraíso

Simplesmente o Paraíso Julia Quinn




Resenhas - Simplesmente o paraíso


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Blog Gordinha Assumida 22/03/2017

Resenha pelo blog Gordinha Assumida
Finalmente eu posso dizer que li algo da Julia Quinn, e posso dizer com mais certeza ainda que amei a escrita dela e quero conhecer todos seus livros. Neste primeiro livro do quarteto Smythe-Smith vamos conhecer Honoria, seu irmão Daniel e o melhor amigo dele: Marcus.

Marcus é o garoto que perdeu a mãe muito cedo, o pai era completamente ausente e não tinha amigos, mas tudo mudou quando ele foi para a escola e Daniel Smythe-Smith fez amizade com ele, o convidando para visitar sua casa sempre que tinham folgas das aulas. Lá ele encontrou uma família feliz, completamente cheia e que o recebeu como um filho. Sua infância foi marcada por vários momentos alegres, mas era se esquivando de Honoria que ele e o amigo passavam a maior parte do tempo, afinal ela tinha metade de sua idade (6 anos) e não tinha ninguém para brincar além do irmão, que é claro que não queria brincar com uma menina, mas como ela era determinada não saia do pé deles de jeito nenhum. Mas tudo mudou quando cresceram a Daniel teve que sair do país, deixando Marcus encarregado de olhar pela sua irmã, afastando pretendentes que só queriam seu dote, eram velhos demais ou maldosos.

Honoria é uma garota simples e toda certinha, que está pela segunda vez na temporada e ainda não conseguiu arrumar um casamento, e isso implica que por mais um ano ela terá que se apresentar com o quarteto Smythe-Smith, com suas primas que são tão desafinadas (e até mais) que ela. Ela realmente não liga de passar vergonha, adora toda essa tradição da família, mas está cada vez mais desesperada de não conseguir arrumar um casamento e ter que ir para o campo com sua mãe. Mas quando Marcus sofre um acidente e ela é a única ‘família’ que ele tem para cuidar dele, ela percebe que seus sentimentos podem ter mudado há algum tempo, deixando de vê-lo como um irmão para sentir algo mais por ele.

Que livro mais fofo gente! Sério! Julia Quinn realmente sabe escrever um romance de época e ganhar o leitor em tão poucas páginas, deixando-o com um gostinho de quero mais imenso após terminar seus livros.

Honoria e Marcus possuem uma sincronia muito bacana, como eles conviveram por tanto tempo juntos não tem frescura entre eles, ela faz o que é preciso para salvar sua vida e não mede esforços para cuidar dele. É nesse momento de total aproximação e dedicação dela que ela começa a perceber que seus sentimentos por Marcus já não são os mesmos de quando era criança, que ela não o vê mais como um irmão e sim como um homem, uma agradável companhia a qual ela não precisa se esforçar para ter uma conversa agradável que a mantém entretida por horas a fim.

Eu amei a protagonista, por mais que ela seja um pouco certinha demais tem seus momentos a frente da época, mas mais do que isso, possui uma garra imensa quando se trata de ajudar aqueles que ela ama e que precisam de sua ajuda. Já Marcus é uma descoberta nova a cada página, vemos o quanto ele é solitário, tímido, porém um homem que está disposto a ser romântico para conquistar aquela que ama, mesmo não sabendo como faz isso, afinal ele nunca cortejou nenhuma mulher, sempre só teve olhos para Honoria.

Mas as cenas que me tiraram gargalhadas com certeza são os ensaios que quarteto, que desastre são essas garotas! Hahahahaha Elas brigam o tempo todo, não concordam com nada e tramam maneiras de escapar desse recital o tempo todo, mas dá para perceber a união dessas primas, o quanto se gostam e é claro o quanto tocam muito, mas muito mal mesmo. O mais engraçado é ver como as pessoas encaram tudo, porque por mais que seja horrível a apresentação muitas pessoas conparecem ao recital porque é uma tradição de quase duas décadas, e o quarteto nem liga mais dos comentários que são horríveis, pois sabem que são mesmo hahahaha.

A capa da Arqueiro é simplesmente destruidora, não tem como negar. Eu acho as capas originais bem fofas, mas as modelos com os vestidos lindos que eles usam são muito mais lindas, ainda mais a deste primeiro, já que Honoria usa um vestido rosa também na história e sua mãe adora leques.

Simplesmente o paraíso é a abertura perfeita para esse quarteto perfeitamente desafinado. Julia me ganhou completamente nessa história, e mesmo eu não tendo lido sua série anterior gostei muito da leveza que sua escrita possui, me arrancando suspiros e gargalhadas a todo momento. Para os que gostaram da série anterior da autora, saibam que Os Bridgertons aparecem brevemente nesta série também, e sinceramente estou bem curiosa para conhecer mais dessa família. Tenho certeza que todas as amantes de romances de época vão adorar esse quarteto, vão rir e suspirar como eu fiz, e no final já vão querer pular para o próximo livro, afinal quero ver toda a confusão que essa família vai aprontar para se livrar dos recitais anuais.

site: http://www.gordinhaassumida.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso-quarteto.html
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Tashiro 21/03/2017

Um livro simples, mas muito bom!
Gente, o livro é tão bom e ao mesmo tempo nada demais. Eu fiquei arrebatada ao terminar, precisei dar duas voltinhas no quarto e esparecer. Fechei o livro e pensei, como posso ter gostando tanto de algo tão simples? Espero que consiga explicar o que me conquistou e me fez tomar gosto pela série logo no primeiro livro.

A série Quarteto Smythe-Smith começa com uma maravilhosa surpresa, Simplesmente o paraíso se passa em 1824 — o mesmo ano em que Colin finalmente enxergou a Penelope (volume 4 da série Os Bridgertons). As festas, as pessoas e até a cor da moda serão as mesmas, mas teremos uma história de amor bonita, porém distante dos nossos amados personagens, ainda que no mesmo círculo. Afinal, todos fomos aterrorizados durante vários livros com os abomináveis concertos das Smythe-Smiths!

"Marcus não conseguiria de modo algum descrever o som produzido pelos quatro instrumentos na sala de ensaio das Smythe-Smiths. Não sabia nem se havia palavras para descrevê-lo, ao menos não de forma educada. Abominava a ideia de chamar aquilo de música; na verdade, era mais uma tortura do que qualquer outra coisa."
— Marcus

É de conhecimento geral que o concerto anual dos Smythe-Smith, ou centro de tortura da nobreza, é o evento que ninguém quer comparecer, mas que se deve sempre aceitar o convite. Os acentos no final da sala são os mais concorridos e os da frente são para a família e os solidários com as pobres damas. Não há desculpas suficientemente fortes para escapar. Talvez uma doença contagiosa de morte rápida e dolorosa?

"— Está dizendo que sabe que vocês… ahn, quero dizer…

— Que somos péssimas? É claro que sei. Achou que eu fosse idiota? Ou surda?"
— Marcus e Honoria

Honoria Smythe-Smith é devotada a sua família e suas tradições, ela ama ensaiar com suas primas e durante o concerto sempre é a que está com um grande sorriso. Sim, ela sabe que elas são terríveis, mas isso não faz ela querer se atirar pela janela ou arrastar o primeiro pobre coitado para o altar. Honoria é a filha mais nova do seu ramo com uma grande diferença de idade dos outros irmãos, pelo menos 6 anos de Daniel, o segundo mais novo, ao qual Honoria sempre nutriu um afeto exacerbado. Quando Daniel voltava da escola, Honoria iria grudar nele e querer participar de tudo. Que menino iria querer a irmã mais nova, apelidada carinhosamente de carrapato, colada nele o tempo todo?

"— Você seria perfeito demais se não fosse tímido."
— Honoria

Marcus Holroyd teve uma educação típica, pais distantes e nenhum amigo na infância para brincar até que, felizmente, o pai o enviou para o colégio interno. Mesmo que ele não conseguisse interagir com os outros meninos, teve muita sorte de ter como companheiro o extrovertido Daniel Smythe-Smith. Um convite para o fim de semana, outro para as férias de verão e mais um para o feriado levaram Marcus a passar mais tempo com os Smythe-Smiths do que com a própria família. Apesar de retraído, ele sempre adorou a loucura daquela família barulhenta.

"— Ela o odeia. Agora você é oficialmente um membro da família."
— Daniel para Marcus

E ele foi, até que Daniel precisou fugir do país — não cabendo a mim dizer o porquê, vocês têm que descobrir sozinhos. No momento da sua partida, Daniel implorou para Marcus não deixar que Honoria se casasse com qualquer imbecil. Marcus preso ao momento aceitou, e assim começou a espantar qualquer pretendente inadequado de forma silenciosa. Se ela soubesse que ele estava fazendo aquilo, capaz de esganá-lo e depois procurar Daniel pela Itália para fazer o mesmo.

"Ela o amava. Sempre o amaria. Isso fazia tanto sentido… Quem não amaria Marcus Holroyd?"
— Honoria

Honoria não era apaixonada por Marcus aos 6 anos e nem mesmo durante os 15 anos seguintes, mas tinha uma verdadeira afeição por ele. E, mesmo que fizesse tudo o que a pequena manipuladorazinha quisesse só por ela olhá-lo com grandes olhos de cachorrinho, nem Marcus era apaixonado por ela. Ele sempre sentiu carinho e até um conforto de ser ele, e não o homem severo que aparentava, com ela.

"E também para Paul, embora, quando o consultei para saber como salvar meu herói enfermo, ele tenha respondido: “Não tem jeito, ele vai morrer.”"
— Julia Quinn, agradecimentos ao marido

A situação mais importante para unir nosso casal é o momento de enfermidade de Marcus, que é tudo culpa de Honoria. Ele quase morre porque ela escavou um buraco de toupeira para fingir um acidente e colocar suas guarras em Gregory Bridgerton! Bem, é meio que culpa dele também, ninguém mandou ele ficar espionando ela, pisar no buraco duas vezes e torcer o pé, não conseguir andar e ter de esperar na chuva por horas e depois ter sua bota cortada por seu valete, que lhe deu um corte de 10 centímetros na perna. Corte esse que infeccionou e quase levou a morte o homem dos meus sonhos.

"— Você precisa melhorar — sussurrou Honoria. — Não sei o que farei se você não melhorar. — Então, tão baixinho que ele mal a escutou, acrescentou: — Talvez você seja o meu porto seguro."
— Honoria

Marcus não tem nenhuma família, Honoria, sabendo disso e se sentindo culpada, enfia a mãe em uma carruaje e segue para a mansão dele. Esse momento — ela sem saber o que de fato fazer para ajudá-lo, a insegurança da recuperação, a aflição ao ouvir os gritos de dor—, colaborou para eu acreditar que, apesar de anos sendo próximos, os dois poderiam se apaixonar e serem muito felizes de verdade. Fora que, mesmo as pessoas não captando o seu senso de humor, Marcus consegue rir e contar piadas até no leito de morte.

"Tudo nela era encantador. Talvez devesse ter pensado em outro modo, mais poético, de descrevê-la, porém às vezes as palavras mais simples são as mais sinceras.

Honoria era encantadora. E Marcus ansiava por ela."
— Marcus

Marcus se recupera e tem uma lista de afazeres: cortejar Honoria, mesmo que não tenha a mínima ideia de como fazer isso; esperar Daniel retornar para pedir a mão dela em casamento; e, procurar o momento certo para declarar seu amor. Voltemos para a ‘mínima ideia de como cortejar uma dama’, ele não tem mesmo nenhuma. O deixa completamente inseguro e desconfortável fazer isso, e Honoria anda estranha com ele. Flores? Qualquer pessoa gosta de flores. Até ele gosta. Mas se ela o rejeitar? É melhor cortejá-la em público… Muitas coisas passam pela cabeça de Marcus e a de Honoria fervilha, mas no final vai dar tudo certo. Tudo os leva no caminho de um belo e doce final feliz digno de Julia Quinn.

Até mais e espero que tenham gostado!

Beijos, May.

site: https://silenciocontagiante.wordpress.com/2017/03/03/especial-quarteto-smythe-smith-simplesmente-o-paraiso-de-julia-quin/
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Amiga Leitora 21/03/2017

Cura ressaca!
Ano passado eu vi muitas de minhas amigas envolvidas com romances de época, e um dos nomes mais aclamados por elas era sem duvida o de Julia Quinn. Comprei o primeiro livro da tão famosa série 'Os Bridgertons', mas acabei não conseguindo uma brecha em meio aos romances contemporâneos - meu vício na época - para lê-lo. Até que em meio a uma baita ressaca literária que me bateu no começo deste ano (2017), decidi largar o vicio e tentar um gênero que ansiava já algum tempo: os romances de época. Foi assim que decidi dar uma oportunidade para a tão falada Julia Quinn.

'Simplesmente o Paraíso' é o primeiro livros da nova série da autora lançada pela Editora Arqueiro aqui no Brasil. Trata-se de quatro livros focado em protagonistas diferentes, todos eles tendo suas vidas interligadas de certa forma. Aqui iremos conhecer a história de Honoria Smythe-Smith, uma jovem de vinte e um anos que está desesperada para encontrar um marido, não só por causa da sua idade como também para se livrar do famoso quarteto musical Smythe-Smith.

O quarteto nada mais é que uma tradição da família Smythe-Smith, onde quatro jovens com idade para casar se apresentam para a sociedade londrina na expectativa de arrumar um bom partido. O único problema é que por mais que Honoria ame tradições, ela tem plena consciência do quanto são um fracasso para a música. No entanto ela está novamente disposta a encarar essa humilhação, pois não entende como vem perdendo seus pretendentes, e está decidida que dessa vez não deixará suas oportunidades escapar.

Marcus Holroyd é o melhor amigo do irmão de Honória, Daniel Smythe-Smith, que precisou fugir de Londres depois de um duelo de pistolas. Ele prometeu cuidar de Honoria como se fosse seu próprio irmão, e assim avaliar todos os partidos da garota, garantindo que ela não se casasse com um idiota na ausência de Daniel. Esse por sinal é único motivo que mantém Marcus preso em Londres, participando de todas as temporadas sociais da qual ele tanto reprova.

Certo dia o desespero de Honoria, que tanto vinha divertindo Marcus, os colocam em uma situação inacreditável, e um beijo acaba despertando em ambos algo até então adormecido. Consequentemente essa situação faz com que os amigos se aproximem ainda mais, e uma confusão de sentimentos paira sobre ambos. Além disso a bagunça não fica só por conta disso, uma noticia que teria tudo para deixar as coisas ainda melhores acaba colocando uma bomba na mão de Honoria.

Eu simplesmente estou encantada com Julia Quinn, sua narração além de envolvente nos apresenta dois lados da situação e faz da leitura algo envolvente e fluido. Meu único problema foi que em uma certa altura eu não aguentava mais ver como o casal se gostava mas não resolviam a situação. Coisa que logo a autora deu um jeitinho de apimentar, e eu confesso que me divertir muito com o desenrolar dessa história, que mesmo clichê conseguiu envolver meu coração.

O que me encantou bastante na leitura foi a forma com que eu me interessei por cada personagem que era mencionado, era como se para cada um deles a autora tivesse um livro desenvolvido. Me divertir muito com Honoria e Marcus, mas não posso deixar de citar o quanto me divertir com as primas de Honoria também. Mal vejo a hora de ler os outros livros, que por sinal a Editora Arqueiro lançou tudo de uma vez.

Definitivamente me apaixonei por essa história, pelos personagens, provavelmente pela série e pela autora também. Sei que apenas através de um livro é difícil afirmar que Julia Quinn é a minha mais nova queridinha, por isso terei que por logo minhas mãos nos seus outros livros para enfim poder anunciar meu mais novo vício. E se querem saber, a ressaca foi embora logo no primeiro capitulo que por sinal trás uma cena muito envolvente da infância de Honoria, Marcus e Daniel. Definitivamente recomendo para quem gosta de suspirar por um lindo romance de época e ao mesmo tempo se entusiasmar com mocinhas que oscilam dentro dos padrões de comportamento de sua época.

* Escrito por Thais Teixeira do BLOG AMIGA DA LEITORA

site: http://www.amigadaleitora.com/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso.html
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ELB 20/03/2017

Every Little Book
Para quem ainda não leu os Bridgerton e não foi apresentado ao Quarteto Smythe-Smith, ele é composto por um grupo de jovens solteiras da mesma família que não têm um mínimo de talento para a música, mas são praticamente forçadas a seguir uma tradição que as obriga ferir os tímpanos da sociedade anualmente em um recital, até finalmente se casarem.

Como membro do Quarteto, Honoria Smythe-Smith não vê a hora de logo arrumar um marido para se livrar desse constrangimento anual. Mas, estranhamente, todos os seus pretendentes acabam por desistir misteriosamente de seu interesse por ela, e quanto mais o dia do bendito recital se aproxima, mais determinada ela se vê em conseguir um marido, até mesmo selecionar alguns pré-candidatos e, talvez, recorrer a certos truques femininos para chamar-lhes a atenção. Logicamente, ela não esperava que justamente Marcus Holroyd, amigo de infância de seu irmão, fosse acidentalmente estragar seus planos.

Marcus Holroyd odeia as temporadas sociais. Elas geralmente significam receber os olhares cobiçosos de matronas que adorariam ter um Conde em sua família, através do casamento de suas filhas. Mas a promessa que fizera a seu amigo Daniel, antes de este fugir para salvar sua vida ( mais detalhes sobre isso no livro 2), o força a comparecer a determinados meios. Ele prometera ao seu amigo ficar de olho em sua irmã, e isso implicava em não deixá-la contrair matrimônio com qualquer um; ao menor sinal de interesse de algum cavalheiro, ele imediatamente os afastava, sem se dar conta que, na verdade, ele estava definido o próprio futuro com esses atos.

Só que Marcus e Honoria nunca tinham enxergado um ao outro de forma diferente. Ele a via como a garotinha, irmã do seu melhor amigo, que insistia em deixá-la participar de suas aventuras juvenis. E para ela, Marcus era... Marcus. Alguém que conhece desde sempre, que estava sempre ali quando precisasse. Porém, um fato, um momento, tem a capacidade de fazer tudo mudar entre os dois: Marcus, por um descuido, uma falta de cuidados, vê-se gravemente doente, e a iminência de perdê-lo faz com que Honoria passe a contemplar seus verdadeiros sentimentos em relação a ele.
"...Nunca tive certeza se você era o herói ou o vilã.
...Talvez você seja meu porto seguro."
Entre os dois parece ocorrer um despertar. Despertar de desejo, de anseio de se amar. Algo simples, que logo se converte na necessidade de um do outro. Aquela a quem tanto Marcus protegeu contra pretendentes mal-intencionados, ele queria para si. E Honoria o desejava com a mesma força. Diante da possibilidade de se livrar da sua vida reclusa e solitária, Marcos vai confrontar seus verdadeiros sentimentos. E Honoria está a apenas um passo de se jogar no simples paraíso de sensações que ele lhe provoca; a mais forte, um amor que parece ter sido guardado por muito tempo.




Como começar a resenha desse livro ?
Eu gostaria de dizer que amei, mas não foi isso que aconteceu.

Comparado com o outra série da Julia, publicado aqui no Brasil, eu achei que esse deixou a desejar.
Para mim, faltou muitas coisas que quando penso na autora, sei que estará em um livro seu. E justamente essas características foi a que eu senti mais falta aqui.

Veja bem, eu adoro a Julia, e entendo que só porque uma série ou livro do autor não agradou, que o autor não é bom. Criticar um livro envolve muita mais coisas do que um simples gostei, como o clima que você está ao ler o livro, entre outras coisas.

Desse livro em particular, achei que faltou de tudo um pouco. Faltou aquele toque de ironia, de respostas inteligentes dos personagens. Aquela situação gostosa onde o casal se vê em uma conversa que acarreta uma saída magistral da mocinha, através de uma resposta sagaz. Acima de tudo faltou atrevimento, um drama.

A história para mim ocorreu muito rápido, apesar de eles se conhecerem desde crianças e não precisar de uma densa parte de encontros e ambientalização, faltou uma ligação entre os dois. Eu entendo a proposta, de que se está apaixonado por uma pessoa e não se sabe e de repente a ficha cai. Mas para mim, só não foi convincente. Posso dizer que não consegui sentir a conexão entre os personagens e assim vê-los como um casal verídico.

A parte onde ele fica doente ocorre em boa parte do livro, e isso se arrasta. Você quer ver cenas novas, situações diferentes entre o casal. Então, enfim, quando trocamos de ambiente, tudo ocorre rápido demais. Eu não consegui encontrar um equilíbrio entre tudo isso. Além de que, eu esperava muito mais personalidade da Honoria, já que quando criança ela apresentava esse quê de audácia. Acho que esse foi todo o meu desgosto com esse livro.

Apesar das ressalvas, a leitura é fluida e em um instante você se vê no final do livro e ansiando pela história do irmão de Honoria, Daniel.

Um romance simples e leve, que às vezes é exatamente o que você precisa no momento.

site: http://www.everylittlebook.com.br/2017/03/resenhasimplesmente-o-paraiso-quarteto.html
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KeylaPontes 20/03/2017

Honoria Smythe-Smith sempre sofreu com a solidão de não ter idade próxima aos seus irmãos. Então tinha no irmão Daniel um verdadeiro ídolo e o perseguia para os lados. Uma garotinha de seis anos bem insistente e esperta. O irmão Daniel, nos seus doze anos, não queria saber de uma irmã menor atras dele como uma responsabilidade ambulante. Então ao lado do amigo Marcus fazia de tudo para despistar a garotinho.

Marcus por outros lado teve uma infância solitária. Filho único, criado para ser um herdeiro exemplar cheio de atividades extras, só vira a mãe cinco vezes antes que ela falecesse e o pai só falava com ele quando queria lhe ensinar algo. No colégio encontrou Daniel e logo viraram melhores amigos e encontrou nele e em sua família um lar.

Anos se passam, e Honoria com 21 anos se vê sua última oportunidade de arranjar um marido em Gregory Bridgerton. E ela precisava, e rápido se casar para assim se livrar do odioso concerto anual das Smythe-Smith. Onde tradicionalmente as solteiras da família tocam (muito mal) para toda a sociedade.

Porém, Marcus não torna essa tarefa de achar um marido nada fácil. Sem Honória saber, Daniel antes de partir em exílio, fez Marcus prometer que afastaria todos os pretendentes que não estivessem a altura. E assim ele fez. Tarados, interesseiros, velhos demais, novos demais, viciados em jogos e qualquer um que mostrato o mínimo defeito era descartado. E o pior. Do dia para a noite fazendo Honoria achar que havia algo de errado nela.

Em um passeio, ela acaba quase caindo e Marcus prontamente a ajuda e os dois acabam se acidentando e Marcus cai gravemente enfermo e cabe a Honória ajudá-lo nesse momento tão difícil.

Bem. Vamos lá, Júlia Quinn é considerado por muitos a rainha do romance de época e eu até então só havia tido uma experiencia com ela. Porém, confesso que este volume não foi tudo aquilo que poderia ser. Achei um pouco morno demais, o romance em si foi bem sem sal e como a autora se deteve muito aos momentos do Marcus doente, não pude criar uma ligação tão grande entre o casal. Sabe quando você conhece duas pessoas e acha que eles vão acabar juntos, mas quando rola você diz "legal"? Foi assim que eu me senti. Muitas das cenas dele doente foram super fofas e achei super bonitinho a forma como Honoria se dedicava a cuidar dele. E das cenas em que ele estava super doente, podemos ver o que estava passando pela sua cabeça e de como ele a enxergava. Mas não sei. Da mesma forma que a autora desenvolveu a questão o sentimento DELA por ele de uma forma que me agradou bastante, o sentimento dele meio que apareceu do nada na minha mente. Em um momento ela era a irmã do amigo e no outro ele já tinha certeza absoluta que queria ficar com ela para sempre e precisava do ar dela para respirar. Fiquei meio confusa.

A escrita da autora é extremamente fluida e você lê tudinho de uma vez só. O que é um ponto positivo e eu já tinha sentido isso é "O duque e eu". Mas eu não consegui me conectar como achei que iria. As partes do concerto em si foram bem chatinhas e senti falta de elaborarem mais a relação com as primas e da motivação do concerto em si. Você entende que é uma tradição familiar e elas "tem" que fazer. Mas senti falta de mais. Não sei se isso chega a ser explicado nos Bridgertons (que eu não terminei de ler), mas se tratando de uma nova série, achei que isso deveria ter sido melhor trabalhado. Então por essas partes do concerto, acabou tirando a atenção dos momentos entre o casal (depois que ele não estava mais doente).

Não finalizei a leitura loucas pelos demais, porém continuarei a série (o próximo livro é do Daniel e estou curiosa) e quero ver um pouco mais desse casal. Principalmente com a forma como este termina. Já que quando enfim o negócio ia se desenvolver, acontece umas cenas meio "novela das 9" e acabou. Queria mais algumas páginas para saber mais dos dois. O casal em sí é adorável e eu gostei bastante da personalidade de ambos. Marcus não é um daqueles mocinhos ridículos e machistas ou libertino que passou o rodo em todas. É inteligente, preocupado, justo e mesmo querendo dar uma de sério, você percebe o carinho que ele tem por aqueles que tanto o ajudaram. E de como ele vê que eles são a sua verdadeira família. Muito fofinho, adorei demais ele. E sobre a Honória, ela não é antipática ou dramática com o fato de estar solteira e confesso que dei algumas risadas de como ela encara o seu "talento" pela música.

Ótimos protagonistas, que pena que na minha opinião, não foram bem desenvolvidos quanto ao romance. A sensação que tive foi que a autora se deteu tanto em alguns detalhes sem importância que no final lembrou que tinha que explicar outras e foi jogando informações aleatórias e justificando algumas atitudes de forma que eu fiquei "todo esse fuzue para isso?". Não sou fã de drama, mas algumas coisas são importantes para dar um clima no livro.

Por fim, destaco que a experiência, mesmo com os pontos destacados, foi muito gostosa. Como citei anteriormente, a autora tem uma forma muito fluida de narrar e quando você vê já leu o livro quase por completo. Os protagonistas são super queridos (e espero ver mais sobre eles no futuro) eu acho que só faltou um "Q" a mais. Um tcham! Uma tensão para fazer o final soar mais climático. Espero que nos próximos livros da série a autora possa desenvolver questões que ficaram abertas e mostre mais do depois do felizes para sempre.

Resenha disponível em:

site: http://keylinhastureads.blogspot.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso-quarteto.html
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Letícia 19/03/2017

Resenha para o blog Série Myron Bolitar - Harlan Coben
Julia Quinn é uma verdadeira rainha quando se trata de criar romances de época deliciosos de ler, quando você pensa que não pode mais se apaixonar por suas histórias, ela vai lá e cria mais uma pela qual é impossível não suspirar.
No momento em que descobri que seria lançada uma nova série de livros da Julia no Brasil e que seria sobre certas musicistas que já apareceram como coadjuvantes na série dos Bridgertons; fiquei curiosa e ao mesmo tempo pensei que fosse ser a primeira vez que não iria gostar de algum livro da Julia, porque pensei que não iria me identificar com essas musicistas, mas eu não poderia estar mais enganada.
Marcus Holroyd foi uma criança que viveu por muito tempo sozinha, sua mãe morrera quando ele era ainda muito jovem e foi criado pelo pai, o rígido Lorde Chatteris, que fez Marcus aprender desde cavalgar e esgrimir até diferentes línguas, com apenas 12 anos. Mas Marcus nunca teve uma amizade ou com quem brincar; sua família praticamente se resumia a ele e seu pai.
A vida dele começa a mudar quando vai para Eton e conhece Daniel Smythe-Smith, que tinha uma grande família e sabia socializar como ninguém, por acaso do destino, os dois acabam dormindo em camas próximas no dormitório e começam a construir uma grande amizade. Marcus passa a ir durante todas as férias para a casa de Daniel e a conviver com sua grande família, inclusive a irmãzinha de Daniel, Honoria, que para os dois era muito irritante, por persegui-los em suas aventuras.
A família Smythe-Smith é conhecida em Londres pelos recitais de música anuais, com as jovens da família, mas falar que o que elas fazem é música é algo muito errado. Seus recitais eram um péssimo evento para apreciadores de música.
Anos mais tarde somos apresentados de fato a uma desesperada Lady Honoria Smythe-Smith, ela queria muito um marido e naquele momento, novas sapatilhas. Era a última de suas irmãs a estar participando de uma temporada londrina. E após seu irmão se envolver em um mal entendido e ser banido de Londres, sua mãe ficara um pouco desanimada, assim como a própria Honoria, com as temporadas sociais. Honoria iria participar mais uma vez do tal recital, e para minha surpresa as Smythe-Smith sabem que tocam mal, mas continuam devido a uma tradição familiar.
Quando Daniel foi banido de Londres ele fizera seu melhor amigo, Marcus prometer que iria proteger Honoria de um mal casamento, mas Honoria não sabia desse acordo e o que Marcus não poderia imaginar era que ele mesmo iria se apaixonar por ela.
É após uma situação inusitada envolvendo um buraco, chuva e um grave ferimento, que Honoria e Marcus se aproximam mais. Ela começa a perceber que ele não é apenas o carrancudo amigo de seu irmão, mas sim alguém por quem sente sentimentos que ainda não entendia direito, enquanto Marcus após sobreviver a uma experiência de quase morte, fará de tudo para não perder Honoria, que ele percebeu que tê-la era tudo que ele precisava.
Marcus e Honoria passam por diversas situações até alcançar o seu paraíso particular, com participações especiais de alguns Bridgertons e Lady Danbury, descobrimos que o amor pode nascer de uma amizade, a gente só deve deixar espaço para ele e no caso das Smythe-Smith tapar os ouvidos durante recitais de música.


site: http://myronbolitarloversbr.blogspot.com.br/
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Tamires 17/03/2017

Simplesmente o Paraíso, de Julia Quinn
Simplesmente o Paraíso, primeiro livro do Quarteto Smythe-Smith, da escritora norte-americana Julia Quinn, publicado no Brasil pela Editora Arqueiro, foi a minha primeira leitura da autora. Com esse livro pude comprovar os elogios que já havia lido em grupos de leitura no facebook e no blog The Bookworm Scientist, conforme eu já havia mencionado na postagem anterior.

(Para acompanhar o meu diário de leitura do Quarteto Smythe-Smith copie e cole no seu navegador o seguinte link: https://goo.gl/KwN5Oe)

Os livros de Julia Quinn seguem mais ou menos um padrão de páginas, geralmente menos de trezentas (tendo como base os livros publicados no Brasil até o momento). Já nesta primeira leitura pude perceber que as histórias de Quinn são realmente enxutas, sem diálogos muito longos e divagações que, percebe-se com facilidade, na maioria dos casos servem apenas para encher linguiça.

Simplesmente o Paraíso narra a história de Honoria Smythe-Smith, a caçula de sua família e integrante do famoso quarteto, pois ainda está solteira. Também conhecemos Marcus Holroyd, o Conde de Chatteris, grande amigo do irmão de Honoria, Daniel, que por ser muito próximo a família, prometeu ao amigo cuidar da jovem Smythe-Smith para que ela não faça um casamento ruim, que a faça sofrer. A necessidade de proteção por parte de Marcus se deve ao exílio forçado ao qual Daniel teve de se submeter após uma confusão em uma mesa de jogo. Com a ausência do irmão, sobrou para o melhor amigo a tarefa de cuidar de Honoria. É uma história previsível desde o começo, mas nem por isso torna-se menos encantadora.

Julia Quinn escreveu, com muita delicadeza, sobre o amor entre duas pessoas que se conhecem desde a infância e que em determinado momento da vida descobrem-se apaixonados um pelo outro. O livro tem algumas passagens divertidas e também bastante românticas. É de terminar a leitura suspirando, gostei muito e li bem rápido. Outro ponto positivo são as cenas sensuais, que são muito bem escritas. Aqui não há aquele sexo ginecológico, que dura três páginas com detalhes quase técnicos do corpo humano. No momento estou lendo o segundo volume do Quarteto e também estou adorando. Tem uma pegada mais sombria, pois o casal protagonista foge, de certa forma, de ações mal pensadas que marcaram seu passado. Mas esse será o assunto da próxima postagem…


Veja abaixo as minhas citações favoritas do livro Simplesmente o Paraíso:

“Então, ergueu os olhos para Marcus e sorriu de novo. Por um momento, sentira-se ela mesma outra vez, como a moça que fora apenas alguns anos antes, quando o mundo se estendia à sua frente, uma esfera cintilante repleta de promessas. Nem se dera conta de que sentia falta daquela sensação de pertencimento, de estar no lugar certo, com alguém que a conhecia plenamente e, ainda assim, achava que valia a pena rir com ela.” (p. 25)

“- Não sei se o conde já está procurando uma esposa – arriscou Honoria.
– Bobagem. Todo homem solteiro está procurando uma esposa. Só que nem sempre sabem disso.” (p. 52)

“Precisava beijá-la. Tinha que fazer isso. Era tão básico e elementar quanto a sua respiração, seu sangue, sua alma.
E quando a beijou…
A Terra parou de girar.
Os pássaros pararam de cantar.
Tudo no mundo ficou em suspenso, a não ser por ele, ela e o beijo muito leve que os unia.”
(p. 151)

“ – Honoria – sussurrou.
Tocou os lábios com os dedos, como se de algum modo pudesse senti-la ali.
E sentiu. Era a coisa mais incrível. Ainda sentia o beijo dela. Sua boca ainda pulsava com o toque dos lábios dela.
Honoria ainda estava com ele.
E Marcus tinha a estranha sensação de que sempre estaria.” (p. 152)

“Sentia-se leve. Sem fôlego. Faminta. Carente. Desejava algo que não conseguia definir e com tanta intensidade que deveria ficar assustada.
Mas não estava. Não com a mão de Marcus em suas costas. Nos braços dele, Honoria se sentia segura, mesmo quando o corpo dela se agitava em frenesi. O calor da pele de Marcus emanava até a pele dela através das roupas como um combustível, uma mistura inebriante que a fazia ter vontade de se erguer na ponta dos pés e alçar voo.” (p. 207)

“ – Eu estava pensando que este momento é simplesmente o paraíso.
Ele ficou em silêncio por um instante, depois sussurrou, tão baixo que Honoria não teve certeza se ouvira direito:
– O paraíso não poderia se comparar a este momento.” (p. 246)

site: http://www.tamiresdecarvalho.com/resenha-simplesmente-o-paraiso-de-julia-quinn/
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Mais Clube 16/03/2017

Simplesmente o Paraíso
Neste primeiro livro conhecemos Honória Smythe-Smith. Sendo a caçula de uma família grande ela sempre foi um tanto sozinha e imaginativa. Quando criança vivia se aventurando e aperriando seu irmão Daniel, assim como o grande amigo dele Marcus.
Anos se passaram e muita coisa aconteceu, seu querido irmão teve que fugir da Inglaterra e perdeu o contato com Marcus, além dessa já ser sua terceira temporada e até agora nenhum pretendente. Mas tudo começa a mudar quando ela se perde das primas e amiga, e acaba se encontrando em meio a uma grande chuva. A última pessoa que ela esperaria encontrar seria Marcus, ou melhor Conde Chatteries, aparecer para lhe ajudar.

Marcus sempre fora solitário, filho único de um pai omisso e uma mãe falecida muito cedo. Sempre teve a mais completa educação e nunca foi de muitos contatos com outros garotos, até porque não havia nenhuma criança que se encaixasse nos altos padrões do pai, portanto quando ele finalmente foi a escola pode enfim ter uma convivencia com outras crianças de sua idade, e foi uma maravilha. Logo de cara fez amizade com o rapaz mais popular da escola, Daniel Smythe-Smith, e esse foi o início de uma grande amizade.

Com Daniel ele pode enfim saber o que é uma família, irmãos, primos… e também pode curtir ser criança. Uma coisa que sempre foi recorrente foi a presença constante de Honória, ela sempre foi uma criança determinada e alegre. Com a fuga de Daniel, Marcus acabou se afastando da família do amigo, só encontrando socialmente em eventos e isso pelo único motivo de Daniel pedir ao amigo ficar de olho na irmã, e nos futuros pretendentes. Mas ele nunca imaginou que reencontraria Honória tão longe de Londres e numa situação tão inusitada.

O reencontro inusitado traz a velha amizade a tona, a familiaridade que um sente pelo outro. O fato de se conhecerem a muito tempo permite que ambos se sintam confortáveis de serem sinceros e informais. Após o reencontro cada um segue a sua vida, e ao comentar com as primas e amigas sobre o encontro com o Conde um plano é traçado. E todas partem para a casa de campo com jovens estudantes afim de um fim de semana festivo.

O plano inicial de Honória é arranjar um bom noivo e ela decide escolher Gregory Bridgerton, mas o plano de se passar por um jovem vítima acidentada acaba saindo pela culatra. E quem acaba se machucando, sem querer, no processo é Marcus (que passava pelo local).

Tendo pegado chuva, torcido o tornozelo e acabado sendo cortado no processo de retirar sua bota, não é de se espantar que Marcus tenha ficado seriamente doente. Mas quando Honória o vê percebe que não pode ser nada sério… Com isso em mente ela retorna a Londres para se preparar para a temporada. Só que tudo muda quando ela recebe uma carta da governanta do Conde avisando que ele está muito doente e pode não sobreviver. Ao se deparar com a possível morte de Marcus, Honória acaba se dando conta que sente bem mais que uma simples amizade por ele.

A situação do conde é mais séria do que se imaginam, uma grave infecção tomou conta da perna (devido ao corte) e para tentar salvar a vida dele é preciso realizar medidas drásticas… Quando Marcus finalmente acorda, ele percebe que Honória passou por todo o período da doença ao seu lado e o carinho que ele já sentia se torna um sentimento bem mais forte e arrebatador e ele pretende lutar para conquistá-la.

De volta a Londres Honória não sabe o que fazer com seus sentimentos recém descoberto. Apesar do pouco tempo, muita coisa aconteceu com ela e a descoberta de novos sentimentos só faz tudo mais confuso… Será que esse casal conseguirá vencer todos os obstáculos e ficarem juntos??? Pode uma velha amizade se tornar numa paixão intensa e avassaladora???

Eu amei esse livro e posso dizer que é o primeiro livro crossover que já li..kkkk… A história de Honória e Marcus acontece no mesmo período que a de Felicity e Colin (Os Bridgertons), tanto é que vemos a cena do tenebroso Concerto dos Smythe-Smithe por vários pontos de vistas… Adorei rever alguns queridos personagens e conhecer esses novos… Sinceramente eu sabia que a família Smythe- Smith iria me fazer rir muito, eles já eram excelentes coadjuvantes nos Bridgertons e agora com histórias próprias são mais divertidos ainda…

Me apaixonei pelo Marcus e seu jeito tímido e taciturno. Ele encanta com seus fortes sentimentos e seu jeito um tanto bronco de ser. Honória por sua vez é uma personagem cativante e de bem com a vida, não se faz de coitadinha e ama intensamente sua família. Ela tem uma garra e uma força de vontade invejável e é cheia de carisma.

Eu amei esse casal. Ri e me emocionei com a história deles e quero muito conhecer o resto dessa maravilhosa família (e estou na torcida de ver mais Bridgertons por aí…). Espero me apaixonar por Uma Noite Como Esta do mesmo jeito que me apaixonei por esse livro!!!

site: http://maisclube.com.br/2017/03/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html
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Nise 16/03/2017

Bom, mas o segundo pode ser bem melhor
Quando começaram a anunciar que a série do Quarteto Smythe-Smith tinha relação com Os Brigertons eu fiquei um pouco preocupada, porque parei no quinto livro da primeira série da Julia lançada pela Arqueiro. Mas antes que as pessoas se desesperem, não senti falta de ter lido a série toda para acompanhar esta nova. Apenas um personagem, que tem relação com a outra série, é citado e isso não tem uma importância tão significativa nesse primeiro livro.

Ele começa a estória de quatro jovens solteiras que todos os anos se apresentam em um recital horrendo. Nenhuma delas sabe tocar e mesmo assim o evento acontece anualmente. O interessante é que o quarteto é sempre renovado quando uma delas se casa.

Simplesmente o Paraíso é sobre a Honoria e o Marcus, que se conhecem desde de pequenos, mas nunca sentiram nada mais do que amizade um pelo outro. Quando o irmão de Honoria, Daniel, parte da Inglaterra em uma situação pouco confortável, ele deixa Marcus incumbido de encontrar um bom partido para a irmã.

Resenha completa no link:

site: http://www.sejacult.com.br/2017/03/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html
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vintagepri 16/03/2017

Resenha: Simplesmente o Paraíso (Julia Quinn)
"O recital anual da Smythe-Smiths nunca era um bom momento para conhecer um cavalheiro, a menos que ele fosse surdo.”

Quem conhece Os Bridgertons deve se lembrar do famoso quarteto Smythe-Smith. Elas são citadas algumas vezes no decorrer da série e sempre acabam proporcionando momentos divertidos durante a trama. Os Smythe-Smith possuem uma tradição de que já dura quase duas décadas: todas as moças solteiras da família devem integrar o quarteto, e todo ano é organizado um concerto no que elas se apresentaram. Uma vez que se casam, elas deixam o posto no grupo que agora fica vago para a próxima moça solteira da família.

O que também é uma tradição entre elas é a total falta de talento. Por mais que tentem ensaiar e estudar, a música definitivamente não está no sangue das Smythe-Smith, embora membros da família achem que elas tocam divinamente bem. Mesmo com a fama de péssimas musicistas, toda a nata da sociedade londrina faz questão de comparecer ao festival de horrores. Sim, todo ano.

"As pessoas viam o que esperavam ver. Era uma das verdades mais básicas da vida.”

Honoria Smythe-Smith é uma jovem alegre e divertida. É ciente da falta de talento que ela e suas primas possuem, mas ela se esforça para se mostrar sempre positiva, e, quem sabe assim, conseguir fisgar um marido, sendo esse seu principal objetivo. A falta de pretendentes não é a única razão para a preocupação de Honoria, ela sente muito a falta de Daniel, seu irmão mais velho, que foi exilado na Itália há alguns anos. Ela sempre foi muito próxima do irmão, desde criança.

Marcus Holroyd, o conde de Chatteris, praticamente cresceu ao lado de seu melhor amigo Daniel Smythe-Smith. E, naturalmente, também conviveu com Honoria desde que ela era criança. Os três compartilharam a infância, e fazer parte indiretamente da família de Daniel foi o maior presente que a vida pode dar a Marcus, que sempre foi muito solitário. Tudo estava perfeito até o dia em que Daniel foge para a Itália por causa de uma confusão. Porém, antes de partir, Daniel pede a Marcus que proteja Honoria e não deixe que ela se case com qualquer um.

"Então, ergueu os olhos para Marcus e sorriu de novo. Por um momento, sentira-se ela mesma outra vez, como a moça que fora apenas alguns anos antes, quando o mundo se estendia à sua frente, uma esfera cintilante repleta de promessas. Nem se dera conta de que sentia falta daquela sensação de pertencimento, de estar no lugar certo com alguém que a conhecia plenamente e, ainda assim, achava que valia a pena rir com ela.”

Marcus passa a ser a sombra da jovem, afastando todo e qualquer pretendente que ele julgue não ser bom o suficiente para ela. Ele acha que o futuro pretendente deve conhecê-la tão bem quanto ele. Uma série de situações faz com que Marcus e Honoria fiquem cada vez mais próximos, a amizade deles está acima de tudo. Mas seria possível uma amizade de longa data resistir a uma forte atração?

Opinião: Quando a Arqueiro anuncio o lançamento desta série fiquei muito ansiosa. Sempre me diverti muito quando elas surgiam na história. Julia Quinn é fantástica, uma das minhas escritoras favoritas da atualidade. É quase impossível começar a ler um de seus livros e não querer dar continuidade à série. Ela tem esse poder sobre o leitor.

Honoria é uma personagem encantadora, carismática e divertida, tem muito carinho pela família. É viciada em doces, não tem senso de direção, é um verdadeiro desastre no violino. Ela é a líder do quarteto, não só por ser a mais velha e o primeiro violino, mas pela postura que mantém. Já Marcus é a personificação do perfeito aristocrata, sério, distante e correto, mas que se transforma quando está com Honoria. O casal protagonista cresceu juntos e embora isso pareça ser bem cliché, o amor entre eles surgiu do nada e foi crescendo gradativamente.

Julia Quinn sempre trás elementos inusitados em suas obras, ela sabe mostrar a essência dos personagens e torná-los interessantes. Simplesmente o Paraíso é cheio de situações divertidas e doces cenas de amor; também mostra a importância da amizade e da família. O fato de todas as mocinhas terem tão pouco talento para mesma coisa é hilário, e, no meu caso é impossível eu não me identificar com violinistas desafinadas. Assim como Marcus, também fiquei curiosa para saber qual foi o destino da Miss Priscilla Burtterfly (haha). Ansiosa para ler os próximos volumes!

Edição: Essa edição está com um tralho gráfico impecável, lindo e delicado! Isso sem falar no box maravilhoso contendo todos os quatro volumes da série.

site: http://www.vintagepri.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso-julia.html
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chrisakie 15/03/2017

Amor doce como bolo de chocolate!
Primeiro livro da série Quarteto Smythe-Smith, o Simplesmente o Paraíso apresenta a Honoria, integrante do quarteto desastroso, onde uma ou nenhuma tem dom musical. E todas as moças desta família carregam um terrível fardo: elas devem aprender a tocar um instrumento musical e juntar-se ao quarteto para a apresentação anual. E as moças estarão presas até encontrarem um marido.

Mas a Honoria tem outros motivos: sendo a filha caçula e morando sozinha com a mãe que está apática desde que o herdeiro Daniel fora exilado, a heroína está doida para formar a sua família. Entretanto, as tentativas sempre são em vão, já que os pretendentes somem de repente. Mal sabe ela que quem está por trás de tudo é o melhor amigo de seu irmão, Marcus, que prometera cuidar sempre de Honoria. E entre divertidas travessuras e muitos doces, não é preciso buscar muito para encontrar o amor que sempre esteve ao seu lado.

"O mundo era um lugar melhor só por saber que Marcus estava nele."

Quando achamos que não iríamos mais matar a saudade do universo dos Bridgertons, eis aqui a Julia Quinn que volta com as histórias de amor mais deliciosas e divertidas! Agora podemos ver o que ocorre por trás dos bastidores daquela apresentação musical que alguns irmãos Bridgertons foram obrigados a ir.

O livro é recheado de interações e diálogos engraçados e também há drama que deixa os leitores apreensivos. Honoria, uma moça tão apegada a família e a tradição, que mesmo ciente da sua completa falta de habilidade musical, ela se apresenta, pois o prazer está em ficar junto com as suas primas. Achei a personagem bem marcante e identifiquei-me com ela (e também porque ela adora doces). Só queria ter visto cenas mais sensuais!

Simplesmente o Paraíso é como um bolo de chocolate. É doce desde a primeira mordida e você vai saboreando aos pouquinhos para aproveitar cada mordida e após ingeri-lo fica totalmente embriagada.

site: https://www.instagram.com/p/BRUEPBilvxM/
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Aira Moço 15/03/2017

O quarteto fantástico!
Pra começar, eu adoro a Júlia Quinn. Sou totalmente suspeita. Ela escreve uns romances leves, divertidos, água com açúcar e apaixonantes. Tô nem aí para o povo que diz que na vida real nem sempre o final é feliz. Por isso mesmo adoro ler... Com a leitura muitas vezes me vejo em um mundo que não existe. Adoro isso! Poder viver tantas coisas diferentes... Sair do lugar sem sair do lugar. Enfim... Tá proibido sonhar? Kkk

Simplesmente o Paraíso é um Spin-off da série Os Bridgertons. É o primeiro livro da série que traz as personagens? do horroroso quarteto Smythe-Smith, velho conhecido dos fãs da série anterior por seus desastrosos concertos.

Foi maravilhoso rever personagens conhecidos. Muito bom matar a saudade! :) Colin seu lindo, casava fácil. Favorito dos favoritos.

O livro traz a história dos amigos de infância Honória e Marcus. História batida, eu sei, mas a forma leve que ela escreve é tão gostosa, que você simplesmente quer ler e ler tudo no mesmo dia. Kkkk
Não é uma história de amor de infância, mas de amigos que descobrem o amor.

Super recomendo!!! Já estou no próximo.

Júlia, já pode escrever mais... Até amanhã termino os outros três. Modo zumbi acionado.
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Luísa Nolasco 15/03/2017

Lindo...
Ao contrário das muitas resenhas negativas que li, achei o livro um amorzinho! Adorei as cenas e o casal é perfeito! Claro, gostaria que tivessem muito mais páginas para devorar, mas esse é o único defeito pra mim. Julia Quinn é maravilhosa e não me decepcionou nesse livro.
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Portal JuLund 15/03/2017

Simplesmente o Paraíso, @editoraarqueiro
Ah, para quem terminou Os Bridgertons com dor no coração, Quarteto Smythe-Smith é um bálsamo (risos). Por enquanto só li esse primeiro livro, mas com certeza muito em breve lerei todos, com prazer. Amo romances de época, mas os da Julia sem dúvida são os melhores!
Honoria e Marcus se conhecem desde pequenos, pois ele foi criado apenas pelo pai, que não dava a mínima para ele. Então, nas férias escolares, o moço ia para a casa de Daniel Smythe-Smith, seu melhor amigo. Lá ele era muito bem recebido, tratado como família, convivendo também com a irmã de Daniel, Honoria, de apenas seis anos na época.

"Então, quando chegaram as segundas férias e Daniel voltou a convidar Marcus, ele aceitou. E de novo. E de novo. E mais uma vez, até Marcus passar mais tempo com os Smythe-Smiths do que com a própria família. "

O tempo passa e hoje ambos são adultos. Honoria já debutou há algum tempo, mas continua solteira. Seu irmão foi banido do país e Marcus continua sendo amigo da família, mas hoje é um lorde, um conde. A garota está prestes a tocar em mais um recital, coisa que odeia, pois sabe que ela e suas primas não têm talento, mas só poderá se livrar da tradição se casar. É sempre assim: se casou, alguém da geração mais nova de Smythe-Smiths assume. Então, além de querer um marido para amar, Honoria quer um marido para não ter mais de participar dos terríveis recitais.

"Para não mencionar que detestava a temporada social. Detestava. Mas Honoria estava determinada a conseguir um marido, então ele iria a Londres para se certificar que ela não cometesse erros desastrosos. Afinal, fizera um juramento."

Resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/resenha-de-simplesmente-o-paraiso-editoraarqueiro
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Mi Cherubim 14/03/2017

Quarteto Smythe-Smith - Simplesmente o paraíso
Hi Angels!

Quem é que leu um romance de época e se divertiu horrores? Quem nunca tinha lido nada dela e adorou? Quem é que pagou pelos narizes torcidos? Sim, querido leitor... Eu mesma! Fui arrebatada pela escrita desta mulher! Julia Quimm você escreve muito bem, é uma fofa, como pude perceber no dia do lançamento, é muito querida pelas leitoras e leitores também, sim, tinha alguns meninos por lá e posso garantir que você ganhou mais uma leitora mega empolgada com suas histórias, eu!

Quero agradecer a EditoraArqueiro que me enviou o livro, muito obrigada por me proporcionar ler uma história tão divertida.

Esta é a palavra para esse livro. Diversão. Eu terminei de lê-lo no dia no dia dois de março, porém não consegui fazer a resenha. Só hoje dia treze, consegui sentar no micro e escrever para você. Por quê? Estou em uma maré de desanimo, leio, assisto séries e filmes, mas sentar para escrever está difícil. Contudo, todavia, no entanto... Vamos lá!

Do que fala o livro? Romance, claro. Ah, vá! Sim querido leitor do Memories, este livro fala de romance, não aquele romance melado... graças a Deus, pois eu não gosto, mas fora o romance temos mais coisas envolvidas.

Neste primeiro livro do quarteto da família Smythe-Smith, conhecemos uma jovem muito divertida, a querida Honoria. Esta dama está no auge de seus 21 anos e ainda não se casou. Naquela época as mulheres se casavam cedo. Tradição, costume familiar ou simplesmente desejo? Não sei a resposta para isso, mas a sociedade não vê com bons olhos as damas que ficam solteiras por muito tempo. E Honoria já estava se desesperando.

Lady Honoria foi a filha temporão de uma família grande. Uma moça que era irritante com seus irmãos. Que ficava fazendo arruaça para sair com seu irmão mais velho e seu amigo Marcus. Queria pescar, caçar, andar a esmo, não importava. Ela queria estar junto. Honoria era uma menina chata pra caramba. Só queria atenção. Imagina você ser a única criança em uma casa de velhos, jovens e adolescentes? Daniel era seu irmão preferido, o único homem, ele era seis anos mais velho que ela. Então imagina uma criança querer ir com ele para todos os lugares.

– Não faça contato visual – orientou Daniel a Marcus certa vez, quando estavam tentando evitar Honoria em uma caminhada até o lago. – Se não a ignorarmos, estará tudo perdido. (pág. 9)

E como todo bom romance tem um cavalheiro. Marcus. O senhor Marcus Holroyd era o filho único de um conde. O Conde de Chatteris não via motivos para se casar novamente após a morte de sua esposa. Um filho saudável estava bom. Por isso Marcus era sozinho na grande propriedade dos Holroyd. Por isso ele preferia passar seu tempo na casa do seu melhor amigo Daniel, lá ele era feliz. Lá tinha bastante gente, eram família. Não que o pai dele não seja. Só que o pai nunca estava presente, não lhe dirigia a palavra, não cuidou dele. Mas na casa de Daniel ele tinha ‘barulho’ e mesmo que tivesse que encontrar todo momento à irmã caçula de seu amigo.

Um adendo: NÃO TEMOS TRIÂNGULO AMOROSO!!! Uhuhuh Sim, eu comemoro mesmo. Juro para você que cansei deste recurso utilizado por autores para dar um tempero a mais na história. Esse livro não tem, o que me deixou muito contente.

Contudo não pense você que o romance existia desde sempre. Não, não, não, não, não. Ele foi ganhando forma quando Daniel foi exilado do país e fez Marcus jurar que cuidaria de Honoria. Ele deveria espantar qualquer pretendente indigno que tentasse se casar com ela. Honoria deveria fazer um casamento bom, não casar-se com qualquer coisa.

Imagina você estar parado no cais dando adeus ao seu melhor amigo e este lhe fazendo prometer que cuidaria de sua irmã caçula, pois como o pai dele tinha falecido ele era o homem da casa. Claro que Marcus aceitou.

Daniel precisou deixar Londres por causa de um duelo. Em um jogo de cartas ele e outro cavalheiro estavam se acabando no poker e o infeliz não soube perder. Chamou Daniel para um duelo. Devido ao álcool o distinto cavalheiro errou, porém Daniel que deveria ter deixado para lá e atirado para o alto, fez questão de acertar o dito cujo e claro... Deu merda. O pai do menino era um nobre muito influente e pediu a cabeça de Daniel, não restou nada a não ser sair de Londres e se esconder.

E Marcus como um ótimo amigo, eu diria que ele era mais um irmão, cumpriu muito bem as especificações de Daniel. Honoria chegou aos 21 anos sem pretensão de se casar. Mas tudo mudou. Na última temporada social em Londres algo mudou.

Imagina uma moça decidida a se casar. Mesmo que não encontrasse o amor, casar-se para não ter que viver como uma solteirona com sua mãe. O pesadelo de todas as damas da sociedade londrina. Honoria queria um casamento por amor. Mas se não encontrasse ela aprenderia a amar seu futuro marido.

E olha, eu me diverti na caçada das moças. Era chá da tarde, pic nic, almoço, jantar, baile e até o conserto das Smythe-Smiths. Tudo era motivo para achar um bom marido. E as mães estavam muito preocupadas com os pretendentes das filhas que era uma quase guerra rs.

O mais divertido foi ver as armações de Honoria para conquistar o pretendente. E Marcus tentando descobrir o que aquela menina inconsequente estava aprontando, mas nem tudo são flores. Eu também sofri com os personagens.

Devido a uma artimanha de Honoria, que saiu pela culatra diga-se de passagem..., Marcus acaba torcendo o pé DUAS vezes e claro que temos um draminha né. Isso é muito necessário, pois dá mais realidade para a trama. Não sei você leitor, mas eu quando leio, esqueço do mundo. Eu literalmente entro na história, é como se eu fizesse parte daquele universo. E lá estava eu. Vendo a cena de Marcus enfiando o pé no buraco e caindo com Honoria no chão. Vendo como ele ficou com dor. Vendo os olhares dos dois... e depois todo o problema que se instalou com Marcus e Honoria indo ao seu socorro... SENHORRRR. Que cena. Sério, você precisa ler. Até minha prima (que fiz ir ao evento) começou a ler na fila e já estava se divertindo, e olha que ela não curte romances.

Julia Quimm consegue nos transportar para dentro da história e nos faz querer saber cada vez mais sobre os personagens. Nos faz rir e sofrer com eles. Este livro já está nos meus favoritos. Eu gostei da Honoria, uma moça forte, decidida, uma alma pura e iluminada. Gostei de Marcus, um homem que mesmo sem saber o que quer, seguia seus instintos. Fez uma coisa imperdoável pelos padrões da época, ele poderia morrer... Mesmo assim, o destino sempre sabe como acaba uma história.

E logo mais teremos os outros títulos aqui resenhados. Já peguei emprestado o segundo e terceiro livro com a minha amiga Rose, do Fábrica dos Convites. E hoje já começo a ler hehe

site: http://memoriesoftheangel.blogspot.com.br/2017/03/julia-quimm-quarteto-smythe-smith.html
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