Simplesmente o Paraíso

Simplesmente o Paraíso Julia Quinn




Resenhas - Simplesmente o paraíso


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Mi 16/01/2017

"O amor trabalha de maneiras misteriosas "
HONORIA SMYTHE-SMITH
a) É verdadeiramente uma má violinista.
b) Ainda se incomoda de que a chamassem de Percevejo quando era uma menina.
c) NÃO está apaixonada pelo melhor amigo de seu irmão mais velho.
d) Todas as alternativas anteriores.

MARCUS HOLROYD
a) É o Conde de Chatteris.
b) É infelizmente propenso a torcer um tornozelo.
c) NÃO está apaixonado pela irmã mais nova de seu melhor amigo.
d) Todas as alternativas anteriores.

JUNTOS ELES:
a) Comem enormes porções de bolo de chocolate.
b) Sobrevivem a uma febre mortal e a pior noite musical do mundo.
c) Apaixonam-se desesperadamente.

Quem leu a Série Os Bridgertons, deve se lembrar do Quarteto musical Smythe-Smith.
O Quarteto de Cordas, mais famoso de Londres, conhecido pela sua péssima atuação. Pela a Falta de talento.

Honoria Smythe-Smith, faz parte dessa formação, para a sua completa infelicidade.
Ela não vê o momento que as noites de humilhação pública termine.
Com a sua temporada chegando, e sem muitas esperanças de arranjar um marido, ver Gregory Bridgerton uma opção bastante válida.
(O futuro lhe reserva muitas surpresas)
Ao contrário de muitas, ela não quer um marido só por causa do Título. E sim , porque ela sonha em construir um lar , uma familia.

Marcus Holroyd sempre foi meio solitário. Perdeu à sua mãe ainda criança (aos 4 anos de idade), mas não fez muito " diferença "pra ele ,pois ela não era uma mãe, era uma pessoa distante. O distanciamento era tamanho, que ele so vira a mãe durante esses 4 anos , em 7 ocasiões.
E seu pai, também não fazia muitos esforços pra arranjar tempo na sua agenda pra passar com ele. So investiam em mais e mais tutores. Enquanto o amor ,atenção era segundo plano.
O momento mais feliz da vida dele, veio aos 12 anos, quando teve que mudar de colégio. Pois quando criança, não tinha amigos. Vinha de uma família nobre, não era apropriado brincar com camponeses.
Nesse colégio, onde ele tem contato pela primeira vez com a Família Smythe-Smith.
Daniel Smythe-Smith. O único irmão homem da família, que logo virou seu melhor amigo.
E cada vez mais , Marcus se via passando mais tempo na casa dos Smythe-Smith, do que na sua própria.

Durante a infância, Marcus e Honoria não se davam la muito bem.
Só que tempos depois, Marcus e Honoria se esbarram novamente em Cambridgeshire.
E sentimentos do passado poderão retornar, e até ganhar maiores proporções.
Um acontecimento lastimável, na vida de um deles, promete aproximar o casal.

"A Terra deixou de girar.
Os pássaros deixaram de cantar.
Tudo no mundo parou, exceto ele e ela, e o beijo tão ligeiro como uma pluma que os conectava. "

O que eu mais gosto dos livros da Julia, é a forma como nos desperta a vontade de torcer pelo casal.
Não sei se da pra entender.kkk
É que você não consegue deixar de torcer pela felicidade do casal.
Você fica o livro inteiro na agonia, na torcida. Louca para ver o Primeiro beijo, o primeiro " Eu Te Amo ", e quando acontece, você fica andando em nuvens. Suspirando arco-íris. Kkkk
Se fosse definir em uma palavra todos os livros da Julia Quinn seria: Apaixonantes.

"- Quero beijá-la - disse e com o dedo tocou seus lábios - Quero sustentá-la - E porque ele não podia continuar guardando dentro de si por um segundo mais, disse - Ardo por você."

Só sei dizer que amo muitíssimo a escrita, os personagens da Julia Quinn. Simplesmente amo os livros dela.

"A partir do momento em que entendeu de que a amava, esta paixão foi crescendo dentro dele. Provavelmente estava ali muito tempo, só esperando que ele notasse.
Amava Honoria.
A queria.
Necessitava dela. "

E ja vou deixando claro, que faltou páginas nessa bagaça kkkk. Eu fiquei tipo "Ja terminou? " #Chateada kkk

Ps: Tempos uma participação ainda de ColinBridgerton
saaaaaahhhhhaaaahhh kkkk
Ele é taaaao S2 S2 S2 S2
Eu meio que surtei quando ele apareceu

#DeusÉPai #EleNaoÉPadrastoMinhaGente
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Izabella 14/01/2017

Queria assistir ao musical da família Smythe-Smith :)
Depois da família Bridgertons, TODO MUNDO vai ficar curioso a respeito da família Smythe-Smith. Eu não via a hora de começar minha leitura!

O livro flui rapidamente, a história é leve e os personagens são uns amores.
Honoria conhece Marcus desde a infância e os dois sempre se deram muito bem. Ele é melhor amigo do irmão de Honoria e passava os feriados junto com a família dela.
Então, como previsto, os dois se consideram como irmãos. Descartam qualquer tipo de romance entre eles.
Até que acontece um episódio fatídico e eles se reconectam. A descoberta do amor, além da amizade que já possuíam, é linda de se ler.
E, claro, o famigerado musical da família Smythe-Smith continua firme e forte!
Adorei entender a tradição dessa família e o sentimento que eles possuem sobre o musical.

"As violinistas levantaram os instrumentos.
E começou o horror."

"Queria dizer que assistiria um milhão de musicais Smythe-Smith,
se isso era o que precisava fazer só para estar com ela."

Pra mim, não houve aquele 'friozinho na barriga' conforme a leitura acontecia. Como já disse, o livro é bem leve.
Desculpe, mas não tem como comparar com os Bridgertons.
Mas adorei a leitura e pretendo continuar com os próximos livros.
;)
Carol 18/01/2017minha estante
Eu não gostei muito do livro. Achei que faltou aquelas cenas onde vemos o casal de apaixonando. Fiquei tipo, "como assim do nada ele se apaixonada por ela?". Acho que aconteceu tudo muito rapido, inclusive a primeira vez deles. Dessa vez, Julia Quinn não conseguiu me prender muito na leitura e acredito que ela se perdeu um pouco no livro, prefiro mil vezes os Bridgertons


Izabella 18/01/2017minha estante
Concordo que aconteceu tudo muito rápido, Zizi. Como eu disse, a leitura fluiu sem demora e com leveza; por isso, não fiquei tão impactada e esperando algo a mais. Porém, ao meu ver, a Julia quis mostrar que eles já se conheciam desde pequenos e que já existia um sentimento entre eles. O denominado AMOR foi apenas identificado após aquele evento no livro, quando ambos perceberam sua real importância um para o outro. Mas uma coisa é fato: os Bridgertons são os melhores mesmo! :)




Aione 28/02/2017

É sempre um prazer desbravar novos universos no âmbito da leitura, ao passo que todo leitor apaixonado também ama retornar a um já conhecido. Unir ambos, então, se torna o melhor de dois mundos, e é isso o que Julia Quinn oferece em Simplesmente o Paraíso, primeiro livro do quarteto Smythe-Smith recentemente lançado pela editora Arqueiro.

A tradição da grande família Smythe-Smith é a de reunir quatro de suas jovens, em idade de conhecer seus pretendentes, para realizarem apresentações musicais anuais. Conforme elas vão se casando, vão sendo substituídas por outras ainda solteiras. Em Simplesmente o Paraíso, temos a história de Honoria, atual violinista do quarteto e que está em busca de um marido. Contudo, sem que ela saiba, sua procura tem sido sabotada por Marcus, seu amigo de infância e melhor amigo de seu irmão, Daniel, que o incumbiu, antes de ser exilado, de cuidar da irmã em sua ausência.

Em mais essa série, Julia Quinn nos presenteia com sua escrita deliciosamente fluida, composta por momentos ora divertidos e ora extremamente românticos, e sempre envolventes. Para mim, o diferencial de Simplesmente o Paraíso está no humor ainda mais acentuado do que o que aparece em Os Bridgertons, justamente pela falta de talento musical das Smythe-Smith. Foi extremamente hilário acompanhar as tantas descrições e comentários sobre o horror de suas inabilidades como musicistas.

Algo que certamente agradará os fãs da mais famosa série da autora é o fato de Simplesmente o Paraíso e os demais volumes se passarem no mesmo contexto e época de Os Bridgertons, o que permite aparições de alguns dos célebres personagens e suaves conexões com os livros anteriores. Assim, é possível tanto conhecer uma nova perspectiva de personagens de Julia Quinn quanto reencontrar alguns daqueles já cativos em nossos corações.

Porém, o ponto alto de Simplesmente o Paraíso para mim está na construção da história dos protagonistas, Honoria e Marcus. Por serem amigos de infância, há uma interação tão natural entre eles que se torna difícil não se sentir conquistado por essa relação. Adorei os diálogos travados entre os dois, e amei a importância da família para cada um. Marcus, por ter crescido solitário, admira a forte união familiar dos Smythe-Smith, justamente o motivo pelo qual Honoria encara os recitais com um sorriso no rosto. A força e o significado desse componente na trama certamente a torna mais terna e encantadora.

Em linhas gerais, ainda que Simplesmente o Paraíso não tenha tido em mim o mesmo impacto que os livros da série Os Bridgertons tiveram, adorei mais essa leitura deliciosamente prazerosa que Julia Quinn nos oferece, e estou ansiosa pelos demais volumes, principalmente por já me sentir próxima das novas personagens. Recomendo a obra e saliento que não há a necessidade da leitura prévia da outra série da autora para que essa seja desfrutada. As histórias, entre as séries, são independentes e podem ser lidas separadamente. Porém, é indicado que, dentro de cada uma, seja respeitada a ordem de cada volume.

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2017/02/28/resenha-simplesmente-o-paraiso-julia-quinn/
Gabryella.Oliveira 02/03/2017minha estante
Aione, acabei de ler o segundo da série. Favoritei. Ele é bem melhor que o primeiro
Me arrancou suspiros e me deu um novo crush literário. Não consegui largar até terminar. Diferente do primeiro que focou muito na situação do Marcus e que o romance foi meio água com açúcar, esse segundo é muito bom... Leitura é bem.pessoal, mas pra românticas de plantão, o segundo é um prato cheio.


Michelle 08/03/2017minha estante
Os Bridgetons fazem uma participação especial em algum dos livros do Quarteto?


Aione 10/03/2017minha estante
Fazem sim! ;)


Michelle 10/03/2017minha estante
Obaaaaa ;)




Nina 31/03/2017

E sei o quanto vai parecer improvável para vocês, mas eu, amante confessa de Romance de Época, nunca tinha lido Julia Quinn. Sim, me julguem e me condenem porque eu mereço! Sei o quanto os Bridgertons são amados, ma quando me atentei à série, já tinham uns três ou quatro volumes publicados e não gosto de ler fora da ordem. Mas com o Quarteto Smythe-Smith não vou perder a chance de acompanhar um série da diva do Romance de Época.

Pelo que observei, as Smythe-Smith já são famosas na série dos Bridgertons pelos concertos anuais que elas fazem, onde a nata da sociedade londrina comparece. A questão é que elas são péssimas! São tão ruins que o que acontece nessas apresentações é um verdadeiro massacre da música! Entretanto, todos são educados demais para admitir o fato e todos os anos se enchem de coragem e voltam para ouvir peças clássicas serem exterminadas pelas primas.

“Honoria tratou de não estremecer. O musical anual da família nunca era um bom momento para fazer amizade com um cavalheiro, a menos que ele fosse surdo. Houve algum argumento dentro da família a respeito de quem, precisamente, tinha começado a tradição, mas em 1807, as quatro primas Smythe-Smith tinham subido ao palco e massacrado uma peça musical perfeitamente inocente. Por que elas, ou melhor, suas mães pensaram que seria uma boa ideia repetir o massacre nos anos seguintes, Honoria nunca saberia, mas o fez no ano depois desse, e ano após.”

Como toda boa tradição, a apresentação do Quarteto Smythe-Smith tem suas regras: somente moças solteiras tocam. Assim que se casa, a jovem fica dispensada de participar do concerto infame, e por isso Honoria está obstinada a se casar e fazer desta sua última apresentação. Ela só não entende porque todos os seus pretendentes da temporada passada desapareceram antes de fazer a proposta. Mas para essa temporada, tudo será diferente, ela até já escolheu seu alvo: o jovem Gregory Bridgerton.

Marcus Holroyd é o melhor amigo de Daniel Smythe-Smith, o irmão de Honoria. Criado em uma casa solitária, Daniel e sua família é o mais próximo de um parente que Marcus tem. Assim, quando é obrigado a deixar o país, ele não hesita em pedir que Marcus cuide de sua irmã mais nova para que ela não tenha um casamento equivocado. Mas quanto mais ele observa Honoria tentando afastá-la dos maus pretendentes, mais consciente ele fica da beleza dos olhos violetas dela e de sua personalidade doce e companheira. Aos poucos, o amor vai tomando conta dos dois e, por mais estranho que pareça por eles terem crescido como irmãos, vai ser muito difícil resistir à atração.

“- Não quero ser seu irmão - respondeu ele.
E logo a olhou de novo, entretanto, olhou-a de forma diferente. Possivelmente fossem seus olhos ou sua pele, ruborizada. Ou a forma que estava respirando. Ou a curva de sua face. Ou o pequeno lugar onde seu...”


Fiquei apaixonada por essa história! Leve, muito divertida e romântica, foi difícil largar o livro depois que eu comecei. A narrativa da Julia Quinn é tudo aquilo que comentam mesmo, e o melhor, os personagens tem falas que são muito típicas da época. Não que seja rebuscado ou difícil de entender, pelo contrário, mas são tão condizentes com o período, que teve momentos em que esqueci que se trata de um livro contemporâneo.

Outra ponto que me chamou muito a atenção foi o quanto o livro é divertido, eu ri tantas vezes que mais parecia que eu estava lendo um chick-lit. Todos levam com muito bom humor a falta de talento do quarteto, mesmo que ninguém fale abertamente sobre o assunto com a moças. E Honoria tem um senso de humor ótimo, ácido e sarcástico na medida certa. Quando ela e Marcus começam a conversar, é uma sucessão de tiradas irônicas.

Como disse antes, os dois são amigos de infância e têm uma relação muito próxima e pouco convencional para a época em que vivem e, talvez por isso, eles demoram para perceber que estão apaixonados. E é muito bom acompanhar como eles vão ao pouco descobrindo esse sentimento e se encantando por ele. Ele passam por muitos percalços juntos, jurando que tudo o que estão sentindo é apenas amizade e o romance só deslancha no finalzinho do livro. O final poderia ter sido melhor elaborado, mas pelo menos temos um epílogo para saber como os personagens ficaram depois.

“Ele parecia diferente para ela. Conhecia este homem por quase tanto tempo como podia recordar, como era possível que alguma vez não tivesse notado a forma de sua boca? Ou seus olhos.”

A capa é maravilhosa, e o melhor de tudo é que a Arqueiro lançou a série toda de uma vez, então não há porque ficar sofrendo para ler o próximo e eu já estou louca para conhecer a história de Daniel, que será o protagonista do próximo livro.


site: http://www.quemlesabeporque.com/2017/03/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html#.WN48lG8rLIU
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Jaque 16/02/2017

Um bom livro, mas nada demais.
Taí um livro que eu achava que ia direto para a lista de favoritos dos romances de época. Achei que me apaixonaria por eles como foi com os Bridgertons, mas não foi isso que aconteceu infelizmente :(
O começo foi bem chatinho, páginas e páginas de nada que me prendesse à leitura e fui me arrastando com ele por muitos dias.
Acontece que - na minha humilde opinião - essa estória não teve nada de diferente, nada que me arrancasse suspiros, nada que me fizesse devorar as páginas.

É um romance bem morninho que, fora um acidente que os colocou juntos, não teve mais nada de interessante.
Foram longas conversas entre o quarteto sobre músicas, discussões entre elas e muita narrativa sobre o que cada um dos protagonistas estavam pensando.
Não teve momentos hilários ou de paixão incontrolável. Marcus ao contrário da maioria dos mocinhos, não é abusado, nem atirado, nem libertino... nada contra né, mas talvez por isso faltou muita cena romântica entre eles, já que o protagonista é tímido.

Aquela graça das Smythe-Smith serem ruins nos livros dos Bridgertons, aqui não achei isso. Não consegui entender por que elas insistem em passar vergonha mesmo sem gostar de tocar.... não me convenceu.
O final foi gostoso, a maneira como ele a pediu em casamento eu achei muito fofa.
Vou continuar a série sim, claro! Mesmo por que o próximo é com o irmão da Honoria, me parece que de tímido ele não tem nada e fiquei bem curiosa com a estória dele.

A edição da Arqueiro está impecável nesses livros, eu amei!!

site: http://adororomance.blogspot.com.br/2017/02/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html
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Carla Cássia 04/03/2017

Um dos livros mais doces que eu já li.
Sem duvidas o livro mais doce da Julia Quinn até agora, sério, eu não estava esperando por um casal tão incrível como Honoria e Marcus.

Honoria não é nada parecida com uma das mocinhas anteriores da autora. Ela é calma, resguarda para si muita coisa a qual pensa, segue conforme a música, acima de tudo protege e ama sua família. O melhor dessa personagem é que ela sempre pensa o melhor de todo mundo e se esforça para as pessoas que ela ama estejam sempre bem e felizes. Sem dúvida Honoria Smythe-Smith nunca vai te deixar na mão.

Por sua vez, Marcus também é aquele cara reservado, muito reservado, que mantém uma promessa, não importando o quão difícil para ele seja, mesmo ele tendo tudo para ser um canalha, ou tudo para ele simplesmente largar de mão ao que prometera, ele se mantém fiel, e isso faz ambos serem perfeitos um ao outro.

Se manter forte, não ignorar, está lá para sua família, isso define perfeitamente esse casal.

Em vários livros que já li sobre romance de época, sempre vejo boas heroínas e cavalheiros que para procurar o amor, deixam a família para trás ou não se importam com o impacto que vão causar nela, ou quando se importam isso não é o bastante para lhe fazer voltar para trás. Mas em “Simplesmente o paraíso”, temos dois protagonistas que de verdade se preocupam com sua família, os pondo acima de tudo e isso é encantador, que merece ser dito mil vezes.

Mas o melhor do livro, sem duvidas é o momento em que os dois se veem apaixonados, o que foi preciso ocorrer para eles poderem notar isso. Como disse antes é doce e da melhor forma possível.

Aí você deve estar se perguntando, “nossa se o livro é tão incrível, porque não 5 estrelas”. Então, para terminar o livro em um momento adequado para o começo do próximo, senti que a autora pecou e acabou por correr no final. O que me incomodou, mas que eu não vi como algo tão grave porque sabia que veria os personagens no decorrer da saga, mas mesmo assim, foi algo que não deu para não notar.

site: http://www.blogcontracapa.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso.html
Dan 11/03/2017minha estante
Concordo com você. A história terminou corrida. Quando eles se viram apaixonados faltava tão poucas páginas que duvidei que o fim fosse satisfatório, o que realmente aconteceu.




Raquel Lima 22/04/2017

Decepção
Li a série dos Bridgeton da Júlia e gostei muito de alguns romances gostosos de ler , de paixão e carinho ... O último da série já me decepcionou , mas este me apavorou ... Chato, sem sentido , sem história ... Acho que li metade das páginas ... As discussões sobre o concerto , pulei; boa parte da doença do Marcus , pulei ...
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Leituras e Delírios 03/03/2017

Marcus Holroyd tem apenas um amigo: Daniel Smythe-Smith, desde crianças eles são inseparáveis, até que uma tragédia se abate e Daniel tem que fugir do país. Antes de embarcar rumo a Itália, porém, o irmão mais velho Smythe-Smith pede a Marcus que cuide de sua irmã mais nova, Honoria, isso quer dizer que ele teria de vigiar para que a moça não casasse com o homem errado. A moça está desesperada para casar, já é sua terceira temporada e ela precisa começar uma família o quanto antes, desde que o irmão foi embora ela está sozinha, a mãe quer se mudar para Bath, as irmãs todas se casaram e tudo que Honoria quer é formar uma família. Em busca disso ela vai ao campo com as primas e uma amiga para conhecer rapazes que estão na Universidade, e lá acaba querendo chamar a atenção de Gregory Bridgerton, para isso ela tem um plano que é descoberto por Marcus que não parece nada feliz com o arranjo.

A relação de Marcus e Honoria é daquelas que a gente mais ama, que nasce da amizade e do companheirismo. Ele odeia todos os eventos sociais, mas vai a todos por ela, para protegê-la de possíveis pretendentes que estão atrás apenas do dote dela ou pior. Ela por sua vez não percebia o quanto o amigo de infância fazia falta, eles tinham muitas afinidades, como a paixão por doces e cresceram juntos fazendo muitas travessuras.

Quando Marcus fica doente, Honoria se dá conta o quanto ele faria falta e o quanto ela se importa com ele e quando ele percebe está completamente apaixonado por ela. As cenas entre os dois são muito fofas e farão vocês suspirarem.

Resenha completa no link!

site: http://www.leiturasedelirios.com.br/2017/02/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html
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Carla S. Santos 05/03/2017

Uma palavra para esse livro: Morno...
Esse livro ficou muito aquém das minha expectativas para uma série da Julia Quinn! A história de amor em si, a meu ver, foi morna em todos os sentidos.

Começando pela mocinha que é completamente morna, a achei bem sem sal e sem açúcar.
O mocinho foi igualmente morno, não tem nada dos charmosos cavalheiros libertinos que estamos tão acostumadas nesses romances! O achei completamente sem graça e não vi química entre o casal.
O desenvolvimento do amor entre os personagens até que foi bonitinho no início, mas parou por aí, pois no geral foi bem morno também!
Em suma, achei tudo morno e será uma história completamente esquecível em minha memória!

Nada me encantou completamente nesse enredo... uma pena! Nem parecia que era um livro escrito pela maravilhosa Julia Quinn. Sinceramente, o começo da série Os Bridgertons foi infinitamente melhor. Fiquei muito decepcionada com essa historinha meia boca! Espero do fundo do meu coração que a série melhore ao longo dos demais volumes porque definitivamente esse romance não me desceu nadinha! Faltou uma bela colherada de sal e outra de açúcar...
cinthia 06/03/2017minha estante
Concordo plenamente com você.e sinto dizer que pra mim pelo menos o segundo também não tá rolando.to até pensando em abandonar o resto dá série:(


Lucineide 06/03/2017minha estante
xiiiiiiiiiii bom saber ,só assim não compro


Carla S. Santos 06/03/2017minha estante
Lucineide, conheço algumas pessoas que amaram esse 1o volume, vai que vc gosta? Tenta pelo menos o 1o da série pra vc se cai no seu gosto... :-)


Carla S. Santos 06/03/2017minha estante
Pois é Cinthia, comecei o 2o volume ontem e já tô achando que o início do romance esta se desenvolvendo muito rápido! Qdo isso acontece sempre me irrita! O Daniel mal viu a Anne e já tá apaixonado e agarrando ela? Como assim, gente? Afff... Espero, espero mesmo que tudo melhore ao longo livro, mas esse início já não tá me agradando...


Raquel 06/03/2017minha estante
Concordo com vcs, meninas. Li o 1°, mas abandonei o 2°.
Por sorte, gostei bastante do 3°, então pense em dar uma chance a ele, Cinthia kkkk como só gostei de 1 livro até agr, nem tô muito animada para o 4°


Valéria 07/03/2017minha estante
o que eu menos gostei foi esse. é o mais fraco mesmo. Já o 3° é o melhor. O 2° e o 4 ° são mais ou menos...
Minha ordem é: 3,2,4,1


LuluhSH 07/03/2017minha estante
Eu gostei do mocinho, não sou muito dos grandes libertinos que se redimem. Mas achei morno também, mas mais pela história em si. Arrastada demais, sem grandes acontecimentos.


Lucas 09/03/2017minha estante
Concordo. Achei um livro sofrível de ler viu...


Dan 11/03/2017minha estante
Infelizmente faço coro aos que acharam o livro meia boca. O estilo da Julia Quinn está lá, mas faltou desenvolvimento. Se fosse uma das séries de início de carreira daria para entender, mas ela escreveu O Quarteto Smithe Smith anos depois de ter concluído Os Bridgerton.




Silvana 11/03/2017

Honoria Smythe-Smith e Marcus Holroyd se conhecem desde que Marcus tinha doze anos e Honoria era uma criança de seis. Marcus foi criado longe de todas as crianças e seu primeiro contato com alguém de sua idade foi aos doze anos, quando seu pai resolveu que estava na hora dele ir para o Eton College. Até então ele teve um pai ausente, sua mãe faleceu quando ele tinha quatro anos, mas se estivesse viva também não teria feito muita diferença, já que ela pensava como seu pai. Ele teve a melhor educação que alguém na sua posição poderia ter, só que seu contato foi apenas com tutores. Por isso ele parecia um bicho assustado quando chegou ao colégio. Mas teve a sorte de ser companheiro de quarto de Daniel Smythe-Smith que era o oposto dele e logo viraram amigos. E devido a essa amizade, ele começou a passar as férias na casa de Daniel e quando percebeu Marcus considerava os Smythe-Smith sua família.

E assim se passaram os anos, com Daniel e Marcus fugindo de Honoria, que por ser a mais nova e com uma grande diferença de idade do resto dos irmãos, vivia atrás dos meninos e queria participar de tudo o que eles faziam. Mas ela sempre estragava tudo, e ainda por cima era uma menina. Só que mesmo com as negativas de Daniel, Marcus tinha pena de Honoria e sempre deixava que ela os acompanhasse. E esse senso de proteção de Marcus ainda está em vigência hoje, anos depois. Daniel teve que fugir para a Itália após fazer parte de um escândalo, mas antes de ir, fez Marcus prometer que não deixaria que Honoria se casasse com um imbecil. Ele vem cumprindo essa promessa a risca, já tendo espantado alguns pretendentes de Honoria que definitivamente não a mereciam. Mas Honoria nem sonha com isso. Por isso ela se espanta quando eles se encontram em Cambridge e Marcus diz que vai visitá-la.

Marcus agora é o Conde de Chatteris, e é um ótimo partido. Mas para Honoria ele será sempre o Marcus, e toda vez que ela olha para ele é como se o tempo voltasse e ela fosse novamente uma criança irritante ou uma adolescente desajeitada. Mas para suas amigas e primas, ele é o candidato a marido perfeito. Por isso elas tem a ideia de convidarem Marcus e alguns cavalheiros, entre eles Gregory Bridgerton, a quem Honoria decide que será seu marido, para um evento na casa de uma delas. E Honoria já tem um um plano para conquistar Gregory, já que se depender dos seu talento musical, ela não vai casar nunca. Honoria faz parte do quarteto musical Smythe-Smith que é conhecido por todos por tocarem muito mal. Mas seu plano dá errado e quem acaba caindo na armadilha é Marcus. E esse incidente acaba fazendo os dois perceberem que o que eles sentem um pelo outro está longe de ser amor de irmão.

"— Eu estava pensando que este momento é simplesmente o paraíso.
Ele ficou em silencio por um instante, depois sussurrou, tão baixo que Honoria não teve certeza se ouvira direito:
— O paraíso não poderia se comparar a esse momento."

Quando a Arqueiro anunciou essa nova série da Julia, é logico que eu desejei ler na hora. Meu primeiro contato com os livros do gênero foi com O Duque e Eu. A Julia que me fez amar esse gênero, que hoje é o meu favorito e já tenho até uma prateleira e meia na minha estante só desse gênero, por isso ela sempre terá um cantinho especial no meu coração. E os livros em sua maioria são da Arqueiro, que vem se destacando e muito nos livros do gênero ultimamente, principalmente por suas capas incríveis e pelos melhores autores do gênero estarem em seu catálogo. A Julia tem o dom de criar famílias que caem no gosto da gente. Depois de amar e desejar fazer parte da família Bridgerton, agora é a vez de querer ser uma das Smythe-Smith, mesmo que isso acarrete em ter que tocar no quarteto mais desafinado da face da Terra.

Eu amei Simplesmente o Paraíso pela simplicidade e leveza da história. A história não tem grandes acontecimentos, não tem muita ação, não temos grandes discussões e são poucos os personagens. Basicamente o livro todo só aparece os dois protagonistas, com exceção de alguns capítulos que temos vários personagens, inclusive alguns já conhecidos como o Colin Bridgerton e a Lady Danbury, dois dos melhores personagens da série Os Bridgertons, pelo menos na minha opinião. Mas o que me encantou aqui foi a forma como o amor foi construído entre eles a partir de uma situação trágica. Amor esse que já existia antes, é claro, por eles terem se conhecido a vida toda, mas que precisava de um empurrãozinho para que eles conseguissem enxergar o que sentiam.

Honoria é o tipo de personagem que não tem como não gostar dela. Alguns vão dizer que ela é sem graça e sem sal. Mas eu achei ela perfeita para a história contada pela autora. A sua principal caraterística é a bondade. E vemos isso em várias situações, inclusive em como ela sabe o quanto ela e suas primas tocam mal, mas ela não deixa de participar pelo prazer da companhia e para não quebrar a tradição familiar. Já Marcus é daqueles personagens que a gente quer pegar no colo logo no inicio por todo seu histórico familiar. E mesmo tendo pais ausentes, ele se torna um homem honrado, mostrando que isso não é desculpa para que as pessoas façam coisas erradas depois de adultas. Para não me alongar mais e tirar o prazer de quem vai ler, só me resta indicar para os fãs do gênero. Com certeza essa é mais uma série que vai entrar para a minha lista das queridinhas.


site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2017/02/resenha-simplesmente-o-paraiso-julia.html
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Bob 01/04/2017

Simplesmente o paraíso
Simplesmente o paraíso
Marcus Holroyds e Honória Smythe-smiths, ambos tinham uma missão e ambos se conheciam desde a infância .O que eles jamais poderiam imaginar é que ambos se apaixonariam nessa nova temporada social.
Um romance que você não vai conseguir parar de ler, até descobrir o desfecho desses personagens fascinantes, cheio de charmes,humor e perspicácia.
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Lisse 12/03/2017

E nossa querida Julia Quinn, que é a rainha dos romances históricos chega com o Quarteto Smythe-Smith em uma edição maravilhosa feita pela Editora Arqueiro num box de luxo com os 4 volumes da série.

Simplesmente o paraíso é o primeiro volume da série que nos permite conhecer Honoria Smythe-Smith que é a violinista do quarteto, a sensata e a que mantem as outras pertencentes ao quarteto unidas. Marcus Holroyd é o mocinho e aquele que nos permitirá suspirar o romance inteiro. Pois então, preparem-se.

Logo no prólogo somos arrebatados por uma vivaz Honoria quando criança, sua alegria e vontade de ser aceita nas brincadeiras de seu irmão mais velho junto com seu amigo Marcus, e em contrapartida Marcus nos conta sua a história de infância e em como a família Smythe-Smith é importante para ele.

Alguns anos passam, e já uma moça pronta para ser dada em matrimônio, Honoria passou por duas temporadas em Londres com o objetivo de conhecer um futuro marido, mas parece que a sorte não está bem ao seu lado. Porém está convicta de que esse ano algo acontecerá que a possibilitará ter seu tão sonhado momento especial.

Quote: "Honoria não estava procurando um marido apenas para admirar a aliança no dedo ou para se regozijar com seu status de jovem matrona elegante. Queria uma casa que fosse sua. Uma família - grande, barulhenta, que sem se preocupasse em ter modos."

E é nesse momento crítico que Marcus retornará à vida de Honoria e verá em primeira mão como a vida dela não estava como ela gostaria que estivesse, e seus planos para o futuro não o agradavam muito. Mas em compensação, também notou que ela continuava a mesma da infância: amigável, interessada no bem-estar dos outros, amorosa, abnegada e ainda mexia com seu coração.

Quote: "Não ocorrera a Marcus até aquele momento, mas Honoria era a única mulher conhecida que falava francamente com ele, inclusive com algumas saudáveis doses de sarcasmo."

Saber que Marcus estava interessado nela primeiro fez meu coração se derreter. Sempre gosto disso! E Marcus é aquele tipo de pessoa que não dá para não se apaixonar, apesar dele ter um traço sombrio devido a sua infância, mas mesmo assim, a profundidade da sua alma é tão colorida que faz nosso coração ficar aquecido.

E em dado momento na leitura, o interesse sincero dela por Marcus me fazia amá-la mais a cada página. É incrível quando um personagem toma conta do livro e me deixa não querendo que acabe. Honoria e Marcus foram assim a leitura inteira.

Quote: "Marcus passara a vida toda ansiando por uma família. Será que algum dia percebera que a família dela já era dele também?"

Honoria também é uma querida. Sua personalidade é aquele tipo que você não quer perder numa pessoa e faz de tudo para tê-la ao seu lado. Mas também quando não gosta de algo, não é aquele tipo de pessoa que se encolhe; ela tem a força suficiente de colocar suas asas de fora e deixar seu ponto esclarecido.

Amo a Julia Quinn. E sempre nos seus livros encontro o equilíbrio perfeito entre os personagens. Nenhum deles precisa se diminuir para que outro apareça mais, e também nunca notei um dos personagens tendo mais importância do que o outro. E sinceramente, gosto muito dessa imparcialidade na hora de construir o enredo, que nos permite notar como a autora constrói muito bem cada um dos seus personagens, dando a cada um característica que serão vitais na história e nos encantará.

Quote: "Marcus quis dizer que ela provavelmente era a pessoa mais corajosa e abnegada que ele conhecia. Quis dizer que assistiria a milhares de recitais das Smythe-Smiths se fosse necessário para estar com ela."

Luana 18/03/2017minha estante
"Marcus quis dizer que ela provavelmente era a pessoa mais corajosa e abnegada que ele conhecia. Quis dizer que assistiria a milhares de recitais das Smythe-Smiths se fosse necessário para estar com ela."

A maior prova de amor da literatura! kkkkkk




Carol 12/03/2017

Cadê Julia Quinn?
Jamais pensei dar três estrelas para um livro da Júlia Quinn. E talvez não tivesse dado se a leitura fosse feita em outro momento. É... talvez tenha dessa coisa de momento. O fato é que ele não rolou comigo. Expectativa demais? Não sei dizer, mas eu que leio romance de época em poucas horas levei dias para acabar esse aqui, porque cada vez que abria, dormia em cima dele.

Honória é a nossa protagonista da vez. Tem aquele temperamento que a gente tanto ama nas mocinhas da Quinn, e ainda que ela seja meio entediante, não posso deixar de dizer que me identifiquei em muitos momentos com ela. O tipo de menina que consegue mover o mundo sendo calma e tendo paciência.

Ela é uma Smythe-Smith, e isso quer dizer que tem a infeliz obrigação de participar do grupo de primas que toca nos recitais da família há gerações. Sim, elas são péssimas e sabem disso, mas já virou tradição e tocam mesmo assim.

O mocinho, Marcus, é o melhor amigo do irmão dela, Daniel. Cresceram juntos e tem aquelas pitadas de humor que a maioria das pessoas criadas perto possuem. Quando Daniel tem que sair do país por conta de um mal entendido, deixa Marcus responsável por cuidar da irmã dele. Inclusive garantir que o partido certo a corteje, claro que a irmã não sabe desse acordo. Isso acaba virando um problemão para Honória, que está prestes a fazer vinte e dois anos e ainda não conseguiu um pretendente.

Então, essa coisa do casal se conhecer desde sempre é algo que gosto bastante. Não precisa forçar uma amizade porque ela já existe. Meu problema com esse livro é que ele é leve demais. Não sei se vou conseguir me fazer entender, mas você não enxerga aquela volúpia e desejo crescer entre eles durante a trama, algo que é comum e delicioso de ler nos livros da autora. Eles pulam de amizade para amor e autora esquece um pouco dessa parte física.

Claro que tem um acontecimento significativo que faz com que a preocupação um pelo outro tenham uma razão maior de existir. Ainda assim fiquei desanimada e achava algumas passagens tão chatas que a vontade de pular era enorme. Nem parecia que estava lendo um livro da Quinn. Na verdade fiquei procurando traços de sua escrita em muitos momentos e não encontrei no principal deles: no romance. Devo admitir que ela compensa com cenas engraçadas.

É uma delícia conhecer o quarteto de primas! Elas são ótimas juntas, e analisar o social de quando tem recital é muito divertido. Com aquelas piadas sobre o quão ruins elas são e etc. Adoro! Já adorava na outra série da autora, nessa que a coisa é de dentro para fora é uma maravilha!

Também amei ver pedacinhos dos Bridgertons aqui! Temos participação de Gregory e do meu amor, Colin. Gosto de como a autora entrelaça as histórias. Mas talvez ela tenha forçado um pouco no entrelaçar com os próximos livros dessa série.

Aqui a gente acaba vendo as pantominas do segundo livro, mas a cena é tão confusa que precisei voltar duas vezes para entender. Ficou um pedaço da trama principal, com umas informações largadas do que acontece com o próximo casal. Foi feito de maneira inteligente, mas talvez tenha ficado um tanto embaralhada.

O final desse livro eu achei bem bléh! Nada de palpitar de coração. Nada de sorrisos bobos. O relacionamento de Marcus e Honória era muito bonito e não se fazia necessário forçar a barra do romance para ele acontecer, mas foi forçado. Até a cena de sexo entre eles foi forçada.

Estou aqui torcendo para que o próximo livro seja melhor. Lerei todos porque amo a autora e não tem como deixar de ler as coisas que a Arqueiro publica dela. Mas esse primeiro não foi legal.

site: www.terradecarol.blosgpot.com
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Dani 14/04/2017

Livros & Café
Essa semana, li o último livro da série "Os Bridgertons". Quando terminei a leitura do livro, me bateu uma saudade enorme dessa família maravilhosa que eu tanto amo. Ainda bem que existe “O Quarteto Smythe-Smith” para sanar um pouco da saudade que estou sentindo.

No primeiro livro da série, conheceremos Honoria Smythe-Smith. Para quem já leu “Os Bridgertons” conhece bem este famoso quarteto musical de jovens que, infelizmente, não são nem um pouco talentosas. É uma tradição que todas as mulheres Smythe-Smith - que ainda fossem solteiras -, deveriam ocupar seu lugar no quarteto musical. Honoria enfrenta todos os momentos constrangedores durante as apresentações de cabeça erguida, ela reconhece que ela, assim como as outras mulheres, não possuem talento para tocas os instrumentos. Quando criança, Honoria vivia no pé de seu irmão Daniel e o amigo dele, Marcus. Mas, por ser menina, eles nunca a deixavam brincar com eles, com isso, ela foi apelidada de “percevejo”. Agora, Honoria é uma jovem adulta em busca de um marido, e ela já tem um pretendente à vista… Gregory Bridgerton. Contudo, o que ela nunca imaginou era se apaixonar pelo amigo de seu irmão.

“Inclinou-se para a frente, tomou o rosto dela entre as mãos e capturou sua boca em um beijo apaixonado. Honoria se sentiu arder, então derreter e quase evaporar. Teve que se controlar para não rir alto de tanta alegria e se ergueu na ponta dos pés para tentar chegar mais perto.”

Marcus Holroyd é um homem que não gosta de toda a agitação, dos bailes da sociedade. Ele sempre foi uma pessoa muito discreta, tímido na verdade. Mas quando Daniel precisou sair do país, ele prometeu ao amigo que cuidaria de sua irmã, afugentando todos os pretendentes que ele julgasse inadequado. Quando Honoria monta uma armadilha para fisgar um certo pretendente, Marcus é vítima da artimanha de Honoria e depois do ocorrido, o jovem adoece. Sentindo-se culpada, Honoria passa todo o tempo cuidando de Marcus. Mas o que eles não esperavam era que os sentimentos dos dois mudariam após esses períodos juntos.

“Passou a vida inteira sendo um perfeito cavalheiro. Nunca foi um paquerador. Nunca foi um malandro. Odiava ser o centro das atenções, mas por Deus, queria ser o centro da atenção dela. (...) ”

Eu passei a gostar dos romances da autora pela forma leve e descontraída que ela constrói suas histórias. Não esperava que fosse me apaixonar mais uma vez por essa nova série. Pensei que meu amor se restringiria apenas aos Bridgertons, mas estava enganada, tenho espaço suficiente em meu coração para mais e mais livros da Julia Quinn. Estou encantada com esse livro, apaixonada pelos personagens, pelo romance, pelo amor que cerca a família de Honoria. Este é um dos pontos que mais amo nos livros da Julia, a forma como ela trabalha o amor entre irmãos, entre amigos... todos os tipos de amor. De que não é preciso nascer em uma família para fazer parte dela, ser amado pelos membros desta família. Marcus nunca foi amado verdadeiramente pelo pai, nunca teve uma boa base familiar, porém, quando ele é acolhido pela família do amigo, ele passou a sentir como é fazer parte de uma família amoroso e que se preocupa com ele.

“Simplesmente o Paraíso” ganhou um pedaço enorme em meu coração. Julia Quinn trouxe mais um romance de época lindo, emocionante, delicado, leve e divertida. Mesmo sendo um romance que a maioria consideraria bem clichê, eu recomendo!

site: www.livrosecafe.com
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Andresa 08/04/2017

Simplesmente o paraíso - Instagram @andresalnrs
Depois de ouvir e ler tantos elogios sobre Julia Quinn a curiosidade para ler alguma obra sua aumentava constantemente, e a chance veio quando a @editoraarqueiro lançou ?Quarteto Smythe-Smith?. Confesso que no início ?Simplesmente o paraíso?, o primeiro livro da série não me chamou atenção, talvez tenha sido por eu ter ido com muita sede ao pote. Mas também quero confessar que após as 50 páginas fiquei presa ao enredo e até para os lugares mais inusitados o livro me acompanhava. Hihi.

Honoria Smtih é uma jovem de 21 anos que está naquela fase de procurar um bom casamento e se encontra desesperada para tal acontecimento. Muitos pretendentes já apareceram, mas nenhum em especial, o que garante sua participação mais uma vez no concerto promovido todos os anos pela sua família. Esse concerto acaba se tornando um terror para as jovens solteiras e sem talento algum.

Marcus Holroyd sempre foi um jovem sozinho e sem muitos laços familiares. Sua sorte foi encontrar ainda quando criança Daniel Smythe-Smith e nele contar com um ombro amigo e ser acolhido de forma calorosa por sua família. Daniel, irmão de Honoria, precisou sair do país por motivos pessoais, dando ao Marcus a tarefa de não deixar sua irmã casar com qualquer um. Mesmo com o título de conde e com fortes efeitos sobre a sociedade, Marcus continua solitário e conservador.

Nenhum pretendente que Honoria se engraçava era um bom partido aos olhos de Marcus e o mesmo dava um jeito de tirá-los de seu caminho. Bem, com o desenrolar dos fatos já sabemos onde tudo isso vai parar, né?

Julia Quinn nos presenteia com um casal lindo, super amor e pra lá de clichê. Como vocês já sabem, eu amo romances clichês. - Deve ser por isso que não consegui largar o livro enquanto não finalizasse a leitura. O enredo de forma graciosa nos mostra um ambiente de época maravilho com cenas picantes, fofas e algumas até nos deixam com o coração na mão que são complementadas com um relacionamento alimentado pelo amor, amizade e por uma bela falta de química.
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