Simplesmente o Paraíso

Simplesmente o Paraíso Julia Quinn




Resenhas - Simplesmente o paraíso


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Mi 16/01/2017

"O amor trabalha de maneiras misteriosas "
HONORIA SMYTHE-SMITH
a) É verdadeiramente uma má violinista.
b) Ainda se incomoda de que a chamassem de Percevejo quando era uma menina.
c) NÃO está apaixonada pelo melhor amigo de seu irmão mais velho.
d) Todas as alternativas anteriores.

MARCUS HOLROYD
a) É o Conde de Chatteris.
b) É infelizmente propenso a torcer um tornozelo.
c) NÃO está apaixonado pela irmã mais nova de seu melhor amigo.
d) Todas as alternativas anteriores.

JUNTOS ELES:
a) Comem enormes porções de bolo de chocolate.
b) Sobrevivem a uma febre mortal e a pior noite musical do mundo.
c) Apaixonam-se desesperadamente.

Quem leu a Série Os Bridgertons, deve se lembrar do Quarteto musical Smythe-Smith.
O Quarteto de Cordas, mais famoso de Londres, conhecido pela sua péssima atuação. Pela a Falta de talento.

Honoria Smythe-Smith, faz parte dessa formação, para a sua completa infelicidade.
Ela não vê o momento que as noites de humilhação pública termine.
Com a sua temporada chegando, e sem muitas esperanças de arranjar um marido, ver Gregory Bridgerton uma opção bastante válida.
(O futuro lhe reserva muitas surpresas)
Ao contrário de muitas, ela não quer um marido só por causa do Título. E sim , porque ela sonha em construir um lar , uma familia.

Marcus Holroyd sempre foi meio solitário. Perdeu à sua mãe ainda criança (aos 4 anos de idade), mas não fez muito " diferença "pra ele ,pois ela não era uma mãe, era uma pessoa distante. O distanciamento era tamanho, que ele so vira a mãe durante esses 4 anos , em 7 ocasiões.
E seu pai, também não fazia muitos esforços pra arranjar tempo na sua agenda pra passar com ele. So investiam em mais e mais tutores. Enquanto o amor ,atenção era segundo plano.
O momento mais feliz da vida dele, veio aos 12 anos, quando teve que mudar de colégio. Pois quando criança, não tinha amigos. Vinha de uma família nobre, não era apropriado brincar com camponeses.
Nesse colégio, onde ele tem contato pela primeira vez com a Família Smythe-Smith.
Daniel Smythe-Smith. O único irmão homem da família, que logo virou seu melhor amigo.
E cada vez mais , Marcus se via passando mais tempo na casa dos Smythe-Smith, do que na sua própria.

Durante a infância, Marcus e Honoria não se davam la muito bem.
Só que tempos depois, Marcus e Honoria se esbarram novamente em Cambridgeshire.
E sentimentos do passado poderão retornar, e até ganhar maiores proporções.
Um acontecimento lastimável, na vida de um deles, promete aproximar o casal.

"A Terra deixou de girar.
Os pássaros deixaram de cantar.
Tudo no mundo parou, exceto ele e ela, e o beijo tão ligeiro como uma pluma que os conectava. "

O que eu mais gosto dos livros da Julia, é a forma como nos desperta a vontade de torcer pelo casal.
Não sei se da pra entender.kkk
É que você não consegue deixar de torcer pela felicidade do casal.
Você fica o livro inteiro na agonia, na torcida. Louca para ver o Primeiro beijo, o primeiro " Eu Te Amo ", e quando acontece, você fica andando em nuvens. Suspirando arco-íris. Kkkk
Se fosse definir em uma palavra todos os livros da Julia Quinn seria: Apaixonantes.

"- Quero beijá-la - disse e com o dedo tocou seus lábios - Quero sustentá-la - E porque ele não podia continuar guardando dentro de si por um segundo mais, disse - Ardo por você."

Só sei dizer que amo muitíssimo a escrita, os personagens da Julia Quinn. Simplesmente amo os livros dela.

"A partir do momento em que entendeu de que a amava, esta paixão foi crescendo dentro dele. Provavelmente estava ali muito tempo, só esperando que ele notasse.
Amava Honoria.
A queria.
Necessitava dela. "

E ja vou deixando claro, que faltou páginas nessa bagaça kkkk. Eu fiquei tipo "Ja terminou? " #Chateada kkk

Ps: Tempos uma participação ainda de ColinBridgerton
saaaaaahhhhhaaaahhh kkkk
Ele é taaaao S2 S2 S2 S2
Eu meio que surtei quando ele apareceu

#DeusÉPai #EleNaoÉPadrastoMinhaGente
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Izabella 14/01/2017

Queria assistir ao musical da família Smythe-Smith :)
Depois da família Bridgertons, TODO MUNDO vai ficar curioso a respeito da família Smythe-Smith. Eu não via a hora de começar minha leitura!

O livro flui rapidamente, a história é leve e os personagens são uns amores.
Honoria conhece Marcus desde a infância e os dois sempre se deram muito bem. Ele é melhor amigo do irmão de Honoria e passava os feriados junto com a família dela.
Então, como previsto, os dois se consideram como irmãos. Descartam qualquer tipo de romance entre eles.
Até que acontece um episódio fatídico e eles se reconectam. A descoberta do amor, além da amizade que já possuíam, é linda de se ler.
E, claro, o famigerado musical da família Smythe-Smith continua firme e forte!
Adorei entender a tradição dessa família e o sentimento que eles possuem sobre o musical.

"As violinistas levantaram os instrumentos.
E começou o horror."

"Queria dizer que assistiria um milhão de musicais Smythe-Smith,
se isso era o que precisava fazer só para estar com ela."

Pra mim, não houve aquele 'friozinho na barriga' conforme a leitura acontecia. Como já disse, o livro é bem leve.
Desculpe, mas não tem como comparar com os Bridgertons.
Mas adorei a leitura e pretendo continuar com os próximos livros.
;)
Carol 18/01/2017minha estante
Eu não gostei muito do livro. Achei que faltou aquelas cenas onde vemos o casal de apaixonando. Fiquei tipo, "como assim do nada ele se apaixonada por ela?". Acho que aconteceu tudo muito rapido, inclusive a primeira vez deles. Dessa vez, Julia Quinn não conseguiu me prender muito na leitura e acredito que ela se perdeu um pouco no livro, prefiro mil vezes os Bridgertons


Izabella 18/01/2017minha estante
Concordo que aconteceu tudo muito rápido, Zizi. Como eu disse, a leitura fluiu sem demora e com leveza; por isso, não fiquei tão impactada e esperando algo a mais. Porém, ao meu ver, a Julia quis mostrar que eles já se conheciam desde pequenos e que já existia um sentimento entre eles. O denominado AMOR foi apenas identificado após aquele evento no livro, quando ambos perceberam sua real importância um para o outro. Mas uma coisa é fato: os Bridgertons são os melhores mesmo! :)




Aione 28/02/2017

É sempre um prazer desbravar novos universos no âmbito da leitura, ao passo que todo leitor apaixonado também ama retornar a um já conhecido. Unir ambos, então, se torna o melhor de dois mundos, e é isso o que Julia Quinn oferece em Simplesmente o Paraíso, primeiro livro do quarteto Smythe-Smith recentemente lançado pela editora Arqueiro.

A tradição da grande família Smythe-Smith é a de reunir quatro de suas jovens, em idade de conhecer seus pretendentes, para realizarem apresentações musicais anuais. Conforme elas vão se casando, vão sendo substituídas por outras ainda solteiras. Em Simplesmente o Paraíso, temos a história de Honoria, atual violinista do quarteto e que está em busca de um marido. Contudo, sem que ela saiba, sua procura tem sido sabotada por Marcus, seu amigo de infância e melhor amigo de seu irmão, Daniel, que o incumbiu, antes de ser exilado, de cuidar da irmã em sua ausência.

Em mais essa série, Julia Quinn nos presenteia com sua escrita deliciosamente fluida, composta por momentos ora divertidos e ora extremamente românticos, e sempre envolventes. Para mim, o diferencial de Simplesmente o Paraíso está no humor ainda mais acentuado do que o que aparece em Os Bridgertons, justamente pela falta de talento musical das Smythe-Smith. Foi extremamente hilário acompanhar as tantas descrições e comentários sobre o horror de suas inabilidades como musicistas.

Algo que certamente agradará os fãs da mais famosa série da autora é o fato de Simplesmente o Paraíso e os demais volumes se passarem no mesmo contexto e época de Os Bridgertons, o que permite aparições de alguns dos célebres personagens e suaves conexões com os livros anteriores. Assim, é possível tanto conhecer uma nova perspectiva de personagens de Julia Quinn quanto reencontrar alguns daqueles já cativos em nossos corações.

Porém, o ponto alto de Simplesmente o Paraíso para mim está na construção da história dos protagonistas, Honoria e Marcus. Por serem amigos de infância, há uma interação tão natural entre eles que se torna difícil não se sentir conquistado por essa relação. Adorei os diálogos travados entre os dois, e amei a importância da família para cada um. Marcus, por ter crescido solitário, admira a forte união familiar dos Smythe-Smith, justamente o motivo pelo qual Honoria encara os recitais com um sorriso no rosto. A força e o significado desse componente na trama certamente a torna mais terna e encantadora.

Em linhas gerais, ainda que Simplesmente o Paraíso não tenha tido em mim o mesmo impacto que os livros da série Os Bridgertons tiveram, adorei mais essa leitura deliciosamente prazerosa que Julia Quinn nos oferece, e estou ansiosa pelos demais volumes, principalmente por já me sentir próxima das novas personagens. Recomendo a obra e saliento que não há a necessidade da leitura prévia da outra série da autora para que essa seja desfrutada. As histórias, entre as séries, são independentes e podem ser lidas separadamente. Porém, é indicado que, dentro de cada uma, seja respeitada a ordem de cada volume.

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2017/02/28/resenha-simplesmente-o-paraiso-julia-quinn/
Gabryella.Oliveira 02/03/2017minha estante
Aione, acabei de ler o segundo da série. Favoritei. Ele é bem melhor que o primeiro
Me arrancou suspiros e me deu um novo crush literário. Não consegui largar até terminar. Diferente do primeiro que focou muito na situação do Marcus e que o romance foi meio água com açúcar, esse segundo é muito bom... Leitura é bem.pessoal, mas pra românticas de plantão, o segundo é um prato cheio.


Michelle 08/03/2017minha estante
Os Bridgetons fazem uma participação especial em algum dos livros do Quarteto?


Aione 10/03/2017minha estante
Fazem sim! ;)


Michelle 10/03/2017minha estante
Obaaaaa ;)




Jaque 16/02/2017

Um bom livro, mas nada demais.
Taí um livro que eu achava que ia direto para a lista de favoritos dos romances de época. Achei que me apaixonaria por eles como foi com os Bridgertons, mas não foi isso que aconteceu infelizmente :(
O começo foi bem chatinho, páginas e páginas de nada que me prendesse à leitura e fui me arrastando com ele por muitos dias.
Acontece que - na minha humilde opinião - essa estória não teve nada de diferente, nada que me arrancasse suspiros, nada que me fizesse devorar as páginas.

É um romance bem morninho que, fora um acidente que os colocou juntos, não teve mais nada de interessante.
Foram longas conversas entre o quarteto sobre músicas, discussões entre elas e muita narrativa sobre o que cada um dos protagonistas estavam pensando.
Não teve momentos hilários ou de paixão incontrolável. Marcus ao contrário da maioria dos mocinhos, não é abusado, nem atirado, nem libertino... nada contra né, mas talvez por isso faltou muita cena romântica entre eles, já que o protagonista é tímido.

Aquela graça das Smythe-Smith serem ruins nos livros dos Bridgertons, aqui não achei isso. Não consegui entender por que elas insistem em passar vergonha mesmo sem gostar de tocar.... não me convenceu.
O final foi gostoso, a maneira como ele a pediu em casamento eu achei muito fofa.
Vou continuar a série sim, claro! Mesmo por que o próximo é com o irmão da Honoria, me parece que de tímido ele não tem nada e fiquei bem curiosa com a estória dele.

A edição da Arqueiro está impecável nesses livros, eu amei!!

site: http://adororomance.blogspot.com.br/2017/02/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html
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Carla Cássia 04/03/2017

Um dos livros mais doces que eu já li.
Sem duvidas o livro mais doce da Julia Quinn até agora, sério, eu não estava esperando por um casal tão incrível como Honoria e Marcus.

Honoria não é nada parecida com uma das mocinhas anteriores da autora. Ela é calma, resguarda para si muita coisa a qual pensa, segue conforme a música, acima de tudo protege e ama sua família. O melhor dessa personagem é que ela sempre pensa o melhor de todo mundo e se esforça para as pessoas que ela ama estejam sempre bem e felizes. Sem dúvida Honoria Smythe-Smith nunca vai te deixar na mão.

Por sua vez, Marcus também é aquele cara reservado, muito reservado, que mantém uma promessa, não importando o quão difícil para ele seja, mesmo ele tendo tudo para ser um canalha, ou tudo para ele simplesmente largar de mão ao que prometera, ele se mantém fiel, e isso faz ambos serem perfeitos um ao outro.

Se manter forte, não ignorar, está lá para sua família, isso define perfeitamente esse casal.

Em vários livros que já li sobre romance de época, sempre vejo boas heroínas e cavalheiros que para procurar o amor, deixam a família para trás ou não se importam com o impacto que vão causar nela, ou quando se importam isso não é o bastante para lhe fazer voltar para trás. Mas em “Simplesmente o paraíso”, temos dois protagonistas que de verdade se preocupam com sua família, os pondo acima de tudo e isso é encantador, que merece ser dito mil vezes.

Mas o melhor do livro, sem duvidas é o momento em que os dois se veem apaixonados, o que foi preciso ocorrer para eles poderem notar isso. Como disse antes é doce e da melhor forma possível.

Aí você deve estar se perguntando, “nossa se o livro é tão incrível, porque não 5 estrelas”. Então, para terminar o livro em um momento adequado para o começo do próximo, senti que a autora pecou e acabou por correr no final. O que me incomodou, mas que eu não vi como algo tão grave porque sabia que veria os personagens no decorrer da saga, mas mesmo assim, foi algo que não deu para não notar.

site: http://www.blogcontracapa.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso.html
Dan 11/03/2017minha estante
Concordo com você. A história terminou corrida. Quando eles se viram apaixonados faltava tão poucas páginas que duvidei que o fim fosse satisfatório, o que realmente aconteceu.




Carla Sarah 05/03/2017

Uma palavra para esse livro: Morno...
Esse livro ficou muito aquém das minha expectativas para uma série da Julia Quinn! A história de amor em si, a meu ver, foi morna em todos os sentidos.

Começando pela mocinha que é completamente morna, a achei bem sem sal e sem açúcar.
O mocinho foi igualmente morno, não tem nada dos charmosos cavalheiros libertinos que estamos tão acostumadas nesses romances! O achei completamente sem graça e não vi química entre o casal.
O desenvolvimento do amor entre os personagens até que foi bonitinho no início, mas parou por aí, pois no geral foi bem morno também!
Em suma, achei tudo morno e será uma história completamente esquecível em minha memória!

Nada me encantou completamente nesse enredo... uma pena! Nem parecia que era um livro escrito pela maravilhosa Julia Quinn. Sinceramente, o começo da série Os Bridgertons foi infinitamente melhor. Fiquei muito decepcionada com essa historinha meia boca! Espero do fundo do meu coração que a série melhore ao longo dos demais volumes porque definitivamente esse romance não me desceu nadinha! Faltou uma bela colherada de sal e outra de açúcar...
cinthia 06/03/2017minha estante
Concordo plenamente com você.e sinto dizer que pra mim pelo menos o segundo também não tá rolando.to até pensando em abandonar o resto dá série:(


Lucineide 06/03/2017minha estante
xiiiiiiiiiii bom saber ,só assim não compro


Carla Sarah 06/03/2017minha estante
Lucineide, conheço algumas pessoas que amaram esse 1o volume, vai que vc gosta? Tenta pelo menos o 1o da série pra vc se cai no seu gosto... :-)


Carla Sarah 06/03/2017minha estante
Pois é Cinthia, comecei o 2o volume ontem e já tô achando que o início do romance esta se desenvolvendo muito rápido! Qdo isso acontece sempre me irrita! O Daniel mal viu a Anne e já tá apaixonado e agarrando ela? Como assim, gente? Afff... Espero, espero mesmo que tudo melhore ao longo livro, mas esse início já não tá me agradando...


Raquel 06/03/2017minha estante
Concordo com vcs, meninas. Li o 1°, mas abandonei o 2°.
Por sorte, gostei bastante do 3°, então pense em dar uma chance a ele, Cinthia kkkk como só gostei de 1 livro até agr, nem tô muito animada para o 4°


Valéria 07/03/2017minha estante
o que eu menos gostei foi esse. é o mais fraco mesmo. Já o 3° é o melhor. O 2° e o 4 ° são mais ou menos...
Minha ordem é: 3,2,4,1


LuluhSH 07/03/2017minha estante
Eu gostei do mocinho, não sou muito dos grandes libertinos que se redimem. Mas achei morno também, mas mais pela história em si. Arrastada demais, sem grandes acontecimentos.


Lucas 09/03/2017minha estante
Concordo. Achei um livro sofrível de ler viu...


Dan 11/03/2017minha estante
Infelizmente faço coro aos que acharam o livro meia boca. O estilo da Julia Quinn está lá, mas faltou desenvolvimento. Se fosse uma das séries de início de carreira daria para entender, mas ela escreveu O Quarteto Smithe Smith anos depois de ter concluído Os Bridgerton.




Silvana 11/03/2017

Honoria Smythe-Smith e Marcus Holroyd se conhecem desde que Marcus tinha doze anos e Honoria era uma criança de seis. Marcus foi criado longe de todas as crianças e seu primeiro contato com alguém de sua idade foi aos doze anos, quando seu pai resolveu que estava na hora dele ir para o Eton College. Até então ele teve um pai ausente, sua mãe faleceu quando ele tinha quatro anos, mas se estivesse viva também não teria feito muita diferença, já que ela pensava como seu pai. Ele teve a melhor educação que alguém na sua posição poderia ter, só que seu contato foi apenas com tutores. Por isso ele parecia um bicho assustado quando chegou ao colégio. Mas teve a sorte de ser companheiro de quarto de Daniel Smythe-Smith que era o oposto dele e logo viraram amigos. E devido a essa amizade, ele começou a passar as férias na casa de Daniel e quando percebeu Marcus considerava os Smythe-Smith sua família.

E assim se passaram os anos, com Daniel e Marcus fugindo de Honoria, que por ser a mais nova e com uma grande diferença de idade do resto dos irmãos, vivia atrás dos meninos e queria participar de tudo o que eles faziam. Mas ela sempre estragava tudo, e ainda por cima era uma menina. Só que mesmo com as negativas de Daniel, Marcus tinha pena de Honoria e sempre deixava que ela os acompanhasse. E esse senso de proteção de Marcus ainda está em vigência hoje, anos depois. Daniel teve que fugir para a Itália após fazer parte de um escândalo, mas antes de ir, fez Marcus prometer que não deixaria que Honoria se casasse com um imbecil. Ele vem cumprindo essa promessa a risca, já tendo espantado alguns pretendentes de Honoria que definitivamente não a mereciam. Mas Honoria nem sonha com isso. Por isso ela se espanta quando eles se encontram em Cambridge e Marcus diz que vai visitá-la.

Marcus agora é o Conde de Chatteris, e é um ótimo partido. Mas para Honoria ele será sempre o Marcus, e toda vez que ela olha para ele é como se o tempo voltasse e ela fosse novamente uma criança irritante ou uma adolescente desajeitada. Mas para suas amigas e primas, ele é o candidato a marido perfeito. Por isso elas tem a ideia de convidarem Marcus e alguns cavalheiros, entre eles Gregory Bridgerton, a quem Honoria decide que será seu marido, para um evento na casa de uma delas. E Honoria já tem um um plano para conquistar Gregory, já que se depender dos seu talento musical, ela não vai casar nunca. Honoria faz parte do quarteto musical Smythe-Smith que é conhecido por todos por tocarem muito mal. Mas seu plano dá errado e quem acaba caindo na armadilha é Marcus. E esse incidente acaba fazendo os dois perceberem que o que eles sentem um pelo outro está longe de ser amor de irmão.

"— Eu estava pensando que este momento é simplesmente o paraíso.
Ele ficou em silencio por um instante, depois sussurrou, tão baixo que Honoria não teve certeza se ouvira direito:
— O paraíso não poderia se comparar a esse momento."

Quando a Arqueiro anunciou essa nova série da Julia, é logico que eu desejei ler na hora. Meu primeiro contato com os livros do gênero foi com O Duque e Eu. A Julia que me fez amar esse gênero, que hoje é o meu favorito e já tenho até uma prateleira e meia na minha estante só desse gênero, por isso ela sempre terá um cantinho especial no meu coração. E os livros em sua maioria são da Arqueiro, que vem se destacando e muito nos livros do gênero ultimamente, principalmente por suas capas incríveis e pelos melhores autores do gênero estarem em seu catálogo. A Julia tem o dom de criar famílias que caem no gosto da gente. Depois de amar e desejar fazer parte da família Bridgerton, agora é a vez de querer ser uma das Smythe-Smith, mesmo que isso acarrete em ter que tocar no quarteto mais desafinado da face da Terra.

Eu amei Simplesmente o Paraíso pela simplicidade e leveza da história. A história não tem grandes acontecimentos, não tem muita ação, não temos grandes discussões e são poucos os personagens. Basicamente o livro todo só aparece os dois protagonistas, com exceção de alguns capítulos que temos vários personagens, inclusive alguns já conhecidos como o Colin Bridgerton e a Lady Danbury, dois dos melhores personagens da série Os Bridgertons, pelo menos na minha opinião. Mas o que me encantou aqui foi a forma como o amor foi construído entre eles a partir de uma situação trágica. Amor esse que já existia antes, é claro, por eles terem se conhecido a vida toda, mas que precisava de um empurrãozinho para que eles conseguissem enxergar o que sentiam.

Honoria é o tipo de personagem que não tem como não gostar dela. Alguns vão dizer que ela é sem graça e sem sal. Mas eu achei ela perfeita para a história contada pela autora. A sua principal caraterística é a bondade. E vemos isso em várias situações, inclusive em como ela sabe o quanto ela e suas primas tocam mal, mas ela não deixa de participar pelo prazer da companhia e para não quebrar a tradição familiar. Já Marcus é daqueles personagens que a gente quer pegar no colo logo no inicio por todo seu histórico familiar. E mesmo tendo pais ausentes, ele se torna um homem honrado, mostrando que isso não é desculpa para que as pessoas façam coisas erradas depois de adultas. Para não me alongar mais e tirar o prazer de quem vai ler, só me resta indicar para os fãs do gênero. Com certeza essa é mais uma série que vai entrar para a minha lista das queridinhas.


site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2017/02/resenha-simplesmente-o-paraiso-julia.html
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Lisse 12/03/2017

E nossa querida Julia Quinn, que é a rainha dos romances históricos chega com o Quarteto Smythe-Smith em uma edição maravilhosa feita pela Editora Arqueiro num box de luxo com os 4 volumes da série.

Simplesmente o paraíso é o primeiro volume da série que nos permite conhecer Honoria Smythe-Smith que é a violinista do quarteto, a sensata e a que mantem as outras pertencentes ao quarteto unidas. Marcus Holroyd é o mocinho e aquele que nos permitirá suspirar o romance inteiro. Pois então, preparem-se.

Logo no prólogo somos arrebatados por uma vivaz Honoria quando criança, sua alegria e vontade de ser aceita nas brincadeiras de seu irmão mais velho junto com seu amigo Marcus, e em contrapartida Marcus nos conta sua a história de infância e em como a família Smythe-Smith é importante para ele.

Alguns anos passam, e já uma moça pronta para ser dada em matrimônio, Honoria passou por duas temporadas em Londres com o objetivo de conhecer um futuro marido, mas parece que a sorte não está bem ao seu lado. Porém está convicta de que esse ano algo acontecerá que a possibilitará ter seu tão sonhado momento especial.

Quote: "Honoria não estava procurando um marido apenas para admirar a aliança no dedo ou para se regozijar com seu status de jovem matrona elegante. Queria uma casa que fosse sua. Uma família - grande, barulhenta, que sem se preocupasse em ter modos."

E é nesse momento crítico que Marcus retornará à vida de Honoria e verá em primeira mão como a vida dela não estava como ela gostaria que estivesse, e seus planos para o futuro não o agradavam muito. Mas em compensação, também notou que ela continuava a mesma da infância: amigável, interessada no bem-estar dos outros, amorosa, abnegada e ainda mexia com seu coração.

Quote: "Não ocorrera a Marcus até aquele momento, mas Honoria era a única mulher conhecida que falava francamente com ele, inclusive com algumas saudáveis doses de sarcasmo."

Saber que Marcus estava interessado nela primeiro fez meu coração se derreter. Sempre gosto disso! E Marcus é aquele tipo de pessoa que não dá para não se apaixonar, apesar dele ter um traço sombrio devido a sua infância, mas mesmo assim, a profundidade da sua alma é tão colorida que faz nosso coração ficar aquecido.

E em dado momento na leitura, o interesse sincero dela por Marcus me fazia amá-la mais a cada página. É incrível quando um personagem toma conta do livro e me deixa não querendo que acabe. Honoria e Marcus foram assim a leitura inteira.

Quote: "Marcus passara a vida toda ansiando por uma família. Será que algum dia percebera que a família dela já era dele também?"

Honoria também é uma querida. Sua personalidade é aquele tipo que você não quer perder numa pessoa e faz de tudo para tê-la ao seu lado. Mas também quando não gosta de algo, não é aquele tipo de pessoa que se encolhe; ela tem a força suficiente de colocar suas asas de fora e deixar seu ponto esclarecido.

Amo a Julia Quinn. E sempre nos seus livros encontro o equilíbrio perfeito entre os personagens. Nenhum deles precisa se diminuir para que outro apareça mais, e também nunca notei um dos personagens tendo mais importância do que o outro. E sinceramente, gosto muito dessa imparcialidade na hora de construir o enredo, que nos permite notar como a autora constrói muito bem cada um dos seus personagens, dando a cada um característica que serão vitais na história e nos encantará.

Quote: "Marcus quis dizer que ela provavelmente era a pessoa mais corajosa e abnegada que ele conhecia. Quis dizer que assistiria a milhares de recitais das Smythe-Smiths se fosse necessário para estar com ela."

Luana 18/03/2017minha estante
"Marcus quis dizer que ela provavelmente era a pessoa mais corajosa e abnegada que ele conhecia. Quis dizer que assistiria a milhares de recitais das Smythe-Smiths se fosse necessário para estar com ela."

A maior prova de amor da literatura! kkkkkk




Carol 12/03/2017

Cadê Julia Quinn?
Jamais pensei dar três estrelas para um livro da Júlia Quinn. E talvez não tivesse dado se a leitura fosse feita em outro momento. É... talvez tenha dessa coisa de momento. O fato é que ele não rolou comigo. Expectativa demais? Não sei dizer, mas eu que leio romance de época em poucas horas levei dias para acabar esse aqui, porque cada vez que abria, dormia em cima dele.

Honória é a nossa protagonista da vez. Tem aquele temperamento que a gente tanto ama nas mocinhas da Quinn, e ainda que ela seja meio entediante, não posso deixar de dizer que me identifiquei em muitos momentos com ela. O tipo de menina que consegue mover o mundo sendo calma e tendo paciência.

Ela é uma Smythe-Smith, e isso quer dizer que tem a infeliz obrigação de participar do grupo de primas que toca nos recitais da família há gerações. Sim, elas são péssimas e sabem disso, mas já virou tradição e tocam mesmo assim.

O mocinho, Marcus, é o melhor amigo do irmão dela, Daniel. Cresceram juntos e tem aquelas pitadas de humor que a maioria das pessoas criadas perto possuem. Quando Daniel tem que sair do país por conta de um mal entendido, deixa Marcus responsável por cuidar da irmã dele. Inclusive garantir que o partido certo a corteje, claro que a irmã não sabe desse acordo. Isso acaba virando um problemão para Honória, que está prestes a fazer vinte e dois anos e ainda não conseguiu um pretendente.

Então, essa coisa do casal se conhecer desde sempre é algo que gosto bastante. Não precisa forçar uma amizade porque ela já existe. Meu problema com esse livro é que ele é leve demais. Não sei se vou conseguir me fazer entender, mas você não enxerga aquela volúpia e desejo crescer entre eles durante a trama, algo que é comum e delicioso de ler nos livros da autora. Eles pulam de amizade para amor e autora esquece um pouco dessa parte física.

Claro que tem um acontecimento significativo que faz com que a preocupação um pelo outro tenham uma razão maior de existir. Ainda assim fiquei desanimada e achava algumas passagens tão chatas que a vontade de pular era enorme. Nem parecia que estava lendo um livro da Quinn. Na verdade fiquei procurando traços de sua escrita em muitos momentos e não encontrei no principal deles: no romance. Devo admitir que ela compensa com cenas engraçadas.

É uma delícia conhecer o quarteto de primas! Elas são ótimas juntas, e analisar o social de quando tem recital é muito divertido. Com aquelas piadas sobre o quão ruins elas são e etc. Adoro! Já adorava na outra série da autora, nessa que a coisa é de dentro para fora é uma maravilha!

Também amei ver pedacinhos dos Bridgertons aqui! Temos participação de Gregory e do meu amor, Colin. Gosto de como a autora entrelaça as histórias. Mas talvez ela tenha forçado um pouco no entrelaçar com os próximos livros dessa série.

Aqui a gente acaba vendo as pantominas do segundo livro, mas a cena é tão confusa que precisei voltar duas vezes para entender. Ficou um pedaço da trama principal, com umas informações largadas do que acontece com o próximo casal. Foi feito de maneira inteligente, mas talvez tenha ficado um tanto embaralhada.

O final desse livro eu achei bem bléh! Nada de palpitar de coração. Nada de sorrisos bobos. O relacionamento de Marcus e Honória era muito bonito e não se fazia necessário forçar a barra do romance para ele acontecer, mas foi forçado. Até a cena de sexo entre eles foi forçada.

Estou aqui torcendo para que o próximo livro seja melhor. Lerei todos porque amo a autora e não tem como deixar de ler as coisas que a Arqueiro publica dela. Mas esse primeiro não foi legal.

site: www.terradecarol.blosgpot.com
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Mais Clube 16/03/2017

Simplesmente o Paraíso
Neste primeiro livro conhecemos Honória Smythe-Smith. Sendo a caçula de uma família grande ela sempre foi um tanto sozinha e imaginativa. Quando criança vivia se aventurando e aperriando seu irmão Daniel, assim como o grande amigo dele Marcus.
Anos se passaram e muita coisa aconteceu, seu querido irmão teve que fugir da Inglaterra e perdeu o contato com Marcus, além dessa já ser sua terceira temporada e até agora nenhum pretendente. Mas tudo começa a mudar quando ela se perde das primas e amiga, e acaba se encontrando em meio a uma grande chuva. A última pessoa que ela esperaria encontrar seria Marcus, ou melhor Conde Chatteries, aparecer para lhe ajudar.

Marcus sempre fora solitário, filho único de um pai omisso e uma mãe falecida muito cedo. Sempre teve a mais completa educação e nunca foi de muitos contatos com outros garotos, até porque não havia nenhuma criança que se encaixasse nos altos padrões do pai, portanto quando ele finalmente foi a escola pode enfim ter uma convivencia com outras crianças de sua idade, e foi uma maravilha. Logo de cara fez amizade com o rapaz mais popular da escola, Daniel Smythe-Smith, e esse foi o início de uma grande amizade.

Com Daniel ele pode enfim saber o que é uma família, irmãos, primos… e também pode curtir ser criança. Uma coisa que sempre foi recorrente foi a presença constante de Honória, ela sempre foi uma criança determinada e alegre. Com a fuga de Daniel, Marcus acabou se afastando da família do amigo, só encontrando socialmente em eventos e isso pelo único motivo de Daniel pedir ao amigo ficar de olho na irmã, e nos futuros pretendentes. Mas ele nunca imaginou que reencontraria Honória tão longe de Londres e numa situação tão inusitada.

O reencontro inusitado traz a velha amizade a tona, a familiaridade que um sente pelo outro. O fato de se conhecerem a muito tempo permite que ambos se sintam confortáveis de serem sinceros e informais. Após o reencontro cada um segue a sua vida, e ao comentar com as primas e amigas sobre o encontro com o Conde um plano é traçado. E todas partem para a casa de campo com jovens estudantes afim de um fim de semana festivo.

O plano inicial de Honória é arranjar um bom noivo e ela decide escolher Gregory Bridgerton, mas o plano de se passar por um jovem vítima acidentada acaba saindo pela culatra. E quem acaba se machucando, sem querer, no processo é Marcus (que passava pelo local).

Tendo pegado chuva, torcido o tornozelo e acabado sendo cortado no processo de retirar sua bota, não é de se espantar que Marcus tenha ficado seriamente doente. Mas quando Honória o vê percebe que não pode ser nada sério… Com isso em mente ela retorna a Londres para se preparar para a temporada. Só que tudo muda quando ela recebe uma carta da governanta do Conde avisando que ele está muito doente e pode não sobreviver. Ao se deparar com a possível morte de Marcus, Honória acaba se dando conta que sente bem mais que uma simples amizade por ele.

A situação do conde é mais séria do que se imaginam, uma grave infecção tomou conta da perna (devido ao corte) e para tentar salvar a vida dele é preciso realizar medidas drásticas… Quando Marcus finalmente acorda, ele percebe que Honória passou por todo o período da doença ao seu lado e o carinho que ele já sentia se torna um sentimento bem mais forte e arrebatador e ele pretende lutar para conquistá-la.

De volta a Londres Honória não sabe o que fazer com seus sentimentos recém descoberto. Apesar do pouco tempo, muita coisa aconteceu com ela e a descoberta de novos sentimentos só faz tudo mais confuso… Será que esse casal conseguirá vencer todos os obstáculos e ficarem juntos??? Pode uma velha amizade se tornar numa paixão intensa e avassaladora???

Eu amei esse livro e posso dizer que é o primeiro livro crossover que já li..kkkk… A história de Honória e Marcus acontece no mesmo período que a de Felicity e Colin (Os Bridgertons), tanto é que vemos a cena do tenebroso Concerto dos Smythe-Smithe por vários pontos de vistas… Adorei rever alguns queridos personagens e conhecer esses novos… Sinceramente eu sabia que a família Smythe- Smith iria me fazer rir muito, eles já eram excelentes coadjuvantes nos Bridgertons e agora com histórias próprias são mais divertidos ainda…

Me apaixonei pelo Marcus e seu jeito tímido e taciturno. Ele encanta com seus fortes sentimentos e seu jeito um tanto bronco de ser. Honória por sua vez é uma personagem cativante e de bem com a vida, não se faz de coitadinha e ama intensamente sua família. Ela tem uma garra e uma força de vontade invejável e é cheia de carisma.

Eu amei esse casal. Ri e me emocionei com a história deles e quero muito conhecer o resto dessa maravilhosa família (e estou na torcida de ver mais Bridgertons por aí…). Espero me apaixonar por Uma Noite Como Esta do mesmo jeito que me apaixonei por esse livro!!!

site: http://maisclube.com.br/2017/03/simplesmente-o-paraiso-julia-quinn.html
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Mi Cherubim 14/03/2017

Quarteto Smythe-Smith - Simplesmente o paraíso
Hi Angels!

Quem é que leu um romance de época e se divertiu horrores? Quem nunca tinha lido nada dela e adorou? Quem é que pagou pelos narizes torcidos? Sim, querido leitor... Eu mesma! Fui arrebatada pela escrita desta mulher! Julia Quimm você escreve muito bem, é uma fofa, como pude perceber no dia do lançamento, é muito querida pelas leitoras e leitores também, sim, tinha alguns meninos por lá e posso garantir que você ganhou mais uma leitora mega empolgada com suas histórias, eu!

Quero agradecer a EditoraArqueiro que me enviou o livro, muito obrigada por me proporcionar ler uma história tão divertida.

Esta é a palavra para esse livro. Diversão. Eu terminei de lê-lo no dia no dia dois de março, porém não consegui fazer a resenha. Só hoje dia treze, consegui sentar no micro e escrever para você. Por quê? Estou em uma maré de desanimo, leio, assisto séries e filmes, mas sentar para escrever está difícil. Contudo, todavia, no entanto... Vamos lá!

Do que fala o livro? Romance, claro. Ah, vá! Sim querido leitor do Memories, este livro fala de romance, não aquele romance melado... graças a Deus, pois eu não gosto, mas fora o romance temos mais coisas envolvidas.

Neste primeiro livro do quarteto da família Smythe-Smith, conhecemos uma jovem muito divertida, a querida Honoria. Esta dama está no auge de seus 21 anos e ainda não se casou. Naquela época as mulheres se casavam cedo. Tradição, costume familiar ou simplesmente desejo? Não sei a resposta para isso, mas a sociedade não vê com bons olhos as damas que ficam solteiras por muito tempo. E Honoria já estava se desesperando.

Lady Honoria foi a filha temporão de uma família grande. Uma moça que era irritante com seus irmãos. Que ficava fazendo arruaça para sair com seu irmão mais velho e seu amigo Marcus. Queria pescar, caçar, andar a esmo, não importava. Ela queria estar junto. Honoria era uma menina chata pra caramba. Só queria atenção. Imagina você ser a única criança em uma casa de velhos, jovens e adolescentes? Daniel era seu irmão preferido, o único homem, ele era seis anos mais velho que ela. Então imagina uma criança querer ir com ele para todos os lugares.

– Não faça contato visual – orientou Daniel a Marcus certa vez, quando estavam tentando evitar Honoria em uma caminhada até o lago. – Se não a ignorarmos, estará tudo perdido. (pág. 9)

E como todo bom romance tem um cavalheiro. Marcus. O senhor Marcus Holroyd era o filho único de um conde. O Conde de Chatteris não via motivos para se casar novamente após a morte de sua esposa. Um filho saudável estava bom. Por isso Marcus era sozinho na grande propriedade dos Holroyd. Por isso ele preferia passar seu tempo na casa do seu melhor amigo Daniel, lá ele era feliz. Lá tinha bastante gente, eram família. Não que o pai dele não seja. Só que o pai nunca estava presente, não lhe dirigia a palavra, não cuidou dele. Mas na casa de Daniel ele tinha ‘barulho’ e mesmo que tivesse que encontrar todo momento à irmã caçula de seu amigo.

Um adendo: NÃO TEMOS TRIÂNGULO AMOROSO!!! Uhuhuh Sim, eu comemoro mesmo. Juro para você que cansei deste recurso utilizado por autores para dar um tempero a mais na história. Esse livro não tem, o que me deixou muito contente.

Contudo não pense você que o romance existia desde sempre. Não, não, não, não, não. Ele foi ganhando forma quando Daniel foi exilado do país e fez Marcus jurar que cuidaria de Honoria. Ele deveria espantar qualquer pretendente indigno que tentasse se casar com ela. Honoria deveria fazer um casamento bom, não casar-se com qualquer coisa.

Imagina você estar parado no cais dando adeus ao seu melhor amigo e este lhe fazendo prometer que cuidaria de sua irmã caçula, pois como o pai dele tinha falecido ele era o homem da casa. Claro que Marcus aceitou.

Daniel precisou deixar Londres por causa de um duelo. Em um jogo de cartas ele e outro cavalheiro estavam se acabando no poker e o infeliz não soube perder. Chamou Daniel para um duelo. Devido ao álcool o distinto cavalheiro errou, porém Daniel que deveria ter deixado para lá e atirado para o alto, fez questão de acertar o dito cujo e claro... Deu merda. O pai do menino era um nobre muito influente e pediu a cabeça de Daniel, não restou nada a não ser sair de Londres e se esconder.

E Marcus como um ótimo amigo, eu diria que ele era mais um irmão, cumpriu muito bem as especificações de Daniel. Honoria chegou aos 21 anos sem pretensão de se casar. Mas tudo mudou. Na última temporada social em Londres algo mudou.

Imagina uma moça decidida a se casar. Mesmo que não encontrasse o amor, casar-se para não ter que viver como uma solteirona com sua mãe. O pesadelo de todas as damas da sociedade londrina. Honoria queria um casamento por amor. Mas se não encontrasse ela aprenderia a amar seu futuro marido.

E olha, eu me diverti na caçada das moças. Era chá da tarde, pic nic, almoço, jantar, baile e até o conserto das Smythe-Smiths. Tudo era motivo para achar um bom marido. E as mães estavam muito preocupadas com os pretendentes das filhas que era uma quase guerra rs.

O mais divertido foi ver as armações de Honoria para conquistar o pretendente. E Marcus tentando descobrir o que aquela menina inconsequente estava aprontando, mas nem tudo são flores. Eu também sofri com os personagens.

Devido a uma artimanha de Honoria, que saiu pela culatra diga-se de passagem..., Marcus acaba torcendo o pé DUAS vezes e claro que temos um draminha né. Isso é muito necessário, pois dá mais realidade para a trama. Não sei você leitor, mas eu quando leio, esqueço do mundo. Eu literalmente entro na história, é como se eu fizesse parte daquele universo. E lá estava eu. Vendo a cena de Marcus enfiando o pé no buraco e caindo com Honoria no chão. Vendo como ele ficou com dor. Vendo os olhares dos dois... e depois todo o problema que se instalou com Marcus e Honoria indo ao seu socorro... SENHORRRR. Que cena. Sério, você precisa ler. Até minha prima (que fiz ir ao evento) começou a ler na fila e já estava se divertindo, e olha que ela não curte romances.

Julia Quimm consegue nos transportar para dentro da história e nos faz querer saber cada vez mais sobre os personagens. Nos faz rir e sofrer com eles. Este livro já está nos meus favoritos. Eu gostei da Honoria, uma moça forte, decidida, uma alma pura e iluminada. Gostei de Marcus, um homem que mesmo sem saber o que quer, seguia seus instintos. Fez uma coisa imperdoável pelos padrões da época, ele poderia morrer... Mesmo assim, o destino sempre sabe como acaba uma história.

E logo mais teremos os outros títulos aqui resenhados. Já peguei emprestado o segundo e terceiro livro com a minha amiga Rose, do Fábrica dos Convites. E hoje já começo a ler hehe

site: http://memoriesoftheangel.blogspot.com.br/2017/03/julia-quimm-quarteto-smythe-smith.html
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Leilane 21/02/2017

As Smythe-Smith criaram uma tradição tão fascinante que mereceu uma série própria
Como parte do quarteto musical Smythe-Smith que se apresenta anualmente, Honoria Smythe-Smith, a violista deste ciclo, conhece bem suas limitações, mas tem orgulho em honrar a tradição familiar. Entretanto, uma vez que uma Smythe-Smith se casa, ela deixa de fazer parte do quarteto, e Honoria prefere se casar o quanto antes e fugir da solidão que se abateu sobre seu lar desde que o irmão de Honoria foi obrigado a se exilar na Itália. Então Honoria seleciona alguém que parece adequado e espera que ele a note em um momento oportuno forjado por ela. Entretanto, mal sabe Honoria que Marcus Holroyd, o melhor amigo de seu irmão Daniel, fez uma promessa de não deixar que Honoria escolha um pretendente inadequado enquanto Daniel é obrigado a permanecer fora. E numa sequência de infortúnios, Honoria e Marcus que se conhecem desde pequenos, vão se enxergar pela primeira vez.

A Editora Arqueiro lançou de modo inédito a nova série de Julia Quinn, “Quarteto Smythe-Smith”, com um lançamento conjunto dos quatro livros que podem ser adquiridos separadamente ou em um box de edição limitada lindíssimo que acompanha uma carta da autora e cartões destacáveis e marcadores imantados de cada livro.

A escolha muito feliz da editora de lançá-los dessa forma para a segunda vinda da autora ao Brasil, gerou bastante ansiedade pelos fãs, com vários compartilhamentos da própria Julia Quinn e vídeo de preparação para a vinda ao Brasil. Um desses compartilhamentos foi de um quiz para descobrir qual integrante do quarteto você é. Eu o fiz sem ter lido nada, nem as sinopses dos livros, e meu resultado foi a Honoria, e agora que li “Simplesmente o Paraíso”, fico extasiada com o resultado, porque adorei essa personagem forte e carismática, e sou muito Honoria no que diz respeito a doces, também adoro comer devagar de modo a saboreá-lo e fazer com que dure o máximo possível; o oposto do Marcus que também é fã de doces, mas em poucas mordidas já acabou de comer.

Honoria e Marcus se conhecem desde sempre, já que ele sempre frequentou a casa dos Smythe-Smith por ser melhor amigo do irmão de Honoria, Daniel, e por adorar o ambiente familiar envolvente que nunca sentiu na própria casa. Quando Daniel pede para que ele não permita que Honoria escolha um pretendente ruim, ele assume esse papel com seriedade tanto por ser parte de sua índole como por considerar os Smythe-Smith como família. Então é muito interessante ler o cenário que a Julia constrói, colocando-os uma situação que Marcus precisa urgente dos cuidados de uma família, mas não tem mais familiares próximos e é Honoria que se apresenta neste papel com a ajuda de sua mãe. E isso leva ambos a repensar esses papéis que assumiram quando eram crianças, que destoa com seus sentimentos de hoje, já adultos.

Também adorei conhecer os pormenores das apresentações do quarteto intrigante que a Julia criou. Todos amam odiá-las, mas há algo na tradição que os Smythe-Smith criaram que é fascinante e a sociedade não deixa de participar dos eventos. Tanto que acabou merecendo uma série própria, algo que a autora não imaginou que aconteceria quando apresentou o quarteto pela primeira em “Os Bridgertons”. Aliás, esta série acontece em paralelo, então os Bridgertons também são mencionados muitas vezes, mas pelo que deu para notar com o primeiro livro de “Quarteto Smythe-Smith”, não há spoilers da primeira série.

A Julia também deixa já um belo de um gancho para o segundo livro, então podemos ficar felizes que graças a este lançamento especial da Arqueiro já temos o próximo disponível, entretanto, duvido que algum casal superará a Honoria e o Marcus nesta série para mim, pois eles já se tornaram meus xodós!

site: http://lerimaginar.com.br/blog/2017/02/semanajuliaquinn-simplesmente-o-paraiso/
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Liachristo 09/03/2017

Simplesmente o Paraíso - Divertido e muito romântico
Fuxicando no site da Julia Quinn, fiquei sabendo da existência desta série, e logo fiquei curiosa e com muita vontade de conferir. Torci muito para que a Arqueiro trouxesse pra nós. E finalmente os dois primeiros livros chegaram em minhas mãos.

Durante a leitura da série Os Bridgertons, somos apresentados ao Quarteto Musical Smythe-Smith. Um quarteto formado por jovens solteiras da família, e cuja principal característica era a total falta de talento. Sempre que são citadas nas histórias, podemos perceber que além da falta de talento, são jovens agradáveis, e não sei vocês, mas sempre me senti curiosa sobre a motivação que fazia com que elas tocassem e tivessem a coragem de se apresentar e também do motivo de tantos nobres terem a coragem de ir a esses concertos.

Neste primeiro livro, vamos conhecer Honoria Smithe-Smith e através dela saber mais sobre o quarteto e finalmente descobrir o que as faz tão peculiares!

Honoria Smythe-Smith, a filha mais nova do Conde de Winstead. É uma jovem solitária, já que suas irmãs mais velhas se casaram e seu irmão está fora do País. ??Sua casa é silenciosa e não tão divertida como era quando ela era uma criança. A mãe está deprimida e Honoria realmente gostaria muito de se casar e ter uma família própria. Ela sente falta de ter uma família ao seu redor - uma família grande e vivaz.
Honoria toca violino no quarteto. Ela está bem ciente de que são terríveis. De fato, ela admite livremente (para suas primas) que ela é provavelmente a pior do bando. Mas ela é do tipo que imagina que não adianta de nada se sentir mortificada com as apresentações anuais, então ela faz o seu melhor e se diverte com isso.

Marcus Holroyd é o melhor amigo de Daniel, o irmão mais velho de Honoria, que vive no exílio fora do país. Ele prometeu ao amigo, cuidar e proteger Honoria dos caçadores de fortunas e afins, e assumiu sua responsabilidade com muita seriedade, até demais.Por isso, quando Honoria parte para Cambridge decidida a casar até o final da temporada, ele se vê doido. Ela está de olho no único solteiro Bridgerton, que pra sorte de Marcus, não está tão propenso assim ao casamento. Quando Lady Honoria não consegue seu intento, será que Marcus vai enfim acordar e tentar entender o motivo dela mexer tanto com ele?

O livro é uma leitura leve e gostosa, eu li com gosto e em um dia. A trama segue a história de Honoria Smythe-Smith, enquanto ela se prepara para tocar no concerto anual e ao mesmo tempo, à procura de um marido.


Marcus e Honória se conhecem desde crianças, ou melhor ele já era praticamente um rapazinho aos 13 anos, sempre com uma postura séria e tranquila. Ao contrário dela que era uma garotinha de 7 anos travessa e aventureira. Ela vivia perseguindo seu irmão Daniel e por consequência seu amigo Marcus. Estava sempre tentando participar de suas brincadeiras, sempre por perto atazanando os dois. Por isto nada mais normal que os dois se conhecessem tão bem, e se sentissem muito à vontade um com o outro e acabassem se tornando bons amigos. Marcus encontrou nos Smithe-Smith a família que nunca teve.


Eu gostei muito de Honoria, ela me conquistou logo nas primeiras páginas. Ela é doce, tem uma sensibilidade muito cativante e ao mesmo tempo sabe lutar pelo que quer.
Marcus, teve uma infância sofrida. Não tinha mãe, e seu pai praticamente não se dava conta de sua existência. Como filho único era muito solitário, algo que só muda quando aos 12 anos vai para Eton e lá conhece e se torna amigo de Daniel. Eu caí de amores por ele completamente, algo que só foi crescendo durante a leitura.
As primas de Honoria que também tocam no quarteto Smythe-Smith são personagens interessantes, eu gostei da interação entre elas. E adorei rever Lady Danbury mesmo que rapidamente,pois ela é um personagem que sempre causa quando aparece.

Quando Honoria viaja para a propriedade de uma amiga perto de onde vive Marcus com a intenção de procurar por marido, os dois se encontram novamente. Devido a um dos esquemas malsucedidos de Honoria, Marcus acaba ferido e se não fosse por ela e sua mãe, teria morrido. É durante a convivência durante os cuidados com ele, que finalmente as vendas caem de seus olhos. No entanto, Honoria também descobre a promessa de Marcus a Daniel e interpreta mal as intenções de Marcus para com ela. Ela e sua mãe regressam a Londres. Pode Marcus convencer Honoria que ele a ama de verdade e não por alguma promessa boba? Pode Honoria conseguir que suas primas se dediquem a praticar a peça difícil para o próximo evento? E será que a nobreza de Londres será capaz de encontrar algodão suficiente para encher as orelhas e sobreviver a outra apresentação "musical" das mulheres do clã Smythe-Smith?

Para ler a resenha completa, vá ao Doces Letras.

site: http://www.docesletras.com.br/2017/03/resenha-simplesmente-o-paraiso-julia.html
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Camila Rafaela Felippi 28/02/2017

O Soneto I e um grande amor
Honória é uma das garotas que toca no conjunto Smythe-Smith – sim, aquelas garotas que tocam tão terrivelmente mal que ninguém suporta ouvi-las. Mas Honória não se importa por não ter talento musicista, o que a motiva a todo ano comparecer ao recital é a tradição da família. De acordo com essa tradição, uma garota Smythe-Smith deve tocar um instrumento e se apresentar no recital até se casar.

As irmãs de Honória já se casaram e a garota tenta ao máximo animar a mãe que está cabisbaixa pelo filho Daniel, que se envolveu em uma briga com seu amigo Hugh Prentice enquanto estavam embriagados e foi obrigado a deixar o país por exílio. Daniel, preocupado com o futuro da irmã, fez seu melhor amigo Marcus Holroyd prometer que ficaria de olho em Honória para não se casar com um homem ruim.

Em meio às responsabilidades Marcus se apaixona por Honória. O casal passa por muitas emoções, principalmente quando Marcus chega à beira da morte. Além disso, Honória se decepciona ao descobrir o segredo que existe entre seu amado e o irmão Daniel. Mas mais uma vez, o amor vence qualquer obstáculo tornando essa história simplesmente o paraíso!
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Vivereler 11/03/2017

Divertido e imperdível
Muito lindo esse primeiro livro do Quarteto Smythe-Smith. Honória tem um suavidade, um bom humor de tirar o fôlego. Marcus também tem uma energia incrível, apesar de se esforçar muito para parecer distante e frio. Fiquei totalmente encantada por esse casal. Sem sombra de dúvida, Julia Quinn continua sendo a rainha dos romances de época desta nossa geração. Imperdível.
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