Uma Noite Como Esta

Uma Noite Como Esta Julia Quinn




Resenhas - Uma noite como esta


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Chel 28/08/2017

Emocionante!
RESENHA

Daniel é o irmão de Honoria, do primeiro livro. Após três anos exilado, Daniel Smythe-Smith retorna a Londres.
Ao chegar em casa ele se depara com a apresentação do Quarteto Smythe-Smith, concerto da sua família. Mas, ao observar as primas e sua irmã Honoria, ele vê uma nova integrante no piano, Anne. Os dois cruzam seus olhares e Daniel se apaixona imediatamente, porém, fica intrigado em quem seria aquela moça. No término da apresentação, Daniel a cerca e a beija e descobre que ela é governanta de suas primas mais novas e que estava substituindo sua prima Sarah Pleinsworth, que fingiu estar doente para não se apresentar ao concerto.

Conhecemos Anne conhecemos no primeiro livro da série, além de ser governanta das irmãs Pleinsworth, é uma moça cheia de mistérios e segredos. É de uma beleza singular, chamando a atenção de muitas pessoas; e o que Anne menos deseja é chamar atenção.

A aproximação de Daniel a Anne traz um certo temor a ela quanto ao seu passado, e a faz tentar de todas as formas não se apaixonar por ele. Mas, Daniel é encantadoramente determinado a conquistá-la, até que seu passado vem à tona e tudo começa a desmoronar para Anne.

quarteto smythe


MINHA OPINIÃO

Depois da minha decepção com o primeiro livro da série, finalmente, fiquei feliz em Uma Noite Como Esta.

O livro narra uma história bem realista para época, aonde as famílias não eram tão sensíveis aos erros cometidos por moças de famílias.

Anne enfrenta o desprezo da sua família e com seu 'primeiro amor" e vai recomeçar sua vida sozinha e decepcionada. Ela se torna uma moça inteligente, amavél e corajosa, e muito, muito bonita.
Daniel é aquele mocinho fofo, determinado e conquistador. Amei !!!

O enredo traz muito amor, perseguição, redenção e muitas partes engraçadas e tudo isso faz desse segundo livro da série, uma leitura maravilhosa.

Eu recomendo !!!


site: http://herdeiraliteraria.blogspot.com.br
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Lisse 21/08/2017

Devido a "Um noite como esta" ter a capa que menos gostei desse quarteto, achei que não me identificaria muito com a história. No entanto, não podia estar mais enganada.

Nós já conhecemos a Anne no volume anterior da série - Simplesmente o Paraíso (resenha aqui), já que ela foi uma das participantes da família Smythe-Smith sendo uma substituta da Sarah. E esse livro começa exatamente onde o primeiro parou, e eu amei isso. 

Anne é a governanta das mais jovens da família Pleinsworth: Elizabeth, Harriet e Frances, e não poderia haver trabalho mais desafiador. As meninas são três espoletas que são as mais engraçadas do universo criado pela Julia Quinn, me vi rindo muito com as estripulias delas.

E Anne recebe a atenção mais do que indesejada do primo das meninas, Daniel Smythe-Smith, já que ambos sabem que nada pode acontecer entre eles já que Anne é uma governanta que depende da família e não tem nenhuma posse. Além do fato da jovem esconder um segredo, e apesar de Daniel logo de cara notar isso não é impaciente e exigente com ela. 

Quote: "Aquelas foram as palavras que assombraram Daniel pelos três anos seguintes. Da Inglaterra à França, da França à Prússia e da Prússia à Itália. Eles as ouvia durante o sono, no farfalhar das folhas das árvores e em cada passo atrás de si."

Nesse volume achei que a Julia Quinn conseguiu refazer a mesma química bonita do primeiro volume da série e senti novamente a cumplicidade e afeto entre os personagens. Talvez seja porque Daniel passou por uma situação tão difícil como Anne está passando no momento que foi o que os tornou tão perfeitos um para o outro. E Daniel teve a paciência de um cavalheiro e me deixou suspirando durante toda a leitura. 

Quote: "Anne recuou, perturbada com a facilidade com que se inclinara na direção dele. O conde era um homem que sorria com facilidade e com frequência."

E é lindo conforme a leitura vai passando e aos poucos vamos desvendando os interesses de Anne, as sensações que ela já teve com um jovem dama, seus anseios e o que a deixou ser trancafiada é o x da questão. E eu amei, amei, amei muito. Julia Quinn conseguiu trazer um assunto real e tocante com a sutileza da sua escrita tão versátil, pois o que Anne precisou enfrentar no seu passado não é fácil para nenhuma mulher e fiquei feliz com o modo como foi retratado nessa história. 

Quote: "Mesmo os dois sentados em um parque público, conversando sobre assuntos inocentes, ela conseguia senti-lo. Algo dentro dela fora despertado, e Anne precisava desesperadamente voltar a trancar essa sensação."

Já Daniel também não está livre da situação que se colocou no passado, mas mesmo com a breve sensação de liberdade, ela não dura muito tempo. O modo como o primeiro livro está amarrado a esse, e esse se amarrará ao terceiro foi algo que gostei muito. Daniel é um personagem maravilhoso, forte e seguro, mas que por ser conde não foge de suas responsabilidades e nem do seu futuro. O que fez e como isso repercuti no seu presente e também nos dias à frente foi o que me fez admirá-lo. 

Quote: "Ela fora avisada de que deveria se manter longe de lorde Winstead, ou melhor, de que deveria se certificar de que ele se mantivesse longe dela."

Amei. Muito. Espero que vocês também gostem!
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Cheli 07/08/2017

Após três anos exilado, Daniel regressa ao lar disposto a refazer sua vida ao lado da família, mas o que ele não esperava era se apaixonar à primeira vista pela misteriosa Anne. Anne por sua vez, tenta de todas as formas resistir as investidas de Daniel devido ao seu passado doloroso e porque sabe que seria um erro se apaixonar por um conde sendo uma governanta... Entretanto, Daniel não aceita que Anne se afaste e ele tenta fazer com que ela fale sobre os seus medos e revele seus segredos...
Duas pessoas vítimas de um passado de enganos que arruinou suas vidas, duas pessoas destinadas a terem uma segunda chance para serem felizes...
Muuuuuito bom. Além de ter um empolgante jogo de sedução, tem o misterioso passado de Anne que me deixou ansiosa para desvendar!!!
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Célia 05/08/2017

Espero não apanhar... xD
Então dei 5 estrelinhas, pois gostei mesmo do livro e o final foi bem mais emocionante do que os outros livros que li da autora. Enfim...

Apesar do Daniel ter sido um cavalheiro do começo ao fim, me INCOMODOU DEMAIS essa espécie de obsessão pela srta Wynter. Olha, se fosse eu, nos dias atuais teria denunciado a polícia! XDD
Não, sério, ele só a viu durante alguns minutos e saiu atrás dela, a encurralou no corredor e começou a dar uns catas nela. Depois ficou indo atrás dela na casa onde ela trabalhava e tal.
Tá, nós leitores sabíamos que o cara era o mocinho, mas porra, eu se tivesse no lugar dela não iria quer ver o cara nem pintado de ouro (ainda mais com o histórico que a protagonista tinha).

Ainda bem que tudo terminou bem pra heroína da história, mas eu gostaria de que o desenrolar fosse mais trabalhado. Tipo eles se olham e é amor a primeira vista? Isso é cliché demais até mesmo para esse tipo de livro.

Outra coisa que venho acompanhando nessa série é como as coisas DEMORAM MUITO pra engrenar. Diferente dos Brightons que é uma série que amo com todas as forças, essas do quarteto Smythe-Smith por vezes tem uns diálogos bem nada a ver que não acrescentam em nada. Pulei vários deles só pra saber o que acontecia mais para frente e não perdi nada da história.

Espero que os próximos sejam melhores.
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Cami do @focanaresenha 04/08/2017

Xodózinho dessa série...
"Daniel não conseguia parar de pensar em como gostaria de pegar a mão dela. Só isso. Apenas a mão dela. Ele a levaria aos lábios e inclinaria a cabeça em uma saudação eterna. E saberia que aquele beijo simples e cavalheiro seria o começo de algo fantástico. Por isso teria sido o bastante. Porque seria uma promessa". -

No segundo livro da série o Quarto Smythe-Smith conhecemos, melhor, Daniel Winstead e Anne Wynter - a governanta das hilárias Harriet, Elizabeth e Frances Pleinsworth, primas de Daniel e Honoria, que tocou no lugar da Sarah no quarteto no primeiro livro.

E o que posso dizer da história desses dois? É apaixonante, gente. É engraçada, leve, agradável e puro amor. Os dois nasceram para ficarem juntos. Se completam em todos os quesitos. -

Fiquei encantada com Daniel, se provou ser um verdadeiro cavalheiro, disposto a fazer qualquer coisa por aqueles que ele ama. E Anne, tão nova e tão madura. Adoro casais bem resolvidos que sabem o que querem e não são emocionalmente inseguros. -

E preciso tirar o chapéu para a queridíssima Julia Quinn que criou personagens tão cheias de vida. Harriet, Elizabeth e Frances são um show a parte. Como ri com essas garotinhas. As pessoas que convivem comigo sabem que não estou brincando. Tive ataques de risos que acharam que eu era louca. Elas são demais, juro. E nesse segundo livro mais ainda. Mal posso esperar por elas no terceiro livro.

Esse segundo livro também veio para fechar algumas lacunas que o primeiro livro deixou na minha cabeça. Como se fosse um quebra-cabeça as peças estão se encaixando a cada livro que leio, achei essa ideia fantástica também.

Então #vemSaraheHugh que eu estou fascinada cada vez mais por romances de época. Pelo menos pelos romances da queridíssima da Sra. Quinn

site: https://www.instagram.com/focanaresenha/
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Dessa_csn 02/08/2017

Eu não deveria ser dessa forma, mas sim, eu julgo um livro pela capa! huaHSUAhs Eu amo ler livros, mas boa parte da minha paixão também está na capa. Quando eu olhei a capa desse livro, eu não curti muito. Mas não foi por isso que eu não gostei tanto do livro, foi por causa do conteúdo mesmo, juro!

Como o primeiro livro tinha sido muito bom, eu deixei de lado o fato de não gostar da capa…. e entrei de cabeça para ler.

Depois de Lady Sarah “passar mal”, Anne substitui a mesma de ultima hora no recital anual das Smythe-Smiths. Em uma das pausas do piano, Anne troca olhares com uma homem que ela não sabe quem é. Acredito que nesse momento ambos se apaixonaram, mas o que eles não sabem é que ela é a governanta das primas de Daniel, e ele um conde. Assim que acaba de tocar, Anne foge o mais rápido possível daquela pessoa que olhava pra ela de forma tão intensa. Mas Daniel é mais rápido e acha Anne, num momento ele quer saber quem ela e no outro eles estão se beijando (rápido, não?).

Quando Anne percebe que alguém se aproxima, se esconde na primeira sala que encontra. Depois ouve uma briga, junto com gritos de uma mulher que ela acredita ser Honoria. Depois que a briga acaba, e as coisas permanecem silenciosas por um tempo, Anne sai e encontra Daniel e percebe que quem estava brigando era ele. Ao cuidar dos ferimentos de Daniel, eles conversam e ela descobre quem ele é. Mesmo sabendo que não deveria estar ali, a sós com um conde, ela permanece até que ele insiste em leva-lá até a casa da tia, e avisa que aparecerá no outro dia.

Mesmo ela tendo insistido que ele não aparecesse, lógico que Daniel aparece no outro dia para fazer companhia a governanta e as primas dele. Nesse passeio dá para perceber que ambos ficam ainda mais encantados um com o outro, e conhecemos um pouco melhor as primas dele, que são encantadoras!

Nesse livro entendemos melhor o porque de Daniel ter sido “exilado” do país, e que mesmo com tudo o que aconteceu, a amizade de Daniel e Hugh continua. Descobrimos também que Anne esconde alguma coisa do seu passado, já que ela tem muito medo de se apaixonar por Daniel, além do fato de ela ser uma empregada e ele um conde.

Não sei porque, não é que eu não tenha gostado do livro, mas não amei. Eu esperava mais, o livro não me prendeu. E mesmo tendo lido em um só dia, eu parei várias vezes, e só terminei poque tive tempo e queria começar logo o terceiro. Acho que ficou repetitivo, não sei.

Conheça o meu blog, e encontre outras resenhas! https://nadafutil.net/

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Erika Villarinho 02/08/2017

Ai ai...
Devo dizer que essa série, definitivamente, não foi uma boa série a ser lida. Estou bem decepcionada, esperava mais, entendem? Não que as histórias sejam ruins, não é isso, mas não foram histórias que te arrematam e te dilaceram de tão maravilhosas que são.
O que é bem curioso, já que Julia costuma ter excelência no que diz respeito a corações derretidos, noites mal dormidas e amores platônicos.

Daniel foi de longe o mocinho mais CORRETO que eu li desde que eu me entendo. Nada incorruptível. Talvez seja por isso que eu não tenha gostado, pois acho que eu gosto mais dos bad boys.

A narrativa foi lenta, até mesmo tortuosa, demorou horrores para se mostrar digna de prender minha atenção.
Tudo bem que hoje vivemos numa sociedade em que é muito comum ir a uma festa (ou um concerto) e rolar de pintar um clima com um boy, vocês dançarem se olhando, ai tchá... finalização, mas naquela época isso era muito incomum. Portanto, achei meio esquisito eles se olharem e tchum... bateu clima, partiu para o abraço. hahahhahahahah Mas, vamos relevar que isso pode ter sido comum também e essa informação fuja do nosso conhecimento.

Depois, demorou horrores para a história fluir, varias informações enchedoras de linguiça.

Grand Finale: Foi bom, realmente bom, tudo bem descrito, bem analisado e bem desenvolvido, mas fiquei curiosa pois o que Daniel explicou a tia sobre a historia de Anne sem que revelasse a sua tia o que ela tinha feito. Deve ter sido uma desculpa bem boa. Uma boa editada na história pois ela até colaborou em fazer Frances ajudar a sra. Wynter...

Entretanto, acho que eu teria gostado mais se a familia dela tivesse comido o pão que o diabo amassou, pois foi uma covardia, isso não é ser família. Meus pais me ajudam a enterrar o corpo para depois me perguntar o que aconteceu, hahahahah (isso foi figurativo, heim galera).

Mas num todo, a história foi bonitinha, no conjunto da obra, foi fofo, Daniel foi um cavalheiro de marca maior desde o início.
Vale ser aquela leitura de final de semana despretensiosa.
Lila 02/08/2017minha estante
Erika, eu achei que era a única que não tinha gostado desse quarteto. Eu achei que não tinha gostado da história porque não tava em um bom momento de leitura, mas você me fez perceber que eu estava certa. Se serve de algum conselho, os dois últimos são um pouco melhores do que esse.


Lila 02/08/2017minha estante
Ah, e os próximos são bem mais engraçados graças as presepadas das irmãs da Sarah.


Erika Villarinho 02/08/2017minha estante
Ai, espero, pois o Hugh parece ser um cara super engraçado.


Lila 02/08/2017minha estante
Ele e a Sarah vão dar super certo!




Cris Paiva 26/07/2017

Daniel é o irmão de Honoria, do primeiro livro. Ele teve de fugir de Londres, depois de um duelo mal-sucedido, acusado de tentar matar o amigo, Hugh. Agora, ele é convencido pelo antigo amigo a voltar para Londres e recuperar seu lugar na sociedade.

Assim que retorna a Londres, Daniel encontra um dos concertos dos Smythe-Smith a pleno vapor. Nada melhor para matar as saudades da família do que música mal tocada! Só que ele não reconhece a pianista, que não parece ser nenhuma das primas.

Anne Wynter é a pianista misteriosa, e sofre um bocado tentando escapar do assédio do Conde, que parece encantado pela governanta das priminhas, e vive arrumando desculpas para passar mais tempo na casa da tia. E ela faz de tudo para escapar e proteger sua identidade.

É um romance fofinho, engraçado e sem muitas pretensões. Achei o Daniel um mocinho bastante decente e também gostei da Anne, e pude entender bem os seus medos. Agora, quem roubou meu coração mesmo foi o Hugh. Terminei o livro morrendo de vontade de saber mais sobre ele. Ainda bem que a série foi publicada de uma vez só.
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Cris.Pgnn 16/07/2017

um livro como este
Neste livro Julia Quinn mostra porque é uma das melhores autoras de romance de época.
Que livro gostoso! Os personagens são apaixonantes e a história, bem, não é mais uma história passada nos salões de baile de Londres.
Vale a pena!
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@mamaetalendo 07/07/2017

Acabei agora o segundo livro do quarteto #smythesmith #UmaNoiteComoEsta de #juliaquinn. Achei esse mais apaixonante que o primeiro!tem mistérios, superações, flashback e final feliz! A escrita de Julia Quinn leva a um encaixe perfeito na escrita! #recomendo ?sinopse: Anne Wynter pode não ser quem diz que é? Mas está se saindo muito bem como governanta de três jovenzinhas bem-nascidas. Seu trabalho é bastante desafiador: em uma única semana ela precisa se esconder em um depósito de instrumentos musicais, interpretar uma rainha má em uma peça que pode ser uma tragédia ou, talvez, uma comédia ? ninguém sabe ao certo ? e cuidar dos ferimentos do irresistível conde de Winstead. Após anos se esquivando de avanços masculinos indesejados, ele é o primeiro homem que a deixa verdadeiramente tentada, e está cada vez mais difícil para ela lembrar que uma governanta não tem o direito de flertar com um nobre.

Daniel Smythe-Smith pode estar em perigo? Mas isso não impede o jovem conde de se apaixonar. Quando ele vê uma misteriosa mulher no concerto anual na casa de sua família, promete fazer de tudo para conhecê-la melhor, mesmo que isso signifique passar os dias na companhia de uma menina de 10 anos que pensa que é um unicórnio. O problema é que Daniel tem um inimigo que prometeu matá-lo. Mesmo assim, no momento em que vê Anne ser ameaçada, ele não mede esforços para salvá-la e garantir seu final feliz com ela. #leitura #livro #ler #leiamais #lerevida #lerevida #lersempre #livros #literatura #indico #instabook #instalivro #instalivros #libro #book #booklivers #bookaholic #bookaholic #mamaetalendo
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Danielle.Honorato 28/06/2017

UMA NOITE COMO ESTA
Já deu pra perceber pela sinopse que a história é babado.
Até agora, tá sendo o melhor...

Como já comentei no primeiro livro, Daniel foi exilado de Londres e agora está de volta. E na noite em que ele chega é a noite do recital da família. E se surpreende ao ver uma estranha ao piano.
É amor à primeira vista.
Daniel fica encantado com a beleza da moça.


¨Anne acertou o primeiro acorde então percebeu que Iris e Honoria já estavam dois compassos à frente. Daisy estava...ora, santo Deus, Anne não tinha ideia de onde estava Daisy.¨ ( pg. 21 )


Anne Wynter é uma jovem que esconde um grande segredo. Ela é governanta das jovens Pleinsworth. É de uma beleza singular, chamando a atenção de muitas pessoas; e o que Anne menos deseja é chamar atenção.

A história é super empolgante e te deixa como se tivesse nas nuvens. Narrativa deliciosa com personagens maravilhosos e com uma química sem igual. Amei.😍


¨Santo Deus, ela precisava fazê-lo compreender. Não importava quem era ele, ou como a fazia se sentir. A empolgação da noite... o beijo que haviam trocado... aquilo era efêmero.
Mas o conde não a conhecia. Ninguém a conhecia. Assim, recorrendo à formalidade como proteção, Anne retirou a mão da dele e fez uma reverência.¨ (pg.39 )


Os mocinhos irão enfrentar alguns obstáculos por conta do passado de Anne e também por sua posição de conde; Mas Daniel está tão apaixonado, que não se importará se ela é ou não um bom partido para ele. O que ele quer é ficar para sempre com ela.💗💗



¨ - A verdade, Srta. Wynter, é que sei muito pouco a seu respeito.
Anne arregalou os olhos.
- Suas referências são impecáveis.
- Ela levantou as mãos, então olhou para Anne nos olhos mais uma vez. - Meu sobrinho deve se casar com alguém com uma posição social clara e imaculada.
- Eu compreendo - retrucou Anne em voz baixa.
- Essa moça quase com certeza virá de uma família nobre.
Anne engoliu em seco, tentando não deixar qualquer emoção transparecer em seu rosto.¨(pg. 174 )

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Letícia 16/06/2017

Rindo até agora
Ler Julia Quinn é tem uma certeza: se encantar por lindas histórias de amor, mas 'Uma noite como esta', além disso, é extremamente divertido.

Foi um dos romances de época que mais me fez dar risadas, amei cada peça louca de uma tal Harriet e o vício em unicórnios da Frances, duas de três meninas das quais nossa protagonista, Anne, era governanta.

Anne tem um segredo em seu passado, que a fez fugir de sua casa, fora obrigada a deixar tudo para trás, e uma promessa de morte a perseguia.

Daniel Smythe-Smith, por outro lado, pode enfim retornar de seu exílio forçado, a promessa de morte, feita anos atrás estava enfim revogada, mas será mesmo?

Em sua primeira noite de volta em Londres, precisamente na noite do concerto de musica anual da família Smythe-Smith, Daniel troca olhares com Anne, e neste momento sabemos que ambos estão perdidos.

Amor, perseguição, redenção e muitas partes engraçadas, fazem desse segundo livro da série, uma leitura maravilhosa.

E lembre-se sempre que enfrentar alguém, se chegar ao ponto de brigarem de fato e você ficar com o rosto inchado, ou arranhões, fale que a outra pessoa ficou beeem pior.
Danuza 20/06/2017minha estante
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Bruna 14/06/2017

Resenha: Uma Noite Como Esta (Quarteto Smythe-Smith #2)
Não é nenhuma novidade para os leitores do blog que eu sou uma grande fã da Julian Quinn e de seus livros. Então, é com muita alegria que venho aqui resenhar o segundo livro da série Quarteto Smythe-Smith, que está conquistando o meu coração com uma (outra) numerosa família que se mete em muitas aventuras e em algumas confusões.

"Daniel Smythe-Smith passou três anos exilado na Itália depois de um duelo com seu amigo, o gênio matemático Hugh Prentice, e quase o fez perder uma perna. Com isso o pai de Hugh, Lorde Ramsgate, o ameaçou dizendo que se ele não saísse do país seria morto, mas um dia ele recebe a visita de seu amigo, que o libera para voltar à Inglaterra...
Ele volta justamente no dia da apresentação do Quarteto, mas encontra uma pessoa diferente ao piano (já que sua prima Sarah fingiu estar doente para não participar, Anne Wynter, a governanta das irmãs dela a substituiu), ao olhar para ela, ele fica encantado e, ao final da tortura apresentação ele corre para encontrá-la. Ao vê-la, não resiste e a beija, mesmo sem conhecê-la direito e ela, depois de um tempo escapa dele e se esconde.
Por falar em se esconder, Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) esconde seu passado de todos, pois ela teve que se afastar de sua família, após ser enganada e humilhada por seu amado, que prometeu se casar com ela, sendo que na verdade já estava comprometido com uma mulher mais rica. Além de ter perdido a virgindade, o que já era terrível, ainda leva toda a culpa pelo que aconteceu, e por isso, ela não pode mais ter contato com a família e ela é levada para viver como governanta numa residência na Ilha de Man. Depois de um tempo, Anne foi contratada para cuidar das meninas Pleinsworth, primas de Daniel. E apesar da tentativa de manter seu passado oculto, a Lady Pleinsworth desconfiava que ela era de origem nobre e tinha motivos para negar sua criação.
Pleinsworth desconfiava que ela era de origem nobre e tinha motivos para negar sua criação.Daniel, ao saber que Anne é a governanta de suas primas, resolve ir sempre à casa Pleinsworth sob o pretexto de vê-las, e sempre ia passear com elas, porque sabia que ela iria junto. E, com isso eles vão ficando cada vez mais apaixonados, mesmo que ela não adimita. Mas, o que ele não sabe, é que os segredos de Anne, vão além do tipo de criação que teve, e que agora, mais do que nunca, precisará conhecer o seu passado, pois ambos estão correndo perigo, e, desta vez, não tem nada a ver com o Lorde Ramsgate ou o duelo."

Nesse livro conhecemos um pouco mais sobre Daniel Smythe-Smith, o irmão mais velho de Honoria Smythe-Smith e o melhor amigo de Marcus Holroyd, o Duque de Chatteris (os protagonistas de Simplesmente o Paraíso). Há três anos, Daniel se envolveu em um duelo de cavaleiros com o seu amigo Hugh Prentice, uma confusão que foi causada por muita bebida, um jogo de cartas e uma acusação sobre um dos participantes terem roubado. Como estavam alcoolizados tanto Daniel quanto Hugh erraram a pontaria ao atirar no adversário. O Smythe-Smith levou um tiro no ombro e o Prentice levou um tiro na coxa, porém uma veia foi atingida quase matando o homem.

Tudo aquilo não passou de um mal entendido, além de uma péssima pontaria (o álcool não ajudou em nada, apenas serviu para atrapalhar). Não era a intenção de Daniel ferir o seu amigo. E embora o rapaz tenha tentado se justificar, explicando o que tinha acontecido e evidenciando que não era a sua intenção machucar ou matar Hugh, porém isso não foi o suficiente. O pai de Hugh não perdoou Daniel pelo ferimento causado o seu filho, por tê-lo tornado em um "incapaz" e jurou vingança ao rapaz.

Sendo assim, Daniel foi obrigado a deixar a Inglaterra e passou três anos longe de casa, viajando por vários países do continente europeu e fugindo de assassinos contratados para matá-lo. E quando finalmente tem a oportunidade de voltar para casa Smythe-Smith, o atual conde de Winstead, retorna para casa justo no dia do tão tradicional concerto da sua família: anualmente as mulheres da família Smythe-Smith tocam em um recital e apenas podem sair do concerto quando se casam. E além dessa tradição ligada a música, todas as garotas também são péssimas tocando os seus instrumentos e sabem muito bem disso. Porém, naquele ano tinha algo de diferente no recital familiar. Era uma moça muito atraente que estava tocando no piano, tentando acompanhar o restante das garotas em uma falha tentativa. E essa garota chama atenção de Daniel durante a noite inteira.

"A jovem tinha o cheiro da Inglaterra, da chuva suave e das planícies beijadas pelo sol. E sentir seu corpo era como estar no paraíso."

Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) é uma excelente governanta e que possuiu um trabalho agradável cuidado das jovens garotas: Harriet, Elizabeth e Frances, as irmãs mais novas de Sarah Pleinsworth (pianista do Quarteto Smythe-Smith. No geral esse é um trabalho que não lhe dá muitos problemas, ela recebe uma quantia razoável para se manter e as garotas são fáceis de lidar (claro que elas aprontam um pouco, mas nada muito sério. Contudo, ao ter que substituir a lady Sarah no concerto anual da família não estava nos planos de Anne, muito menos em uma de suas obrigações de trabalho.

Sentindo extremamente atraído pela jovem, Daniel não demorou muito tempo para procurá-la. Precisava saber quem se tratava da moça que tinha despertado tantos interesses nele. E mesmo em um breve encontro, foi possível notar uma atração entre Daniel e Anne. Foi um sentimento tão forte que o homem se atreveu a roubar um beijo da mulher, precisava provar o sabor de seus lábios, saber qual era a sensação de beijá-la. E mesmo sabendo que aquele envolvimento era errado (afinal de contas ele era um conde, um membro da alta sociedade, enquanto ela não passava apenas de uma governanta sem títulos ou terras) foi impossível não retribuir.

Para tentar aproximar-se de Anne, Daniel passou a visitar a casa de sua tia com mais frequência, com o pretexto de que queria ver suas primas: Sarah, Frances, Elizabeth e Harriet. Claro que ele sentia saudades delas, afinal de contas tinha passado muito tempo longe de casa, porém qual era o problema de juntar o útil ao agradável? Aproveitar o tempo perdido na companhia de suas primas para ficar junto de Anne Wynter, a belíssima governanta.

"Não era seu momento. E não era seu mundo. Ele era um conde e ela era… Bem, era a pessoa que se obrigara a ser. Ou seja, alguém que não dava intimidade a condes, ainda mais condes com escândalos em seu passado."

Como de costume os romances da Julia Quinn segue uma receita e por mais que seja um pouco clichê, sempre acabo descobrindo algo novo a cada leitura e me divertindo com os personagens. Apesar de histórias semelhantes, sempre acaba tendo algo de extraordinário. E o que eu mais gostei de "Uma Noite Como Esta" foi conhecer um pouco mais da família Smythe-Smith, simplesmente me diverti com as primas de Daniel, cada uma com uma personalidade mais interessante do que a outra (a que eu mais gostei foi a Harriet, sua personalidade forte me lembrou a Hyacinth Bridgerton).

Outra coisa que eu achei positiva na leitura foi o plot twist em torno na vida da misteriosa Anne Wynter. Ao longo da leitura eu fui criando algumas teorias, explicações para o seu passado. Gostei do modo que a Julia Quinn desenvolveu isso, achei bem explicado e não ficou uma história absurda. Então, se você é fã de romances de época não pode deixar de ler os livros da série do Quarteto Smythe-Smith.

site: http://escritorawhovian.blogspot.com.br/2017/06/resenha-uma-noite-como-esta-quarteto.html
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Tracinhas 09/06/2017

por Juliana Arruda
Uma noite como esta é o segundo livro do Quartedo Smythe-Smith. Aqui temos a história do irmão da Lady Honoria, Daniel Smythe-Smith, Conde de Winstead, que voltou do seu exílio depois de ter recebido o recado de que poderia voltar pra casa sem se preocupar se seria morto ou não, porque ninguém faria isso.
Então, quando Daniel volta pra casa ele se depara com o tradicional quarteto musical de sua família. Suas primas e sua irmã estão tocando, mas tem uma pessoa que não é de sua família tocando também, e é por isso que ele fica intrigado.

Bem, a verdade é que ele fica babando pela beleza da stra. Winter, uma garota que trabalha para a sua tia — e que sabe tocar piano (ou ele acredita que sim). Querendo saber mais sobre a garota, ele vai atrás dela assim que a música termina. Um beijo foi o suficiente para ele ficar dependente. Ela tinha o gosto da Inglaterra, e ele sentia falta disso. Sentimentos surgem depois do beijo e ele se vê obrigado a visitar as suas primas — todos os dias — somente para desfrutar um tempo com a Srta. Anne Winter.

No entanto, a jovem Anne esconde um segredo do seu passado e não pode colocar tudo a perder. Se alguém da família dos Smythe-Smith souber o que realmente lhe aconteceu para estar em Londres, ela sabe que não terá mais onde trabalhar. Disposta a manter o seu trabalho e a sua nova reputação sob o seu nome falso, Anne tenta se manter afastada de Daniel para não se tornar a causa de um escândalo mais uma vez.

O enredo desse livro foi bem melhor construído que o primeiro (embora eu prefira o primeiro), e é por isso que ele é o meu segundo favorito da série. Gostei de como a Julia Quinn construiu esta história e estou cada dia mais admirada por suas obras.

Se você começou a ler a série, não desista. Aqui tem tudo na dose certa.

site: http://jatracei.com/post/161619532242/resenha-260-uma-noite-como-esta
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LOHS 24/05/2017

Um romance que nos cativa ao longo da leitura
Uma Noite Como Esta é o segundo livro do Quarteto Smythe-Smith, a nova série da Julia Quinn publicada pela editora Arqueiro. O primeiro título da série, Simplesmente o Paraíso (Resenha), contou a história de Honoria Smythe-Smith e o amor que nasceu da longa amizade com Marcus Holroyd, conde de Chatteris e também melhor amigo de seu irmão mais velho, Daniel Smythe-Smith.

Agora, vamos acompanhar a volta para casa de Daniel Smythe-Smith, conde de Winstead. Três anos antes, Daniel se envolveu em um duelo de cavaleiros com seu amigo Hugh Prentice. Tudo por conta de muita bebida e um jogo de cartas. A questão é que, como os dois jovens cavalheiros estavam extremamente alcoolizados, ambos erraram a pontaria e atiraram de fato no adversário (o que não era a intenção de nenhum dos dois, diga-se de passagem). Daniel levou um tiro no ombro e Hugh na coxa, só que uma veia foi atingida e Hugh quase perdeu a vida.
Embora Daniel tenha tentado se desculpar pelo erro, o pai de Hugh não o perdoou pelo fato do filho ter se tornado “incapaz” (explicando: Hugh ficou manco da perna ferida).
Por isso, Daniel passou os últimos três anos fugindo por todo o continente europeu de assassinos contratados para matá-lo.

As boas novas chegam quando Hugh reencontra Daniel na Itália e lhe explica que conseguiu convencer o pai a não tentar matar o amigo mais. Então, Daniel pode finalmente voltar para Inglaterra.

Daniel chega em exatamente a tempo de uma apresentação do terrível e famoso “Quarteto Smythe-Smith”. Mas imaginem a surpresa do rapaz quando uma jovem desconhecida (que com certeza não é nenhuma de suas primas) está tocando o piano. A garota prende a atenção de Daniel a noite inteira.

"Ora, ora, aquilo era um mistério. Daniel sabia (porque a mãe lhe dissera várias vezes) que o Quarteto Smythe-Smith era composto de jovens damas Smythe-Smiths solteiras, e ninguém mais. A família, na verdade, tinha muito orgulho disso, de produzir tantas moças com talento musical (palavras da mãe de Daniel, não dele). Quando uma delas se casava, há havia outra esperando para assumir a posição. Nunca haviam precisado que alguém que não pertencente à família ocupasse um lugar no quarteto. Na verdade, a questão principal era: que pessoa não pertencente à família iria querer ocupar um lugar no quarteto?"
Daniel, p. 23

Anne Wynter é uma excelente governanta, porém extremamente bela - o que já lhe causou muitos problemas na vida. Atualmente Anne se encontra em um trabalho ideal, cuidando das jovens garotas Pleinsworth, Harriet, Elizabeth e Frances - irmãs mais novas de Sarah Pleinsworth (pianista do Quarteto Smythe-Smith e protagonista do terceiro livro, A Soma de Todos os Beijos). Anne esconde um grande segredo, ninguém sabe muito sobre sua história de vida e ela faz o impossível para permanecer sempre nos bastidores da sociedade.

É com grande surpresa e temor que Anne se vê obrigada a tocar o piano durante o concerto das Smythe-Smith, já que a jovem Sarah acabou ficando “doente” inesperadamente.

Logo após a grande apresentação com as jovens Smythe-Smith, Anne se prepara para voltar à casa das Pleinsworth quando é agarrada por um jovem desconhecido! Logo a garota descobre que ele é ninguém menos que o jovem conde de Winstead, Daniel Smythe-Smith.

"Santo Deus, ela precisava fazê-lo compreender. Não importava quem era ele, ou como a fazia se sentir. A empolgação da noite... o beijo que haviam trocado... aquilo era efêmero. O que importava era que ela tivesse um teto sobre a cabeça. E comida. Pão, queijo, manteiga, açúcar e todas as coisas maravilhosas que tivera todos os dias durante a infância. E que tinha agora, com os Pleinsworths, além de estabilidade, um emprego e amor-próprio. Anne não subestimava essas coisas."
Anne, p. 39

A partir dessa noite Daniel arrumará todo o tipo de desculpas imagináveis e algumas não tão imagináveis assim para se aproximar ainda mais da srta. Wynter. Anne porém, por causa de seu passado e dos segredos que guarda, faz tudo o que pode para se manter longe de Daniel e dos sentimentos que começa a desenvolver pelo jovem cavalheiro.

E Daniel, após tantos anos sem contato com outras pessoas, volta para casa um tanto quanto “selvagem”. Mas aos poucos começa a voltar a ser o jovem sorridente e educado que era. Embora seu novo objetivo seja de descobrir todos os segredos da jovem governanta de suas primas, a srta. Wynter.

"-Desejo beijar a senhorita. É isso que quero que saiba. Porque, se não vou beijá-la, e parece que não vou, porque não é o que a senhorita quer, ao menos não neste momento... se não vou fazer isso, a senhorita precisa saber que eu queria beijá-la. - Daniel fez uma pausa e fitou a boca de Anne, seus lábios carnudos e trêmulos. - Ainda quero."
Daniel, p. 105

Nessa “brincadeira de gato e rato” tanto Anne quanto Daniel criarão fortes sentimentos, mas, como nem tudo é flores, ambos terão que lidar com ataques contra suas vidas e lutar contra os terríveis passados que ambos tentam esquecer todos os dias.

"Uma paixão louca, era disso que se tratava. Uma fantasia estranha e vertiginosa. Com certeza não era o primeiro homem a se ver tão rapidamente arrebatado por uma linda mulher. Mas enquanto se acomodavam em seus assentos, na sala de refeições cheia da estalagem, Daniel a fitou do outro lado da mesa e não foi sua beleza que viu. Foi seu coração. Sua alma. E teve a profunda sensação de que sua vida nunca mais seria a mesma."
Daniel, p. 150

Uma Noite Como Esta foi um romance que não me cativou inicialmente porque achei Daniel abusivo no início, como quando agarra Anne logo no começo sem a permissão da moça. Só que ao longo da narrativa vamos compreendendo um pouco de tudo o que ele passou nos últimos três anos e a falta total de contato humano em sua vida - não que isso seja desculpa, mas amenizou um pouco a situação.

Ao mesmo tempo, Anne é uma moça simples que sofreu muito na vida por ter confiado em homens errados. Ela é linda, mas também inteligente, bondosa e competente. Só que a sua beleza também lhe custou outros empregos. É por isso que a jovem está muito feliz em seu cargo de governanta das Pleinsworth e morre de medo de sair prejudicada ao deixar Daniel se aproximar.

Para a relação dos dois dar certo, ambos terão que reaprender a confiar e partilhar os segredos que guardam. O que é ainda mais difícil do que simplesmente se apaixonar.

Apesar desse livro ter como enfoque o relacionamento de Daniel e Anne, as jovens Pleinsworth (Harriet, Elizabeth e Frances) praticamente roubam grande parte das cenas. Elas são extremamente cativantes e é muito bom saber que iremos acompanhar mais aventuras delas nos próximos livros do Quarteto Smythe-Smith (A Soma de Todos os Beijos e Os Mistérios de Sir Richard).

Uma Noite Como Esta, assim como todos os outros livros da autora, é uma leitura fluída e rápida. Este, porém, foi um livro que fui aprendendo a gostar ao longo da narrativa e do desenvolvimento dos personagens. É também um título que carrega muito mistério em torno dos segredos e do passado de Anne, além de uma grande tensão por conta dos inúmeros “acidentes” que Daniel e Anne têm sorte de sobreviver. Com certeza é uma história diferente, mas com aquele tipo de romance que só encontramos no gênero e um pequeno toque já familiar da forma de escrita de Julia Quinn. Livro recomendado! ;)

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/05/uma-noite-como-esta-quarteto-smythe.html
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