A Soma de Todos os Beijos

A Soma de Todos os Beijos Julia Quinn




Resenhas - A soma de todos os beijos


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Thiarlley 13/02/2018

O clichê do ódio virar amor
Se em Uma noite como esta compreendemos Daniel e todas as razões que o tiraram do país, neste livro, Julia Quinn nos apresenta Hugh Prentice, o outro cavalheiro envolvido na situação que o deixou manco de uma perna, enquanto exilou seu amigo. Como a maioria dos homens escritos pela autora, Hugh possui problemas com o seu pai, que insiste em desejar – e planejar – a morte de Daniel caso este volte a pisar na Inglaterra. Hugh precisa conviver com a perna aleijada, os olhares de reprovação da sociedade, as desavenças com seu pai e, agora, com o incômodo de uma jovem em particular.

Sarah Pleinsworth é, de longe, a mais dramática entre as jovens Smythe-Smith daquela geração. Sua “doença” fora a razão para deixa-la fora do último conserto é lembrada por umas das primas em particular o tempo todo, fazendo-a analisar se agira de forma correta ou se apenas pensara em si mesma. Como se já não bastasse, agora precisava conviver com o homem que fora responsável por sua ruína.

Hugh Prentice.

Neste livro, o clichê de ódio se tornar amor é trabalho de uma maneira muito divertida, se levar em conta os opostos que são os nossos heróis: Hugh é prático, frio, calculista. Sarah é dramática, emotiva e, bem, teimosa. Sem contar, é claro, que o culpa pelo ano que ficara fora da temporada – e ele tem plena ciência de ser culpado por diversas coisas, exceto por essa. Assim, quando numa ocasião em particular eles precisam ser a companhia um do outro, as farpas trocadas tornam-se, de longe, diálogos divertidos e até mesmo dolorosos, quando cada um passa a compartilhar seus maiores anseios e medos.

A evolução dos personagens é quase palpável, visto que os dois aprendem a ceder, assim
como aprender sobre as limitações de cada um, os desejos – por menores que sejam – que os rodeiam. E quando uma situação maior os cerca, o sentimento aflora e a percepção de que devem ficar juntos ultrapassa as páginas e nos envolve de maneira absurda.

Em A soma de todos os beijos, Julia Quinn mantém o nível esperado de seus romances, nos dando a redenção de Hugh e retira o estereótipo de Sarah, dando-nos personagens cativantes, maduros e divertidos.


Para o último, bem, o que virá para a mais calada das Smythe-Smiths?

site: http://www.apenasfugindo.com/2018/01/resenha-21-soma-de-todos-os-beijos.html
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Thiara 04/02/2018

Meu Favorito.
Os dois primeiros livros da série são bons, mais o terceiro por enquanto e o meu favorito, amei o Hugh. ?
Simone.Silva 09/02/2018minha estante
Também amei o Hugh




Blog MDL 04/02/2018

Sarah Pleinsworth nunca pensou que poderia odiar tanto alguém quanto odeia Lorde Hugh Prentice. Mas quando sua querida prima Honoria pede para que ela ajude-o a se sentir bem durante os festejos do seu casamento, ela não pode negar. Ela não entendia como sua família poderia tê-lo perdoado tão rapidamente, parecia que todos tinham esquecido de que ele fora o responsável por todos os anos que seu primo Daniel tinha passado longe de casa por causa do medo que sentia da ameaça de morte que pairava sobre ele. Porém, mesmo pensando tudo isso, ela colocou o seu melhor sorriso no rosto e tentou ao máximo ser cortês com aquele homem ultrajante. Mal humorado e com um péssimo gosto para piadas, Hugh parecia adorar atormentá-la, mas ela não deixaria que ele saísse por cima e faria com que ele entendesse de uma vez por todas que ele não tinha um lugar naquela família. Ela só não esperava ser obrigada a mudar de ideia por questões que envolviam o seu coração.

Lorde Hugh Prentice estava condenado a receber olhares enviesados por onde quer que fosse e isso se devia a mais coisas do que seu andar manco. Possuindo uma mente ágil para os números, ele seria capaz de enumerar qualquer coisa, inclusive as vezes em que Sarah Pleinsworth se dignou a lhe dirigir a palavra. Obviamente nenhuma delas tinha sido com gentileza, pois ela jamais conseguiria olhá-lo com algo além de desprezo. Não que isso o incomodasse, afinal, se nem ele era capaz de ver algo digno quando se olhava no espelho porque a prima do homem que ele destruiu a vida seria capaz de fazê-lo? E quando ela é obrigada a acompanhá-lo durante as festividades do casamento de Honoria, ele sabe que isso não pode resultar em nada bom. O que ele jamais imaginaria era que tudo iria por água baixo por um motivo que nada tinha a ver com o ódio, mas sim com uma avassaladora paixão que ameaçava tomar conta de sua vida. Mas com tantos fantasmas do passado lhe atormentando, como ele poderia se permitir amar alguém?

É fácil pensar em todos os pontos que me fazem amar uma história escrita por Julia Quinn. Entretanto, o que mais se destaca entre todos eles é a capacidade dela fazer seus personagens deixarem o egoísmo e o orgulho de lado em prol da felicidade. Esse livro, em especial, trata justamente sobre as superações e desafios que devemos superar se quisermos nos relacionar com alguém. Ninguém é só qualidades e isso é algo que a autora deixa muito claro enquanto relata o processo delicado de transformar ódio em amor. Sarah é muito resistente em enxergar algo mais do que defeitos em Hugh, ela o culpa não só por ter acabado com a vida de seu primo Daniel, como também, por ter arruinado as suas chances de ter casado antes. Tudo isso porque ele fora um tolo ao suspeitar que o seu amigo havia trapaceado em um jogo de cartas e o desafiou a um duelo que terminou com uma caçada a Daniel e ele com a perna danificada para o resto da vida.

Dois terços do livro foram dedicados a apaziguar os ânimos e fazer com que ambos se enxergassem de uma forma diferente. Afinal, depois de Sarah mostrar uma animosidade a respeito de Hugh, ele também não ficou para trás e passou a olhá-la sempre como se estivesse vendo alguém irracional demais para estabelecer contato, E isso, por vezes, torna a história um pouco morosa. As coisas demoram muito a acontecer, tanto é, que quando temos o primeiro beijo do casal, a única coisa que se pode pensar é "finalmente". "A Soma de Todos os Beijos" também destoa dos demais da série por não haver um plano de fundo com suspense e mistério, o que eu acabei por sentir falta visto que quando o embate que esperamos que ocorra durante todo o desenvolvimento de livro por fim acontece, já é próximo demais das páginas finais para considerarmos como um climax digno para ser considerado.

Foram pequenos detalhes que se tivessem sido ajutados tornariam essea história tão especial quanto as demais, pois os personagens eram dignos de algo mais elaborado. Em especial o Hugh, cuja carga dramática que possui poderia ter sido explorado em outros contextos que não os relacionados ao Daniel. Sim, senti falta de um desnudar de alma como aconteceu com os protagonistas de "Uma Noite Como Esta", pois depois que alcancei o final a sensação de que eu não conheci inteiramente tanto a Sarah quanto o Hugh continuou me perseguindo. É claro que continua sendo uma bela história de amor que aquece o coração de qualquer leitor romântico, porém, acredito que Julia Quinn ficou devendo alguns reparos neste volume do "Quarteto Smythe-Smith" para alçá-lo ao mesmo patamar dos demais.

site: http://www.mundodoslivros.com/2017/04/resenha-soma-de-todos-os-beijos-por.html
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Lorrane Fortunato 03/02/2018

Resenha: A Soma de Todos os Beijos / Dreams & Books
"Daquele momento em diante, Sarah não se perguntava mais por que ele não sorria com muita frequência. Em vez disso, passou a se admirar por ele ainda sorrir."

O Quarteto Smythe-Smith me arrebatou desde o primeiro livro! Foi impossível não me apaixonar por Honoria e Marcus e me encantar com sua história de amor tão doce. Após lê-lo me joguei de cabeça no segundo livro da série, onde os protagonistas tão apaixonantes e sua história cheia de altos e baixos não decepcionou!

Então, chegou o momento de ler o terceiro livro da série. Confesso que me apaixonei totalmente pelo Hugh desde o segundo livro e não via a hora de poder mergulhar em sua história! Foi com as expectativas lá nas alturas que comecei essa leitura.

"Ele não dançava fazia quase quatro anos. E essa noite… estava sendo mágica. Jamais poderia lhe agradecer o suficiente por isso, por restaurar um pedaço de sua alma."

E mesmo com as expectativas tão altas, não me decepcionei! Minha experiência com a leitura não poderia ter sido melhor! E mais uma vez Julia Quinn me deixou viciada e sem condições de pausar a leitura nem por um minuto sequer.

A escrita da autora, como sempre não decepciona, muito pelo contrário, a cada livro lido a admiração aumenta! Sua escrita envolvente, fluida e apaixonante torna a experiência da leitura a mais perfeita possível.

"Ela estava tentando não sorrir. Aquela era uma batalha de provocações e, de algum modo, Sarah sabia que, se risse, perderia.
Se bem que perder não era uma possibilidade tão ruim.
Não nesse caso."

A Soma de Todos os Beijos encanta desde a orelha do livro - como não se ver sorrindo boba com aquele trecho? - e logo nas primeiras páginas você já está arrebatado!

Os personagens secundários são maravilhosos! Destaque para as crianças com suas peças e unicórnios e para a famosa Lady Danbury! Só eu amo essa mulher?! Nesse livro também temos muitas cenas com os protagonistas dos livros anteriores, chega a bater uma saudadezinha gostosa!

site: www.dreamsandbooks.com
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camilafcastroo 27/01/2018

Eu amei
Sou muito suspeita a falar do livro , a série está sendo incrível .
Super recomendo pela leveza , tudo
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Vivi 22/01/2018

Julia Quinn realmente caprichou neste livro!
Quando o livro é tão bom assim é até difícil fazer uma resenha, porque a impressão é que não se consegue expor o quão maravilhosa foi a leitura. Creio que uma grande parte do motivo se deve ao personagem Hugh, o qual fomos apresentados desde o primeiro livro da série, mas ainda assim não conseguimos conhecê-lo de fato. Aliás, ao longo deste livro vamos percebendo que a única que conseguiu essa proeza foi Sarah. Hugh não é expressivo, nos gestos, nas expressões faciais e muito menos com as palavras, e ninguém nunca sabe o que se passa em seus pensamentos.

Desde o primeiro livro da série ficamos sabendo do tal duelo, aquele que desencadeou a expulsão de Daniel do país e deixou Hugh Prentice mancando. Mas só neste livro conhecemos a história sob o ponto de vista de Hugh, como todo esse evento o afetou e ainda, quais outras questões do seu passado e de sua família foram moldando seu comportamento. O modo como Julia Quinn construiu esse personagem foi brilhante e grande parte do mérito deste livro se deve ao encantador Hugh. A construção da relação dele com Sarah também foi perfeita e somos totalmente envolvidos pelos sentimentos que vão aflorando em cada um deles. Simplesmente maravilhoso!



Lorde Hugh riu e eles se dirigiram à porta, andando mais rápido do que ela esperava. Ele mancava bastante, mas parecia ter descoberto o melhor modo de compensar isso. Provavelmente precisara reaprender a andar, percebeu Sarah com espanto. Devia ter demorado meses, talvez anos. E provavelmente fora doloroso. Algo parecido com admiração começou a vibrar dentro dela. (...) Hugh Prentice era forte por dentro, onde realmente importava.

Hugh dissera coisas... pequenas coisas, um comentário estranho aqui, outro ali, que ele certamente não esperava que se fixasse na memória de ninguém. Mas Sarah as ouvira. E guardara. E concluíra que Hugh Prentice não era feliz. Pior ainda, não achava que merecia ser. Ele não era o tipo de homem que procurava grandes multidões. Não desejava ser um líder. Mas Sarah sabia que Hugh tampouco queria ser um seguidor. Ele tinha uma natureza ferozmente independente e não se importava de ficar sozinho. No entanto, estivera mais do que sozinho nos últimos anos.
Julia 22/01/2018minha estante
Eu estava com um pé atrás em começar essa série da Julia Quinn, mas ver que você está gostando dos livros me deixou animada pra ler!


Vivi 22/01/2018minha estante
Estou gostando bastante Julia. Vc leu a série dos Bridgertons?


Julia 23/01/2018minha estante
Os Bridgertons li até o livro 7, falta o livro do Gregory ainda, mas fico enrolando para terminar rs


Vivi 23/01/2018minha estante
Se vc gostou dos livros dos Bridgertons provavelmente tb vai gostar dessa série. Tem o mesmo estilo de escrita. Como eu amei Os Bridgertons, eu estou achando a leitura dessa série bem prazerosa. E esse terceiro livro foi o melhor. Amei!
Só ressaltando que gosto é bem subjetivo rsrs


Cibele 26/01/2018minha estante
Esse é o terceiro né Vivi?? Esse casal foi considerado o melhor casal do ano pela arqueiro...


Vivi 26/01/2018minha estante
Sim, é o terceiro da série.
Jura? Não sabia, Cibele! Que legal! Mas perfeitamente compreensível, esse casal é um amorzinho mesmo.




Ana 21/01/2018

Finalmente vamos conhecer o famoso Hugh Prentice...
Citado desde o primero livro da série, já que depois do quase trágico desenlace do duelo, Daniel (protagonista do livro anterior) teve que fugir durante 3 anos pra não morrer nas mãos do pai de Hugh, agora vamos poder conhecer melhor esse personagem.
Ao contrário do que se poderia pensar, Hugh e Daniel seguem amigos depois de quase se matarem num absurdo duelo resultado de uma noite de bebedeira e teimosia por parte de Hugh. Erros perdoados, Hugh é convidado, ou quase, obrigado, a participar de 2 casamentos da familia Smythe- Smith, sendo um deles, do próprio Daniel.
E terá como "babá" a pessoa que mais o odeia na família: Sarah Pleinsworth, que além de culpá- lo pelo tempo que o primo ficou longe, também o culpa por ainda não ter se casado, resultado do escândalo que afetou toda a família após o duelo.

A verdade e que ambos não se toleram, até porque não tiveram oportunidade (e nem vontade?) de conversar, esclarecer as coisas.... E assim eles vão passando os dias, trocando farpas, descobrindo um pouco da história do outros, dos rancores, mágoas e vão se entendendo e se ajudando com os problemas.


Pra mim, até então o mais fraco da série. E por incrivel que pareça foi o que mais esperei, na verdade antes de ler não sabia que teria uma história pro Hugh e tinha muita vontade de conhecer ele, de comprovar que realmente ele era sincero com Daniel e o perdoou pelo tiro. Fiquei muito feliz ao ver que essa seria a história dele, mas não me pegou, não me conectei com os personagens. Me incomodou principalmente o fato de pela terceira vez se repetir praticamente toda a história do duelo de Daniel com Hugh pra explicar a presença do amigo na família, achei cansativo.

E Sarah também não é das minhas mocinhas favoritas, desde que fingiu estar doente pra não participar do concerto me pareceu mimada, arrogante, na verdade concordei quando Iris a chamou de "egoísta".

Enfim, sempre tem histórias que você se identifica mais ou menos, não desqualifico esse livro, tem a parte boa de acompanhar os casamentos dos casais anteriores, as discussões entre as pequenas Pleinsworth que são sempre divertidas, a união da família que segue firme, tudo isso faz valer a pena ler A soma de todos os beijos.
Gabriele.Vargas 27/01/2018minha estante
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Jessica Maria @livrosdajessica 16/01/2018

Hugh Prentice é um matemático brilhante e sua habilidade lhe da a sensação de poder controlar tudo através da lógica. Porém, uma única vez, depois de uma noite de bebedeira, desafiou seu amigo para um duelo; o que lhe rendeu uma perna aleijada e os olhares de reprovação de toda sociedade.
Mas Hugh é reservado e nunca ligou para opiniões alheias. Até conhecer Sarah Pleinsworth.
Sarah é conhecida como uma pessoa teimosa e dramática. Não consegue ficar de boca fechada e levar o desaforo para casa. E deixa bem claro que o erro de Hugh para com sua família é algo que ela nunca vai esquecer.
Porém com o casamento de Daniel e Anne (personagens do segundo livro), os dois são obrigados a passarem uma semana como o par de padrinhos dos felizardos.
Essa semana é suficiente para os dois se conhecerem além das intrigas de família e se verem incapazes de viver sem o outro.
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Bárbara Alice 08/01/2018

Hugh Prentice teve um duelo no passado com seu amigo Daniel, o que resultou na saída de Daniel da Inglaterra, já que este atirou na perna de Hugh deixando-o “manco”. Hugh sabe que foi o culpado do duelo, afinal ele que exagerou e provocou o amigo. Então, depois de uns anos resolve ir atrás de Daniel na Itália e chama-lo de volta à Inglaterra, assim estabelecendo a paz com seu velho amigo.

Honoria Smythe-smith (irmã de Daniel) está prester a se casar e convida Lorde Hugh para as festividades que envolverá a família e amigos do casal até o dia do casamento em si, porém Honoria sabe que Hugh é bem reservado e não é de se “misturar” e é ai que entra a protagonista da história... Lady Sarah, uma das primas do famoso quarteto musical smythe-smith, e melhor amiga de Honoria, é encarregada de fazer companhia a Hugh durante as comemorações do casamento da prima, fazendo com que ele se sinta bem vindo ali. Porém Sarah não o suporta, desde o momento que Hugh causou a saída de seu primo do país, Sarah tenta ao máximo manter-se o mais distante possível de Hugh.

Com toda a proximidade que Sarah acaba tendo de Hugh, mesmo que de início por obrigação, começa a nascer uma amizade ali, eles vão se entendendo e deixando as implicâncias um pouquinho de lado, e um passa a enxergar o outro com outros olhos.

Não irei entrar em muitos detalhes da história em si, mas direi que adorei esse livro! O meu favorito do box até então, gostei dos dois primeiros mas esse está no topo! Hugh é um amorzinho! Desde o livro anterior eu já tinha achado ele demais, pois ele é um ótimo amigo de Daniel mas lendo a fundo sobre ele, vejo que ele é muito mais apaixonante ainda! O enredo é fantástico, tem aquele ar de implicância entre o casal protagonista que eu adoro e o final, obviamente, não poderia ter sido melhor! Julia Quinn como sempre arrasando!

site: https://www.instagram.com/p/BaEZx06HXKK/?taken-by=conflito_literario
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Duda.Sousa 05/01/2018

Amei amei amei
Meu favorito do quarteto até agr
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Bruna 21/12/2017

Há três anos, Hugh se envolveu em um duelo com o amigo Daniel Smythe-Smith, após uma bebedeira sem limites, que resultou em Hugh com uma ferida que o deixou manco, e Daniel exilado do país e perseguido pelo pai de Hugh, o Marquês de Ramsgat. Após fazer o possível e impossível para barrar a sede de sangue do pai, Hugh consegue trazer Daniel de volta a Inglaterra, mas o custo foi uma ameaça muito séria, uma vez que o ódio de seu pai beirava a insanidade. Apesar de ser o segundo filho, Hugh é visto pelo pai como sua E apesar de nunca ter demonstrado qualquer tipo de afeto aos filho, ou a ninguém, Lorde Ramsgat acaba cedendo a ameaça do filho para deixar Daniel em paz, pois enxerga em Hug sua única chance de um herdeiro para o título e a família, uma vez que seu ilho mais velho era homossexual.

Lady Sarah Pleinsworth é uma das primas Smythe-Smith, e faz parte do terrível quarteto da família.
Ela é a irmã mais velha de quatro garotas, sendo as outras três muito mais jovens (e personagens muito mais interessantes, diga-se de passagem), e é muito apegada a família. Porém, também é muito egoísta quando lhe convém, e esse é um dos motivos de sua aversão tão profunda por Hugh, já que ela considera que o duelo e o exílio de seu primo Daniel foram responsáveis por sua solteirice.

Para mostrar a toda a sociedade que estão bens, Daniel convence Hugh a ir ao casamento de sua irmã, Honoria, e também a seu próprio casamento. E é durante essa temporada que Hugh e Sarah se conhecem de verdade e iniciam seu relacionamento.

O romance, como sempre em Julia Quinn, é muito fofo e vai crescendo de forma natural e convincente. Porém, apesar de ter adorado o Hugh e ter compadecido dele e sua triste história, eu não gostei da Sarah, a quem considero uma menina mimada ao extremo. Isso acabou comprometendo meu envolvimento com o livro, e tornou esse o que menos gostei da série até o momento, apesar de ser um lindo livro (mas foi 4 estrelas, enquanto os outros foram 5).

Assim como no livro anterior, tivemos um grande destaque para as jovens Pleinsworth, as irmãs menores de Sarah. Elas são ótimas, divertidas e fofas, principalmente a caçula, Frances, a viciada em unicórnio. Uma das melhores cenas do livro foi exatamente entre Frances e Hugh. A pequena é bem perspicaz, e muito mais nobre que sua irmã mais velha.

A diagramação da Arqueiro está muito bem feita, e a capa é espetacular! Toda linda e aveludada 😍. Não percebi erros de revisão ou tradução.

Recomendo muito a série. Aliás, qualquer coisa de Julia Quinn. A mulher é uma diva mesmo!

Beijos

site: http://meumundinhoficticio.blogspot.com.br/2017/04/resenha-soma-de-todos-os-beijos-julia.html
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Marlene 18/12/2017

Resenha - A Soma de Todos os Beijos
A Soma de Todos os Beijos é o terceiro volume da série Quarteto Smythe-Smith, escrito pela incrível Julia Quinn, publicado aqui no Brasil pela Editora Arqueiro. Eu não acho que é possível eu adorar ainda mais a escrita dessa autora, nesse volume ela trouxe uma bonita história de amor e de aceitação.



No livro anterior, conhecemos a história de Daniel Smythe-Smith, que durante uma noite de bebedeira, foi desafiado por um de seus amigos a um duelo, que terminou de maneira trágica, com o mesmo tendo que fugir e abandonar sua família para mante-se com vida.



Nesse livro, iremos conhecer o segundo protagonista daquela noite trágica, Lorde Hugh Prentice. Ele é um homem muito inteligente, porém, naquela noite não estava em um bom estado, ele se sente culpado por tudo o que aconteceu, afinal, foi ele que desafiou o amigo para um duelo que tinha tudo para dar errado.

Ele olhou para a própria perna. Era justo. Fora ele quem começara tudo, portanto era ele quem deveria arcar com as consequências permanentes.

Ele está feliz que enfim conseguiu convencer seu pai a desistir da vingança, porém, apesar de tudo, o peso do passado ainda está sobre seus ombros, ele não consegue se perdoar pelo que fez, por arruinar a vida do seu amigo e consequentemente a sua também.



Com a volta iminente de Daniel, Hugh é convidado para o casamento de Honoria e Marcus, personagens principais de Simplesmente o Paraíso, e cabe a Sarah Pleinsworth, prima de Daniel entreter Hugh durante as festas entre ambos os casamentos, tanto o de Marcus como o de Daniel que só irá acontecer dali a algumas semanas.

Hugh não estava preparado para o olhar de Sarah. Ela ergueu a cabeça na direção da dele, os lábios afastando-se como se ela tomasse fôlego, e naquele momento Hugh teria jurado que o sol nascia e se punha no sorriso dela.

Sarah Pleinsworth é conhecida como a personagem mais dramática da série, e isso é comprovado nesse livro, ela nutre um ódio bem profundo pelo Hugh, já que na sua opinião, ele foi o responsável pela ruína de sua família e o culpado por ela não ter se casado ainda, já que na época em que Daniel foi exilado ela não pôde debutar. O amor não estava em seus planos, mas, até o mais ferido dos corações, tem a capacidade inacreditável de amar.



[ - Minha Impressões - ]



A Soma de Todos os Beijos foi sem sombra de dúvidas o meu livro preferido até aqui, porque a autora não só trouxe uma história de superação e um romance fofo, ela abordou as consequências de nossas escolhas e como elas afetam a nossa vida e a vida das pessoas que estão ao nosso redor.



Eu não nego que Sarah foi uma personagem bem egoístas no começo e eu até a entendo, querendo ou não de maneira indireta, ela foi realmente afetada pelas atitudes de Hugh e Daniel. Porém algo que me surpreendeu muito em relação a essa personagem, foi o seu amadurecimento na trama, a maneira como ela se entregou ao amor e como ela verdadeiramente se doou em prol dele.



O ponto alto da trama para mim foi conhecer o Hugh, desde o livro anterior foi despertado em mim uma certa curiosidade de conhecer mais profundamente esse personagem e eu não poderia ter uma experiência mais positiva em relação a ele. Hugh é bem inteligente e perceber como sua mente funciona me fascinou, porém, me deixou triste também, porque vi como ele usava o humor negro para mascarar sua dor, tanto física quanto emocional.

Daquele momento em diante, Sarah não se perguntou mais por que ele não sorria com muita frequência. Em vez disso, passou a se admirar por ele ainda sorrir.

O relacionamento dos personagens vai se desenrolando de maneira gradativa, não é imediato, afinal, eles não têm uma boa impressão em relação ao outro, eu adorei que tudo acontece devagar, que eles se conhecem e percebem que nada daquilo é o que imagina, aprende a amar coisas no outro que antes não gostava e essas lições foi algo que mexeu muito comigo.



Uma personagem que na minha opinião se destacou muito nesse livro, foi Frances, ela é a irmã mais nova de Sarah e se mostrou uma pessoa muito perspicaz e inteligente, um tanto que precoce para sua idade, confesso, todavia isso não e torna menos encantadora.

A Soma de Todos os Beijos é um livro que fale sobre amor, perdão e redescobertas pessoais, é sobre aprender amar as pessoas pelo que elas são e aprender a perdoar o que elas foram ou fizeram. Recomendo essa leitura com certeza.
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Bruna 17/12/2017

A Soma de Todos os Elogios!
Hugh Prentice é um gênio da matemática, capaz de fazer as mais complexas contas com facilidade em sua cabeça. Justamente por isso, nunca havia perdido, na vida, um jogo de cartas. Quando finalmente perdeu um jogo contro Daniel Smythe-Smith, provavelmente por estar muito bêbado, logo acusou o aristocrata de trapacear, o que resultaria em um duelo no dia seguinte que acabaria por aleijar Hugh para o resto da vida, e banir Daniel de Londres por tempo indeterminado.
Sarah Pleinsworth é prima-irmã de Daniel e, além de odiar Hugh pelo que fez ao seu primo e sua família, o culpa por ter arruinado seus últimos anos de aparições na sociedade, sua busca por um marido.
Hugh acha Sarah muito dramática e chata, enquanto Sarah o odeia pelo que fez à sua família e o acha arrogante. Entretanto, no dia do casamento da irmã de Daniel, Honoria, e seu amigo Marcus, Sarah acaba sendo forçada a entreter Hugh e tê-lo a seu lado em sua mesa de jantar. Apesar de Daniel e Hugh já terem reatados sua amizade, Sarah não consegue deixar de lado tudo o que, para ela, fora culpa de Hugh. À partir daí algo começa a acontecer entre os dois, para o desgosto de ambos.
-
Hugh é um personagem fantástico! Sua deficiência e as dificuldades e preconceitos que ele enfrenta por causa dela e pela forma como a adquiriu o fazem ser um homem bastante forte, apesar de atormentado. Além disso, possui vários problemas com o pai, o que acaba enriquecendo-o ainda e dando a ele várias chances para se redimir. Sarah, apesar de no começo parecer realmente dramática, é uma moça que se importa demais com aqueles que para ela são importantes, e valoriza muito a família (apesar de odiar os concertos Smythe-Smith kkk)
Esse casal, apesar de parecer impossível de dar certo, foi surpreendente. E é claro que a amada Julia Quinn ia dar um jeito de fazer os dois enxergarem além de seus preconceitos um para com o outro! A redenção de Hugh ao longo desse livro foi maravilhosa, e realmente conseguimos enxergar além do aparente “vilão” que Hugh parecia ser nos dois primeiros livros e somos contados o lado dele da história.
Esse romance, dos quatro do quarteto Smythe-Smith, é de longe meu favorito, provavelmente por ser, na minha opinião, o que mais apresenta a evolução dos personagens, tanto Hugh quanto Sarah, que aprende a ser menos centrada em seus próprios problemas e enxergar os outros. Acho que esse volume é essencial para qualquer amante de romance de época. Esse livro é, com certeza, a estrela do quarteto Smythe-Smith!
5/5
Frase favorita: “Não gostava dela. Realmente não gostava, mas, por Deus, teria vendido uma parte da sua alma naquele instante para dançar com ela. ”


site: https://www.instagram.com/osuwariliterario/
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Larissa Guedes de Souza 12/12/2017

Ai gente, que livro mais fofo! Para mim, foi o melhor da série até agora! Adorei muito o 1º e gostei do 2º, mas esse é definitivamente o melhor. Porque a vibe do Quarteto Smythe-Smith está de volta, apesar do livro não se passar em Londres e elas não estarem se preparando para um concerto. Mas o assunto e a possibilidade de uma apresentação estão sempre pairando no ar nesse livro, o que torna tudo mais divertido. E também amei, porque é o livro sobre Sarah e desde o primeiro livro eu a achei a mais engraçada e divertida das 4 meninas do grupo.

A história se passa no entretempo dos casamentos de Honoria Smythe-Smith / Marcus Holroyd (Simplesmente o Paraíso) e Daniel Smythe-Smith / Anne Wynter (Uma Noite Como Esta). Então, toda a sociedade londrina está presente e faz uma aparição, nem que seja apenas por uma menção (como é o caso dos Bridgertons), ou apenas uma curta conversa (como a impagável Lady Danbury)!

O protagonista, ao lado de Sarah, é Lorde Hugh Prentice. Já o conhecemos nos outros livros da série, pois ele é o que esteve no duelo com Daniel. Neste volume conhecemos mais a fundo essa história, a razão da fúria desmedida do pai de Hugh, que perseguiu Daniel por 3 anos no exterior, etc. Adorei finalmente saber os pormenores desse duelo e suas consequências, pois essa é uma história que se desenrola desde o primeiro livro da série. E adorei mais ainda conhecer Hugh, pois até agora só conhecíamos o lado de Daniel na história. Hugh é um cavalheiro com um talento para a matemática e que, apesar de sua perna nunca ter se curado totalmente do tiro que levou, não se faz de coitado e não fica se lamentando pelos cantos. Ao contrário, ele é bem espirituoso e divertido e adora fazer piada de si mesmo.

“Era verdade o que dissera para lady Sarah: às vezes fazer piada da própria desgraça era a única escolha”

Sarah é uma moça que já está há algumas temporadas em Londres e de certa forma culpa Lodre Hugh por seu destino de solteira. Pois se não fosse pelo duelo e pela ruína que a expulsão de Daniel do país causou na família, ela teria debutado na grande temporada de 1821, na qual 14 bons partidos foram fisgados. Ela poderia muito bem ser uma das felizardas! Por isso e porque é extremamente leal à sua família, Sarah simplesmente não gosta de Lorde Hugh. Mas mesmo assim sua prima Honória, que é também sua amiga mais querida, lhe pede para fazê-lo sentir-se bem nas festividades dos casamentos, para que ele não fique constrangido, devido à história das famílias. Sarah atende ao pedido da prima a contragosto, claro.

Ao longo da temporada dos casamentos Smythe-Smith, os dois, que se detestam, vão se acostumando um com o outro e se aproximando. É um romance que acontece de forma bem natural e verossímil. Os dois trocam farpas e têm discussões constantemente, mas isso é o que os diverte e une. O conflito a ser superado pelo casal também é bastante real e plausível, não é nenhum piti sem noção (como em muitos romances).

Enfim, adorei todo o enredo, os personagens, o desenrolar da história e todo o clima do livro! Além de o livro ser o meu favorito da série até agora, acho que os personagens também são os meus prediletos. É simplesmente um casal fofíssimo!

site: https://bibliomaniacas.blogspot.com.br/
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Leisiane Peloi 11/12/2017

Emocionalmente Fofo
❝— O processo criativo realmente é uma coisa peculiar.❞

A Soma de Todos os Beijos é o terceiro volume da série Quarteto Smythe-Smith escrito por Julia Quinn e publicado pela Editora Arqueiro. Esse foi o livro que mais me emocionou até agora, fiquei apaixonada pelo casal, nunca esperei tanto pelo primeiro beijo. Intenso e fofo, a obra tem a dosagem perfeita pra prender o leitor na trama.

Lorde Hugh Prentice, depois de várias bebidas, desafiou em um duelo, o seu amigo Daniel Smythe-Smith, o resultado não poderia ser pior, Daniel foi exilado do país após ameaça de morte e Hugh com um tiro na perna, que estilhaçou os ossos, ficando fraturada permanentemente e limitando os movimentos. Três anos depois, Hugh convence o pai a parar de perseguir Daniel por meio de um contrato. Com a volta do amigo, e o iminente casamento do mesmo, Hugh é um convidado de honra, mesmo que todos ainda o rejeita de alguma forma, inclusive Sarah Pleinsworth, prima de Daniel, no qual se sentiu profundamente prejudicada por Hugh, já que no ano do duelo, era também seu ano de debutar na sociedade, mas devido ao escândalo a família teve que se afastar de Londres, e naquele ano, aconteceram quatorze casamentos. Sarah é obrigada por Honória, a acompanhar Hugh durante as festividades para que ele não se sinta sozinho, e entre farpas e trocadilhos, Sarah e Hugh percebem que não se odeiam… tanto.

❝Não queria uma paixão arrebatadora. Era prática demais para acreditar que todos encontravam o verdadeiro amor – ou que sequer existia um verdadeiro amor.❞

A Soma de Todos os Beijos é um livro emocionante e fofo, vemos um amor crescer gradativamente através das dificuldades e das magoas. Sarah é impertinente, ousada, e muito sarcástica, já Hugh, é um jovem cresceu em meio a conflitos familiares o que fez dele um personagem um pouco complexo, mas também bastante amável, sua deficiência na perna deu um toque especial, pois mostrava suas dificuldades e desejos limitados. Sem duvidas, um casal incrível que se completam de todas as maneiras.

Vale a pena ressalvar, três personagens secundários divertidos e amável, Harriet, Elizabeth e Francis, irmãs de Sarah que em vários momentos roubavam a cena e deixavam a trama ainda mais alegre. Sobre a narrativa do livro, é a mesma pra quem já conhece os livros da Julia Quinn, rápida, fluida e fácil. A edição do livro perfeita, contém uma capa linda e delicada, folhas amareladinhas e com uma boa diagramação.

Em resumo, A Soma de Todos os Beijos é um livro maravilho e divertido que vale a pena ler. Ficamos encantados com uma história tão cativante e faz bastante jus ao gênero, e para quem já iniciou a leitura da série Quarteto Smythe-Smith, vale a pena conferir todo o resto. Importante lembrar que os livros podem serem lidos fora de ordem, mas para um entendimento melhor da história no contexto geral, indico ler na ordem.

Melhor Quote:
❝Por que as pessoas mencionavam coisas se não queria falar sobre elas? Se ela não quisesse explicar o comentário, poderia tê-lo guardado para si.❞

Primeira frase:
❝— Quem tem boa memória sempre vence no Piquet – disse o conde de Chatteris para ninguém em particular.❞

Última Frase:
❝— Só?❞

site: https://amanhecerliterario.wordpress.com/2017/12/11/resenha-a-soma-de-todos-os-beijos-julia-quinn/
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