A Soma de Todos os Beijos

A Soma de Todos os Beijos Julia Quinn




Resenhas - A soma de todos os beijos


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Tatiana.Bianque 27/05/2017

Inesperadamente fofo...
Das meninas Smythe - Smith, Sarah não era a minha favorita, na verdade, eu a achei bem chata, egoísta e invejosa, mas quando se torna protagonista de sua própria história as coisas mudam.
Sarah é o atrevimento em pessoa, sempre provocando e trocando farpas com todos até encontrar o adversário perfeito, Hugh Prentice! Este é inteligente, bem educado, lindo, com intensidade no olhar e um cavalheiro de verdade, seu único problema é estar com a auto estima quase inexistente, ele não se perdoa por seus erros e não se acha merecedor de coisa boas, isso até encontrar um desafio que o desperta para a vida, a atrevida Srta. Sarah!
A história foi "entre tapas e beijos", me surpreendi com a protagonista que mostrou saber defender o que deseja, mesmo sem ter total consciência do que está fazendo, assim como no livro anterior, esse me fez rir bastante e torci para uma conclusão de arrancar suspiros, e não deixou a desejar, Sarah foi pura ousadia, o que é surpreendente para a época, e Hugh foi o mais romântico dos cavalheiros, adorei....
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Ana 21/05/2017

Some todos os beijos mesmo...
Nesse terceiro livro da série, o que posso dizer? Amei, por vários fatores.
Nossa Sarah é uma dama fora do comum em Londres, pelo fato de ser amada e ao mesmo tempo ser sincera com todos, não deixando escapar até Hugh à quem sentia uma raiva de anos por perder um baile onde teve o maior arranjo de casamentos.
Com Honoria e Daniel se casando quase ao mesmo tempo, Sarah teve que se deslocar para a casa de campo para a realização do casamento dos primos, e Honoria pede que atenda um favor, onde teria que ser gentil com Lorde Hugh. Depois disso, é um desenrolar muito intrigante e ao mesmo tempo eufórico, porque ambos tem uma visão parecida da sociedade e são inteligentes.
Hugh viu sua vida mudar completamente depois do incidente com Daniel, viu que não seria o mesmo de antes, e que teria que andar mais devagar que os outros e usar uma bengala para o resto da vida. Mas isso não deixou que ele vivesse sem desejar uma mulher ao seu lado. Ao conhecer Lady Sarah, não foi uma conversa muito amigável, pelo fato de nunca ter trocado palavras com ela, e lá estava ela, tendo que fazer companhia para ele.
Portanto, nossos protagonistas, simplesmente se tornam amigos, e veem que conseguem ter uma conversa solida sem ter brigar por nada, os sentimentos começam a aparecer em pequenos detalhes, a valsa, o beijo na mão e o famoso beijo roubado.
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Jenn 21/05/2017

amei amei amei
hugh é só suspiros
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LadyRoob 07/05/2017

Um romance delicioso!
Devorei. Sim a palavra é essa. Comecei esse livro ontem a noite e simplesmente nao consegui parar. Maravilhoso!
No terceiro volume da nova serie da Julia Quinn, temos a história de Hugh Prentice. Há três anos Hugh cometeu um erro, um erro que o assola até hoje. Em um duelo com Daniel Smythe-Smith, Hugh acabou levando um tiro que destroçou o fêmur e o condenou a usar uma bengala. Mas o que mais dói em Hugh é a culpa por aquele fatídico dia.
Lady Sarah Pleinsworth odeia Hugh Prentice. Como prima de Daniel é claro que ela o odeia, mas o ódio dela pelo cavalheiro em questão vai muito além disso. Ela o culpa por não ter conseguindo debutar na temporada em que 14 cavalheiros ficaram noivos.
Esse livro é maravilhoso! Sarah e Hugh formam um casal que arranca suspiro de qualquer um! Com cenas de paixão deliciosos e momentos de amor cálidos e apaixonantes, esse casal conquista a todos desde o seu primeiro encontro até a última página.
Um livro magnífico! Cheio de cenas deliciosas.
Mesmo não podendo comparar o melhor da série, esse livro com certeza explica o porque de a Júlia Quinn ser considerada a Jane Austen do Século XXI.

site: https://www.instagram.com/p/BTzmUHah3os/?taken-by=leitoresestranhezas
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liahey 02/05/2017

O incrível mundo de Julia Quinn
O incrível dos livros da Julia Quinn é como ela consegue encontrar o equilíbrio ideal para suas protagonistas: jovens que, ao mesmo tempo que querem seguir a tradição da época de se casarem e se tornarem esposas dedicada que geram herdeiros para o maridos, também são fortes, inteligentes e que lutam a favor do que é correto, assim como também não se contentam com menos do que merecem.

Sarah Pleinsworth se encaixa perfeitamente, na minha opinião, na descrição acima. Porém, ela não quer se casar apensar por ser algo que a sociedade esperar, ela precisa arrumar um marido para não precisa tocar no Quarteto Smythe-Smith. Entretanto, ela quer encontrar o marido ideal e Hugh Prentice não se encaixa na sua idealização. Ela o culpa pelos anos em que seu primo, Daniel, ficou em exilo e também pelos supostos maridos que perdeu. Hugh, por outro lado, não é o maior fã da senhorita Sarah porque ela é excessivamente dramática.


site: http://www.oespacoentre.com.br/2017/05/resenha-soma-de-todos-os-beijos.html
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KAMI 29/04/2017

o meu preferido!
De todas as histórias do Quarteto Smithe-Smith a que mais gostei até agora foi esta (ainda não li Os Mistérios de Sir Richard), por pintar personagens tão reais! Meu deus, nem tudo na vida são flores e nem todos são totalmente puros de coração, me vi muito em Lady Sarah (admito rs) e o humor negro de Lorde Hugh era refrescante, enfim, muito encantadora a história
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Conchego das Letras 26/04/2017

Resenha Completa
Como eu sempre digo, não desistam de uma série apenas porque um dos livros dela não te agradou. O seguinte pode ser bem melhor. Esse foi o caso de A soma de todos os Beijos. Aqui conheceremos a história de Hugh Prentice, o amigo que entrou em um duelo com Daniel Snythe-Smith e acabou manco.

É verdade que mais uma vez teremos a repetição do fatídico duelo, mas dessa vez entenderemos o por que de Hugh ter ficado tão revoltado a ponto de provocá-lo, assim como o motivo de ele ter perdoado tão facilmente sua quase morte e as sequelas deixadas pelo tiro que levou.

O tempo passou e agora Hugh e Daniel tentam fortalecer novamente os laços de amizade que possuíam, além de melhorar a imagem de ambos perante a sociedade. Para dar uma mãozinha a essa situação, Honoria (livro 01) o convida para o seu casamento e, de última hora, ele acaba sendo chamado também para fazer par com Sarah Pleinsworth como padrinho na mesa central. Como pedido de noiva não se nega... Lá vai ele.


Sarah nutre um grande rancor por Hugh, pois o ano em que o primo dela teve que ser exilado para não morrer era o ano em que ela iria debutar. Em virtude dos acontecimentos, sua noite de estreia teve que ser adiada por um ano e aquele foi um bom para casar, então... Ela o culpa por ainda estar solteira e ter que enfrentar a "tortura" de continuar tocando nos recitais da família.

É mais do que óbvio que vai sair faísca entre os dois, tanto em termos de raiva quanto em termos de atração. Ambos com um temperamento ácido digno de nascidos do signo de áries com ascendente em áries também (rsrs), presenteiam os leitores com debates que divertem até mesmo nossa querida Lady Danbury.

Como os convidados seriam praticamente os mesmos do casamento de Daniel, uma semana depois, O Smythe-Smith resolve fazer do dele uma festa de arromba, durante dias. Assim, os convidados vão direto de uma festa para a outra e Hugh acaba tendo que dividir a carruagem com Sarah e suas três irmãs.

As meninas tem um papel fundamental na aproximação do casal principal dessa história, trazendo ainda mais leveza e irreverência ao contexto.

Sem um plot twist de impacto, o livro segue uma linearidade gostosa, simples, e envolta em um clima de romance e troca de farpas. Apesar disso, podemos aprender também lições interessantes, como a importância da força de vontade e perseverança, a capacidade de se colocar no lugar do outro e de reconhecer os erros, assim como o poder renovador que é mudar de ideia e perdoar. Uma leitura muito agradável para relaxar após uma semana estressante.

site: http://www.conchegodasletras.com.br/2017/04/resenha-soma-de-todos-os-beijos-julia.html
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LuluhSH 18/04/2017

Hugh Prentice, segundo filho do marquês de Ramsgate, é um gênio da matemática, sua capacidade de cálculo também o ajuda na hora de jogar, é imbatível nas cartas. Quer dizer, até o dia em que bebe demais com alguns amigos dos tempos de colégio, que resolvem jogar uma partida, e um deles vence Hugh! Este amigo é Daniel Smythe-Smith, conde de Winstead. Hugh pensa que Daniel trapaceou, única explicação para ter vencido. Irritado, desafia o então amigo para um duelo, mas Hugh leva a pior, pois Daniel tenta errar o tiro, mas acerta bem na perna de Hugh, que sobrevive, mas fica com uma deformação que agora o faz mancar e precisar da ajuda de uma bengala. Por conta de tudo isso, Daniel foi embora do país, mas depois de 3 anos está de volta graças a uma espécie de acordo entre Hugh e seu pai para que deixe Daniel em paz e que este possa voltar à Inglaterra.
Sarah Pleinsworth é prima de Daniel, melhor amiga de sua irmã, a prima Honoria, e detesta Hugh, pois o culpa por tudo que aconteceu, inclusive a perda de sua primeira temporada de debutante na sociedade Londrina. Mas agora todos se reencontram no interior, para os casamentos de Honoria e Marcus e Daniel e Anne. Conversas aqui e ali e Sarah e Hugh passam do ódio à amizade e daí para... bem, já devem imaginar né? rs
O livro é interessante no sentido de que a trama é bem movimentada, tem bastante ação, gostei das partes que envolvem as irmãs da Sarah, das conversas do Hugh com a Frances, ele virou o herói da menina, kkkkk, coisa mais bonitinha! Mas sei lá, o casal não me conquistou muito, não sei bem explicar porquê.
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Silvana 16/04/2017

Hugh Prentice sempre teve uma memória excepcional, tanto que no colégio tinha que errar algumas questões de propósito para não ter que passar por um interrogatório toda vez que saíam as notas e os professores achavam que ele tinha trapaceado. E como ele não é o filho mais velho do marquês de Ramsgate e não vai herdar nada, ele teve que encontrar um jeito de fazer fortuna por conta própria. Foi então que ele teve a ideia de usar sua memória e principalmente a aptidão para a matemática, a seu favor e sua habilidade no piquet se tornou lendária. Ele lembra de todas as cartas que jogou durante o dia ou até da semana. Por isso que quando ele perde para Daniel Smythe-Smith, mesmo estando bêbado de cair, ele acha que Daniel trapaceou e acaba acusando seu amigo. E a confusão termina com um duelo marcado para o dia seguinte.

E no momento da contagem, ele fica confuso por um instante e acaba atirando de raspão no ombro de Daniel, que acaba reagindo com um tiro que dilacera sua perna. Seu pai não se conforma com o ocorrido já que seu irmão mais velho não tem planos de se casar e as esperanças do marquês para que o título continue em sua família estavam depositadas em Hugh, por isso ele ameaça Daniel, que tem que fugir da Inglaterra. Hugh não concorda com isso, já que grande parte do ocorrido foi sua culpa, mas ele está em uma cama sem saber se vai levantar dela um dia. Com o tempo as coisas melhoram e apesar das dores constantes, Hugh consegue se movimentar com uma bengala e então ele resolve enfrentar seu pai nos termos do marquês. Assim Daniel pode voltar para a Inglaterra em segurança, depois de três anos vivendo longe da família. E eles se tornam amigos novamente.

Mas isso não bastou para que Sarah Pleinsworth, prima de Daniel, perdoasse Hugh. Ela acredita que Hugh destruiu sua família ao propor aquele fatídico duelo. É tudo culpa dele que tanto ela como Honoria não tiveram propostas de casamento, e ainda mais na temporada em que quatorze homens ficaram noivos. E Sarah quer se casar, acima de tudo ela precisa se casar porque se tiver que tocar mais uma vez no maldito quarteto, ela vai morrer. E quando finalmente conheceu Hugh, ela teve o prazer de declarar seu ódio na cara dele. Mas agora Honoria vai se casar e para acabar com qualquer dúvida perante a sociedade sobre a reconciliação entre Daniel e Hugh, ele foi convidado para o casamento e Honoria pede que Sarah cuide para que Hugh fique bem. E essa aproximação que não estava nos planos de nenhum dos dois, vai acabar mostrando que nem sempre as primeiras impressões são as verdadeiras.

Tem autores que escrevem uma série incrível e é como se todo o talento dele tivesse sido empregado ali, porque os seus outros livros são bons, mas não chegam nem perto da série que ele obteve o destaque. É o caso da JK com o Harry Potter. Mas não é o caso da Julia Quinn. Depois da maravilhosa série dos Bridgertons, achei que fosse difícil a autora criar personagens, e principalmente uma família que me conquistasse como os Bridgertons fizeram, mas ela conseguiu. Os Smythe-Smith são tão sensacionais quanto os Bridgertons. O primeiro livro da série eu amei, no segundo me deletei e o terceiro só veio reafirmar que a Julia é com certeza a melhor autora de romances de época que já tive o prazer de conhecer. E olha que já li muitas, principalmente nesse ultimo ano.

Todo livro tem ponto de destaque, e nesse livro, a exemplo do anterior, o destaque são os personagens. Tanto os principais como os secundários fizeram toda diferença na história. Hugh já tinha me conquistado no livro anterior e nesse eu me apaixonei por ele. Sua história de superação é notável e mesmo sofrendo o tempo todo, ele não é uma pessoa amarga e rancorosa. Já Sarah é o destaque das Smythe-Smith. Quando ela fingiu estar doente para não participar do concerto, achei que ela fosse uma garota mimada, mas ela não é assim. Ela sabe o que quer e vai atrás, e não tem vergonha de admitir quando está errada. E suas irmãs Harriet, Elizabeth e Frances são a cereja do bolo na história. Não vou falar muito mais para não estragar a surpresa de quem vai ler, mas indico o livro com certeza. E não posso deixar de citar que essa capa é a minha favorita da série. Acho que já comentei que tenho um fraco por vestidos de época azuis hehe.

site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2017/04/resenha-soma-de-todos-os-beijos-julia.html
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Beta 11/04/2017

Então, vamos conhecer Hugh Prentice e Sarah Pleinsworth...
Hugh Prentice é um matemático que gosta das coisas simples e precisas como uma boa matemática, isto é, até o dia em que bebeu demais e acabou desafiando seu amigo a um duelo. Agora é obrigado a viver com as consequências de um descuido causou: uma perna aleijada, um amigo longe e a reprovação da sociedade. Não que a opinião da alta sociedade seja da conta dele, principalmente da dramática lady Sarah Pleinsworth, que está começando a incomodá-lo.


Sarah Pleinsworth é conheacida por seu jeito dramático e sem filtro, embora tudo que faça seja com boas intenções e com amor no coração. Após Hugh Prentice estragar a vida de sua família e a dela própria, Sarah deixa claro para o próprio o quanto o detesta.

Obrigados a passarem uma semana juntos, eles acabam vendo, porém, que as primeiras impressões as vezes são as erradas e um desejo que nenhum dos dois jamais imaginou que sentiria pelo outro começa a surgir.

Eleito o livro mais chato da série por mim, fiquei decepcionada com o que encontrei nessas páginas.

Eu tenho a péssima mania de quando leio o primeiro livro de uma série e vejo que vou seguir em frente, leio a sinopse de todos os livros. Quando fiz essa péssima mania com essa série, coloquei na minha cabeça que esse tinha tudo pra ser o melhor livro da série. E fiquei de coração partido quando vi que me enganei profundamente.

A história em si não me conquistou, achei até mesmo um pouco tediosa, o que é inconcebível de pensar quando se lê Julia Quinn como autora, não é mesmo? Mas cheguei a conclusão que até as divas erram a mão.

Sarah é uma personagem extremamente egoísta e chata. Não consegui ter nenhuma simpatia pela personagem e isso veio desde "Simplesmente o Paraíso", o primeiro volume da série. Eu ficava aliviada quando outros personagens apareciam e ela era deixada de lado, porque não conseguia engolir a personagem. E infelizmente esse sentimento foi firme até o fim da série.

Hugh, por outro lado, é um personagem formidável, eu já havia me encantado por ele lá em "Uma noite como esta" e estava ansiosíssima para ler o livro dele. É uma pena que o par dele tenha sido tão detestável, mas isso não diminuiu o brilho dele no livro.

Simplesmente adorei como a mente dele funciona. Nunca fui muito boa em matemática mas sempre admirei quem é. E Hugh tem um pensamento completamente lógico e exato e ver esse meio de pensar aos poucos mudar por conta de um sentimento que nunca é exato e nem sempre lógico foi maravilhoso!

A trama não se desenvolveu da forma que eu esperava e fiquei frustrada pelo "problema" se resolver de forma tão simples, eu esperava um pouco mais de drama, de ação até.

Como é Julia Quinn a escrita continua maravilhosa como sempre e por ser a Julia, eu recomendo que vocês leiam sim esse volume. Até porque eu achei esse chato, mas já vi muita gente achando o oposto.

site: http://www.coracaodetinta.com.br/2017/04/resenha-382-soma-de-todos-os-beijos.html
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Beta Oliveira 10/04/2017

É o meu favorito na série. O casal mais incompatível. A heroína mais inconformada. O herói mais sarcástico. O vilão mais encapetado. Os diálogos mais irônicos. E o livro mais azul da série. Tudo funciona! Não tem como não amar!

O texto completo sobre terceiro livro do Quarteto Smythe-Smith está no Literatura de Mulherzinha.


site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2017/03/cap-1323-soma-de-todos-os-beijos-julia.html
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Faby Dallas 07/04/2017

Um livro que eu gostaria de dar 1000 estrelas... A Soma de Todos os Beijos - Editora Arqueiro.
Eu posso dizer que acho que a Julia se superou nessa série?
Porque amo os livros dela e os Bridgertons são nossos amorzinhos e queridinhos, meus também, garanto, mas como não amar esse quarteto!!!??
Sim, podemos amar todos, e fazemos isso, mas tem livros que deixam aquela sensação quando são terminados, uma coisa por dentro, não sei se vocês entendem o que quero dizer, mais parece que a história passa a ser nossa também, essa é a minha sensação ao terminar esse livro, acho que pelo Hugh ser tão sofrido, pois no final de tudo foi ele que arcou com a maior parte do resultado do que aconteceu entre ele e Daniel (personagem do livro anterior - Uma Noite como esta, que eu li e gostei muito).
Hugh não se sente digno de ser homem (só lendo pra saber porque, não conto, não adianta perguntar kkkkkkkk) ele é muito inteligente, fofo, meigo, tão deliciosamente tímido que dá vontade de entrar no livro só para ficar ao seu lado, assim ele não se sentiria tão sozinho, pois tem momentos que ele descreve que nossa, criou umas fissuras no meu coração, só de imaginar ele nesses momentos...

Sarah dá uma de chata no início, mas pelo menos ela muda de atitude logo e começa a perceber que o homem que ela sempre esperou esta bem ao seu lado, mas ela sempre fez questão de ignorar, afinal teve todo o o problema com o primo dela - Daniel - aí já viu, rolou os conflitos familiares a coisa fica séria, mas ela é uma pessoa muito amável e engraçada, que conta com a família para viver momentos muito engraçados ( acho que vi um unicórnio passando aqui) kkkkkkkk.

Assim como os demais livros da Julia, vemos a relação sempre tão maravilhosa entre os irmãos, para mim, uma das características mais fofas da Julia Quinn, pois ela deixa claro em seus livros, que a base de muitas coisas é a família, laços de amor e amizade que existem entre os personagens.

Não falarei mais, então só digo: LEIAM!!!!!

Um dos meus livros queridinhos de 2017, mais que recomendando, obrigatório para as leitores e leitores de romances de época.



site: www.adororomancesdearacaju.blogspot.com
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Dessa 06/04/2017

Lindooooo, um romace que mostra superação, nos e que o amor é um sentimento que nos faz amar até os defeitos da pessoa amada! Perfeitooo!
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Neyla 05/04/2017

Desde que conheci Hugh Prentice, em Uma Noite Como Esta, eu sabia que o seu livro seria o que mais mexeria comigo. A história que o envolvia era bem interessante, ele é um personagem diferente dos demais e, mesmo não sendo o personagem principal do segundo livro, ele conseguiu se sobressair mais que o protagonista. Fiquei mega ansiosa para começar a leitura de A Soma de Todos os Beijos e quando o fiz não me decepcionei.
Se tem uma coisa em que Hugh é bom, é com matemática. Sua mente sempre trabalhou bem com números e ele consegue fazer contas com números grandes "de cabeça" sem precisar de qualquer tipo de auxílio. E foi justamente por conta desse seu talento, que ele julgava ser imbatível, que acabou se metendo em uma situação desastrosa com seu amigo Daniel Smythe-Smith. Após perder um jogo de cartas, algo em que ninguém nunca conseguiu superá-lo, ele fica transtornado e, após acusar o amigo de trapacear, o intima a participar de um duelo. O resultado disso tudo é que, por um baita azar do destino, Daniel acaba atirando em sua perna sem querer o deixando com uma grave ferida na perna que irá comprometer para sempre sua locomoção, fazendo com que precise usar uma bengala. Já Daniel precisou fugir já que o pai de Hugh o jurou de morte. Somente após alguns anos, quando os dois se reencontram na Itália é que ele garante a Daniel que ele pode voltar à Londres sem medo já que conseguiu convencer seu pai a parar com a perseguição.
Apesar de tudo o que aconteceu, não existe mágoa entre os dois e, por conta disso, Hugh é convidado tanto para o casamento de Honoria irmã de Daniel, como para o do próprio Daniel que acontecerá em algumas poucas semanas. O que seria apenas um momento de diversão, com muitos convidados e várias atividades para entretê-los, acaba se tornando um tormento a partir do momento que descobre que Lady Sarah Pleinsworth irá fazer-lhe companhia.
Sarah e Hugh já se encontraram uma vez e o que se sucedeu entre eles não foi nada agradável. Ela, que está doida para se casar e se ver livre do martírio de tocar no quarteto Smythe-Smith, o culpa por ter sido obrigada a se ausentar da temporada mais badalada, por conta do escândalo com o primo, onde 14 bons partidos acabaram sendo fisgados. Orgulhosa e ainda cheia de rancor, ela fica extremamente chateada por ser escolhida para fazer companhia a ele, mas acaba cedendo por ser um pedido de Honoria, sua prima mais que querida.
Já de imediato percebemos que esse não vai ser um relacionamento dos mais fáceis, já que ambos tem opiniões não muito favoráveis a respeito do outro. Mas a convivência e a aproximação acabou despertando neles sentimentos que nunca imaginariam sentir um pelo outro.
Eu confesso a vocês que fiquei bem curiosa pra saber como a autora iria conseguir derreter o gelo que havia entre eles e transformá-los em um casal. Meu maior receio era que soasse artificial, mas acabei surpreendida pela forma como o romance foi acontecendo e pela química forte que os personagens apresentaram. Hugh e Sarah são dois personagens que eu nunca imaginaria que pudessem se envolver. Ela é um pouco mais explosiva, não mede as palavras e demonstrou algumas atitudes egoístas. Já ele é diferente, sempre muito tranquilo e pensando várias vezes antes de falar ou agir. Sabe aquela velha frase que diz que os opostos se atraem? Eis aqui um desses casos. Gostei muito da forma como a autora conduziu o romance, sem ser corrido e com ambos descobrindo os sentimentos com o tempo. Não houve uma atração inicial, nem tampouco aquela tão ardilosa paixão à primeira vista. O leitor pode acompanhar, passo a passo, a transformação de uma grande antipatia em algo mais forte e mais bonito como o amor.
Na minha opinião, esse é o melhor livro da série até agora. Foi romântico, intenso e cativante, com aquela pitada de humor característica da escrita de Julia Quinn. O único ponto que me incomodou foi, mais uma vez, a inserção de Daniel Smythe-Smith, mostrando toda sua falta de auto-controle e incapacidade de resolver qualquer coisa conversando. Parece que a melhor forma é sempre usando a força bruta. Meu desapontamento com esse rapaz não para de crescer e ele conseguiu cair, ainda mais, no meu conceito (quem leu minha resenha de Uma Noite Como Esta, sabe que eu não consegui ser cativada pelo rapaz justamente por conta de suas atitudes).
A leitura continua bem dinâmica, a história é leve e agradável, e me conquistou desde o início. Apesar do foco da trama ser no casal protagonista, há espaço para as irmãs de Sarah mostrarem todo o potencial que elas têm. Eu adoraria ler um livro (ou quem sabe até alguns contos, por que não?) tendo elas como personagens principais. Com certeza seria muito divertido.
A Soma de Todos os Beijos é uma história fofa, com passagens muito bonitas e vários temas atuais foram abordados no decorrer do livro. Um romance que, com certeza, vai tocar seu coração.
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Rose 31/03/2017

Hugh Prentice sempre foi muito bom com números, não por um acaso era imbatível nos jogos de cartas.
Sua fama era conhecida e eram poucos os que ainda apostavam a dinheiro com ele. Mas, em uma noite de muita bebida, ele e seu grande amigo Daniel Smyhie-Smith, ambos completamente bêbados, estavam jogando e apostando. Para surpresa geral, Daniel acabou ganhando a partida. Sem pensar muito, (até porque com a cabeça cheia de pinga, quem vai pensar...) Hugh acusa Daniel de roubo e para limpar sua honra, o chama para um duelo. Daniel que também estava mais pra lá do que para cá, aceita. E o que seria apenas um encontro de cavalheiros acabou resultando em um grande desastre, deixando Hugh com uma perna defeituosa e com Daniel fugindo do país por conta das ameaças do pai de Hugh.
No livro, cujos os acontecimentos ocorrem após a volta de Daniel, temos o encontro entre Hugh e Sarah. Vale ressaltar aqui, que ambos nutrem uma antipatia mútua. Hugh acha Sarah muito melodramática, fútil e desbocada, Sarah acha Hugh arrogante, além de culpá-lo por todo o mal que aconteceu a família Smythie-Smith, inclusive o fato dela não ter se casado ainda, pois a melhor de todas as temporadas fora perdida por conta do escândalo com seu primo Daniel.
Ambos irão ao casamento de Honória (livro 1) e posteriormente ao de Daniel (livro 2), sendo que no de Daniel, Hugh será o padrinho. Um jeito de mostrarem que as coisas entre eles está totalmente zerada.
A pedido de Honoria, Sarah será a encarregada de entreter Hugh, e para não fazer desfeita para a prima tão querida e justamente no casamento dela, ela acaba aceitando. Vocês já devem imaginar as muitas saias justas e cutucadas que estes dois terão, não é mesmo?
O engraçado, pelo menos para nós leitores, é que do casamento de Honoria para o de Daniel, eram poucos dias de diferença, então os convidados foram praticamente de um local para o outro, sendo que os mais "chegados" ficariam hospedados na casa de Daniel. Hugh não conseguiu se safar, e teve que acompanhar toda a comitiva, e pasmem, bem na carruagem onde Sarah e suas primas estavam!!
Garanto para vocês que foi uma viagem e tanto...
Aliás, é depois desta viagem que Sarah começa a perceber as dificuldades enfrentadas por Hugh. Aquela raiva e implicância começa a dar lugar para outros sentimentos. Hugh também começa a pensar em Sarah de outra forma. Não que o lado melodramático dela não exista, mas outras camadas da moça começam a serem notados. Ambos desenvolvem uma camaradagem que antes parecia impossível.
Um homem no lugar de Hugh não pensaria muito em firmar um relacionamento com Sarah, mas para nosso mocinho, as coisas não são tão simples assim. Além de não ser o herdeiro do título da família, pesa também o seu problema na perna, o qual ele não se sente à altura de Sarah. Há ainda o problema de Daniel, visto que a segurança do amigo está diretamente relacionado à vida de Hugh. Uma promessa feita ao próprio pai para que Daniel pudesse voltar em segurança para seu país, pode afastá-lo de vez de Sarah. É a vida dele em troca da de Daniel.
Hugh e seu pai não se dão nada bem. Acontece que Hugh, mesmo sendo mais novo que seu irmão, e como já disse, não seria o herdeiro do título, é na verdade o preferido do pai para a herança da família. Mas não pensem que isso é por conta do afeto paterno, e sim porque o pai acredita que apenas Hugh seria capaz de lhe dar um herdeiro e continuar com o título da família. Por isso a vida de Hugh é tão importante.
Esta briga acaba gerando uma situação terrível, onde o pai de Hugh está disposto a tudo para que ele se case com Sarah, mesmo que o rapaz ou a própria Sarah não queiram. Para piorar ainda mais, o próprio Daniel parte em socorro ao amigo, sem pensar que ele próprio pode estar em perigo.
E nesta confusão, é Sarah que com a típica inteligência feminina parece ter encontrado a saída ideal para todos os lados. Mas será que todos ficarão satisfeitos com sua ideia? Ela aceitará se casar com Hugh, mesmo que a vida dele esteja tão ligada a vida do primo? Quais serão os desdobramentos provocados por uma promessa de vida?

Eu estou encantada com esta série e seus personagens, mas Hugh, conseguiu ganhar um pedacinho a mais do meu coração. Não só pela louca promessa feita para ajudar ao amigo Daniel, como também pelo amor que ele sente e mostra pelo irmão. Achei muito linda a cena em que ele defende a escolha sexual de seu irmão. Uma pena que não teremos uma história do irmão dele...
Outra cena que adorei foi uma valsa entre Hugh e Sarah. Foi de arrancar suspiros apaixonados dos leitores. Quer dizer, desta leitora em questão.
No início vamos conhecendo os fatos através da narrativa de Hugh e Sarah, o que deixa o leitor bem a par dos acontecimentos e dos motivos de ambos não se bicarem. Outro ponto que gostei do enredo.
Com uma trama belamente traçada, onde temos temas como homossexualismo e deficiência física sendo abordados, justamente em uma época onde o diferente não é bem quisto, Julia mostra que o verdadeiro amor e respeito são as bases para uma relação que nem o melhor dos matemáticos pode explicar.

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com
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