O Livro dos Cinco Anéis

O Livro dos Cinco Anéis Miyamoto Musashi




Resenhas - O Livro dos Cinco Anéis


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André Lisboa 21/04/2020

A Arte do Guerreiro Japonês
Se você deseja aprender técnicas de luta samurai, ou compreende que a história é feita de arquétipos da vida real, com atmosferas distintas, e quer aprender técnicas de sobrevivência em batalhas com espada (ou na vida quem sabe), O Livro dos Cinco Anéis de Miyamoto Musashi é o livro indica. Escrito em 1645 esse livro é um retrato da sociedade japonesa do final do século XVI e Inicio do século XVII. Nascido em 1580 no Japão, Miyamoto Musashi viveu um período inédito até então no Japão, com a centralização do poder na mão de um grupo político, grandes expurgos, convulsões sociais que abalaram as estruturas políticas “quase feudais” do país, e classes sociais muito bem dividas em uma estrutura social rígida formavam o panorama da época.

Miyamoto foi um grande guerreiro samurai com fama em sua época, muito embora se saiba que no final do século XVI os próprios samurais foram expurgados com a acessão do shogunato Tokugawa e a perca do poder dos “feudos locais” e aparelhamento do imperador, que passou apenas ter poder simbólico. O relato de Miyamoto representa os aspectos da vida de um samurai que anda errante (ronin) Quando os grandes exércitos provinciais foram gradualmente desmantelados, muitos samurais passaram a vagar pelo país, desempregados pela era de paz que se iniciava. Ainda havia alguns samurais junto aos Tokugawa e aos senhores provinciais, porém em pequena quantidade. As hordas de samurais sem ter o que fazer se viram de um momento para o outro, numa sociedade regida inteiramente pelas antigas regras de cavalheirismo e fidalguia que lhes eram tão caras, mas onde, ao mesmo tempo, não havia mais lugar para guerreiros. Os samurais tornaram-se, assim, uma classe invertida, mantendo vivos os antigos ideais de conduta pela devoção às artes militares, com um fervor que só os japoneses são capazes. Foi a essa época que floresceu o Kendô. Kendô, ou o Caminho da Espada, sempre fora sinônimo de nobreza no Japão.

O livro prega técnicas de luta através do método da escola de esgrima Ichi. O método pelo qual o autor se expressa se chama “Caminho da Estratégia” que fará com que o guerreiro seja guiado ao “Espírito Verdadeiro”. Dividido em cinco livros (anéis) esse livro mostra através dos conceitos de Terra, Água, Fogo, Tradição (vento) e Nada toda uma gama de técnicas de luta com espadas samurais. A intenção é treinar muito para “Conhecer o Momento”, avaliar as situações com calma e determinação, estudar o inimigo nos mínimos movimentos e detalhes, e aplicar a melhor estratégia para vencer seu oponente de batalha.

Em termos linguísticos o livro não trás grandes coisas. há uma grande repetição de palavras, frases como: “aprenda isto” ou “fique atento isso”, não ajudam muito o livro a ter atrativos. Em termos literários esse livro se encaixa na ideia de interpretação que você dá. É tipo uma “Arte da Guerra” japonesa que pode (e é) ser utilizado em ambientes corporativos como instrumento para entender e montar técnicas de trabalho, ou entender o mercado competitivo. É bem difícil categorizar esse tipo de narrativa. Ler ou não ler? Acho que cabe o leitor medir a situação. Obviamente o livro é recheado de vícios de linguagem de época, mas tem seu valor se não olharmos literalmente. Há sempre novas interpretações, e que eu saiba não somos parte de uma sociedade samurai (rsrsrs).
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Douglas 06/11/2013

O Livro dos Cinco Anéis
Se você for um samurai que deseja passar todos os seus inimigos no fio da espada, este livro é para você!
Caso você seja um cidadão comum (como eu, por exemplo), vá adotar um animal abandonado, que você vai ajudar o mundo a ser um lugar melhor.

Antes que você me acuse de estar achincalhando o livro, permita-me explicar porque eu fiz a afirmação acima:
Basicamente, este é um livro de combate. Ensina você a usar uma espada e atacar seu adversário. Nada além disso.

Ai você vai me dizer: "Mas Douglas, o livro traz muitos ensinamentos".
Sim, ele traz ensinamentos, mas, basicamente, os ensinamentos são estes:
* Quanto mais você praticar, melhor vai ficar;
* Para ser bom, é preciso dominar técnicas e leis;
* Você deve aperfeiçoar-se em suas atividades;
* Ferramentas são inúteis se você não souber usá-las;
* Você deve manter-se calmo em qualquer circunstância;
* Você deve estar pronto para qualquer situação crítica da sua vida.
E ai eu pergunto: Quem não sabe isso??

E ai você vai insistir:
"Mas Douglas, na 'orelha' do livro, diz que este é um livro para empresários que ambicionam vencer!"
Hã?? Vencer o que? Uma luta? Uma briga?
Cuidado com o processo por agressão!

Enfim, "O livro dos cinco anéis" é um clássico! Um livro para você ter em sua estante, porque, com certeza, este livro vai valorizar a sua estante.
Mas quem disse que clássicos são, necessariamente, livros bons. Tem muito clássico por ai que é inferior a livros "não clássicos". É o caso deste livro.
Enfim, leia apenas por curiosidade, não espere muito dele, pois ele não é um livro contemporâneo.

É claro que isto é apenas a minha opinião sobre o livro. Você pode ler e gostar. Achar ele um livro de cabeceira. Ótimo. Seja feliz!

Um abraço e meu respeito a todos.
tiago.matos.123 18/12/2014minha estante
Kk, exatamente o que achei dele. ler seu resumo é muito mais prático do que ler o livro todo.


Douglas 18/12/2014minha estante
Pois é, Tiago, eu vi muita gente dizendo que acha esse livro um livro de cabeceira.
Eu respeito a opinião de cada um, mas eu não li nada neste livro que eu já não soubesse, por isso achei a leitura arrastada.
Ao contrário, por exemplo, de O Príncipe de Maquiavel (que eu julgo excelente) O Livro dos Cinco Anéis não me proporcionou nada de bom, infelizmente.

Um abraço.


Ulisses 17/12/2015minha estante
kkkkkk adorei sua resenha


Julie de Pádua Romão 20/01/2016minha estante
Muito boa tua resenha, agora entendi o livro... kkkk credo ! Senti-me muito burra ao lê-lo, não entendi nada.


Fernando.Augusto 24/08/2016minha estante
É a diferença essencial de quem pratica boxe e kenjutsu. Você simplesmente não entende o caminho da espada porque limitou seus horizontes a apenas o livro. Diferente da cultura ocidental, tão ávida para consumir conhecimento pré-mastigado estilo "passo-a-passo", a cultura oriental é uma busca individual e solitária. Livros como este são apenas inspirações para serem completadas com práticas físicas e meditação. Senão meu caro, você realmente não vai entender nada.


Ibraim 15/10/2016minha estante
Boa colocação, más existe uma arte que é arte de esquivar, a arte de desarmar, que esta implícito no conteúdo desse livro, concordo com você sobre a questão da violência principalmente quando usamos o conteúdo desse aprendizado para desarmar certas intenções de algumas pessoas, compreende?!


Amanda.Llompart 07/01/2017minha estante
kkkkkkk estava querendo ler, mas dei muita risada sobre sua crítica. Obrigada ^^


Jonas 14/09/2017minha estante
Esse livro foi criado para alimentar o espírito samurai, porém ele também pode ensinar sobre a vida em si. Esse livro mostra no capítulo Terra que devemos buscar aprender e solidificarmos a nós mesmo e ser fortes como a terra(resumindo muito). No capitulo água, que devemos saber nos flexibilizar, nos tornar o que necessário quando preciso.
Não quer dizer que só por ser um livro criado para objetivos militares, só possa ser usado para isso.


Joao.Vitor 03/10/2018minha estante
Concordo com o Fernando Augusto, mas alem de ter mais entendimento no assunto é presiso alguem para guialo[vamos assim dizer] para ler esse livro!!


Emanuel.Dantas 07/02/2020minha estante
Você é pouco ou quase nada para alguém considerar sua opinião.




Suzy 24/08/2020

Honra nas duas mãos
Para além de uma obra sobre táticas de batalha e estratégia, Miyamoto Musashi nos traz um apanhado sobre as escolas de luta do Japão e sobre os treinamentos dos nossos amados samurais, Musashi representa um ídolo, um herói entre a classe dos guerreiros do Bushido e, para além disso, carrega a alcunha de maior guerreiro existente, vencendo duelos com seu método distinto. Nesse livro temos os fundamentos de seu modo de batalha, as críticas a outras escolas, como deve-se se portar em uma disputa e, ainda, temos um pouco do caráter dos samurais. Acredito que seja uma obra de fundamental importancia para se entender o Japão das artes marciais e da cultura do equilíbrio.
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Tai 26/03/2021

Estratégico
Um livro de cabeceira para quem ambiciona vencer, nos negócios e na vida! O autor desenha os princípios do pensamento estratégico e sua aplicação em qualquer combate, além de refletir sobre o caminho do guerreiro na busca pela sabedoria.
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Bruno 14/02/2011

Ciência militar apurada
Miyamoto Musashi norteou sua vida em primazia pelos detalhes, caráter, e profundo conhecimento das artes marciais.

Se eternizou por nunca ter perdido um combate sequer como samurai.
Foi excelente na arte da flexibilidade e precisão ao se deparar com uma peleja.

Sinceramente, cada página desta obra exige reflexão, interiorização e assídua prática, para a absorção dos conceitos.

Uma das mensagens do livro é que vencer o inimigo primeiro na sua mente, e posteriormente desmoraliza-lo de tal maneira, que ele perceba que não há maneiras de atingí-lo, muito menos pensar numa revanche, realmente é um grande ensinamento da arte militar.

É um livro que o faz sentir-se mais.

Incrível!
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Paula.Cacilhas 12/01/2021

Ele ensina os mandamentos da arte militar. Existem alguns ensinamentos que dão para relacionar, mas a maior parte é direcionado para quem pratica a luta com espadas.
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minhananny 07/05/2013

De linguagem simples e tamanho reduzido, "O Livro dos Cinco Anéis" pode ser lido em poucos dias. Porém, vale a pena dar uma olhada novamente em cada página antes de guardá-lo de novo na estante.
Como a sinopse e o prefácio de Caio Bastos já entregavam, "O Livro dos Cinco Anéis" é mais do que arte militar, e eu diria que vai além da auto-ajuda administrativa ou individual. Este livro permite adentrar na ideologia japonesa e se você tiver um pouco mais de sensibilidade, compará-la com a nossa cultura.
A disciplina ("guarde bem isso, "isto deve ser refletido", "estude bem isso"), a persistência, a confiança ("no dia de hoje conquiste a vitória sobre quem você era ontem; amanhã será o dia da sua vitória sobre homens menos preparados") são valores até hoje presentes na mentalidade japonesa e que explicam o desenvolvimento econômico e social do país além da existência de programas de entretenimento no estilo "olimpíadas do faustão" que podem chocar os brasileiros que assistem no youtube ou aos domingos no Celso Portiolli, mas que são compreensíveis quando conhecemos o Caminho.
Enquanto que os orientais aprendem a estudar com afinco, vivemos em um país onde a educação não é a prioridade para muitos; enquanto que Musashi ensina a pensar como um vencedor, muitos brasileiros prestam vestibular pensando que "se eu passar, já está bom", ou trabalham sem visar a excelência no que estão fazendo; dentre outros exemplos que podem não se aplicar a todos os cidadãos, mas que ainda assim são frequentes.
Como contraponto, há um fenômeno na ideologia nipônica que na minha opinião parece ser seu único revés: a não aceitação da derrota. Na ânsia de ser excelente, vejo que no Japão são muitos os que se suicidam, apresentam depressão ou ficam tristes quando conquistam um segundo lugar em competições. Neste quesito, "ganhamos" da terra do sol nascente com o nosso conformismo e solidariedade tipicamente cristãos/ocidentais.
É, portanto, uma leitura simples mas riquíssima, que merece ter seus fundamentos anotados e repassados adiante.
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Daniel Teles 17/09/2020

Muito interessante
Devemos ler esse livro nas entrelinhas, porque é assim que você descobre o seu valor.
Nos dias de hoje, os ensinamentos deste livros são mais usados no âmbito profissional, e para alguns casos no lado pessoal também.
Coisas importantes que eu aprendi:

- Conhecimento e estratégia são muito importantes na nossa vida;

- A importância dos estudos e da perseverança;

- Saber aprender de tudo um pouco;

- Cabe a quem lidera conhecer a qualidade de alguém e delegar a melhor função para esta pessoa.

É um livro de cabeceira para todos.
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sonia 06/07/2010

um livro sobre o Caminho.
se você não tem um caminho, não vai chegar a lugar algum.
e, como todo o caminho tem seus desvios, se você não se atentar e desviar só um pouquinho, acabará chegando a um lugar muito diferente de seu destino original.
a postura esppiritual do guerreiro é flexível sem perder a determinação.
metáforas de simples entendimento e difícil execução.
sonia 06/07/2010minha estante
gostei bastante.




Lauro.Miranda 02/11/2020

Refletir bem sobre isso...
O livro de Musashi é interessante. Apesar de pessoalmente não ver este livro como um exemplo para o mundo dos negócios, devo admitir que algumas questões podem ser aproveitadas e algumas lições tiradas.
Musashi foi um homem decidido, de personalidade forte e que perseguiu aquilo que queria com firmeza. Durante este livro, que tem o objetivo de propagar as qualidades de sua escola em relação as outras, muitas vezes percebemos as lições aprendidas por musashi e suas conquistas por nunca perder o foco.
Recomendo o livro para aperfeiçoamento pessoal e para ter alguma ideia do que se passa na mente desse lendário espadachim.
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Helloise 31/01/2017

Janeiro: encostado na estante
Obra extremamente atemporal, antes utilizada para o treinamento samurai, hoje pode ser interpretada e aplicada na vida profissional e no crescimento pessoal com uma simples adaptação de termos à própria realidade.
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Mandark 08/02/2020

Faz mais sentido se você já leu a trilogia.
Os ensinamentos do Musashi casam bem com a narrativa da sua vida, a descrição dos seus duelos e a forma como ele sempre encaminhou seu aperfeiçoamento como homem... Às vezes de difícil compreensão, em poucas partes relacionadas com a descrição das estratégias, no geral a leitura eh agradável e muitas partes podem facilmente serem aplicadas a outros campos da vida, em geral.
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Andre 11/04/2012

Mais histórico do que útil, mas ainda indispensável
Gosto sempre de contextualizar o texto, antes mesmo de terminar de ler a Introdução. Não poderia ser diferente quando vou falar do livro.

Me interessei pra ler este "O Livro dos Cinco Anéis" após ler "A Arte da Estratégia", de Vera Lúcia Sugai (http://www.skoob.com.br/estante/livro/14654186). Aliás, "A Arte" é um livro atual, e satisfação garantida para quem leu outros títulos de estratégia e gestão.

Voltando ao Musashi, ele era um samurai no século 16, ou melhor, um ronin, um samurai sem mestre. Não se dedicava à nada que não fosse ligado à batalha direta, ao combate corpo-a-corpo, arcos, etc. Ao morrer tinha muita fama e admiradores, mas nenhuma posse e pouquíssimos discípulos. Para ele, o ato de sacar uma arma significava matar, algo como "não existe 'vencer' sem 'abater' o inimigo". Sutil como um rinoceronte com dor de dente.

Mesmo assim, lendo seus ensinamentos sobre o uso da espada e as tradições de outras escolas de combate, entendi e aprendi muito.

O livro é curto, e a leitura é tranquila (nesta tradução pelo menos). Mas a necessidade de correlacionar as situações com nossa realidade atual, faz com que você tenha que ler trechos pequenos dia-a-dia.

Recomendo. Realmente recomendo.
Ruivo 18/01/2013minha estante
Sua resenha sobre o livro é boa, mas sobre u Musashi é péssima. Não se pode julgar a vida do Musashi dessa maneira. Se você se ater a fundo na história dele, ele era sim um guerreiro brutal até os 17 anos. Após isso trilhou os caminhos do Zen e passou a ter muito mais apreço pela vida e pela filosofia do que por batalhas e duelos sem sentido. Se você gosta de cultura japonesa, procure ler o romance Musashi baseado nos relatos históricos da vida desse cara! Um abraço!


Andre 18/01/2013minha estante
Ruivo, entendi sua colocação, e sei que posso ter colocado algo errado sobre Musashi, mas é apenas a minha opinião, o que não quer dizer que se refira a verdade sobre como foi. Eu li este livro, e fiz algumas pesquisas sobre Musashi, não só na internet, e meus comentários sobre ele são o resultado disso. Sobre o romance homônimo, "Musashi", eu vejo ele como um romance de ficção, apenas BASEADO na história dele, e portanto, não posso usar esta obra para formar uma opinião sobre aquela pessoa. Obrigado pelos comentários.


raphael 30/11/2013minha estante
O livro Musashi é, de fato, basante romanceado. Se tiverem interesse há um livro muito bom, e em português, sobre ele: O Samurai, de William Scott Wilson, este, sim, um trabalho de história. Abraços.


Mario 25/05/2014minha estante
Cheguei a 50% do livro e nem sei se quero continuar, leitura meio chata :/




Reccanello 17/02/2021

Estratégia e disciplina
Um "homem santo", um guerreiro fenomenal, um espadachim fantástico, mas um escritor não tão bom assim; cheio de repetições e partes bastante enfadonhas, os ensinamentos do livro (voltados quase que exclusivamente à arte da espada longa, mas, segundo o autor, utilizáveis na guerra campal e na vida cotidiana) podem ser resumidos como segue: quanto mais se pratica algo, melhor se fica nesse algo; para ser bom é preciso dominar técnicas e leis; o aperfeiçoamento deve ser constante; ferramentas são inúteis se você não as souber utilizar; mantenha a calma em qualquer circunstância; mantenha-se pronto para enfrentar qualquer situação crítica, seja na luta ou na vida diária. É necessário refletir muito sobre o assunto.
...
A edição bilíngue da Conrad é linda, com imagens de Hokusai espalhadas por toda a obra, e a carta introdutória de Shihan Gosho Motoharu (atual guardião das técnicas criadas por Musashi) é um show a parte.
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Vale como registro histórico de uma época em que os samurais dominavam.
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Calisto 28/03/2020

Muito bom, aprendi muito sobre os ensinamentos que um samurai deve ter segundo a escola de makoto musachi Mestre da escola nito Chi ryu... desde o estado de espírito ao modos, postura, olhar
Velocidade de ataque e várias outras coisas é aprendi muito sobre o uso de duas espadas.
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