Mau Começo

Mau Começo Lemony Snicket




Resenhas - Desventuras em Série: Mau Começo


319 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Mateus 28/06/2010

Há muito e muito tempo, desde criança, tenho vontade de ler a coleção Desventuras em Série. Lembro quando havia uma livraria perto de minha casa, e eu ficava namorando os 13 livros da série, imaginando quando chegaria o dia em que eu colocaria minhas mãos nesses pequenos e encantadores livros. Fiquei muito tempo querendo ler, mas depois, esqueci deles. Quando encontrei-os novamente, minha memória foi a mil. Não poderia deixar de comprar. E assim, sem pestanejar, comprei logo o primeiro volume da coleção Desventuras em Série.

Lemony Snicket com certeza é o gênio do estilo cômico-dramático. Seu jeito de escrever é diferente de todos os outros autores que já li, ao mesmo tempo que nos emociona, nos faz rir. Se em um momento você se entristece por acompanhar alguma desgraça na vida dos Boudeleir, no momento seguinte irá rir e muito dos devaneios, ironias e piadas de Snicket.

Acompanhar a família Boudeleir foi indescritível, foi como se eu fizesse parte dela. Violet, com com sua grande capacidade de criar invenções. Klaus, com sua grande fome de livros e conhecimento (foi o personagem com que mais me identifiquei). Sunny, a pequena Boudeleir, com seus pequenos dentes afiados dispostos a morder tudo. E eu estava ali no meio, lendo tudo minuciosamente. Era parte da família, era parte da história.

Por mais que tente entender como uma história tão simples assim me fascinou tanto, não consigo. Mas talvez seja essa a explicação: a grande simplicidade da história é seu ponto forte. Talvez se o livro tivesse mais fantasia, mais terror, mais comédia, não seria tão bom. Seu jeito de mostrar o dia-a-dia da família é incrível. Possui personagens marcantes, desenrolar surpreendente. Tudo na medida certa. Para quem não leu, aí vai a dica: vale muito a pena ler.
Isa 23/07/2010minha estante
UAU! Sua escrição foi muito boa e que envolvimento com o livro , hein. Valeu a dica. Eu simplesmente amei o livro .


Lia 07/03/2012minha estante
Tens razão! A simplicidade do livro é encantadora! Agora vou ler a sala dos répteis!!!


Milena Karla - Mika 04/04/2012minha estante
Nunca consigo começar a comentar alguma resenha sua sem colocar "nossa" no início! Sempre fico com vontade de ler todas as resenhas de livros que você gostou (menos os de terror), e assim está sendo com Desventuras em Série, livros com comédia são os melhores!


Mateus 18/04/2012minha estante
Desventuras em Série é uma série tão engraçado e comovente, com tantos sentimentos se debatendo ao mesmo tempo, que seria difícil não escrever uma resenha como esta. Obrigado pessoal!


Prisch 21/05/2012minha estante
Oh! Quero ler tbm! Antes já queria, mas depois d ler essa resenha calorosa quero + ainda! Q legal q vc conseguiu matar o desejo guardado desde tua infância! ^^


Caroline Lima 19/09/2012minha estante
Nossa! Acabei de decidir: vou comprar. =]


Violetanne 15/11/2012minha estante
minha história com Desventuras é assim também! os namorei por muito tempo, até que consegui comprar a caixa com os 13 e não me arrependo, nunca! são os livros da minha vida (:


LOPE 13/02/2014minha estante
também gostei do livro mas não acho tão engraçado o que o autor escreveu , bom... na verdade na maioria das vezes eu não entendia e pulava essas partes que não incorporavam a historia


jeehloureiro 18/02/2014minha estante
Muito boa mesmo a resenha.. acabei de ler e já fiquei com vontade de comprar a coleção toda!


Tivri 18/01/2016minha estante
contastes a minha história, aí! =D


Thiago 23/12/2017minha estante
Ótima descrição! Ele consegue incitar quem lê a pensar sobre questões profundas de um jeito simples, tragicômico que oscila entre o absurdo e lastimável rs
A série do Netflix até que está conseguindo traduzir até agora esse universo (embora eu o tenha imaginado um pouco mais sóbrio e frio). É uma ótima série. Parabéns pela análise




Márcia 06/08/2010

Uma surpresa bastante agradável.
Comecei esse livro apenas por curiosidade. Não me interessava muito pela história. Tinha um pouco de medo que fosse infantil demais também, então não comprei nem o primeiro e comecei a ler em e-book mesmo.Me Surpreendi!
O livro é show! Tem um toque trágico que o próprio autor anuncia e parece adorar.
Tem as aventuras e desventuras das crianças que são por si só encantadoras.
O texto é simplesmente perfeito! Lemony dá explicações ao que se refere uma palavra mais "diferente(?)" no texto, o que deveria deixar a coisa chata, mas acontece o contrário, algumas dessas explicações em determinadas situações da trama chegam a serem cômicas.
O livro é muito bom! Pretendo terminar a série de qualquer maneira.
As aventuras das desventuras dos irmãos órfãos são ótimas opções para pessoas de qualquer idade. De criancinhas mesmo até adultos.
comentários(0)comente

Daniela Tiemi 15/12/2009minha estante
Eu estou louca para ler esta série! =0)


KamillaBarcelos 25/12/2009minha estante
Eu também só li um livro da série, mas gostei mto.

O autor é irônico e divertido. Adorei!


Tiago Ribeiro 02/02/2010minha estante
Tbm estou louco para ler essa série. Mas não encontro em nenhuma livraria.


Rafa 20/03/2010minha estante
Concordo plenamente com tudo!!! Li o primeiro livro aos 12 anos e até hoje não consegui terminar toda a série, mas pretendo! Adoro os orfãos principalmente a Sunny.Ela é um encanto!


Bianca Boonen 18/04/2010minha estante
Já li toda a série... E adorei!! Recomendo super :D




Andreia Santana 16/10/2011

Agora vocês já sabem de onde vem Violet B.
Desventuras em Série são treze volumes, mas tão gostosos de ler que a gente nem percebe. Conta a história dos irmãos Baudelaire (Violet, uma inventora de 14 anos; Klaus, um leitor compulsivo de 12, e Sunny, um bebê para lá de precoce) e todas as dificuldades que eles precisam enfrentar após a morte misteriosa dos pais.

Fugindo do pérfido Conde Olaf e esbarrando em tipos caricatos mas que representam um pouco de todo tipo de gente que há no mundo, os Baudelaire amadurecem a cada livro, tentando descobrir o que aconteceu com seus pais e com a fortuna da família.

O livro, embora tenha todo tipo de situação nonsense que se pode imaginar e em certas passagens dê a impressão de que o autor perdeu o fio da meada, é autodescoberta das boas. Ninguém que embarca com os irmãos nessa viagem no decorrer dos 13 livros continua tendo a mesma visão de mundo ao final da jornada.

A brincadeira, sim, Desventuras em Série é uma grande brincadeira com as tragédias da vida (a começar pelo título e pela apresentação da série: as desditas das três crianças mais azaradas do mundo), começa com o próprio autor. Lemony Snicket é um misterioso narrador-personagem, mas é também o alter ego do escritor e roteirista Daniel Handler. Autor, personagem e narrador se confundem de propósito, como a nos lembrar de que cotidianamente estamos desempenhando papeis os mais diversos e que muitas vezes nos perdemos na encenação. Se perder inclusive faz parte do espetáculo.

Os conceitos de certo, errado, verdade, mentira, o que é ser mocinho e o que representa ser vilão nos tempos de hoje mostram que para sobreviver a este mundo cão é preciso ser maleável, mas não abrir mão de uma ética pessoal que sirva de guia mesmo nas situações mais tenebrosas. O livro não é politicamente incorreto, mas também não é moralista, é só a realidade conflituosa da alma humana travestida em brincadeira de criança. Não faltam elementos mórbidos e escatológicos, não faltam lágrimas e principalmente, apesar do título, sobra muito otimismo!
comentários(0)comente



Lu 23/04/2011

Encantador

Já fazia um tempinho que eu queria ler o Desventuras em Série, mas nunca surgia a oportunidade. Os livrinhos são caros e com tantas séries de livros para acompanhar, acabei me conformando de que esta seria uma dessas séries que eu simplesmente não ia conseguir ler. Quando surgiu a oportunidade de pegá-lo emprestado, não hesitei.

E valeu a pena. A narrativa de Snicket é deliciosamente maliciosa. Ele parece estar se divertindo horrores contando as desventuras dos irmãos Baudelaire. E, por mais que o Conde Olaf tenha me deixado de cabelo em pé certas horas, é claro que o autor não teria ultrapassado certos limites.

Apesar de azarados, o trio de protagonistas é espertíssimo. Cada um tem uma personalidade bem definida e especial, à sua maneira. E são muito unidos. Isso foi uma das coisas que eu mais gostei na história. Não importa o quanto a situação é ruim. Juntos, os três são imbatíveis e fazem os Karas que eu tive que aturar nos livros da minha pré adolescência um bando de personagens ainda mais insípidos e americanizados. Eu teria adorado ter tido acesso a essa série quando eu tinha 12, 13 anos. "suspiro"

Um livro delicioso e encantador e que merece ser lido.

Recomendo.
Evelyn Ruani 29/05/2011minha estante
Estou louca pra ler essa coleção, depois da sua resenha então :)
Bjos


Marcos 13/09/2012minha estante
Esperando alguém emprestá-lo a mim também... rsrs




Victor T. 27/07/2009

Não dá pra por meia estrela?
Recebi este livro pra ler da minha tia e já que ela que me fez iniciar esse costume de ler livros acabei aceitando (acho que eu tinha uns 14 anos na época). Olhei o livro e matutei com meus botões:

- Livro fininho (em comparação ao grande lançamento da época que tinha acabado de ler: Harry Potter e a Câmara Secreta), acho que termino ele rapidão!

Engano meu ter pensado desse modo... Nem a letra de fonte 15 e páginas com tamanho reduzido ajudavam na leitura. É realmente uma leitura infantil porque o autor é MUITO redundante nos seus pensamentos, ele detalha até o que não precisa de explicação.

Lí o livro acho que até a parte que eles vão pra casa do tio e acabei encostando o livro, ruim demais.

Anos depois, qndo o filme lançou nos cinemas, ouço vários elogios sobre ele e acabo lembrando que essa "coisa" ficou escostada durante um bocado de tempo na minha estante.

E lá vou eu com uns 17 anos tentar ler o livro novamente agora com uma idéia:

- Caramba, esse livro é fino demais! Como é que não consegui lê-lo da primeira vez?! Ah! Deve ser a idade, acho que agora consigo. Vou tentar de novo... - Nem preciso contar o que aconteceu (novamente).

Agora estou eu aqui tentando terminar essa maldição com meus vinte e poucos anos, talvez eu consiga, talvez não, mas deixo aqui o relato da minha experiência.
Hemy Gomes 14/10/2016minha estante
credo moço '-'




Khêder Henrique 06/10/2010

Mau começo
Quando um livro é classificado como infanto-juvenil muita gente o considera uma obra mais inocente do que um livro classificado como adulto. Estas pessoas poderiam ler o tomo Mau Começo e, certamente, mudariam de idéia. Esta obra destina-se a narrar as desgraças sempre presentes na vida dos três jovens órfãos Baudelaire que – como avisa o autor – parecem estarem distantes de um final feliz.

Mau Começo é o título do primeiro livro – de uma série programada para terem treze partes – da seqüência literária denominada Desventuras em Série, escrita pelo autor Lemony Snicket, que conta a saga de Violet, Klaus e Sunny Baudelaire. Esses três jovens perderam os pais num incêndio e, por serem menores de idade, são obrigados a viverem com seus parentes até que Violet – a mais velha, com 14 anos – atinja a maioridade e tenha acesso a fortuna destinada a eles. Porém, terão de lidar com o Conde Olaf e seus planos para roubar a herança deles. Herança esta que torna-se um verdadeiro fardo, pois, ao mesmo tempo que ela representa a grande solução para seus problemas, ela é inútil, já que eles não podem usufruir dela.

Violet é descrita como “uma das maiores inventoras de seu tempo”. Ela é a mais velha e possui idéias mirabolantes para inventar objetos que os ajudem a escapar das enrascadas em que se metem. Klaus tem 12 anos e é o mais inteligente. Adora ler livros e usa todo seu intelecto para desvendar os planos do Conde Olaf. Sunny é apenas um bebê, mas “seus quatro afiados dentes entram em ação na primeira oportunidade”.

Neste primeiro livro, após receberem a trágica notícia da morte de seus pais, eles vão morar com o próprio Conde Olaf, o grande vilão da série, pois este é o parente mais próximo geograficamente dos Baudelaire. O texto é carregado de situações nonsense e um refinado humor negro. Snicket faz comédia até com a passagem na qual a morte dos pais dos jovens é anunciada. Neste momento, o portador da notícia avisa que os pais dos três faleceram. Os três se olham e não dizem nada, pois estão, logicamente, baqueados com a notícia. Então, o portador emenda “’Faleceram’ significa ‘foram mortos’”. E os três respondem: “Nós sabemos o que significa ‘faleceram’”.

O texto lembra muito uma farsa já que há passagens exageradamente cômicas e o autor também é um personagem. Aliás, Lemony Snicket é um pseudônimo utilizado pelo americano Daniel Handler que evita dar entrevistas e tirar fotos. O nome de seu alter ego é tão mais difundido que seu nome verdadeiro que encontrar sua verdadeira identidade foi uma caçada pela internet.

Uma curiosidade interessante é que quando Daniel vai a uma livraria autografar livros ele se apresenta como um substituto do Lemony, dizendo que este se feriu ou não pode comparecer ao evento. Ele vale-se deste recurso, pois Lemony, embora narrador, não deixa de participar da história opinando sobre como Violet deveria ter agido neste instante ou o que ele faria se encontrasse com o Conde Olaf. À propósito, a descrição que ele faz do conde não é nada imparcial: “Homem revoltante, gosmento, pérfido, sobre ele é melhor dizer o menos possível”.

Outra curiosidade interessante é que, na versão original, todos os títulos possuem nomes que começam com a mesma letra. Mau Começo, no original, chama-se “The bad beginning”, por exemplo. E o número total de volumes previsto (13) é considerado, por muitos, um número de azar. A obra é cheia de referências literárias. A mais óbvia é o nome dos órfãos. Baudelaire é uma referência direta ao poeta francês Charles Baudelaire. E o banqueiro, Sr. Poe, responsável pela herança dos órfãos, é uma menção ao escritor Edgar Allan Poe.

Uma última curiosidade é que a série virará filme com previsão de estréia, no Brasil, para início de 2005. A versão cinematográfica da história contará com Jim Carrey no papel do terrível Conde Olaf (que, provavelmente, pelo trailer, dará ao personagem um ar excessivamente cômico que este não possui) e adaptará para as telonas os três primeiros livros da série de uma vez.

Apesar de revelar eventos tristes que se passam com crianças, Snicket (ou melhor, Daniel) narra a saga de tal forma que não podemos deixar de nos entreter com as situações pelas quais os jovens passam. Infantil em alguns momentos, sarcástico em outros, Mau Começo é uma leitura despretensiosa, inteligente e bastante peculiar.
comentários(0)comente



Ange 14/11/2009

A básica (e, muitas vezes, esgotada) história das crianças orfãs que saem aprontando por aí? Nem tanto. Tudo bem, histórias com orfãos já tem aos montes, relembrando até os contos de fadas, onde 8 entre 10 princesas são orfãs. Mas aqui a dinâmica é diferente. Nada é bom, nada é bonito, a história não começa com "era uma vez..." e com certeza não vai acabar com "viveram felizes para sempre" (isso até é abordado num dos livros). As crianças têm só a elas mesmas como apoio, 3 amigos gêmeos que aparecem mais pra frente na história, e a ocasional ajuda de alguma outra pessoa pelo caminho tortuoso que devem percorrer para fugir do Conde Olaf, e, a medida que a história se desenvolve, descobrir mais sobre seus pais e a morte deles.
Mas uma coisa importante também é o papel do "suposto" escritor da série. Lemony Snicket é uma personagem. Ele narra e assina a autoria dos livros, mas ele se inclui na narrativa, chora pela sua amada Beatrice e dá pistas do que vai acontecer com os Baudelaires. E a narrativa desse autor/personagem é que faz o livro ser tão bom, na minha opinião. Tem muito humor no que ele escreve, e isso faz toda a diferença em livros que clamam ser uma história que te deixará aos prantos, e que até te aconselham a fechar o livro, jogar embaixo da cama e ir fazer outra coisa menos triste (conselho esse que não me lembro de já ter encontrado em outro lugar o.O). O sr. Snicket sempre tem uma tirada engraçada e interessante, ao explicar os fatos e palavras mais inusitadas.
Citações de outras obras e menções à pessoas famosas são um outro ponto interessante no decorrer dos livros. Quem lê "The Reptile Room" pode reconhecer a menção à cobra "Virginian Wolf", que não pode ser deixada perto de uma máquina de escrever. XD Ou quando Sunny diz "Ackroyd", significando "Roger", palavra que equivale à "entendido, pode deixar", em inglês. Ou ainda pode reconhecer em "The Vile Village" a menção à Edgar Allan Poe e seu poema "O Corvo", com todos os corvos da cidade de V.F.D., que escolheram a "Nevermore Tree" como lugar de descanso à noite.
É tudo isso que faz de Desventuras em Série uma série de livros ótima, que merece atenção até mesmo de adultos, por que não? São livros acima de tudo divertidos, e, mesmo que o autor venha a dizer o contrário, não fazem mal algum a quem os lê.
comentários(0)comente



Maurinho 07/01/2009

Um mau começo para os orfãos, mas um excelente começo para a melhor saga de livros juvenis.
Um dos melhores livros que já li. Tem suspense, aventura e uma boa dose de humor negro.
Indico a todos
comentários(0)comente



SonePeh 04/12/2013

Mau Começo...
O Mau Começo é o primeiro livro da saga Desventuras em Série. Os três primeiros volumes da saga foram adaptados ao cinema, uma adaptação infeliz, em minha opinião.
O Mau Começo fala sobre três órfãos, cujo os pais foram mortos em um incêndio, que deixou em cinzas a mansão dos Baudelaire.
Violet, Klaus e Sunny, os três órfãos Baudelaire, são mandados para a mansão do Conde Olaf, o personagem mais fascinante da saga, e o mais complexo também.
O Conde é o vilão da história, faz de tudo pra fazer da vida das três crianças um inferno.
Violet é a inventora, Klaus seria o inteligente (meu personagem favorito) e Sunny é a bebê mordedora.
O autor é meio incherido, tem partes que fica muito chato, porque ele vive repetindo para largar o livro e pegar outro para ler.
Essa saga e cheia de mistérios. Os mistérios são revelados ao decorrer dos livros. Mas nesse curto livro, eu diria que foi só para apresentação de personagens.
Por conta do livro ser só uma apresentação de personagens e de "como tudo começou" eu dei três estrelas.


Ps: As falas da Sunny são traduzidas pelos outros irmão, normal isso, não é ?
comentários(0)comente



Tálita 18/12/2010

Um ótimo começo!
Vi o filme primeiro, por isso não tem como não enxergar o Jim Carrey no papel do Conde Olaf! Ele foi perfeito! E o ritmo do filme acompanha bem o livro.

Gostei que o filme conseguiu abranger outros livros da série, mas ainda assim foi original para ter um final diferente desse primeiro livro.

Uma das raras vezes (na minha opinião) em que o filme e o livro caminham lado a lado, sem ofuscar o brilho um do outro.

A narrativa é uma delícia, não dá vontade de parar de ler. E o humor encantador (bem o meu tipo). ;)

Favoritos! :D
comentários(0)comente

Thai Mafra 08/02/2011minha estante
Também vi o filme antes do livro e também imaginava Jim Carrey como Conde Olaf!




Bia 14/07/2010

Desventuras em série :D
Essa coleção é muito boa :D
Os irmãos Baudelaire ficam órfãos, e o Conde Olaf faz de tudo para conseguir colocar as mãos na herança dos deles.
Os livros são cheios de suspense, aventura ...
Recomendados *--*
comentários(0)comente



Amely 23/08/2009

Adorei!
Uma coleção cheia de misterios, que voce tem de desvendar ao longo dos livros.
Fascinante. Tem uma narrativa incrivel,e as diversas recomendações do autor para que leia outra coisa te deixam mais empolgada ainda para saber o que acontecerá com os desaventurados irmãos baudeliere.
Recomendo.
comentários(0)comente



Aline Memória 01/12/2010

"Há muitos tipos de livros no mundo, o que faz sentido, porque há muitos e muitos tipos de pessoas, e os gostos são diferentes. Por exemplo, pessoas que detestam histórias em que acontecem coisas horríveis a criancinhas deveriam fechar este livro imediatamente.”

O primeiro livro da série Desventuras em Série é realmente um Mau Começo para os irmãos Baudelaire, que de uma hora para a outra têm a vida virada de cabeça para baixo: a mansão onde viviam é incendiada, sendo totalmente destruída e levando com ela seus pais.
Órfãos e sozinhos, Violet, Klaus e Sunny, não têm outra alternativa a não ser viverem com o vilão Conde Olaf, que tem um plano de conseguir a herança dos irmãos e depois se livrar deles.

O que mais me chamou a atenção no livro foi a narração de Lemony Snicket: lendo, é como se ele estivesse na sua frente, conversando com você e contando a história. A narrativa flui muito bem exatamente porque parece que o narrador vai interagindo com o leitor, com seu jeito irônico e único (por exemplo, as explicações de expressões/palavras usadas).

A história, mesmo não tendo nada de muito especial (em resumo perversidades do conde, que me fizeram ficar morrendo de pena dos irmãos azarados) manteve a minha atenção até terminar o livro (tanto que em uma tarde acabei). Adorei os irmãos Baudelaire e suas peculiaridades, creio que boas histórias serão contadas nos outros liros. É uma ótima diversão, e acho que ficará ainda melhor ao longo da série.
comentários(0)comente



Becky 15/12/2009

A primeira vez em que eu ouvi falar em "Desventuras em Série" foi quando eu tinha treze ou quatorze anos e a revista que eu estava lendo citava o autor como o novo "Rowling", ou seja, disse que "Desventuras em série" era o substituto de Harry Potter (e é porque a série HP ainda estava indo para o quinto livro).
É claro que a minha reação foi pensar: "NEEEEEEEEEEEEEEM", afinal, eu sou fã de carteirinha de Harry Potter, e na época então, eu li e reli os quatro livros já lançados dez vezes cada um em uma semana. Sem brincadeira. Eu comia os livros no café da manhã. E por causa dessa minha bitolagem escrota eu resolvi que não leria "Desventuras em Série" (coisa de criança, sabe como é...)
Por fim, alguns aninhos depois, lançaram o filme, ao qual eu assisti e gostei e até tenho o DVD original (PIRATARIA É CRIME!!!). Já deu para ver que eu quis ler o livro depois disso, e eu li. E sinceramente? Eu prefiro o filme. Não sei como puderam comparar com Harry Potter.
O livro não é ruim. Você morre de pena do fato que todos são jovens demais e desesperados demais para ter um lar para largar o péssimo destino inflingido a eles na casa do Conde Olaf (pelamordedeus, vai dizer que se você tivesse 14 anos e fosse obrigada a casar com um cara velho - pedofilia é crime também - e malvado você ia ficar em casa esperando a noite de núpcias?!). A verdade é que eu passei o livro inteiro esperando que eles tivessem coragem suficiente para lutarem contra o destino ao invés de irem com a maré. Me arrependi. Gastei meus pensamentos positivos para nada. E eu DETESTO gente burra de livro.
Eu com certeza teria fugido de casa depois que o Conde Olaf tivesse estapeado meu irmão e ameaçado a vida, não só a minha, como a de meus irmãos. PELAMORDEDEUS! Eles pedem para sofrer.
Tudo bem, dou o desconto que são jovens demais e muito inexperientes na vida. Vou terminar de ler a série inteira antes de declarar que é um livro que eu quero esquecer que li, ou se realmente é boa.
comentários(0)comente



Blog MDL 07/02/2016

Esse livro começa assim como todos os demais da coleção, dando o seguinte aviso: Se você, leitor, gosta de histórias alegres e animadas, recheadas de finais felizes, esse livro não é para você.

Começamos o livro conhecendo nossos protagonistas que se tornarão preciosidades ao longo de toda a trama: Violet Baudelaire é a mais velha dos três. Ela tem 14 anos de idade e é uma inventora, sendo responsável sempre por criar as mais diversas geringonças que ajudarão tanto ela quanto seus irmãos sempre. Klaus é o irmão do meio. Com 12 anos, ele tem uma memória incrível, sendo um leitor voraz e, pasmem, nunca se esquecendo de nenhuma palavra do que lê (Isso sou eu tendo crises de inveja)! Sunny, a mais jovem, é apenas um bebê que mal consegue falar, mas tem dentes extremamente afiados e tem como passatempo morder tudo que encontrar.

Nossos jovens protagonistas logo no começo se veem em uma situação triste, pois, em um passeio pela praia, sozinhos, são abordados pelo advogado da família, o Sr. Poe, que avisa às crianças sobre uma terrível tragédia: seus pais morreram em um incêndio que aconteceu em suas casas. Numa só tacada, eles não são apenas órfãos, mas também estão sem um lar.

Após uma curta estada com o Sr. Poe, eles são transferidos então para a casa do parente mais próximo, que também será tutor das crianças. Trata-se do Conde Olaf, que, diferente de um certo boneco de neve de uma famosa animação, é um vilão mau caráter e da pior estirpe.

Acontece que os pais Baudelaire eram donos de uma grande fortuna, que poderá ser utilizada pelos irmãos apenas quando estes atingirem a maior idade. Porém, nosso persistente vilão fará de todo o possível para que essa fortuna passe para ele, em prol de seus objetivos mais obscuros.

Como plano inicial, sob sua tutela, Olaf e sua trupe de circo organizam uma peça de casamento, onde Violet seria a noive e o Conde, o noivo. Só que os jovens descobrem que, na verdade, os papéis do forjado casamento são verdadeiros e que, casando-se com Violet, o vilão poderá enfim ter acesso à fortuna Baudelaire. Cabe então aos jovens descobrir um meio de impedir essa cerimônia e mostrar ao mundo o verdadeiro caráter do mesquinho Conde.

O que falar dessa série que, no primeiro livro, me cativa de uma maneira tão incrível?

A começar pela joia de todo o livro, que são os personagens! Este primeiro livro tem um caráter introdutório, onde somos apresentados aos protagonistas, ao carismático vilão que amamos odiar, dentre demais personagens que estarão sempre nas histórias. Apesar de escrito de uma forma bem infantil, tanto os protagonistas como vilões e personagens secundários são bem caracterizados. Você tem medo do Olaf junto com as crianças, enquanto desbrava toda a aventura com elas, sorri quando a Juíza Strauss aparece e se ressente com o Sr. Poe.

Fora isso, temos um dos elementos mais incríveis, que é o narrador. Lemony Snicket é apenas um pseudônimo do verdadeiro autor, que é um narrador-personagem! Toda a trama, narrada por Snicket, na verdade são conjuntos de prova que o mesmo encontrou e envia ao seu editor. Ou seja, a história toda é um relato não de uma pessoa que esteve em tempo real com os personagens, mas sim de alguém que apurou dados sobre as situações! Além disso, o narrador é um dos melhores personagens, explicando expressões e palavras de uma maneira tão lúdica e incrível que eu me sentia uma criança e sorria muito quando sabia que ele ia se intrometer na história novamente.

Não o bastante, esse livro de meras 150 páginas e fontes grandes tem uma diagramação FANTÁSTICA e ilustrações belíssimas. Isso fora que cada livro traz uma crítica a diversas situações de nossa sociedade. O primeiro, por exemplo, faz uma crítica ao funcionamento das leis (matrimoniais e civis) e como essa pode acabar interferindo na vida de nossos pequeno heróis. É uma clara crítica às leis contraditórias e estranhas da sociedade, bem como nos mostra que as leis tem brechas, onde pessoas espertas podem burlá-las. O livro é uma sátira ao comportamento humano, nos mostrando como adultos podem ser cegos e tontos.

Diferente do que o narrador prega, o livro não vai te fazer chorar e querer cortar os pulsos, muito pelo contrário. Ele tem diversos alívios cômicos, mesmo o vilão te faz dar gargalhadas. Mas tenham em mente que nada dá certo na vida dos órfãos. Por mais provações que eles sofram, quando achamos que tudo irá melhorar, as coisas ou voltam à estaca zero, ou ficam bem piores. É um conto infantil, sem dúvidas, mas seus temas recorrentes são extremamente atuais e convém para a todos lerem.

Fica então a dica para aqueles que gostam de uma boa literatura infatojuvenil. Esse primeiro livro é uma aventura divertida e descontraída, que vai te prender desde e a primeira página. É um livro extremamente curto, que se pode ler em uma hora ou duas. A única coisa que se torna desafiante é não querer partir direto para o próximo, logo em seguida!

site: http://www.mundodoslivros.com/2016/01/resenha-desventuras-em-serie-mau-comeco.html
comentários(0)comente



319 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |