Crepúsculo Vermelho

Crepúsculo Vermelho Loreley Mckenzie




Resenhas - Crepúsculo Vermelho


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Blog MDL 13/09/2013

Vampiros vs. Rovdyrs
Megan é uma garota normal que vive com seus pais e seu irmão na pequena cidade de Red Leaves, como toda adolescente ela estuda e possui amigos fieis, porém, mesmo que minimante, algo a difere das demais, ela possui uma insônia intensa e profunda que a consome dia após dia fazendo-a esperar madrugadas inteiras por algo que nunca vem. Escondendo essa debilidade de todos, ela tenta viver do melhor jeito possível.

Contudo, sua vida pacata é virada de pernas para o ar quando o misterioso Simon entra na sua vida e a apresenta para um mundo desconhecido. Entretanto, as reviravoltas não param por aí, após um show inesquecível da banda de trash metal The Red Kings of Dark Paradise, ela se vê envolvida pelo charme poético, animalesco e enigmático de Bill, o belo líder da banda que esconde vários segredos que ela anseia por desvendar.

“Um amor impossível, capaz de tudo, que atravessou os séculos para se concretizar em nossos dias”.

Crepúsculo Vermelho possui um enredo bem desenvolvido e diferente de tudo que eu já li, além de apresentar aos leitores o mundo dos vampiros sobre uma ótica totalmente nova, ele apresenta também novas criaturas, os rovdyrs, seres que convivem com o seu lado humano e animal todos os dias, e que nos põe a imaginar cada detalhe sobre eles e suas lendas enquanto a história nos é contada. Com relação aos elementos textuais, notei que em alguns momentos a autora se utiliza de algumas frases de efeito que me soaram um pouco forçadas, porque eu acho muito difícil você conhecer uma pessoa em uma semana e já amá-la loucamente, para mim esta fase ainda é de encantamento onde ambos ainda estão se conhecendo, mas não é nada demasiado, até porque Laura tem uma escrita bem ágil e não fica estendendo o assunto até não poder mais.

Os personagens são um caso a parte. Eles possuem características bem definidas e são do tipo ame ou odeie. Como tantas leitoras fiquei super dividida entre Simon e Bill, e sei que se estivesse no lugar da Megan estaria sofrendo como ela, porque gente, imagina ter que escolher entre um garoto lindo que sofre de amor por você, faz de tudo para protegê-la e está sempre ao seu lado quando você precisa e um cara charmoso, romântico, protetor (e que ainda por cima é vocalista, compositor e roqueiro!) e que parece ter saído exatamente pronto dos seus sonhos? É, gente... é difícil! Mas a história não se resume apenas aos três protagonistas, há ainda a Alice que é super amiga da Megan e acima de tudo, é fiel a essa amizade (qualidade que eu admiro muito, pois odeio pessoas e personagens traíras), e os demais integrantes da banda que são todos carismáticos e com personalidades bem acentuadas que nos fazem suspirar sempre que entram em cena.

A escrita do texto é leve e despretensiosa, nela não há palavras rebuscadas que você vai ter que recorrer ao dicionário para poder entender. A narrativa passa por alguns pontos de vista distintos e é descrito em primeira pessoa, o que facilita e muito na hora de conhecer os personagens. Contudo, a revisão do livro pecou demais na preparação desse texto, por vezes eu me deparei com algumas coisas que me deixaram realmente chateada, pois fiquei sem entender quais os motivos que levaram a editora a não ter o cuidado de revisar o livro, aparar as pontas soltas e polir a história de modo que ela ficasse mais bem apresentável ao leitor. O design da capa leva os leitores a praticamente discutirem o sexo dos anjos, há quem ame e quem deteste, eu particularmente não nutro nenhum sentimento forte a respeito dela, mas pelo sim, pelo não, gosto da forma como eles retrataram o Simon.

[...]

Em suma o que posso dizer a vocês é que Crepúsculo Vermelho é um bom livro e que vale a pena ser lido. Estou torcendo muito para que o terceiro volume da saga seja publicado o quanto antes e que um dia toda a Saga Red Kings ganhe uma nova edição, dessa vez mais caprichada como ela merece.

site: http://www.mundodoslivros.com/2012/07/resenha-crepusculo-vermelho.html
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Silvana Barbosa 19/01/2013

Sobre vampiros criados no Brasil
O livro da brasileira Laura Elias é uma grata surpresa , afinal vampiros e seu charme sempre se tornam um assunto e tanto ! Claro que há a semelhança com a série "Crepúsculo" , o mesmo apelo teen e os belos sugadores de sangue . Os protagonistas desta trilogia , no entanto , são de uma raça diferente , que não tem por hábito morder humanos . Lógico que , conforme a história avança , acabamos encontrando alguns vampiros do tipo tradicional , e outros seres fantásticos que a autora nos apresenta . O livro é narrado na primeira pessoa , o que nos ajuda bem a ver como a heroína Megan é tão menina , e presa fácil para os bonitões e simpáticos Simon e Bill , seres carismáticos de mais de duzentos anos de existência ,que disputam seu afeto e deixam as pobres leitoras com coração na mão sem saber direito por qual dos mordedores bonzinhos torcer . Creio que mesmo quem não tenha a mesma faixa etária alvo desse tipo de romance , ficará curiosa para saber o que acontece depois da primeira história . Recomendo a leitura!
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Ligia Paulino 01/11/2012

Nossa, eu sou suspeita a falar da obra da Laura, e como venho falando (não custa nada lembrar) estou me surpreendendo cada vez mais com os nossos autores brasileiros.

Porque sou suspeita a falar da obra? Bem, sou mais que apaixonada pelos livros da Saga Twilight ( que aqui no Brasil é a Saga Crepúsculo) pois é Vampiros *-*, mas não pense em comparar uma saga com a outra. Nem pense em dizer que é a mesma coisa porque não é.

Laura nos mostra que a imaginação não tem limites (e quem disse que se dá limites a imaginação?), com uma obra surpreendentemente mágica, romântica e com bastante suspense. A Laura nos conquista a cada capitulo que se passa no decorrer do livro, eu não conseguia largar o livro de maneira alguma quando tinha um tempo livre para ler =)

Assim que recebi o livro, eu queria cada vez mais que a minha fila de livros andasse o mais rápido possível para chegar nele e chegou \o/... Na contra-capa diz que se você é apaixonado pela saga Crepúsculo não pode deixar de ler Crepúsculo Vermelho, e eu concordo. Em Crepusculo Vermelho os personagens são tão intensos e apaixonantes como de Crepúsculo.

A mitologia com que a Laura criou os seus personagens é diferente dos livros de vampiros que já li, não tinha lido ate hoje nenhum com as características que ela nos passa na obra. Um ponto forte para o livro e que eu adorei foi as escolhas da músicas, Laura você mandou super bem!

E quando chegou ao final do livro? Nossa fiquei triste por ter acabado, mas ai a minha alegria voltou pois não esperarei muito para ler o segundo volume pois ele já foi lançado.

Link da resenha no blog - http://www.ligiaeseumundo.com/2010/09/resenha-red-kings-crepusculo-vermelhor.html
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Elis 14/10/2012

Resenha completa: http://amagiareal.blogspot.com.br/2012/10/crepusculo-vermelho-laura-elias.html

Aqui conhecemos Megan uma jovem com 17 anos, que se apaixona por um colega novo de escola, e quando vê, está apaixonada também por um astro do rock, os dois tem algo em comum que é revelado no decorrer das páginas, nos mostrando os motivos de muitas situações. Iremos nos apaixonar por Simon e por Bill, pois são dois homens disputando o amor dela, uma garota corajosa e única, que enfrenta tudo de frente. Gostei muito da personalidade da personagem e a sua preocupação com as pessoas que ama. Vemos um clima familiar e de amizade que nos toca, e nos dá uma desculpa para a ausência de sua família enquanto ela passa por momentos tensos.

Apesar da semelhança com outros livros, ele tem sua história própria e bem construída, as fãs de crepúsculo realmente não podem perder essa leitura, já que ficamos órfãos da série, nada melhor que viver algo um pouco parecido com personagens diferentes, situações diversificadas e em outro local.

Meus parabéns a Laura Elias, que conseguiu me prender em sua obra madrugada adentro, e me deixou a ponto de pensar em pegar o segundo volume e engatar em seguida. Apreciei muitos as bandas citadas, por conhece-las e lembrar de cada uma, a cada vez que eram comentadas ou cantadas, por me levar a entrar na cena e me imaginar no local vivendo tanto os momentos lindos, como os aflitos.

Nota 10!!!
Beijokas Elis!!
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Juh Sutti 30/08/2012

Livros e blablablá - http://www.livroseblablabla.com/
Antes mais nada preciso dizer que sim, o livro tem muito da série Crepúsculo de Sthepenie Meyer, seria mentira se eu dissesse que não, mas isso é apenas no começo, depois você percebe que Laura pode sim ter se inspirado na saga (não afirmo que tenha, não perguntei isso a ela), mas que ela tem muita competência para criar uma nova mitologia e dar um rumo diferente a sua história.
O livro é narrado em primeira pessoa por Megan, mas no final ou no começo de cada capitulo quem narra é Bill, como se ele estivesse escrevendo em seu diário. Acho fofo isso de misturar os pontos de vistas, temos uma visão melhor da historia.
Gostei de Megan, não a achei uma personagem bobinha e cheia de mimimi, está certo que ela chora demais rs... Mas na situação dela pode ter certeza que eu também choraria. Quando eu percebi que ela se apaixona por um e logo se apaixona por outro me irritei, não sou chegada em triângulos amorosos, mas ai eu entendi o porquê e minha irritação passou bem rápido. Simon é um fofo, mas Bill tem lugar cativo no meu coração, ele toca violão e canta para ela *-* Não tem como não amar, já que meu marido faz a mesma coisa.
A mitologia dos rovdyrs eu achei brilhante! O fato de que eles vieram antes dos vampiros é genial. E também, eles se apaixonarem e se manterem fiéis à vida toda me ganhou ainda mais! Tá eu admito que sou mega romântica.
Um ponto forte que devo ressaltar são as citações musicais em todo o livro, muitas músicas são citadas, e músicas ótimas! Eu me via procurando a música para ler ouvindo rs... Achei isso muito bom!
Porém, nem tudo são flores, o que não tenho que reclamar da história ou narrativa eu tenho que reclamar da edição. Existem muitos erros de gramática, e parece que em alguns momentos as fontes do texto são diferentes! A imagem da capa não é feia, mas achei que ela foi mal retocada, um exagero de photoshop sabe?
Pela qualidade da escrita de Laura Elias eu acredito que ela merecia uma edição melhor, em um papel melhor. Um capricho maior por parte da Editora.
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Sanzinha 25/08/2012

Adorei!
Mais um super livro de romance sobrenatural. E nacional!
Ao ler a sinopse, a gente já imagina que é aquela velha história de sempre: Garota meio monga do ensino médio, que se apaixona pelo aluno misterioso e, mais tarde, ela vem a descobrir que ele é um vampiro/demônio/anjo caído/fantasma ou demais espécies não humanas... rs.

Mas isso não é verdade. Megan, diferente de Bella, é independente, esperta e adora curtir a vida com os amigos (Twilight fans, não fiquem bravos comigo, eu também amo a série e sou super fã!).

Muito bem, vamos à resenha.

Megan Grey é uma jovem estudante que mora em Red Leaves com seus pais e seu irmão caçula. Suas melhores amigas são Sarah e Alice.
Ela poderia dizer que sua vida era como a de qualquer garota de 17 anos, não fossem as coisas estranhas que começaram a acontecer. Primeiro, Megan começa a passar por frequentes períodos de insônia (sei bem o que é isso). Depois, durante o pouco tempo que dorme, ela começa a ouvir vozes que chamam por ela e pensa que está ficando louca.

Nesse ínterim, chega um novo e misterioso garoto na escola: Simon Blackwell. Obviamente ele é lindo e tudo o mais que uma garota poderia querer e até mesmo Megan, que não acreditava no amor, sentiu-se estranhamente atraída pelo rapaz.
A coisa é tão intensa e arrebatadora – para ambos – que se apaixonam logo de cara e a partir daí, a paixão toma conta dos dois (o que aconteceu muito rápido, devo dizer). Megan, fascinada por Simon, sente-se nas nuvens em sua presença e fica sem ar, totalmente envolvida por ele. Porém, quando Simon está longe, ela fica agoniada, triste, como se tivessem lhe arrancado parte si.

Perturbada com esse estranho sentimento arrebatador, Megan começa a investigar, descobre que Simon é um vampiro e o encosta na parede, querendo que ele lhe diga tudo a respeito de sua vida. É aí que ela toma conhecimento sobre os Rodvyrs, uma espécie diferente de vampiros.

Enquanto isso, um show da banda The Red Kings of Dark Paradise está para acontecer e os adolescentes da cidade estão agitadíssimos! Megan, Sarah e Alice correm para garantir o seu ingresso. Mais tarde, Megan é acometida de uma estranha febre e vai parar no hospital.

Quando Megan volta pra casa, fica sabendo que Simon sumiu por uns tempos, sem explicar muita coisa. Ela fica desolada... até o dia do show.

Ao deparar-se com Bill Stone, o vocalista da banda, Simon vira passado, cai no esquecimento. A sensação de Megan é que ela já conhece Bill há muito, muito tempo... e o olhar dele pra ela... Aff! Até eu fiquei sem fôlego... Socorro!
O que Megan não sabia, é que Bill também é um Rodvyr!

Tem início, então, um triângulo amoroso. De um lado, Simon, que acabou por se apaixonar por Megan no instante em que a viu, mas que tem ciência de que o amor deles é impossível. De outro, Bill, que há séculos procura por ela, com seu jeito cuidadoso, gentil e romântico, que fará de tudo pra que nada o separe de sua amada novamente (sim, foi o que eu disse, NOVAMENTE!).

A partir daí, Megan descobre que tudo aquilo que ela julgava não passar de lendas é muito mais real do que ela imaginava e se vê em meio a uma batalha entre vampiros e rodvyrs.

Gente, a história é muito boa e super envolvente! Quem gostou de Crepúsculo, com certeza ficará fã da série de Laura Elias também. No começo do livro a gente encontra certa semelhança, sim, com as séries de romance sobrenatural que temos visto por aí, mas depois disso o estilo é totalmente independente. Uma nova espécie de vampiros é criada e tudo se desenvolve de maneira bem diferente da que estamos acostumados a ler até agora. Sem contar que somos presenteados com uma trilha sonora incrível! A cada novo capítulo, Laura o inicia com o trecho de uma música que tem a ver com o drama do momento. Muito legal!

Os pecados do livro não se encontram na história, mas sim na sua edição.
Eu acho que a Editora Mythos poderia ter sido muito mais atenciosa com o livro e ter dispensado a ele um cuidado maior, pois além dos erros ortográficos, o papel e a capa deixaram a desejar, o que eu achei uma injustiça.
Mas apesar disso, eu dou 5 estrelas pro livro mesmo assim, porque é MUITO BOM! Torço muito pra ver os livros de Laura com uma segunda edição, muito melhor que a primeira!

Termino este post dizendo que Laura Elias é fantástica e que eu devorei os dois livros em 3 dias! (Digo dois porque também já li Lua Negra, que estará na resenha seguinte a esta)
Os personagens são cativantes, principalmente os que compõem a banda. A história é recheada de romance, aventura e suspense e a gente simplesmente não consegue parar de ler enquanto o fim não chega. Estou ansiosíssima pra ler o terceiro livro!

Recomendadíssimo.
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Carla 06/05/2012

Crepúsculo Vermelho [Sonho de Reflexão]
Vocês já devem ter lido livros do gênero sobrenatural, com vampiros, metamorfos, misticismo, poderes extraordinários, telepatia, enfim... com muito romance, suspense, ação, aventura e, é claro, muitos mistérios. Isso soa familiar?!

Para quem leu a saga "Crepúsculo", da Stephenie Meyer, e "Sussurro", da Becca Fitzpatrick, sabe do que estou falando, mas as semelhanças param por aí, porque em Crepúsculo Vermelho, o primeiro livro da trilogia da Saga Red Kings, criada pela autora brasileira Laura Elias, mostra um universo completamente diferente de todas as séries sobre vampiros que estamos acostumadas a ler ou a assistir pela televisão.

(...) Posso dizer a vocês que esse livro é tão bom, mas tão bom, que li-o juntamente com o segundo volume da trilogia, "Lua Negra", em apenas uma semana!!! Mas "Lua Negra" deixarei para o próximo post.

A autora foi de uma genialidade e inovou nesse tema com uma mistura de novas raças de vampiros contendo todos os ingredientes presentes nos temas sobrenaturais e criou personagens fantásticos, cativantes, assustadores e, como não podia deixar de ser, alguns deles apaixonantes! Achei isso maravilhoso!!!

(...)

Apesar de ter apenas dezessete anos, Megan Grey é uma jovem esperta, forte e, apesar da aparente delicadeza e fragilidade, é uma garota decidida, inteligente, sem qualquer juízo, teimosa e obstinada. Vive na cidadezinha de Red Leaves, quase na fronteira do Canadá, uma vida normal, sossegada e relativamente feliz ao lado da família, dos amigos, mesmo vivendo os conflitos e problemas normais tão comuns na vida de todo adolescente.

Todos os seus amigos estão em polvorosa com o show iminente da banda de rock Red Kings of Dark Paradise, composta por seis lindos integrantes que mistura metal pesado e hard com toques melódicos, exceto ela que do nada vem sendo acometida por uma insônia persistente, com a sensação de estar esperando algo ou alguém. Apesar do ataque de sonambulismo, ela tem plena consciência do que está fazendo, mas não sabe o porquê disso. Desde então, isso ocorre com uma frequência assustadora e misteriosa, o que deixa Megan cansada e profundamente abatida, ou melhor, um zumbi.

O mais estranho ainda é que em um determinado dia, ela é internada acometida por uma febre altíssima juntamente com o misterioso líder da banda Red Kings, Bill Stone (esse nome me lembrou uma mistura de Bill Compton, da série 'True Blood' com a banda Rolling Stones). A partir daí, a jovem começa a ter sonhos tão vívidos, que parecem reais e, além disso, começa a ouvir vozes falando com ela dentro de sua cabeça, mas não é uma voz qualquer, é uma voz doce, suave e aveludada. Completamente assustada, Megan não sabe o que fazer e porque isso inexplicavelmente vem acontecendo constantemente.

Mal ela sabia que seria a chave de redenção para a paz entre os clãs de vampiros, já que eles não passavam de frutos da imaginação e crendice popular.

Depois de recuperada, Megan volta à escola e tem sua vida virada de cabeça pra baixo com a chegada de um novo aluno, que veio da Inglaterra: Simon Blackwell, que é lindo, charmoso, sedutor, misterioso e tem os olhos avermelhados. Com um sorriso perfeito, lábios vermelhos e carnudos, sua voz é aveludada, suave, modulada, sedutora, com um timbre que emana força e masculinidade e que, ao mesmo tempo, traz aconchego e conforto.

Megan, que nunca apaixonou-se, sentia-se completamente desconfortável perto dele, mas ele tinha algo que a atraía, mas que, quando afastava-se, causava-lhe abstinência, deixando-a com uma tristeza profunda.

"Como o simples olhar de um garoto idiota, que eu mal conhecia, pode mexer tanto comigo? E por que ele tinha de ser tão insuportavelmente maravilhoso?"

Sua vida fica totalmente desconstruída com a presença de Simon e, quando ela percebe coisas estranhas nele, decide averiguar mais a fundo isso e a verdade cai como uma bomba sobre ela, mas os dois apaixonam-se um pelo outro. (Não sei como a Megan teve tanta audácia e coragem de ficar perto dele! Será que eu teria?! Acho que não). Em busca de um assassino e com o intuito de proteger sua amada, Simon decide afastar-se depois de uma "briga" com Megan, que fica arrasada e inconsolável!

Finalmente, chega o dia do show da famosa banda de rock Red Kings of Dark Paradise, deixando a vida de Megan ainda mais conturbada, porque ela acaba conhecendo o misterioso Bill Stone, o fascinante vocalista e vê seu coração ser arrebatado pelos hipnóticos olhos azuis do cantor. Fica fascinada com sua voz e a reconhece de imediato através das músicas e eles tornam-se um único ser, fundidos para sempre. (Nesse momento da história, eu fiquei matutando: "Como a Megan pode esquecer o Simon tão rapidamente e ficar fascinada pelo Bill?!" Mas, fiquei deslumbrada no decorrer da história, principalmente, em "Lua Negra" como os segredos vão sendo desvendados e as coisas começam a encaixar-se!!! Mas isso são outros quinhentos...)

Durante o show, ele dedica uma canção a alguém que foi muito especial em sua vida, que o fez revirar céus e terras, cuja ausência o fez querer morrer vezes sem-fim, porque ele buscou essa pessoa que era sua alma gêmea por muito tempo, mas, ao que tudo indica, parece que houve uma forte conexão entre ele e Megan. (Mas você terá que ler o livro para saber do que realmente estou falando, mas essa é uma das partes mais lindas do livro. Queria eu estar no lugar da Megan ouvindo meu grande ídolo cantar só para mim! Quem não sonharia?!).

"(...) sua voz soou aveludada e sedutora como em meus delírios e sonhos. Ele se curvou em minha direção e senti que ia me beijar. Meu coração batia feito louco. Seus lábios estavam a centímetros dos meus e suas mãos seguravam meu rosto com gentileza, mas eu podia sentir a força que emanava delas."

E, ao contrário de Simon, Bill não causa abstinência em Megan, só a deixa flutuando nas nuvens, na lua, no céu, nas estrelas. Ai, meu Deus! (risos).

Só que, em meio a tudo isso, há um grande problema: nem Simon nem Bill são humanos. Eles pertencem a uma raça desconhecida, os rovdyrs, que há milênios habita nosso planeta em segredo. Dotados de força e capacidades inimagináveis, esses seres caçam vampiros, se alimentam de animais, são monogâmicos e fiéis, porque casamentos inter-raciais são proibidos, tem um forte laço familiar, não podem se envolver com humanos e veem o amor como uma eterna maldição.

Contrariando as estritas leis rovdyrs, Bill e Simon - inimigos declarados - apaixonam-se por Megan e essa doce e sombria história de amor a faz cair nas garras de um vampiro cruel e vingativo. Correndo contra o tempo, Bill consegue resgatá-la... mas para salvar a vida da amada ele é obrigado a lhe dar grande quantidade de seu sangue.

A partir de então, a vida de Megan nunca mais será a mesma, pois o sangue que a salvou é o mesmo que a amaldiçoou para sempre.

E isso só acarretará uma grande guerra e disputa entre os clãs de vampiros e rovdyrs com muita aventura, ação, adrenalina, suspense e um romance sobrenatural eletrizante que transcende o tempo e o espaço!!!

Além de ser lindo, Bill é generoso, carinhoso, meigo, atencioso, protetor, gentil, altruísta, inteligente, decente, rico, famoso, com um corpo escultural, sedutor... enfim, a autora soube muito bem como criar um personagem masculino com todas as qualidades e características que nós, simples mortais, idealizamos em um homem!!! Bill é tudo isso e muito mais, pena que é um rovdyr! (risos).

Em muitos momentos do livro, fiquei dividida entre o Bill e o Simon. (Lembrei-me muito da série televisiva "True Blood" com a Sookie dividida entre o Bill e o Eric). Essas garotas tem muita sorte, só rodeadas de homens lindos!!! Oh, my God!!!

Adorei a Megan, que é uma personagem maravilhosa! Adorei as suas qualidades, como também as suas brincadeiras e provocações com os seus amigos da escola, com o Bill e a sua banda e o Simon. Eram divertidíssimas!!! Assim como a sua família, principalmente seu pai, que é um homem admirável e notável!

Seus amigos também são muito carismáticos, mas identifiquei-me mais com a Alice, que é uma fofa!

Além de tudo isso, há muitos momentos divertidíssimos, entre eles um diálogo entre Bill e Megan, que achei hilário:

"Ele me mandou seu infernal sorriso torto e eu o achei deslumbrantemente irreal. Ninguém podia ser tão bonito assim!
- Que foi? - perguntou.
- Nada, só estava pensando se não dói ser tão feio assim.
Ele gargalhou."

Além da história, a autora fez viajar-me na minha adolescência, através da trilha sonora impecável que o livro traz. Apesar de não ser fã de rock, sempre gostei muito de Bon Jovi, Guns N' Roses. Quando o Simon citou "November Rain" viajei no tempo!!! Adorava essa música e o clip musical então. Nossa! Perdi a conta de quantas vezes o vi!!! Muito obrigada, Laura por esse repertório fantástico!!! Gente, recomendo a todos vocês que ouçam as músicas durante a leitura, porque isso te dá uma experiência ainda mais fascinante e emocionante!!! Contagia sua alma!

Gostei das capas, especialmente a do "Lua Negra", mas não sei o que acontece que a nossa imaginação viaja e transporta-se no decorrer da história e nós acabamos idealizando um personagem completamente diferente. O mesmo ocorreu, quando li "Crepúsculo", da Stephenie Meyer. Idealizei o Edward de outra forma. Por isso, ressalto que no livro da Laura Elias, imagino a Megan e o Bill completamente diferentes do que ilustra a capa. Mas é muito bom sonhar, não é mesmo?! (risos).

A única exceção do livro é que faltou uma supervisão melhor na revisão, já que há erros ortográficos, ausência de palavras nas frases e alguns erros gramaticais. Esse tipo de coisa é lamentável! É uma pena, mas não há nada que prejudique ou interfira na história, que é excelente!

Quero agradecer muitíssimo à autora, porque através do seu livro me trouxe alguns momentos divertidos! Obrigada por ter me concedido a honra de conhecer essa obra inesquecível, preferencialmente nacional, que me proporcionou uma leitura profundamente envolvente e emocionante!

(...)

Confira esta e outras resenhas na íntegra no Sonho de Reflexão:

http://sonhodereflexao.blogspot.com/
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Talita 15/02/2012

Curti
Peguei para passar a tarde apenas, e achei a leitura bem leve, bem rapida tbm, nao e um livro enrolado.
Mais como sempre... tem aquilo que eu odeio, adolescentes choroes =.=
isso acaba comigo.. e torna o livro cansativo pra mim. Sera que autoras nao podem fazer uma adolescente nao tao criança, q nao chore por tudo ou se deslumbre demais =)

Tirando isso... gostei do Red'
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luzuanon.appromances 14/01/2012

http://www.apaixonadaporromances.com.br/

Uma tempestade de neve atinge a cidade Red Leaves, e não é um fenômeno da natureza... Essa ameaça atingirá a todos, os inimigos “terão que unir forças” Sem saber ainda o porquê, Megan foi salva pelos vampiros.
As revelações em “Lua Negra” são bem marcantes no sentido de que o leitor nunca as imaginaria, pelo menos, eu não estava esperando. Uma delas é o passado de Bill que vem à tona e, junto com ele, um “amigo” com feridas que jamais cicatrizaram.
Bill é corajoso, apaixonada e está determinado a enfrentar o desafio que esta por vir, esperara séculos para reencontrar Megan e por ela até aceita uma trégua, não é fácil, Rovdyr e vampiros juntos, mas é a única maneira de todos se salvaram.

Ele me abraçou e beijou.Suas presas saltaram e arranharam minha pele, mas eu estava em seus braços entregue e pronta para cruzar os malfitos kimites seguros...pág 63

Megan é impulsiva, está sempre se colando em perigo, mas não há dúvidas de que vai atrás do que quer. Ela precisa se forte e se preparar para enfrentar uma grande batalha, muitas reviravoltas e uma delas é falar para o Bill que anda sofrendo transformação e convencê-lo a não se sentir culpado foi graças a seu sangue que ela se salvou. Também é surpreendente quando Alice (amiga da Megan) revela quem ela realmente é.
Emoções nos aguardam em “Lua Negra”, o leitor entra na historia e se emociona junto com os personagens. Em mais um livro da Laura Elias, não somos apresentados a uma leitura cansativa, a narrativa flui muito bem, com certeza, valeu à pena ler, agora é torcer pela publicação do próximo livro.
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Alícia 22/12/2011

25 de Novembro de 2010
Já ouviu aquele ditado: “não julgue o livro pela capa”? Bem, para este livro eu uso além do “não julgue pela capa”, digo para que você não julgue pelo nome e muito menos pela sinopse e também não julgue pelo gênero ou pelo o que parece. Por que nada é o que parece, certo?

Ganhei esse livro (com a continuação, ‘Lua Negra’) numa participação de ultima hora no sorteio que o Psychobooks estava fazendo. Tipo, eu vi no twitter as meninas falando que faltavam 10 minutos pra terminar o sorteio, aí fui lá e me inscrevi. Daqui a pouco a Duda, do Girl Hooked On Books, abriu meu MSN para me dar parabéns, foi quando chegou o tweet do pessoal do Psychobooks dizendo que eu ganhei. Outra coisa sobre esse livro é que ele foi uma enrolação para chegar, hahaha, culpa minha.

Confesso que eu fiquei com muito preconceito com esse livro. Uma vez comentei no twitter assim: “Eu não conheço e tão pouco li, mas acho Crepúsculo Vermelho e Lua Negra copias de Crepúsculo e Lua Nova. Primeiro por que dos nomes, depois porque a capa de Lua Negra me lembra o Jacob e a Bella.” – Engulo minhas palavras, certo? A saga Red Kings (a quem pertence Crepúsculo Vermelho e Lua Negra) é muito boa e a historia não tem muito haver com Crepúsculo. “Não tem muito haver?” É, muito não tem não. Porque tem duas coisas parecidas: o tema, claro, e muitos diálogos. Leia só esse trechinho, somente o dialogo:

- 623 anos e 3 meses.
- Você é Leão? – perguntei contando os meses. – Faz sentido.
Eu sou Aquário. Será que é uma boa combinação?
Ele não entendeu.
- Seu signo, você é leonino?
[...]
- Você é inacreditável! Eu digo que tenho 623 anos e você pergunta meu signo? Você não esta chocada?

Então, Laura Elias, não me diga que nunca leu a saga Twilight, por que seria a mesma mentira horrível que a Stephanie conta quando diz que nunca leu um livro sobre vampiros. É, eu não acredito nisso.

Bom, Crepúsculo Vermelho fala sobre Megan, uma garota de 17 anos saudável que, do nada, começa a ter insônia. Ela acorda de madruga e não consegue dormir, até algumas horinhas antes do sol aparecer, mas pouco tempo depois ela acorda para o colégio. O que deixa ela num estado de zumbi (acho que todo internauta que estuda de manhã já passou por isso, haha). Ela tem duas amigas: Sarah, a “pra frente”, e Alice, a mais quietinha. Elas moram numa cidadezinha que é totalmente calma, até que a banda The Red Kings of Dark Paradise resolve fazer um show extra por ela. E é simplesmente a banda do momento, Sarah é louca por eles, mas Megan nunca ouviu uma música se quer e só vai por causa dos amigos.

Depois do alvoroço que foi para comprar os ingressos do show, que Megan tem uma febre muito alta e vai parar no hospital – ao mesmo tempo em que o vocalista da banda tem a mesma coisa. Depois de melhorar e a insônia passar, outra coisa vem para abalar a saúde de Megan: Simon Blackwell. O atraente novo aluno que vira a paixão de Sarah, mas ele quer saber é de Megan. Pare por aí, leitor, ele não é um vampiro, sei que é isso que você esta pensando. Subitamente Megan se apaixona por ele, simplesmente pelo fato dele estar apaixonado por ela e Megan descobre seus segredos.

Simon é um rovdyr. Ele não pode se relacionar com uma humana e sempre achou patético quando alguém de sua espécie acabava se apaixonando, mas agora era com ele que estava acontecendo isso. Ele estava apaixonado por uma humana, por Megan.

Vou confessar que acho Simon uma coisa muito linda, ta? Ele é muito fofo com a Megan e, no clímax da historia, ele enfrenta um vampiro – inimigo mortal – para salvar Megan, mas aí a Megan esta apaixonada, na verdade ela ama outra pessoa: Bill Stone, vocalista do Red Kings.

Bill e toda a banda também são rovdyrs. E são inimigos da família de Simon. Sem contar que Bill esteve procurando Megan por uma eternidade e quando finalmente encontrou-a, ambos descobriram estar ligados telepaticamente. Mas os inimigos de Bill não veem só da família Blackwell, agora os vampiros estão se juntando, raciocinando contra aqueles que sempre lhe caçaram. Bill era o caçador, os vampiros a caça, mas o jogo virou e agora Bill tem um ponto fraco e vital: Megan Grey.

É um livro totalmente eletrizante, viciante e, acima de tudo, com personagens ótimos. Certo de que eu não gosto muito da Megan no inicio, ela só chora. D: Do nada a guria começa a chorar. Mais ao desenrolar, ela se mostra uma ótima personagem e, quando esta junto com Bill, mais ainda. Eles são muito cativantes e engraçados.

Repito: NÃO JULGUE, LEIA. Você não sabe o quão bom é este livro até ter lido, acredite.
Mal vejo a hora de começar Lua Negra.
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Morenalilica 18/11/2011

Semelhante, mas não igual =)
Bem, complicado dizer o que achei desse livro. Eu não estava muito na “vibe” sobrenatural, rs, vinha da leitura de um romance denso (e tenso!) e o romance da Laura Elias é muito diverso da leitura que eu tinha terminado naqueles dias.
O livro trata do amor de Megan, uma garota de 17 anos por Bill, um ser sobrenatural, líder de uma banda de rock, que se alimenta de sangue. Até aí, você poderia dizer que não tem nenhuma novidade, aliás, nós já lemos livros bem parecidos ultimamente né, rs. Mas a autora nos traz uma nova categoria de ser sobrenatural, os rovdyrs, que eu não vou explicar o que são, ok? Não conto spoilers nem sob ameaça!
Gostei bastante da narrativa direta e com vocabulário simples, do nosso cotidiano. A Laura fala muito de músicas e bandas de rock, muitas delas do meu tempinho bom de adolescente, como Bon Jovi, por exemplo, inclusive com alguns trechos das músicas e sua tradução.
A narrativa tem uma boa dose de romance, cenas quentes e suspense. Tem sequências muito boas onde a ação toma conta e dá pra gente se aventurar imaginando o que poderá acontecer. A luta entre clãs de criaturas rivais também tem um lugar na trama de Laura Elias, inclusive com um quase triângulo amoroso.
Notei, durante a leitura, alguns erros de impressão, mas que em nada atrapalham a história ;)
Espero ansiosa pela sequência da história, Lua Negra, que também faz parte desse BookTour =D
Crepúsculo Vermelho é um bom livro, recomendo ^^

Resenha originalmente postada em http://doceinsensatez.com/blog/?p=1357
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Marcia-Rios 17/08/2011

Red Kings
Mais uma vez fui agradavelmente presenteada com uma história da Laura, se você pensa que lerá uma cópia de CREPÚSCULO esqueça rs.

Ainda estou sob os efeitos da “dilicia” que é o Bill (Simon que me desculpe, mas Bill Stone é fundamental).

Megan é uma jovem estudante de 17 anos, apaixonada por Rock, não acredita em amor a primeira vista, almas gêmeas e aprendeu com os seus pais “que a única maneira de se viver a vida é olhando para frente, que o passado nos dá experiência, mas que devemos deixá-lo passar” (esse é o meu lema), e quando seu pai iniciava uma frase com “Bom” e sua mãe com “Chocolate Quente” indicava problemas, até aqui tudo perfeitamente normal e tranquilo porém ao conhecer Simon e Bill tudo mudou…

Simon Blackwell, novo aluno da sua escola vindo diretamente da Inglaterra com um sorriso encantador, lábios vermelhos e carnudos, rosto quadrado e olhos…vermelhos, que sempre ao se afastar causava o que Megan chamava de crise de abstinência, dor e uma insuportável vontade de ter os seus olhos inflamando seu corpo…assim Megan se apaixonou a primeira vista…

Bill (suspiros) Stone, líder da banda de rock Red Kings, alto, andar felino carregado de sensualidade, cabelos pretos longos lisos, lindos olhos azuis que se tornam brancos e brilhantes, que trazia encantamento e felicidade a sua vida, que a cada palavra dita ou cantada, traduziu toda a beleza do seu amor… Megan esta perdidamente apaixonada por esse homem e nada mais importava na vida…ele era sua alma gêmea.

Nessa montanha russa de sentimentos Simon, Bill, Simon, Bill descobrimos dois inimigos (pelas circunstâncias) apaixonados pela mesma menina. Uma menina encantadora, engraçada, inteligente, astuta, corajosa que não se abala ao descobrir os mistérios que envolvem esses dois “homens incomuns”, mas o maior inimigo ainda estava por aparecer.

Uma história envolvente, enigmática, misteriosa que surpreende e apaixona do começo ao fim.
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Rose 05/09/2011minha estante
Depois da tua resenha, fiquei com vontade de ler este livro!




Dress@ 16/08/2011

Hummm sinceramente não vi nenhuma graça nesse livro, em momento algum achei fofinho, legal nem NADA rs.
Achei muito parecido com a Série Crepusculo que na minha opinião ja enjuou um pouco desse mela mela rs, mas há quem vá concordar ou descordar de mim!!!!

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Sam 08/07/2011

Ok! Mais um livro de vampiros... sei que nós estamos completamente saturados de livros sobre o tema vampirico, mas esse 1º livro da serie Red Kings da Laura Elias foge um pouco dos livros de vampiro que estão ai bombando no mercado.... É uma estória de amor como em Crepúsculo? Sim, é uma estória de amor, mas não aquela coisa insossa como crepúsculo (me desculpem os fãs da série) é uma estória cheia de desejo e sensações voluptuosas...

Pra começar a autora nos apresenta não apenas um vampiro, mas um rovdyrs, seres superiores aos vampiros, que não se alimentam de sangue humana e são exímios caçadores de vampiros, que nessa estória são retratados como seres bestiais que se alimentam de sangue humano. A estória de Megan é alucinante, uma garota normal de 17 anos, que vê sua vida de pernas pro ar quando tem seu coração dividido entre o amor de 2 rovdyrs, Simon e Bill Stone... Seria maravilhoso 2 "homens" apaixonados por ela, se não fosse o único detalhe de que p/ os rovdyrs o amor é uma maldição. Li uma resenha que dizia que a estória desse 1º livro é meio morta, sem muita emoção... Mas eu achei completamente ao contrario, claro que por ser o 1º livro da saga ele precisa contar com mais detalhes a estória. Eu pelo menos fiquei apaixonada pelo livro, li rapidinho em 2 dias, louca pra saber mais detalhes e desvendar os segredos da estória... Há muitos segredos na estória, alguns são óbvios de sacar; outros são difíceis de acreditar que vc não sacou, nem ao menos percebeu... Fora que a relação da Megan com Bill é muito intensa, você é levada no turbilhão de sentimentos e sensações que a autora narra... Eu gostei muito do livro e li correndo a continuação Lua Negra...
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Mirela L. 03/07/2011

Resenha que eu fiz para o Inteiramente Diva
Ain, acho difícil resenhar um livro quando gosto muito, fico empolgada, querendo escrever um monte de coisas que não posso [spoiler, jamais! ha õ/]… Mas eu vou tentar passar pelo menos um pouquinho das sensações que eu tive quando li Crepúsculo Vermelho.

Mais uma vez, Laura me fez passar por um monte de emoções e achismos [quem leu minha resenha de Depois daquela Festa sabe do que eu tô falando]. Tô percebendo que o forte da autora é nos colocar diversos enigmas, fazer com que o leitor tenha suas próprias convicções e sempre se surpreenda. Laura, você é mestra nisso! \o/

Megan é uma adolescente aparentemente normal, que frequenta o colegial e tem duas amigas. Mas sua vida dá ‘aquela sacudida’ quando Simon Blackwell [seu fofo *-*] aparece em sua escola como aluno transferido e quando em sua cidade, a banda The Red Kings of Dark Paradise faz um show. Bill Stone [se escutarem suspiros, são os meus okay?! rs.] é o vocalista da tal banda de rock. Ele é um deus - misterioso - na terra, rs. [como eu amo enigmáticos!] E também é diferente… Bem diferente! No fim das contas Megan terá sua rotina virada de cabeça pra baixo e se encontrará em perigo constante.

O leitor se vê imerso em um emaranhado de emoções por conta do rumo que a estória toma. São pontos soltos que acabam se unindo e surpreendendo o leitor. Além de que os personagens são super bem escritos, a narrativa é simples, e os fatos e as dúvidas prendem o leitor até o fim (Qual o mistério que ronda o passado de Megan?). Mesmo com as semelhanças com Crepúsculo, leiam sem pré-conceitos. O livro tem semelhanças sim, mas tem diferenças que fazem a diferença \o/

Como a história envolve uma banda de rock, o livro tem MUITA música boa, e cada uma se encaixa perfeitamente em cada situação descrita pela Laura *-*

Por fim, só tenho a acrescentar que AMEI muito! E que a Laura judiou criando um personagem tão perfeito como o Bill! Ele cantando aquelas músicas naquelas circunstâncias é pra matar viu?! :D~

“Houve um momento no qual eu sabia que ela também havia sentido que fomos absolutamente um do outro, em que nada mais nos importou no mundo [...]. O beijo que quase aconteceu, a voz dela dizendo que não queria ir, o olhar carregado de brilho e expectativa, a alegria mesclada com a ansiedade por um segundo encontro... Deus, eu havia sido finalmente abençoado com um pouco de alegria? – Bill”

Crepúsculo Vermelho é o primeiro livro da série Red Kings :)


[http://inteiramentediva.blogspot.com]
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