As Primeiras Quinze Vidas de Harry August

As Primeiras Quinze Vidas de Harry August Claire North




Resenhas - As Primeiras Quinze Vidas de Harry August


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Nanda 16/04/2020

"A complexidade deve ser seu pretexto pra não agir"
Esse libro tem de tudo, além de fatos imersos em acontecimentos históricos, o personagem reune emoções que estão gritando o tempo inteiro.
Me vi em Harry diversas vezes. Em todas as vidas há, sobretudo, uma preocupação com o que vai acontecer com o próximo. A relação conflituosa com os pais, o cuidado com a mãe, as amizades, os amores, Harry tem chances em todas as vidas e em todas as vidas comete erros inevitáveis.
A narrativa é incrivel e a autora faz uns flashbacks de falas maravilhosos. Foi brilhante viajar por todas as vidas de Harry.
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Chdaniely13 09/03/2020

Harry August é um homem que já teve diversas vidas.
Ele nasce, morre, nasce novamente e sempre se lembra de tudo que passou nas vidas anteriores.
O livro conta sobre suas primeiras quinze vidas.

Essa leitura foi cheia de altos e baixos.
Teve momentos em que a leitura era agradável e momentos que era totalmente arrastada.
Não me agradou por completo.
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Beatriz 11/05/2017

O livro mais intrigante que você pode achar sobre o ciclo da vida
Este livro que lhe trago hoje, recebi em parceria com o Grupo Record Editorial, não poderia ter começado essa parceria de jeito melhor. Demorei um tempo maior para refletir sobre o livro e escrever esta resenha para você, do que para ler o livro realmente, e olha que é um #*[email protected] livro hein! Entretanto ainda não sei como escrever de forma clara então resolvi dissecar a sinopse, um jeito pouco ortodoxo de resenhar. Vamos lá então!

Certas histórias não podem ser contadas em uma única vida. Eu realmente passei a concordar com isso quando descobri a trama criada por Claire North. Bem, tudo começa com Harry está no leito de morte. Outra vez. Não importa o que faça ou que decisões tome: toda vez que ele morre, volta para onde começou; uma criança com a memória de todo o conhecimento de uma vida vivida diversas vezes.

Um dos motivos de eu resolver usar esse formato de resenha é para explicar esse fato tão simples que eu tenho tanta dificuldade. O livro vai tratar sobre uma reencarnação, porém de um jeito mais ficção cientifica. Onde religião e crenças são deixadas de lado e as buscas e reflexões que ocorrem são cientificas e filosóficas. E tudo é tão real que eu me peguei olhando a orelha do livro e pesquisando a mente por trás dessa história. Ela tinha apenas 28 anos quando publicou esse livro e sério. É surpreendente e original de um jeito que me deixou nas nuvens, com aquele sentimento de ler um livro “obra de arte” que é ótimo e bem escrito.

As vidas de Harry são extremamente bem ambientadas, ele nasce sempre em Londres em 1919 e vive até os anos 2000. Como o próprio titulo já diz ele vive 15 vidas, e são 15 vidas totalmente diferentes em vários lugares com vários propósitos. Um mundo onde os fatos são previsíveis, como os resultados das corridas de cavalo, quando a guerra vai eclodir, quem vai matar quem, quando vai chover, quem vai nascer etc. Nada nunca muda… até agora. Ele está perto da décima primeira morte quando uma garotinha de 7 anos se aproxima da cama: “Quase perdi você, doutor August. Eu preciso enviar uma mensagem de volta no tempo. O mundo está acabando, como sempre. Mas o fim está chegando cada vez mais rápido. Então, agora é com você.”

É engraçado pois o livro todo tem quase 1mil anos de duração, intercalando presente e passado. Mergulhando nas memorias perfeitas de Harry e avançando na história. Com cada parte bem escrita, de um jeito cômico que não pesa, muito pelo contrário, acrescenta a narrativa para te instigar a devorar o livro o mais rápido que puder.

Este livro conta a história do que Harry faz em seguida, do que fez antes, e do que faz para tentar salvar um passado inalterável e mudar um futuro inaceitável. É um livro sobre ficção cientifica, salvar o mundo, reflexão sobre a vida, sobre o ser humano, a memória e relações humanas.

Tem ótimos personagens, poucos levando em conta o período que a história acontece, temos um vilão quase que clichê. Entretanto em contra ponto temos um herói muito profundo, humano, inteligente ao extremo e como eu disse antes: um ótimo senso de humor. Onde o cotidiano peculiar da vida de um Oroboro, como relação com os pais, ações e decisões de vida e o enredo “fim do mundo”.

Recomendo esse livro para quem quer se aventurar em algo mais complexo, mergulhar em algo bem escrito, porém sem aqueles clichês que arrastam a massa a paixão e a idolatria de uma obra. É uma ficção cientifica para adultos, com temas mais sérios e tantos dados científicos que eu acabei boiando em uma ou duas partes, mas não interferiu na minha absorção do livro.

site: https://aquimerablog.wordpress.com
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TCN 08/04/2020

Impressionante!
Esse livro é cheio de voltas e surpresas. Passei horas pensando sobre esse universo que foi criado nesse livro. É envolvente e te surpreende do começo ao fim. Impossível começar a ler e não ficar interessado em descobrir logo o final.
Andrea 08/04/2020minha estante
Acredita que eu abandonei o livro? XD


TCN 08/04/2020minha estante
Sério ? Como é possível ? Se eu fosse você, eu tentava mais uma vez. Vale a pena


Andrea 08/04/2020minha estante
Hahaha, sério!! Fui conferir e eu tentei lê-lo em 2017. Meu último histórico foi: "Parece que já li umas 500 páginas e AGORA cheguei na metade. Infelizmente, não sei se terminarei o livro, pois CHATO. Sim, chega uma hora que até quem está lendo cansa dessa "viagem" no tempo. Sem contar que a época de vida do Harry é muito angustiante e triste, me desanima a vida mesmo que eu saiba que muita coisa, como as Guerras, já passaram".

Mas vou considerar, quem sabe futuramente? Eu comprei foi e-book mesmo.


TCN 08/04/2020minha estante
Caramba kkkkkkkk bom... Deixo em suas mãos




Ana Paula Avila 18/04/2020

Uma viagem no tempo
Gostei demais desse livro. No começo achei cansativo, parei por quase 1 mês mas quando voltei a ler tudo fluiu maravilhosamente bem. Uma ficção cientifica muito bem escrita que nos faz prender a respiração nos últimos capítulos e que, de forma nenhuma teve um final clichê. Me surpreendi com todo o desfecho e o final foi quem me fez dar a quinta estrela para este livro. Como gosto de falar em quase todas as minhas resenhas, apenas leiam!
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Marquinhos.Eduardo 26/01/2018

Livro surpreendente!
Pra quem gosta de ficção científica é um deleite. Trata a viagem no tempo de uma perspectiva totalmente única do que já se viu no mainstream. Um envolvente thriller de espionagem que atravessa vidas e séculos até seu desfecho. Muito recomendado a todos!
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Caroline.Rota 25/05/2020

.
Tive a impressão que até a metade do livro a autora teve dificuldade em certos momentos em passar com clareza suas ideias, mas depois disso acabei me surpreendendo com a leitura
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Anderson.Santana 01/07/2020

Ótimo Enredo
Li esta obra logo após Revivente. Para quem gosta desse tipo de enredo (reviver várias vezes a própria vida) esta é uma das melhores obras.
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Esther 29/04/2020

Bem..
Comprei esse livro pela recomendação de booktubers. Estava bem empolgada para ler. Li umas 150 paginas e encostei. Ele ficou lá por uns 2 anos, coitado.
Eu fiquei meio confusa ao ler, não sabia onde estava, em que ano estava, qual vida era...
Terminei mais por obrigação.
Acho que ele deve ser muito bom se vc ler ele sem parar.
Daria um bom filme.
O final podia ser um pouco mais longo.
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Luan 11/08/2017

Profundo, complexo e reflexivo, "As primeiras quinze vidas" é um livro que precisa um pouco do esforço do leitor para se tornar incrível
O que você faria se tivesse mais que uma vida? Se renascesse do mesmo ponto da vez anterior? Mas isso não acontece. E é justamente aí sobre isso que trata As primeiras quinze vidas de Harry August, de Claire North. Ou seja, a gente tem apenas uma chance pra viver e ser feliz. Bem construída, a obra mostra o talento da autora com a escrita. De forma geral, é um livro que começa bem, se torna uma pouco entediante e finaliza em grande nível. O livro me deixou bastante reflexivo e satisfeito.

A complexidade do livro é tão grande que até se torna arriscado fazer uma resenha. Resumidamente, Harry August é o protagonista da história e uma das raras pessoas do mundo que tem um curioso e diferente dom: renascer depois de toda vez que morre. A vida, ou o início dela, é sempre praticamente o mesmo: ele nasce na mesma mãe, no mesmo lugar, vai parar na mesma família, que não é a dele... e assim vai. O livro vai resumir um pouco das quinze vidas do protagonista, com uma pitada de aventura, já que a história começa com um arriscado aviso: o mundo está acabando e essas pessoas, chamadas de kalachakra, precisam reverter a situação.

Portanto, nota-se que o livro traz um história sobre viagem no tempo mas diferente das habituais com máquinas e coisas do tipo. Aqui, em função desse renascimento rotineiro, os personagens conseguem passar mensagens para as demais pessoas pois se lembram da vida anterior. Eu realmente estou desistindo de entender as regras para viagem no tempo, pois a cada livro que leio, algo diferente é acrescentado e eu fico cada vez mais perdido. Prefiro escolher apenas curtir a história, caso seja boa.

Neste caso, o livro é ótimo, mas com algumas ressalvas. Vamos lá. Apesar do início promissor e da escrita da autora ser ótima, passada as primeiras páginas, o livro se torna um pouco tedioso. Não que seja repetitivo por narrar várias vidas de um mesmo personagem, pois ela vai mudando, logo, há sempre alguma novidade. Mas o livro, de forma geral, é uma obra de memória. Ou seja, o protagonista narra, em primeira pessoa, vários momentos da vida dele e não há, até a metade, um plot principal, não criando uma empatia com o leitor. Outra ressalva é que, apesar de ter gostado do encerramento do livro, ele me pareceu um pouco corrido, me deixando com um gosto de quero mais, mas no sentido de mais explicações.

Mas basicamente, as ressalvas são estas, pois a história, por si só, já é convidativa com uma premissa que recicla um recurso literário manjado, ou seja, a viagem no tempo. A obra é bastante profunda e reflexiva. A construção de mundo e dos personagens foi muito cuidada pela autora. Penso no quanto Clare demorou para pesquisar todos os detalhes, pois certamente o livro demandou de muito estudo. Especialmente o protagonista, mas vários outros personagens foram bem construídos. Se você analisar calmamente, verá isso. Mas como é uma obra, em geral, de memória, isso pode não ficar tão evidente, uma vez que são situações vividas pelo próprio Harry, que é muito inteligente e carismático.

Soma-se a isso ainda os diálogos bem construídos. Eles são bastante naturais. Isso deixa o livro mais palpável e passa aquela verdade que toda obra deveria passar, mas nem sempre consegue. Detalhista, o livro não cansa pelas explicações, pois elas não são chatas, monótonas ou desnecessárias. Pelo contrário, sempre vem a acrescentar. Também é de espantar como a autora não deixa escapar detalhe algum pois tudo tem interligação ao longo da obra. Mas é a partir da metade até o fim que a história convence. O plot do "fim do mundo" começa a acontecer e as páginas passam a ser devoradas facilmente. Harry é, por diversas razões, incumbido de deter esse potencial "vilão", e essa luta, que quase poderia ser do bem contra o mal, é muita gostosa de acompanhar.

Confesso que fazer esta resenha é uma tarefa, de certo moto, difícil, pois, ao mesmo tempo que tenho muito a falar, me faltam palavras pra expressar todos os sentimentos em relação a esta obra. As ressalvas encontradas na história me incomodaram bastante, a ponto de repensar a continuidade da leitura. No entanto, toda a qualidade e profundidade de um livro que eu tanto preso esteve presente ali. Com um ritmo de leitura bastante ágil, mesmo se tratando de um livro reflexivo e profundo, As quinze vidas de Harry August – livro único, para nossa alegria -, não foi uma perda de tempo. Vencedor de um importante prêmio da literatura, é, definitivamente, uma história que merece ser lida, especialmente pelo talento da escritora.
Gabriel 12/08/2017minha estante
Que resenha extensa, mas pareceu uma história intrigante


Luan 22/08/2017minha estante
E ainda faltou dizer coisas hahaha




Nick 06/07/2020

Um livro muito bom, a leitura flui muito, um capítulo vai puxa do o outro.
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Vandelma 21/12/2018

Não deu
Pessimismo, desgraças, palavrões, sangue e mortes, faz até mal ficar lendo tanta coisa ruim, o que a gente lê nos doutrina,é tipo ligar a TV pra ficar vendo desgraça e pensar no quanto somos ruins. Não foi dessa vez.
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Cristiano.Konno 21/09/2019

Incrível e Memorável
Minhas impressões sobre o Livro "As Primeiras Vidas de Henry August"

As Primeiras Quinze Vidas de Henry August é um livro cativante e sensacional.

Memorável, conta a história de Henry August, um homem que ao morrer tem sua mente transportada novamente para o início de sua vida num ciclo interminável.

Perto de sua décima primeira morte, uma garotinha de 7 anos (ou talvez centenas de anos, quem sabe?) chega ao seu leito e diz que o fim do mundo estava cada vez mais próximo, como sempre. Essa mensagem vinha sido repassada de gerações em gerações, dos mais novos aos mais velhos. E que agora "era com ele".

Assim, como tantas vezes, depois de séculos de vida, Henry renasce em sua própria vida e começa a se questionar e procurar o que está acontecendo e qual seria o papel dele para o salvamento do mundo.

É uma ficção científica de ponta. Dá para ver o embasamento da autora sobre física quântica e questões relativas sobre o tempo e sobre as consequências de alterações históricas. É tudo muito, muito crível e amarrado. Henry August é um personagem muito natural e bem escrito, você realmente sente suas dores, remorsos, raiva e angustias.

E sim, Henry tem papel fundamental no fim próximo. Papel esse que o força a tentar salvar, além do planeta, seus outros iguais: os Kalashakra (pessoas que sempre voltam ao início da vida quando morrem – sim há muitos outros).

É possível morrer definitivamente, mas não vou dar spoiler. O que precisa saber é que a As Quinze Vidas de Henry August não é uma história Linear, ela vai e vem entre as vidas, deixando a leitura dinâmica, refrescando as coisas sempre que possível. Essa parte dele poder morrer de vez também deixa as coisas mais intensas e emocionantes.

Como se passa logo após a segunda guerra mundial, a ambientação tem aquele charme e peso político das décadas de 50 a 80.
Se fosse para definir esse livro com uma mistura de outras obras, eu acho que seria a mescla do filme “Te Amarei para Sempre (Tradução horrível para A Esposa do Viajante do Tempo)”, do filme “Efeito Borboleta” e de qualquer filme ou livro de espião oitentista.

O vilão não é aquele estereótipo do super general que quer controlar tudo. Não, é bem diferente disso, você quase não percebe que ele é o vilão até certo ponto.

Eu só achei que o final deixou um pouco a desejar. Você passa centenas de anos com Henry e acredito eu que poderia ter sido um tiquinho mais grandioso. Entretanto, isso não desmerece em nada essa excelente história.

Recomendo Muito.
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mirna 10/05/2018

As Quinze Primeiras Vidas de Harry August
Pode ser que eu não esteja num nível de entendimento compatível com a escrita da autora, mas o que tenho a dizer do livro é que é muito complexo, muitas vezes sem coerência e com narrativas que cansam e não influem na história. Gosto de livros que tenha uma continuidade a medida que vamos lendo. Nesse, tem momentos que ele descreve certas partes de uma das vidas do cara e logo em seguida muda pra outras descrições e deixa a gente sem compreender a questão do tempo, lugar e o que quis dizer aquele trecho.
Complexo
Letícia 15/11/2018minha estante
O livro é realmente um poco complexo, faz alusão há vários fatos históricos e científicos que, por vezes, deixam o leitor boiando. Porém, eu discordo de você em relação aos momentos em que ele narra o passado, porquê em geral eram fatos que contribuíram para esclarecer as atitudes que ele tomou durante o "presente". Mas acho que as opiniões divergem entre cada indivíduo.




Natalia.Goncalves 29/07/2017

Decepcionante
Até então só havia ouvido bons relatos desse livro, mas me decepcionou e muito. Com um enredo promissor, as idas e vindas na narração das muitas vidas de Harry (principalmente em momentos cruciais) fazem com que o autor mantenha-se lendo apenas para avançar para a parte que interessa, tal qual qualquer programa sensacionalista.
Apesar da grande riquesa histórica pelas experiências do protagonista. Suas vidas são praticamente iguais e desinteressante. Por vezes me perguntava a razão da autora continuar se repetindo ou mesmo tentar por páginas justificar determinadas atitudes do personagem principal. Até os plot twists, se é que podem ser assim chamados, foram totalmente previsíveis e o final nada além do esperado já pela introdução do livro.
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