A Traidora do Trono

A Traidora do Trono Alwyn Hamilton




Resenhas - A Traidora do Trono


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Paula Danielly 21/06/2018

Um novo deserto, uma nova alvorada?
Passaram-se seis meses desde os eventos finais do primeiro livro. Amani agora se juntou a rebelião para derrubar o sultão. Nessa sua nova jornada um imprevisto acontece, ela acaba se tornando prisioneira do Sultão e precisa agora se adaptar a essa realidade caso queira continuar viva e retornar para a rebelião.


Após a conclusão da leitura de “A rebelde do deserto” descobrimos que Amani é uma demji, e o sultão sabe quem ela é e o que pode fazer, então ele ordena que pedaços de ferro sejam colocados sob a sua pele para impedi-la de usar seus poderes e consequentemente fugir. A sua situação agora é de apenas obedecer ao Sultão, o que ele mandar ela faz.

Em meio a inimigos Amani sabe que não pode confiar em ninguém. Com tantas outras coisas para se preocupar ela ainda tem que lhe dar com as mulheres do harém que vivem em eterna competição, situação que ela pouco se interessa. Ela não está ali para ser mais uma de suas mulheres, mas as outras não sabem disso e tentam transformar a sua vida num inferno. Em meio a isso ela encontra pessoas de seu passado que pensou nunca mais encontrar, sendo assim sua luta para sair desse lugar terá que ser silenciosa.

A cada dia que passa Amani vai achando mais difícil escapar desse lugar, ela precisa arrumar aliados, mas em quem confiar? Até que uma esperança surge e ela sabe que mesmo que não seja 100% confiável precisa arriscar, pois prefere morrer tentando do que viver ali e servir ao bel prazer do Sultão. Ela sabe que precisa ser mais inteligente que os outros e estar sempre um passo à frente para que tudo dê certo.

Para acessar essa e outras resenhas na íntegra basta acessar meu blog:

site: http://www.literandocomestilo.com.br/
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Nayara Yanne @bibliotecasecreta21 03/06/2018

"Até que surgiu uma garota, conhecida como a Bandida de Olhos Azuis. Criada nas areias e lapidada pelo deserto, ela ardia em chamas."

Após os eventos do livro anterior, a rebelião de Ahmed ganha cada vez mais força no deserto e a reputação de Amani, ou melhor, do Bandido de Olhos Azuis cresce, tornando-a quase uma figura mística. No entanto, uma traição resulta na captura da demdjin que acaba sendo enviada para o local mais inesperado e perigoso: o harém do sultão.

Se no primeiro livro eu achei tudo um pouco corrido e, às vezes, superficial, neste aqui não posso reclamar. A autora soube dosar os momentos de ação e o aprofundamento da história e mitologia que criou. Temos mais informações sobre os djins, o sultão e seus planos, além da trama da rebelião de Ahmed. E essa maior abrangência do enredo foi o que mais me fez gostar da leitura.

Foram muitas surpresas e reviravoltas ao longo do livro, e nem vou comentar sobre o final, só dizer que preciso do 3°. Senti que Amani evolui muito (talvez reflexo de viver no palácio e não poder se livrar dos problemas atirando 😂) e gostei bastante que a autora aprofundou um pouco mais nas relações entre os personagens, isso tornou mais fácil se identificar com eles.

Só tiveram duas coisas que não me agradaram muito: as ações de uma das mulheres do harém que, apesar de fazerem "sentido", ficaram parecendo coisas de menina-mais-popular-de-high-school; e a ingenuidade da Amani para uma coisa que eu não posso falar porque é spoiler.

Se você, como eu, leu o primeiro livro e ficou na dúvida se valia a pena continuar, sugiro que dê uma chance para o 2°, pode se surpreender.

"Era isso que o deserto fazia. Transformava pessoas em sonhadores armados."

site: https://www.instagram.com/p/BjYDsbvnIpy/?taken-by=bibliotecasecreta21
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Laris @larisreads 03/06/2018

ALWYN HAMILTON E SUA MANIA DE TER ZERO PIEDADE DE MIM
Esse livro se passa alguns meses após o final de A Rebelde do Deserto e vemos a revolução se espalhando pelo deserto de Miraji. Depois da batalha em Fahali, a aliança entre o sultão e os gallans se desfez e agora outros países espreitam pelas fronteiras com Miraji, fazendo o sultão voltar seus olhos para esse iminente problema, o que possibilitou o avanço dos rebeldes pelo deserto, tornando a rebelião um fato e não apenas rumores cochichados temerosamente pelos becos.

Amani, que agora está envolvida até o pescoço na causa, acaba sendo levada contra a própria vontade para o Palácio e lá ela se depara com ninguém menos do que o sultão (!!!!!). Amani não sabe ao certo porquê o sultão quer mantê-la por perto, mas ela decide usar isso como uma chance de espionar o inimigo e mandar informações para os rebeldes. O problema é que quanto mais Amani conhece do poderoso governante, mais ela se questiona se a rebelião é a melhor reposta para os problemas em Miraji. Então, Amani terá que descobrir o que vai fazer com as informações que possui pelo melhor do seu país.
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Já adianto que essa é uma das melhores leituras desse ano, uma sequência que não para, que é tiro atrás de bomba atrás de porrada atrás de MAIS TIRO.

Esse livro tem um foco muito mais político, mais voltado para estratégia e esquemas. O jogo pelo poder se torna cada vez mais perigoso, ainda mais agora que vemos como é o sultão, que se mostrou um baita de um personagem bem construído. O que eu senti de ódio por esse homem na verdade só me fez gostar mais ainda do livro, afinal, nada como um antagonista digno de leitura, né não?

Alwyn é aquele tipo de autora que não tem medo de colocar os personagens em problemas e eu amo isso (apesar de ter um mini ataque cardíaco todas as vezes). O final desse livro foi um dos mais mirabolantes que eu já vi. Ao longo das últimas páginas senti de tudo, desespero, raiva, angústia, choque, alívio, tristeza e desespero de novo, pois não sei como vou fazer pra esperar até o próximo livro ano que vem. Só sei de uma coisa: vem mais tiros por aí!
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GETTUB 12/05/2018

http://www.gettub.com.br/2018/05/a-rebelde-do-deserto-traidora-do-trono.html
Em A REBELDE DO DESERTO, conhecemos a história de Amani Al' Hiza, uma jovem super-rápida no gatilho, que mora num povoado chamado Vila da Poeira, lá nos confins do Deserto do Miraji. Ela sonha fugir do lugar, afinal seus pais tiveram um destino trágico, e ela vive sob os cuidados de uma tia e do marido, que quer tomar Amani como esposa também. Ela não quer que aquele seja seu futuro, pois partilhava com sua mãe, quando a mesma era viva, o desejo de fugir para Izman, a capital do Miraji, onde uma outra tia de Amani estaria morando. Mas para fugir para Izman, ela precisa de grana, coisa que ela não tem. Para conseguir dinheiro, ela sai escondida de casa no meio da noite e vai para uma competição de tiro em um povoado vizinho.

Quando falo que Amani era boa no gatilho, não estou brincando, a garota aprendeu a atirar desde pequenininha. Mas como mulheres não poderiam participar da competição, ela finge ser um garoto, e logo adota o apelido de Bandido dos Olhos Azuis. O que ela não sabia, era que aquele apelido faria história.

Naquela noite, Amani conhece um forasteiro misterioso e charmoso, e logo os dois entram em apuros. Daí a história se desenrola, pois Amani se mete em uma situação onde a única saída é fugir da Vila da Poeira o mais rápido possível.

O deserto do Miraji é comandado pelo Sultão, porém há exércitos estrangeiros aliados dele por toda parte intimidando as pessoas.

A salvação e libertação do deserto está nas mãos do príncipe rebelde, Ahmed. O filho do Sultão, que ganhou os jogos do Sultim e assim, por direito, herdaria o trono. Porém, o Sultão não é o mais justo dos homens e acaba renegando seu filho. Assim nasce a Rebelião, comandada pelo principe Rebelde, que promete tomar aquele trono à força.

Além da força e influência humana, o deserto é cheio de seres místicos sobrenaturais, como carniçais e andarilhos, que são perigosos e também seres primordiais, que foram criados por Deus, como Buraquis (cavalos feito de magia) e Djinnis (seres com aparência humana, porém muito poderosos). Há também os Demdjis (filhos de Djinnis com humanos, que herdam algumas de suas características e algum poder específico)

Quando Amani finalmente consegue fugir acompanhada de Jin, o forasteiro charmoso, enfrenta muitos desafios no meio do deserto, só que aquilo não era nem a metade do que ela ainda passaria.

A REBELDE DO DESERTO cumpriu muito bem seu papel de introduzir a série. Narrada em primeira pessoa, ela nos mostra o ponto de vista de Amani, além de conhecermos um pouco mais da mitologia atraves das histórias que ela aprendeu na infância. E isso foi o que eu achei que eu não gostaria, essa mistura de vários seres diferentes e um deserto que irradiava magia de todos os cantos. Porém, acabei gostando muito, a autora soube moldar tudo no contexto muito bem.

Confesso que de início fiquei perdida com os nomes de personagens, que são bem diferentes e alguns parecidos com os outros. Mas, em si, gostei de todos eles, sobretudo de Jin.

É dificil dizer porque A REBELDE DO DESERTO me encantou tanto, talvez pela força e ousadia de Amani, ou até mesmo pelo seu temperamento, sua forma sarcástica de se referir a tudo. Ou talvez pelo modo como a autora se mostrou versátil, escrevendo sobre uma infinidade de coisas diferentes em um livro só, de um modo como tudo se encaixava. Inclusive o romance, que não é o foco do livro, mas está presente e sutilmente nos conquista também.

A edição desse livro é maravilhosa, a capa é algo que gosto em particular. Principalmente, os detalhes e letras douradas na lombada, que ficam um charme na estante.

A pior parte desse livro é o final, justamente porque ele acaba. Mas é impossivel ignorar o gancho que ele deixa para o próximo livro, A TRAIDORA DO TRONO.

No segundo livro, Amani está muito envolvida com a Rebelião. Assim como os demais, luta com unhas e dentes (e balas e areia), para que o Príncipe Ahmed chegue até o trono, vença o Sultão e liberte o deserto de todas as ameaças estrangeiras.

O livro, para minha surpresa, não começou exatamente onde o anterior terminou. Por conta disso, tive dificuldade para me conectar com a leitura. Apenas a partir da página cem, a história tomou um rumo surpreendente, e eu não consegui mais largar o livro até concluir a leitura. A cada plot twist, eu ia ficando sem fôlego e declarando meu amor por Alwyn Hamilton .

A TRAIDORA DO TRONO é o livro preferido de muita gente que leu a série. Eu ainda prefiro A REBELDE DO DESERTO, porém, devo ressaltar que este segundo livro é bem mais eletrizante e cheio de reviravoltas.

Os livros da série foram escritos para despertar um misto de sentimentos conflitantes no leitor, e o mais interessante é que nos fazem pensar.

Tive tanta raiva de certo personagens nesse livro, que minha pressão subiu. E se teve coisa nova nesse segundo volume da série, foram personagens. Mas para a sorte do leitor, logo nas primeiras páginas, encontramos a lista de personagens e o mapa do Deserto.

A Historia teve uma evolução significativa, e o final desse livro é um convite irrecusável para a leitura do próximo, A HEROÍNA DA ALVORADA, o mais rápido possivel.

A edição, assim como a anterior, é muito bonita, e a ilustração na capa diz muito sobre a história.

A HEROÍNA DA ALVORADA começa enfatizando as consequências de algumas atitudes tomadas pelos Rebeldes em A TRAIDORA DO TRONO.

Posso afirmar que este terceiro volume foi o livro mais intenso da série. Foi muito fácil me conectar com a leitura, uma vez que o livro começa seguindo a ordem dos acontecimentos anteriores.

Algumas páginas li com raiva; outras, com esperança; algumas, com um sorriso bobo; e uma ou outra, com lágrimas nos olhos. E não sinto vergonha em revelar que chorei, sim, lendo este livro.

Alguns personagens, infelizmente, ficam para trás, e é impossivel não sentir a perda. Muita coisa que não imaginávamos, acontece no desenrolar do livro.

A aventura não perdeu o foco para o romance, mas em A HEROÍNA DA ALVORADA, o amor de Jin e Amani se mostra de uma maneira tocante e avassaladora.

Algo interessante são os capítulos contados em terceira pessoa, como se fossem lendas, quando na verdade é a história de algum dos personagens e o destino que ele terá. Isso torna os acontecimentos mais impactantes para o leitor.

Eu ainda esperava um pouco mais do desfecho do livro, porém nada fica em aberto, foi um excelente encerramento de série. E que série! com certeza a melhor que já li. Com cenas finais arrebatadoras, esse livro nos deixa sedentos por mais um pouco sobre os personagens.

No final também é dado um panorama dos próximos vinte anos, depois do desfecho da Rebelião.

A edição do livro é muito encantadora. As cores das capas da série combinam muito entre si. O livro começa com um mapa e uma lista de personagens, assim como o anterior, tornando, assim, bem mais fácil de nos situarmos.

Rumores que a Autora irá escrever uma nova série nesse universo de A REBELDE DO DESERTO, sobre o futuro de alguns personagens e do Miraji depois de toda a revolução criada pela Rebelião do Príncipe Ahmed.

site: http://www.gettub.com.br/2018/05/a-rebelde-do-deserto-traidora-do-trono.html
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Gabi.Prates 30/04/2018

Esse livro na minha opnião é o melhor da trilogia amei, fiquei muito triste com as mortes que teve
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Alika 25/04/2018

http://bit.ly/2HpPUag
“Se tinha aprendido alguma coisa como a Bandida de Olhos Azuis, era que as histórias e a verdade raramente coincidiam.”

A Traidora do Trono é o segundo livro da trilogia A Rebelde do Deserto. Falei sobre o primeiro aqui. As pessoas costumam desgostar dos livros ‘do meio’ pois normalmente eles enrolam. Já eu curti bastante esse aqui. Mostra uma boa evolução tanto da história quanto da escrita da autora.

Aqui temos novos personagens, gente que podemos confiar, gente que não podemos confiar. Mais política do que romance. E eu fui enganada achando que tinha gente mais confiável do que parecia de início hahahaha

“Não importava o quanto uma arma era bonita, ela te mataria do mesmo jeito.”

Aliás, uma coisa que eu gosto bastante é quando a autora engana a gente como fui enganada nesse livro. É muito bom ver que a história tava tão boa que fomos enganados acreditando numa parte que não deveríamos acreditar.

Acho que bem no meio do livro a história ficou mais lenta, mas isso não me incomodou tanto quanto que achava que incomodaria. O começo e o final são num ritmo acelerado como o primeiro livro! Estou ansiosa pra começar o próximo :)

“No fim das contas, eram apenas histórias. Eu só podia contar comigo mesma.”

site: http://bit.ly/2HpPUag
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Cláudia - @diariodeduasleitoras 20/04/2018

A rebelde do deserto
"Lendas nunca são o que se espera delas, e eu não era exceção".

Esse livro se passa seis meses depois dos eventos finais de "A rebelde do deserto". A obra é bem mais complexa que a primeira, a historia deu uma encorpada, além de ter bem mais páginas. Uma dificuldade que sinto, é em relação aos nomes dos personagens, rsrsrs - os autores poderiam facilitar né?! Enquanto no primeiro livro temos uma história mais voltada para o lado místico, nesse segundo, vemos mais estratégias por parte dos personagens, além da continuação da mitologia, de uma forma mais trabalhada. A história desenvolve muito bem a questão politica, e também temos cenas românticas.

Amani está mais unida à rebelião do que nunca, disposta a tudo para que os ideais se expandam pelo deserto e destronem o sultão. As mulheres desse livro são sensacionais! Além da Amani e Shazad, a força feminina existe em cada personagem que vai surgindo. Um fato legal da obra, é que não há uma certeza absoluta de que lado devemos apoiar; a forma que a autora expôs os ideais de cada personagem, nos faz questionar suas verdadeiras motivações, de qual seria 'o lado certo dessa batalha'. A visão política se desenrola totalmente nesse livro, várias dúvidas são esclarecidas, sem abandonarmos a trama central e sem desapegar dos personagens que gostamos. A gente continua torcendo para a Amani, para o Jin, e para que tudo dê certo. E falando de Amani, ela tem um crescimento fantástico, não é mais a menininha perdida e deslumbrada pelo mundo como ela era no primeiro volume da trilogia.

Enfim, leitores, o final da obra é devastador, a história tomou um rumo interessantíssimo. Agora estou mega ansiosa para ler o terceiro livro e o "Contos de areia e mar", histórias sobre o universo da Amani, já disponível no kindle Unlimited!
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Matheus 17/04/2018

A sofredora do trono
BEM superior ao primeiro, o livro é todo eletrizante do começo ao fim! Os plots são surpreendentes (pra mim foram). O romance aqui quase não existe (aleluia, não engulo o Jin). Única reclamação é sobre o número de páginas, é um livro grande e não precisava, daria pra contar essa história com menos páginas, e eu sentir que a autora estava colocando muitos momentos de "ação" pra encher mais. E algo que me irritou foi que a autora faz com que a personagem sofra muitas coisas ai acaba saturando, TUDO acontece com ela (sério).
Mas ao todo é um ótimo livro!
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May 12/04/2018

Superior ao primeiro
Aquele momento mágico em que a continuação é muito superior ao primeiro livro!

Amani Al’Hiza mal pôde acreditar quando finalmente conseguiu fugir de sua cidade natal, montada num cavalo mágico junto com Jin, um forasteiro misterioso. Depois de pouco tempo, porém, sua maior preocupação deixou de ser a própria liberdade- a garota descobriu ter muito mais poder do que imaginava e acabou se juntando à rebelião, que quer livrar o país inteiro do domínio do sultão.

Em A Traidora do Trono nos vemos a evolução que eu vi em A Rebelde do Deserto. Acho que todo mundo costuma achar o segundo livro de uma trilogia o mais fraco mas no meu caso eles são os meus preferidos, amo livros de transmissão acho que eles são essenciais para o desenvolvimento da história, e esse livro foi muito bem desenvolvido.

O livro já começa em um ritmo frenético é cheio de ação nos primeiros capítulos, depois lá pela metade do livro ele da uma desacelerara mas nada que chegue a incomodar, pelo contrário, achei que essa parte mais lenta foi importante para o desenvolvimento da história. E se o meio do livro foi meio lento o final é eletrizante, acontece tantas coisas, mortes, traições, reencontros.

Nós somos apresentados a novos personagens incríveis e reencontramos outros que achávamos que nunca mais iriamos ver. Inclusive o meu personagem preferido da trilogia teve a primeira aparição nesse livro.

Durante vários momentos a Amani fica em dúvida sobre as motivações dela, a enquanto ela vai duvidando de si mesma e dos seus objetivos a gente vai tento das mesma dúvidas que ela, é incrível como a Alwyn consegue fazer a gente se sentir parte da história.

Essa continuação foi mais do que perfeita, trouxe muito mais ação e conflitos para a história. Acompanhar a evolução da Amani para se tornar uma pessoa melhor é gratificante, ela não é perfeita e sabe muito bem disso, mas ela tenta ser uma pessoa boa, para ela mesma e para os outros que estão em volta dela.

O livro é incrível, algumas pessoas que só acharam A Rebelde do Deserto bom mas não sentiram muita vontade de continuar, não desistam, as configurações são incríveis. É uma leitura mais do que recomenda.

site: instagram.com/meperdinoslivros
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Jaque 11/04/2018

Incrível
O segundo livro foi ainda melhor que o primeiro! Te prende do início ao fim, vc fica querendo saber o que vai acontecer e acaba viciando na leitura.
O final foi daqueles que vc precisa voltar e reler pra ter certeza se foi aquilo mesmo que leu haha adoro finais assim!
Já estou de olho no próximo pra comprar e saber o final dessa trama!!
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Beta Oliveira 05/04/2018

É uma verdade universalmente aceita que o livro do meio de uma trilogia traz uma série de mudanças, para nada ser como antes. Preparem-se para a agonia de acompanhar os altos e baixos, traições, sofrimento, angústia, momentos afetivos, dúvidas, preocupação, descobertas, erros, surpresas, reviravoltas e perdas. Vão colocar os rebeldes em cheque e em risco várias vezes. Quem leu o primeiro - e embarcou neste universo - sabe que há muito em jogo e os rebeldes já foram longe demais para desistir. A Traidora do Trono lança as sementes, as bases e as motivações para o confronto definitivo no livro que encerra a série.
O texto completo está no Literatura de Mulherzinha.

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2018/04/cap-1451-traidora-do-trono-alwyn.html
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Maria Cristina 01/04/2018

Incrível!
A traidora do trono conseguiu sair ileso da maldição do segundo livro de uma trilogia!
Aquele que ninguém lembra!
Se você gostou de A rebelde do Deserto, o segundo livro trás para você muito mais aventuras, muito mais perigos e muito mais decisões.

Personagens que acreditávamos estar esquecidos reaparecem e cada um tem que decidir se vai odiá-los ou compreendê-los.

Amani se presa dentro do palácio do Sultão e diversas coisas passam por sua cabeça. Longe de seus amigos que haviam virado sua família seu coração se enche de incertezas.

Uma das coisas que mais amei foi o fortalecimento do vínculo de entre Shazad e Amani. Algo muito maior que o laço de sangue.

Escolhas serão feitas. Decisões serão tomadas. Alianças oferecidas.

Em quem confiar?

Amani mais uma vez é trazida como uma garota do deserto que foi jogada no meio de uma rebelião que aprendeu a amar. Uma garota cheia de defeitos. Uma heroína nada comum.

Uma nova alvorada. Um novo deserto.
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Dreeh Leal 28/03/2018

Depois de ter ficado enlouquecida de amores pelo primeiro livro, eu mal via a hora de pegar a continuação para descobrir o que havia acontecido. Minhas expectativas estavam tão altas que fiquei com receio de me decepcionar com a leitura, e por isso acabei adiando seu início por algumas semanas... não sei porque fiz isso! A trama foi eletrizante, assim como eu imaginava.

Devido a quantidade de informações singulares e ao grande intervalo entre uma leitura e outra, acabei me esquecendo de alguns detalhes. Para a minha sorte, e acredito que a de muitos, a autora dedica o inicio do livro à nos situar na história. Quando abri o livro logo fui surpreendida por um mapa de Miraji, indicando todos os locais citados na história. Detalhes que fazem a diferença para uma boa leitura.

O romance que começou a ganhar destaque no final do primeiro livro volta ao segundo plano por boa parte dessa história. É incomum um livro que abra mão do romance para focar no conflito, nesse caso a revolução. Gosto dessa escolha da autora, demonstra a segurança dela na história que foi desenvolvida e, convenhamos, a mitologia criada por Alwyn Hamilton é incrível demais para não brilhar sozinha. Apesar de cabeças duras, eu gosto muito desse casal e gostei de todas as suas cenas, mas foi bom sair um pouco da zona de conforto.

Narrado em primeira pessoa, conseguimos acompanhar o amadurecimento de Amani ao longo de sua jornada cheia de perigo. Ela ainda possui uma certa ingenuidade, o que me fez ter raiva de suas atitudes mais de uma vez. Mas ela está evoluindo gradativamente. Novos personagens surgem para conquistar o coração do leitor, bem como novos questionamentos.

O título pode parecer muito óbvio para quem acabou de ler o primeiro volume, mas não se deixe enganar. Há MUITA coisa por trás dessas simples palavras. Em sua estadia no palácio, Amani passa a conviver diariamente com o Sultão. Conhece suas histórias e pode tirar as próprias conclusões em relação as histórias que ouviu do líder de sua revolução. Tantas informações confundem a cabeça da personagem e também a do leitor. E por mais que nossa ação automática seja tirar conclusões precipitadas, espere até o final do livro para decidir de qual lado você está. Afinal, quem é o grande vilão?

O terceiro e último livro da série, Hero at the Fall, já teve sua capa liberada e tem previsão de lançamento em março de 2018. Eu não sei se fico feliz por que irei conhecer o desfecho dessa história ou triste porque ela está acabando. A única certeza que tenho é que essa história já conquistou um espaço especial na minha estante e no meu coração.

site: http://www.maisquelivros.com/2017/11/resenha-traidora-do-trono-alwyn-hamilton.html
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Aghatta.Sezerino 25/02/2018

Continuação a altura
Na continuaçao da rebelde do deserto pude encontrar tudo o que um livro de aventura e fantasia deve entregar. Contém reviravoltas emocionantes, novos personagens carismaticos, e acontecimentos que me fez gostar ainda mais dos personagens que ja faziam parte da história. Agora basta esperar que a sequencia supere as expectativas e entregue um livro cheio de paixão, coragem e surpresas.
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