A Traidora do Trono

A Traidora do Trono Alwyn Hamilton




Resenhas - A Traidora do Trono


34 encontrados | exibindo 1 a 15
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Kika.Oliver 18/10/2017

Aquele livro que te deixa desesperada com o final
Nesse segundo livro da trilogia A rebelde do deserto as coisas começam a tomar um rumo mais intenso para Amani e a rebelião. Agora ciente do que é capaz de fazer e do poder que possui, nossa heroína enfrenta novos desafios.
Para salvar a vida de seus novos amigos ela se coloca em risco diversas vezes e isso de certa forma prejudica sua relação com Jin e consequentemente o relacionamento que já não era o foco principal da história acaba ficando em terceiro plano, algo até que esperado já que em livros de fantasia o romance raramente tem destaque principal, mas ao mesmo tempo que isso acontece as amizades conquistadas por ela vão ganhando mais força e a sensação de pertencimento se torna cada vez mais forte para Amani e esse acaba sendo um dos principais combustíveis para sua força de vontade e determinação.

Algo me surpreendeu muito nessa parte da história, o vilão que no primeiro livro só conhecíamos de falar aparece na história causando muita confusão. Preciso confessar que amei esse vilão, a forma como ele foi construído não permite que o leitor tenha raiva, ódio ou qualquer sentimento do tipo. Ele é um estrategista de primeira linha, está quase sempre três passos à frente dos outros e os diálogos em que ele está presente muitas vezes nos fazem questionar se ele não pode estar realmente certo em suas colocações e na forma como acredita que as coisas deveriam ser.

Em comparação com o primeiro livro a história é muito melhor e mais instigante, existem poucos momentos em que nada de intenso esteja acontecendo, seja em uma conversa entre os personagens ou em uma descrição de algo que esteja acontecendo ao redor ou diretamente com eles. Houveram diversos momentos que senti a necessidade de largar o livro por um tempo para ver se conseguiria me acalmar e diminuir a tensão física e emocional que a história provocava em mim. Mas de todos os momentos difíceis da leitura, o final foi o mais intenso, a forma como a autora finaliza essa parte foi de deixar o queixo caído, a mente confusa e o coração acelerado, então apenas saiba que fortes emoções aguardam os leitores nesse livro.
Agora nos resta esperar que o terceiro e, assim espero, último livro seja lançado.
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Julia G 13/10/2017

A Traidora do Trono
A Rebelde do Deserto foi um daqueles livros que me pegou desprevenida, que foi diferente de tudo o que eu havia imaginado e que me surpreendeu a cada capítulo. Por isso, quando tive oportunidade de ler sua sequência, nem parei para pensar.

No início do segundo volume, antes de a história recomeçar, foi inserido um resumo com as principais características da trama e os personagens do livro anterior, para relembrar, entre outros detalhes, os mitos criados pela autora. Há também um mapa de Miraji e um breve prólogo para contextualizar a situação política do país. Isso porque A Traidora do Trono começa em um ponto além de onde o livro anterior parou; alguns acontecimentos entre os livros são brevemente citados, como algumas batalhas dos rebeldes, a situação dos exércitos estrangeiros e a ocupação do território, mas pouco desse período é detalhado e, para ser sincera, não faz falta, pois sabemos que a rebelião avançou, que é o que importa.

Apesar de a geopolítica de Miraji ser um assunto bastante relevante à trama, a autora consegue abordá-lo de uma maneira descomplicada, até interessante, mesmo para quem não gosta de acompanhar estratégias e posições de guerra, e não torna a leitura desgastante. Isso é relevante porque, nesse livro, Amani fica um pouco afastada da movimentação, já que se torna prisioneira no palácio do sultão, e tudo o que pode fazer é acompanhar de longe o que acontece com seus amigos, enquanto enfrenta seus próprios problemas.

Amani está perceptivelmente mais madura nesse livro, menos egoísta, mas isso não a impede de errar e de acreditar em quem não deveria. Os reencontros inesperados estão por toda parte e as traições e reviravoltas são ainda mais frequentes. Por ser tão dependente da verdade, Amani dificilmente consegue detectar uma mentira quando esta não toma forma de palavras expressas e, por consequência, coloca todos que ama em constante risco. É fato que o segundo volume tem um enredo menos intenso que o livro anterior, mas isso não quer dizer que seja menos interessante. Cheio de conspirações e intrigas, é difícil perder o foco da narrativa.

"Jin me beijou como se fosse a primeira e a última vez. Como se nós dois fôssemos acabar queimados vivos por causa disso. E eu me desmanchei como se não me importasse com mais nada. A rebelião podia estar se despedaçando ao nosso redor, talvez até o deserto inteiro estivesse em perigo, mas por enquanto ainda estávamos vivos e juntos, e a raiva havia se transformado em um fogo diferente que nos engolira até eu não saber mais quem estava consumindo o outro."

Além disso, as aventuras e cenas de ação ainda se fazem presentes para injetar adrenalina na leitura. Eu adoro a forma como a autora intercala momentos de calmaria com acontecimentos de grande intensidade, fazendo tudo mudar em poucas linhas. Há vitórias importantes, mas há perdas também. Não se trata aqui somente de grandes batalhas, tiros e poderes djinnis, como no primeiro livro, mas de uma guerra verbal e psicológica, que exige ainda mais audácia da protagonista.

E, claro, ainda tem romance para alegrar os corações dos leitores mais apaixonados. Não se trata de nada muito meloso e o romance fica lá para terceiro ou quarto lugar no que se trata da importância no enredo, mas as cenas entre Jin e Amani são mais cativantes nesse segundo volume, além de alguns outros corações apaixonados que surgem entre nossos rebeldes.

A Traidora do Trono foi uma continuação perfeita para A Rebelde do Deserto, pois se aprofunda em questões que o primeiro livro não conseguiu contemplar, sem perder o vigor do primeiro livro e tudo aquilo que fez dele uma obra tão encantadora.

site: https://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2017/10/a-traidora-do-trono-alwyn-hamilton.html
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Cami do @focanaresenha 04/08/2017

Tiro, porrada, bomba e grandes surpresas...
Quase um ano se passou desde a batalha em Fahali. A rebelião de Ahmed está cada vez mais forte. Ele deseja libertar seu povo das garras de seu pai, o sultão, e por isso cada vez mais seguidores chegam ao Vale de Dev para ser juntar a causa: 'Uma nova alvorada, um novo deserto'.
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Amani é uma dessas seguidoras. Uma das melhores. Sua fama como a Bandida de Olhos Azuis se propagou. Ainda que alguns boatos não fossem muito fiéis a realidade. Ela está cada vez mais forte, por causa de seu poder, por isso acaba se tornando uma guerreira versátil e totalmente estrategista.

Até que uma traição imprevisível torna Amani prisionei no Palácio do Sultão. E todos os seus planos mudam. Novas alianças são criadas e alguns fantasmas do passado vão querer acertas as contas.

Pode gostar mais do segundo livro do que do segundo? Claro que pode. No universo literário tudo é possível e vou te contar que tudo realmente acontece nesse livro.
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Que livro foi esse, minha gente. QUE LIVRO!!!. -

Não dá pra piscar direito que é capaz de perder um detalhe importante e ficar acabando com cara de trouxa, igual eu fiquei, no final. Fui enganada, confesso. Pensei ser uma coisa e a história me mostrou que era outra e eu adoro isso. Adoro história imprevisíveis. Adoro histórias caixinha de surpresas. -

Nesse livro vemos o quanto os personagens amadureceram, principalmente Amani. Confesso que a personagem que mais me tocou foi Shira. Não dava nada pra ela no primeiro livro e nesse ela foi espetacular. A mulher é osso duro de roer. Me emocionei com ela.

Mas no geral eu vivi uma montanha-russa de emoções. Chorei, xinguei, roi as unhas, chorei de novo. O livro é perfeito demais. Alwyn tirou vários coelhos da cartola e colocou desse livro e deu certo, deu muito certo.

Julgo ser o melhor livro do meu ano até agora. E olha que já li muitos livros maravilhosos. Estou esperando ansiosamente o próximo volume para enfim poder finalizar essa história que me deixou estatelada no chão com um final de matar.

site: https://www.instagram.com/focanaresenha/
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letperdigao 26/07/2017

Muitas emoções me tomaram durante a leitura desse livro, fui trouxa diversas vezes, muitos plot twists... que maravilhosooooo, estou sem palavras!!
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Delirium Nerd 14/07/2017

A Traidora do Trono: As mulheres e a revolução na continuação de Alwyn Hamilton (Resenha)
A Traidora do Trono, continuação de A Rebelde do Deserto, da canadense Alwyn Hamilton, gerava apreensão, como boa parte das continuações intermediárias. Parece haver uma maldição a perseguir os segundos livros das trilogias, por vezes dotados de histórias que apenas visam explicar fatos do livro anterior e introduzir o último por meio de conflitos forçados e pouco interessantes. E este parecia ser o caminho de uma história repleta de personagens femininas impactantes. Todavia, a história publicada pela editora Seguinte surpreende e demonstra que é possível construir continuações tão boas quanto a obra inicial e com ainda mais poder feminino.

Leia na íntegra:

site: http://deliriumnerd.com/2017/07/12/a-traidora-do-trono/
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Estante Quadrada 12/07/2017

A história só aumenta
Depois do fim bastante emocionante e desesperador do primeiro livro da série A Rebelde do Deserto, a sequência começa um ano após toda a confusão. Eventos ocorreram, pessoas se transformaram e a guerra está cada vez mais próxima de estourar.

No livro anterior, os principais personagens eram Amani e Jin, que estavam fugindo pelo deserto, porém, depois do evento final, eles se encontram no meio da revolução. E os acontecimentos do começo do livro são basicamente a evolução dessa revolução e a tentativa de conquistar seus objetivos.

A história só começa a se desenvolver de forma interessante e atrativa quando Amani se afasta do grupo de rebeldes. Nesse momento descobrimos mais sobre o outro lado da história, e ao mesmo tempo redescobrimos algumas situações, mas de uma outra forma. A política e a geografia são exploradas nesse livro de forma bastante intensa, um pouco confuso no começo, mas com o passar da história é fácil entender.

Continue lendo no blog:

site: http://estantequadrada.blogspot.com.br/2017/06/a-traidora-do-trono-rebelde-do-deserto.html
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Lila 05/07/2017

Oiii, crianças! Hoje vamos aprender sobre o significado da palavra TRAIÇÃO!
É tanto plot twist que mal dá pra acompanhar. Terminei o livro bem triste pra falar a verdade, MAS... Apareceram tantos personagens novos (e muitos deles me enganaram direitinho!). Uma pena que o Jin tem pouco espaço nesse livro. Você nunca vai imaginar a quantidade de porradas que a vida pode te dar até começar a acompanhar a história da Amani. No quesito força, consigo compará-la à Katniss e a Sherazade.
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Gustavo 02/07/2017

Inimaginável!
A Traidora do Trono superou minhas expectativas! A autora soube criar personagens incríveis no primeiro livro! Desenvolveu eles muito bem nessa continuação! E agora espero coisas imagináveis deles no terceiro livro! ??
Muito melhor q primeiro!
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Ju - LiteRata 27/06/2017

Depois dos acontecimentos e revelações que ocorrem no primeiro livro Amani se vê envolvida na revolução do jovem príncipe. Apesar dessa não ter sido sua intenção inicial ela agora faz parte disto e anseia por poder ajudar seus novos amigos a alcançar o objetivo de transformar Ahmed em Sultão. Enquanto Jin está longe em uma missão, tendo ido embora sem se despedir enquanto Amani se recuperava de um tiro, os rebeldes continuam colocando seu plano de ataque e resistência em ação. Porém, em um momento de descontração o acampamento dos rebeldes acaba sendo atacado e enquanto tenta fugir Amani acaba sendo sequestrada e é entregue ao sultão. Sem acesso a seu poder por estar distante do elemento que governa a jovem rebelde precisa não só esconder quem realmente é mas também tentar ajudar os amigos de dentro do palácio. Além disso precisa de uma perspicácia tremenda para se manter viva e longe dos olhares do Sultim, um jovem prepotente que sempre teve tudo o quer e acredita ser seu direito querer ainda mais.

Não sei muito bem o que eu esperava com relação a esta continuação, mas definitivamente não acreditei que iria ter alguma surpresas relevantes, tanto com relação a antigos personagens como com os novos. Hamilton tem uma característica bastante peculiar com relação ao desenvolvimento de sua obra, ela não deixa transparecer os caminhos que as decisões dos personagens irão tomar. Isso torna boa parte da história surpreendente já que raramente antevemos o que está por vir. Ainda assim, tive algumas suspeitas confirmadas, então mesmo que o desenrolar da história seja surpreendente não é de todo oculto.

"[...] se puder ficar fora do campo de visão do seu inimigo, ele sempre vai imaginar que você tem mais força do que realmente tem."

Outro ponto interessante em A Traidora do trono é que a autora teve mais espaço para explorar as habilidades dos demdji, filhos humanos de entidades poderosas do deserto: os djinnis, seres primordiais do deserto, naturalmente hábeis com manipulações e ilusão. Ao mesmo tempo em que tem espaço para explorar essas habilidades achei que faltou abordar um pouco mais a história dos próprios Djinnis. Ao contrário de em A Rebelde do Deserto, esses personagens estão mais presentes nessa obra e mesmo conhecendo um pouco mais sobre a história e lenda desses seres poderosos acredito que faltou certa profundidade ao tratar o assunto.

"Eu era uma garota do deserto. De onde eu vinha, o mar era feito de areia. E a areia me obedecia. "

Também é possível saber mais sobre o outro lado dessa revolução que os rebeldes empreendem. Conhecemos um pouco mais sobre a história do Sultão e seus objetivos. Alias, Alwyn Hamilton nos apresenta o próprio Sultão. O personagem é aquele tipo de vilão inabalável, que trás uma calma em sua personalidade que só aumenta a sensação de perigo que ele representa. Ainda assim sua ideologia e política nos deixa em uma corda bamba, faz o leitor se questionar sobre a rebelião, se é realmente certo que ela ocorra. Toda esse clima de disputa arrefece um pouco o romance da obra. Apesar de estar presente não é exatamente o foco do livro, o que eu achei bem bom, mas confesso que senti falta de Jin durante boa parte do livro.

Falei muito sobre a revolução e bem pouco sobre o objetivo, mas não acho que seja um grande segredo que o propósito dos rebeldes seja a derrubada do Sultão e um "país" mais igualitário. O líder desta revolução é Ahmed, e apesar de ele ser uma figura masculina os personagens que realmente chamam atenção do leitor e representam a força da revolução são femininas. Todas trazem uma força e coragem excepcional, e se formos um pouquinho mais longe, olhando o outro lado desta guerra vamos notar que não há personagens fracas em nenhum dos dois lados, todas tem suas peculiaridades e modo de se fazerem "ouvir". Mas o mais importante a salientar não é a força dos personagens ou a forma com a autora conduz a história e sim o final, que é ainda mais surpreendente do que toda narrativa em si e deixa o leitor na expectativa por mais.

"Uma nova alvorada, um novo deserto!"


Enfim, A Traidora do Trono é uma sequência necessária que veio para mostrar mais dos objetivos de ambos os lado dessa guerra iminente e Amani é o centro de toda essa disputa e uma importante parte da revolução. Com relação ao trabalho gráfico não há muito o que dizer, a editora fez um excelente trabalho, a diagramação combina com a história, ou seja, a edição é um complemento da ora. No mais, se ainda não começou a ler essa série deixe de perder tempo e vá logo pegar o livro pra começar!
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spoiler visualizar
Dani 14/09/2017minha estante
Concordo com tudo que vc falou! Comprei os dois livros por recomendação de uma amiga. Gostei bastante do primeiro , achei a construção de mundo e mitologia muito legal...

Enfim, minha amiga falou horrores dessa continuação, o melhor livro dessa saga inteira (até o momento- kkkk), que é tiro, porrada e bomba... Mas não vi nda disso. Achei super chato. Me deu um sono caramba!
Mas achei o livro bem ruim mesmo, não só por tudo isso que vc já falou, mas tbm por aquele final decepcionante, que foi um tiro no pé.

[Alert spoiler!]






Gente, mas eu detestei que ela matou o príncipe. Muito desnecessário. Acho que a autora quis dar uma de G. R. R. Martin, mas saiu pela culatra. Porque ela não deu nenhum espaço pra gente se apegar a ele e chorar sua morte (pelo menos comigo isso não aconteceu), o cara vai aprecer só no final do primeiro livro e e nem uma vez no segundo livro, apenas no final. A única coisa que senri nessa sena foi raiva e frustração.
E aquela cena em que a princesas (esqueci o nome dela) tava mentindo pra Amani esse tempo todo... AFFFFFFF
O livro todinho a Amani não podia mentir e ninguém podia mentir pra ela e DO NADA essa menina consegue?!.
AFFFFFF DE NOVO!


Não gostei desse segundo vol. e, sinceramente, não sei se vou ler o terceiro volume.


Krous 14/09/2017minha estante
O príncipe rebelde? Ele não morreu. Quem morreu no lugar dele foi a Imin, ela se transformou nele.


Dani 15/09/2017minha estante
Sério? Parei de ler assim que acabou a cena da mortw dele. Fiquei com tanta raiva que não queria ler mais nada. Kkkkk
Vou olhar de novo lá. Obrigada


Rafaela 17/09/2017minha estante
Socorro!!!! Eu concordo discordando hahahahah porque eu adorei o segundo livro, mas tenho quase as mesmas críticas que você a diferença é que eu acabei enxergando outras coisas que pensaram mais e me fizeram gostar. Mas você citou algo que me incomodou pra cacete: nenhum personagem LGBT e todos vão arrumar para romântico.


Rafaela 17/09/2017minha estante
Até entendo a construção de Amani porque acho que ela foi criada pra ser egoísta mesmo, ela É extremamente egoísta, to torcendo pra que alguém esfregue isso na cara dela e ela cresça ou admita e viva bem com isso, seila. Mas não adianta ela dizer que quer o bem do mundo agindo como se ela fosse sempre mais importante que qualquer coisa. Enfim. Ótima resenha.


Krous 17/09/2017minha estante
Rafaela: o que me incomodou não foi a personagem ser egoísta, mas os demais não darem um toque nela. Principalmente na questão do Tamid. Ela chegou a sugerir que ele não obedecesse o sultão. O SULTÃO! O cara que matou o pai e os irmãos enquanto eles dormiam para assumir o poder, matou várias esposas a pauladas, matou o próprio filho como se fosse nada, e Amani, que sabia do passado do cara, ainda queria que o amigo que nunca foi lá muito corajoso ou de confrontar ninguém não acatasse uma ordem. Mano!!!!! Tamid estava no palácio se cagando de medo porque já tinha perdido a perna, sua mãe não sabia que ele estava vivo e a fdp da Amani nem pra ter consideração!!!! E os amigos delas e o namorado SEQUER mandam a real pra ela. Me incomoda demais quando um personagem está errado até o último fio de cabelo, mas por causa do seu papel no livro, a autora, os personagens passam a mão pela cabeça, ignoram os defeitos. Também espero que ela cresça e no terceiro livro peça desculpas de JOELHOS ao Tamid por tudo que ela causou a ele. Foi sem querer, mas foi consequência do desejo DELA de sair da vida de bosta que vivia.


Rafaela 18/09/2017minha estante
Aaaaah cara!!!! Sim concordo! Principalmente no que diz respeito a alguém chegar e dizer: olha minha filha tu tá errada! Eu queria que a Hala fizesse isso, mas ela é outra grossa então se fosse ela Amani provavelmente iria ignorar, entendo que são adolescentes, adolescentes fazem cagada, MAS PORRA, uma hora tem que crescer né. Aliás Tamid FEZ MUITO e SE ARRISCOU MUITO por ela ao ter tirado a placa de bronze do braço dela, eu tinha uma certa raiva dele no primeiro livro por ele querer que ela se adequasse a vida da Vila da Poeira, mas no segundo livro percebi que ele merecia mais que uma amiga FDP que o deixa pra morrer e ainda exige coisas dele.




Kelly 24/06/2017

Melhor continuação do ano
Sabe
aquele momento que você precisa de uma aventura? Uma leitura que te leve para longe da realidade, te traga novos ares e te apresente um novo mundo? Pois é, foi assim que furei a fila e me joguei de cabeça naquele livro que eu tinha certeza que não me decepcionaria... E que bela aventura, cheia de adrenalina, e romance e força, é assim que começo essa resenha, sentindo o cheirinho do deserto e sonhando com areias quentes para me aquecer.


"Eu era uma garota do deserto. De onde eu vinha, o mar era feito de areia. E a areia me obedecia. Isso. Isso era um ataque."


Amani finalmente conseguiu fugir da Vila da poeira, e por mais que tenha deixado um amigo para trás em um momento de necessidade, sua nova vida não permite que ela se lembre disso. Sempre metida em encrenca ou com a vida em risco, Amani agora luta ao lado de sua nova família pela liberdade de seu povo e a queda do atual Sutão. Isso não era o que ela esperava, mas quando viu já estava envolvida em toda essa história ao lado do príncipe rebelde e seu irmão Jin.

Muita coisa aconteceu desde o primeiro livro, segredos foram revelados e Amani descobriu que além de ser uma ótima atiradora, afinal foi por esse dom que ficou conhecida com a Bandida dos olhos azuis, ela também é uma semi-deusa, e agora ela precisa aprender a controlar seus poderes enquanto luta para manter os que ama vivos.

Em uma dessas fugas dos rebeldes, Amani é traída e será levada ao reino do sultão, agora ela se vê cara a cara com seu maior inimigo, presa e sem contato com seus amigos, Amani precisa manter sua identidade de rebelde e bandida dos olhos azuis escondida para se manter viva. Presa no Harém do Sultão, Amani se vê lutando dia a dia por sua sobrevivência, mas aos poucos ela vai se aproximando do Sultão e começando a ter outra visão de toda essa guerra.


"(...) se puder ficar fora do campo de visão do seu inimigo, ele sempre vai imaginar que você tem mais força do que realmente tem."

Nesse segundo volume teremos mais de tudo, mais magia, mais lendas, mais adrenalina e muito mais aventura. A autora mantêm o ritmo da escrita e o livro continua a mil por hora. Amani foi sequestrada e precisa se manter atenta, sua vida depende de se manter discreta, novos personagens serão incluídos na história e finalmente conheceremos oo tal Sultão de perto.

As personagens femininas continuam com força total nesse livro, Shazad, como sempre mostra seu poder escondido em sua beleza, e isso torna a leitura deliciosa, por mais que Jin e Ahmed sejam bons e ativos, ter as mulheres dominando tudo é sempre mais gostoso. A narrativa é leve, as mais de 400 páginas passam numa velocidade incrível, a escrita de Alwyn é inebriante ao ponto do leitor sentir o ar quente e a areia do deserto. A autora sem dúvida ganhou um grande espaço no mundo da fantasia e vem mostrando que não veio à passeio. Ela consegue manter o segundo livro tão bom quanto o primeiro, e o romance? Mais uma vez ele é apenas o coadjuvante nessa linda história.

O trabalho da editora seguinte com relação a capa é estupendo, daquele que te deixa com a boca aberta, na foto não dá pra imaginar o tamanho da beleza, os detalhes em dourado parecem feitos de ouro e dão um charme imenso a arte, diagramação e revisão impecáveis, confortáveis e lindas.





A traidora do deserto é uma leitura para quem gosta de aventura e mulheres poderosas, se você gostou de Jogos Vorazes, A fúria e a Aurora ou a Rainha de Tearling, com certeza vai amar essa leitura. Super indico um dos meus queridinhos do ano.


site: http://paraisodasideas.blogspot.com.br/
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Paraíso das Ideias 24/06/2017

Uma das melhores continuações do ano


Sabe
aquele momento que você precisa de uma aventura? Uma leitura que te leve para longe da realidade, te traga novos ares e te apresente um novo mundo? Pois é, foi assim que furei a fila e me joguei de cabeça naquele livro que eu tinha certeza que não me decepcionaria... E que bela aventura, cheia de adrenalina, e romance e força, é assim que começo essa resenha, sentindo o cheirinho do deserto e sonhando com areias quentes para me aquecer.


"Eu era uma garota do deserto. De onde eu vinha, o mar era feito de areia. E a areia me obedecia. Isso. Isso era um ataque."


Amani finalmente conseguiu fugir da Vila da poeira, e por mais que tenha deixado um amigo para trás em um momento de necessidade, sua nova vida não permite que ela se lembre disso. Sempre metida em encrenca ou com a vida em risco, Amani agora luta ao lado de sua nova família pela liberdade de seu povo e a queda do atual Sutão. Isso não era o que ela esperava, mas quando viu já estava envolvida em toda essa história ao lado do príncipe rebelde e seu irmão Jin.

Muita coisa aconteceu desde o primeiro livro, segredos foram revelados e Amani descobriu que além de ser uma ótima atiradora, afinal foi por esse dom que ficou conhecida com a Bandida dos olhos azuis, ela também é uma semi-deusa, e agora ela precisa aprender a controlar seus poderes enquanto luta para manter os que ama vivos.

Em uma dessas fugas dos rebeldes, Amani é traída e será levada ao reino do sultão, agora ela se vê cara a cara com seu maior inimigo, presa e sem contato com seus amigos, Amani precisa manter sua identidade de rebelde e bandida dos olhos azuis escondida para se manter viva. Presa no Harém do Sultão, Amani se vê lutando dia a dia por sua sobrevivência, mas aos poucos ela vai se aproximando do Sultão e começando a ter outra visão de toda essa guerra.


"(...) se puder ficar fora do campo de visão do seu inimigo, ele sempre vai imaginar que você tem mais força do que realmente tem."

Nesse segundo volume teremos mais de tudo, mais magia, mais lendas, mais adrenalina e muito mais aventura. A autora mantêm o ritmo da escrita e o livro continua a mil por hora. Amani foi sequestrada e precisa se manter atenta, sua vida depende de se manter discreta, novos personagens serão incluídos na história e finalmente conheceremos oo tal Sultão de perto.

As personagens femininas continuam com força total nesse livro, Shazad, como sempre mostra seu poder escondido em sua beleza, e isso torna a leitura deliciosa, por mais que Jin e Ahmed sejam bons e ativos, ter as mulheres dominando tudo é sempre mais gostoso. A narrativa é leve, as mais de 400 páginas passam numa velocidade incrível, a escrita de Alwyn é inebriante ao ponto do leitor sentir o ar quente e a areia do deserto. A autora sem dúvida ganhou um grande espaço no mundo da fantasia e vem mostrando que não veio à passeio. Ela consegue manter o segundo livro tão bom quanto o primeiro, e o romance? Mais uma vez ele é apenas o coadjuvante nessa linda história.

O trabalho da editora seguinte com relação a capa é estupendo, daquele que te deixa com a boca aberta, na foto não dá pra imaginar o tamanho da beleza, os detalhes em dourado parecem feitos de ouro e dão um charme imenso a arte, diagramação e revisão impecáveis, confortáveis e lindas.





A traidora do deserto é uma leitura para quem gosta de aventura e mulheres poderosas, se você gostou de Jogos Vorazes, A fúria e a Aurora ou a Rainha de Tearling, com certeza vai amar essa leitura. Super indico um dos meus queridinhos do ano.


site: http://paraisodasideas.blogspot.com.br/
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Eu Pratico Livroterapia 13/06/2017

A Traidora do Trono
Além de o livro ser todo caprichado com a capa, a revisão excelente a história se desenrola muito bem.

Antes de começar de fato a história da nossa Rebelde (Amani), o livro mostra um mapa indicando alguns lugares do deserto que o sultão tem em mãos; uma lista dos personagens (então quem esqueceu algum, vale a pena relembrar), mitos e lendas que são os mesmo do primeiro livro... Enfim, leia para não se perder com tantos nomes de personagens distintos, porém tem personagens novos e diferentes.

A história começa contando o que o sultão fez para tomar o trono de seu pai e ele foi/é muito cruel, mas também é cauteloso e esperto. Sempre calmo em qualquer atitude que deva tomar. Dá uma certa tensão quando a personagem é calma demais. Em seguida fala onde está Jin e o que ela está observando para ajudar seu irmão a ser o sultão.


Um pouco mais adiante vemos nossa traidora, Amani. Ela está em missão para salvar e ajudar as pessoas da cidade de Salmorati, espero que o nome esteja certo. Portanto ela consegue com ajuda das outras dmidji e encontra uma parenta que ela pensava que estava em Izman, só que, por coincidência ou nem tanto ela a ajuda e traz para o acampamento do príncipe Ahmed.

A história vai seguindo e ela acaba sendo traída por quem não e esperava e torna-se prisioneira do sultão e a cobiça do sultim, mas ela está lá para, contra sua vontade, invocar seu pai, um djini. Aí que a história deslancha... Amani acaba não só sendo informante para a rebelião, mas também faz aliados na corte. Alguns a ajudaram outros... será uma facada no coração, piadinha estranha....kkkk

Portanto, ela consegue ajudar seus aliados, mas também é uma traidora, pois o sultão a tem em suas mãos e nem tudo acaba bem. Entre muitas guerras e armadilhas já não sabem que realmente está bem, ou quem vai sobreviver.

Recomendo, com certeza, para você que leu o primeiro gostou e estava esperando o segundo e vai esperar ansiosamente o terceiro. É uma leitura muito agradável, muito bem traduzido, são muito bem contadas as lendas e os mitos, tem todo o sentido na história e é escrito de uma maneira simples de entender.


site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/04/resenha-traidora-do-trono-rebelde-do.html
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Portal JuLund 03/06/2017

A Traidora do Trono, @editoraseguinte
Essa é a continuação de A Rebelde do Deserto. O primeiro livro é bom, com história envolvente, tendo como único ponto negativo muitos personagens (chega uma hora em que você não sabe mais quem é quem, eu pelo menos achei isso). E o único problema de A Traidora do Trono é justamente esse (risos).
Amani continua na rebelião, porém ela é presa. Ao usar seus poderes e conseguir sair da prisão, ela liberta e recruta outras prisioneiras, graças ao seu poder (ela não é uma mera garota comum).

"– Quem sabe usar uma arma? – perguntei ao grupo de mulheres. Ninguém se mexeu. – Ah, parem com isso, não é tão difícil. Você aponta e atira. – Samira levantou a mão primeiro. Algumas outras a seguiram, nervosas."

Como você pôde perceber, Amani é uma líder nata, além de ser repleta de poderes obtidos pela areia do deserto. Porém, a turma dos rebeldes não está se dando muito bem, e há discussões até mesmo entre os mais fortes, ou seja, os irmãos Jin e Ahmed, líderes da rebelião.

"– Ótimo. Enquanto você toma a sua decisão, vou tomar conta da sua irmã, como aconteceu depois que minha mãe morreu. Mãe que inclusive salvou a sua vida, se você já se esqueceu. E que morreu enquanto você estava aqui bancando o salvador do país que a escravizou e que tentou matar sua irmã."

Resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/resenha-de-traidora-do-trono-editoraseguinte
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ELB 01/06/2017

Antes de começar, preciso dizer que esse livro me deixou com uma ressaca literária. Estou chateada até agora pelo livro três só lançar ano que vem.

O livro continua o enredo do primeiro livro, com o grupo rebelde reunido no deserto e se preparando para dar o próximo passo. Mas o Sultão está mais perto do que eles possam imaginar, e isso se confirma com um ataque ao acampamento rebelde. Na fuga, eles são obrigados a se separar, no meio do deserto, são enganados mais uma vez e Amani é entregue ao Sultão, por uma pessoa que pensava ser sua aliada, alguém da família.

Então, Amani acorda dentro do palácio e descobre mais uma pessoa de seu passado que pensou estar morta, voltando para lhe assombrar, e, mais do que isso, que está ajudando o Sultão a prendê-la em sua posse, ordenando-a a fazer coisas, assim como fazia com seu irmão. Mas, em meio a tantas pessoas voltando à sua vida, uma inesperada pessoa se torna sua aliada.

A partir desse momento, Amani é imersa no mundo do Sultão, e começa a conhecê-lo melhor, assim como os ideais por trás de suas ações e o que ele planeja para o futuro.




Desculpe o breve resumo acima, mas não queria contar o que acontece nesse livro. Quero que as pessoas leiam e se surpreendam, assim como eu.

Admito que estava com medo de ler esse livro, porque sabia que seria 8 ou 80, ou a autora entraria para meu top 10 ou eu a odiaria. E a história desse livro foi mais do que eu imaginava, e me ganhou totalmente. Eu leria até a lista de supermercado dessa mulher.

A escrita da Alwyn não deixou a desejar em nenhum momento, é fluida e simples. A narração é envolvente e te mantém preso à leitura. Além disso, a autora continuou a inserir mitos e lendas ao longo da trama, como fez no livro um, então você sente que realmente é uma continuação, tem uma sequência lógica, e a autora não se perdeu nisso tudo. A mitologia usada é muito fascinante, eu me peguei várias vezes imaginando esse mundo criado pela Alwyn.

A história é cheia de reviravoltas e com muitas partes intrigantes. A parte politica é a que realmente marca esse livro. Temos todos os tipos de conspirações, e situações onde você duvida quem é o bonzinho realmente, os pontos de vistas foram essenciais para construir uma trama mais forte que o livro anterior.

Também temos algumas situações que você fica em dúvida sobre a própria rebelião, e se questiona se está sendo feito pelos motivos certos, ou um capricho. É tipo uma bússola moral em algumas partes. É difícil considerar alguém um vilão, quando ele te dá justificativas muito boas e aceitáveis sobre suas ações. E isso realmente me chocou um pouco, porque eu definitivamente fui manipulada em algumas partes, sem perceber.

Algumas pessoas podem não gostar muito desse livro, porque o romance iniciado no livro um tem uma considerável pausa nesse. Mas é perfeitamente aceitável, porque, em uma guerra, amor nem sempre vem em primeiro lugar. O importante é a causa, são as pessoas que se sacrificam por aquilo que acreditam.

Eu nem consegui raciocinar muito para escrever a resenha, nada saía. Bem que muita gente fala que é difícil você resenhar sobre um livro que amou. E esse me pegou em cheio. Eu consigo pensar em algumas coisinhas que possam ter me desagradado, ou poderiam ser diferentes, mas, no geral, elas desaparecem, então esse é um livro 5 estrelas para mim, e estou extremamente deprimida porque o livro três só lança ano que vem. É um livro completo, tem começo, meio e fim, Fiquem tranquilos quanto a isso.

A Traidora do Trono, é uma sequência arrebatadora, com muita reviravoltas, personagens intrigantes e um enredo envolto em intrigas e questões políticas.


site: http://www.everylittlebook.com.br/2017/04/resenhaa-traidora-do-trono-alwyn.html
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