A Traidora do Trono

A Traidora do Trono Alwyn Hamilton




Resenhas - A Traidora do Trono


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Ellem - @colecionandoprimaveras 28/11/2017

Depois de fugir da sua terra natal e se descobrir uma Demdji, Amani se envolveu na rebelião do príncipe Ahmed e já considera o esconderijo como seu lar.

Mas o Sultão está avançando e a Rebelião está tendo dificuldade em manter as terras já conquistadas.

Então, em uma emboscada, Amani é capturada e levada até o palácio.

Lá, ela começa a conhecer o Sultão, sua rotina e seu harém e começa a se perguntar se ele é mesmo o grande vilão da história e se Ahmed está mesmo pronto para governar aquele país.

OPINIÃO

Gente, que livro é esse? Eu tive que ler abaixada, porque era tiro atrás de tiro.

A narrativa permanece em primeira pessoa feita pela Amni, porém tem alguns poucos capítulos narrados em terceira pessoa contando as histórias de outros personagens, o que eu achei muito bom e fundamental para entender alguns pontos.

Mais uma vez, o enredo mostra o amadurecimento da protagonista e nos faz amá-la ainda mais. Acho que o empoderamento feminino fica bem mais forte nesse livro do que no primeiro (e olhe que isso já era bem forte no primeiro hehe'). A autora soube dosar tudo muito bem, tem aventura, tem Plot Twist (mais de um, por sinal), tem romance, amizade, muita magia...

E o final é muito genial, deixa alguns pontos em aberto que me fizeram morrer de vontade de ler o terceiro livro (que para minha tristeza, ainda nem tem data de lançamento)

Eu recomendo muito esse livro! Já terminei a leitura querendo começar a ler de novo haha' Com certeza, foi para a lista de favoritos.

site: https://www.instagram.com/p/BWqvlLoA0hQ/?tagged=resenhascp
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Nati Amend @livrosdanati 22/11/2017

"Mas era isso que o deserto fazia. Transformava pessoas em sonhadores armados."
Queridos, leitores. Nossa viagem esta semana será por terras longínquas, ensolaradas e mágicas! Porém, não se deixem enganar, o perigo e a traição estarão presentes a cada passo. E como cenário, teremos desertos impiedosos, cidades dizimadas e lugares onde nossa única opção será lutar pela sobrevivência. Bem-vindos, à Miraji!

Em “A Traidora do Trono”, sequência de “A Rebelde do Deserto”, uma guerra foi supostamente evitada, mas a revolução está mais viva do que nunca e planeja atentamente a queda do grande sultão.

Amani, nossa protagonista, embarca em uma jornada idealista, em busca do que acredita ser o melhor para seu povo. Destemida, poderosa e independente, ela já se tornou uma lenda, mas agora quer deixar sua marca definitiva na história!

“Até que surgiu uma garota, conhecida como a Bandida de Olhos Azuis. Criada nas areias e lapidada pelo deserto, ela ardia em chamas”.

Preciso ser honesta quando digo que não estava devidamente preparada para este livro. Devo ter prendido o meu sheema de maneira errada. O fato é que: essa leitura, do nada, tornou-se surpreendentemente incrível!

A trama toda cresce aos poucos. A mudança de ambiente traz um refresco para a estória, novos personagens são inseridos no contexto e, quando você menos espera, está completamente envolvido nessa aventura política e explosiva. O romance aqui fica para segundo plano, isso porque Amani segura a narrativa (e a barra!) muito bem sozinha!

Em alguns pontos a escrita da autora me incomodou, principalmente durante as cenas de batalha. Mas o clima do deserto me envolveu novamente e hoje mesmo irei comprar minha camiseta ostentando o lema “Uma nova alvorada. Um novo deserto” e juntar-me à rebelião!

Indico para os leitores que apreciem estórias com ideais revolucionários, muita ação, magia e protagonistas fortes.

site: https://www.instagram.com/p/BbusIh9gYNf/?taken-by=livrosdanati
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Nina 14/11/2017

A Rebelde do Deserto foi uma das melhores surpresas do ano! Li depois de muito tempo de lançado por insistência de uma amiga - e como ela é muito muito querida, eu li. E BFF, ainda bem que você me convenceu! O livro tem uma pegada árabe deliciosa e das mocinhas mais phodásticas que já vi. Mesmo assim, enrolei um pouco para ler o segundo e caramba, ele consegue ser ainda melhor do que primeiro!

Amani era só uma órfã pobre vivendo no vilarejo mais pobre do país. Quando percebeu que acabaria forçada a se casar com o tio, ela arma um plano para fugir que é atrapalhado por um belo forasteiro. Os dois acabam fugindo juntos e Amani descobre que Jin é muito mais do que diz ser - ele é um príncipe, um dos muitos filhos do sultão que governa Miraji com tirania. E mais, Jin faz parte do grupo rebelde que quer tirar o sultão do poder e colocar Ahmed, o príncipe rebelde e verdadeiro herdeiro do trono.

Entretanto essa não é a única novidade na vida de Amani. Ela também descobre que é uma demdji, filha de uma humana com o um djin - seres imortais e dotados de grande poder. Isso explica o fato de seus olhos serem tão azuis, algo muito incomum no país. E isso também explica o fato dela ser capaz de manipular a areia do deserto como uma arma a seu favor. Assim, Amani logo se torna uma das mais importantes e poderosa líder dos rebeldes do deserto, a Bandida dos Olhos Azuis.

Lembrei de quando era pequena, os braços tremendo do esforço de segurar um rifle pesado demais para uma menina de dez anos. Tudo o que eu mais queria era soltar a arma. Abrir as mãos e deixá-la cair. O esforço de erguê-la era demais para mim. Estava forçando meus músculos até a exaustão. Mas, para permanecer viva, eu precisava aprender a segurar aquele rifle. A atirar.

Mas grandes líderes atraem grandes inimigos, e Amani acaba sendo traída e se tornando uma prisioneira do sultão. Ele consegue controlar seu poder e pretende usá-lo contra os rebeldes. Presa no harém, ela vai ter que aprender a se equilibrar em corda bamba para conseguir proteger seus amigos enquanto tenta descobrir o máximo que pode dos planos do sultão.

Para nos situar, A Traidora do Trono já começa com um mapa de Miraji e uma lista dos personagens, mitos e lendas. E isso é importante porque o livro não começa exatamente onde o segundo terminou e sim em um ponto além; alguns acontecimentos entre os livros são brevemente citados, como algumas batalhas dos rebeldes, a situação dos exércitos estrangeiros e a ocupação do território, mas pouco desse período é detalhado e, para ser sincera, não faz falta, pois sabemos que a rebelião avançou, que é o que importa.

Alwyn Hamilton é brilhante na narrativa da história. Ela consegue descrever a complicada e frágil geopolítica de Miraji sem ser entediante, muito pelo contrário, chega a ser divertido acompanhar os meandros políticos do enredo. Ela também acrescentou novos personagens que são incríveis e que trouxeram muito mais dinamismo para a história.

Jin me beijou como se fosse a primeira e a última vez. Como se nós dois fôssemos acabar queimados vivos por causa disso. E eu me desmanchei como se não me importasse com mais nada. A Rebelião podia estar se despedaçando ao nosso redor, talvez até o deserto inteiro estivesse em perigo, mas por enquanto ainda estávamos vivos e juntos, e a raiva havia se transformado em um fogo diferente que nos engolira até eu não saber mais quem estava consumindo o outro.

Outro ponto que eu amei é de nesse livro ela fala mais sobre os demdjis e muita coisa que tinha ficado confusa para mim no primeiro livro foi esclarecida. Questões como a incapacidade deles em dizer mentiras e a maneira como o contato com o ferro elimina seus poderes, são coisas que estavam no primeiro livro, mas que não eram essenciais nele e por isso acabaram passando batido.

O enredo é uma montanha russa de emoções: é um plot twist atrás do outro. São reencontros inesperados, traições, conspirações e intrigas, personagens queridos morrendo, personagens voltando do reino dos mortos, e mais um tanto de traição. Haja coração para acompanhar esse história!

Quanto aos personagens, Jin que era o mocinho perfeito no primeiro livro, deu uma série de mancadas nesse. Sumiu e voltou, errou e não pediu desculpas… mas quando penso nas ações dele inseridas no contexto da guerra, até consigo entender. Já Amani está visivelmente mais madura e senhora de si, mas ainda capaz de se enganar tremendamente com as pessoas. Como ela é incapaz de mentir, tem momentos que parece que ela acredita que todos são assim, tanto que ela caiu numa armação muito óbvia! Mas nem isso foi capaz de macular o brilho desse livro.

A Bandida dos Olhos Azuis sempre fora mais poderosa do que eu. O príncipe rebelde sempre fora mais poderoso do que Ahmed. E, agora, poderíamos escrever uma história melhor do que a do príncipe pródigo. Uma que ninguém jamais esqueceria. Que seria apoiada por toda Miraji.

Além disso, as cenas de aventura e ação são muito presentes e injetam altas doses de adrenalina na leitura e eu amei como Alwyn Hamilton consegue mudar tudo em poucas linhas. Ao mesmo tempo em que os rebeldes estão conquistando uma grande vitória, há uma enorme perda, e as batalhas não são travadas apenas com armas e poderes sobrenaturais, há toda uma guerra verbal e psicológica.

Enfim, eu amei! Foi a continuação perfeita para uma história que já tinha me conquistado. Recomendo muito!!!

site: http://www.quemlesabeporque.com/2017/11/a-traidora-do-trono-alwyn-hamilton.html
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Biahh da silva 11/11/2017

A traidora do trono..
Desde que li a rebelde do deserto não me aguentei de curiosidade e peguei essa continuação para ler e agora so estou literalmente desesperada para o terceiro volume.

Este segundo volume um pouco maior do que o primeiro livro, Amani vai enfrentar muito mais aventura, loucuras do que imaginava ao ser separada da rebelião e de Jin e ser mandada para o próprio Sultão. La ela irá descobrir detalhes a respeito da guerra que está se aproximando, de alguns dos planos dele e descobrir também que as coisas no trono e a respeito do próprio Sultão e tudo que o cerca não é exatamente como dizem.

Como o primeiro livro esse livro foi incrível, a única coisa que me incomodou mesmo foi a questão dos detalhes em algumas partes que para mim se tornou cansativa não a ponto de o livro se tornar chato nem nada do tipo, mas para mim foi um ponto a considerar, assim como algumas ações dos personagens e da historia que vou esclarecer melhor no post do blog.


site: https://biahhysilva.wordpress.com/2017/11/16/a-traidora-do-trono-alwyn-hamilton/
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CidaOliveira 07/11/2017

Traidora do Trono
?Não me agradava ficar perto dele mais tempo que o necessário. Não quando tinha tanto poder sobre mim. Não quando bastava uma palavra em falso para descobrir quem eu era.?


Se você ama fantasia, e uma história totalmente diferente das comuns, você vai amar A Traidora do Trono. Não percam tempo, e simplesmente leiam!
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Nikolle - Paradise Books 06/11/2017

AMANI RAINHA!
Em "A Rebelde do Deserto", acompanhamos Amani e Jin, em sua fuga no deserto de Miraji. E junto com a protagonista descobrimos que Jin não é um simples forasteiro, e sim um dos prícipes que foram exilados do palácio, e que apoia seu irmão, o Príncipe Rebelde, na luta para tirar o Sultão do poder. E além de conhecer e passar a apoiar a causa dos rebeldes, Amani faz uma grande descoberta sobre si mesma, ela é um demdji, filha de um djinni**com uma mortal, o que significava que tinha uma grande semelhança com muitos que apoiavam o Príncipe Rebelde, Ahmed, ela também tinha um dom como eles.

Finalmente depois de tanto tempo, a Rebelião está tendo um resultado positivo, conseguindo apoio do povo e tomando muitas cidades que estavam no poder do Sultão. Agora faltava poucos passos para fazerem um grande ataque, e tomarem o palácio, já que o Sultão estava mais ocupado lidando com os outros países que tentavam o invadir. Porém os Rebeldes não esperavam que o o líder de Izman tivesse uma carta na manga, ele conseguiu lidar com o problema das outras nações e agora nada o impedia de se dedicar totalmente a aniquilar todos que estavam se opondo ao seu poder.

Assim toda glória que os rebeldes estavam tendo começa a se dissipar, traições começam a acontecer, vidas são perdidas, e o poder do Sultão não enfraquecia de modo algum. Para piorar certos imprevistos levam Amani para dentro do palácio, e a personagem acaba sendo sujeita a inimagináveis acontecimentos, além do fato de não poder usar seus poderes djinnis.

Este livro foi incrível, a cada página que virava era um tiro no meu coração, a autora sabe muito bem nos surpreender, e trazer coisas novas pra dentro da história. Amani está maravilhosa como sempre, uma personagem forte, leal, dedicada e astuta. Se em A Rebelde do Deserto descobrimos como a personagem é com uma arma de fogo, e com todo deserto em suas mãos, aqui em A Traidora do Trono, vamos ver a garra da protagonista para sobreviver em lugar totalmente diferente e sem o conhecimento que tinha enquanto estava no Deserto, que era seu habitat natural.

Durante o enredo vamos ter traições, guerra, mortes, descobertas, personagens do passado voltando com papéis importantes, além de novos integrantes para o grupo dos rebeldes. Iremos acompanhar Amani tentando sobreviver dentro do domínio do Sultão, e acima de tudo fazendo o possível para ajudar a causa rebelde dali de dentro. E não podemos esquecer do pequeno romance criado pela autora, que não vai ter tanto espaço aqui nesta sequência, já que Amani irá passar um longo tempo longe dos Rebeledes e Jin.

site: http://www.paradisebooks.com.br/2017/03/resenha-traidora-do-trono-rebelde-do.html#more
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Kika.Oliver 18/10/2017

Aquele livro que te deixa desesperada com o final
Nesse segundo livro da trilogia A rebelde do deserto as coisas começam a tomar um rumo mais intenso para Amani e a rebelião. Agora ciente do que é capaz de fazer e do poder que possui, nossa heroína enfrenta novos desafios.
Para salvar a vida de seus novos amigos ela se coloca em risco diversas vezes e isso de certa forma prejudica sua relação com Jin e consequentemente o relacionamento que já não era o foco principal da história acaba ficando em terceiro plano, algo até que esperado já que em livros de fantasia o romance raramente tem destaque principal, mas ao mesmo tempo que isso acontece as amizades conquistadas por ela vão ganhando mais força e a sensação de pertencimento se torna cada vez mais forte para Amani e esse acaba sendo um dos principais combustíveis para sua força de vontade e determinação.

Algo me surpreendeu muito nessa parte da história, o vilão que no primeiro livro só conhecíamos de falar aparece na história causando muita confusão. Preciso confessar que amei esse vilão, a forma como ele foi construído não permite que o leitor tenha raiva, ódio ou qualquer sentimento do tipo. Ele é um estrategista de primeira linha, está quase sempre três passos à frente dos outros e os diálogos em que ele está presente muitas vezes nos fazem questionar se ele não pode estar realmente certo em suas colocações e na forma como acredita que as coisas deveriam ser.

Em comparação com o primeiro livro a história é muito melhor e mais instigante, existem poucos momentos em que nada de intenso esteja acontecendo, seja em uma conversa entre os personagens ou em uma descrição de algo que esteja acontecendo ao redor ou diretamente com eles. Houveram diversos momentos que senti a necessidade de largar o livro por um tempo para ver se conseguiria me acalmar e diminuir a tensão física e emocional que a história provocava em mim. Mas de todos os momentos difíceis da leitura, o final foi o mais intenso, a forma como a autora finaliza essa parte foi de deixar o queixo caído, a mente confusa e o coração acelerado, então apenas saiba que fortes emoções aguardam os leitores nesse livro.
Agora nos resta esperar que o terceiro e, assim espero, último livro seja lançado.
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Julia G 13/10/2017

A Traidora do Trono
A Rebelde do Deserto foi um daqueles livros que me pegou desprevenida, que foi diferente de tudo o que eu havia imaginado e que me surpreendeu a cada capítulo. Por isso, quando tive oportunidade de ler sua sequência, nem parei para pensar.

No início do segundo volume, antes de a história recomeçar, foi inserido um resumo com as principais características da trama e os personagens do livro anterior, para relembrar, entre outros detalhes, os mitos criados pela autora. Há também um mapa de Miraji e um breve prólogo para contextualizar a situação política do país. Isso porque A Traidora do Trono começa em um ponto além de onde o livro anterior parou; alguns acontecimentos entre os livros são brevemente citados, como algumas batalhas dos rebeldes, a situação dos exércitos estrangeiros e a ocupação do território, mas pouco desse período é detalhado e, para ser sincera, não faz falta, pois sabemos que a rebelião avançou, que é o que importa.

Apesar de a geopolítica de Miraji ser um assunto bastante relevante à trama, a autora consegue abordá-lo de uma maneira descomplicada, até interessante, mesmo para quem não gosta de acompanhar estratégias e posições de guerra, e não torna a leitura desgastante. Isso é relevante porque, nesse livro, Amani fica um pouco afastada da movimentação, já que se torna prisioneira no palácio do sultão, e tudo o que pode fazer é acompanhar de longe o que acontece com seus amigos, enquanto enfrenta seus próprios problemas.

Amani está perceptivelmente mais madura nesse livro, menos egoísta, mas isso não a impede de errar e de acreditar em quem não deveria. Os reencontros inesperados estão por toda parte e as traições e reviravoltas são ainda mais frequentes. Por ser tão dependente da verdade, Amani dificilmente consegue detectar uma mentira quando esta não toma forma de palavras expressas e, por consequência, coloca todos que ama em constante risco. É fato que o segundo volume tem um enredo menos intenso que o livro anterior, mas isso não quer dizer que seja menos interessante. Cheio de conspirações e intrigas, é difícil perder o foco da narrativa.

"Jin me beijou como se fosse a primeira e a última vez. Como se nós dois fôssemos acabar queimados vivos por causa disso. E eu me desmanchei como se não me importasse com mais nada. A rebelião podia estar se despedaçando ao nosso redor, talvez até o deserto inteiro estivesse em perigo, mas por enquanto ainda estávamos vivos e juntos, e a raiva havia se transformado em um fogo diferente que nos engolira até eu não saber mais quem estava consumindo o outro."

Além disso, as aventuras e cenas de ação ainda se fazem presentes para injetar adrenalina na leitura. Eu adoro a forma como a autora intercala momentos de calmaria com acontecimentos de grande intensidade, fazendo tudo mudar em poucas linhas. Há vitórias importantes, mas há perdas também. Não se trata aqui somente de grandes batalhas, tiros e poderes djinnis, como no primeiro livro, mas de uma guerra verbal e psicológica, que exige ainda mais audácia da protagonista.

E, claro, ainda tem romance para alegrar os corações dos leitores mais apaixonados. Não se trata de nada muito meloso e o romance fica lá para terceiro ou quarto lugar no que se trata da importância no enredo, mas as cenas entre Jin e Amani são mais cativantes nesse segundo volume, além de alguns outros corações apaixonados que surgem entre nossos rebeldes.

A Traidora do Trono foi uma continuação perfeita para A Rebelde do Deserto, pois se aprofunda em questões que o primeiro livro não conseguiu contemplar, sem perder o vigor do primeiro livro e tudo aquilo que fez dele uma obra tão encantadora.

site: https://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2017/10/a-traidora-do-trono-alwyn-hamilton.html
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Cami do @focanaresenha 04/08/2017

Tiro, porrada, bomba e grandes surpresas...
Quase um ano se passou desde a batalha em Fahali. A rebelião de Ahmed está cada vez mais forte. Ele deseja libertar seu povo das garras de seu pai, o sultão, e por isso cada vez mais seguidores chegam ao Vale de Dev para ser juntar a causa: 'Uma nova alvorada, um novo deserto'.
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Amani é uma dessas seguidoras. Uma das melhores. Sua fama como a Bandida de Olhos Azuis se propagou. Ainda que alguns boatos não fossem muito fiéis a realidade. Ela está cada vez mais forte, por causa de seu poder, por isso acaba se tornando uma guerreira versátil e totalmente estrategista.

Até que uma traição imprevisível torna Amani prisionei no Palácio do Sultão. E todos os seus planos mudam. Novas alianças são criadas e alguns fantasmas do passado vão querer acertas as contas.

Pode gostar mais do segundo livro do que do segundo? Claro que pode. No universo literário tudo é possível e vou te contar que tudo realmente acontece nesse livro.
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Que livro foi esse, minha gente. QUE LIVRO!!!. -

Não dá pra piscar direito que é capaz de perder um detalhe importante e ficar acabando com cara de trouxa, igual eu fiquei, no final. Fui enganada, confesso. Pensei ser uma coisa e a história me mostrou que era outra e eu adoro isso. Adoro história imprevisíveis. Adoro histórias caixinha de surpresas. -

Nesse livro vemos o quanto os personagens amadureceram, principalmente Amani. Confesso que a personagem que mais me tocou foi Shira. Não dava nada pra ela no primeiro livro e nesse ela foi espetacular. A mulher é osso duro de roer. Me emocionei com ela.

Mas no geral eu vivi uma montanha-russa de emoções. Chorei, xinguei, roi as unhas, chorei de novo. O livro é perfeito demais. Alwyn tirou vários coelhos da cartola e colocou desse livro e deu certo, deu muito certo.

Julgo ser o melhor livro do meu ano até agora. E olha que já li muitos livros maravilhosos. Estou esperando ansiosamente o próximo volume para enfim poder finalizar essa história que me deixou estatelada no chão com um final de matar.

site: https://www.instagram.com/focanaresenha/
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letperdigao 26/07/2017

Muitas emoções me tomaram durante a leitura desse livro, fui trouxa diversas vezes, muitos plot twists... que maravilhosooooo, estou sem palavras!!
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Delirium Nerd 14/07/2017

A Traidora do Trono: As mulheres e a revolução na continuação de Alwyn Hamilton (Resenha)
A Traidora do Trono, continuação de A Rebelde do Deserto, da canadense Alwyn Hamilton, gerava apreensão, como boa parte das continuações intermediárias. Parece haver uma maldição a perseguir os segundos livros das trilogias, por vezes dotados de histórias que apenas visam explicar fatos do livro anterior e introduzir o último por meio de conflitos forçados e pouco interessantes. E este parecia ser o caminho de uma história repleta de personagens femininas impactantes. Todavia, a história publicada pela editora Seguinte surpreende e demonstra que é possível construir continuações tão boas quanto a obra inicial e com ainda mais poder feminino.

Leia na íntegra:

site: http://deliriumnerd.com/2017/07/12/a-traidora-do-trono/
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Estante Quadrada 12/07/2017

A história só aumenta
Depois do fim bastante emocionante e desesperador do primeiro livro da série A Rebelde do Deserto, a sequência começa um ano após toda a confusão. Eventos ocorreram, pessoas se transformaram e a guerra está cada vez mais próxima de estourar.

No livro anterior, os principais personagens eram Amani e Jin, que estavam fugindo pelo deserto, porém, depois do evento final, eles se encontram no meio da revolução. E os acontecimentos do começo do livro são basicamente a evolução dessa revolução e a tentativa de conquistar seus objetivos.

A história só começa a se desenvolver de forma interessante e atrativa quando Amani se afasta do grupo de rebeldes. Nesse momento descobrimos mais sobre o outro lado da história, e ao mesmo tempo redescobrimos algumas situações, mas de uma outra forma. A política e a geografia são exploradas nesse livro de forma bastante intensa, um pouco confuso no começo, mas com o passar da história é fácil entender.

Continue lendo no blog:

site: http://estantequadrada.blogspot.com.br/2017/06/a-traidora-do-trono-rebelde-do-deserto.html
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Lila 05/07/2017

Oiii, crianças! Hoje vamos aprender sobre o significado da palavra TRAIÇÃO!
É tanto plot twist que mal dá pra acompanhar. Terminei o livro bem triste pra falar a verdade, MAS... Apareceram tantos personagens novos (e muitos deles me enganaram direitinho!). Uma pena que o Jin tem pouco espaço nesse livro. Você nunca vai imaginar a quantidade de porradas que a vida pode te dar até começar a acompanhar a história da Amani. No quesito força, consigo compará-la à Katniss e a Sherazade.
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Gustavo 02/07/2017

Inimaginável!
A Traidora do Trono superou minhas expectativas! A autora soube criar personagens incríveis no primeiro livro! Desenvolveu eles muito bem nessa continuação! E agora espero coisas imagináveis deles no terceiro livro! ??
Muito melhor q primeiro!
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