Matéria Escura

Matéria Escura Blake Crouch




Resenhas - Matéria escura


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Rafael 10/12/2017

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Sério que é isso que estão chamando de novo Asimov?
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Flávia Carvalho 07/12/2017

Início nota 10, final de decepcionar!
Pensem em um livro que me prendeu muito no início.
Uma escrita que flui e te deixa completamente entusiasmada e conectado com os personagens.
Foi um início muito diferenciado que me prendeu bastante.

Pouco mais da metade pra frente fiquei um pouco entediada pela mesmice com que o livro demora a se desenrolar mas mesmo assim me mantive presa a ele e interessada.
O desfecho é bastante intenso e retorna a um ritmo bem dramático e inesperado.
Porém o final, na minha opinião foi de decepcionar, fiquei parada sem entender nada!
Como se os personagens desejassem uma coisa e tomassem um caminho, a meu ver, muito estranho e simplesmente nada a ver!
Sinceridade, não entendi que final foi este.

*** Esta resenha se trata da minha experiência com a leitura, e não quer dizer que não indico o livro, se trata apenas de uma opinião pessoal e algumas pessoas podem até não concordar, mas são apenas formas de enxergar diferentes, sobre o mesmo assunto.
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Thiago Maia 06/12/2017

Vale só pela cena da sala de bate-papo
Começa um tanto arrastado, flertando com um clima sério de drama familiar que não lhe pertence. O sequestro do protagonista Jason Dessen logo traz a ação e o movimento vendidos pelo marketing da editora, mas ainda assim num ritmo desregulado, vagaroso demais, com muitas cartas escondidas que mantêm o leitor numa incômoda penumbra em relação à proposta e ao rumo da história.

Os holofotes enfim são acesos com a entrada em cena pra valer do artefato construído por Jason no misterioso mundo ao qual foi transportado. Aí o romance passa a distribuir, sem miséria, sua abundante reserva criativa, explorando engenhosamente situações bizarras que a navegação por multiversos criaria, veloz na medida exata e com surpresas garantidas lance a lance – o que é aquela cena da sala de bate-papo, senhoras e senhores? Estupenda!

Em qualquer outro contexto eu implicaria com a verdadeira peste que são os parágrafos de uma só linha (qual a dificuldade de se desenvolver trechos minimamente sólidos e lineares?); também questionaria o pouco detalhamento dado aos aspectos científicos que envolvem a máquina capaz de se deslocar por realidades paralelas; mas dessa vez deixo as picuinhas de lado e fico mesmo com a lembrança dos ótimos momentos de diversão que o conjunto da obra me proporcionou, aquela fissura de devorar um livro que há muito eu não sentia.

site: www.thiagomaialivros.blogspot.com.br
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Claudio 02/12/2017

Vendo um filme de ação!
“A ausência de peso que a tudo permeia porque ainda não houve nenhuma escolha errada, nenhum caminho tomado, e a estrada que se bifurca num ponto adiante é cheia de puras e ilimitadas possibilidades” - página 18.

Após ser sequestrado e dopado, Jason Dessen acorda em um mundo onde não é mais casado, não tem mais o filho e não é mais um simples professor de física e sim um reconhecido físico metido em um projeto ambicioso de desbravamento de mundos paralelos.

Uma ficção científica sem exageros na parte da ciência, com boas discussões filosóficas - em especial sobre o peso das nossas escolhas - e com um ritmo da ação que é simplesmente impossível largá-lo no meio. Me peguei o tempo todo pensando estar assistindo a um filme devido ao frenesi das cenas de ação.

Outra grande virtude está na qualidade do uso do recurso de flashforward, porque de certa forma todos os acontecimentos futuros estão devidamente referenciados por alguma situação no livro e isso dá tanto a sensação de realidade do universo construído quanto de que se pensássemos mais descobriríamos o final por nós mesmos e fazer isso bem feito é uma arte para poucos.

Duas coisas me incomodaram e me fizeram gostar menos do livro: o primeiro foi o flashforward que antecipa a última virada do final, pois para mim não fez sentido ser onde foi, não consegui encontrar uma explicação sensata para o acontecido e; segundo, sempre que se conta histórias que envolvem viagem no tempo e/ou mundos paralelos existe um paradoxo difícil de resolver, especialmente quando esse paradoxo em si é bem explorado e, sinceramente, acho que o final não resolve adequadamente essa questão - não que tenha um final ruim, mas perde profundidade em relação ao desenvolvimento de todo o livro e acaba indo pelo caminho mais fácil.

Vale destacar a linda edição lançada pela Intrínseca e a arte da capa que, além de muito bonita, está diretamente ligada ao universo do livro.
franzlira 08/12/2017minha estante
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Cath 01/12/2017

Amei muito esse livro, e fiquei extremamente agoniada em algumas partes, foi realmente uma explosão na minha mente, tive até que pegar um outro livro para distrair, mas mesmo assim não consegui parar de ler matéria escura. Esse autor conseguiu misturar existencialismo, romance e ficção científica de uma forma muito envolve, achei o Jason extremamente humano e real, em alguns momentos senti uma empatia muito grande, outros pena. Também não esperava muito da obra, fiquei extremamente surpresa por ter amado algo que trata sobre ficção científica
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Ladyce 26/11/2017

"Matéria escura" de Blake Crouch é um livro de ficção científica que foge aos parâmetros de distopia, para causar boas e interessantes reflexões ao leitor interessado na exploração de universos paralelos. Este livro pode ser lido como entretenimento e alerta para conscientização das escolhas que fazemos. O resultado é uma obra ágil, interessante, que prende a atenção e levanta mais perguntas do que responde. Excelente resultado para um dos mais interessantes best-sellers que li nos últimos tempos.

Quem nunca se questionou sobre decisões tomadas? Quem nunca imaginou como teria sido a vida se no lugar de uma escolha, tivesse feito outra? E se não tivesse filhos? E se os tivesse? E se no lugar do piano tivesse aprendido a tecer? E se não tivesse casado com o atual parceiro? E se tivesse ficado casado com a primeira mulher? Onde estariam? Que estariam fazendo? Sua vida seria diferente se no lugar de engenharia tivesse seguido matemática, ou se dedicado à fotografia? De que maneira?

A noção de vidas alternativas ou multiverso tem, já há algum tempo, fomentado a imaginação de escritores que não se inserem no nicho de ficção científica. Recentemente obras como "O fio da vida" de Kate Atkinson, "Lágrimas na chuva" de Rosa Montero, "1Q84", de Haruki Murakami ou "A terra inteira e o céu infinito", de Ruth Ozeki têm demonstrado curiosidade e preocupação com descobertas da física quântica. Multiverso, teoria das cordas, são conceitos difíceis de absorvermos, porque temos a tendência da leitura linear de tempo, é o assunto desta segunda década do século. Como entender que o mundo tridimensional pode ser apenas uma ilusão? E que pode não haver distinção entre o presente e o futuro? Precisamos de uma mudança na maneira de pensar e uma porta se abre para um sem número de possibilidades ainda não imaginadas. Em algum lugar pode haver uma duplicata de mim mesmo ou mais de uma versão de mim. Não como gêmeos, mas duplicatas verdadeiras físicas e emotivas. Um mundo onde nada é único.

O autor americano, Blake Crouch, talvez tenha algumas de suas ideias conhecidas pelo leitor, já que a série televisiva "Wayward Pines" é baseada em um de seus livros. No entanto, em "Matéria Escura" ele parece dar um passo além, mesmo sendo um thriller que se aproxima de uma explicação do multiverso. Para isso Blake Crouch trabalhou uma história de amor, um romance, sobre um homem que não se dá conta de quanto ama a vida que tem até o momento em que se encontra em outra realidade, tentando voltar para o mundo que conhece. Nessas tentativas é apresentado a uma enormidade de versões de si mesmo, no multiverso.

Além de ser um thriller, este livro que convida o leitor a reavaliar decisões, escolhas e possibilidades deixadas para trás. Porque assim como Jason Dessen, personagem principal, professor de física em Chicago, descobre outras versões de si mesmo, nós também podemos e temos que aceitar nossa duplicação a cada escolha feita. Aceitar que pode haver milhares de outros eus, leitores, versões diferentes de nós mesmos é produzir uma verdadeira revolução no pensamento e reavaliar conceitos sobre nós mesmos, e do mundo em que vivemos. Em suma de tudo que conhecemos.

Esse livro não trata de ciência, mas mostra conceitos de realidades múltiplas e universos paralelos de maneira que podemos começar a nos familiarizar com esses preceitos, pois na trama eles parecem críveis e lógicos. Blake Crouch consegue equilibrar a trama com ilustração de conceitos científicos que acabam por nos dar a sensação de entendimento, de compreensão.

Na tradução de Alexandre Raposo, "Matéria escura" se torna uma maneira divertida de entreter e aprender algumas noções de física quântica. Muito bom, agradável e enriquecedor.
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Gilson.Cavalcanti 26/11/2017

Excelente com ressalvas físicas...
Vou ficar nas cinco estrelas pela experiência de leitura ter sido muito agradável. Apesar da justificativa científica esgarçar sua suspensão de descrença até quase romper, a narrativa e sequência de fatos muito bem colocados tornam a leitura muito agradável.
O autor consegue segurar o leitor em suspense em diversos pontos do livro e manter você agarrado a estória até o fim.
Enfim, se o leitor conseguir sublimar a implausibilidade da física utilizada aqui, vai fundo numa estória muito fluida e boa de ler.
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Natalia.Vasconcelos 20/11/2017

Amei este livro
O livro conta a historia de Jason Dessen, um físico nuclear e professor de universidade casado com Danielle e pai de um menino de 14 anos, Charlie.

Jason ao descobrir que Danielle estava gravida assumiu a responsabilidade, se casaram e suas vidas tomaram um rumo diferente do que os dois tinham planejado. Jason tem uma vida normal e como qualquer pessoa tem suas frustrações por conta das escolhas que fez no passado e a duvida do que teria acontecido se tivesse tomado outros caminhos. Isso fica evidente quando o amigo ganha um importante premio de ciências. Tudo muda quando numa noite ele é sequestrado e acorda num laboratório amarrado a uma maca e sem saber onde esta. Jason não reconhece as pessoas que o recebem e começa a descobrir que ali as coisas não são como ele se lembra. Família, passado, realizações. Esta tudo diferente.

O autor escreveu uma historia tão intrincada que ao mesmo tempo que a trama te deixa com um nozinho na cabeça, tudo se encaixa perfeitamente. A história te prende te fascina e faz pensar nas escolhas que fazemos e no tempo que perdemos pensando no que poderia ter sido. Nas perdas e ganhos dessas escolhas, etc. Nos faz pensar na questão: Somos exclusivamente fruto de nossas escolhas? São nossas escolhas que nos define?

A citação no inicio do livro se encaixa perfeitamente

"O que poderia ter sido e o que foi
Apontam para um único fim, sempre presente.
Passos ecoam na memória
Pelo caminho não escolhido
Rumo à porta que nunca abrimos.
T. S. Eliot, Burnt Norton"

site: https://nataliaberaldo.blogspot.com.br/2017/11/resenha-materia-escura-blake-crouch.html
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Núbia Esther 10/11/2017

Com a experiência de quem está acostumado a entregar roteiros frenéticos, Blake Crouch nos entrega em Matéria Escura uma mistura de ficção científica e thriller psicológico de tirar o fôlego. Não surpreende a Sony ter comprado os direitos de adaptação (para filme ou série) lá em 2014 quando Crouch tinha apenas cerca de 150 páginas de sua história escritas. Este é daqueles livros que irá agradar os fãs mais vorazes de ficção científica, afinal tem temas tão teóricos e abstratos como multiverso, mecânica quântica e neurociência, mas também garante adeptos entre os fãs de um bom thriller e romances investigativos. E isso é garantido pelo fato dele não banalizar a parte científica da trama, tornando-a superficial demais, mas também não aprofundando demais, o que poderia tornar a leitura hermética para os leitores que pouco se enveredam pelo gênero. Aliás, Matéria Escura pode ser uma boa escolha para quem quer começar a se aventurar por esse gênero literário.

Começamos essa história conhecendo Jason Dessen, um professor universitário que poderia ter sido um cientista brilhante se a vida não tivesse lhe exigido uma escolha na qual ele precisou abdicar de um lado importante de sua vida; o mesmo vale para sua esposa Daniela, uma artista plástica com grande potencial e que agora é professora de artes no ensino fundamental. O fato de um amigo de Jason ter ganhado um importante prêmio por causa de um trabalho no campo da neurociência, acaba fazendo Jason colocar sua vida em perspectiva e duvidar de suas escolhas por um breve momento. O que poderia ter ficado por isso mesmo, se Jason não tivesse sido sequestrado, dopado e lançado em uma vida que ressoa à sua a não ser pelo fato de que: ele não é casado com Daniela, seu filho Charlie nunca nasceu e ele é um importante cientista no campo da física quântica. Qual vida de Jason é real? Ele tem certeza de que aquela em que ele é um pai de família e professor universitário, mas os fatos mostram que nesse lugar onde está também havia um Jason.

“E se todas as crenças e lembranças que compõem quem eu sou – minha profissão, minha esposa, meu filho – não passarem de uma trágica falha no funcionamento da matéria cinzenta localizada dentro do meu crânio? Devo continuar lutando para ser o homem que penso ser? Ou devo deserdá-lo, abandonar tudo que ele ama, para simplesmente encarnar a pessoa que este mundo espera que eu seja?

Mas, se eu enlouqueci, o que fazer?

E se tudo que conheço estiver errado? ” (Página 83)

Mas, quando a existência de um importante aparato científico vem à tona e a existência de um Jason 2 é confirmada, a trama de Crouch se abre para um infinito de probabilidades e, além de viagens entre diferentes universos, a narrativa também ganha uma importante carga psicológica. Perguntas sobre quem realmente somos e sobre quantas vidas deixamos de ter a cada escolha que fazemos e como essas escolhas nos modificam nos tornando pessoas melhores ou piores, permeiam toda a obra, bem como o conflito moral e ético sobre até que ponto podemos ir para recuperar a vida que um dia foi renegada.

Jason 2 foi ao extremo de usurpar a vida de Jason, que agora só pode contar com a ajuda de Amanda (psicóloga na empresa de Jason 2), a máquina criada por seu sósia e um composto químico finito para tentar reaver sua antiga vida. Será que na infinita possibilidade de mundos eles conseguirão retornar ao mundo de Jason? A quantidade de compostos pegos por Amanda serão suficientes para a jornada?

Com uma certa quantidade de mundos possíveis de serem visitados, Crouch poderia ter se enveredado fácil por esse caminho, mas felizmente ele optou pela parcimônia e só explorou mundos que efetivamente contribuíram para o andamento da trama, quer seja pelos questionamentos suscitados ou pela carga dramática possibilitados por algumas dessas experiências. O ponto alto da trama reside em como Crouch soube concatenar essas experiências com as implicações inerentes da física quântica dos muitos mundos, o que rendeu um final frenético, quase desesperador e com questionamentos bastante filosóficos sobre individualidade e livre-arbítrio. A junção da ficção científica com os questionamentos psicológicos e filosóficos foi sem dúvidas uma decisão bastante acertada de Crouch. Se você ainda não leu Matéria Escura se permita ser fisgado para a história de Jason, você pode se surpreender.

[Blablabla Aleatório]

site: https://blablablaaleatorio.com/2017/10/08/materia-escura-blake-crouch/
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Claire 07/11/2017

Sobre um homem apaixonado
Matéria escura me cativou pelo nome, por ser uma ficção científica e pela sinopse, então eu iniciei a leitura cheia de expectativas. Trata-se de um professor universitário chamado Jason, que, logo nas primeiras páginas, mostra sua família feliz e seu peso interno por ter aberto mão de sua carreira científica para estar com ela. O livro coloca de uma forma bem óbvia isso, de maneira que, logo na primeira impressão, já sabemos que a trama vai se desenrolar com base naquilo, por que o autor dá muita ênfase ao fato de ele ter aberto mão da carreira, pela esposa e pelo filho. Da mesma forma, a esposa também carrega esse remorso, pois abriu mão de sua arte - ela era uma grande pintora - para poder ser esposa e mãe.

O Jason não é o típico protagonista de livros. Ele não é genial, não é corajoso, sua aparência sequer é descrita (assim não sabemos se ele é bonito, feio, forte, fraco, etc.), e ele não tem nenhuma característica marcante. Mas a forma como suas fraquezas são exploradas, é muito boa. Ele sua frio, ele sente medo, ele chora, ele fica confuso, ele passeia pela insanidade. É um homem comum que teve seu mundo revirado, tão perdido quanto nós, leitores, diante de tudo o que é apresentado.

Uma bela noite, ele sai de casa por quarenta minutos, e não volta nunca mais. É sequestrado e drogado por alguém que usa a máscara de uma gueixa, alguém cuja voz lhe é familiar, de forma estranha. E então, ele desperta depois disso em um mundo parecido com o seu, mas que não é o seu. Neste mundo, ele tomou outra escolha, sobre sua família e carreira, e, devido a isso, tudo está absolutamente diferente.

Com isso, pensamos que a base da trama já está configurada, mas não. Muita, MUITA coisa inusitada ainda vai acontecer. Jason precisa entender o que está se passando, mas, após metade do livro, o enredo toma proporções completamente diferentes. A aventura de Jason, na busca da sua mulher e do seu lar, se tornam algo digno de Dr. Who. Ele passa por experiências complexas e dramáticas, ao lado de uma nova personagem que é introduzida: Amanda.

Eu, sinceramente, acho que Amanda deveria ter sido infinitamente mais explorada. Ela tinha presença no livro, mas, nas dezenas de páginas em que ela acontece ao lado de Jason, na odisséia entremundos, pouco dela nos é passado, e seu final ficou extremamente obscuro. Uma pena.

A reta final do livro é absurda. Mas absurda no bom sentido. O enredo toma proporções insustentáveis, de maneira que vamos arregalando os olhos enquanto lemos, com sangue e coisas absolutamente improváveis. O tempo todo, a cada capítulo, o amor declarado e quase doentio de Jason por Daniela, a sua mulher, é algo gritante. Houve momentos que eu quis sacudi-lo, dar uns tapas, porque ele era completamente obcecado por ela, de maneira que, só conseguia definir sua identidade e sua vida, se fosse com a sua mulher.

Os personagens não fogem do contexto de suas próprias personalidades, e o livro flui. Eu comecei a ler e mal conseguia parar.

Recomendo o livro pra todos que gostam de uma boa estória de ficção científica, que vai ficando cada vez mais surreal, e inimaginável. Valeu super a pena.
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Jéssica A 01/11/2017

Surpreendeu DEMAIS
Na verdade, eu realmente odeio a temática de universos paralelos, porque eu nunca peguei nada realmente bom a respeito do tema, sejam livros ou filmes (com exceção de Donnie Darko porque né? ?), sempre foi um tema que me decepcionou porque eu sempre achei as conclusões "demais pra minha cabeça". Mas esse livro... esse livro me fez repensar meu ódio e eu simplesmente me apaixonei pela trama. O começo é um pouco confuso e você fica pensando: "o que diabos está acontecendo aqui?" mas você não perde por esperar, óh, definitivamente não. Quando você descobre o que está acontecendo é simplesmente um "mind fuck" maravilhooooso que você não quer mais parar de ler. Eu só não dei 5 estrelas pra esse livro porque depois da página final eu fiquei esperando por mais e mais e mais. Recomendadíssimo!!
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Wenndel 30/10/2017

"Não é apenas o que acontece, mas como acontece: um soco que vem do nada, quando você menos espera. Não dá tempo de se esquivar ou de se proteger."
Jason Dessen é professor de física numa universidade em Chicago. Mora com sua mulher Daniela e seu filho de 15 anos, Charlie.

Jason e Daniela além de compartilhar a vida de casal compartilham também a frustração profissional. 15 anos atrás Daniela dizia a Jason que estava grávida, e a escolha dele por aceitar construir uma família, frustra profissionalmente os dois. No entanto, o amor entre os dois é recíproco, e depois de tudo ainda vive.

Na noite em que Jason vai a um bar, para comemorar com um antigo amigo a entrega de um prêmio, ele é sequestrado e drogado, vindo a acordar em um mundo diferente. Um mundo que não é o dele. Mas todos nesse mundo parecem conhecer ele e adimira-lo, com um profundo respeito. Onde ele havia ido parar? Quem o sequestrou? Como voltar pra casa?

Em matéria escura, livro com a linguagem muito fluida (da vontade de ler de uma vez só, é difícil não se deixar levar pela trama de Crouch), somos postos em diversas situações que nos fazem questionar nossas escolhas, decisões e se realmente temos a vida que queremos. (E mesmo se não quisessemos, ele faz com que passemos a querer).

Com uma trama de fácil compreensão, Crouch nos mostra uma física avançada, porém não tão futurística, em que tudo é possível, inclusive coisas extremamente desagradáveis. História pertubadora com personagens cativantes.
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Fernando 25/10/2017

Intrigante
Um livro que veio bem a calhar depois que assisti Rick & Morty. Me senti muito imerso, o autor sabe bem como nos prender em sua narrativa. O recurso de utilizar um narrador que faz parte da história também nos deixa mais presos emocionalmente a ele.

Em alguns momentos chego a duvidar da veracidade dos fatos narrados pelo meu colega que conta a história, mesmo porque o multiverso se abre a essa possibilidade, mas Blake Crouch trata isso de uma forma magistral e consegue finalizar seu romance sem forçação de barra.
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Gustavo Mahler 18/10/2017

Ficção-Científica agradável
Alguns estão dizendo que é o novo Asimov, mas nem de longe é isso. O livro é divertido, explora conceitos científicos do multiverso e como a maioria dos autores norte americanos, dá aquela forçada básica nos artifícios hollywoodianos. Mas nada disso compromete a deliciosa jornada que o protagonista nos leva. O autor nos prende página por página, utilizando de forma inteligente um romance , nos expondo diversos conceito: nosso lugar no universo , a vida , o peso de escolhas, etc. A leitura é dinâmica e você fica grudado no livro, curioso pra saber como termina. O autor é roteirista de tv , o que explica as técnicas narrativas que ele usa. Se vc queria um livro leve mas ao mesmo tempo com questionamentos
interessantes, acaba nem reparando nas questionáveis soluções científicas do auto , principalmente se vc for da área como eu. Livro dinâmico e fluído; mas não esperem um Asimov (como muitos têm falado), quem diz isso , não conhece ou leu nada dele. O livro é um romance divertido , seguido de uma aventura tensa, porém agradável .
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Whebson 07/10/2017

Um livro muito bem escrito, mas...
A começar pela capa, que capa feia, de um gosto bem duvidoso rsrsrsrs, o conteúdo do livro é muito bem escrito, mas quando eu terminei de lê-lo fiquei com a pulga a trás da orelha... Faltou algo, tá tudo em aberto, e os personagem tudo solto, nada amarrado ou finalizado... Foi apenas um começo... Mas tudo bem, valeu apena.
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