O Bazar dos Sonhos Ruins

O Bazar dos Sonhos Ruins Stephen King




Resenhas - O Bazar dos Sonhos Ruins


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Júnior_Desenho 17/04/2018

Nao foi o que eu esperava :(
Dos livros de contos que eu ja li do Stephen King este foi o mais fraco. Os finais deixavam a desejar. Alguns contos começavam meio sem graça e eu esperava acontecer alguma coisa interessante, mas não acontecia nada :/ Talvez por eu ter ido ler esperando aqueles contos pesados, misteriosos e brutais que fazem medo e mostram coisas sobrenaturais ou a loucura do ser humano, como King costuma mostrar... Bom, pode ser apenas questão de gosto.
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Fer 16/04/2018

Bom.
Alguns contos achei a leitura um pouco cansativa, mesmo não considerando nenhum deles chato ou ruim. Em contrapartida, muitos prenderam minha atenção e me surpreenderam.
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Leila 28/02/2018

Surpreendente!
O único livro do King que li antes deste foi Carrie, a Estranha e gostei muito. Demorei a criar coragem para ler outro livro do autor. Primeiro, porque sou medrosa para ler terror e, segundo, pelo tamanho das obras (quase todas são calhamaços!). O que me encorajou a ler esse livro, é o fato de ser uma compilação de contos. Você pode ler um conto por dia, dessa forma, a leitura não se torna cansativa.

Antes de cada conto, King fala um pouco sobre como surgiu a ideia para a história. Gostei muito de conhecer um pouco mais sobre o processo criativo dele, é incrível! Em alguns casos, gostei mais dos comentários do autor do que do próprio conto.

O primeiro conto é sobre um carro alienígena que come gente (isso mesmo!). Três crianças são as protagonistas. Apesar de bizarro, achei interessante. O segundo conto é bem sem graça. Nem vale a pena comentar. O terceiro é bem diferente e, no final, há um elemento surpresa. Sempre gosto de ser surpreendida! O quarto conto, apesar de bom, não surpreende, pois o leitor já espera por aquele desfecho. E assim por diante...

Alguns contos surpreendem e muito! Você espera um final chocante (estilo King), mas o final é até fofo (isso mesmo: King escrevendo finais fofos; pasmem!). No geral, não achei o livro tão aterrorizante. Até criei coragem para ler outras obras do autor.

Nem todos os contos são sobrenaturais. Alguns, utilizando acontecimentos do cotidiano, nos fazem refletir sobre valores (ou a falta deles), moralidade, ganância e até questões mais profundas da vida.

Indico a leitura tanto para os fãs de King como para quem ainda não conhece suas obras. Por ser uma coleção de contos, o leitor conhece outras facetas do autor (tem até poesias!).

A edição é caprichada, com uma capa muito bonita. A diagramação está impecável. Adorei a leitura!

Resenha publicada no blog Meus Livros e Sonhos.

site: http://meuslivrosesonhos.blogspot.com.br/
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Mick 22/02/2018

"O Bazar dos Sonhos Ruins"
Amo ler os contos de Stephen King! O meu primeiro livro do autor foi também uma coletânea de histórias curtas: "Tudo é Eventual"! Então, faço questão de ler e ter todos os seus livros de contos!

"O Bazar dos Sonhos Ruins" é uma boa coletânea com 20 histórias! Mas, apesar de ter ótimos contos, acho que eu criei muitas expectativas em torno do título e da capa... Esperava mais terror! Rs É claro que quase todos os contos perpassam pelo sobrenatural, mas, no geral, achei os contos mais "leves" nesse quesito. Isso não quer dizer que não tenha gostado do livro, pois achei as histórias legais e envolventes... Espero que me entendam! Rs Simplesmente gostei muito do livro, mas as minhas expectativas eram um pouquinho diferentes...

Meu conto preferido do livro foi o Milha 81! Abaixo o meu top nine... Exceto o primeiro, os demais não seguem necessariamente uma ordem numérica de preferência:

✔ Milha 81
✔ Garotinho Malvado
✔Duna
✔ Moralidade
✔UR
✔ Indisposta
✔ O pequeno deus verde da agonia
✔ Obituários
✔ Fogos de artifício e bebedeira
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Coisas de Mineira 20/02/2018

Chico Buarque (que por sinal faz aniversario hoje, dia 19/06) já havia cantado há anos atras: “Um lugar deve existir, uma espécie de bazar. Onde os sonhos extraviados vão parar.”, e com essa letra na cabeça que peguei o novo livro do King, meio sem saber o que iria encontrar, mas com a certeza de que seria inesquecível. Stephen King é o meu queridinho entre os queridinhos, todos os seus livros que li entraram para o meu hall da fama e quando acho que ele já me deu absolutamente tudo, me deparo com uma nova obra e descubro que a sua genialidade e eferverscência poética não tem mais fim.

"Essa percepção gerou questões de moralidade que ainda me incomodam atualmente. É um conceito bem elástico, não é? Peculiarmente deformável. Mas, quando se estica demais uma coisa, ela rasga. Hoje em dia, doo sangue em vez de vender, mas pensei na época e ainda me parece verdade agora: sob as circunstancias certas, uma pessoa pode vender qualquer coisa e viver com a culpa."

Em O Bazar dos Sonhos Ruins, King se descreve assim: “Aqui estão minhas mercadorias, querido leitor (...) gosto de vender meus produtos quando os outros vendedores já foram para casa faz temo, quando as ruas estão desertas e a Lua gelada flutua acima dos cânions da cidade. É nessa hora que gosto de abrir meu lençol e espalhar minhas mercadoria”. Uma especie de vendedor noturno, que anda pela rua, que vaga quando estão todos dormindo, que bate de porta em porta oferecendo algo e que só entra se é convidado.

O livro é composto apenas de contos, alguns deles já publicados outros inéditos no Brasil. e o autor nos da um pouco de cada coisa, vai do terror, ao absurdo, passando pelo sobrenatural e imaginário, é rápido e direto o desenrolar o que mata logo a nossa curiosidade, mas faz com que fiquemos dias pensando a respeito de como seria se fosse um livro inteiro sobre aquela história e não apenas poucas palavras. Antes de cada conto King nos presenteia com algo ate então novo em minha vida, ele introduz a historia falando como ela surgiu em sua cabeça, explicando um pouco do seu processo de criação, da sua inspiração para escrever e acaba assim nos fazendo entender um pouquinho de como as coisas acontecem dentro dele e pra mim, só essas introduções já valeriam o livro, entretanto os contos conseguem ser ainda melhores que a introdução.

“As vezes uma história chega completa, prontinha. Mas normal elas me ocorrem em duas partes: primeiro a xícara, depois, a asa. Como a asa pode não aparecer por semanas, meses ou, em alguns casos, anos,tenho uma caixinha no fundo da mente cheia de xícaras incompletas, cada uma protegida por aquela embalagem mental unica que chamamos de memória.” É como se ao nos explicar King se explicasse, se desculpasse e nos mostrasse com que olhos e sentimentos devemos ler as paginas a seguir e isso, meus amigos, é impagável.

Confesso que embora sejam muitos contos tive os meus favoritos e alguns que fui entender tempo depois, é engraçado que King diz que irá nos deixar pensado e as vezes até com um certo medo, como se a história fosse nos acompanhar por um tempo, como se ela fosse fazer companhia antes de dormir e talvez ser tema de algum pesadelo. E ele não poderia estar mais certo, algumas histórias apenas passam pelos nossos olhos, outras grudam em algum lugar da gente e você se pega pensando nela do nada e isso dá uma sensação estranha de presença, como cada conto tem um tema diferente, irei contar a respeito de três dos meu favoritos.

Garotinho Malvado: Um homem é preso por matar friamente uma criança indefesa, mas ao conversarmos com ele descobrimos que no final das contas, essa criança não tem nada de indefesa ou inocente. É possível o verdadeiro demônio tomar forma e nos infernizar? É possível alguém ser ruim de graça até a ultima gota do seu sangue? O que é a maldade? Até onde ela vai? Ou é só loucura mesmo.

Uma morte: Um homem nega de pés juntos que cometeu um crime, embora todas as provas vão contra ele, ele continua negando e nega até o fim. Em algum momento, a gente passa acreditar em sua inocência, até que ponto uma pessoa consegue mentir? Até que ponto ela pode nos enganar? A gente que é fácil de ser enganado? A gente que é bom? Ou talvez a gente queira acreditar na bondade alheia?

Moralidade: O ultimo desejo de um homem pode ser algo bem difícil de se entender, mas ao tentar ajuda-lo a sua enfermeira muda completamente a sua vida e o seu futuro. Fica a duvida, o ultimo desejo dele era de fato o que pediu? Ou era apenas uma desculpa para despertar algo profundo que ele viu adormecido em sua acompanhante?

"Mas até a ideia mais maluca consegue entrar na sua cabeça, se você for solitário, estiver sofrendo e alguém ficar batendo na mesma tecla. A ideia pode ir penetrando lá como uma minhoca e botar ovos, e em pouco tempo seu cérebro está cheio de larvas."

"O bazar dos Sonhos Ruins" é um pouco de cada coisa, é um misto de todas as histórias que King já nos contou então certamente é indicado para quase toda pessoa, não acho que chega a ser terror, mas passa muito perto que pode ser confundida facilmente. Se você gosta de algo que toca fundo, de surpresas, histórias realistas, inteligentes e sensatas, este livro é o que você deveria estar lendo agora, mas, se você gosta mesmo é de suspense, sobrenatural, terror e livros que te deixa olhando para a porta fechada do seu guarda roupa e te faz pensar se você não a deixou aberta, quando na verdade você sabe que fechou, mas tem um certo medo oculto, esta obra prima também é feita na sua medida.

King é um gênio, indescritível, minucioso, detalhista e sabe como ninguém prender a nossa atenção, então se você não se encaixa no tipo de gente que citei no paragrafo anterior, mas gosta de bons livros de autores renomados, não deixe de ler "O Bazar dos Sonhos Ruins".

Com carinho,
Taay (:

Por: Taynara Vieira
Site: http://www.coisasdemineira.com/2017/06/resenha-o-bazar-dos-sonhos-ruins.html
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Camys 30/01/2018

King é rei em tudo que escreve!
Esse livro reúne 18 contos e dois poemas do mestre do horror. E tem uma pitada de humor na escrita. tem vários contos incríveis, assim como alguns não tão incríveis assim, mas acho que tem muito mais coisa boa que ruim aqui. Contos como Moralidade, UR, Duna, super valem a leitura!
Sem falar que UR é um poço sem fundo de referências ao romance mais épico do King: A torre Negra.
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Ana 30/01/2018

O Bazar dos Sonhos Ruins
Olá olá meus queridos!!!

Como fomos de festas??? Espero que muito bem, com muitas comidinhas gostosas, bebidinhas refrescantes e muitos livrinhos de presente!!!! ❤

Depois de um bom e merecido recesso, voltamos com tudo, para trazer muitas resenhas para vocês; e como eu não poderia começar de maneira diferente que essa, venho com uma resenha do meu, do seu, do nosso mestre do terror, o senhor Stephen King!!!!

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Em O Bazar dos Sonhos Ruins, King nos presenteia com um livro onde temos 20 contos com os temas e formatos mais variados, como nos informa a sinopse “Temas eletrizantes interligam os contos; moralidade, vida após a morte, culpa, os erros que consertaríamos se pudéssemos voltar no tempo… Muitos deles são protagonizados por personagens no fim da vida, relembrando seus crimes e pecados….“

Como não tenho muito a dizer além do escrito na sinopse sem entregar spoilers, vou contar o que achei desta leitura.

Admito que este livro foi uma experiência completamente diferente do que estou acostumada. Nesta obra eu pude conhecer o King poeta em alguns contos, conferir mais uma vez que não só te terror ele vive, matar a saudade da desenvoltura em contos curtos e longos, além de me sentir cada vez mais “próxima” do mestre, devido a suas introduções.

Antes de cada conto, somos presenteados com um bate papo no qual King nos fala de suas motivações para a escrita de cada história. Ele nos faz sentir sentados numa mesa de bar, numa conversa agradável, tomando uma gelada sem sentir o tempo passar, ou em volta de uma fogueira, com cigarras ao fundo, submersos em uma história que só ele sabe contar, e eu acho isso completamente mágico.

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Entretanto, dessa vez, eu não consegui ler o livro inteiro de uma vez. Acabei intercalando com outros livros. Na verdade, depois de alguns anos de vida, aprendi a ler livros de contos da maneira certa, apreciando cada um a seu tempo, de maneira única, dando tempo de absorver cada história como merecem.

Então, é isso aí pessoal! O que acharam? já leram? Nos dê um pouco de sua opinião!

Beijos!!!!

site: https://literakaos.wordpress.com/2018/01/16/resenha143-o-bazar-dos-sonhos-ruins-de-stephen-king/
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Lari 25/01/2018

Contos e inspirações
Eu tinha esperanças de marcar cinco estrelas para este livro, mas querendo dar dez. Infelizmente, a nota foi mais baixa que o esperado. Não li muitos livros do Stephen King, mas o pouco que li me deixou curiosa e me fez criar grandes expectativas quanto a este livro.
Não vou dizer que é de todo ruim, mas alguns contos me decepcionaram um pouco. E não vou mentir: pulei um que eu, realmente, não entendi nada. Pareciam fracos para todo o talento que o King guarda com ele. Em contrapartida, tive a felicidade de marcar alguns que foram ótimos e que faz a gente pensar "de onde ele tirou essa ideia maluca, e que deu super certo?".
É aí que a parte que mais me interessou no livro entra em cena: antes de cada conto o autor escreve de onde surgiu a inspiração para escrever. Dá para aprender muito e concordar com vários pontos que ele diz.
Para quem quer conhecer mais ainda sobre o trabalho dele, e sobre inspirações, é super recomendado. Dá para se divertir, mas nada melhor que uma história longa e bem trabalhada por ele.
Yasmin 12/02/2018minha estante
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Felipe 25/01/2018

Gostei de todos os contos
King escreve muito bem. E quanto mais velho, melhor ele fica.
Mesmo em contos curtos ele nos faz gostar dos personagens.
Até o conto de baseball, que falaram qie era meio entediante pra quem não entende, ei adorei, um dos melhores do livro.
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O Véio 20/12/2017

O BAZAR DOS CONTOS RUINS
Criei uma expectativa enorme em relação a este livro. Capa bonita, aliás, a capa mais bonita entre todos os livros do King já publicados aqui no Brasil em minha opinião. Tudo isso, além do fato de ser mais um Stephen King,é claro! Mesmo assim, nada disso adiantou muita coisa, ou seja, o livro tem apenas alguns bons contos, e só! De todos os 20 contos, eu destacaria apenas uns 4: MILHA 81 + BATMAN E ROBIN TÊM UMA DISCUSSÃO + INDISPOSTA e TROVÃO DE VERÃO. Não é que todos os outros contos sejam ruins, não é isso. O problema é que alguns deles parecem inacabados. A gente tem a impressão de que eles poderiam ter sido melhor trabalhados no início, no meio ou no final. Além disso, ainda tem a questão dos títulos de alguns contos, por exemplo: o melhor conto do livro na minha opinião é: BATMAN E ROBIN TÊM UMA DISCUSSÃO. Aqui pra nós, tem título de conto mais ridículo que esse?! Porém, a história é simplesmente SENSACIONAL, FANTÁSTICA! Vale o livro sem sombra de dúvida! Já o último conto do livro, TROVÃO DE VERÃO, é extremamente triste. Este é outro conto que me tocou bastante. A história do fim do mundo envolvendo 3 personagens, dois homens e um cão. Confesso que fiquei emocionado demais da conta. Que conto LINDO! E assim é o Bazar dos Sonhos Ruins. Alguns poucos contos realmente muito bons, enquanto que a maioria deles precisam de uma forte dose de coragem e determinação pra ler até o final.
Fiquei triste com o resultado final deste livro. Como já falei, esperava um livro gostoso de ler e com histórias interessantes e bem contadas, mas, infelizmente não foi isso que encontrei neste Bazar. Daí você me pergunta: você indicaria este livro para alguém? A resposta é muito simples: apesar de tudo, sim! Mas, isto não é uma tremenda contradição? Não! E sabe porque? É Stephen King! Pode ser, e isso não é nenhum absurdo, que os contos que pareceram ruins ou fracos pra mim, pareçam bons e interessantes pra outro leitor! E aí?! Portanto, se você tem interesse de ler O Bazar..., eu recomendo que leia, pois, a minha opinião é apenas a minha opinião. E a partir do momento que você ler este livro, você também terá a sua. E só a partir daí, é que nós veremos se o livro é ou não é tudo isso que eu falei aqui. Portanto, leia o livro e nós conversaremos depois. Boa leitura!
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Marcos.Ferraz 07/12/2017

É rei, mas...
Que Stephen King é King não há a menor dúvida. Porém, quando o assunto é conto curto, acho que podemos torcer o nariz um pouco. Jamais pensei dar menos de quatro estrelas para o rei, mas este livro (para mim) deixou muito a desejar.
Como tiete do King, assim que vi a respeito do livro senti logo a necessidade de comprá-lo, porém, foi lendo as primeiras páginas que eu descobri que ele poderia ser facilmente esquecido e ser pego de vez em quando para completar a leitura de um dia.
O bazar dos sonhos ruins traz uma coletânea de vinte contos que contemplam temas desde amor e esporte até o sobrenatural e fim do mundo. Com tamanha variedade passamos a conhecer um lado diferente do autor: a capacidade de dar um final bosta para uma história.
Alguns contos são estranhamente toscos e sem sentindo, são desprovidos de uma ideia central, dando a ideia de uma coisa inventada às pressas e para o final vamos dar um "deus ex machina" (vide Milha 81).
Descobrimos aqui que King também é um poeta, mas que como escritor de poemas, ele é um ótimo guitarrista! Confesso que não entendi nada de "A igreja de ossos".
Alguns contos não passam de a narração de um acontecimento, como em "Herman Wouk ainda está vivo".
Mas, meu querido, é tudo tempo perdido? Of course not, my dear. Vale ressaltar aqui a qualidade e superioridade de alguns contos. Ainda não decidi qual é o melhor: "Ur" ou "Garotinho malvado". E por terem temáticas diferentes, vou manter o empate. Os dois, apesar de seguirem à risca o que pede o gênero conto, trazem histórias com início, meio e fim impregnados na genialidade de King. Ele não deixa escapar informações e tece teias que fazem o leitor correr atrás dos parágrafos sem se queixar. "Duna" também traz uma história com um final interessante, mas os outros dois supracitados são os que mais têm a cara do King.
Enfim... É um livro facilmente esquecível e que num momento de stress vc pode olhar pra ele e pensar "não acredito que gastei dinheiro nessa merda". Mas ele é muito bonito para fazer parte da coleção e ficar na prateleira.
Gi 08/12/2017minha estante
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Maria.Julia 14/12/2017minha estante
Tive a mesma sensação ao ler sombras da noite, outro livro de contos. Alguns deles acabam no meio de uma história eletrizante e te deixam extremamente curioso, só que uma curiosidade que jamais ter a resposta por que o conto acaba repentinamente. A maioria dos livros grandes é bom mas os contos, deixam a desejar.


Marcos.Ferraz 15/12/2017minha estante
À exceção de "Escuridão total sem estrelas", é o primeiro livro de contos dele que leio. E acho que vai demorar pra eu adquirir outro. A não ser "quatro estações" que é outro livro que tem quatro contos apenas. Os contos compridos dele são sempre muito bons!


Maria.Julia 15/12/2017minha estante
Ah Sim, escuridão total sem estrelas realmente é muito bom, mas esses contos de 5 páginas não parecem ser escritos pelo king




Allan Rodrigues Lima 23/11/2017

UM BOM LIVRO, MAS NADA DEMAIS
Não sou fã de Stephen King, vi que muitos tinham lido e fui ver se era bom. Os contos são bem elaborado e a linguagem extremamente clara e de fácil compreensão, alguns contos como: A corrida armamentista me fizeram dá boas risadas, mas em geral achei o livro fraco, muitos contos terminam de forma abrupta e sem muita conexão.
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Euflauzino 02/11/2017

Vendendo sonhos ruins

Stephen King é um garoto mal que a gente adora! Isso é o mais próximo que posso chegar de uma definição deste escritor incansável. Cá estamos nós, novamente, às voltas com mais um livro – O bazar dos sonhos ruins (Suma de Letras, 528 páginas), em que o mestre se compraz em negociar seus fantasmas, memórias e pesadelos sem constrangimento.

Definitivamente, não acho que King seja tão bom nos contos quanto é nos romances longos, enormes, bíblicos de tão grandes (espero que os leitores xiitas não fiquem bravos comigo). Inclusive seus contos, neste livro, são enormes também, inchados, mais próximos de uma novela, como se seus contos fossem romances com raquitismo, por isso acho que gostei mais deste em relação a outras coletâneas.

São vinte contos e antes de cada um há uma explicação de como, quando, onde ou por que o mesmo foi escrito. Enlouqueço com isso! Coisa de fã que quer saber de tudo. É um mergulho na mente do escritor.

“... O humor aqui é sombrio, mas, na minha opinião, esse é muitas vezes o melhor tipo. Porque, veja bem, quando se trata da morte, o que podemos fazer além de rir?”

Ele não trata o leitor como leso, mastigando tudo e somos gratos por isso. Prestem atenção no parágrafo abaixo:

“Ele andou na direção da área de carga e descarga e lá, mais uma vez, bingo! Havia um monte de guimbas de cigarro pisadas próximas à plataforma de concreto, e mais algumas garrafinhas marrons ao redor do rei: um potinho verde-escuro de xarope NyQuil...”

Não precisou dizer que os garotos estavam se drogando... a própria narrativa nos levou à conclusão. Ele não se apega na descrição minuciosa das personagens, a própria história, as ações de cada uma delas, se encarrega disso. Porém, quando o faz ele nunca é sutil, mas sempre é certeiro:

“Eles eram um belo par, ao menos a curto prazo: ela era ferro em brasa, saída da forja, e ele, no apartamento cheio de livros, era a água na qual ela esfriava.”

Sua escrita continua potente e há parágrafos tão bem escritos que fico retornando a ele inúmeras vezes:

“Quando o juiz sobe no caiaque sob o céu claro da manhã, um processo lento e desajeitado que demora quase cinco minutos, ele pensa que o corpo de um velho não passa de um saco no qual ele carrega dores e indignidades...”

E não é só isso. O horror está ali, nem sempre evidente, mas subentendido em aves de mau agouro, da mesma forma que nossos antepassados temiam uma coruja em cima do telhado ou corvos rondando as plantações:

“Beecher para, pega uma concha grande e joga na ave. Dessa vez, o urubu voa, e o som das asas é como um pano rasgando. Ele voa pelo trecho curto de água e pousa na doca. Ainda um mau presságio, pensa o Juiz. Ele se lembra de Jimmy Caslow da Patrulha Estadual da Flórida explicando que os urubus-de-cabeça-vermelha não só sabiam onde havia carniça, mas onde haveria carniça.”

É de arrepiar a espinha. Nunca mais verei um urubu como o via antigamente. Há outro tema recorrente na obra de King que é o “corredor da morte”. O que sentiriam os condenados prestes a se deparar com a câmara de gás ou a injeção letal ou ainda com a cadeira elétrica? Seriam eles nada mais que cadáveres esperando a morte?

... “Quando chegar a hora, ele vai falar bastante. Eles ficam com medo, sabe? Esquecem que queriam entrar na sala da injeção com a cabeça erguida e os ombros retos. Começam a entender que isto não é um filme, que vão morrer de verdade, e aí querem tentar todas as apelações que existem.”

São contos para todos os gostos e todos muito envolventes. Claro que nos apegamos a uns mais que a outros, mas não se enganem, o mestre sabe como nos conduzir.


site: Leia mais em: http://www.lerparadivertir.com/2017/11/o-bazar-dos-sonhos-ruins-stephen-king.html
Ari 29/11/2017minha estante
Espetacular tal resenha colega!


Euflauzino 30/11/2017minha estante
brigaduuuuuuu, querida Ariel!


Euflauzino 30/11/2017minha estante
brigaduuuuu. passe pelo blog, será um prazer trocar uma prosa contigo. :)


Cristiano Lótus 10/01/2018minha estante
.........?




Cris 17/10/2017

O Bazar dos Sonhos Ruins
Stephen King é realmente um escritor Incríveil!Adorei o livro,minha única reclamação é q alguns contos me deixaram com um tremendo gosto d quero mais,imaginando o q podia ter acontecido...A escrita é claro foi mto gostosa,eu recomendo para todos os fãs dele!
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Leitora Viciada 17/10/2017

Resenha para o blog Leitora Viciada www.leitoraviciada.com
Stephen King é um dos maiores autores da atualidade: Revival, Mr. Mercedes, Escuridão Total Sem Estrelas, Cujo, Carrie - A Estranha, O Iluminado, Sob a Redoma, A Zona Morta, A Dança da Morte, Novembro de 63, Quatro Estações, A Hora do Lobisomem e a série A Torre Negra são alguns entre os mais de cinquenta best-sellers publicados.
Suas criações nunca estiveram tão em alta como agora. Após o sucesso do filme It - A Coisa, adaptação de seu livro homônimo, muitas outros estão sendo transformados em filmes e séries, para o cinema, televisão e streaming. Suas histórias variam de boas a excepcionais e, devido a tantas adaptações e referências que recebe em obras populares (como Stranger Things), praticamente todo mundo agora conhece seu trabalho, mesmo que não saiba.
Mas além de pop, Stephen King é o mestre do terror, impressionando em diferentes níveis. São histórias assustadoras, sinistras ou macabras, que abalam até mesmo os leitores mais corajosos. Mas todo fã sabe que ele vai além do horror e suspense, que King instiga, abala, inquieta. Que ele passeia por vários gêneros literários, da fantasia ao drama, porém provocando reações emocionais e cutucando os principais medos do ser humano. Porque muitas vezes o perigo é a realidade escondida na obra de ficção e o monstro e selvageria nas profundezas da mente humana. King costuma colocar pessoas comuns em situações incomuns, muitas vezes bizarras, e transita entre insanidade e fantasia, sem abandonar seu estilo sarcástico, pois ele afirma que terror e humor andam juntos.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada. -> leitoraviciada.com
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

SORTEIO do livro no blog Leitora Viciada de 17/10/2017 a 07/11/2017.

site: http://www.leitoraviciada.com/2017/10/bazar-dos-sonhos-ruins.html
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