O Bazar dos Sonhos Ruins

O Bazar dos Sonhos Ruins Stephen King




Resenhas - O Bazar dos Sonhos Ruins


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Cris 17/10/2017

O Bazar dos Sonhos Ruins
Stephen King é realmente um escritor Incríveil!Adorei o livro,minha única reclamação é q alguns contos me deixaram com um tremendo gosto d quero mais,imaginando o q podia ter acontecido...A escrita é claro foi mto gostosa,eu recomendo para todos os fãs dele!
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Leitora Viciada 17/10/2017

Resenha para o blog Leitora Viciada www.leitoraviciada.com
Stephen King é um dos maiores autores da atualidade: Revival, Mr. Mercedes, Escuridão Total Sem Estrelas, Cujo, Carrie - A Estranha, O Iluminado, Sob a Redoma, A Zona Morta, A Dança da Morte, Novembro de 63, Quatro Estações, A Hora do Lobisomem e a série A Torre Negra são alguns entre os mais de cinquenta best-sellers publicados.
Suas criações nunca estiveram tão em alta como agora. Após o sucesso do filme It - A Coisa, adaptação de seu livro homônimo, muitas outros estão sendo transformados em filmes e séries, para o cinema, televisão e streaming. Suas histórias variam de boas a excepcionais e, devido a tantas adaptações e referências que recebe em obras populares (como Stranger Things), praticamente todo mundo agora conhece seu trabalho, mesmo que não saiba.
Mas além de pop, Stephen King é o mestre do terror, impressionando em diferentes níveis. São histórias assustadoras, sinistras ou macabras, que abalam até mesmo os leitores mais corajosos. Mas todo fã sabe que ele vai além do horror e suspense, que King instiga, abala, inquieta. Que ele passeia por vários gêneros literários, da fantasia ao drama, porém provocando reações emocionais e cutucando os principais medos do ser humano. Porque muitas vezes o perigo é a realidade escondida na obra de ficção e o monstro e selvageria nas profundezas da mente humana. King costuma colocar pessoas comuns em situações incomuns, muitas vezes bizarras, e transita entre insanidade e fantasia, sem abandonar seu estilo sarcástico, pois ele afirma que terror e humor andam juntos.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada. -> leitoraviciada.com
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

SORTEIO do livro no blog Leitora Viciada de 17/10/2017 a 07/11/2017.

site: http://www.leitoraviciada.com/2017/10/bazar-dos-sonhos-ruins.html
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Maria 09/10/2017

É...
Estou sem adjetivos pro Stephen King..
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Jessica 29/09/2017

O Bazar dos Sonhos Ruins
O Bazar dos Sonhos Ruins é o último livro de contos de Stephen King publicado no Brasil, e mais uma vez a Suma de Letras fez um trabalho excelente na edição. Mas o que chama mais a atenção do leitor é sem duvidas, a tradução. Sem filtro ou medo de ficar exageradamente carregado nos palavrões, os vinte contos só ganham com a decisão de não poupar o leitor.

Outro ponto muito positivo é que, antes de começar cada um dos contos, King dá uma explicação da forma como a história a seguir foi produzida, de seu processo de criação. Inclusive não deixa a desejar na parte dos detalhes de como acabou tirando elementos da vida real e de seu próprio dia a dia, mesclando obviamente com o sobrenatural sempre presente em suas obras, para construir esse bazar. Seu intuito, logo no começo, é realmente vender sonhos ruins para o leitor, que uma hora ou outra, vão lhe atingir em cheio.

Alguns desses contos já haviam sido publicados anteriormente, porém muitos são inéditos. King inclusive arrisca na poesia, deixando muitos leitores divididos sobre o assunto. É realmente uma tarefa difícil falar sobre um livro desses sem dar nenhum spoiler, afinal, contos são geralmente muito curtos e qualquer detalhe extra, já entrega o ouro. Milha 81 por exemplo, nos remete ao clássico do autor, Christine, tendo como protagonista um carro "perverso" — e pasmem, tem até referência a Harry Potter, quase nem gostei. Em Obituário inclusive é possível notar uma certa semelhança ao Death Note, obra japonesa de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, recentemente adaptado pela Netflix.

No entanto, gostaria de comentar um pouco sobre Garotinho Malvado e Indisposta, que talvez sejam os contos que mais chamam atenção no livro. Em Garotinho Malvado passamos a acompanhar um presidiário que, prestes a cumprir sua pena de morte, resolve chamar seu advogado para uma última visita e relatar os motivos que o fizeram descarregar uma arma de fogo em um menino, aparentemente inocente. Sua tormenta é tão grande, que conforme o conto passa, acabamos imersos nessa história também.

Já em Indisposta nós leitores sabemos o que vai acontecer, King deixa bem claro que estaremos um passo a frente do nosso narrador, e mesmo assim não deixamos de nos surpreender e entristecer com o rumo que a história toma. Acompanhamos Brad, um publicitário que está tendo problemas na empresa, e junto disso, sua esposa também está se recuperando de uma bronquite muito forte, a ponto de não sair mais da cama e nem conseguir fazer mais nenhuma das atividades corriqueiras. Os vizinhos do casal, que moram em um condomínio, estão começando a suspeitar de algo, no entanto Brad é um publicitário muito bom, capaz de vender qualquer ideia, por mais absurda e doida que pareça... E isso pode ser um problema.

É importante ressaltar ainda de que os vinte contos não precisam ser lidos em ordem, e justamente por isso a gente acaba se apegando ao livro. No final das contas, ganhamos mais um companheiro para as horas de insônia. Ou seriam horas de pesadelo? De qualquer forma, é mais uma obra de Stephen King que vale a pena ter na estante, sendo fã ou não. E aí, ficou curioso para ler algum dos contos?

site: http://www.roendolivros.com.br/2017/09/resenha-o-bazar-dos-sonhos-ruins.html#more
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Na Nossa Estante 24/09/2017

O Bazar dos Sonhos Ruins
"(...) Quando se começava a engolir merda, isso acabava virando sua dieta." pg. 35
E com essas sábias palavras do mestre Stephen King é que dou início a minha primeira resenha de um livro de contos. Escolhi essa frase, em primeiro lugar por seu impacto, em segundo por representar minha própria filosofia de vida. Aguentar desaforo atrás de desaforo pode nos levar ao desencontro com nós mesmos, acredito eu. A frase foi tirada do conto Milha 81, que abre a coletânea de contos O bazar dos sonhos ruins, publicada este ano pela Suma de Letras, selo da Companhia das Letras.

Como são 20 contos, vou falar daqueles que mais me impactaram, seja pelo horror, pelo absurdo de sua trama, pela magia, ou até mesmo porque me fizeram rir, e muito. Vou falar de cada um pela ordem do livro, não por preferência.

Em Milha 81 somos apresentados a diversas personagens, com personalidades e vidas completamente diferentes, mas que vão se tornar vítimas do mesmo veículo em uma área de descanso abandonada de uma famosa rede de fast-food. O que começa como uma inocente brincadeira de criança, de um menino querendo provar para o irmão mais velho que pode andar com os garotos grandes, acaba se tornando um verdadeiro show de horrores, com uma perua enlameada que mata e some com os corpos de algumas pessoas que surgem em seu caminho, sem deixar quaisquer rastros.

Essa transição de história fraterna para um conto de terror foi bastante sutil, de forma que quando eu percebi, já estava lendo algo totalmente diferente e surpreendente, com um final que me deixou totalmente apavorada e querendo mais.

Meu segundo conto favorito é Batman e Robin tem uma discussão, e só por esse título eu já fiquei curiosa. O enredo gira em torno da relação de pai e filho, com a tocante relação de Dougie Sanderson e seu pai, a quem chama de Pop. O filho visita ao pai ao menos duas vezes na semana, as quartas e domingos, em uma clínica onde está internado por conta do Alzheimer.

Nesse conto vamos acompanhar um almoço de domingo, quando eles vão almoçar com frequência no mesmo restaurante e vemos como o filho se dedica ao pai, mesmo sem este se lembrar da atenção que recebe. O pai é um daqueles personagens que nos faz rir muito, não tanto pela falta de memória, mas mais por sua personalidade, e Dougie é um exemplo de filho. Para saber o motivo do título, só lendo mesmo, a explicação é muito engraçada e me tirou boas risadas.

Duna é o quarto conto da coletânea e o que mais me deixou pensando sobre o motivo de Stephen King não ter transformado em livro, pois apesar de curta, a história tem todos os elementos próprios para prender os leitores que gostam de histórias sobrenaturais. Aqui, acompanhamos o relato de um juiz aposentado ao seu advogado, sobre uma duna capaz de mostrar os nomes de pessoas que vão morrer, tanto de pessoas próximas, quanto de grandes tragédias. O advogado escuta tudo com atenção, sem deixar o ceticismo de lado. E eu fiquei como? Querendo mais, é claro.

Agora vamos falar sobre Garotinho malvado o conto mais aterrorizante do livro para mim, porque morro de medo de histórias que envolvem crianças que praticam o mal, especialmente um mal tão puro como o que nos é apresentado. Segundo palavras do próprio autor, ele decidiu “(...) escrever uma história sobre um garotinho malvado que se mudava para um novo bairro. Não um garoto que fosse literalmente o filho do diabo, mas só malvado por ser malvado, malvado até o último fio de cabelo, a apoteose de todos os garotinhos malvados que já existiram. (...)”, e foi exatamente isso que King nos entregou.

Mais uma vez temos uma pessoa contando sua história, desta vez George Hallas, um prisioneiro no corredor da morte, acusado de matar uma criança a sangue frio. Os eventos que o colocaram nesta posição são relatados ao seu advogado, desde a infância do protagonista, quando o garoto malvado aparece pela primeira vez, até o último momento. O mal encarnado em forma de criança fala muitas coisas ruins a pessoas próximas a George, fazendo com que elas duvidem de si mesmas, façam ou mal a alguém ou a si mesmo, e muitas outras atrocidades. Tudo se encaixa de forma tão assustadora, que em minha visão o garotinho malvado é real, mas você leitor, também pode interpretar como sendo fruto da imaginação de George, vai depender se a história for analisada de forma imaginativa ou pragmática.

Agora vamos ao conto Ur dedicado aos fãs do e-reader mais famoso deste mundo, o Kindle, comercializado pela Amazon. Você que já tem um dispositivo desses e acha que tá por cima da carne seca, não sabe de nada, o Kindle do nosso protagonista, o professor universitário Wesley Smith, é muito melhor que qualquer outro, pois mostra a história da humanidade em diversas dimensões paralelas, onde alguns acontecimentos tiveram um desfecho completamente diferente, desde eleições presidenciais até autores que viveram e produziram muito mais títulos do que os disponíveis em nossa dimensão, além de não debitar do seu cartão de crédito. Nosso sonho!

Até aí tudo bem, afinal de contas, não sendo a realidade em que vivemos, não há nada que se temer. Mas e quando os resultados de busca por jornais começam a mostrar notícias que mostra o futuro em nossa realidade? Neste ponto da história, George já tem a companhia de outro professor, Don Allman, e de um de seus alunos, Robbie Henderson, pois o protagonista ficou com medo de estar ficando louco e preferiu pedir para outros verem seu e-reader. Foi uma das histórias que mais me prendeu, apesar de absurda, eu ri, me assustei e ainda teve um romance para gente torcer.

O último conto sobre o qual vou comentar é intitulado de Fogos de artifício e bebedeira, e se eu tiver que descrevê-lo com apenas uma palavra, tem que ser hilário. Dei muita risada com a história de Alden McCausland e sua mãe, que se envolvem, meio que sem querer, em uma competição de fogos de artificio com outra família, os Massimos, a beira do lago Abenaki. Os dois começam a ter sorte com a morte do patriarca, que vem com um bom montante de dinheiro, e depois com um prêmio de loteria. A única ambição dos dois se torna não fazer nada, além de beber muito, e é o que passam a fazer até certo feriado de 4 de julho.

Nem preciso dizer que bebida e fogos de artifício não combinam, e após alguns anos de saudável competição, que começa a atrair cada vez mais expectadores da cidade para ver o show, a brincadeira se torna um caso de polícia, devido ao contrabando de fogos de artifício ilegais. Gargalhei para valer com esses dois.

Apesar de ter falado mais detalhadamente de apenas seis dos vinte contos do livro, tem muitos outros que gostei, e poucos que nem tanto. Mas não é somente pela qualidade dos contos apresentados que achei O bazar dos sonhos ruins um livro ótimo, o que ele definitivamente é. Cada capítulo conta com uma introdução escrita pelo autor, contando o que o motivou a escrever a história, o que estava passando quando a escreveu, o exercício de empatia que foi contar algumas dessas histórias. A introdução do conto Mister Delícia é uma verdadeira lição para novos e experientes escritores, e também para nós, leitores.

De acordo com Stephen King na introdução do conto O pequeno deus verdade da agonia, o objetivo principal deste livro é entreter, e certamente foi um ótimo entretenimento, mas também foi possível tirar algumas lições sobre diversos temas, como empatia, racismo, machismo, entre outros. O livro é uma ótima opção para quem deseja conhecer a escrita do autor, pois contém histórias de diversos gêneros, não apenas de terror e suspense, pelos quais King é mais conhecido. Para quem já conhece, é também uma forma de firmar ainda mais a admiração pelo talento do autor.

site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/09/o-bazar-dos-sonhos-ruins-resenha.html
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Fernanda Yano 11/09/2017

Não é segredo o quanto sou fã do autor, pela versatilidade e originalidade em suas histórias. E mais uma vez tive a oportunidade de conhecer um pouco mais de um autor, que é um mestre consagrado.

O Bazar dos Sonhos Ruins é a reunião de 20 contos sobre os mais diversos temas, alguns inéditos no Brasil. A edição está maravilhosa e é, um verdadeiro presente para seus leitores.

Esses foram os primeiros contos que li do autor e me entreguei ao seu talento, não imaginei o quão incrível seria essa leitura.

O que me deixou muito surpreendida foi que, entre os contos, temos também, dois deles em forma de poema, confesso que não imaginava mais esse lado de Stephen King.

Outra coisa que chamou muito minha atenção e achei um diferencial fantástico, foi que a cada conto, temos uma introdução, onde o autor fala um pouco de sua motivação ou inspiração para o conto, ou até mesmo, histórias de sua vida pessoal. Isso deixa o leitor mais próximo, é empolgante saber o processo de construção de uma história, o que o autor sentiu.

Não tenho como falar de todos os contos aqui, mas quero citar dois deles que se tornaram meus favoritos.


O primeiro deles é o conto "A Duna", onde um juiz aposentado, ao longo de sua vida, vê nomes em uma duna e as pessoas donas desses nomes sempre morrem. Nesse conto, Stephen King, confidencia com o leitor ser o seu final favorito e, com certeza, foi o meu também.

Outro que destaco é o conto "Garotinho Malvado", esse é de dar medo. Um assassino, no corredor da morte, resolve contar ao seu advogado sobre um garotinho que é a própria personificação do mal.

"A Bíblia diz que o diabo foi libertado para vagar pela terra, e que a mão de Deus não o segurava. Não sei se aquele garotinho malvado era o diabo, mas sei que era um diabo."

Poderia ficar horas aqui falando um pouco de cada conto para vocês, pois cada um tem sua própria característica, temas alternados, prosa ou poesia, finais de cair o queixo, ou mesmo, te arrepiar. Um verdadeiro presente do mestre King.

Portanto, se você é fã não pode deixar de entrar nesse bazar e escolher seus melhores ou piores sonhos!!

Talvez você queira comprar algum dos meus produtos agora, não? Tudo o que você vê foi feito à mão, e apesar de eu amar cada um deles, fico feliz em vendê-los, porque os fiz especialmente para você. Fique à vontade para examinar todos, mas tome cuidado, por favor. Os melhores têm dentes.
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Raffafust 06/08/2017

Sim, ele sempre encaixa seus textos na minha vida. Digo isso porque quando comecei a ler O Bazar dos Sonhos Ruins já fiquei impressionada com o prefácio escrito pelo próprio King, merece uma atenção especial. Como todos que acompanham o blog sabem, eu escrevi um conto no Blogueiras.com e li muita gente dizendo que não gostava de contos. Então que o próprio mestre descreve a importância dos contos e porque gosta de escrevê-los, e para mim foi o qque bastou para me orgulhar ainda mais e querer escrever muitos e muitos contos.

Nessa edição somos presenteados com contos e poemas com alguns já conhecidos de seus fãs e outros inéditos, não se apegue a isso. A cada história o padrão King de maestria está presente. O bacana e o diferencial é que ele não só escreveu os como teve o carinho de conversar com o leitor sobre cada um deles. É como se estivéssemos o entrevistando e tendo o privilégio de sabermos mais de onde vem suas ideias. Isso não é maravilhoso?
Parece incrível -e é- para qualquer autor/leitor perceber o como ele patina por entre as páginas mudando sua forma de escrita, um exemplo é o conto "A Igreja de Ossos" que ele nos apresenta em fornato de versos. Meu favorito foi "Indisposta", puxando pro terror que amo e com um final bem inesperado.
Vale lembrar que é King, não há o que chamamos de finais felizes, são bem macabros, envolvem nossa relação com a morte em boa parte deles , e há experiências de pós morte também, e se você gosta de Torre Negra vai amar um dos contos onde temos "Ur", lembram?
Queria citar um a um para vocês mas esse livro foi um que me dei o prazer de saborear sem pressa, já tem tempo que recebi da editora mas eu fui deixando ao lado da cama e cada dia pegava um pouco de King, talvez porque minha vontade é que existisse um conto dele para cada fim de dia. Para os bons e para os ruins, mas King é sempre inspiração mesmo que não tenha colocado nada de terror em meus textos.
Não posso deixar de citar mais alguns favoritos, como "Uma morte" onde ele toca no tema da inocênci e de como persuadir, naquele estilo que amamos e vibramos com o final.
E o sensacional "Obituários" onde um jornalista vai trabalhar em um site de fofocas e sabe-se lá porque ele começa a inventar obituários das celebridades - que estão bem vivas, vale lembrar!- mas então ele percebe que o que ele escreve acontece, ou seja, a tala celebridade morre de verdade!
Opa, cadê isso com os nosso políticos? #justkidding
Não vou escrever muito mais, vou deixar vocês com a indicação de um livro incrível e que por favor merece ser lido, por quem ama ler, por quem ama escrever, por todo mundo.

site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2017/08/resenha-o-bazar-dos-sonhos-ruins-sumabr.html
Bia 04/09/2017minha estante
Te deixei uma mensagem por inbox. Aliás, só estou avisando via comentário porque sei que nem sempre o Skoob notifica o recebimento das mensagens.




Ana @vicioseliteratura 03/08/2017

Eu li - O bazar dos Sonhos Ruins
A obra mais recente de Stephen King publicada no Brasil abrange grandes histórias de tirar o fôlego.

Sem filtro de censura, ele retrata fielmente a realidade humana. Os contos trazem a alma escancarada, no mais íntimo e pérfido medos e desejo das pessoas. Tudo isso em um ambiente misterioso, tenso e instigante.

As vinte histórias vão de possíveis cenas do cotidiano comum, revelando pensamentos e atitudes sujas dos indivíduos, situações sobrenaturais, personagens com dons de prever ou controlar a morte, até poemas com teor reflexivo. A verossimilhança dos contos mostra de forma bem convincente sobre o que a mente humana é capaz de fazer.

O autor nos aproxima ainda mais às suas histórias, ao relatar antes de cada conto ou poema como foi o processo de criação, como surgiram as ideias para escrevê-las, ou de que forma ele teve que lembrar de algumas e reescrevê-las.

Foi bem difícil para mim escrever sobre o livro, pois como adoro a escrita do autor, sou um pouco suspeita para falar.
É inexplicável a maneira como ele conquista o leitor nas primeiras páginas, pois é muito envolvente.

Sem esquecer de comentar que a editora Suma de Letras, como sempre, está arrasando em sua diagramação. As folhas são levemente amareladas, com a letra média, ótimas para leitura. E essa capa linda? É de fato um presentão para os leitores do gênero. Recomendo imensamente!



site: http://www.vicioseliteratura.com.br/2017/07/eu-li-o-bazar-dos-sonhos-ruins.html
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Luiz Pereira Júnior 02/08/2017

O natural e o sobrenatural...
Stephen King, o assim apelidado de "Mestre do Terror" (atual, talvez, porque, se fosse de todos os tempos, ele teria sérios concorrentes), traz para o seu Leitor Fiel mais uma série de escritos (contos e dois poemas narrativos). Alguns parecem ter sido retirados dos livros mais antigos de King, dando à obra uma espécie de ar vintage ("A duna" é um ótimo exemplo); em outros, percebe-se a vontade do autor de mudar de ares, fazer algo diferente, renovar-se com histórias - digamos - mais realistas ("Fogos de artifício e bebedeira" pode ser citado como tal). Na verdade, boa parte da obra desperta em nós uma incrível sensação de déja vu, mas para o Leitor Fiel isso parece ser o de menos. Não espere uma obra-prima, mas, certamente, algumas horas bem mergulhadas no reino da sombria imaginação você terá. Então, boa leitura!
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Giovanna Vidoto 22/07/2017

O bazar dos sonhos ruins -e perturbadores
Este novo livro do mestre do terror, Stephen King, não é uma história normal. São vinte contos escritos ao longo de sua carreira, alguns terminados em anos, e outros inéditos no Brasil. Antes de cada conto, King explica ou comenta como e porque escreveu aquela pequena história e em poucas páginas ele consegue nos fazer imaginar todo o cenário e situação do protagonista, ou protagonistas, em questão.
Eu adorei a ideia deste livro. Ele não é pequeno, e os contos variam de cinco à trinta páginas. Cada história é completamente diferente da outra e assim que você acaba uma, já entra em outro universo completamente diferente e eu acho isso incrível. São temas nada a ver um com o outro, como por exemplo vida após a morte ou a moralidade.
Eu, particularmente, adorei os contos Milha 81, A Duna, Garotinho Malvado, Após a Morte, Ur, Indisposta, Obituários e Trovão de Verão. Cada qual com o seu toque de terror e suspense. Claro que todos os vinte contos são incríveis, mas a gente sempre tem aqueles preferidos. A coletânea conta com uma capa belamente aterrorizante assim como seu conteúdo interior.
O Bazar dos Sonhos Ruins é para todos os fãs fiéis de Stephen King!
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Literatura Policial 21/07/2017

Indicado para os leitores mais fieis de King e para os não iniciados
Generoso – são mais de quinhentas páginas –, o livro traz vinte histórias nas quais ‘horror’ e ‘humor’ andam juntos e, mais uma vez, pude recordar o porquê de gostar tanto da escrita de Stephen King. O cara manda muito bem e deve ser lido.

Um livro de contos de King é um belo exemplo de como construir histórias curtas e ter, como resultado, pequenas travessas de diversão, boa escrita, ficção e um terrorzinho de leve. Você pode degustar aos poucos e ou se empanturrar de uma só vez, não interessa. O banquete está servido e a satisfação é garantida.

site: https://www.skoob.com.br/estante/livros/2/1631522/page:1
Jossi 10/08/2017minha estante
Estou começando a folhear... mas não estão entre os melhores contos dele, pelo que andei lendo, entre uma página e outra. E os poemas... affff. Não gostei nem um pouco! :(




Jose.Rodrigo 21/07/2017

Mais uma excelente obra de King com uma variedade de temas que tornam o nome do livro mais que apropriado, recomendo a qualquer pessoa ler, quer goste dos livros de King ou não dificilmente irá se arrepender.
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Paulo Silas 19/07/2017

"O Bazar dos Sonhos Ruins" é mais um livro de fôlego do escritor Stephen King. Os contos que compõem a obra convencem e agradam os leitores. As temáticas das histórias são diversas, sempre contando, seja como for, com a assinatura do autor, ou seja, suspense, terror, sangue e fantasia dão o caldo para os contos.

As histórias são diversas. Desde contos curtos até os mais expressivos. A intenção do autor, como sempre menciona, é a de entreter, e esse objetivo é alcançado com a maestria digna de King - pelo menos na maioria das histórias presentes no livro.
Em "Milha 81", temos um carro que come gente, ensejando na presença de uma nostalgia de "Christine".
"Vida após a morte" é outro conto digno de nota, onde é contada a história de um indivíduo a partir do momento que vê a luz branca em seus últimos suspiros. Após definhar como vítima de um câncer, o protagonista conhece o que existe do outro lado.
Em "A Duna", King conta a história de um rapaz que, ao nadar até uma ilha, descobre uma duna onde nomes aparecem escritos e cravados. Tempos depois, as pessoas a que se referem tais nomes são mortas, ou seja, a descoberta é de um lugar que anuncia mortes futuras.
"Obituários" é um conto que segue a mesma pegada que "A Duna", porém, além de ser narrada num contexto próprio, aqui o protagonista também exerce esse papel com relação a vida e morte das pessoas. De uma hora para a outra, adquire o dom/maldição de matar pessoas por meio da escrita de seus obituários. Algo que lembra bastante "Death Note".
Em "Garotinho malvado", o leitor pode contar com o relato de um presidiário prestes a ter sua sentença de condenação à morte cumprida, onde o condenado explica as razões de seu tormento que o levou a matar uma criança com vários disparos de arma de fogo.
Enfim, os contos são diversos, tanto em número (vinte, para ser preciso) como na temática (horror e fantasia sempre presentes).

Se fosse para eleger o melhor conto do livro, por mais subjetivo que isso seja, ficaria com "Ur": um professor de inglês acaba comprando um Kindle despretensiosamente - mais por ser levado a comprar do que pelo real interesse na nova tecnologia. Curiosamente, ao invés de receber um aparelho branco, seu Kindle vem na cor rosa. Provavelmente um defeito de fabricação, pensa o personagem principal. Entretanto, utilizando o aparelho, o professor acaba descobrindo que aquilo não é do seu mundo, mas veio, por qualquer razão (ou ausência dessa) que seja, de algum outro lugar, de outra dimensão, de outro mundo. O Kindle, ao ser utilizado em sua "função Ur", possibilita o acesso à livros e jornais de diversos mundos. Livros que não foram escritos por famosos escritores em seu mundo, mas o foram em realidades alternativas (ou o que quer que seja), podem ser baixados pelo aparelho e lidos - assim como jornais.
Esse é o ambiente de "Ur", cujo conto gera um deleite extra para os fãs pelo fato de suas referências à Torre Negra.

Em meio a tantos contos, mesmo se tratando de Stephen King, difícil que pelo menos um não acabe gerando um "torcer de nariz" do leitor. Digo sem receio de equívoco que "Blockade Billy" é a história que mais desagrada no livro. O próprio King receia e conta com esse desagrado para com os leitores quando diz: "Sim, é sobre beisebol, mas dê uma chance a ela, tá?". Mesmo com a chance dada e com o desfecho da história sendo típico de Stephen King, esse conto é enfadonho e cansativo. A não ser que o leitor aprecie relatos quase intermináveis sobre jogadas e campeonatos de beisebol, esse é um conto que não faria diferença caso estivesse ausente da obra.

O que mas me agradou nesse livro, além das histórias muitíssimo interessantes, foram as aprazíveis introduções do autor em cada conto. Em todas as vinte histórias que compõe a obra, King conta em poucas linhas (sempre em uma ou duas páginas) algo sobre o seu processo de criação para com aquele conto: quando e como a história surgiu em sua mente e/ou como e quando deu vida à ela pelo processo da escrita.

"O Bazar dos Sonhos Ruins" é, portanto, mais uma obra de peso na produção do autor. Digna de se ter na estante. Vale e muito a leitura!
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Book.Obsession 17/07/2017

Resenha feita pela Camila de Moraes para o blog Book Obsession
Hum! Então eis que resolvi me aventurar mesclando algumas de minhas leituras. Já vinha com vontade de ler algo do Stephen King e optei em começar por um de seus lançamentos.

O bazar dos sonhos ruins é uma coleção com um total de vinte contos escritos pelo autor. Só aqui já deu para comprovar o porquê dele ser um fenômeno dentro desse gênero literário.
Claro que não vou falar sobre todos os contos, pois a resenha ficaria imensa, e apesar de poder ver a qualidade da escrita não foram todos os contos que ganharam na leitura, sendo alguns deles até bem difíceis de concluir.


“Eu vejo graça em quase tudo. O humor aqui é sombrio, mas na minha opinião, esse é muitas vezes o melhor tipo. Porque, veja bem, quando se trata da morte o que podemos fazer além de rir?”


Dos que mais me atraíram e me ganharam na leitura foi: Milha 81, Garotinho malvado, UR (que foi um conto que King faz uma referência a ação que realizou com a Amazon e ainda traz elementos de um dos seus enormes sucessos, Torre Negra), Vida após morte, Obituários e Trovão de verão. Claro que alguns são mais sangrentos, outros bem macabros e ouso dizer que alguns até são bem loucos. Que mente minha gente!

King também nos brinda e vale ressaltar pois achei bem interessante isso, a cada início de um conto, nos disserta sobre como se deu aquele processo de criação e a história que o motivou a escrevê-la. Assim, já nos ambientamos sobre as próximas páginas e conhecemos mais da personalidade, do seu humor um tanto peculiar.

“Sabe como é quando você está morrendo de medo? Claro que sabe. O medo é Universal. Seu coração parece parar, sua boca fica seca, sua pele fica fria e um arrepio se espalha por todo o corpo. Em vez de trabalharem, as engrenagens na sua cabeça disparam. E quase solto um grito, sério. Penso: é coisa que eu não quero ver.”

Posso dizer que mesmo não curtindo todos os contos, desejo futuramente realizar novas leituras de suas obras.

A capa é linda! A edição da Suma de Letras está muito boa, com uma diagramação simples, mas sem dúvidas um grande presente para os fãs do Stephen King.


site: http://bookobsessionresenhas.blogspot.com.br/2017/07/resenha-o-bazar-dos-sonhos-ruins.html
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Thalita (@entrelinhasfantasticas) 10/07/2017

Resenha ~ O Bazar dos Sonhos Ruins - Stephen King
Durante a leitura de O Bazar dos Sonhos Ruins fiquei pensando se escreveria ou não uma resenha para ele. Por dois motivos. Primeiro, eu não gosto de contos. Salvo aqueles mais longos como os encontrados em Escuridão Total Sem Estrelas ou Quatro Estações, sempre fico com a impressão que quando o conto está ficando bom ele acaba. Segundo, a leitura desse livro teve alguns momentos sofridos. Interrompi a leitura dele três vezes antes de enfim terminar, coisa que raramente faço.

O Bazar dos Sonhos Ruins reúne 20 histórias do mestre King. Algumas já publicadas, outras inéditas. E tem conto para todos os gostos. Os mais puxados para o sobrenatural como “Duna”, “O pequeno deus verde da agonia” ou “Obituários”; alguns apenas sobre a vida como ela é com “Batman e Robin têm uma discussão”, “Moralidade” e o divertido “Fogos de artifício e bebedeira”; os sensíveis e que me emocionaram como “Indisposta” e “ Trovão de verão” e até mesmo um poema em “A igreja de ossos”.

Alguns são gostosos de se ler, e se não são divertidos, são pelo menos interessantes. Os meus favoritos são “Obituários” (na minha opinião o melhor do livro, vencedor do prêmio Edgar Award como melhor conto em 2016), conto sobre um rapaz que escreve obituários de gente famosa para um site sensacionalista. “Fogos de artifício e bebedeira” é sobre uma briga de vizinhos para descobrir quem solta melhores fogos de artifício no dia 04 de Julho. Por fim, “Indisposta” é aquele tipo de conto agoniante em que o leitor não demora para perceber o que aconteceu, mas não se pode dizer o mesmo do protagonista.

Por outro lado, outros são chatos e abusaram da minha paciência, com destaque para “Ur”, uma história envolvendo o Kindle da Amazon e referências aos livros de A Torre Negra e “Blockade Billy” sobre beisebol (talvez quem entenda de beisebol goste desse, eu detestei).

O livro possui um sumário e antes de cada conto Stephen King dá uma breve introdução sobre como a ideia surgiu e se transformou naquela história, tornando a leitura ainda mais interessante para quem é fã do autor ou pelo menos gosta de saber um pouquinho sobre o processo criativo de um escritor. Respeitando a capa original, a Suma de Letras mais uma vez fez um bom trabalho com as obras do King.

Pela pouca empolgação que o livro me despertou durante a leitura, a demora para finalizar a obra e meu “problema” com contos curtos, a nota seria três estrelas. Mas para a obra em si e pelos contos que realmente gostei, quatro estrelas. Para ficar no meio termo, O Bazar dos Sonhos Ruins leva três estrelas e meio :)

site: www.entrelinhasfantasticas.com.br
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