O Bazar dos Sonhos Ruins

O Bazar dos Sonhos Ruins Stephen King




Resenhas - O Bazar dos Sonhos Ruins


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O Véio 20/12/2017

O BAZAR DOS CONTOS RUINS
Criei uma expectativa enorme em relação a este livro. Capa bonita, aliás, a capa mais bonita entre todos os livros do King já publicados aqui no Brasil em minha opinião. Tudo isso, além do fato de ser mais um Stephen King,é claro! Mesmo assim, nada disso adiantou muita coisa, ou seja, o livro tem apenas alguns bons contos, e só! De todos os 20 contos, eu destacaria apenas uns 4: MILHA 81 + BATMAN E ROBIN TÊM UMA DISCUSSÃO + INDISPOSTA e TROVÃO DE VERÃO. Não é que todos os outros contos sejam ruins, não é isso. O problema é que alguns deles parecem inacabados. A gente tem a impressão de que eles poderiam ter sido melhor trabalhados no início, no meio ou no final. Além disso, ainda tem a questão dos títulos de alguns contos, por exemplo: o melhor conto do livro na minha opinião é: BATMAN E ROBIN TÊM UMA DISCUSSÃO. Aqui pra nós, tem título de conto mais ridículo que esse?! Porém, a história é simplesmente SENSACIONAL, FANTÁSTICA! Vale o livro sem sombra de dúvida! Já o último conto do livro, TROVÃO DE VERÃO, é extremamente triste. Este é outro conto que me tocou bastante. A história do fim do mundo envolvendo 3 personagens, dois homens e um cão. Confesso que fiquei emocionado demais da conta. Que conto LINDO! E assim é o Bazar dos Sonhos Ruins. Alguns poucos contos realmente muito bons, enquanto que a maioria deles precisam de uma forte dose de coragem e determinação pra ler até o final.
Fiquei triste com o resultado final deste livro. Como já falei, esperava um livro gostoso de ler e com histórias interessantes e bem contadas, mas, infelizmente não foi isso que encontrei neste Bazar. Daí você me pergunta: você indicaria este livro para alguém? A resposta é muito simples: apesar de tudo, sim! Mas, isto não é uma tremenda contradição? Não! E sabe porque? É Stephen King! Pode ser, e isso não é nenhum absurdo, que os contos que pareceram ruins ou fracos pra mim, pareçam bons e interessantes pra outro leitor! E aí?! Portanto, se você tem interesse de ler O Bazar..., eu recomendo que leia, pois, a minha opinião é apenas a minha opinião. E a partir do momento que você ler este livro, você também terá a sua. E só a partir daí, é que nós veremos se o livro é ou não é tudo isso que eu falei aqui. Portanto, leia o livro e nós conversaremos depois. Boa leitura!
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Gihh 05/06/2017

King...
Difícil falar dos livros do King. Quando vc acha que já sabe tudo, ele te surpreende... Amei.
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Bia 08/05/2017

Resenha publicada no blog Clã dos Livros
Acredito que não é segredo para ninguém que sou fã de Stephen King. Comecei a investir em suas obras físicas há pouco tempo, e mesmo que ainda não tenha lido um grande acervo de seus livros, me considero uma leitora fiel; iniciante, porém fiel.
Por que gosto tanto de Stephen King? Bem, ainda não sei responder clara e objetivamente. Amo porque sempre me surpreendo com seus enredos; porque ele é versátil; pelo fato de que alguns livros, mesmo sendo terror, trazerem algo de reflexivo para a vida e por acreditar que ele escreve ficção como ninguém. Não posso deixar de dizer, ainda que amo por achar que a fantasia escrita por ele é deliciosa de ser lida.
"Só pela ficção podemos pensar no impensável..."
“O Bazar dos Sonhos Ruins” é um livro de contos do autor. Alguns deles já foram publicados no Brasil, outros são inéditos.

Reunindo 20 contos, com uma edição maravilhosa, o livro é um verdadeiro presente para nós, leitores fiéis. Isso porque, na introdução de cada conto, temos comentários do próprio autor; nos revelando curiosidades sobre a história que virá a ser lida e de quebra, ainda nos fala um pouco sobre si mesmo e algumas passagens de sua vida.

Já li inúmeros livros de contos, mas nunca um de Stephen King. Eu sabia que teria um diferencial, afinal estamos falando de um ícone aqui, mas não imaginei algo tão incrível.

Não quero fazer comparações, longe disso, mas conheço várias pessoas que não gostam de ler contos por se tratar de algo curto, que por vezes deixam pontas soltas e/ou não matam aquela vontade que temos de ler e nos envolver por completo em poucas linhas. Se identificou? Pois bem, eu posso dizer com toda segurança do mundo, que Stephen King se mostrou mais incrível ainda pra mim, afinal mesmo se tratando de contos, consegui me envolver em cada um deles. Cada um conseguiu me saciar. Sem pontas soltas, sem aquele desejo de mais linhas, de continuação. Resumindo: é um livro de contos que tem o poder de satisfazer o leitor; pois apesar de curtas, as histórias são intensas e muito bem elaboradas.
“Há algo especial nas experiências mais curtas e mais intensas. Podem ser revigorantes, às vezes até chocantes, como uma valsa com um estranho que você nunca mais vai encontrar; ou um beijo no escuro, ou uma bela raridade à venda sobre um lençol barato num bazar.”
Temos contos de vários tipos, personagens diversos; enredos que trazem morte, fim do mundo, loucura, obsessão, sobrenatural, amor... São sonhos ruins para quem os vive, mas para o leitor fiel, são sonhos criativos e surpreendentes.

Quando comecei a leitura, sabia que não iria encontrar enredos simples. Me preparei para ler dois a três contos por dia, mas não imaginei que ficaria tão envolvida.

Livros do Stephen com edição da Suma são apreciados por mim desde a capa. Sou muito sonhadora, e talvez por isso tive aquele sentimento, ao ler a nota do autor, que o livro foi escrito pra mim.

E foi assim que li “O Bazar dos Sonhos Ruins”. Com a certeza de ser uma leitora única. Talvez isso pareça bobo para você que está lendo minha resenha, mas quem ama mesmo ler e é fã de um autor, esse fato de se sentir exclusivo, torna tudo mais prazeroso.

Então, a cada noite, ao sentar na minha cama para ler alguns contos, era como se Stephen estivesse sentado ali, me contando histórias para não dormir, e em cada introdução ele me revelasse exclusivamente como pensou em tudo.

Adianto que amei todos os contos. Cada um tem sua particularidade, porém todos tem a capacidade de prender e envolver o leitor. São intensos e arrebatadores. Alguns tristes demais, outros tão perturbadores que não consegui ler mais durante a noite.

Vou comentar sobre alguns deles para aguçar a curiosidade de vocês.

“Milha 81” é o de abertura. Já ouviram falar de "Christine"? O carro assassino? Se sim, vocês irão conhecer um outro carro tão macabro quanto.
"O carro não era um carro. Era algum tipo de monstro."
Neste enredo, conhecemos Pete, um garotinho de apenas dez anos de idade. Ele está todo contrariado, pois seu irmão adolescente George, não o deixara participar de uma brincadeira considerada perigosa; daquelas que só os “fodões” podem brincar.

Sendo assim, o garotinho passa a pensar em algo para provar a seu irmão, bem como aos amigos dele, que é capaz de encarar o perigo, e assim vai até uma área abandonada da chamada Milha 81.

Este local era propício para usuários de drogas, namorados... O lugar perfeito para Pete provar que era fodão. Mas ele não imaginava o que poderia encontrar.

Uma perua enlamaçada está naquele local. Um carro parado num lugar desativado chama a atenção de bons samaritanos. E então, outros personagens surgem.

Vocês nem imaginam o que essa perua é capaz de fazer.
"Parece um carro, mas não é. Come gente."
Uma área abandonada. Um carro assassino. Uma criança entorpecida. Que desfecho teria essa história?
"(...) não acreditava em carros monstro desde que vira o filme Christine quando era criança, mas acreditava que às vezes monstros se escondiam dentro de carros."
Como não delirar com a citação do carro mais incrível da literatura? Fala sério gente, logo no primeiro conto já fiquei empolgada.

“Premium Harmony” não tem elementos sobrenaturais. Temos um casal comum, que vive junto há dez anos. É um conto triste, que fará com que o leitor se choque com a realidade.

“Batman e Robin tem uma discussão” também é muito triste. Não temos terror. Assim como “Premium Harmony” o que é trabalhado aqui não é medo, mas sim a realidade.

“A Duna” foi um conto curto, que me deixou oca. O personagem principal é um juiz aposentado que tem um vício intrigante: o de visitar uma duna localizada numa ilha próxima de sua residência. O que teria de tão especial ali?
"Eu respeito a ilha, tenho medo de lá e, mais que tudo, sou viciado nela."
“Garotinho Malvado” fará com que você repense na tal pureza das crianças.
"A Bíblia diz que o diabo foi libertado para vagar pela terra, e que a mão de Deus não o segurava. Não sei se aquele garotinho malvado era o diabo, mas sei que era um diabo."
“A morte” me fez lembrar de “A Espera de um milagre”. Foi só uma lembrança de leve, vale esclarecer. Aqui a nossa capacidade de julgamento é posta em jogo.

“UR” foi um dos meus favoritos. O protagonista é um leitor fanático, assim como nós. Wesley, é seu nome. Tradicional, taxado muitas vezes de convencional ao excesso, decidira comprar a moda do momento: um Kindle. Mas o seu viera diferente. Ao invés da cor branca padrão, era rosa. Estranho? Sim. E tem mais: o Kindle de Wesley tinha uma função diferente dos demais, a chamada UR.

"Livros são objetos reais. Livros são amigos."

Pelo jeito, tal função dispunha de uma realidade alternativa, onde haviam obras inéditas de grandes autores famosos, como Poe. Imagina só descobrir que seu autor predileto havia escrito outras obras? Um vício para qualquer leitor. Mas acontece que essa realidade UR, de certa forma, poderia revelar alguns acontecimentos do futuro.

Você não precisa ser leitor de terror para saber que esse lance de espiar o futuro pode não dar muito certo...

É um conto daqueles que todo leitor irá amar. E um detalhe: tem menção à "Torre Negra". Quem ainda não leu (eu!!) ficará ainda mais louco para conhecer.

Em “Indisposta”, logo na introdução, Stephen nos avisa que estaremos um passo a frente do narrador. É verdade, mas mesmo assim não deixa de ser um conto delicioso de ser lido. Triste e macabro.
"Sabe como é quando você está morrendo de medo? Claro que sabe. O medo é universal. Seu coração parece parar, sua boca fica seca, sua pele fica fria e um arrepio se espalha por todo o corpo."
Mesmo se tratando de contos, em cada um somos remetidos aqueles sentimentos comuns dos livros de Stephen: surpresa, medo, apego. Até mesmo aquela calmaria comum em seus enredos, encontramos aqui. Não há pressa no desenvolvimento. Os contos são muito bem elaborados. Sabem aqueles livros que trazem uma coletânea de contos de fadas? Que todo dia você lê um em poucas horas e é acometido por várias sensações? Assim é esse, porém não temos contos de fadas, apenas sonhos ruins...

Eu poderia falar por horas sobre cada conto. Pois como já disse, amei todos. Me acostumei a ler todos os dias, por isso não queria que o livro acabasse. Senti uma dor no coração quando fui finalizando a leitura, um desespero em saber que não teria mais “sonhos ruins” para ler antes de dormir.

É meu único alerta. Você poderá ficar viciado em sonhos ruins.
"É um conto de Stephen King, afinal."
Leitura mega recomendada, para os fãs de Stephen principalmente.

Já falei sobre a edição no início, porém ressalto que está linda. A capa é perfeita, o título e o nome do autor são dispostos em alto-relevo. A diagramação, sempre impecável. A melhor parte das publicações da editora para os livros do Stephen, é o cuidado disposto na edição. O livro é longo, temos 527 páginas no total, mas a leitura flui muito bem e a diagramação contribui muito para isto.

É um livro daqueles deliciosos e viciantes. Agora minhas noites serão frias e solitárias até a chegada de A Zona Morta.

Mais um que entrou para a lista de favoritos da vida.



site: http://cladoslivros.blogspot.com.br/2017/05/resenha-o-bazar-dos-sonhos-ruins-de.html
Thall 24/08/2017minha estante
EXCELENTE resenha, parabéns.




Cris 17/10/2017

O Bazar dos Sonhos Ruins
Stephen King é realmente um escritor Incríveil!Adorei o livro,minha única reclamação é q alguns contos me deixaram com um tremendo gosto d quero mais,imaginando o q podia ter acontecido...A escrita é claro foi mto gostosa,eu recomendo para todos os fãs dele!
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geórgea 24/05/2017

O Bazar dos Sonhos Ruins
O livro possui 20 contos e algumas histórias já foram publicadas anteriormente. Antes do início de cada narrativa temos uma introdução do próprio King sobre o que será tratado no texto além de, em alguns casos, ele explicar como surgiu a ideia para determinado conto. Passeamos entre diversos mundos e histórias. Conhecemos muitos personagens e, não se engane, não encontramos apenas contos apavorantes cheios de sangue e monstros. Temos também contos mais reflexivos e, pasme, poemas!

“Milha 81” é o carro chefe, contando a história de Pete Simmons, uma criança que no auge dos 10 anos ao sair para explorar uma área de descanso que está desativada, acaba se deparando com um pesadelo terrível: um carro monstro. Também observamos a história de um pai que sofre de alzheimer e tem encontros com o filho em “Batman e Robin têm uma discussão”, além de uma praia onde nomes aparecem escritos e as verdades por trás desse ritual são estarrecedoras, em “A duna”.

“- Eu também estava com medo. Sentia, ainda sinto, como se, naquela ilha, uma escotilha estivesse entreaberta. Deste lado tem o que gostamos de chamar de mundo real. Do outro fica todo o maquinário do universo, correndo a toda a velocidade. Só um tolo enfiaria a mão nesse maquinário para tentar pará-lo.”

Entre garotinhos malvados, um julgamento, uma forte crítica a moralidade e do que estamos dispostos a fazer pelo dinheiro, uma figura misteriosa que aparece para quem está morrendo, um deus demônio que se alimenta da dor das pessoas e até um poema, temos um prato cheio para os fiéis leitores de King. Muitos contos envolvem questões morais e outros não possuem um desfecho satisfatório e nem explicação, mas toda a forma que é construído e apresentado aos leitores é cheia de significados e com um toque clássico do autor.

Minha Opinião

“Os melhores têm dentes”. King compara os seus contos a objetos sendo vendidos em um bazar, daí o nome, onde ele é o vendedor e nós, leitores fiéis, os compradores. Cada introdução antes do conto é cheia de carisma e bom humor que já são conhecidos do nosso escritor. E que acaba aproximando mais o leitor dele e da temática que será abordada. Essa introdução é quase como um casamento entre leitor e escritor.

Quando conheci King foi através de um livro de contos “Ao cair da noite” e, confesso, fiquei meio temerosa sobre o que encontraria nesse bazar. Já que o meu primeiro contato não foi dos melhores, o que me fez torcer o nariz para ele por muitos anos. Até encontrar um livro que realmente mexesse comigo e fosse “amor a segunda lida” (?). Não posso afirmar que sou a maior fã dos contos do King, pois prefiro suas histórias mais macabras, muitos dos textos contidos nesse livro apelam para histórias cotidianas, mais leves e reflexivas e que não possuem nada de terror. Contudo, foi maravilhoso ler poemas dele, uma experiência inédita e prazerosa. Além de uma capa maravilhosa, esse é um daqueles livros de guardar na estante e passar horas admirando cada detalhe que encontramos na ilustração de capa.

“Sabe como é quando você está morrendo de medo? Claro que sabe. O medo é universal. Seu coração parece parar, sua boa fica seca, sua pele fica fria e um arrepio se espalha por todo o corpo. Em vez de trabalharem, as engrenagens na sua cabeça disparam. E quase solto um grito, sério. Penso: É a coisa que não quero ver.”

O livro é recheado de referências as histórias antigas do autor, como Christine e no meu conto preferido de todo o livro: UR, encontrei referências descaradas a Torre Negra. Surtei? Sim. Amei? Muito. Mesmo que curtinho foi uma maravilha poder voltar aquele universo ficcional que tanto me encanta. Também encontramos histórias que poderiam ser consideradas “bobinhas”, mas que se tornam apavorantes pela maneira como são tratadas. Com diversos membros amputados e muito sangue, King nunca brinca em serviço. Como já citei outras vezes, ele tem o dom de transformar coisas banais em coisas apavorantes.

O autor também explica como observa duas situações distintas e normais do cotidiano e as guarda para posteriormente juntá-las e formar a sua própria história, sempre com bom humor. Esse contato direto que ele emplaca com o leitor foi um dos pontos altos do livro. Alguns contos que não foram tão bons na minha percepção, acabaram se salvando por essa introdução.

Creio que nunca vou me acostumar com os contos do King por nem todos serem de terror e por ele ter que limitar suas palavras. Gosto dos seus livros longos, com divagações e descrições detalhadas sobre crimes ou monstros. Então mesmo tendo encontrado contos muito bons aqui, ainda prefiro suas histórias mais elaboradas. Agora, se você é um adorador de histórias curtas, embarque já nessas tramas.

site: http://resenhandosonhos.com/o-bazar-dos-sonhos-ruins-stephen-king/
Craotchky 24/05/2017minha estante
Não li esse mas acho difícil alguma outra coletânea de contos dele ser melhor do que Sombras da noite. E você disse poemas?! Isso realmente é uma surpresa, conheço bastante o autor e não sabia disso.


geórgea 25/05/2017minha estante
Tá brincando que tu gostou de "sombras da noite"??? hahaha


Craotchky 25/05/2017minha estante
Grande parte dos contos de Sombras da noite têm finais muito bons. King geralmente erra a mão nos finais e acho que neste ele acertou.




Mick 22/02/2018

"O Bazar dos Sonhos Ruins"
Amo ler os contos de Stephen King! O meu primeiro livro do autor foi também uma coletânea de histórias curtas: "Tudo é Eventual"! Então, faço questão de ler e ter todos os seus livros de contos!

"O Bazar dos Sonhos Ruins" é uma boa coletânea com 20 histórias! Mas, apesar de ter ótimos contos, acho que eu criei muitas expectativas em torno do título e da capa... Esperava mais terror! Rs É claro que quase todos os contos perpassam pelo sobrenatural, mas, no geral, achei os contos mais "leves" nesse quesito. Isso não quer dizer que não tenha gostado do livro, pois achei as histórias legais e envolventes... Espero que me entendam! Rs Simplesmente gostei muito do livro, mas as minhas expectativas eram um pouquinho diferentes...

Meu conto preferido do livro foi o Milha 81! Abaixo o meu top nine... Exceto o primeiro, os demais não seguem necessariamente uma ordem numérica de preferência:

✔ Milha 81
✔ Garotinho Malvado
✔Duna
✔ Moralidade
✔UR
✔ Indisposta
✔ O pequeno deus verde da agonia
✔ Obituários
✔ Fogos de artifício e bebedeira
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Allan Rodrigues Lima 23/11/2017

UM BOM LIVRO, MAS NADA DEMAIS
Não sou fã de Stephen King, vi que muitos tinham lido e fui ver se era bom. Os contos são bem elaborado e a linguagem extremamente clara e de fácil compreensão, alguns contos como: A corrida armamentista me fizeram dá boas risadas, mas em geral achei o livro fraco, muitos contos terminam de forma abrupta e sem muita conexão.
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Literatura Policial 21/07/2017

Indicado para os leitores mais fieis de King e para os não iniciados
Generoso – são mais de quinhentas páginas –, o livro traz vinte histórias nas quais ‘horror’ e ‘humor’ andam juntos e, mais uma vez, pude recordar o porquê de gostar tanto da escrita de Stephen King. O cara manda muito bem e deve ser lido.

Um livro de contos de King é um belo exemplo de como construir histórias curtas e ter, como resultado, pequenas travessas de diversão, boa escrita, ficção e um terrorzinho de leve. Você pode degustar aos poucos e ou se empanturrar de uma só vez, não interessa. O banquete está servido e a satisfação é garantida.

site: https://www.skoob.com.br/estante/livros/2/1631522/page:1
Jossi 10/08/2017minha estante
Estou começando a folhear... mas não estão entre os melhores contos dele, pelo que andei lendo, entre uma página e outra. E os poemas... affff. Não gostei nem um pouco! :(




Ana @vicioseliteratura 03/08/2017

Eu li - O bazar dos Sonhos Ruins
A obra mais recente de Stephen King publicada no Brasil abrange grandes histórias de tirar o fôlego.

Sem filtro de censura, ele retrata fielmente a realidade humana. Os contos trazem a alma escancarada, no mais íntimo e pérfido medos e desejo das pessoas. Tudo isso em um ambiente misterioso, tenso e instigante.

As vinte histórias vão de possíveis cenas do cotidiano comum, revelando pensamentos e atitudes sujas dos indivíduos, situações sobrenaturais, personagens com dons de prever ou controlar a morte, até poemas com teor reflexivo. A verossimilhança dos contos mostra de forma bem convincente sobre o que a mente humana é capaz de fazer.

O autor nos aproxima ainda mais às suas histórias, ao relatar antes de cada conto ou poema como foi o processo de criação, como surgiram as ideias para escrevê-las, ou de que forma ele teve que lembrar de algumas e reescrevê-las.

Foi bem difícil para mim escrever sobre o livro, pois como adoro a escrita do autor, sou um pouco suspeita para falar.
É inexplicável a maneira como ele conquista o leitor nas primeiras páginas, pois é muito envolvente.

Sem esquecer de comentar que a editora Suma de Letras, como sempre, está arrasando em sua diagramação. As folhas são levemente amareladas, com a letra média, ótimas para leitura. E essa capa linda? É de fato um presentão para os leitores do gênero. Recomendo imensamente!



site: http://www.vicioseliteratura.com.br/2017/07/eu-li-o-bazar-dos-sonhos-ruins.html
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Júnior_Desenho 17/04/2018

Nao foi o que eu esperava :(
Dos livros de contos que eu ja li do Stephen King este foi o mais fraco. Os finais deixavam a desejar. Alguns contos começavam meio sem graça e eu esperava acontecer alguma coisa interessante, mas não acontecia nada :/ Talvez por eu ter ido ler esperando aqueles contos pesados, misteriosos e brutais que fazem medo e mostram coisas sobrenaturais ou a loucura do ser humano, como King costuma mostrar... Bom, pode ser apenas questão de gosto.
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Paulo Silas 19/07/2017

"O Bazar dos Sonhos Ruins" é mais um livro de fôlego do escritor Stephen King. Os contos que compõem a obra convencem e agradam os leitores. As temáticas das histórias são diversas, sempre contando, seja como for, com a assinatura do autor, ou seja, suspense, terror, sangue e fantasia dão o caldo para os contos.

As histórias são diversas. Desde contos curtos até os mais expressivos. A intenção do autor, como sempre menciona, é a de entreter, e esse objetivo é alcançado com a maestria digna de King - pelo menos na maioria das histórias presentes no livro.
Em "Milha 81", temos um carro que come gente, ensejando na presença de uma nostalgia de "Christine".
"Vida após a morte" é outro conto digno de nota, onde é contada a história de um indivíduo a partir do momento que vê a luz branca em seus últimos suspiros. Após definhar como vítima de um câncer, o protagonista conhece o que existe do outro lado.
Em "A Duna", King conta a história de um rapaz que, ao nadar até uma ilha, descobre uma duna onde nomes aparecem escritos e cravados. Tempos depois, as pessoas a que se referem tais nomes são mortas, ou seja, a descoberta é de um lugar que anuncia mortes futuras.
"Obituários" é um conto que segue a mesma pegada que "A Duna", porém, além de ser narrada num contexto próprio, aqui o protagonista também exerce esse papel com relação a vida e morte das pessoas. De uma hora para a outra, adquire o dom/maldição de matar pessoas por meio da escrita de seus obituários. Algo que lembra bastante "Death Note".
Em "Garotinho malvado", o leitor pode contar com o relato de um presidiário prestes a ter sua sentença de condenação à morte cumprida, onde o condenado explica as razões de seu tormento que o levou a matar uma criança com vários disparos de arma de fogo.
Enfim, os contos são diversos, tanto em número (vinte, para ser preciso) como na temática (horror e fantasia sempre presentes).

Se fosse para eleger o melhor conto do livro, por mais subjetivo que isso seja, ficaria com "Ur": um professor de inglês acaba comprando um Kindle despretensiosamente - mais por ser levado a comprar do que pelo real interesse na nova tecnologia. Curiosamente, ao invés de receber um aparelho branco, seu Kindle vem na cor rosa. Provavelmente um defeito de fabricação, pensa o personagem principal. Entretanto, utilizando o aparelho, o professor acaba descobrindo que aquilo não é do seu mundo, mas veio, por qualquer razão (ou ausência dessa) que seja, de algum outro lugar, de outra dimensão, de outro mundo. O Kindle, ao ser utilizado em sua "função Ur", possibilita o acesso à livros e jornais de diversos mundos. Livros que não foram escritos por famosos escritores em seu mundo, mas o foram em realidades alternativas (ou o que quer que seja), podem ser baixados pelo aparelho e lidos - assim como jornais.
Esse é o ambiente de "Ur", cujo conto gera um deleite extra para os fãs pelo fato de suas referências à Torre Negra.

Em meio a tantos contos, mesmo se tratando de Stephen King, difícil que pelo menos um não acabe gerando um "torcer de nariz" do leitor. Digo sem receio de equívoco que "Blockade Billy" é a história que mais desagrada no livro. O próprio King receia e conta com esse desagrado para com os leitores quando diz: "Sim, é sobre beisebol, mas dê uma chance a ela, tá?". Mesmo com a chance dada e com o desfecho da história sendo típico de Stephen King, esse conto é enfadonho e cansativo. A não ser que o leitor aprecie relatos quase intermináveis sobre jogadas e campeonatos de beisebol, esse é um conto que não faria diferença caso estivesse ausente da obra.

O que mas me agradou nesse livro, além das histórias muitíssimo interessantes, foram as aprazíveis introduções do autor em cada conto. Em todas as vinte histórias que compõe a obra, King conta em poucas linhas (sempre em uma ou duas páginas) algo sobre o seu processo de criação para com aquele conto: quando e como a história surgiu em sua mente e/ou como e quando deu vida à ela pelo processo da escrita.

"O Bazar dos Sonhos Ruins" é, portanto, mais uma obra de peso na produção do autor. Digna de se ter na estante. Vale e muito a leitura!
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Camys 30/01/2018

King é rei em tudo que escreve!
Esse livro reúne 18 contos e dois poemas do mestre do horror. E tem uma pitada de humor na escrita. tem vários contos incríveis, assim como alguns não tão incríveis assim, mas acho que tem muito mais coisa boa que ruim aqui. Contos como Moralidade, UR, Duna, super valem a leitura!
Sem falar que UR é um poço sem fundo de referências ao romance mais épico do King: A torre Negra.
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"Ana Paula" 23/06/2017

Como a sinopse diz, O Bazar dos Sonhos Ruins é uma coletânea de vários contos de Stephen King. Alguns deles são inéditos aqui no Brasil e o melhor de tudo? Cada conto acompanha um comentário do autor sobre sua criação. Stephen King ganha o leitor já nas primeiras páginas, com uma Introdução rica em humor negro.

"Como muitos grandes escritores americanos (Philip Roth e Jonathan Franzen me vêm a mente), Carver não tinha muito senso de humor. Eu, por outro lado, vejo graça em quase tudo. O humor aqui é sombrio, mas, na minha opinião, esse é muitas vezes o melhor tipo. Porque, veja bem, quando se trata da morte, o que podemos fazer além de rir?"

Sou fã do homem, vocês sabem, então claro que amei demais conhecer mais esse livro. Infelizmente, alguns contos não funcionaram para mim, mas a maioria foi maravilhosa de ler e espero que esse seja o primeiro de muitas coletâneas que ainda quero ler do autor.

Stephen King abusa de sua criatividade e nos transporta para histórias hilárias, sangrentas, fantasiosas e algumas, até reais demais. Cada conto trás sua marca característica e nos deixa ávidos para continuar a leitura e descobrir o que mais se esconde nas páginas desse livro.

"A Bíblia diz que o diabo foi libertado para vagar pela terra, e que a mão de Deus não o segurava. Não sei se aquele garotinho malvado era o diabo, mas sei que era um diabo."

Não falarei de cada conto separadamente pois são contos grandes e cada um é único. Mas confesso que tenho os meus queridinhos que me fizeram ficar um com um tantinho de medo! rsrsrsrsr
Milha 81 foi o primeiro que me deu calafrios, me lembrou demais Christine, o Carro Assassino misturado com It - A Coisa. Depois me deparei com A Duna que, sem dúvida, me enganou do início ao fim. Fato que o autor gosta de nos iludir neh? Esse conto é mais uma prova de sua perversidade amável! Garotinho Malvado me fez ter sonhos ruins mesmo... rsrsrsrs. Ur me fez desejar ter um Kindle rosa (apesar de eu não gostar da cor... rsrsrs). Obituários me dá calafrios até agora e Trovão de Verão me tirou lágrimas mesmo sendo sobre um futuro apocalipse.

O mestre do Terror/Horror mostra sua versatilidade nos 20 contos presentes neste livro. É possível observar diversas características do processo de criação, prato cheio pra quem é fã e adora imaginar como o escritor chegou a uma determinada ideia.
Os temas são diversificados para agradar a todos os públicos, aqui, vamos lidar com moralidade, vida após a morte, culpa, os erros que consertaríamos se pudéssemos voltar no tempo, assassinatos, monstros imaginários e da vida real.

"Eu fui criado como metodista tradicional, tinha uma noção precisa de certo e errado, mas a verdade estava clara: eu tinha me tornado um prostituto, só que vendia meu sangue e meu talento para a escrita em vez da bunda."

A maioria das histórias possui narrativa em terceira pessoa, outras em primeira pessoa, como é o caso de Blockade Billy, onde Granny nos narra os acontecimentos a partir de uma entrevista que King está lha fazendo. Também temos a narrativa de Indisposta onde Brad nos dá somente seu ponto de vista e nos faz imaginar que o amor é lindo mesmo, mas também pode ser doentio....

Apesar de toda essa promessa sombria, o que O Bazar dos Sonhos Ruins leva aos leitores fieis é mais grandiosidade e talento compactados em uma única obra. É um presente para aqueles que gostam de seus livros e sentem vontade de conhecer mais do autor. Este livro pode ser um livro de contos, mas nos diz muito mais sobre o autor do que qualquer outro livro dele.

"Já chega de papo. Talvez você queira comprar algum dos meus produtos agora, não? Tudo o que você vê foi feito à mão, e apesar de eu amar cada um deles, fico feliz em vendê-los, porque os fiz especialmente para você. Fique à vontade para examinar todos, mas tome cuidado, por favor.
Os melhores tem dentes."

Do mais, só tenho a indicar mesmo! A edição da Suma de Letras está perfeita! Essa capa é maravilhosa e condiz com tudo o que o livro contém.

site: http://livrosdeelite.blogspot.com.br/2017/06/resenha-o-bazar-dos-sonhos-ruins.html#.WUz_l-srLDc
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Raíssa 26/04/2017

Quando "O Bazar dos Sonhos Ruins" foi lançado esse ano, a única coisa que eu pensava era "preciso muito comprar esse livro". A primeira publicação que eu li do Stephen King foi "Sombras da Noite" que também se trata de um livro de contos, depois disso meu amor pelo escritor só aumentou (apesar de ter lido pouquíssimas coisas ainda).
O escritor é conhecido como o rei do terror e eu estou acostumada mais com o lado assustador de suas escritas, mas nesse livro você consegue enxergar vários outros lados de King (tem até poema) não deixando de lado aquele humor negro e sarcástico, próprio do autor.
Os contos que mais gostei foram: Milha 81, Garotinho Malvado, Uma Morte, Vida Após a Morte, Indisposta e Obituários. Claro são os com mais "bizarrices".
Mas vão vir a tona vários outros temas: moralidade, culpa, suicídio, etc. Assuntos que não te fazem somente se entreter, mas também refletir.
O mais legal de todo o livro é você perceber que o Stephen é capaz de criar uma estória a partir de qualquer coisa (até um Kindle) e você se questiona ate onde a criatividade dele é capaz de ir.
Eu não dei 5 estrelas porque esperava mais da parte assustadora e bizarra, e tambem porquê não absorvi nada de alguns contos.

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Raffafust 06/08/2017

Sim, ele sempre encaixa seus textos na minha vida. Digo isso porque quando comecei a ler O Bazar dos Sonhos Ruins já fiquei impressionada com o prefácio escrito pelo próprio King, merece uma atenção especial. Como todos que acompanham o blog sabem, eu escrevi um conto no Blogueiras.com e li muita gente dizendo que não gostava de contos. Então que o próprio mestre descreve a importância dos contos e porque gosta de escrevê-los, e para mim foi o qque bastou para me orgulhar ainda mais e querer escrever muitos e muitos contos.

Nessa edição somos presenteados com contos e poemas com alguns já conhecidos de seus fãs e outros inéditos, não se apegue a isso. A cada história o padrão King de maestria está presente. O bacana e o diferencial é que ele não só escreveu os como teve o carinho de conversar com o leitor sobre cada um deles. É como se estivéssemos o entrevistando e tendo o privilégio de sabermos mais de onde vem suas ideias. Isso não é maravilhoso?
Parece incrível -e é- para qualquer autor/leitor perceber o como ele patina por entre as páginas mudando sua forma de escrita, um exemplo é o conto "A Igreja de Ossos" que ele nos apresenta em fornato de versos. Meu favorito foi "Indisposta", puxando pro terror que amo e com um final bem inesperado.
Vale lembrar que é King, não há o que chamamos de finais felizes, são bem macabros, envolvem nossa relação com a morte em boa parte deles , e há experiências de pós morte também, e se você gosta de Torre Negra vai amar um dos contos onde temos "Ur", lembram?
Queria citar um a um para vocês mas esse livro foi um que me dei o prazer de saborear sem pressa, já tem tempo que recebi da editora mas eu fui deixando ao lado da cama e cada dia pegava um pouco de King, talvez porque minha vontade é que existisse um conto dele para cada fim de dia. Para os bons e para os ruins, mas King é sempre inspiração mesmo que não tenha colocado nada de terror em meus textos.
Não posso deixar de citar mais alguns favoritos, como "Uma morte" onde ele toca no tema da inocênci e de como persuadir, naquele estilo que amamos e vibramos com o final.
E o sensacional "Obituários" onde um jornalista vai trabalhar em um site de fofocas e sabe-se lá porque ele começa a inventar obituários das celebridades - que estão bem vivas, vale lembrar!- mas então ele percebe que o que ele escreve acontece, ou seja, a tala celebridade morre de verdade!
Opa, cadê isso com os nosso políticos? #justkidding
Não vou escrever muito mais, vou deixar vocês com a indicação de um livro incrível e que por favor merece ser lido, por quem ama ler, por quem ama escrever, por todo mundo.

site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2017/08/resenha-o-bazar-dos-sonhos-ruins-sumabr.html
Bia 04/09/2017minha estante
Te deixei uma mensagem por inbox. Aliás, só estou avisando via comentário porque sei que nem sempre o Skoob notifica o recebimento das mensagens.




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