O Sol Também é Uma Estrela

O Sol Também é Uma Estrela Nicola Yoon




Resenhas - O Sol Também é Uma Estrela


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Bells (Attraverso le Pagine) 13/10/2017

O sol também é uma estrela, segundo romance da jamaicana Nicola Yoon, apresenta Natasha e Daniel, dois jovens diferentes que não poderiam ser mais parecidos.
Natasha é prática e acredita e nos fatos em detrimento das coincidências e da fé, sendo por vezes pessimista conforme sua própria concepção. Já Daniel é um sonhador que acredita na fé e no amor, sendo otimista quanto ao alcance de seus sonhos.
Ele, nascido nos EUA e filho de coreanos, quer mesmo é ser poeta quando o que seus pais querem é que ele faça faculdade e estude medicina., deixando-o assim num dilema entre seguir seus sonhos ou os objetivos de seus pais, que só querem o melhor para ele.

“ [...] Não quero ficar preso a uma coisa que não significa nada para mim. Essa trilha onde estou... ela segue sem fim. Yale. Faculdade de medicina. Residência. Casamento. Filhos. Aposentadoria. Asilo de idosos. Funerária. Cemitério.”
(Nicola Yoon, p. 84)

Ela, nascida na Jamaica e que foi morar ainda bem nova nos EUA com a família, está para ser deportada com seus pais e o irmão de volta a seu país natal muito em breve, o que de certa forma aumenta suas descrenças na esperança, no “impossível tornar-se realidade”.

"Como é que este pode ser o mesmo dia? Como é que todas essas pessoas podem continuar com a vida sem saber nada do que acontece na minha? Às vezes o mundo da gente balança com tanta força que é difícil imaginar que quem está ao redor não perceba também. Foi assim que me senti quando recebemos a ordem de deportação [...]"
(Nicola Yoon, p. 196)

No dia em que Natasha está para ser deportada com a família, ela ainda vai tentar um último recurso a fim de permanecer nos EUA, enquanto Daniel se encaminha para sua entrevista de admissão na faculdade com a cabeça ainda cheia de dúvidas a respeito do futuro. E entre encontros e desencontro, os dois se conhecerão e descobrirão que estavam destinados (segundo Daniel) um ao outro.

Coincidências ou não, o universo os liga, bem como aos demais personagens da narrativa, que aos poucos vamos descobrindo o papel de cada um dentro da trama.

Apesar de tudo acontecer muito rápido, afinal a narrativa se dá em sua maior parte em apenas um dia - o dia que os protagonistas se conhecem -, nada é muito forçado ou clichê, mostrando como a forma com que a narrativa é conduzida pela autora é tão importante quanto a história em si (#LiteraturaFeelings ♡), tornando a leitura bastante prazerosa e dinâmica.

Uma história fofa e ao mesmo tempo reflexiva recomendada para todos os tipos leitores ;)

site: https://attraverso-le-pagine.blogspot.com.br/2017/10/resenha-livro-o-sol-tambem-e-uma.html
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Amanda Thais 29/09/2017

Que livro maravilhoso!
Não consegui segurar as lágrimas.
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Jéssica - @Febreliteraria 27/09/2017

O sol também é uma estrela
Se tem uma coisa que a Nicola Yoon sabe fazer de bom é criar personagens únicos, e extremamente apaixonantes. Eu realmente amei cada página deste livro, nas 30 primeiras paginas eu já estava presa e já de cara percebi que este livro iria entrar para meus favoritos deste ano.

Em "O sol também é uma estrela" vamos conhecer a estória de Natasha e Daniel, personagens que se conheceram no momento certo, porém infelizmente na hora errada.

Natasha é jamaicana, filha de imigrantes ilegais, e vai ser deportada dos Estados Unidos. Natasha é uma pessoa independente, uma garota super confiante e bastante pratica, ela acredita que o amor é governado por emoções que não tem lugar na sua vida. Daniel, um americano, filho de imigrantes coreanos, ele é um sonhador, um garoto que acredita fortemente no amor à primeira vista. Eles são o oposto um do outro, porém ao mesmo tempo tão perfeitos um para o outro. Mas como Natasha vai permitir que seu coração mande mais que seu raciocínio lógico? Ainda mais quando no final do dia ela vai sair do país?

"O sol também é uma estrela" se passa em um único dia, e ao longo desse tempo haverá bastante aventura, tristeza, raiva, questão familiares, medos, ambições e muito sobre o amor. Uma escrita super linda e bastante fofa, e se você é como euzinha aqui, você vai chorar um pouco.

site: https://www.instagram.com/febreliteraria/
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Maria Clara | @pixelbooks 24/09/2017

Puro amor <3
"Nós nascemos para sonhar e fazer as coisas com as quais sonhamos."
Será que você já cruzou com o amor da sua vida no meio da rua e não percebeu? Você acredita no amor? Você acha possível que alguém se apaixone à primeira vista? E se não der certo? Você seria capaz de esperar para ser feliz?
Em "O sol também é uma estrela" nós conhecemos a Natasha - uma imigrante ilegal que está prestes a ser deportada dos Estados Unidos e que não acredita em absolutamente nada -, Daniel - um descendente de coreanos que é obrigado, por sua família, a fazer medicina e casar com uma coreana - e o universo - uma coisinha irônica que pode fazer tudo acontecer. Daniel e Natasha se conhecem nas piores circunstâncias possíveis - o dia da entrevista de admissão dele para a faculdade e o dia da deportação dela - tudo para dar errado, mas, o amor para dar certo. Um livro fofo, apaixonante e que me fez soluçar por mais de 100 páginas. Claro que algumas coisas me incomodaram bastante, como o fato de a história acontecer muuuito rápido, já que o livro se passa em um único dia, mas, ainda assim, um livro sobre a vida real, onde nem tudo dá certo, mas que pode dar. Acho que a frase que mais define esse livro está na Bíblia "O amor tudo sofre, tudo espera, tudo suporta." É impossível não sentir a dor dos personagens principais e não querer dar um jeito de fazer as coisas darem certo, acho que me senti dentro da história em vários momentos. Outra coisa que amei é como a autora dá um foco especial até nos personagens secundários, nos fazendo entender e compreender suas ações, por mais estranhas que pareçam. Um livro que vai despedaçar seu coração, mas que também vai aquecer ele e te fazer querer reler assim que terminar. [5/5⭐️]
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tatty 20/09/2017

A Natasha é jamaicana e viveu praticamente sua vida toda nos Estados Unidos de forma ilegal. Por um descuido de seu pai, eles foram descobertos e serão deportados. Natasha está vivendo o pior dia de sua vida, e tentando fazer tudo que pode para que não precise ir embora.

Natasha: "Sabem quanto eu adorava meu pai. [...] Ele era um planeta exótico e eu era seu satélite predileto. Mas ele não é nenhum planeta, é só a última luz desbotada de uma estrela morta.
E não sou um satélite. Sou lixo espacial, me distanciando dele o máximo que posso." P. 58


Daniel é um coreano-americano com pais super conservadores em relação a sua cultura e um irmão que o odeia. Está prestes a fazer uma entrevista para cursar medicina em Yale, do jeito que seus pais querem. Talvez ele não vá à entrevista e os magoe. Talvez. Mas Daniel gosta mesmo é de escrever suas poesias e sonhar.

Daniel: "Será que estou cometendo um erro? Talvez. Mas o erro é meu, posso cometê-lo." P. 270

Em uma simples loja de discos os destinos dos dois se esbarram e tudo que acontece a partir dali parece ter sido calculado para que ficassem juntos. Pelo menos é o que Daniel acredita, mas Natasha, tão cética como é, diz o tempo todo que ele está errado e deveria esquecer essa ideia absurda.
Ela não costuma dar muita bola à sentimentos. Gosta de levar tudo para o lado da ciência e trabalha com estatísticas.

Natasha: "Quatro Fatos Observáveis: ele é perfeitamente bobo. E otimista demais. E sério demais. E muito bom em me fazer rir." P. 77

Ele não sabe o motivo, mas algo faz com que ele não consiga deixá-la passar por sua vida tão ligeiramente e ir embora, então resolve seguir e convidá-la para comer alguma coisa.
Conforme se interessam mais ainda um pelo outro, as horas vão passando e se torna cada vez mais difícil para Natasha contar à Daniel o motivo pelo qual ele não deve se apaixonar por ela: é seu último dia naquele país e eles nunca mais vão se ver.

Daniel: " Talvez parte de se apaixonar por alguém também seja se apaixonar por si mesmo. Gosto de quem eu sou com ela. Gosto de dizer o que estou pensando. Gosto de prosseguir apesar dos obstáculos que ela coloca. Normalmente eu desistiria, mas não hoje." Pg. 124

Simultaneamente várias coisas estão acontecendo na vida de outras pessoas e todas elas passam por Daniel e Natasha de alguma forma, nos mostrando como cada pequeno detalhe que muitas vezes não percebemos tem uma enorme importância para outra pessoa. No livro tudo isso se conecta do melhor jeito possível, até a última página.

Natasha: "As pessoas cometem erros o tempo todo. Erros pequenos, como pegar a fila errada para a caixa do supermercado. A fila onde está a mulher com cem cupons de desconto e um talão de cheques.
Às vezes a gente comete erros de tamanho médio. Vai para a faculdade de medicina em vez de ir atrás da nossa paixão.
Às vezes comete erros grandes.
Desiste." P. 263
***

Eu quero gritar pro mundo e pedir que leiam Nicola Yoon. QUE MULHER INCRÍVEL!
A escrita dela é simplesmente maravilhosa, poética, despretensiosa... Ah, me faltam adjetivos!
Nem tive como não favoritar, ainda mais depois dela ter citado os blogueiros nos agradecimentos no fim do livro. MARAVILHOSA!

Os capítulos extremamente curtos fazem com que o leitor não veja as páginas passando e quando percebemos, já estamos no fim do livro. Isso também foi um fator que contribuiu para que eu lesse super rápido e não conseguisse largar o livro o dia inteiro, além de cada personagem ser extremamente bem construído e fácil de criar em nossa cabeça.

Os capítulos são alternados entre Natasha e Daniel — onde são narrados em primeira pessoa — e outros personagens que aparecem em alguns momentos e simplesmente capítulos sobre cabelo, amor, destino, etc — narrados em terceira pessoa. Por incrível que pareça, não dá pra se confundir e é maravilhoso.

Voltando aos personagens, eis aqui um livro com uma protagonista negra e, melhor ainda, imigrante. Acompanhamos algumas situações de racismo em que a Natasha passa e isso é muito desconfortável de ler.
Apesar disso, o amor à primeira vista é retratado de forma literal, o que normalmente me incomodaria muito, já que acho muito forçado uma situação em que duas pessoas se veem pela primeira vez e PIMBA! estão se amando. Mas a Nicola descreve de uma forma tão simples, vai contando cada coisinha que aconteceu durante todo aquele dia que parece que eles se conhecem faz um tempão, e tudo isso sem ser enjoativo. Quando fui ver, já estava shippando a Tasha com o Daniel, que é o cara mais fofo do universo, e que citou Deus de uma forma que eu nunca havia escutado e achei tão bonito que vou colocar o trecho abaixo (e olha que sou agnóstica). Ou seja, como não amar O Sol Também É Uma Estrela?

Daniel: — Acho que todas as nossas partes boas estão conectadas em algum nível.
A parte que divide com outra pessoa o último biscoito de chocolate do pacote, que faz doação para uma instituição de caridade, que dá um dólar para um músico de rua, que trabalha como voluntária, que chora com os comerciais da Apple, que diz eu te amo ou eu te perdoo. Acho que isso é Deus. Deus é a conexão com a melhor parte de nós." P. 220

site: www.curaleitura.com.br
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Aline|@Meninatecária 18/09/2017

Encantador como uma manhã de sol!

"Somos palha seca e tempestade de raios. Fósforo aceso e papel. Placas de Perigo de Incêndio e uma floresta esperando para pegar fogo." - pág 145

Natasha e Daniel são jovens que moram em Nova York e possuem apenas uma coisa em comum: ambos são imigrantes. Ele, coreano, ela, jamaicana. Ele é um imigrante legal, ela, ilegal e prestes a ser deportada.

Daniel é um rapaz apaixonado pelas palavras, poesia e sonhador, sofre com as comparações com o irmão mais velho que o seus pais fazem. Natasha é uma moça apaixonada pela ciência, cálculos e pelos fatos. Após um grave erro do seu pai, toda a sua família está indo embora. Como poderia o Universo unir esses dois jovens incomuns? Será que a frase "os opostos se atraem" pode significar alguma coisa?

Agora no seu último dia em Nova York, Natasha sai em busca de uma última esperança a qual se agarrar, enquanto Daniel sai para uma entrevista para entrar em uma boa universidade e sobrará para o Universo o dever de colocá-los em apenas um caminho.

"(...) sonhos nunca morrem, nem quando estão mortos." - pág 175

Nicola Yoon com certeza virou uma das minhas autoras de YA favoritas, a escrita dessa mulher é inexplicável e muito fluída. Quem leu os dois livros dela, também perceberam um amadurecimento na escrita dela? Fiz muitas marcações incríveis, me apaixonei por cada personagem que narrava um pouco da história, principalmente pelo Daniel (mais um crush literário hahaha). E o desfecho? Meu Deus, chorei horrores! Enfim, um livro maravilhoso e que vale muito a pena ser lido!

"O amor muda todas as coisas o tempo todo. É para isso que existe o amor." - pág 268

site: https://www.instagram.com/meninatecaria/?hl=pt-br
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Júlia Raquel 13/09/2017

O sol também é uma estrela, de Nicola Yoon

O sol também é uma estrela | Nicola Yoon | 288 páginas | Nota: 5/5🌟

Natasha é Jamaicana. É o tipo de pessoa que só acredita nos fatos reais, comprovados, na ciência. Essa coisa de destino, amor à primeira vista, ou até mesmo a sorte, para ela, puro papo furado. A garota viu tudo mudar na noite para o dia e agora ela será deportada dos Estados Unidos, devido a estar ilegal no país. Seu sonho? Poder ficar no país que tanto amo, em seu lar.

Daniel, por sua vez, é coreano. Um poeta nato, que possui fé no amor e não acredita muito em ciência. Para ele, as coisas acontecem, pois deveriam acontecer, o destino quis assim. Seus pais sonham com o dia em que ele se tornará médico e como o ótimo filho que é, o jovem não destrói as esperanças da família. Seu sonho? Ser um artista.

O Universo. A ciência. Os fatos. Todo o momento de nossas vidas nos trouxe a este instante único. Suas escolhas são responsáveis por ter lhe trazido até aqui. E, há um milhão de futuros diante de nós.

As famílias de ambos são totalmente opostas. O problema na família de Natasha é o seu pai. A menina está tentando descobrir uma maneira de continuar nos Estados Unidos após seu pai ter sido pego dirigindo embriagado, e por consequência, descobrirem que todos estão ilegais nas terras americanas.

Para Daniel as coisas são mais simples, e não são. O garoto sempre viveu na sombra do irmão mais velho, que por sinal não vai muito com a sua cara, e é por causa dele, do se fracasso para ser mais exata, que os planos de se tornar um artista estão cada vez mais longe. Além de tudo isso, seus pais são extremamente preconceituosas.

O encontro desse casal acontece de uma maneira totalmente inesperada e o único motivo para isso é o destino.

A escrita da autora Nicole Yoon, os elementos que abordam a história, os capítulos intercalados entre os personagens principais, o universo, a guarda, os pais dos adolescentes, o irmão, e muito mais, foram inseridos de maneira perfeita. Tudo isso soma para a história e faz você se apaixonar ainda mais.
⠀⠀⠀
Para mais resenhas acesse: https://www.instagram.com/lunaliteraria/

site: https://www.instagram.com/lunaliteraria/
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ViagensdePapel 12/09/2017

Esse é o segundo livro da autora Nicola Yoon. Eu ainda não li o primeiro, “Tudo sobre todas as coisas“, que foi best-seller na lista do New York Times, mas isso já nos dá uma pista sobre o livro e sobre a autora: a preferência do público, as ótimas citações sobre ele e a expectativa da versão cinematográfica que foi lançada esse ano. Tudo isso do primeiro livro dela… imaginem o segundo!

Fato observável: não tem como não amar a escrita da Nicola Yoon! A poesia explica isso: os dispostos se atraem!

“Carl Sagan afirmou que, se você quiser fazer uma torta de maçã desde o início, precisa primeiro inventar o Universo.”

O Sol também é uma estrela se passa em um único dia. O dia em que Natasha será deportada com sua família para a Jamaica. O dia em que Daniel terá que largar seus sonhos poéticos para se tornar o médico que o pai deseja que ele seja. E eles se levantaram para seus destinos. A cada passo que dão várias probabilidades se abrem para se tornar uma única história com várias histórias cruzadas.

Natasha decide ir até o advogado tentar desesperadamente que sua deportação seja revogada. Daniel vai para sua entrevista de admissão em Yale. Nesse meio tempo eles se conhecem. Daniel se apaixona de cara, não tem como negar: ele é uma poeta, é um romântico. Para ele, o acaso é uma obra linda do destino e os dois só se conheceram pois terão algo extraordinário. Natasha não acredita no amor: ela é uma garota da ciência, não há crença no acaso e nem destino. Só na ciência. Tudo acabaria nesse ponto, mas Daniel a desafia: ela vai se apaixonar por ele cientificamente. Alerta de spoilers: o Daniel é apaixonante!

O Sol também é uma estrela é separado por capítulos intercalados entre Natasha, Daniel, e várias coisas que passam por eles como outros personagens, lembranças, histórias, teorias, entre tantas outras coisas. Durante o dia, os dois vão se conhecendo e tudo pode dar certo, mas também pode dar em nada. Nas passagens dos capítulos conhecemos mais da família da Natasha, jamaicanos imigrantes nos EUA; e a família do Daniel, coreanos imigrantes nos EUA.

Essa é uma história sobre relacionamentos. Não há só o romance dos protagonistas, que vai tomando forma durante o livro, e nem sempre é sobre relacionamento romântico: é sobre o se relacionar. Lembrando que nossas decisões desencadeiam milhares de possibilidades, mas só uma pode se tornar realidade.



Leia a continuação da resenha, acesse o link abaixo:

site: http://www.viagensdepapel.com/2017/09/05/resenha-o-sol-tambem-e-uma-estrela-de-nicola-yoon/
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Ciça 07/09/2017

O Sol Também é Uma Estrela
Natasha tem 17 anos, é jamaicana, mas assim como muitas famílias, os Kingsley foram para os Estados Unidos em busca de condições melhores. Sendo mais especifica, tudo começou quando Samuel, pai da personagem principal da história, decidiu tentar carreira de ator na América e tempos depois, Natasha, com 8 anos, e sua mãe se mudaram de vez para Nova York. O único problema é que por muito tempo eles tiveram que viver as escondidas, já que não renovaram o visto. Obviamente, viver escondido não é tão fácil assim, então, como qualquer vida, algo dá errado para os Kingsley. Samuel, após uma apresentação, bebeu tanto que além de bater de carro em uma viatura da polícia, confessou tudo, inclusive, que ele e sua família são imigrantes ilegais. E é claro que apesar de detestar a ideia, Natasha está prestes a ser deportada de volta à Jamaica.

Daniel tem 17 anos, é americano, mas sua família veio da Coreia para os Estados Unidos em busca de condições melhores. É um excelente aluno, mas é o segundo filho. Em primeiro lugar vem Charlie, seu irmão mais velho, galanteador, pegador, inteligente, o filho que todo pai gostaria de ter. Bom, até o momento em que ele foi suspenso por alguns meses de Harvard. O que além de ser um problema para o mais velho, é um problema para Daniel, que agora é o filho mais cobrado. Se não bastasse isso, ele está prestes a fazer uma entrevista para Yale, universidade que ele - com certeza - não quer entrar. Não que o mesmo tenha algo contra Yale, o problema é fazer medicina, o problema é entrar em uma faculdade, o problema é não fazer algo que ele quer, o problema é não poder escolher sua profissão, o problema é não trabalhar com poemas, o problema é tudo.

Universo, segundo cientistas, tem estimado 13,3 bilhões anos. Como ele surgiu? Depende muito no que você acredita, mas a provável ideia do lado da ciência é o Big Bang, a grande explosão que, supostamente, originou tudo. É conhecido por possuir diversos futuros, complexões, teorias, seres vivos e não vivos, destino, encontros, esbarrões, coincidências e uma série de eventos que dará início a outro.

Natasha, ao sair para sua última tentativa de não ser deportada acaba encontrando Daniel. Daniel saiu de casa para cortar o cabelo antes de sua entrevista, tem problemas no trem e por fim, acaba encontrando Natasha. Destino ou não, o encontro inesperado foi muito mais grandioso do que eles pudessem imaginar, graças, talvez, ao Universo.

Ahh! O que falar desse livro? Se eu pudesse resumir ele, eu só poderia falar: Encantador. Encantador por causa dos mínimos detalhes que ele carrega entre suas palavras. De verdade, não estou exagerando não, a história é muito bem feita e, se eu já tinha gostado de Tudo e Todas as Coisas, imagine agora com O Sol Também é uma Estrela?!

A escrita de Nicola parece melhor, mais aflorada e muito mais descritiva. Gostei muito mais da forma que ela construiu o livro e como os personagens foram montados. Natasha e Daniel são quase opostos. Ela é baseada na ciência, não acredita no amor até ele ser comprovado, ela vive por fatos e dados. Já ele, bem, ele é um poeta e tudo o que você pode saber sobre sua personalidade está nesta característica. Como um bom poeta, ele acredita no amor, na subjetividade, nos pequenos detalhes, ele não precisa de dados, ele precisa sentir e pronto.

Leia o resto da resenha no meu blog | As 365 Cores do Universo

site: http://www.as365coresdouniverso.com.br/2017/09/o-sol-tambem-e-uma-estrela-resenha.html?showComment=1504805150548#c2604158545705802165
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Leitor em delírio 04/09/2017

QUE LIVRÃO DA PEIGA
Após ver tanto a repercussão desse livro nas redes sociais, tantas fotos, resenhas, comentários, todos ótimos por sinal, vi que precisava ler o mais rápido possível, para tirar as minha próprias impressões e a minha própria opinião para ver se era tudo isso mesmo. E obviamente que não foi diferente.
Que livro simplesmente maravilhoso!
Uma história tão simples e cativante, que nos faz acreditar no amor, independente de todas as situações. Essa narrativa alternada nos mostra uma história contada entre três pontos de vistas diferentes: Daniel, Natasha e o universo. Natasha é uma menina completamente realista, cética, não acredita em amor, muito pé no chão e por isso mesmo que quer se tornar uma cientista de dados, pois acredita apenas nos fatos. Ela é uma imigrante da Jamaica que agora vive em Nova York. Ela e sua família já estavam com o visto prestes a vencer quando em um dia seu pai dirigiu bêbado e acabou batendo o carro em uma van, por isso se tornaram imigrantes ilegais, e estão prestes a ser deportados de Nova York, quando Natasha entra em contato com um advogado de imigração para que sua deportação seja cancelada. Daniel é o filho mais novo de uma família de sul-coreanos. Completamente romântico, nas nuvens, sentimental e que acredita fortemente no amor verdadeiro, tanto que quer se tornar poeta. Seus pais tem uma empresa de comésticos para cabelos cacheados e sua mãe é artista plástica. Juntos, seus pais lutaram muito para chegaram onde estão hoje, e por isso que eles querem dar aos seus filhos tudo aquilo que eles não tiveram acesso. Os pais de Daniel quer que ele faça medicina em Yale, mas Daniel quer se tornar poeta mesmo sabendo que isso nunca será possível. Seus pais agendam uma entrevista com um aluno de Yale para que ele explique ao Daniel como que lá funciona e como são as experiências. Coincidentemente, essa entrevista cai no mesmo dia, horário e lugar que a de Natasha com o advogado de imigração. É então que os dois se encontram, e percebem que o universo tem um destino marcado para os dois, e que seus caminhos estão totalmente ligados, mesmo sendo completamente opostos. Já que Natasha é completamente realista e Daniel completamente romântico. De início não botei muita fé nesse romance, mesmo sabendo que uma hora ou outra iria acontecer, não sabendo como, pois eles são completamente diferentes.
Isso me fez perceber o quanto a Nicola Yoon (essa diva maravilhosa) conseguiu quebrar barreiras do preconceito com esse livro, já que Natasha é uma menina negra da Jamaica, e Daniel um coreano branco, e essas são apenas umas das milhões diferenças entre eles, que acabam se apaixonando perdidamente. Um livro que se passa em apenas um dia, 24 horas, que me fez gastar um bloquinho de post-it interinho! Hahahah, e o mais importante, me fez chorar igual a um condenado. Obviamente que de longe entrou pra minha lista de preferidos. Eles vêem que apesar das diferenças eles podem se amar loucamente, e que foi o destino que reservou esse algo extrardinário para eles, que mesmo difícil de entender não foi uma coincidência. Uma narrativa surpreendente e que valeu muito a pena cada capítulo, e que implorei para que não acabasse. Ele me fez admirar demais a Nicola e ainda espero qualquer próximo trabalho dessa rainha. Envolvente, tocante e maravilhoso!!!
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Emerson 03/09/2017

O Sol Também é Uma Estrela
O livro se passa num período de 24 horas, onde somos introduzidos na vida de Natasha e Daniel, e descobrimos como o amor a primeira vista pode ser tão lindo e doloroso com o pedido de deportação da família de Natasha de volta a Jamaica.
O livro marra de forma cativante os percalsos, os sonhos e os desejos da vida adolescente, na busca por um futuro incerto onde devemos acreditar mais no que somos.
Um grande feito do livro é mostrar a representatividade, já que Natasha é negra e Daniel asiático
O livro me cativou desde a primeira página. Nicola Youn escreve incrivelmente bem, dando voz a personagens que seriam esquecidos, mas que são transformados em peças fundamentais para o desenrolar da mesma
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Vivi 31/08/2017

A história de uma adolescente que no dia que ia ser deportada para a Jamaica conheceu um coreano-americano passaram o dia juntos e se apaixonaram. Linda história
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Carla Cássia 27/08/2017

Um livro incrivelmente reflexivo
Sabe aquele livro que faz a sua espinha arrepiar e que é perfeito do começo ao fim? Bom, para mim, ‘O sol também é uma estrela’ sem dúvidas foi um desses livros.
Primeiro por conta dessa capa maravilhosa, que nos dá a sensação que há um universo de cores pronto para pular em cima de você, apenas porque você está comprando aquele livro ou o lendo. Segundo, o livro é composto por pequenos capítulos, onde ele é narrado entre os protagonistas, o universo e pessoas aleatórias que eles encontram em seu único dia juntos.

Se isso ainda não é o bastante para você ler esse livro, que foi para mim um dos melhores livros de 2017, vem cá que eu vou te falar um pouco mais sobre ele, e prometo não te dar spoiler.

Natasha não tem uma vida fácil, cara, quando a sala da sua casa é seu quarto e você ainda tem que dividir esse espaço com seu irmão mais novo, você tem todo o direito de ser uma pessoa cética para muitas coisas. Uma delas é para amores à primeira vista.
Daniel é aquele romântico, de classe média americana, que tem pais que sempre lhe proporcionaram tudo. Ele não sabe o que quer da vida, mas não quer seguir o caminho escolhido por seus pais. Daniel quer ser poeta, mas será que quer mesmo?

Uma imigrante ilegal correndo atrás do tempo, para não ter que voltar para Jamaica, uma terra que é sua, porém não pode considerar assim, já que a maior parte da vida viveu com medo em outro país. Um descendente de imigrante que caminha para o momento mais importante da sua vida, mas que não tinha certeza nenhuma, nem se era coreano ou americano.

Eles só tinham um dia, e se encontraram....

O final é o divisor de águas, há quem ama e quem odeia. Eu achei sem palavras, foi nele que eu perdi o fôlego. Sou o tipo de pessoa que vive adivinhando as coisas que vão ocorrer, pegando pistas no que me é apresentado, mas não estava pronta para o que estava ali, não da forma que foi feita, não com aqueles elementos.

No final do livro, me tornei um pouco mais consciente sobre o outro, sobre o papel de alguém no mundo, que ser pai não é uma tarefa fácil. Me pus no olhar do outro e senti sua dor, seus medos. Por um dia, acompanhei Natasha e Daniel e fui amiga deles, chorei com eles e comemorei com eles. E quando acabei, senti que havia se passado uma vida inteira.
Racismo, feminismo, cabelos, teorias de universos paralelos e muito mais você encontra neste livro com uma capa explosiva e um nome poético.

Por hoje apenas...

Para mais resenhas como essa, link abaixo

site: www.blogcontracapa.com.br
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Adriana.Cruvinel 27/08/2017

Quando muito se espera, a desilusão é certa...
O Sol Também e Uma Estrela traz uma série de lições de vida, mas está muito longe de ser o melhor livro!!!!
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