Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir

Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir Sarah MacLean




Resenhas - ----


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Mi 17/09/2017

O primeiro continua sendo de longe o melhor.
" - Tem medo?
- Não estou interessado.
- Duvido que isso seja certo(...)
- E se resisto a sua vida tempestuosa?
- Então case com a uva e tudo está bem (...)
- Mas... Se você não pode resistir...-
Ela se aproximou, seu calor era uma tentação no ar fresco de outubro.
- Então, o que? - Perguntou em voz baixa e escura.
Ela o tinha agora. Ela o faria cair. E seu mundo perfeito com ele. Sorriu.
? Então, sua reputação corre grave perigo. "

Finalmente chegamos no livro da meia-irmã dos Lordes Gabriel ( meu Homão da Po #$@ , amor da minha vida, razão do meu viver) e Nicholas St. John
( galã também, só que prefiro o outro kkk).
Para quem não se lembra, Juliana Fiori é fruto de um relacionamento que a mãe dos meninos ( vou chamar de meninos, porque eles são os meus bebês ), teve com um comerciante italiano, depois de abandonar os gêmeos Ralstons e o primeiro marido.
Nos dois volumes anteriores, observamos tanto a chega de Juliana Fiori à Inglaterra, como também virmos que a garota , bem... tem uma personalidade forte. Ela é um ímã para problemas, e pela sua forma impulsiva de agir, digamos que ela não caiu nas graças da alta sociedade.
Ela é alvo favorito de todas as fofocas londrinas, todavia ela nega-se a
viver segundo as regras ditadas pela a sociedade: ela diz o que pensa, age como quer, não lhe preocupa conseguir a aprovação de ninguém.
Ela simplesmente vive para a paixão, tenta desfrutar da vida de forma intensamente, sem se preocupar ou perder tempo com as etiquetas, que só serve para limita-la.

Sendo que a má fã de Juliana é mais por ela ser uma filha ilegítima, do que pelas suas atitudes. É de conhecimento geral, que ela só é "aceita" , aturada pela a sociedade, porque um de seus irmãos é um marquês. E logo no inicio do livro, vemos que por ter a mãe que tem , uma situação a qual ela seria vista como vítima, ela poderia acabar saindo como culpada.
E é por causa da situação complicada ao qual se meteu, Juliana não viu outra alternativa, a não ser fugir do baile dos Ralstons, e se esconder numa das carruagens.

"Porque, certamente, não havia ninguém mais no mundo que gostaria de encarar, ao menos nesse momento em particular, que o insuportável e intocável, Duque de Leighton.
Sem dúvida, o universo estava conspirando contra ela."

Bem acho que lembramos bem do jeito, digamos pomposo do Duque de Leighton.
Ele acha que está acima das pessoas que não possuem um título como o dele.
Para ele a reputação é tudo.
Ele está muito centrado em manter seu título livre de toda mácula e seus segredos a salvo. Sendo que ao se esconder na carruagem dele, Juliana colocou em risco a reputação Imaculada que ele tanto dá valor.

"? Você está tão impressionado com seu título e seu status, que é
um milagre que não tenha a palavra ?Duque? bordada em fio de prata na parte superior de seus trajes. Pela forma que se comporta, poderia se pensar em realidade, que tenha
feito algo que valesse a pena, para ganhar o respeito destes parvos ingleses, mais que o luxo de ter sido parido, por mera coincidência, no momento adequado e pelo homem
correto, quem imagino realizou o trabalho exatamente da mesma maneira que os outros homens. Senza Finezza "

Percebe-se que há uma certa tensão, algo implícito entre os dois.
Juliana, mesmo que não queira admitir, acho o Duque arrogante atraente, mas ao mesmo tempo odeia esse ar de superioridade dele.
Desde que ele descobrira de quem ela era irmã e filha, começou a desfazer dela.
Ela sabe que o mesmo, só lhe ajudou com o ocorrido da noite do baile, pois ele está em dívida com seu irmão Nicholas, e também quanto menos pessoas souber do que acontecera à Juliana, menores são as chances dele se envolver num escândalo.

"Ela se encheu de um desejo familiar, um que se apoderava dela cada vez que estava perto dele.
O desejo de romper sua fachada.
Ela o tinha vislumbrado sem ela duas vezes. E então ele tinha descoberto quem era ela, a irmã italiana de um dos canalhas mais notórios de Londres, apenas a filha ilegítima de uma marquesa decaída e seu marido comerciante, criada longe de Londres e de seus costumes, tradições e regras.
O contrário de tudo o que ele representava. A antítese de tudo o que ele queria ter em seu mundo. "

Bem ,o reencontro dos dois não é nada caloroso. Durante a discussão, ambos prometem mudar a forma de pensar um do outro, sobre a vida. Ele
jura ensinar à insensata beldade uma lição de decoro, e ela, quer duas semanas para demonstrar que inclusive um duque imperturbável não está livre da paixão.

" - Acredita que está por cima da paixão? Pensa que seu mundo perfeito não necessita nada mais que normas rígidas e experiências sem emoções?
Deu um passo atrás com o desafio em suas palavras suaves.
- Eu não acredito. Sei.
Ela assentiu com a cabeça.
- Prove - Suas sobrancelhas se juntaram, mas não falou.
- Vou ensinar que nem sequer um duque gélido pode viver sem o calor. "

Bem...sei la kkk Agora sério, não vou lá muito com a cara do Duque.
Eu compreendo o motivo dele ser frio e tal ( tambem...com uma mãe daquelas, misericórdia. ...) , só que não senti tanta conexão com ele.
E chegou um momento, que eu achei que Juliana tinha mais que se valorizar, não midigar atenção.
( O lance é : Eu fiquei caidinha pelo Benedict, irmão da Callie. Podem me odiar, to nem aí. )
Porém Juliana é uma personagem que merecia ser feliz, então fico feliz por ela, pelo o final que ela teve.

Nesse livros temos uns momentos bem bombástico.
E mais de Callie e Gabriel, que dos três livros, continuam sendo o melhor casal.
Aiiiiiiii é tão legal de ser vê que eles continuam tão apaixonados, como no do primeiro livro.
Nossa..como amo os dois.
Callie um amor, e Gabriel..pow..é o Gabriel kkkkk

Agora voltando ao casal principal, bem ...Achei eles ok.
Não vou ser hipócrita em falar que o Duque não mudou, e que eu não senti uma simpatia por ele nas partes finais do livro. Mas sabe o que me incomoda na maioria dos livros de época? É que parece que os machos só se dão conta que estão apaixonado, que só esperam pra se declarar depois de uma transa , sabe ?
Ah..vou soltar o verbo mesmo kkkk
Eu não odiei o livro, só que as ações dos personagens me aborrecia em alguns momentos. Tipo, Juliana se sentia incomodada em ser comparada com a mãe e tal, não queria ser como ela, todavia fazia coisas que nenhuma dama seria capaz de fazer. Apostas, encontros inapropriados ( intencional ou não, eu não via uma arrependimento da parte dela ), enfim..flertava com o Duque. Ela era meio inconstante, ora você acredita que ela seria capaz de ser até a amante do Simon, por amar ele e saber que nunca poderia ser sua esposa. E tem momentos, que você acredita que ela não se prestaria a um papel desses.
E Simon? Com aquele lenga lenga de reputação, que tinha que casar com uma garota de uma reputação impecável, pra quando o escândalo da irmã vir a tona , não se focarem nela ( Meu filho, poderia ter uma furacão, uma guerra, mas filho fora do casamento é o assunto favorito das fofocas. Podem se passar anos, mas sempre alguém vai lembrar de alguém que teve um filho "bastardo ".)
Meu argumento pode ter uns certos furos, pois tanto Callie e Gabriel não foram puritanos antes de se casarem, mas ao meu ver , havia uma cumplicidade entre os dois. Eles estavam cagando e andando pra todos. Callie queria viver intensamente, se aventurar, e Gabriel não via o casamento como uma meta, ele era um libertino, era de conhecimento geral. Callie sabia que dificilmente ela conseguiria mudar Gabriel ( mas ela conseguiu..aaaahhhhh como é sortuda ).
E quando ela quis se afastar de Gabriel, ele foi respeitoso ( pelo menos tentou, se vocês me entende kkkkk), e mesmo que Gabriel não quisesse admitir para sí mesmo, você via pequenos gestos dele, que demonstrava que ele a amava. Eles transaram antes de casar ? SIIIIM , mas era bem mais evidente o sentimento de ambos um pelo o outro. Fora que eles tinham mais química e muito mais carisma.
O Duque mudou? Sim.
Ganhou minha simpatia? Sim ( não vou ser hipócrita, tenho que dar o braço a torcer, mas ainda não sei como ela se apaixonou por ele. )
Mas sinceramente? Não gostei muito da construção do relacionamento deles.
Ps: Continuo sendo #TeamBenedict, não precisou de muitas cenas pra conquistar o meu coração.
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Lane @juntodoslivros 09/09/2017

Onze lei de como enlouquecer Gabriel
Desde que chegou na Inglaterra, Juliana Fiori sabe que todos esperam que ela traga um escândalo a cada ato seu. Por ser filha de Louise Fiori, a mulher que abandonou marido e dois filhos na Inglaterra e teve Juliana com outro homem, as pessoas acreditam que Juliana faça algo no mesmo nível de sua mãe. Seus meios-irmãos a acolhem e cuidam dela, mas Juliana não foi criada com os costumes ingleses. Impetuosa e ousada, ela acaba estando ainda mais nos círculos de fofocas.

Juliana já começa esse livro em fuga do baile do próprio meio-irmão na Casa Ralston. E essa ação acaba a levando a apuros. E esses apuros rendem tapas, cortes na pele e farpas trocadas com o duque de Leighton. Uma confusão maravilhosa devo dizer. Rsrs...

Simon, o duque de Leighton, é conhecido como o Duque do Desdém. Sempre frio, arrogante e extremamente consciente da sua posição social, ele sabe que o título que carrega trás responsabilidades imensas e não pretende manchar a reputação da família por motivos banais. Mas quando Juliana aparece em sua vida, parece que ela desperta uma parte de si que ele nem sabia que existia e o faz aceitar uma aposta sem pensar nas consequências.

“– Parece que não é tão imune à paixão quanto pensa, Vossa Graça.
E com essa estalada fria de seu pulso ela partiu como um raio, seu cavalo trovejando pela trilha pela qual eles tinham vindo.” Página 68

A edição está maravilhosa como sempre. A Editora Arqueiro sempre capricha nas edições dos romances de época. As folhas são de boa qualidade e em cada capítulo temos citações de uma revista feminina da época. A narração é em terceira pessoa com foco em Juliana e Simon.

Para quem não lembra, Juliana Fiori é a meia-irmã de Gabriel e Nicholas St. John, os protagonistas dos dois livros anteriores. Os dois livros já tem resenha aqui no blog. Aqui e aqui. Não deixem de conferir!

Adorei conhecer mais da personagem de Juliana Fiori. Estava muito ansiosa para ler o livro dela e ver quais confusões ela viria a se meter! Ela aparece desde o primeiro livro da série já causando comoção por onde passa. Por ser italiana e filha ilegítima por parte de mãe, toda a sociedade aristocrata londrina não deixa de fofocar sobre sua origem e conduta social. E Juliana não decepciona. Essa mulher é muito maluca! Fiquei chocada com várias atitudes que ela toma ao longo do livro, uma mulher extremamente ousada para a época. Esse livro deveria ter o título de Onze Escândalos a Cumprir Na Hora de Seduzir. Hahaha...

Já Simon, foi um personagem que me deixou confusa. Uma hora eu o odiava e depois o amava. A sua reputação e posição social tinha que ser sempre a mais correta possível e ele não poderia ter qualquer relação com Juliana, mas ele sempre acabava se rendendo a algumas peripécias da protagonista, dando uma leveza ao arrogante Simon.

Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir é mais um livro maravilhoso da Sarah MacLean. Essa mulher escreve muito! Mas devo confessar que esse livro não foi o melhor da série Os Números do Amor. Sendo Juliana uma italiana de sangue quente, eu esperava um pouco mais das aventuras por parte dela. Mas não se preocupem leitores, pois Juliana apronta bastante ao longo do livro.

Agora só resta me despedir dessa série maravilhosa! Mas não preciso ficar triste, pois ela tem uma “continuação” com a série O Clube dos Canalhas e a série Escândalos e Canalhas lançados pela Editora Gutenberg. Novos personagens para nos encantar! Como não amar essa notícia?!

site: http://www.lagarota.com.br/2017/08/livro-onze-leis-cumprir-na-hora-de.html
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Thais.ElliziA 08/09/2017

Não é o melhor livro mas é o da melhor protagonista
Último livro dessa coleção. É muito bom SO QUE o primeiro continua sendo o melhor dos três. Juliana Fiori teve uma infância relativamente difícil com o abandono da sua mãe mas é quando seu pai morre que sua vida vira de pontas para o ar. Ela sai da Itália e vai viver com seus irmãos por parte de mãe, Marquês de Ralston e St. John(isso mesmo, os irmãos dos dois primeiros livros).Dai então ela tem que enfrentar todas as consequências e preconceitos de ser apresentada a sociedade principalmente de um correto, poderoso e lindo duque de Leighton. Apesar de não ser o meu livro preferido dos 3, Juliana Fiori é minha personagem feminina favorita.
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Patricia 06/09/2017

Fechou com chave de ouro!!
O que eu mais amo nos livroa da Sarah, é que ela me faz sentir que moro em uma cidade pequena,onde todo mundo conhece todo mundo. A maioria dos personagens princopais são pessoas que já foram mencionadas em outro livro, e eu fico muito feliz por isso,pq assim consigo saber o desenrolar dos personagens,como no caso da Lady Gerogianna e a Penelope,por exemplo.
Mas vamos ao livro,rs. Esse livro não é daqueles engraçados,onde o mocinho é leve,risonho,etc. Pelo contrário. Deve ser mal de duque, pq o Simon me lembrou muito Wulfric, o duque de Bewcastle, de Ligeiramente Perigosos (autora Mary Balogh). Supirei intensamente por ambos,mas quis mata-los na mesma proporção,kkkk
Simon é um duque conhecido como Duque do desdém,então só pelo apelido já dá para saber como ele é. Frio,esnobe, rico,que olha a ralé com a nariz em pé,sempre preocupado com a reputação . Só q ele se apaixona pela ralé mais escandalosa da sociedade, a Julianna. Ela é totalmente ao contrário dele,uma pessoa fogosa,italiana, cheia de paixão. Por isso o romance não é leve,é quente,cheio de brigas e discussões.
Se vc gosta de personagens que vivem como o gato e o rato,irão adorar esse livro. Livro cheio de conflito,com cenas sensuais e quentes, e envolventes. Tanto Julianna como Simon são personagens muito bem escritos e desenvolvidos. O livro contém cenas engraçadas,mas o que te prende e a tensão. Ver o amadurecimento dos personagens tb é bem legal se acompanhar.
Fechou a Saga com Chave de Ouro. Depois de ler essa trilogia,o segal seria ler a trilogia o Clube dos Canalhas, que começa com o livro entre o Amor e a Vingança, que conta com a historia da Lady Penelope.
Recomendadissimo!
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Kelly Martinez 27/08/2017

Romancinho pra suspirar... não tem erro! A mesma receita que satisfaz o leitor! Pelo menos pra mim!
Com a única ressalva de não saber qual foi o destino da mãe dos 3 irmãos da Casa Ralston, o livro agrada! Muito!
É ler e se apaixonar!
Recomendo!
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Camila Paulino 25/08/2017

Maravihoso!
Uma deusa. Uma louca. Uma feiticeira.

Não, não é a música daquela dupla sertaneja famosa e sim algumas das muitas palavras a qual Simon Pearson, o Duque do Desdém, usou para descrever Juliana Fiori, uma mulher obstinada, selvagem, apaixonante e docemente escandalosa . Mas é claro que ela não era páreo para o duque pois não havia espaço para paixão e escândalos em sua vida e então quando ela lhe propõe uma aposta por duas semanas em que ela lhe mostraria o poder da paixão, ele não exita em aceitar, mas com outra ideia em mente, a de lhe dar uma lição de que o decoro, a reputação e o título são mais importantes do que esse tal de amor.

"Afinal de contas, por que arriscar o amor de novo quando a experiência mostrava que tal comportamento terminava em dor, raiva e perda?"

Simon cresceu em uma família fria e isenta de sentimentos, onde ele foi educado a sempre preservar o nome da família e casar-se com uma dama refinada para dar continuidade ao ducado. Mas as coisas mudam quando Juliana Fiori, a irmã ilegítima do marquês de Ralston, surge em sua vida. Um escândalo prestes a estourar a qualquer momento.

A situação fica ainda mais fora dos eixos quando Simon propõe casamento a lady Penélope, com a intenção de tirar o nome da família da lama, já que o escândalo de sua irmã está para estourar a qualquer momento. Simon se vê na obrigação de fazer qualquer coisa para manter a imagem dos Leightons imaculada, mas o que ele não sabia era que o furacão Juliana o desestabilizaria completa e irrevogavelmente.

"Mas todo amor começava desse jeito -- ardente, apaixonado e dedicado. O que acontecia quando o fogo diminuía e a devoção se tornava cansativa?"

O livro é um mar de emoções e sensações. Regado com uma dose de humor e de outros assuntos sérios como a família e a reputação. No desfecho dessa maravilhosa trilogia vamos acompanhar como Juliana se apaixonou, algo que tinha acontecido logo no livro de Gabriel (nove regras) mas que depois de descobrir quem era o alvo de seu amor, teve que se afastar dele, pois o duque não aceitava uma desonra.

Confesso que demorei muito para terminar esse livro, mas não pelo fato de a leitura ser maçante ou algo do tipo, pelo contrário. Eu demorei a terminar porque sinceramente não queria que acabasse. Me apeguei tanto a essa família a beira de um colapso, que se apoiavam uns nos outros para não enlouquecerem depois de a matriarca fugir como uma louca e se aventurar continente a fora, que não queria que a história terminasse. Foram muitas emoções vividas ao longo da história e esse último livro não deixou a desejar em nada.

"Havia tanta incerteza nele -- naquele homem que nunca duvidava de si mesmo. De quem ninguém nunca duvidava."

Simon é conhecido como o Duque do Desdém. Para ele, qualquer ameaça a sua linhagem ou reputação é um risco que não vale a pena correr. Era o tipo de cara que é um perfeito cavalheiro e sempre fugiu da libertinagem e da boemia.

Nas veias de Juliana corre emoção. A moça exala paixão, liberdade e aceitação. Tudo o que o Duque sempre quis mas nunca soube que almejava. Foi uma tarefa muito difícil para ele resistir, mas ele se mostrou tão firme e empenhado nisso que fiquei com medo de desenvolver diabetes de tanto doce que o homem fazia. Mas gostei de vê-lo se transformar em alguém mais humano.

"É a história de sempre, cansativa e absurdamente banal. Achei que ele me amava. E talvez ele amasse. Mas às vezes o amor não é o suficiente. Creio que, na maioria das vezes, amar não é o bastante."

Nesse livro Gabriel, o marquês de Ralston e Callie, sua esposa, também ganham visibilidade, fazendo o leitor matar saudades dos personagens do primeiro livro. Assim como Nick e Isabel também desempenham um papel importante para o amadurecimento da irmã dos St. John.

É uma leitura fluida, leve e deliciosa. Estava tão absorta na história que não percebia as páginas virarem. Os personagens são cativantes demais é muito engraçados também. Toda vez que Juliana aparecia para perturbar o duque eu pensava: "minha nossa, lá vem a louca!" Acho que por ela ser desse jeito descontraída é que facilitou muito a aproximação do leitor com os personagens. Eu pelo menos me vi em muitos momentos na pele dela e ainda encontrei muitos traços semelhantes em nossas personalidades, o que é ótimo, pois adoro me identificar com as mocinhas.

"Em algum ponto, meu plano deu errado. Pois, em vez de você descobrir que a paixão é tudo, eu descobri que a paixão não é nada sem amor."

É uma obra muito bem articulada, escrita cuidadosamente para agradar um amplo público. Nesse livro, a autora segue o padrão do segundo no quesito de não ter muitas cenas sensuais, o que é ótimo para aquelas pessoas que ficam incomodadas com essas cenas explícitas. Sarah teve o zelo de manter o último livro em ponto alto, sem perder a essência dos personagens e também não tornar a obra apelativa, o que para mim soma muitos pontos positivos para ela.

A capa está belíssima e a editora Arqueiro desenvolveu um ótimo trabalho com esse livro. Acredito que os fãs de romance de época vão adorar essa trama. Não encontrei nenhum erro e a diagramação está impecável.

"Quantas vezes havia se comparado à mãe? Quantas vezes realizara as expectativas dos outros? Vivera de acordo com elas? Com que frequência ela buscara a irritação e a paixão dele em vez de lutar por sua admiração e seu respeito porque não acreditava que este último estivesse a seu alcance?"

No mais, é um livro cheio de paixão e desperta a atenção do leitor para coisas importantes, como: imagem não é tudo! Muitas pessoas tem imagem mas não tem conteúdo. Acredito que mesmo sendo uma leitura leve, podemos tirar muitas lições dos acontecimentos da obra.

O único ponto negativo é que acabou e que essa família vai deixar muitas saudades. Espero que a autora escreva logo um livro sobre Benedick, pois foi um personagem que se destacou muito mais nesse último do que no primeiro da trilogia.

site: https://leiturize-se.blogspot.com.br/
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Meu Vicio em Livros 17/08/2017

Mais um namorado literário chamado Simon
Ahhh!! Mais um Simon apaixonante para a minha listinha de namorado literário. Tenho que admitir que este aqui foi duro na queda para me conquistar, todo correto, criado para evitar emoções e como seu apelido bem dizia, cheio de desdém pelos que julgava de classe inferior. Porém, sempre tem aquela mulher que faz com todos os conceitos de um homem assim vá por água abaixo mesmo contra a sua vontade. Aqui a tensão sexual entre o casal é destaque e o modo inusitado como os dois se encontram logo no início da trama fisgou a minha atenção. LEIA A RESENHA COMPLETA NO LINK>http://www.meuvicioemlivros.com/2017/08/resenha-onze-leis-cumprir-na-hora-de.html

site: http://www.meuvicioemlivros.com/2017/08/resenha-onze-leis-cumprir-na-hora-de.html
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Julia G 14/08/2017

Onze leis a cumprir na hora de seduzir
Nada melhor do que um romance amorzinho para relaxar depois de uma semana tensa, não é verdade? Foi pensando nisso que peguei Onze leis a cumprir na hora de seduzir, de Sarah MacLean, e ele foi perfeito para esse momento. Vou ser sincera ao dizer que não é um dos melhores romances de época que já li, mas ele cumpre bem seu papel de entreter e para quem quer uma história leve e divertida, ele com certeza é uma opção.

Depois de conhecer a escrita de Sarah MacLean em Dez formas de fazer um coração se derreter, fiquei bem curiosa para conhecer outros livros seus e conhecer a história de Juliana, a irmã de Gabriel e Nick, protagonistas dos livros anteriores da série Os números do amor, foi uma ótima forma de fazer isso. Vinda da Itália e dotada de uma língua afiada, Juliana se esforça para seguir as regras da aristocracia inglesa, mas ela parece um para-raios de escândalos. Mas o pior é que seu coração começa a bater mais forte justamente por alguém que faz tudo na vida pensando em reputação: o duque de Leighton. A questão aqui é o que vale mais: viver conforme as regras ou seguir o coração?

"Ela não era nada parecida com a mãe.
Ela nunca lhes dera um motivo para acharem que era.
Não de propósito, pelo menos.
Mas não parecia importar. Aqueles aristocratas se fortaleciam insultando-a, olhando-a por cima de seus narizes empinados sem nada ver além do rosto de sua mãe, do escândalo de sua mãe, da reputação de sua mãe.
Eles não se importavam com quem ela era."

O que eu mais gosto nesses romances de época são as mocinhas não tão frágeis nem indefesas, determinadas e ousadas, mesmo quando estão sob o domínio de uma sociedade tão rígida. Juliana é apaixonada, é engraçada e fala o que pensa, doa a quem doer. Ainda que queira ser aceita pela sociedade londrina, ela não quer fazer isso se tiver que deixar de lado quem ela é de verdade, se precisar deixar de viver com paixão para se adequar às normas sociais.

Embora tenha gostado da mocinha, fiquei bastante irritada com o protagonista masculino da história. Simon, o duque de Leighton, preocupa-se tanto com sua reputação que chega a ser chato. Entendo que ele tem responsabilidade pelo título que carrega, mas ser rígido a ponto de não fazer nada do que quer porque é assim que deve ser é descabido. Além do mais, a referência à reputação sempre está presente nos romances de época, mas fazer disso o ponto central, praticamente único, da história a torna mais superficial do que o necessário.

Ainda assim, a escrita de Sarah MacLean é gostosa de acompanhar e mesmo as partes irritantes não se tornam cansativas. Nas cenas em que Juliana e Simon estão juntos, fica nítida a química entre os dois e é possível até mesmo esquecer essa questão da reputação, visto que eles mesmo se esquecem. A autora soube dosar os acontecimentos da trama com as cenas mais íntimas do casal, sem colocar nada em exagero, nos presenteando ainda com algumas cenas divertidas e deliciosas de acompanhar.

"- Sabe tão bem quanto eu, lady Sparrow, que sou o que quer que você e suas - ela fez um gesto preguiçoso com a mão na direção do grupo - harpias decidirem que eu seja. Italiana, espanhola, cigana, filha de fada. Aprecio qualquer papel que escolherem... desde que não me tornem inglesa.
Ela observou conforme a compreensão surgia em seus rostos chocados.
- Pois certamente não há nada pior do que ser uma de vocês."

Como comentei no início, Onze leis a cumprir na hora de seduzir não é o melhor romance de época que já li, porque não tem aquela trama forte que nos faz embarcar, de fato, na vida dos personagens. Mas tem sim seus pontos altos e pode se tornar uma leitura ótima para aqueles que querem algo mais leve, sem compromisso.

site: https://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2017/08/onze-leis-cumprir-na-hora-de-seduzir.html
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Ana 09/08/2017

Esperava mais!
Juliana Fiori não é o exemplo de dama que a sociedade inglesa espera. Ela é impulsiva, fala o que vem a cabeça e não se importa com regras de etiqueta. A jovem dama é praticamente um escândalo ambulante. Já Simon Pearson não poderia ser mais diferente. É rígido, sério e só de ouvir a palavra "escândalo", olha torto. Mas há algo na jovem italiana que desperta seu interesse...
Frustada com esse comportamento de Simon, Juliana resolve então mostrar ao duque que a reputação não é a coisa mais importante na vida. E que viver com paixão pode trazer mais felicidade do que as rígidas regras impostas pela sociedade.

"Algumas coisas são mais poderosas do que o escândalo, Simon"

Nos romances de época é bem normal ter aquele casal que está sempre brigando, mas que ali, por trás de toda aquela antipatia existe uma atração evidente, não é mesmo? A gente fica rindo das discussões e suspirando nos momentos mais românticos... Não posso mentir, eu adoro romances assim. Mas, infelizmente, não senti isso com Simon e Juliana. Na verdade, eu me irritei bastante com eles. Simon foi tão grosseiro e sem escrúpulos que foi difícil acreditar no amor dele. Mesmo quando tentou compensar esse comportamento lá no finzinho do livro, já era tarde demais para mim. Chegou um momento que eu queria apenas que Juliana o deixasse para lá. Mas ô mulher teimosa, viu...

"Ela era um perigo para si mesma... Mas era, acima de tudo, um perigo para ele."

Enquanto como casal a história dos dois não me agradou muito, nos momentos em que não estavam juntos a trama foi bem mais satisfatória. Eu estavam muito curiosa para saber como Simon lidaria com a inevitável exposição do seu maior segredo, e a relação de Juliana com os irmãos, que ela só veio conhecer há pouco tempo, eram meus momentos favoritos durante a leitura. Foi um delícia rever personagens tão queridos. ❤

Concluo que Onze Leis é um livro ousado, que diverte e, que embora tenham me decepcionado um pouco, é uma ótima conclusão para a série e mais do que indicado para os fãs da autora.
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Ketlyn.Silva 16/07/2017

Onze leis a cumprir na hora de seduzir
Meu gosto por livros deste gênero "romances de época" é de cara visível em preferencia na hora de escolher livros, mas esta serie me encantou desde seu primeiro livro, Sarah Maclean conduziu perfeitamente seus personagens e não poderia encerrar esta serie com um desfecho maravilhoso.
Amei ela trazer um pouco de cada personagem mesmo que a historia não fosse deles o que faz a gente se lembrar e ver como ele estão e claro a forma como ela abordou mocinhas corajosas e determinadas.
Juliana Fiori me encantou por não ser como todas as mocinhas junto as suas educações e costumes em que a sociedade vivia naquela época. Mesmo sendo discriminada pelo passado da mãe ela soube lidar com as discriminações junto a ela e mostrou para si mesma que é capaz de colocar um duque de joelhos e mostrar a ele que família não esta a cima de reputação tão cobrada na época.
Queria muito que tivesse mais e mais livros...
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Ana Luiza 16/07/2017

Fofo, divertido e crítico!
A LEITURA E A CRÍTICA DO LIVRO
Eu estava bastante ansiosa para ler Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir, afinal, Sarah Maclean é minha autora favorita de romances de época e a Juliana é uma das minhas personagens mais queridas dos livros dela. E, claro, a leitura foi mais do que satisfatória. Apesar do primeiro livro, Nove Regras a Ignorar Antes de Se Apaixonar, ainda ser o meu favorito da saga (com todo o seu lado crítico sobre o machismo da sociedade e cenas hilárias), esse terceiro volume da série me prendeu do início ao fim, tanto que devorei a obra em apenas dois dias. Como sempre, a escrita da autora está excelente. Sarah Maclean tem uma narrativa em terceira pessoa deliciosa, recheada de humor e diálogos rápidos e envolventes.

E a autora acertou também na trama. Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir já começa nos mostrando o lado forte e espalhafatoso da Juliana, com a protagonista socando a cara de um nobre abusado e se escondendo na carruagem do Simon. Daí, os personagens já partem para uma discussão acalorada e divertida, que nos relembra momentos dos livros anteriores, quando Juliana e Simon tiveram seus primeiros encontros apaixonantes, antes, claro, dele saber quem ela era e rejeitá-la por ser escandalosa demais. A partir daí, acompanhamos os dois em uma disputa sensual e divertida, além de romântica, claro, com direito a corrida de cavalos, beijos escondidos no meio de bailes, e muito mais.

A trama de Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir é emocionante e surpreendente, assim como romântica e engraçada. Um lado interessante da história é que ela traz questionamentos críticos interessantes. Juliana é sempre acusada de ser escandalosa e julgada por ir atrás do que e de quem quer, ela é vista como uma mulher vulgar e inadequada. E isso me fez pensar: quantas mulheres, naquele tempo e até hoje, são criticadas e mal tratadas por serem quem são, por ter uma personalidade expansiva, desejos próprios e coragem de expressar suas ideias? Até nos dias de hoje, uma mulher que se recusa a obedecer todas as regras e a se passar por frágil é diminuída e julgada, como se isso fosse um defeito, falta de feminilidade ou autocontrole. E a história de Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir mostra que não, que não há nada de errado com mulheres que falam o que pensam e vão atrás do que querem, e que isso não deveria ser motivo para escândalo algum.

OS PERSONAGENS
Como sempre, a autora nos entrega personagens fortes, complexos e apaixonantes . Começando pela Juliana, a italiana escandalosa, tão capaz de socar quanto de seduzir um cara, que se conhece bem e não tem medo de se arriscar para conseguir o que quer – especialmente o amor. Eu adoro a personagem – quem não gostaria de ser inteligente, forte e determinada como ela, ou ter uma amiga assim? Contudo, gostei ainda mais que a Sarah Maclean tenha mostrado outro lado da Juliana, a sua insegurança e fragilidades, especialmente o medo de se tornar infiel como a mãe, e isso só a deixou mais cativante.

O Simon, nosso arrogante duque de Leighton, é o tipo de personagem que você ama e odeia ao mesmo tempo. Por um lado, sua mania de querer ser o aristocrata de reputação impecável irrita, contudo, conforme ele vai descendo do seu pedestal ao longo do livro, fica impossível não se apaixonar por ele. Simon é inteligente e, apesar de seu lado esnobe, o personagem é autor de vários atos de fofura, como o amor por seu cachorro vira-lata por exemplo, que o torna ainda mais cativante.

E como um casal, Simon e Juliana são um amor, perfeitos um para o outro. Eu adorei que, por mais o Simon tente, a Juliana não o deixa mandar nela, ou mesmo mudá-la de qualquer maneira. Já ele aprende com ela a ser mais amigável, menos arrogante e não se sentir culpado por, de vez enquanto, fazer as coisas para seu próprio prazer, em vez do dever. E já o Simon mostra para a Juliana que você pode viver intensamente e ainda assim pensar no futuro. Como todos os casais da autora, Simon e Juliana constroem seu relacionamento em um ritmo certo e saudável. Começando por causa da paixão, os protagonistas aprendem a gostar um do outro e, claro, a se respeitar na mesma medida. O que nos rende cenas muito fofas e hilárias.

Além de poder rever os protagonistas dos outros livros, em especial os fofos da Calpúrnia e Gabriel, o marquês de Ralston, Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir também conta com a presença forte de Georgiana, a irmã do Simon. E só lá para a metade do livro que fui me ligar que ela é a protagonista de outro livro da autora, o incrível Nunca Julgue Uma Dama Pela Aparência. Foi muito bom rever a Georgiana, apesar de a encontrarmos bem mais jovem nesse livro, ela já demonstra sua força e personalidade desafiadora também presente em seu próprio romance.

CONCLUSÕES FINAIS
O primeiro livro da série sempre será o meu favorito, mas Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir encerrou a saga Números do Amor com chave de ouro. Ao mesmo tempo em que é crítico quanto a visão machista da sociedade (especialmente quanto as mulheres que fogem das regras, as ditas “escandalosas”), a obra é bastante divertida, surpreendente e emocionante. Com um romance que começa com ares de uma disputa de sedução, segue para uma paixão avassaladora e termina com um amor profundo (e saudável), Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir entrega aquilo que promete: uma história apaixonante e fofa, com momentos para suspirar, mas também momentos mais sensuais.

A obra ainda conta com personagens humanos muito cativantes, com uma mocinha empoderada e fofa, e um mocinho arrogante, mas com um lado sensível por dentro. Eu adorei Onze Leis a Cumprir Na Hora de Seduzir, que é um excelente romance de época e só reforçou a minha paixão pela Sarah Maclean. Continuou, claro, louca para mais obras da autora e espero rever, talvez, algum desses personagens incríveis em obras futuras dela.

LEIA A RESENHA COMPLETA E VEJA FOTOS DO LIVRO NO BLOG:

site: http://www.mademoisellelovesbooks.com/2017/07/resenha-onze-leis-cumprir-na-hora-de-seduzir-sarah-maclean.html
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Thalia Rodrigues 15/07/2017

Já estou com saudades...
?Paixão. Ela o desafiara a descobrir a emoção, mas não estava, ela própria, preparada para descobri-la.

Juliana Fiori - e o seu jeito impulsivo de falar sempre o que pensa sem considerar as consequências - é o maior alvo de fofocas da aristocracia londrina, é assim desde que chegou a Inglaterra. E o fato dela ser a Irmã ?ilegítima? dos gêmeos St. John é só mais um motivo para mais e mais fofocas.

Simon Pearson, o Duque de Leigthon, foi criado para carregar o peso do seu título, então ele preza por reputação e aparências, manter o nome de sua família intacto de escândalos está acima de tudo.

Simon e Juliana tiveram um encontro agradável em uma livraria, porém, ele agiu de forma desprezível assim que descobriu quem ela era, longe dele se envolver com alguém de linhagem tão questionadora.
Juliana é exatamente o oposto de tudo o que ele precisa no momento, segundo ele; Juliana é um escândalo esperando para acontecer.

A arrogância e petulância do Duque despertam em Juliana uma irresistível vontade de provar pra ele que regras sociais não são nada comparadas a paixão, então ela decide desafiá-lo, e Simon indo contra suas próprias regras, aceita o desafio.
Juliana tem duas semanas para fazê-lo ficar de joelhos, provando que, a Paixão está sim acima da reputação.

Sarah Maclean, como sempre, não decepcionou ao nos apresentar mais uma história apaixonante, sensual, bem humorada e com personagens maravilhosos que a gente ama amar.
Desde as suas primeiras aparições em outros livros da trilogia, Juliana já nos dava um gostinho de como seria uma personagem de personalidade forte e nada convencional para a época.
Juliana é admirável, não tá nem ai para oque os outros pensam a respeito dela, tem ideias próprias e não se deixa levar por uma sociedade cheias de regras idiotas que dita como você deve se comportar e se vestir.
Simon é aquele personagem que você acha ser impossível simpatizar, mas no final não tem jeito, ele acaba ganhando seu coração. Mas confesso que muitas das suas atitudes me irritaram bastante, passei grande parte do livro querendo fazê-lo engolir as leis da sociedade.

A conclusão dessa trilogia maravilhosa não poderia ter sido melhor! Já estou morrendo de saudades, só queria que a autora escrevesse um novo volume para o Benedict, seria pedir muito?
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Ste (@stebookaholic) 14/07/2017

Uma mocinha fora dos padrões
"Ela sabia que devia aquiescer. Sabia que devia liberá-lo - liberar ambos - do acordo idiota e prejudicial que ameaçava suas reputações, seus sentimentos, sua sensatez."

Onze leis a cumprir na hora de seduzir, Sarah Maclean
Último livro da série "Os números do amor", lançados pela @editoraarqueiro

Já falei pra vocês que eu AMO romances de época?! EU AMO ROMANCES DE ÉPOCA!

E essa série, da Sarah Maclean, ganhou totalmente meu coração! ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
No último livro conhecemos a história de Juliana Fiori, irmã dos gêmeos Ralston, que já conhecemos nos dois livros anteriores.
Juliana é uma italiana linda impulsiva, ousada, sem travas na língua e que não está nem aí para a opinião dos outros, tudo o que a aristocracia londrina exclui.

Após a morte de seu pai, Juliana precisa ir viver com os irmãos e com isso vira tema favorito das fofocas britânicas.
Pelo bem da reputação da família, Juliana tenta não causar problemas e escândalos, até que conhece Simon, o duque de Leighton.

Simon é esnobe e arrogante, tem sua reputação e cargo, acima de tudo, foge de escândalos.
Mas existe algo em Juliana, além da beleza estonteante, que o atrai.

E no meio de tanta confusão, segredos, escândalos e muita paixão, esse casal precisa descobrir, se o amor pode ser suficiente.
Afinal, quem manda no coração? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Um história linda, uma paixão de tirar o fôlego.

Confesso que no início odiei o Simon, mas aos poucos, fui conhecendo melhor seus sentimentos e a origem de tanto desdém.
Juliana é incrível, uma mocinha que há tempos não tinha visto! Maravilhosa, inteligente, dura na queda!!! Amei demais! Se tornou uma das minhas séries favoritas!!!
A diagramação e a capa estão maravilhosas!

Indico essa série para todos os amantes de romances de época e quem mais desejar se encantar com uma linda história de amor!

site: Instagram @stebookaholic
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Adriana.Batista 06/07/2017

Lindo
Sabe aquele livro que quando vc termina e fica com aquele sorriso bobo no rosto.
Foi esse.
Uma historia de um duque que acha que o mais importante e a reputação e uma mulher que que sem querer e um escândalo,como acaba essa historia........
Sem palavras
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Liachristo 06/07/2017

Deliciosamente provocante!
Quem está acostumado a passar aqui pelo blog, ou me conhece, sabe o quanto eu amo a escrita da Sarah. Também já deve ter lido/ouvido eu falar que foi através desta série que me apaixonei pela escrita dela lá em 2013/2014. Na época fiquei tão desesperada para ler, que acabei comprando os e-books através do site Wook, e em espanhol, é isso mesmo li em espanhol e me apaixonei! Desde então venho acompanhando a carreira da autora e torcendo muito para que todos os seus romances cheguem por aqui. Por isso vocês já podem imaginar a minha felicidade de ver a série no Brasil e ainda por cima, publicada pela editora parceira. Oh felicidade sô!!! rsrsrs

Então vamos à resenha...

Neste terceiro e último livro desta deliciosa trilogia, vamos acompanhar a peripécias de Juliana Fiori que é a meia-irmã dos irmãos gêmeos que são apresentados nos dois primeiros livros da série. O herói é Simon, o duque de Leighton. É um conto clássico de opostos. Juliana vive uma vida de escândalo, virando o nariz para as convenções sociais de todas as maneiras que ela pode, sem realmente pisar a linha para ser arruinada. Simon está lutando para ser o homem mais virtuoso da sociedade, em parte por dever e em parte porque ele assim o deseja.

Juliana nasceu de um escândalo. Sua mãe era a antiga marquesa de Ralston, que ao abandonar sua família na Inglaterra, se envolve com o pai de Juliana, um comerciante italiano. Sua mãe então abandona o comerciante italiano e Juliana. Quando o pai de Juliana morre, sua guarda é entregue ao meio-irmão e ela é enviada para a Inglaterra, onde a sociedade a vê como uma pária por causa de sua mãe, seu nascimento e sua família. Juliana luta com ambos: em se encaixar de alguma forma na sociedade e desprezando a rígida moralidade. Para evitar que ela seja ferida por aqueles que possam julgá-la, Juliana decide que os costumes da sociedade são para aborrecidos e sem noção. Se ela se preocupa em ser um escândalo, está condenada a viver na miséria porque a sociedade já a aborrece e a despreza. Ao longo do livro, vemos que Juliana está certa e errada. Ela está certa de que ela é vista como um escândalo, mas ela está errada ao pensar que não poderia ter superado algumas das opiniões daqueles que ocupam o patamar dos círculos da alta sociedade londrina.

A meu ver muitas das suas atitudes são descabidas e desnecessárias. Em algumas passagens do livro tive vontade de dar umas palmadas nela para que deixasse de ser tão birrenta e infantil e procurasse ter atitudes mais maduras, mas assim mesmo gosto da personagem. Dos seus trejeitos, maluquices e da forma como ela tem coragem de encarar tudo que lhe surge pela frente.

Já o Duque de Leighton, me deixou muito chateada! Oh homenzinho problemático e antipático! rsrsrsr
Simon é aquele mocinho que a gente ama odiar, ou seja odeia ter que dar o braço a torcer e amar o dito cujo! Ao longo da história vamos percebendo que por baixo daquela couraça de antipatia, chatice e esnobismo (que era só mesmo uma casca criada por ele há muitos anos para se defender do desprezo de sua mãe e poder se manter superior entre os seus pares). Aos poucos ele vai nos mostrando uma outra faceta de sua personalidade e passamos a torcer para que ele realmente se encontre e consiga se libertar de tudo em prol de seu amor pela destrambelhada Juliana.

Eu gostei muito da maneira como os dois duelavam em palavras e atitudes, da maneira como lutam para se manter inteiros e fiéis aos estereótipo que criaram para o mundo. Ambos são teimosos, aferrados às suas convicções e por isso mesmo complicados de se relacionarem com os outros. Os dois têm sua parcela de sofrimentos, de decepções e de responsabilidades juntos aos seus familiares.

Para Juliana, o escândalo não era sua escolha. Era seu fardo. Suas palavras ousadas e seu rosto belo e corajoso não foram aceitos com boa vontade pelas insípidas e cruéis matronas da sociedade e suas filhas casadoras sem graça.

Para ler a resenha completa, vá ao Doces Letras!

site: http://www.docesletras.com.br/2017/07/resenha-onze-leis-cumprir-na-hora-de.html
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