Mestre das chamas

Mestre das chamas Joe Hill




Resenhas - /////


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Denise 13/07/2024

Eu adoro uma distopia e essa teria tudo para ser favoritada. Mas não foi, achei a escrita do autor cansativa. A história é boa, mas ele enrola demais. Poderia ter bem menos páginas.
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Kamilla :) 20/05/2024

Amo livros pós-apocalípticos! No entanto, "Mestre das Chamas" não conseguiu criar um universo tão rico e interessante quanto "A Dança da Morte" do Stephen King. Posso ter lido errado, mas para mim a trama apresenta várias pontas soltas e inconsistências, e a ambientação foi difícil de imaginar, assim como a descrição dos personagens. Apesar disso, os plot twists foram bem legais e mantiveram a história interessante. O final foi um pouco decepcionante, pode ser pq eu prefira finais mais otimistas ou faltou um capítulo extra pra mostrar como ficaram todos depois do lance final. Dito isso, adoraria ver um filme dessa história.
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CassiaLessa 18/04/2024

Jornada longa e cansativa
Apesar de uma premissa um pouco clichê, o livro tinha pontos interessantes, como a "adversidade" que os personagens apresentavam, digna de um estudo e maior exploração. Os próprios personagens sempre emblemáticos e acima de tudo, humanos, geram uma fácil identificação com o leitor. Porém, a narrativa se estendeu demais, indo para um lado bem cansativo.
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Abduzindolivros 16/04/2024

E pega fogo cabaré

Um fungo muito doido se espalha pelo planeta. As pessoas contaminadas ficam com marcas douradas pelo corpo, e ao menor sinal de estresse, entram em combustão. No meio desse caos, a enfermeira Harper contrai a Escama do Dragão e engravida de Jakob, o marido escroto que é imune ao esporo e quer matá-la. Consegue fugir com a ajuda de um homem misterioso, apelidado de O Bombeiro, e é amparada pelos membros de um acampamento, a Colônia Wyndham, mas será que está segura nesse lugar que mais parece um culto maluco de pessoas que cantam juntas para dominar o fungo?

Passei raiva do início ao fim com os personagens, mas foi uma raiva daquelas boas, que instiga a continuar lendo. O Joe Hill entregou uma história frenética, cheia de ação e tensão. Ao criar uma situação caótica, ele mostrou como algumas pessoas fazem de tudo para se apegar ao status quo, deixando vir à tona o pior de si mesmas diante do pavor de lidar com o desconhecido.

Jakob, por exemplo, se revelou o pior tipo de ser humano, um chorume podre, assim que percebeu que Harper tinha contraído a Escama. Durante toda a trajetória de Harper, ele foi um pesadelo. Juntou-se a um grupo de pessoas sem a doença, cujo propósito era assassinar qualquer contaminado que encontrassem. A ameaça de sua presença sugeria violência extrema e, embora ele nunca tenha batido em Harper enquanto as coisas estavam normais, conforme ela relembrava o passado dos dois, era perceptível que ele praticava abuso emocional contra ela.

Contudo, por mais terrível que ele tenha sido, ainda era mais ?fácil? de lidar pois não tinha como esperar algo de bom vindo dele. O pior problema foi lidar com as pessoas ?boas?. Uma vez acuadas, tornam-se imprevisíveis, e surpreendem pela capacidade de distorcer, manipular, fingir e praticar atos de violência, tudo em nome da segurança e do bem maior. As piores injustiças que Harper e o Bombeiro (John Rookwood) tiveram que enfrentar aconteceram na segurança da Colônia Wyndham, quando alguns membros surtaram, manipulados por outros mau intencionados, passaram a acreditar nas mentiras mais absurdas e a cometer todo tipo de atos estapafúrdios para defender o que acreditavam.

É o poder das fake news e das boas intenções dos cidadãos de bem!

As situações enfrentadas por Harper foram tão revoltantes que nem eu consegui gostar do final desse livro. E olha que eu adoro ver gente sofrendo e odeio finais felizes; porém, eu queria um alento, uma esperança, torcia para que as coisas terminassem da melhor forma possível para Harp. Só que o Joe Hill fez a mulher sofrer tudo o que podia sofrer, e o paraíso prometido não foi alcançado por ela. Ai, gente, sério. Alguns eventos ali do final foram tristes demais, queria que o Joe não tivesse essa tara de fazer a gente ficar sofrendo sem pausas...

Mesmo que ele tenha dado pistas de que o final seria daquela forma, eu não gostei. Entendo, faz sentido, ficou coerente, mas eu queria ter recebido minha esperança, assim como clamei pela justiça quando li ?O Pacto? do autor.

Uma coisa que o Joe repete na história ? e que é um recurso narrativo que o pai dele, o Stephen King, também usa bastante ? é antecipar a desgraça vindoura no final dos capítulos. Do nada, ele encerra a cena metendo um spoiler do tipo ?e essa seria a última vez que eles se falariam? e a gente fica numa mistura de frustração por ter tomado um spoiler e curiosidade para saber como vai acontecer. Confesso que esse recurso me irrita, um pouco, mas faz parte do charme do Hill, creio.

Um ponto que gostei foram as inúmeras referências a livros, músicas, filmes, artistas..., contribuindo para formar aquela atmosfera de ?nada nunca mais será como antes, daqui pra frente vocês terão somente as lembranças do que gostavam?, ajudando a reforçar a mensagem sobre aproveitarmos mais os pequenos prazeres do cotidiano. Também nos ajuda a lembrar que não é uma boa ideia deixar as coisas que queremos fazer e dizer para depois. O amanhã pode nunca chegar, ou pode chegar sendo atropelado por um grande caminhão limpa-neves.

Depois que o livro termina, o Joe Hill escreveu mais um parágrafo que é uma nítida homenagem ao conto ?Caleidoscópio? do Ray Bradbury. Apesar de eu desejar um final diferente para Harper, esse finalzinho extra aqueceu meu coração ao me fazer lembrar que, por mais que a morte pareça o fim, no universo nada se cria, nada se perde, tudo se transforma... E uma pessoa que ama de verdade é capaz de transformar cada momento de sua vida ? até mesmo o instante da sua morte ? em atos de amor e sacrifício para proteger a quem ama. Ou, simplesmente, doa toda a vida que possui para ajudar alguém, de alguma forma. Foi uma cena pós-créditos que ficou emocionante e cheia de significados.

Enfim, é isso, eu curti bastante, acho que é até um livro legal para ser relido daqui uns anos. Mas, veremos. Recomendo.
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Gustavo Casemiro 02/10/2023

Primeira experiência com Joe Hill
Confesso que fiquei empolgado com ínicio da história, algumas referências perceptíveis de "Dança da morte" outras tantas da cultura pop contemporânea, entretanto o livro vai se perdendo, senti muita falta de um bom antagonista, o mote principal parece no fim não ter muita relevância tirando todo senso de urgência ou perigo, fiquei com sensação que 150 páginas a menos talvez não iriam fazer falta no final, mas ainda lerei outras coisas do autor pois apesar de minhas críticas uma boa história foi contada.
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H. Gomes 30/09/2023

Um calhamaço de devaneios ruins
A história é contada pelos olhos de Harper, uma enfermeira que se encaixa no estereótipo da "mocinha" dos filmes americanos, sendo bondosa e altruista, à semelhança do protagonista clássico, porém no feminino.
No entanto, o livro em questão me deixou decepcionado. Ao longo das exaustivas 581 páginas, o autor não conseguiu proporcionar uma conclusão satisfatória para a trama, dando a sensação de desorientação em certos momentos. Vários capítulos poderiam ser eliminados, representando uma perda de tempo.
Um ponto positivo foi a caracterização do outro protagonista, que trouxe um pouco de humor à história. No entanto, a protagonista principal escapou ilesa em situações desafiadoras, enquanto o outro personagem enfrentava passou a história quase inteira mazelado.
Os vilões seguem um padrão clássico, sendo unidimensionais e agindo apenas conforme a conveniência para realçar a protagonista. Em certo ponto da leitura, cheguei a torcer pelos vilões, desejando que a trama se encerrasse mais rapidamente.
Minha recomendação é que evitem este livro. E acredito que sua exclusão de listas de melhores obras não seja uma pena. Nem acredito que um dia entrou nela.

??(1/5)
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Fabrício 11/06/2023

Infelizmente não consegui gostar
Não consegui gostar do livro. A história nao me prendeu e foi um custo pra terminar. A minha expectativa era que fosse algo mais abrangente porém a temática gira em torno de um grupo restrito de personagens e seus conflitos. Tive dificuldade de visualizar os cenários descritos, algo que nunca acontece nos livros do Stephen King. Mas enfim cada um é cada um, e o fato de eu não ter gostado nao desmerece a obra.
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Milene Wi 08/06/2023

Mestre das Chamas
Gostei de muitas coisas no livro. Gostei da ideia do autor para a doença da história, a Escama do Dragão, das suas possibilidades e da maneira que os protagonistas lidam com ela. Gostei da forma como muitas questões foram abordadas, como o fanatismo e o preconceito, a intolerância, a violência doméstica - que também é psicológica. Quanto aos personagens, gostei bastante de Renée, de Nick (achei ele um personagem com muito potencial), custei um pouco a gostar da protagonista enfermeira Harper e impossível não citar o Bombeiro, um personagem excelente, para mim, o melhor do livro.
Fiquei um pouco entediada em algumas passagens da historia, teve trechos que realmente achei que se esticaram demais, mas logo vinha algum acontecimento e sacudia a narrativa novamente.
Gostei de como o livro foi finalizado. Talvez não seja o final que eu tive em mente durante a leitura, mas achei bastante satisfatório.
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Suzana Linhares 08/06/2023

Incrível e maravilhoso!
Joe Hill novamente mostrando que é tão bom escritor quanto seu pai, Stephen King. A diferença entre ambos? Joe não é prolixo como o pai?? É o terceiro livro que leio dele e posso dizer que virei fã! Mestre das chamas é uma história intensa, com reviravoltas na medida certa, personagens bem trabalhado e ambientação bem feita. Ele te prende do início ao fim. Apenas leiam!
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Antonio217 11/05/2023

Tá pegando fogo bicho
O livro é realmente interessante se você parar pra pensar que o autor foi criativo na forma em que o mundo chega ao Apocalipse, mas a protagonista é uma minhoca morta de saia. Não que todos os protagonistas precisem ser super incríveis, mas sem carisma algum também já é demais. No entanto, a escrita do autor é realmente muito boa.
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Grazi.ela 30/03/2023

Viciante
Leitura fluida e inquietante. Você não quer parar de ler até chegar ao final.
Joe Hill é extremamente inteligente e perspicaz na construção da sua personagem principal, Harper, que consegue cativar imediatamente, o que faz com que a gente se apegue e se preocupe com o destino dela durante toda a história, que é muito pertinente aos dias atuais, diga-se de passagem.
Enfim, vale muito a pena!
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Uchoad's 28/01/2023

Esse provavelmente é meu livro favorito. Pra mim ele é perfeito em todos os aspectos, literalmente não conseguia parar de ler, mas a principal característica e mérito do Joe Hill aqui nesse livro é a criação de mundo que ele fez. Esse cenário distópico, a praga que assola a humanidade, os personagens, é tudo muito foda.
Recomendo demais, EU AMO ESSA HISTÓRIA.
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Camila.Santos 28/12/2022

Gostei, mas achei maçante
No todo gostei, mas em alguns trechos achei arrastado pela descrição das coisas, detalhes demais para partes não essenciais, ao meu ver. Gostei mais da construção da pandemia, suas possíveis causas e descobertas pelos personagens.
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Raíssa 23/12/2022

Que perturbação
Eu achei que teria algo mais de místico, alguma magia, algo assim. Não teve, só teve crueldade humana. Não era bem o que eu queria mas li tudo.

Pode ser uma só história, mas parece que li três cenários diferentes.

Breve resumo: Todo mundo na história sofre pra caralh*, o mundo é injusto e a vida é cruel, ninguém tem paz, mas no final o autor consegue nos dar um pouquinho de agrado.

Li o que mais me pareceu a descrição de um INFERNO.

O livro é bom. Achei que fosse mais, pelo o que li das outras resenhas. Somente.
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Erick231 28/11/2022

Não gostei muito mais é bom pra descontair a cabeça um pouco é muitas paginas, confeso
que no meio da leitura eu queria desistir só que consegui ler
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