O Duelo dos Imortais

O Duelo dos Imortais Colleen Houck




Resenhas - /////


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Dani 17/07/2017

Blog Livros & Café
Estou um pouco dividida com relação a essa série. Por um lado adoro a escrita da autora, mas, por outro lado, me decepcionei com o segundo livro da série, O Coração da Esfinge. No entanto, resolvi seguir em frente, e quando vi sobre o lançamento de O Duelo dos Imortais não consegui resistir e precisei lê-lo.

Para começar, o livro não é o terceiro da série. Acredito que a maioria das pessoas pensa que sim, mas ele não é. Esse livro fala um pouco sobre a vida dos quatro deuses: Ísis, Osíris, Néftis, Seth. Vamos acompanhar o nascimento do amor entre Ísis e Osíris e também o desenvolvimento do poder de Seth. Da obsessão desse deus por Ísis, seu desejo de vingança por aqueles que o desprezaram, e sua sede por poder.


É um livro bem pequeno e muito gostoso de ler, isso se deve ao fato de a escrita de Colleen Houck ser muito boa e muito envolvente. Quando você está lendo, é difícil perceber o tempo passando. Nele é possível conhecer mais de como tudo começou; do porquê os deuses aprisionaram Seth e o que deu início a história de Amon e seus irmãos. Gostaria de ler mais sobre esses deuses, adoro ler sobre a cultura egípcia, e eu não queria que tivesse acabado.

Embora não tenha lido a outra série de livros da Colleen Houck, ela me conquistou com O Despertar do Príncipe. Seus livros têm um enredo incrível, maravilhoso. Ela sabe desenvolver muito bem seus personagens e toda a trama do livro. É uma leitura deliciosa, fácil, rápida. A narrativa é cativante, instigante e envolvente. Estou ansiosa pelo próximo livro da série. Ainda bem que não desisti dela. Para você que é fã da Colleen Houck, eu recomendo a obra.
Amanda 19/07/2017minha estante
[spoiler]















Olá! Eu estou lendo o Duelo dos Imortais e estou gostando muito. Também me decepcionei com o segundo livro da série. Quase que largo o livro de lado porque só conseguia pensar que a história inteira ficou perdida por causa do Coração da Esfinge. Queria te perguntar se você sentiu algumas contradições no Duelo dos Imortais... Pq tipo, o deus Osíris falou para a Lily, no livro O Coração da Esfínge, que nunca daria seu ren (ou seu nome verdadeiro) nem para ísis, no entanto, no livro O duelo dos Imortais, quando Ísis e Osíris se casam, eles revelam seus nomes secretos um para o outro, aí fiquei sem entender nada. Minha cabeça meio que pifou :V pra você ter noção, comecei até a procurar livros sobre mitologia egípcia pra entender melhor tudo.


Vitória Sbegue 26/10/2017minha estante
Aposto que vai adorar a outra série da Colleen, super te indico rsrs




MILA 13/07/2017

Até que me surpreendeu..
Quando vi o lançamento de O Duelo dos Imortais eu não fiquei nem um pouco empolgada, e isso se dá pela decepção que foi O Coração da Esfinge, eu nunca imaginaria que a autora chegasse a tal ponto como o desenrolar daquele livro, cheguei a pensar em desistir da série, mas acontece que gosto muito da narrativa da autora e das aventuras contidas ali. Com esse sentimento embarquei na leitura de O Duelo dos Imortais.

Este livro explora a vida dos deuses Ísis, Osíris, Néftis, Seth e Amon-Rá, vivenciamos a vida de cada um deles, suas inspirações, sua rotina e suas paixões, entre tantas coisas vamos acompanhar como o 'dom' de Seth se desenvolveu, o porque dele se voltar contra os seus, aqui temos aquela velha máxima, a criação é tudo, a maneira de que uma pessoa é desprezada pode transformá-la em uma pessoa pior no futuro, mas claro que isso não justifica as maldades de Seth, ele simplesmente estava cego com suas metas.

Resenha completa no Blog Daily of books Mila

site: http://dailyofbooks.blogspot.com.br/2017/07/resenha-o-duelo-dos-imortais.html
Amanda 19/07/2017minha estante
eu tinha pensado que só eu não tinha gostado do Coração da Esfinge :V amém que não uhsauhsua




Leandro 21/07/2017

Duelo dos Imortais - Diário de Seriador
No primórdio do mundo, os deuses participavam mais ativamente da vida humana, com funções, planos e objetivos que visavam melhorar a vida daqueles que os adoravam. Em O Duelo dos Imortais, temos uma história desse tempo, com deuses que tem seus próprios dilemas, leis e vontades para serem trabalhadas. (...)

Para ler o restante, acesse Diário de Seriador!

site: http://www.diariodeseriador.tv/2017/07/livros-resenha-o-duelo-dos-imortais.html
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Book.Obsession 26/07/2017

Resenha feita pela Camila de Moraes para o blog Book Obsession
E temos mais da super Colleen e seus deuses do Egito.

Nesse livro vamos ficar por dentro do dia a dia dos deuses Amon-Rá, Ísis, Osíris, Néftis e Seth.
Seth fora marcado por uma infância de desprezo por parte de seus pais e vem acumulando desde então esse sentimento que vem lhe destruindo. Com o passar dos anos essa reprimenda, torna-se intolerância e a cada vez que fica nervoso ou é contrariado coloca em perigo qualquer pessoa ou coisa que está por perto.

Seth também descobre seu poder e a magnitude do que poderá causar com o uso errado de sua força que vem com uma intensidade avassaladora ao não ser correspondido pelo amor de Ísis. E por isso será necessário paciência e muita cautela por parte dos outros deuses para lidarem com os ímpetos e a rebeldia dele com consequências drásticas para Néftis que sentirá na pele sua fúria implacável.

“Qualquer homem, mortal ou deus, sabe que não há como dar conta de uma esposa. As mulheres dão conta de si mesmas e os homens que são inteligentes saem do caminho. Mas eu não esperaria que um moleque como você soubesse disso.”

Os personagens são bem cativantes e Colleen além de conseguir abordar em poucas páginas uma grande aventura, cheia de fantasia com mitologia egípcia, também nos faz suspirar por casais marcados por amores impossíveis de forma rica e esplendorosa, como é o caso de Ísis e Osíris.

“O amor, depois de encontrado, nunca se perde.”

Confesso que gostaria de ter lido mais sobre Amon-Rá e Néftis, a cada aparição deles ficava com gostinho de quero mais, mas como o livro tem 112 páginas fica difícil desenvolver tudo.

“Estou ligado a você, meu amor, minha Ísis. A minha vida é sua. Independentemente do que o futuro trouxer.”

Colleen sempre traz algumas questões em meio as suas histórias que nos deixam reflexivos, e aqui puder ver como um coração e uma alma marcados pelo obscuro podem gerar tantos sentimentos conflituosos e devastadores não apenas na vida da própria pessoa, mas as consequências que essas atitudes geram para aqueles que estão próximos.

“Mas o caminho mais fácil nem sempre é o melhor. A luta costuma fortalecer.”

Se você já acompanha a série, sabe que esse é o livro que antecede O despertar do Príncipe, mas deve ser lido na ordem de lançamento mesmo para não ficarem pontas soltas. A edição está impecável e sou suspeita pra falar pois adoro essas capas. O último livro da série está previsto para ser lançado agora em agosto nos Estados Unidos, então acredito que a Editora Arqueiro não demorará a lançar a continuação por aqui! Pelo menos estou torcendo pra isso.

Leitura mais que recomendada!


site: http://bookobsessionresenhas.blogspot.com.br/2017/07/resenha-o-duelo-dos-imortais-colleen.html
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Cami do @focanaresenha 04/08/2017

Apaixonada por esse história...
O livro "Duelo dos Imortais" é o percursor da série "Deuses do Egito" da Colleen Houck. Quando lemos "O Despertar do Príncipe" - O primeiro livro da série Deuses do Egito e que eu amo de paixão - somos apresentados a alguns deuses como Seth, Osíris e Amon-Rá. E nesse livro, "O Duelo dos Imortais", conhecemos um pouco mais da história de cada um deles. Eu achei mega interessante e quando acabei de ler, o livro só tem 110 páginas, fiquei curiosa para saber mais da história.

Com a leitura conseguimos entender os motivos por Seth fazer tanto mal as pessoas ao seu redor e do motivo dele querer sempre o caos. O irmão mais novo dos deuses sempre foi alvo de chacotas e menosprezados pelos outros por não ter descoberto o seu poder divido na mocidade.

Apaixonado por Ísis, deusa dos feitiços, que também não foi correspondido pois Ísis sempre foi apaixonada por Osíris. Seth passa a vida tentando provar para as pessoas o seu valor e que é melhor do que seu irmão Osíris. O romance de Ísis e Osíris é tão lindo. Ísis consegue roubar toda a cena com seu amor e vontade de ter uma família, afinal os deuses não podiam se relacionar com outros deuses.

Eu posso dizer que adorei conhecer mais dessa mitologia egípcia. Fiquei encantando quando li "O Despertar do Príncipe" e mais encantada ainda agora.

É uma leitura rápida, mas rica em conhecimento. Cheia de reviravoltas, traição, vingança e amor.


site: https://www.instagram.com/focanaresenha/
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Super Ci 19/08/2017

Resenha do Elefante Voador
Tem alguns autores que eu fico esperando ansiosamente lançarem novos livros. É o caso da Cassandra Clare, do John Green, da Marie Lu e também da Colleen Houck, entre outros. Fiquei simplesmente apaixonada pelo estilo de narrativa dela quando li A Saga do Tigre e estou gostando muito de acompanhar Deuses do Egito. Então, assim que saiu O Duelo dos imortais, eu já fui correndo garantir o meu com as expectativas e a ansiedade a mil. Bom… o que eu achei do livro?

Considerações iniciais:

1. O livro tem apenas 112 páginas, então trata-se de uma leitura rápida e fácil.
2. Você não precisa ter lido os outros livros da série Deuses do Egito para ler O Duelo do Imortais. Basta gostar de romance, aventura e de mitologia.
3. Para quem acompanha a série, não é necessariamente uma leitura obrigatória. Mas vale a pena para descobrir como tudo começou, principalmente os propósitos de Seth.

Achei bem interessante acompanhar a história dos deuses egípcios em uma perspectiva diferente da que estamos acostumados. Como por exemplo, nesta história conseguimos ter uma boa noção da dimensão do amor entre Ísis e Osíris, o quanto a união entre eles é intensa e o quanto eles estão dispostos a sacrificar para poder estarem juntos.

A Ísis retratada no livro é bem diferente do que eu imaginava. Apesar de todo o seu poder e responsabilidades como deusa, eu achei ela bem humana. Já Osíris é o “típico” deus-poderoso que estamos acostumados.

Outro ponto bem legal em Duelo dos Imortais, é que podemos entender o que levou Seth a se tornar o Deus do Caos, o grande vilão que conhecemos em Deuses do Egito e quais os sentimentos por trás do que ele se transformou.

Seth praticamente não tem poder nenhum no início da narrativa e acaba sendo deixado de lado pelos outros deuses por causa disso. Conforme sua inveja e ira vão aumentando, ele acaba descobrindo acidentalmente que ao contrário do que todos pensam, ele pode vir a se tornar muito poderoso e se empenha para isso. Primeiro para que Ìsis o note e o respeite, e quem sabe até o ame. Segundo para se vingar de todos que o subestimaram ou ficaram em seu caminho de alguma forma.

Apesar do livro não ser fundamental para o desenrolar da série Deuses do Egito, foi bem legal me ambientalizar nesse sentido. Conhecer um pouco mais sobre os deuses, entender suas motivações. Vemos Amon-Rá como o grande responsável por manter as coisas em equilíbrio, pois as consequência dos atos dos deuses não trazem consequências apenas para si próprios mas em todo o ambiente ao redor, inclusive o mundo dos mortais.

Gostei da leitura, é bem rápida e fluída. Na verdade, rápida até demais. Acho que a história poderia se estender um pouquinho mais, principalmente o final. #Queromais

Como sempre Colleen Houck traz uma narrativa empolgante, impecável e cheia de detalhes. É quase como se nos sentíssemos transportados para o Egito Antigo e estivéssemos assistindo tudo de pertinho. Adorei a experiência!

Resenha completa no Elefante Voador :)

site: www.elefantevoador.com
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dleitores 01/09/2017

O DUELO DOS IMORTAIS – COLLEEN HOUCK
Nota: 5/5
Esse livro é o precursor da série DEUSES DO EGITO e gira em torno de Seth que é um dos quatro irmãos que ajudavam com seus poderes especiais, o grande Amon-Rá no governo da Terra. Os outros irmãos (Osíris,Ísis e Neftis) têm poderes especiais para ajudá-los em seus papéis, mas Seth não desenvolveu nenhum poder e assim cresceu desprezado por todos, nutrindo uma inveja doentia pelas habilidades de OsÍris e uma paixão não correspondida por Ísis.
Com o tempo, a vontade e determinação de Seth, lhe despertaram um poder único e com a capacidade de causar grandes mudanças. Porém, ele endureceu seu coração e passou a utilizar seu poder para fazer o mal . Ele se torna o deus do caos e da destruição e está decidido a se vingar de quem se colocar em seu caminho.

Amei conhecer cada um dos irmãos, inclusive Seth. Na realidade senti um profundo pesar pelo que ele se tornou. Suas habilidades e qualidades foram ofuscadas pelo ressentimento e seu desej¬¬¬o de vingança. É um protagonista cruel, mas ao invés de medo, ele me fez ter pena.

Eu estou encantada por Osíris!Com tantas qualidades e características minuciosamente detalhadas pela autora, fiquei louca de amores por ele. Como não ficar? Osíris é poderoso, honesto, lindo, charmoso... Parei! rs

Ísis uma mulher bastante decidida, guerreira e um pouco ousada para o contexto da história. E eu adorei essa ousadia! O que temos nesse livro é um romance proibido entre ela e Osíris e mesmo no curto espaço de tempo da leitura, é possivel conhecê-los bastante e amá-los. Eu realmente amava o relacionamento dos dois, foi muito bem escrito, exatamente o tipo de história que me faz suspirar

Colleen trabalha muito bem com histórias de mitologia e com essa ela não fez diferente. Esse livro alimentou minha necessidade de ler a trilogia, foi uma leitura curta, mas me deu tudo que eu esperava da série: Romance, intriga e suspense. Quero ressaltar que você pode ler essa história antes ou depois de acompanhar os livros da série, pois não vai se confundir, pelo contrário, vai te fazer amar mais os deuses e os mitos que os cercam e principalmente, a escrita dessa diva que é a Colleen.




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Estante X 15/08/2017

O duelo que mais pareceu briga de criança...
A mitologia egípcia é fascinante e apresenta uma riqueza de histórias, lendas e mitos sem igual. Muitas delas são, inclusive, disputas movidas por vingança, poder, atenção e amor. Logo, a autora Colleen Houck deu sua própria versão aos antigos mitos em sua série Deuses do Egito. Neste livro, temos um prequel dos eventos que acontecem nos dois primeiros livros da série, que você pode ver a resenha aqui e aqui.

O Despertar do Príncipe eu achei bem bacana, mas O Coração da Esfinge foi bem tedioso, então minhas expectativas para esta prequel estavam neutras. De certa forma, quando terminei o livro, a sensação foi de dever cumprido, apenas. Não foi uma história excepcional, fantástica ou surpreendente. Foi apenas uma trama com deuses enciumados brigando pra ver quem era o melhor entre si. Creio que esse tenha sido o ponto negativo da história. Os “imortais” mais parecem pessoas comuns tendo um ataque de raiva e inveja. O duelo entre eles foi tão fraco quanto uma luta de espadinha de madeira.

“Nunca na vida ela havia desejado tanto uma coisa. Estar prestes a consegui-la e saber que a qualquer momento poderia perdê-la para sempre era uma experiência arrebatadora e apavorante – algo que ela nunca tinha vivido antes – e que não trocaria por nada.”

Os três principais personagens são Seth, Osíris e Ísis, mas Néftis e Amon-Rá também fazem aparições. Osíris é apontado como o deus da agricultura, alto, forte, belo e musculoso, um homem sem igual de arrancar suspiros desejosos de qualquer mortal. Ele é relativamente engraçado, fazendo humor nas horas certas e está sempre disposto a ajudar caso alguém precise. Mas sua principal virtude era a de respeito. Apesar da atração que sente por Ísis, ele sabe que se relacionar com ela era contra as leis criadas no início das Eras. Assim, sempre tentava ocultar seus sentimentos e até mesmo fugir das investidas de sua irmã (sim, os deuses eram irmãos e relacionavam-se entre si).

Já Ísis, era o oposto em relação aos sentimentos. Sempre que possível manifestava seu interesse em Osíris e quase sempre tentava chamar-lhe a atenção. Era uma deusa graciosa, bela e de grande estatutura. Possuia grandes e belas asas, das quais podia-se obter a cura para várias doenças. Ísis passava grande parte de seu tempo na Terra, ensinando coisas novas as mulheres e cuidando das crianças. Sua mortal preferida era Baniti, uma doce senhora de idade já avançada, considerada uma irmã para a deusa. Mas no fundo, Ísis sofria por não ser correspondida por Osíris, e por isso, ficar na Terra lhe era mais uma fuga de realidade do que realmente um dever divino.

Seth, por outro lado, desprezava os humanos, os outros deuses e odiava ser impotente. Sempre se viu como fraco, sem ser capaz de atrair a atenção das mulheres imortais e nem mesmo de ser engraçado ou atraente como o irmão. Seth tinha inveja dos demais, pois ele era visto como inferior. O que ele era? Um deus sem poder não poderia ser chamado de Deus. Tudo isso alimentou seu coração com rancor e obsessão por poder e glória, e quando enfim seu poder desperta, o mal já havia fixado raízes suficientes para ele se tornar perverso e usar o seu dom para destruir qualquer coisa. Já não importava mais o que ele fizesse, seu único objetivo era ter Ísis para si e com ela ter controle absoluto sobre todos.

“Estranhamente, os animais pareceiam ter um sexto sentido. Eles o evitavam ou se esgueiravam para longe da forma mais silenciosa e veloz possível. Ele gostava do respeito que demonstravam por ele agora. Em sua opinião isso os tornava espécies superiores na Terra.”

Apesar da trama movida por romance, ela se baseia no mito original de Osíris. Na lenda verdadeira, Seth tem obsessão pelo trono ocupado pelo outro, já que este governava o Egito. Ísis já era casada com o rei, e teve grande importância em restabelecer a Ordem no Egito, após os danos causados por Seth. Em todos os lugares que procurei, não menciona se o poder dele era de desfazer coisas, mas o fato é que Seth era conhecido como o Deus da guerra, do deserto, da maldade e do caos. Diante disso, dá pra dizer que ele desfazia as coisas mesmo. Independente do poder verdadeiro que o deus da guerra tinha, achei bacana a visão da autora sobre o mito e a forma como ela deu um sentido menos terrorista à lenda.

Entretanto, este livro não é onde encontra-se profundas críticas ou grandes questionamentos. Talvez o única crítica feita é em relação a nossa visão moderna dos deuses, em comparação a visão antiga. Hoje há uma visão de que os deuses (ou Deus) são seres perfeitos, nunca erram, que são incorruptíveis. Já na antiguidade, seja nas histórias nórdicas, gregas, egípcias, sumérias, etc, os deuses não eram tão perfeitos assim. Eles erravam, faziam más escolhas, enfrentavam as consequências, e assim por adiante. A trama da história então parece dizer “olha, os deuses, apesar de poderosos, também erravam. Ou seja, não eram tão diferentes de vocês humanos“. Neste quesito, considerando os mitos originais, eu gostei bastante da comparação. O problema ficou mesmo no excesso de humanização desses seres. Se você tirar (1) que são imortais e (2) que tem poderes, o resultado final deste conto daria quase na mesma coisa. Os outros personagens, Néftis e Amon-Rá, só aparecem em alguns momentos para distribuir a tensão e amenizar o conflito. Fora isso, só estão ali para preencher espaço.

Outro ponto relevante a comentar é que na sinopse, há uma parte que diz que esse prequel daria a entender porque Seth precisa ser detido a cada mil anos por três jovens e tudo mais. Ou mesmo porque Seth quer destruir todo o planeta. Pois bem, se a intenção da autora era essa, ela falhou, e muito. Porque em nenhum momento do “duelo” fica claro a razão dos eventos que acontecem O Despertar do Príncipe e Coração da Esfinge. Na verdade, o Seth retratado naqueles dois livros nem de longe se parece com o Seth deste. Uma pena, pois a brecha na história ainda se mantém. Espera-se, então, que no terceiro livro (Coroa da Vingança, pelo que consta) que Seth explique o porque de sua raiva.

“Talvez você tenha razão – concedeu Osíris – Seria mais fácil. Mas o caminho mais fácil nem sempre é o melhor. A luta costuma fortalecer.”

Assim como já falei nas resenhas dos outros dois livros, a edição e diagramação estão lindíssimas. As capas metalizadas, com essa combinação de cores e elementos egípcios, tornando os livros mais atrativos. Acho meio difícil ver estas capas e não sentir uma “coceirinha” em pelo menos conhecer do que se trata. Há apenas um detalhe diferente aqui, o papel é mais grosso, creio eu que para dar volume ao livro, já que possui aproximadamente 100 páginas. Também, algo que não comentei nas outras resenhas, a escolha dos nomes da edição brasileira fazem mais sentido que os nomes originais (que em tradução literal ficariam Despertado, Recriado, Reiniciado e Reunido). Em resumo, a editora Arqueiro está de “tirar o chapéu”.

O Duelo dos Imortais poderia ter sido melhor e ter aumentado as minhas expectativas para o final da série que se aproxima, mas ainda assim, manteve-se na média. Logo, pretendo finalizar a trilogia e espero que responda a todas as perguntas que ficaram em aberto. Ainda que tenha romance, a leitura se mostrou agradável e tranquila, apaziguando quaisquer sensações extras de euforia e/ou estresse. Só por isso já vale a recomendação para quem queira ver, através de uma forma bem diferente, quais razões levaram Seth a se tornar o deus temido por todos os egípcios da Antiguidade.

site: http://resenhandosonhos.com/o-duelo-dos-imortais-colleen-houck/#comment-9640
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Carlinha - Paradise Books 07/09/2017

Completamente Apaixonada!
A história de Lily e Amon é regida pelos deuses egípcios, responsáveis pela ordem, pelo caos, pelo amor e pela guerra. Mas antes mesmo de Amon e seus irmãos terem sido escolhidos para proteger o mundo e enfrentar sua maldição, os deuses tinham suas próprias histórias sendo construídas, e é isso que vamos conhecer nessa incrível narrativa romantizada da mitologia egípcia.

Osíris, Ísis, Seth e Neftis, cada um desses deuses com suas personalidades e poderes diferentes, responsáveis pelo cuidado de alguma parte do mundo regido por Amon-Rá. Manter o universo em paz não será fácil, conheceremos uma história de amor permeada por mentiras, desejo, poder e vingança.



Mal consigo descrever minha paixão pela escrita de Colleen Houck, essa autora tem cada vez ganhado meu coração com suas histórias tão criativas e bem desenvolvidas. Dessa vez ela arriscou algo totalmente novo, narrar a história de amor tão antiga entre os deuses egípcios mitológicos de uma maneira totalmente nova e inusitada, e com toda certeza me ganhou nessa trama que trás os nossos sentimentos a flor da pele, principalmente por trazer pra perto de nós histórias que tanto amamos com uma nova visão e narrativa.

Em Heliópolis, também conhecida como a cidade morada do deus sol Amon-Rá encontramos nossos personagens: Osíris o deus da agricultura, encarregado de cuidar da engenharia de produção do mundo mortal. Néftis a deusa que possui o dom da visão e profecia. Ísis a doce e caridosa deusa da criação que promove a saúde e o bem estar e por último, Seth, o reservado e excluído que mais tarde vai descobrir o poder de destruir tudo que existe alimentando o caos.
"A maneira como ela olhava para ele era inebriante. Ela era a mistura perfeita de poder e vulnerabilidade."
Descobrimos a história de amor de Ísis e Osíris de uma maneira doce e nunca contada antes, os irmãos que se apaixonam e não podem mais conter seus sentimentos, alimentam a cada dia a doce chama do amor que os consome, um amor proibido entre imortais. Néftis alertou Ísis que o seu sonho de felizes para sempre iria se realizar, entretanto consequências drásticas podem ser geradas no cosmos com a união de dois seres tão poderosos. O que eles não contavam, era com a paixão obscura e obsessiva de Seth por Ísis, seu desejo louco de possuí-la e a inveja que tem por Osíris ser tudo que ele jamais será o consomem cada vez mais, e o levará as últimas consequências, alimentando seu ódio e mergulhando o universo no completo caos.
"Até que eu volte a vê-la, saiba que este beijo é o meu juramento secreto. Deixe que Seth aja contra nós. Deixe que as estrelas tentem nos impedir. Deixe que Amon-Rá nos proíba. Nós vamos nos unir pela força da nossa determinação e pela força do nosso desejo, e vamos saciar nossas almas solitárias na luz do amor que sentimos um pelo outro."
Adorei acompanhar uma nova história sobre mitos que sempre tiveram um espaço tão grande em meu coração. Colleen conseguiu desenvolver muito bem uma nova forma de enxergar essa lenda e envolver o leitor de maneira magistral nesse conto tão curto que eu torci para que não acabasse. Um gancho enorme para o restante da série Deuses do Egito que se tornou uma das minhas favoritas! A leitura pode ser feita antes ou depois de O Despertar do Príncipe e o Coração da Esfinge.
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Beta Oliveira 16/07/2017

Só mesmo estando em um momento muito Pollyanna ou com excesso de achocolatado no organismo, eu poderia acreditar que as coisas seriam mais simples na prequel da série Deuses do Egito. Aqui a gente entende que a complicação começou com quem tem poder para destruir todo mundo. Eu conhecia um pouco da mitologia egípcia e minha grande indagação era ver como a autora iria fazer isso se encaixar com as demandas da trama dela. E Colleen Houck conseguiu. Agora, que venha Reunited para a gente ver o quanto é grande a barra de gostar de alguém nesta série!

O texto completo está no Literatura de Mulherzinha

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2017/07/cap-1371-o-duelo-dos-deuses-colleen.html
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Roxy 13/09/2017

Completo
Mesmo sendo um livro curto, ele consegue contar toda a história que antecede a saga dos Deuses do Egito, a leitura é bem fluida e muito gostosa de ler, pra quem tiver curiosidade na história de Seth, Osiris e Isis precisa ler esse livro, super indico e não só ele como a saga inteira
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LOHS 06/08/2017

A mitologia egípcia romanceada
O Duelo dos Imortais é uma curta história que antecede a série Deuses do Egito - O Despertar do Príncipe e O Coração da Esfinge -, criada por Colleen Houck. Por isso, caso não tenha lidos as duas obras já lançadas, não precisa ter medo de ler porque não haverá nenhum spoiler da trama.

O livro conta um pedaço da já conhecida mitologia egípcia. Tudo tem início com Seth - irmão mais novo de Ísis, Osíris e Néftis - finalmente amadurecendo seus poderes de “desfazer” qualquer coisa ou ser. Enquanto todos os outros deuses já tinham conhecimento sobre seus poderes e os usavam para ajudar a humanidade, Seth cresceu sozinho, amargurado e invejoso de tudo o que não possuía. É por isso que, assim que reconhece a grandeza de seus poderes, ele decide que está na hora de conquistar Ísis e torná-la sua mulher porque com certeza os dois juntos poderão dominar a tudo e a todos.

"Agora ele estava pronto. Agora estava completo. Seu poder finalmente tinha chegado. E era maior do que jamais esperara.
Nada.
Ninguém.
Poderia desafiá-lo agora.
O mundo, o cosmos, estava pronto para ser saqueado, e sua primeira parada era a beleza que o assombrava.
Ísis era uma fruta madura pendurada em um galho baixo - suculenta, carnuda, implorando para ser consumida. E Seth nunca tivera tanta fome."
Seth, p. 12

Ao mesmo tempo Ísis sofre por amar Osíris e ser impossibilitada pelas leis divinas de ficarem juntos. No início Osíris tenta resistir aos sentimentos e seguir as regras, mas logo que Seth começa a revelar suas intenções e sua forma cruel de conseguir o que quer, o deus da agricultura se entrega ao relacionamento.

"-Estou dizendo que amo você, Ísis. Que o meu coração não bate por ninguém além de você.
Por um momento, Ísis achou difícil respirar. Osíris estava ali diante dela se declarando e ela não conseguia pensar em nada para dizer.
Ele apertou as mãos dela.
-Ísis? Você escutou?
Escutei - sussurrou ela.
-Então... é isso? Você não tem nada a dizer? - perguntou Osíris, um pouco nervoso.
Ela sorriu. O fato de ela ser capaz de fazer o belo deus ficar tão apreensivo lhe trouxe um pequeno rompante de alegria. Ísis passou os braços pelo pescoço dele e lhe deu um beijo leve, deliciando-se com o pequeno tremor que percorreu o corpo dele.
-Eu também amo você - murmurou ela junto aos lábios dele."
Osíris e Íris, p. 63-64

Ísis, tendo o poder de cura e de criar encantamentos, logo encontra uma forma de reescrever as leis de forma que ela e Osíris - até então o deus da agricultura - possam se casar.

"Os dois eram um só.
Eram inseparáveis.
Estavam unidos em um laço que duraria toda a eternidade.
Ficaram ali, no círculo dos braços um do outro, durante minutos, horas ou milênios. Não sabiam quanto tempo tinham permanecido parados, olhos nos olhos. Não fazia diferença, porque à sombra das asas de Ísis tudo era imóvel e silencioso.
Então Osíris a beijou e o mundo em torno deles explodiu."
Osíris e Íris, p. 77

Obviamente, o casal depois terá que aguentar as consequências de seus atos. E quando Amon-Rá (o deus regente dos outros deuses) dá sua bênção aos recém-casados, a ira de Seth apenas aumenta e ele então dá início ao seu plano de vingança.

O Duelo dos Imortais é como se fosse um pedaço romanceado da mitologia egípcia. Devo confessar que esperava mais do livro - até porque estou bem empolgada com a trilogia -, mas a obra não trouxe nada novo.

Sempre gostei muito de mitologia (egípcia, grega, romana, nórdica, etc), então tenho um bom conhecimento básico de cada uma delas. E, talvez por isso, não tenha achado nada de intrigante na narrativa. Já sabia exatamente o que ia acontecer e o que acontece com os deuses depois que o livro acaba (antes de começar a aventura de Lilly, Amon e seus irmãos na trilogia).

Mas achei interessante como Colleen Houck colocou o papel da deusa Néftis, que tem o poder de conversar com as estrelas e ter visões dos possíveis futuros de todos. Eu sempre gostei dela na mitologia egípcia pelo papel de manter o equilíbrio no universo. Mas, ao final dessa história, ela me pareceu uma grande manipuladora que utiliza os deuses para chegar ao futuro que deseja, mesmo que haja grande sofrimento.

Outro ponto que me chamou a atenção foi acompanhar a jornada de Seth que, desde a descoberta de seu grande poder, passou de um deus excluído para um deus psicopata. A forma como ele lida com outros seres (mortais ou imortais) é realmente assustadora. Ele realmente não apresenta nenhum tipo de sentimento para com suas vítimas, chegando até a realizar testes (leia: tortura) para descobrir até onde o seu poder pode alcançar.

Enfim, acredito que quem não tem muito contato com a mitologia egípcia pode acabar aproveitando muito mais a leitura. :)


site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/08/o-duelo-dos-imortais-deuses-do-egito-05.html
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Dé... 22/08/2017

Pena que é curto demais
Esse livro é um prequel da série Os deuses do Egito e é bem curtinho, apenas 112 páginas... sua leitura em nada dá spoilers e nem é necessário já ter lido qualquer livro da série para entendê-lo, assim como sua leitura não é obrigatória para quem tem interesse em ler qualquer livro de Deuses do Egito...

Enquanto a série Os Deuses do Egito narra as aventuras de três jovens protegidos por Osíris, nesse prequel temos o início de tudo, como os deuses se tornaram o que são hoje, a autora narrou a sua própria maneira um pequeno pedaço da mitologia egípcia...

Eu sempre fui apaixonada por mitologias, mas confesso que não sou grande conhecedora da egípcia, mas pelo pouco que conheço já me encantei pela forma como a autora narra o amor de Ísis e Osíris, o florescimento do sentimento entre os dois e o quanto estão dispostos a abrir mão para ficarem juntos... a autora também narra a transformação de Seth, um deus ainda jovem, sem poderes aparentes que só descobre do que é capaz quando já tem o coração cheio de ira e ódio... e o quão ameaçador ele pode ser para todos...

Se o livro tem um defeito, eu diria que é ser curto demais... o final acontece em um momento de ápice e espero muito que a autora continue a narrar a vida desses deuses, tão humanos... aliás se tem uma coisa que eu amo em mitologia é que os deuses são tão humanos, tão cheios de defeitos, tão mesquinhos, com egos inflados e tudo mais... sei lá, essa forma de mostrá-los tão imperfeitos sempre me faz sentir um pouco melhor comigo mesma, acho que era justamente por isso que eram sempre descritos assim tão cheios de defeitos desde os primórdios da humanidade... apenas para afagar o ego de nós pobres mortais.

site: http://www.leituranossa.com.br/2017/08/o-duelo-dos-imortais-colleen-houck.html
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Acordei Com Vontade de Ler 30/09/2017

"O Duelo dos Imortais" é o precursor da série Deuses do Egito e tem como protagonista quatro personagens: Seth, Osíris, Ísis e Néftis. Narrado em terceira pessoa e se passando principalmente em Heliópolis, a trama gira em torno de Seth, o caçula desses quatro deuses. Seth cresceu sem poderes e sempre se sentiu subestimado e até mesmo humilhado diante das proezas dos demais. Não colabora com a situação o fato de que os demais deuses zombavam dele por sua falta de poderes.
Acontece que os poderes de Seth demoraram para se desenvolver, mas agora que ele os conseguiu, o resto do universo verá como ele é devastador.
Seth é um indivíduo mesquinho, que sempre esteve a espreita dos demais deuses e acabou desenvolvendo uma obsessão (que ele acredita que é amor) por Ísis. Ísis, por sua vez, está apaixonada por Osíris, que apesar dos seus sentimentos serem recíprocos, hesita em quebrar a grande lei que rege os deuses.
Em meio a esse triângulo conturbado, surge Néfits, a deusa que fala com as estrelas e muitas vezes é vista como danificada.
Quando todo esse cenário é montado, uma grande batalha de proporções catastróficas ameaça não apenas Heliópolis, mas também toda a humanidade. O enredo gira em torno da ambição, da cobiça e da constante luta pelo poder, mesmo entre os deuses.
O livro é curtinho, tem um pouco mais de 100 páginas, mas possui tanto conteúdo e é escrito de forma extraordinária que o leitor mergulha de cabeça na história.
Em relação à revisão, diagramação e layout foi realizado um ótimo trabalho. Encontrei um único errinho de digitação na página 41, mas nada que interfira na compreensão do texto. A capa combina perfeitamente com o enredo e também com os demais livros.
"Seth se agachou para dar uma olhada no rosto da mortal que tremia a seus pés. Tinha sido um acidente - um acidente maravilhoso, terrível, incrível. A euforia e o horror se retorciam em seu interior a ponto de ele se sentir quase fisicamente doente com o turbilhão emocional causado pelo que tinha feito. Pelo que ele... era." (p. 07)

site: http://www.acordeicomvontadedeler.com/2017/09/resenha-o-duelo-dos-imortais-deuses-do.html
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Kelly 08/08/2017

Não fez sentido


Em

Duelo dos Imortais vamos conhecer a história de Seth, ou uma releitura, mas não sei se posso chamar assim, visto que a história tem pouquíssimos detalhes da mitologia original.
Seth sempre foi o Deus retardatário, mesmo quando todos os seus irmãos já sabiam quais eram seus dons e faziam uso fruto deles, Seth Ainda estava lutando para se encontrar no mundo, quando ele enfim desperta seu poder é tomado por inveja e fúria que o levarão à perdição.

Assim com em todas as histórias, Seth odeia Osiris, e quando descobre que seu poder é o de desfazer as coisas se vê tentando desfazer seus irmãos e tomar o poder do mundo, mas para isso ele deseja ter Isis ao seu lado, mas o coração da Deusa já tem dono. Seth parte numa busca desenfreada pela mulher amada e poder, destruindo tudo em seu caminho e aumentando suas inimizades. Na história dos Deuses veremos o poder da ira, o que a rejeição pode fazer com um ser, seja ele mortal ou não.

Quando soube que o livro era um prequel de O despertar do príncipe, logo fiquei interessada, mas confesso que minha decepcionei e muito, eu aprendi que prequel é um conto de algum personagem de suma importância para uma série que será iniciada, e apesar de Seth ser um grande protagonista no livro de Amon, não consegui conectar as histórias, imaginei que ia encontrar respostas para a situação dos três príncipes perante a batalha, mas não achei nada.

Talvez o fato de ter lido o despertar algum tempo me tenha feito esquecer algo, mas não achei necessário esse prequel, a história apesar de legal se torna desnecessária ao meu ver para o desenrolar da série.

No decorrer do enredo não ficou claro o motivo dos humanos serem agredidos pela fúria de Seth, além do fato deles serem protegidos de Osíris e assim receberem a fúria indireta do irmão, e apesar de toda a luta se desenrolar, sinto que faltou algo, não foi explicado como nem porque Seth foi preso e como os irmãos entram nesse contexto.
Enfim, se já estava temerosa com relação ao segundo volume da série, que segundo resenhas deixou e muito a desejar, imagina agora?
A arqueiro fez um trabalho esplêndido na capa e diagramação, mas a Diva Colleen deixou a desejar no quesito continuidade, ou nesse caso iniciação.
Esperava bem mais do conto, e apesar de ter gostado da leitura que flui com facilidade e é bem gostosa, não me convenceu de que fosse necessária.

Para quem quer saber um pouco mais da história dos deuses que antecede a saga a leitura é indicada, mas não espere mais que isso.



site: http://paraisodasideas.blogspot.com.br/
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