A Prisão do Rei

A Prisão do Rei Victoria Aveyard




Resenhas -


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Queria Estar Lendo 16/04/2017

Resenha: A Prisão do Rei
Terceiro volume da série A Rainha Vermelha, A Prisão do Rei mantém um ritmo monótono em boa parte da trama - e isso não é ruim. A história te prende através da tensão e batalhas épicas, e logo você se vê desesperada pelo volume final.

Mare está presa, sob domínio de Maven. O sombrio rei continua seu reinado de terror contra a Guarda Escarlate, tentando acabar, de uma vez por todas, com a rebelião que se ergue contra o domínio prateado. Ele usa Mare como um peão em seu jogo de poder, enganando o povo e a própria revolução com mentiras e manipulação. Enquanto isso, Mare tenta encontrar as brechas em sua personalidade, fragilidades que poderão ser usadas para destruir o rei prateado. Do outro lado da moeda, a rebelião avança, tomando cidades, derrubando a supremacia dos opressores, e mostrando que seu lema é motivo para pesadelo dos prateados.

"Sou a garota elétrica. Sou a tempestade."

A Prisão do Rei é uma obra complexa, bem diferente da previsibilidade de A Rainha Vermelha e da adrenalina de Espada de Vidro. Esse terceiro volume tem de tudo: intriga política, batalhas épicas e traições inesperadas. Romance, ação e doses de terror. Victoria nos entrega um livro completo, por vezes monótono - mas apenas em cenas em que o clima parado tem justificativa - e em outras recheado de lutas bem descritas e tensão absurda. A jornada da guerra entre vermelhos e prateados se torna mais obscura e perigosa a cada volume, e a promessa de um final feliz, com união e diversidade, é uma ilusão.

"É um rei, mas um garoto também, sozinho num mundo criado por suas próprias mãos."

Mare está na prisão do rei, subjugada aos caprichos de Maven. Sentenciada a usar braceletes silenciadores, para que seus poderes não fritem todos ao seu redor, a prisioneira é a protegida do rei prateado. Maven a ama, mas é um amor sombrio. E quando o livro te explica os motivos para isso, o que fizeram de Maven o monstro que todos o julgam ser, isso te quebra.

A parte mais interessante no desenvolvimento da Mare foi como a Victoria consegue equilibrar a personalidade arisca dela ao fato de ela ter se tornado um peão nesse jogo, usada pelos prateados, mais uma vez. Mare é e sempre será uma das melhores protagonistas que já li; ela não agrada, ela não é polida, ela não se dobra diante de ninguém.

"Os monstros são mais perigosos quando estão assustados."

Ela é a garota elétrica, mas também é uma vermelha que se cansou de ver as injustiças às quais seu povo precisou se curvar. Mare é bruta e perigosa. Em sua prisão, ela está domada pelo silêncio, mas nunca pelo poder. Os embates entre Maven e a garota elétrica são sempre muito impactantes dentro da narrativa, emocional e psicologicamente para os dois.

E então eu falo sobre o meu favorito: Maven Calore, agora rei de Norta. Um monstro, aos olhos de todos. Uma sombra, aos olhos dos leitores. Ele é o tipo de personagem para amar ou odiar, nota-se pelas reações do fandom, mas mesmo em seus momentos mais sombrios, Maven carrega uma escuridão que não vem dele. São traumas e perdas, coisas que ele foi forçado a ter e fazer. Não é justificativa para o que ele faz, mas é uma explicação. Ele não é um monstro em todo o seu ser, ele é um garoto assustado que vê no poder sua salvação. Maven é guiado por isso, por essa ânsia de conquista e de império. Ao lado de Mare, no entanto, é muito mais um rapaz assustado do que qualquer outra coisa.

"Eu também poderia ser um monstro. Se a oportunidade se apresentasse. Se alguém me quebrasse, como Maven foi quebrado."

É interessante como a Victoria mostra isso sem nunca revelar todas as nuances de Maven. Mare o odeia, tem pena dele, quer matá-lo, quer entendê-lo. Não são um ship, não com o potencial que tinham no primeiro livro, mas talvez acabem sendo a salvação um do outro.

Quanto a Cal, argh, eu não queria falar nele. De todos os personagens, o príncipe prateado, traído por seu irmão, arrancado de seu trono, é um dos mais insossos e desinteressantes da série. Não gosto dele, apesar de ele ser bem construído. Não sinto simpatia, compaixão, nada. E algumas decisões que Cal tomou no decorrer do livro me fizeram querer entrar nessa história só pra dar uns tabefes na cara desse egoísta.

Acho o romance dele com a Mare a coisa mais sem graça, sem vontade de viver. Nenhuma cena entre eles despertou qualquer tipo de sentimento em mim além da vontade de dormir. Eles são melhores separados. O amor dos dois não me compra.

"A cidade já era um barril de pólvora. O príncipe de fogo acendeu o pavio e deixou explodir."

Na corte do rei prateado, as coisas não vão tão bem. Ele é um usurpador, afinal de contas, independente de seu irmão ter se aliado à rebelião. Maven não é o rei que todos esperaram por tanto tempo, não foi treinado para isso, ainda que alienado a se tornar o governante. Sem a mãe ao seu lado, novamente, vemos os medos e terrores de Maven enquanto ele luta para sustentar a máscara de crueldade que ergueu com tanto esforço. Pequenos levantes e traições dentro da corte mostram que seu reinado pode estar ameaçado, ao mesmo tempo em que novas alianças se formam para destronar a certeza de que a Guarda Escarlate conseguiria derrubá-lo facilmente.

Do outro lado da moeda temos a rebelião. Em meio a conquistas e perdas, com o avanço dos domínios e do exército de Maven, é chegada a hora de a Guarda Escarlate tomar decisões mais drásticas. A guerra está sobre eles, e cair significa perder tudo pelo que eles se sacrificaram ao longo daqueles anos. Através dos pontos de vista da Cameron, que está ali pela vingança por tudo que foi tirado dela, e também para resgatar o irmão, acompanhamos o avanço da rebelião em meio a alianças e campos de batalha. As batalhas, aliás, que descrições espetaculares! A Victoria tem uma mão para descrever cenas de ação que é difícil explicar. Você se sente imersa dentro da luta, vê cada centímetro dela muito bem detalhado na narrativa. A de Corvium foi uma das melhores que já li na vida!

"- Faça esse maldito lugar queimar."

O detalhe mais legal nisso tudo é como ela deixa claro que nenhum dos lados é 100% correto. Os prateados são cruéis, os vermelhos são vingativos. Uma guerra cujo objetivo é exterminar o outro lado; mesmo com a necessidade de aliança, as coisas não funcionam tão bem. Não quando ambos os lados veem as diferenças entre si. Vermelhos e prateados não podem se unir, mesmo que para construir um governo melhor. Poucos são os que conseguem enxergar essa mudança, e não parecem o suficiente para fazê-la acontecer.

Mesmo os sanguenovos acabam deslocados dentro dessas disputas. Nem um, nem outro, são únicos e temidos e desejados. A corte prateada os que em seu exército particular, a Guarda Escarlate os quer como suas armas indestrutíveis. Dois lados de uma guerra usando aqueles entre eles como balas de canhão.

Personagens coadjuvantes têm seu destaque merecido na obra. A família de Mare, Kilorn, Farley, os comandantes vermelhos e os sanguenovos especiais que aparecem no decorrer da história. Mas a que mais merece ser citada aqui é Evangeline Samos. Uma figura temida, traiçoeira e até então completamente odiada traz consigo um background impecável e surpreendente. De repente eu me vi amando a Evangeline mais do que muitos personagens dos quais já gostava! Ela busca liberdade, mas é fiel e honrada ao poder no nome da sua casa. Uma futura rainha destronada uma vez que quer o poder, mas teme o caminho para alcançá-lo.

"Uma beleza tão simples não tem lugar aqui sem ser corrompida pelo sangue, pela ambição ou pela traição."

A edição da editora Seguinte, como sempre, incrível. Meu único problema é e continuará sendo a bendita lombada do avesso. Fica feio na minha estante, gente, eu tenho TOC com isso!

"- Uma cela é uma cela, não importa como você a decore."

A Prisão do Rei tem uma narrativa impactante e vai agradar todos os fãs da série Rainha Vermelha. Com um final arrasador, do tipo que te deixa de queixo caindo gritando "POR QUÊ?", o livro arrebata desde a primeira página até o fim.
Elen 16/04/2017minha estante
Amei a resenha


Elen 16/04/2017minha estante
Você pensa EXATAMENTE como eu kkk


'duarda 17/04/2017minha estante
mds to muito atrasada com essa série!


Queria Estar Lendo 17/04/2017minha estante
Oi Elen! Ahhh me abraça *--*
Sempre bom compartilhar surtos sobre essas histórias maravilhosas JKASNFASUOSGABAGUOASG


Lu 19/04/2017minha estante
me apaixonei pelo segundo livro e depois dessa resenha to correndo terminar o 3!!!


Thais 24/04/2017minha estante
Com um final arrasador, do tipo que te deixa de queixo caindo gritando "POR QUÊ?"

SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM!!!!! Foi exatamente desse jeito que fiquei quando terminei o livro. E eu nem sei o que farei até lançarem o próximo, porque estou relendo esse final infinitas vezes para ver se, como num passe de mágica, ele muda.


Pinhheiro 27/04/2017minha estante
Amei sua resenha , terminei de ler prisão do rei agr e essa foi a primeira resenha que achei que tipo falou meu sentimento por todo o livro , especialmente no final , mas o livro não reixa de ser tao maravilhoso!


Dy 27/06/2017minha estante
O romance da Mare com o Cal me fez desistir no primeiro livro, acho tão sem graça. Mas am o Maven, talvez volte por ele :*.


bobae 02/08/2017minha estante
OBRIGADA! Que resenha maravilhosa. Eu não poderia discordar de nada mais!
Ansiosa é pouco pro que eu estou agora. Preciso do quarto livro jáá.
Obs. Eu adoro o Maven. Ele é aquele personagem mal, mas bom demais para morrer... No fundo, acho que assim como Mare, tenho esperanças que ele possa de algum jeito se tornar aquele rapazinho sem culpa novamente.
E, mano, os finais de todos os livros são, simplesmente, arrasadores! Amo demais as reviravoltas que cada um tem. Amor demais por essa saga, não importa o quanto digam que é uma misturada de Jogos Vorazes e X-men.




Lanny 25/03/2017

E Finalmente... o romance
Demorou 2 livros, 2 contos e 6 meses na mão do psicopata, mas finalmente podemos dizer que na série A Rainha Vermelha tem um romance. Como podemos chamá-los: Care? Depois de perceber que a dona Victoria Aveyard era péssima em cenas de beijo (já perceberam que ela nunca descreve os carinhos?É apenas "seus lábios colaram nos meus" ou "colei meus lábios aos dele" e nada mais?), fiquei muito surpresa com o relacionamento de Cal e Mare na base. Mais surpresa ainda fiquei de Mare entrar num relacionamento físico com Cal tão ligeiro assim, mas pelo menos deu pra entender melhor porque Cal ama a Mare e vice versa. Até "Espada de Vidro" eu não entendia de onde vinha esse sentimento todo, porque os dois mal se falavam, tinham poucas coisas em comum e divergiam de ideias constantemente. Era mais fácil crer num relacionamento dela com Kilorn do que com o príncipe exilado, mas aqui vemos mais sobre os dois. A força que um empresta ao outro, a confiança, o apoio. Amei todas as cenas dos dois na base, mas em especial a cena em que ele se declara a ela e a cena da luta de treino na arena. Mare pensou que Cal ia pegar leve com ela, não achei que fosse assim. Isso mostra que acima de qualquer coisa ele a respeita e sua força. Na batalha ele não queria que ela se separasse dele,mas depois aceitou que ela saísse de suas vistas e na hora que ela se viu sozinha entre um exército e outro eu fiquei imaginando onde ele estaria que não estava vigiando-a e ele não me decepcionou aparecendo logo para ampará-la. Assim, ele dá o espaço que ela precisa, mas está ao lado dela quando deve.

Por isso eu fiquei chateada com aquele final. Tanto um quanto outro desistiu muito fácil,mas analisando as reviravoltas da cabeça de Mare penso que na próxima vez que ela sentir frio ela vai desejar que ele esteja do lado dela. Ou ainda pode ser que Cal vá atrás dela. Não sei, espero que isso não se arraste pra ser resolvido no final. Apesar de que, a Mare é uma garota estranha, veja...

Odeia Maven por tudo que ele fez a ela, mas toda vez que entende a mente psicopata dele, precisa abafar um sentimento de pena.

Odeia Maven e quer matá-lo, mas quando ele dá uma oportunidade a ela, ela não o faz. Tudo bem que seria assassinato a sangue frio, mas quem liga desde que aquela coisa fosse fazer companhia à mãe?

Ama Cal, mas ainda se ressente por ele não tê-la escolhido lá no início e acha que essas traições ainda podem pesar no relacionamento dos dois. Minha filha, no momento que você voltou e assumiu um relacionamento público com ele se entende que o que passou, passou. Sem essa de ficar remoendo coisa antiga, pelamor.

E vamos falar de Maven...ahhh Maven... o que eu achei interessante no período em que ele aprisionou Mare foi porque todo e qualquer argumento que pessoas favoráveis a ele poderia utilizar foi jogado por terra. Já li resenhas em que fãs do personagem diziam ter esperança ainda por ele, achando que ele foi manipulado pela mãe. Ele mesmo disse que a influência da mãe foi embora, que aquilo tudo é ele. Mas mesmo assim, Cal, muito decente, quer procurar um murmurador vermelho, mais poderoso que Elara, para "consertar" Maven. Hmmpff.... Pensemos... se um murmurador pudesse inserir de volta sentimentos naquele coração de gelo, será que não seria pior para ele? Viver sabendo o que fez para o pai, o irmão e a noiva?

E vamos falar da psicopatia do cara. Quando acusado de tentar matar Mare ele se defende dizendo "Foi só aquela vez". Viu Mare? Foi só uma vez, pode perdoar o cara, tentar te matar uma vez não tem nada de mais, se fosse duas ou mais que seria imperdoável.

E ele insiste em dizer que Cal seria um rei pior que ele. Não sei se isso é apenas mais um traço da doença mental dele ou ele sabe de alguma coisa que a gente não. Espero não ter nenhuma surpresa no último livro. Gosto muito de Cal e não quero que a autora jogue ele debaixo de um trem para salvar essa criatura.

Falando em outros personagens... que menina chata é aquela Cameron? Não estava suportando os capítulos de sua perspectiva. Ela se achava a dona da verdade, melhor que todo mundo e agindo de forma egoísta do mesmo modo que acusava outras pessoas. Afinal, qual era o objetivo único dela? Salvar o irmão. E para isso ela precisava de que? Da Guarda Escarlate. Não é o mesmo que ela acusou Mare de fazer? Pelo menos no final ela ficou mais tragável.

No conto sobre a mãe de Cal, descobrimos que seu pai tinha um amante, o "tio Robert". Quando li, fiquei surpresa com a naturalidade com que as pessoas encaravam esse tipo de relacionamento. Nesse livro, descobrimos outros dois personagens que também tem ou tiveram ligação homossexuais conhecidas por suas famílias e que não fizeram alarde nenhum. Isso me chamou a atenção de que talvez, no universo criado por Victoria o que vale é o amor, não importa de onde venha. E se a pessoa que eu amo tiver que casar com meu irmão pra ficar comigo, tudo bem. Casamentos são apenas contratos que a gente faz pra sobreviver politicamente, depois cada um fica com quem quer, contanto que produzam herdeiros, tá tudo certo.

De forma geral, a trama é bem intricada e eu acredito que ainda haja algumas surpresas no futuro. Ainda quero saber quem é o chefe desse Comando que financia essa guerra.

Depois que foi lançado "Espada de Vidro" fizeram uma imagem assim "Keep Calm e que Farley esteja grávida", eu digo o mesmo agora trocando Farley por Mare. Talvez enfie um pouco de juízo naquela cabeça dura.

Alguém por favor me diz que o próximo é o último? Não aguento essa espera. E se tiver que esperar por mais do que um livro vou ter um treco.

Para terminar só tenho a dizer "Vida longa ao rei Tiberias VII...e sua Rainha Vermelha"

P.S: Eu queria um conto sobre tudo que Cal armou para ter Mare de volta. ter a parte da guarda narrada por Cameron foi um saco, queria saber o que se passava na cabeça dele.
Elza.Siqueira 31/03/2017minha estante
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Nai 04/04/2017minha estante
Finalmente alguém que torce muuito por Cal, as pessoas não estão acostumadas a pessoas gentis, daí mentem o malho no cara! rs. Eu entendo o lado dele, apesar de tudo, ser rei é tudo o que ele foi ensinado a ser, Mare deveria ter paciência, Cal está aprendendo e amadurecendo tmb!

Quanto as cenas de amor, às vezes acho que Victoria não entende nada de romances também, é tudo no seco! ahaha

Preciso comentar que, pelo menos de um livro para o outro, Mare amadureceu bastante e deixou de ser aquela enjoada que só sabia destratar quem a ajudava!


Danny.Silva 04/04/2017minha estante
Me identifiquei em sua Resenha!
Serio, estou lendo e detestando a narrativa da Cameron, ela sem dúvida é bem hipócrita no quesito egoismo e sai por aí culpando todo mundo.
Com relação a relacionamento de Cal e Mare, espero que amadureça mais torço pelos dois, sem sombra de dúvida.
Amo o Cal apesar de muitas pessoas falarem que ele é um personagem cansado, na verdade o que tenho impressão e que muitas autoras estão supervalorizando os vilões e desvalorizando os mocinhos e isso é sem dúvidas cometer um assassinato literário! Espero ter surpresas boas ao terminar de ler esse e espectativas maiores para o próximo!

PS: Achei Mare melhorsinha nesse livro ;)


Lanny 05/04/2017minha estante
"Na verdade o que tenho impressão é que muitas autoras estão supervalorizando os vilões e desvalorizando os mocinhos". Isso. Mas o pior é que não são apenas as autoras, são as pessoas de modo geral. Veja que os outros livros dessa série tem bem mais resenhas que esse, por que? Bom, pode ser porque ele é recém lançado e as pessoas ainda não tiveram tempo para ler, mas eu desconfio que o fato das expectativas da maioria de que Maven se revelaria uma pessoa melhor não deu certo.


Danny.Silva 05/04/2017minha estante
Realmente e por isso mesmo estranho ao ver muitas pessoas torcendo para que ele fique com a Mare.
Ele simplesmente é um perfeito vilão, com traumas, rancores e obsessões e sim pode amar também e acredito que possa ter uma redenção no final...
Mas sair vitorioso e de quebra com a garota é sacanagem.
Mas gosto é gosto não é mesmo? :)
Abraços


Lanny 07/04/2017minha estante
Pena que eu não tenho como curtir seu comentário. Ser capaz de amar, ter uma redenção tudo bem, mas ficar com tudo é sacanagem. DEZ!


Cátia 07/05/2017minha estante
ACHEI O MEU LUGAR... gente eu não entendo como essas pessoas defendem o Maven... se encontrarem a cura pra ele que bom pq deu uma dózinha dele quando ele contou o que a mãe fazia na infância mas mesmo assim não tem sentido ele ficar com a Mare... eu tb espero muito que seja o ultimo livro dessa saga pq eu só li esse pq achei que era o ultimo...Tb senti falta disso da visão do Cal das coisas, não gosto dessa tática das autoras pra manter o triangulo de desvalorizar um personagem, semelhante com que a autora de Estilhaça me fez com o Adam, mas no caso dessa saga fica muito sem nexo sei la...Lendo os comentários de pessoas que apoiam o vilão eu entendo que realmente tem algo muito errado com a sociedade com romantizar a violência e o abuso que Mare sofreu ABSURDOO e diz não gostar do cara que a trata bem fico revoltada.




Camz 10/03/2017

Intenso
Eu poderia começar a resenha da mesma forma que comecei anteriormente. Mas sabe, essa é a segunda vez que estou tentando escrever ela. Acredito que a resenha que estava escrevendo antes nunca faria juz ao que eu tinha para dizer de verdade. Eu precisei de um tempo para pensar depois que terminei de ler.

É um livro bem diferente. Ao contrário dos outros dois, aqui você consegue ver a perspectiva de outros personagens, não só da Mare, mas de Cameron e de Evangeline também.

É um livro rico, cheio de coisas importantes para serem absorvidas. Intenso do começo ao fim. Você cria laços de verdade com os personagens, entra já cabeça deles e começa a entender mais de cada um deles.

Muita coisa é explicada, muita coisa fica no ar, um livro devastador que te deixa sim com uma ressaca literária infernal. Eu esperei tanto por esse livro, quando ele chegou eu corri pra ler.

A Mare continua sendo testada cada vez mais, até aonde ela pode suportar tanto sofrimento?

Só posso dizer a todos vocês fãs da série como eu LEIAM ESSE LIVRO...

Porque nada do que eu pudesse explicar com palavras seriam suficientes.
Não é um livro pra encher linguiça até o último livro sair. Não é decepcionante, ele é apenas destruidor. Devastou meu coração. O final é sufocante...
Márcia Rodrigues 12/03/2017minha estante
Pra mim, a Victoria conseguiu melhorar muito, Gostei de ver Evangeline sob outro ponto de vista, ms tb queria ver o ponto do Maven (espero que apareça no próximo livro). Cal ainda não me convence, não consigo gostar dele, infelizmente. Prefiro Maven. Mare parou com aquelas chatices de Espada de Vidro.


Cátia 07/05/2017minha estante
To arrasada com o final desse livro. Gente EU AMO O CAL ! não entendo como não gostam dele kkkkkkk ele é um personagem lindo que tinha o potencial pra crescer muito mas por escolha da autora fica apagado, o que mais gosto nele é que ele tem defeitos sabe? o que é pessimo pq a gente se apaixona como se fosse de verdade... enfim




Monique 26/03/2017

A traição dos Príncipes
"Não somos escolhidos, mas amaldiçoados."

Mare foi traída mais uma vez. E de novo. E de novo. E de novo.
Quantas vezes isso deverá acontecer até ela finalmente abrir os olhos? Estou me perguntando isso desde quando li a última frase é já nem sei se tenho esperanças de que no próximo livro, Victoria finalmente transforme Mare no que ela deve ser.
Uma rainha.

Foram tantas partes destacadas nesse livro que nem sei por onde começar!
Primeiro: Colocar Cameron para ser uma das narradoras não foi uma boa ideia. O personagem não acrescentou em nada para a história e no final ficou mais apagado que as chamas de Maven.

Segundo: Evangeline me surpreendeu num grau que nem sei o que dizer. Ela foi o ponto alto desse livro e espero que no próximo Victoria continue com ela narrando algumas partes e que não deixe para o final como fez dessa vez. Ela merece destruir tudo, começando pela própria família.

Terceiro: Cal, Tiberias, medroso. Tenho vários nomes pra ele, mas o que se destaca nesse livro é covarde de merda.
Eu fiquei o tempo todo oscilando entre odiar e amar Maven só pra no final eu descobrir que o meu ódio seria direcionado para Cal. Depois de todo o romance e das palavras de amor que ele disse, eu tinha certeza que nenhuma coroa iria conseguir destruir isso, porém estava totalmente enganada.
Maven foi destroçado pela mãe e Cal pelo poder que acredita ser maior do que qualquer amor que possa sentir.

E agora a única certeza que eu tenho é que Kilorn terá o seu momento e depois de ler o final desse livro, torço por ele.
Ou Cal se redime, se ajoelha, se arrasta e Victoria prepara o melhor pedido de desculpas que um mocinho de um livro já fez por alguém nesse mundo, ou serei #TeamKilorn até o infinito e além.

Ela foi aprisionada e traída pelos dois, acreditando no amor de ambos e no final o que resta é a estrada a sua frente.
Tudo que Mare deseja, como ela mesma disse é:
" Em algum lugar distante, dentro de mim, um trovão ruge.
Vamos deixar que eles se matem"

E honestamente, que morram os dois.
Ou se arrependam e se ajoelhem perante Mare.
A rainha.
Monique 27/03/2017minha estante
Chocada com sua resenha!!!! Louca pra começar a ler!!!


Monique 27/03/2017minha estante
Ai, depois vc me fala o que achou????


Nick Rodrigues 28/03/2017minha estante
Minha xará, kkkkk. Tmb super concordo que Kilorn ainda vai ter sua vez no último livro :)


Erika 04/04/2017minha estante
Você escreveu exatamente o que eu achei do livro...Sabe que me senti culpada por ficar com pena do Maven, até me esforcei para entender o lado dele. Depois dessa do "Tibosta" acho que a Mare deve ficar com o Maven só de raiva...rsrs




Dani 30/03/2017

Decepcionante
Esse livro foi uma perda de tempo. Muita enrolação e pontos de vistas (POV) desnecessários. Os POV de Cameron foram os piores. Sinceramente não entendi essa decisão. Se queria um POV do outro lado da história, porque não escolher o Cal? Bem mais interessante.
Terminei a leitura na garra, pois sempre que terminava um capítulo não tinha a mínima vontade de pegar o próximo. Um final sem graça e esperado. Fica bem claro que essa história deveria ter sido uma trilogia. Ter enxugado momentos desnecessários desse volume, juntado com o quarto e encerrado.
Perdi tanto o interesse, que nem sei se terminarei a série.
Dalliane 30/03/2017minha estante
Penso o mesmo, achei um saco...


NancaCL 31/03/2017minha estante
Alguém mais achou a Cameron desnecessária ufa! Por mim, dava para cortar todas as partes dela do livro.


Dani 31/03/2017minha estante
Também achei Nanca. E além de desnecessária, muito chata. Só sabia reclamar de tudo!


Nai 04/04/2017minha estante
Concordo que deveriam ser contado pelo ponto de vista de um personagem mais relevante como a Farley, Carl ou até mesmo o Julian, mas não lemos ainda o último, talvez a Cameron tenha um papel decisivo.


Franciele.Leal 23/04/2017minha estante
Mds a Cameron foi a pior do livro todo, marrenta demais, demorri 2 semanas pra terminar esse livro, e sempre que abria me batia um sono que abandonava ele, terminei empurrando, um final totalmente horrível.


Cleusa 24/05/2017minha estante
Decepcionante. Não terminarei a série com certeza! Na verdade para mim terminou! Levei meses para ler porque sou teimosa, muita enrolação e pouca ação. Eu poderia ter lido uns 4 livros enquanto enrolava nesse... kkkkk...


Lucas 26/12/2017minha estante
Exatamente, muitos diálogos e pontos de vistas desnecessários, momentos de "batalhas" horríveis. O livro se arrastou até o final, que foi uma decepção. Em comparação com o primeiro livro da série, ficou devendo muito.




Mariana.Silveira 16/04/2017

Péssimo
Sabe oq é andar em círculos? Enxer linguiça? Pq é isso q esse livro representa
comentários(0)comente



Verônica 16/03/2017

Resenha: A prisão do rei por Pensamento Literário
É muito complicado explicar um livro e mais ainda quando esse tem continuação. Estava bem ansiosa por esse exemplar, pois achei que a autora estava escrevendo uma trilogia (não sei de onde tirei essa informação) e esse era o último volume da sequência. Por fim, tem mais emoções pela frente.
Ganhei os dois primeiros volumes de presente de aniversário de uma amiga muito querida ano passado, não gosto de ler estórias que ainda estão sendo lançadas, mas a curiosidade foi maior e li os dois primeiros livros. Amei, pois a distopia retratava a revolta de um povo oprimido, juntando a isso ação, romance e consequentemente poderes (estilo x-men). Como estou financeiramente instável li esse em e-book, o que não curto, e somando a esse pequeno problema veio à questão da narrativa se estender ao ponto de tornar tudo enfadonho.
Ao ler o título imaginei que o enredo seria outro, achei que o “rei” Marven iria ser preso, para quem não sabe esse é o vilão da trama. Não foi esse o rumo da escrita e nesse sentido o equívoco foi somente meu, se tivesse lido a sinopse teria compreendido muita coisa. Entretanto fora esses pormenores, a narrativa é cansativa. Tudo ocorre enquanto Mare é prisioneira do atual rei, por isso vemos tudo através de sua perspectiva deixando a escrita prolongada e tediosa. Em contrapartida a autora inovou acrescentando pontos vista de outros personagens das tramas anteriores, isso foi viável já que a protagonista esta presa e não conseguimos “enxergar” fora da realeza. Outra questão que não gostei foi o fato de Victoria Aveyard tentar justificar os atos brutais do rei Marven, como se ele fosse vitima da sua falecida mãe e por isso comete tais atrocidades. Se você é autor e constrói um vilão, continue vilão. Sou até a favor de um drama. Que esse (vilão) se arrependa no final ou qualquer outra atitude para demonstrar um lado humano, mas não tente “defender”. O cara é desequilibrado e pronto!
Depois de mais de 300 páginas sem ação, com uma mocinha apática, a teia que move os personagens começou literalmente a agir. A partir desse momento comecei a sentir todas as emoções dos livros anteriores, percebi que a autora estava trazendo Mare à vida e acima de tudo colocando intriga e ação nesse “script”. Todavia toda essa movimentação só começa acontecer próximo ao final.
Mesmo com todos esses aspectos cansativos, a autora soube despertar a curiosidade de seus leitores, pois no desfecho nos deparamos com Mare e Cal (o par romântico) com um problema gigantesco para resolver e que dependendo da decisão influenciará no destino deles. Particularmente amo o Cal e estou torcendo e muito para que surja uma solução que faça esses dois terminarem juntos.
Li e vi muitas leitoras elogiando e até mesmo dando cinco estrelas para esse livro. Particularmente sou do contra e não achei que a autora me cativou, como ressaltado ela conseguiu se redimir comigo, mas não foi igual às estórias anteriores. Estou muito triste por essa trilogia ter virado série e se postergado, e mais ainda por não ter aguardando todos os livros serem lançados, entretanto sei que quando sair o próximo irei ler, pois a curiosidade é latente.

site: http://pensaliterario.blogspot.com.br/2017/03/resenha-prisao-do-rei-livro-3-sem.html#.WMtA728rLIW
nexinha.fragoso 17/03/2017minha estante
Eu imaginei que esse terceiro fosse ser um pouco fraco e enrolado até porque ele meio que antecede o último. (Eu acho que são quatro livros rs)
Mas eu realmente achei que fosse a prisão do Rei e sobre uma prisão da Mare rs
Espero que essa guerra seja boa mesmo hahahahahahaha


Bruna 18/03/2017minha estante
Pois é... quase 300 páginas de pura enrolação. Páginas que não acrescentaram tantas coisas para o desenrolar da trama.

O livro me decepcionou bastante. Já não tinha gostado do segundo. Mesmo assim irei ler o próximo, para saber como termina a trama, né?


Verônica 21/04/2017minha estante
Você pensou correto, eu que me entusiasmei e fui para um enredo totalmente diferente. :(


nexinha.fragoso 21/04/2017minha estante
Vamos ver o próximo livro para ver como vai ser. Mas o sangue na coroa esta diminuindo ...


Verônica 02/05/2017minha estante
A novidade é que o Maven é bissexual :/


nexinha.fragoso 02/05/2017minha estante
Eita kkkkkkkkkk
Nem teria imaginado isso kkkkk


Verônica 04/05/2017minha estante
Nem eu rsrrs


nexinha.fragoso 04/05/2017minha estante
Pois é ... babado kkkkkkkk




Tamirez | @resenhandosonhos 13/08/2018

A Prisão do Rei
Eu estava com altas expectativas pra esse livro devido aos fatos que tinham acontecido em Espada de Vidro. Eu gostei muito da dinâmica do segundo e de como a história pareceu encorpar, mesmo tendo me decepcionado com o final e a completa semelhança à trilogia a qual essa história já foi inúmeras vezes comparada desde o seu livro inicial. Em A Prisão do Rei meus medos eram: ter uma Mare Barrow muito mimizenta e ter capítulos narrados pelo Cal.

Nenhum desses ponto aconteceu, mas outras coisas acabaram por se tornar aspectos negativos. A primeira delas é a demora de mais de 300 páginas para algo finalmente acontecer. Há uma longa espera aqui pra que a ação nos alcance e o livro realmente engrene. Felizmente algumas coisas se salvam desse período e é possível conhecer bem mais sobre o desenvolvimento político aqui. Temos pela primeira vez uma visão mais ampla dos reinos e da posição de seus governantes sobre o que está acontecendo em Norta e a Guarda Escarlate.

“Somos fios desencapados e máquinas defeituosas, ainda aprendendo sobre nós mesmos e nossas habilidades. Quem sabe o que pode acontecer?”

Isso é muito importante para que a história ganhe mais corpo e não sobreviva apenas dos conflitos pessoais dos três personagens que tomam o centro da trama. Saber o porquê das coisas e os motivos ocultos das coisas que nos foram apresentadas como verdade desde o começo da história. Lakeland, Monfort e Piedmont tem seus papeis um pouco mais explícitos e algumas cartas acabam também por ser expostas na mesa.

O personagem que mais nos ajuda a entender certas coisas é Maven, sendo também aquele que possui mais profundidade e entendimento aqui. Em A Prisão do Rei conseguimos entender melhor o que aconteceu com ele e o que Elara fez em sua cabeça, arrancando lembranças e sentimentos até que moldasse o jovem a ser o que é hoje. Porém, parece que nem ele compreende direito e apesar de entender, não é capaz de saber ao certo o que lhe pertence e o que foi plantado ali pela Rainha mãe. Uma das poucas coisas que o prende e ele sente como real é a ligação com Mare, algo que Elara não conseguiu exterminar.

“Sem querer, sinto saudades de alguém que não existe.”

É essa ligação que vai manter Mare viva e também nos possibilitar ver através dos olhos dela algumas coisas explicativas para a história. Ele a leva para vários lugares, pois não quer perdê-la e não arrisca entregá-la a supervisão total de outra pessoa pois sabe que os prateados estão atrás de sua cabeça.

Outra grande surpresa do livro é Evangeline. Ela e Maven, aliás, são os meus personagens favoritos nesse livro, pra vocês terem uma noção. Ela tem alguns capítulos e é muito interessante conhecer seu ponto de vista. Ela está prometida ao Rei, como exige sua posição, mas há um desconforto palpável em toda a cena em que está, e a curiosidade do leitor em direção à personagem se aguça muito por causa disso.

Mare não teve grande crescimento aqui, mas também não foi a chata que eu achei que seria. Ela se comportou muito bem na posição que lhe foi imposta e tentou o tempo todo buscar opções e se manter lúcida. Outro que se firmou um pouco mais foi Cal, agora como parte real da Guarda Escarlate. Ele foi treinado para ser um estrategista e agora está usando isso em favor da organização, o que está rendendo frutos em manobras bem realizadas e vitórias. Porém, seu potencial ainda é muito desperdiçado e ele soa sempre muito fraco na história. E o desfecho dado ao livro não colaborou nem um pouco pra uma mudança nessa imagem.

O fim chegou já antecipado. Há uma cena específica umas 100/70 páginas antes que alerta o leitor e faz com que já saibamos o que está por vir. Ai, quando acontece, não há surpresa alguma e, como os personagens envolvidos são bem previsíveis, nada do que é imaginado deixa de se concretizar, trazendo um final sem grandes surpresas. Em um livro que demorou 300 páginas pra engrenar e começar a acontecer, isso não é algo positivo.

Além da visão de Mare, os capítulos também são guiados por Cameron, uma sanguenovo que conhecemos no segundo livro e que eu tive que puxar bastante na memória pra me lembrar quem ela era. Por ela não ser muito ativa dentro da Guarda Escarlate perdemos de enxergar melhor dentro da organização. Preferiria muito mais que a Farley tivesse conduzido e que tivéssemos em algum momento algumas visões de Maven também. Iria ser incrível habitar a cabeça perturbada do personagem.

A Prisão do Rei foi o livro mais fraco até o momento na minha opinião. Há muita lentidão, podia certamente ser mais dinâmico, há pouco desenvolvimento de história – apesar de ampliar o mundo e nossa visão -, e não se mantém um clima durante a leitura. Há picos e momentos onde a trama é simplesmente atirada no leitor sem um escalonamento de tensão, fazendo certas coisas soarem bem abruptas, como o ato final.

Confesso pra vocês que para o livro final as expectativas baixaram um pouco, o que parece aumentar o peso que a conclusão da série vai ter. A Rainha Vermelha e Espada de Vidro foram livros que eu defendi fortemente e também combati as comparações, mesmo tendo lido a trilogia Grisha e encontrando algumas coisas (principalmente a cena final do segundo). Mas agora o que eu realmente preciso, e acho que todos os leitores aqui, é um final fantástico, para apagar todos os altos e baixos e termos mais um motivo para defender a história de Victoria Aveyard.

site: http://resenhandosonhos.com/prisao-rei-victoria-aveyard/
joYce 13/08/2018minha estante
falou tudo o que eu pensei!!!!
Evangeline??




Nice Santos 13/05/2017

Sápôrra não termina no terceiro livro!
"Sápôrra não termina no terceiro livro!" Foi meu primeiro pensamento quando cheguei no epílogo. Uma onda de frustração me dominou.

A leitura desse volume pra mim foi maçante, até mais que a do segundo livro, não que seja de todo ruim, minha curiosidade me dominou e forcei a leitura até o fim para ficar puta de raiva porque a autora não quer acabar com essa bodega!!!

Saber o fim? Sei lá quando!
Camila Menezes @camenezesx 14/05/2017minha estante
Te entendo perfeitamente! Também tive esse pensamento: Sério que não acabou?
Senti que nesse livro, a autora enrolou bastante, ou seja, encheu muita linguiça.
O jeito é esperar o quarto livro e ver se termina, ou não.


DriPinheiro 16/05/2017minha estante
Pelo que me lembro, a autora já tinha falado que ia ser uma quadrilogia.
Ao menos eu antes de comprar este livro já sabia que teria o quarto depois deste.


Carol 20/05/2017minha estante
outro filler então


Pâm 25/05/2017minha estante
Amei seu comentário é o que tô sentindo agora fiquei puta q acabou dessa forma?




Mari Siqueira 27/04/2017

Terceiro livro da saga A Rainha Vermelha, A Prisão do Rei toma um caminho bem diferente de seus antecessores. Se nos outros livros, Victoria Aveyard nos bombardeou com reviravoltas e cenas de tirar o fôlego, desta vez, a autora desacelerou bastante o passo e a história se arrastou de forma entediante por cruéis trezentas páginas. O ritmo da história combinado a escolha dos narradores impactou muito o desenvolvimento da trama e, assim, considero este um dos mais fracos livros da série.

A narração dos capítulos nos fornece três diferentes pontos de vista: Mare, Evangeline e Cameron. Com motivações absolutamente diferentes, a escolha das três garotas não foi aleatória mas acabou prejudicando a narrativa. Mare passou grande parte do livro presa pelo ex-noivo, Maven, sofrendo todo o tipo de tortura física e psicológica. Evangeline é uma manipuladora e faz o possível para proteger a si mesma e aos interesses da família. Cameron, no entanto, é uma sanguenova que tem muita raiva por ter sido obrigada a se juntar à Guarda Escarlate.

Se a Guarda Escarlate já não é exatamente popular por suas ações radicais, ter o ponto de vista de alguém que não concorda com o grupo tende a influenciar os leitores a não escolherem um lado. Discordo veementemente da forma de atuação política da Guarda e com atentados cada vez mais violentos, se fez necessário um ponto de vista mais humano de dentro da organização. Não há. Provavelmente, esta foi uma escolha proposital de Victoria, justamente para nos mostrar o grande caos político em que essa distopia se enquadra, infelizmente tão contemporânea que assusta.

As movimentações políticas e o jogo de manipulação propagado pelo governo é explícito e complexo. A autora expôs uma realidade distópica em que a rebelião é a única alternativa, no entanto, os ideais se perdem conforme o poder se dissipa. É um infinito de contraste de pontos de vista, crenças e poderes. Escolher um lado não é fácil, especialmente, quando tantos sacrifícios são requeridos pelo "bem maior", essa expressão que justifica todo tipo de atrocidade para consertar outra atrocidade vigente.

Ao finalizar a leitura é possível compreender porque o herdeiro destronado, Cal, hesita tanto em escolher um lado, a Guarda Escarlate não se mostra uma alternativa justa à monarquia absolutista. Teria sido interessante conhecer o ponto de vista dele perante os eventos que sucederam a prisão de Mare.

Maven, no entanto, se mostrou mais complexo e misterioso do que parecia ser. O jovem rei confessou que é uma criação da mãe - manipuladora de mentes - e nos deixa na dúvida sobre o quanto de sua maldade foi implantada em suas lembranças pela falecida rainha Elara. Em muitos momentos, tive pena dele por tantas escolhas erradas, mas mesmo sem os laços que o uniam à sua mentora, Maven permanece um tirano obcecado por Mare Barrow e pelo poder.

O ritmo narrativo acelera nas últimas páginas e grandes alianças políticas se consolidam. É quase irônico o quanto o poder depende do medo. Enquanto os dois lados armam suas estratégias para a batalha, famílias, vidas e sonhos são dizimados por exércitos inteiros. É um massacre para ambos os lados e a vitória se afasta cada vez mais da paz. A justiça é uma utopia, seja no mundo real, seja no mundo distópico. Somos todos prisioneiros em nossas jaulas prateadas.

"Ele me enganou quando era príncipe, me atraindo para sua armadilha. Agora, estou na prisão do rei. Mas ele também está. Minhas correntes são as Pedras Silenciosas. As dele são a coroa." (p. 183)

site: http://sobreamorelivros.blogspot.com
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Aline 16/02/2018

A Prisão do Rei
Gosto muito dessa série então vou discutir alguns pontos:

Mare se tornou uma personagem muito cansativa. Os capítulos dela não são tão arrastados, mas até quase metade do livro a "crise de estrelinha" dela foi algo irritante. Parecia que só o que ela fazia era ressaltar o quanto ela era boa e poderosa. E quando não fazia isso ficava numa dúvida sobre o que sentia sobre seu capitor. Depois, mais pro final pareceu que era outra pessoa. As atitudes não batiam com o apresentado. Acabei não gostando dela nesse livro.

A autora colocou capítulos narrados pela Cameron. Não vou dizer que foi desnecessário, até porque não foi, mas esses sim eram os que não fluíam. Tudo que ela fazia era reclamar da guarda e falar mal de Mare. Todo capítulo. Cansou e acabei achando infantil demais.

Foi interessante ver a perspectiva de Evangeline, gostei dela e do desenvolvimento. Dá pra entender o que ela faz e porque ela o faz. Só há muitas descrições nas narrativas, mas não incomodou tanto.

O personagem principal desse livro é Maven, ele sem dúvida é o que mais se destaca. Ver o crescimento dele, tudo que ele passou e vem passando nos fazem entender o porquê dele ser como é, suas dúvidas e sua obsessão. Isso foi muito bem feito e adorei a forma que foi trabalhado. E pra mim ele foi maravilhoso.

O romance foi algo que não achei natural, depois de todas as reclamações e dúvidas da Mare ela muda totalmente e o romance é diferente do apresentado nos outros livros. Ao meu ver não colou, mesmo eu gostando do casal.

E Cal ficou quase sem destaque, apenas mais no fim. Mas continuo achando ele um excelente personagem. E sim, para quem já leu eu CONCORDO sim com uma certa decisão dele. Achei que fez o certo, e agora eu quero muito saber o desenrolar disso.

A leitura é boa, pra mim não foi tão fluída assim, mas conheço pessoas que devoraram o livro rapidamente. A escrita da autora é ótima conseguindo fechar bem algumas pontas que foram ficando dos livros anteriores.

Apesar dos pontos que destaquei eu recomendo sim a leitura, eu gosto muito da série e fiquei muito curiosa pela continuação.

site: https://www.instagram.com/p/Bd-8TNsl2Cc/?taken-by=folhaafolha
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Gianik 29/03/2017

All Will Burn
Melhor livro da série até o momento. Otimo conhecer e entender melhor os reinos vizinhos de Norta e saber sobre os estudos de como surgiram os prateados.A Prisão do Rei nos apresenta um universo bem criado por Victoria com uma profundidade que os outros livros não haviam apresentado!
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Cheiro de Livro 26/06/2017

A prisão do rei
Adoro distopias e por isso a criada por Victoria Aveyard veio parar na minha mão aqui na Redação. O primeiro livro era interessante (resenha aqui), no segundo Mare, a heroína virou uma mala, agora em “A Prisão do Rei” é uma tentativa de correção de rumo, são páginas demais para corrigir erros do passado e ainda tentar construir uma trajetória para o quarto livro.

O maior problema do segundo livro é Mare. A protagonista se transformou em uma personagem tão chata e com atitudes tão idiotas que é difícil de se relacionar, eu quase comecei a torcer para que a Guarda Escarlate fosse derrotada. O terceiro livro se esforça para, sem mudar a personalidade de Mare, mudar tudo que foi construído em “A Espada de Vidro“. Ela passa boa parte do livro como prisioneira de Maven e isso faz com que ela passe a agir diferente e volte a ser um personagem com quem o leitor consiga se relacionar, funciona só parcialmente. O trauma não precisa ser explicado a cada linha, o leitor não precisa ser relembrado a todo instante o quanto ela sofre e sofreu, só tirando essas explicações já reduzia bastante o tamanho dos livros.
Aqui ganhamos mais duas outras narradoras além de Mare, Cameron e Evangeline são protagonistas, aqui e ali, de alguns capítulos. Fiquei esperando que tivessem mais protagonismo. Esse é o volume da série onde a politica deveria dominar, ao invés disso ficamos vendo o mundo pelo olhar limitado de Mare e vemos uma protagonista incapaz de ver o todo do que está acontecendo. Isso me irritou um pouco, queria mais capítulos fora da prisão do Rei e mesmo quando estamos fora da prisão as duas outras narradoras tem pouca percepção do que está se desenrolando.

“Prisão do Rei” não é um mal livro, só é grande demais para o que contem. Toda o primeiro terço do livro é grande demais, o segundo terço, onde está realmente a história que se desenrolará no próximo livro, é minúscula e o final é para ser apoteótico, com uma grande batalha e a carnificina é descrita só pela metade. Aveyard perde tempo descrevendo um cativeiro repetitivo e no momento decisivo do livro desiste de continuar, fiquei frustrada.

site: http://cheirodelivro.com/prisao-do-rei/
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Lelê 14/03/2017

Sobrevivência, Guerra, Sobrevivência, Guerra. O amor e ódio entrelinhas farão muitas lágrimas serem derramadas e desperdiçadas.
Escrever essa resenha vai ser tudo, menos fácil. Mesmo tendo escutado alguns comentários negativos, me apaixonei de imediato por essa saga, que por diversos motivos me envolveu desde o início. E até agora, após a leitura do terceiro livro dessa história tão cheia de reviravoltas, ainda estou surpresa com o desenrolar dos fatos nessa parte do enredo.
O início e grande parte da história é narrado por Mare, que passa a maior parte do tempo como uma prisioneira oprimida e encurralada, sob as garras de um rei descontrolado.
Confesso que o livro não foi perfeito, principalmente com seu início pouco explosivo, mas como uma fã devotada de "Red Queen" não me decepcionei nem um pouco ao ver enfim a nossa protagonista amadurecer.
Quase deixamos para trás a Mare autoritária e impulsiva de antes, agora, apesar de subjugada, ela mostra força e determinação, nos causando uma empatia antes desconhecida. Mesmo relutante, vemos uma Mare sofrida e torturada, pagando e se arrependendo pelos erros que a levaram até a prisão do rei.
Descobrirmos mais sobre a mente de Maven também foi extremamente empolgante, vermos as artimanhas criadas por sua falecida mãe o consumirem nos deixa em um misto de pena e raiva em relação ao personagem, que apesar de moldado para agir de tal forma involuntariamente desde a infância, acaba chegando em um ponto de loucura e maldade onde uma redenção benevolente se torna impossível para o futuro.
Mesmo vítima, Maven é mau, seu amor por Mare é doentio e tóxico. Como uma fã do personagem e leitora apaixonada por vilões, espero sinceramente que Victoria o dê um final grandioso no próximo livro, mesmo achando que ele ainda poderia ter sido explorado de uma forma mais profunda nesse terceiro volume da saga.
Intercalado com os capítulos onde vemos a tortura de Mare como uma prisioneira envolta em sedas vermelhas e pedras silenciosas, temos as partes que são narradas por Cameron, nos mostrando o que acontece com a Guarda Escarlate e seus aliados. De alguma forma a narração dela foi melhor do que eu imaginava, mas ainda acho que ela não foi a personagem adequada para mostrar esse lado da moeda, considero que vermos um pouco das opiniões de Cal poderia ter sido deveras mais interessante (Na verdade, consigo listar mentalmente inúmeros personagens que teriam funcionado melhor, ainda assim os capítulos narrados por ela conseguem segurar as pontas enquanto nos informam o que acontece do outro lado da rebelião).
Cal foi um meio termo sem fim aqui, ele ainda é o mesmo apaixonado, altruísta e amável príncipe ardente que conhecemos, mas de alguma forma a autora conseguiu instalar dúvidas e ações contraditórias no personagem, que nos deixaram a questionar o que aconteceu com o amadurecimento impressionante que ele havia tido no segundo livro. Mas nem isso conseguiu apagar o amor irrefutável que ele demonstrou por Mare, agora mais evidente do que nunca para todos, já que o príncipe inegavelmente teria feito qualquer coisa para resgata-la. A dúvida que paira é, se for preciso escolher, o grande amor de Cal por Mare será maior do que a pessoa que foi treinada para ser, dos deveres que acredita possuir como rei legítimo de um trono prateado?
Os capítulos narrados por Evangeline só acontecem do meio para o final, mas são fluidos e interessantes, ela não se mostra uma mocinha por baixo de uma máscara forjada, mas ainda assim entendemos algumas das motivações e medos da magnetron.
Em alguma parte no meio da história as ações começam a surgir de maneira impressionante, o mundo está ruindo entre uma guerra por poder, igualdade, vingança e aceitação. Esse é o ponto central da história, apesar de nos dar um alívio romântico quase inexistente em "Espada de Vidro", a autora deixa claro suas intenções, essa é uma saga que fala acima de tudo sobre uma luta por liberdade e igualdade.
Muita ação e reviravolta permeiam os capítulos finais do livro, onde alianças improváveis são formadas e uma guerra total eclode, sendo cada lado movido por seus próprios interesses.
E é exatamente aqui que o lema principal da série entra com força total. "Todo mundo pode trair todo mundo". Aqui as traições não acontecem de forma grandiosa e fatal como a de Maven, mas de alguma forma conseguem doer ainda mais. "Todo mundo pode trair todo mundo, até a si mesmo", esse parece ser o recado velado de "A Prisão do Rei". Amor, lealdade, promessas e sonhos não são suficientes para aliarem pessoas em meio a uma guerra. Cada um guarda um ideal e um objetivo, e é isso que define os amigos ou inimigos em um mundo forjado de sangue, luta e destruição.
O final foi triste para mim, especialmente porque foi dolorosamente previsível, mas ainda assim extremamente doloroso. Acredito que ninguém mais aguenta o sofrimento sem fim de Mare, nem a própria, que agora parece totalmente preparada para enfrentar tudo e todos em prol da revolução total.
Ela não é a mesma que acreditava estar pronta em "Espada de Vidro", agora confio que nossa protagonista está realmente preparada para ser uma líder e uma rebelde em pleno funcionamento, uma garotinha elétrica que iluminará a nova aurora que ameaça romper. E isso me anima imensamente para o próximo, e último, volume da saga.
Uma espera de meses sem fim nos aguarda, mas acredito que quando enfim descobrirmos o destino da guerra e dos personagens que tanto amamos, a demora terá valido a pena.
Não sei se como uma romântica incurável ou uma leitora em busca de alegria, mas torço fielmente por um final feliz, não importando o quão bobo seja ou soe. Sei os efeitos que um final arrebatador e heróico tem, principalmente em sagas de guerra e sobrevivência como essa, mas meu coração torce para que Mare tenha um final justo depois de tanto sofrimento que vivenciou ao longo dos anos. E como uma romântica ainda mais incurável, torço desesperadamente para que o amor de Mare e Cal seja maior do que suas diferenças, para que ambos possam ter seus felizes para sempre, juntos e apaixonados.
Yuuhi 15/03/2017minha estante
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Maria M. 15/03/2017minha estante
Amei a resenha, mas apesar de gostar de finais felizes como você, esperonque ela não fique com o Cal eu não gosto dele.


Lelê 15/03/2017minha estante
Se ela não ficar com ele, mas ficar bem, já seria ótimo pra mim. Mas tenho medo de um final trágico, pois tenho a impressão que a história se encaminha mais e mais para isso.


Cristiane Santos 15/03/2017minha estante
Ótima resenha, adorei o livro mas não gostei do final, fiquei com mt raiva. E também acho que essa série tem tudo para ter um final trágico, infelizmente.




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