O Beijo Traiçoeiro

O Beijo Traiçoeiro Erin Beaty




Resenhas - //////


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Ally 11/06/2018

Resenha do blog "De repente no último livro..."
O Beijo Traiçoeiro é um livro que já tinha boa pinta desde que vi a capa dele em Inglês há tempos atrás. Apesar das imensas criticas que o livro gerou no Goodreads, polêmicas que, a meu ver, são desnecessárias e exageradas, tenho que dizer que até certo ponto eu gostei da história, li super rápido, e apesar de ter meus sentimentos encontrados com o final, onde achei que a autora tenta acrescentar um drama sem sentido à história, no geral foi uma leitura muito boa.

Os personagens estão muito bem caracterizados, inclusive os secundários. A protagonista, Sage Fowler, é mais uma daquelas mocinhas à frente de seu tempo, destemidas e independentes. Algo que não gostei no livro é a referência que a autora tenta passar sobre "ser independente" ou "ser moderna". Sage é absolutamente contra a idéia do matrimônio, ela não apenas descarta o casamento em sua vida como também deixa claro que não acredita no casamento como um todo. Sinceramente acho uma idéia radical demais, que inclusive veio a ser repetida quase que exaustivamente durante a leitura. E não entendo porque uma postura tão radical tem que ser associada à um comportamento moderno... Quer dizer que porque alguém acredita no casamento essa pessoa é retrógrada? Só porque alguém deseja se casar isso a torna menos atrativa, menos interessante, menos inteligente? Durante boa parte do livro a autora tenta mostrar Sage não apenas como alguém mais moderno e livre, mas como também alguém superior às outras moças.... E durante um certo momento do livro, o discurso de Sage deixa de ser divertido para tornar-se, ao meu ver, um pouco extremista, principalmente levando-se em conta tratar-se de uma jovem que nunca foi casada, que não sabe absolutamente nada sobre amor ou casamento mas se acha no pleno direito de julgar e defender a ideia de que uma mulher desejar se casar é algo errado, imposto por uma sociedade interesseira e atrasada...
Sage aceita trabalhar como aprendiz de Darnessa, uma das casamenteiras de Crecera. Ela está ali para analisar em detalhes o perfil de cada candidato. Porém ao meu ver, ela parece ser capaz apenas de enxergar o lado negativo das pessoas. Sage se isola e se recusa em dar uma oportunidade às outras meninas, pois antes de sequer conhecê-las ela já tem a idéia formada de que é alguém "muito diferente daquelas outras garotas pomposas".
Esse detalhe me deixou com o pé atrás em relação à protagonista, pois ao defender-se como alguém à frente de seu tempo, sua postura em muitos momentos mais bem reflete a de alguém egocêntrico e preconceituoso.

Além de Sage, temos vários personagens que aportam seu grão de areia à trama, e aos poucos adquirem importância.
Alexander Quinn, o valente capitão da guarda que escolta as meninas será quem necessitará da ajuda da observadora Sage, pois é ela quem pode transitar com liberdade entre meninas, duques e criados para descobrir quem é o traidor que planeja iniciar um motim contra a coroa.
Para isso, Quinn pedirá a ajuda de seu espião mais confiável, Ash Carter, que deverá instruir Sage, protegê-la e ajudá-la nessa investigação que aos poucos vai tornando-se cada vez mais perigosa.
Além dos perigos ao redor, o sentimento que vai nascendo entre Sage e Ash começa a se tornar inevitável, e apesar do romance não ser o foco principal da história, é impossivel não sentir uma simpatia especial quando os personagens atuam como casal. Talvez isso se deve justamente porque Ash e Sage, apesar de estarem claramente apaixonados, não se tornam tolos por causa desse amor. Eles continuam mantendo suas personalidades, continuam sendo igualmente perspicazes, valentes e teimosos. Achei todo um acerto por parte da autora já que para o leitor resulta frustrante quando acompanhamos um romance onde os personagems mudam completamente sua personalidade e parecem focar-se apenas em seus pares românticos, esquecendo de todo o mais.

A narrativa da autora é divertida, e consegue manter o mistério até o fim. No inicio me senti um pouco confusa. Conheceremos o batalhão de Alex Quinn e eu demorei pra associar os nomes e entender quem era quem. Porque há o principe, o irmão bastardo deste, o capitão, o Rato (que é o espião oficial do grupo), o melhor amigo do capitão, etc. e a autora introduz todos de uma vez, então, pelo menos pra mim, foi um princípio um pouco caótico. Apenas com o passar dos capitulos, por volta da metade do livro, eu consegui identificar bem cada personagem.

Em resumo, O Beijo Traiçoeiro é um livro que, apesar de não ser perfeito, consegue manter o leitor pegado em suas páginas até o final justamente por conter a dose certa de romance, intrigas e ação. Apesar de ter um final até certo ponto previsivel, a narrativa leve e as reviravoltas ao longo da trama conseguem surpreender o leitor e nos deixar com vontade de seguir acompanhando a segunda parte da história, que deverá ser publicada em português muito em breve.

site: http://www.derepentenoultimolivro.com/2018/05/review-200-o-beijo-traicoeiro.html
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Sany 05/06/2018

Surpreendente!!
Livro surpreendente! Confesso que foi muito melhor do que eu esperava.. No entanto, não me prendeu desde o início.
A leitura no começo é complexa, e só fiquei presa à história em determinado ponto, já depois de vários capítulos lidos. Mas quando eu me envolvi, foi impossível parar de ler, até que chegasse à última linha, pois a trama se desenrola de uma forma muito inteligente e bem amarrada, com o passar das páginas.
Temos a personagem Sage Fowler, uma garota que foge a todos os padrões sociais da época retratada. De espírito livre e sem trava na língua, ela não é uma mocinha mimada, que como a maioria da sua época, ficava aguardando o momento em que seria escolhida para um "bom" casamento; e, por "bom" entenda-se: conveniente e lucrativo para a família e sociedade.
Muito pelo contrário. Sage abominava os casamentos "arranjados", e, portanto, odiou quando, por imposição de seu tio que a criava, desde a morte do pai, teve de ser entrevistada pela famosa casamenteira da região, para que essa lhe arrumasse um marido.
A entrevista não poderia ter sido pior e Sage não conseguiu deixar de lado o seu temperamento explosivo. Mas, por incível que pareça, a casamenteira gostou da moça e de sua sagacidade, propondo a ela, inclusive, que a acompanhasse como sua assistente, ao Concordium - evento que reúne os melhores pretendentes. Porém, Sage iria disfarçada de noiva, junto com as outras moças, podendo assim espionar e fazer anotações sobre tudo que achasse relevante para a casamenteira.
Do outro lado da trama, temos Alexander Quinn, capitão do exército, que recebe a missão de conduzir, em segurança, a casamenteira e as jovens moças ao evento. Mas isso não é tudo.. por trás dessa missão, existe outra muito maior, que é investigar uma possível armação política.
Temos, então, muito mistério e ação, suavizados por um romance encantador.
Super indico!! Lembrando que esse é o primeiro livro de uma trilogia, e já estou mega ansiosa para o lançamentoo dos outros!
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Cristiane 30/05/2018

Assim que vi a capa desse livro, fiquei apaixonada! Já fiquei imaginando mil coisas sobre a história e não via a hora de ler. Assim que comecei a ler, não consegui me dedicar e ler tão rápido quanto eu gostaria, tanto é que essa resenha demorou muito tempo para sair.

Enfim, vamos conhecer Sage Fowler e já deixo claro que se tornou uma das minhas personagens preferidas. A garota mora com os tios e ela sabe que devido a sua idade, a qualquer momento certas responsabilidades seriam dadas a ela, e que ela não teria a opção de escolha o que a deixava ainda mais apreensiva. Ela dava aulas para seus primos menores e queria ter a oportunidade de fazer outras coisas, de ser independente, mas os planos que seu tio tinha para ela, não era exatamente o que ela queria.

Estamos relatando uma época em que, mulheres eram usadas como moedas de troca, afim de firmar uma aliança e quando isso acontecia, não existia outra opção e Sage não queria aquilo para ela de jeito nenhum. Seu tio Willian conseguiu uma vaga para ela fazer uma entrevista com a casamenteira para que ela pudesse arrumar um marido. Antes dessa entrevista acontecer sua tia Braelaura ajudou ela a aprender certas coisas que ela nunca tinha tido a oportunidade de aprender, como por exemplo comer corretamente, se comportar corretamente. Era a obrigação de uma dama se comportar de forma correta. Ainda bem que os tempos mudaram, por que sinceramente, o homem podia tudo já a mulher nada. A garota sempre sofreu todas as consequências pelas escolhas que seus pais fizeram durante a vida, mas isso não a fez sentir raiva deles, muito pelo contrário, ela sentia orgulho deles pela coragem.

Sage até pensou em fugir, mas da última vez que ela tentou, não deu muito certo, então essa opção está fora de questão. Ela iria na casa da casamenteira e faria a sua parte, mas queria que não desse certo.

O temperamento de Sage era daqueles difíceis e ela tinha uma língua afiada, o que chamou a atenção da casamenteira que ao invés de arrumar um casamento para ela, a tornou sua aprendiz.

A oportunidade de ajudar a casamenteira era algo que deixou Sage feliz, só pelo simples fato de ela não ter que se casar tão cedo com alguém que ela mal conhecia. As duas eram as responsáveis em organizar o Concordium, um evento onde as garotas iam para conhecer seus futuros maridos, mas quem escolhia quem iria casar com quem seria a casamenteira com ajuda de Sage.

A ida para o evento promovido pelo reino estava em risco devido ao risco eminente de ataque de exércitos inimigos, mas foi providenciado tropas para seguir a viagem até o final afim de evitar todo e qualquer ataque.

Sage começa suas investigações para conseguir tecer sua teia e suas anotações, porém isso começa a fazer com que os soldados passem a desconfiar dela, principalmente Ash Carter. Os soldados começam a acreditar que ela possa ser uma espiã e, portanto um risco. A única pessoa que poderia esclarecer tudo seria Darnessa a casamenteira.

Sage percebe que o tal Ash está querendo muito se aproximar dela e descobre que ele não sabe ler e decide ajuda-lo. O que Sage não sabe é que sua bondade poderá resultar em várias decepções no futuro.

O general Quinn percebe que na verdade a garota é muito esperta e não se trata de uma espiã e sim de uma aliada. Só que Sage detesta o general Quinn e não quer ver ele nem pintado de ouro. Acha que ele é um fraco por ficar escondido atrás de seus soldados e nem sequer mostrar quem realmente ele é, e só de ouvir falar nele, Sage já fica irritada.

Nessa história vamos encontrar romances? Sim vamos, e achei na medida certa. Vamos ter muita estratégia também, como vamos lidar com soldados no meio de uma guerra, então estratégia não pode faltar não é mesmo? Várias cenas épicas de Sage sendo desbocada falando a verdade e não sendo nada educada para ser considerada uma “dama”. Ela faz muitos amigos, mas também muitos inimigos e alguns muito perigosos. Sage acaba se tornando de suma importância na história, não por ser a personagem principal, mas sim por sua capacidade de ligar as pontas soltas e ajudar a todos a conseguirem se salvar de uma ameaça iminente.

As páginas são amarelas, o livro tem orelhas, a capa do livro é aveludada, e o livro em si é confortável para ler, inclusive a fonte é bem confortável para a leitura.

Recomendo e muito para quem gosta de romances, com aventuras e com uma personagem que não tem nada de boba, mas sim com uma personalidade bem forte e muito determinada, fazendo com que a história seja daquelas que não da vontade de parar de ler. Quero muito que saia logo a continuação, porque estou doida para ler ainda mais sobre Sage.
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La Oliphant 30/05/2018

O Beijo Traiçoeiro chega às livrarias brasileiras pelas mãos da editora Seguinte e traz para os leitores de romance tudo aquilo que estávamos sentindo falta no mundo literário. Elevando as expectativas dos leitores apaixonados de Jane Austen e conquistando o leitor desde o primeiro capítulo do livro, a escrita de Erin Beaty não deixa a desejar e entrega muito mais do que um romance maravilhoso e personagens que roubam a cena a cada capítulo. O primeiro livro da série de mesmo não é brincadeira, promete o que cumpre e ainda deixa com um gostinho de “quero mais”.

O Beijo Traiçoeiro não é uma leitura com a qual eu esteja sabendo lidar, confesso. Comecei o livro achando que ia me deparar com mais um clichê romântico como todos os outros, mas terminei completamente destruída, desejando conseguir apagar a memória da leitura apenas pelo prazer de ter essa primeira experiência de novo. Erin Beaty definitivamente me pegou de surpresa com essa escrita envolvente, mas principalmente com um enredo que tem uma reviravolta atrás da outra para deixar o leitor preso até a última página.

O livro é narrado em terceira pessoa, alternando o foco entre os personagens principais do livro. Erin tem uma escrita muito leve, mas que consegue te envolver desde o primeiro capítulo. Isso acontece porque a autora trabalha muito bem os seus diálogos, jogando o leitor de um parágrafo para o outro apenas pela curiosidade de saber o que a heroína deste livro, Sage Fowler, irá fazer a seguir. As falas são inteligentes e acompanhadas das descrições de Erin Beaty, eu consegui me sentir dentro do livro, sentada ao lado da personagem principal, participando de tudo o que estava acontecendo.

“- Ser casamenteira é basicamente um trabalho de interpretar pessoas, coletar informações e tentar entendê-las, e você tem talento para isso. Além do mais, não é uma rejeição de verdade se você não pretendia se casar. Pense nisso como um jogo que ganha quem tiver a pontuação mais baixa.”

Sendo o primeiro livro da autora a ser publicado, tanto aqui no Brasil quanto lá fora, eu tenho que dizer que Erin Beaty sabia muito bem o que estava fazendo quando escreveu O Beijo Traiçoeiro. O enredo do livro se desenvolve em um ritmo gostoso, as cenas não são corridas demais ou lentas demais e a autora nos dá a quantidade de informação necessária para entendermos o universo em que estamos e os personagens que estamos acompanhando. Eu gostei muito de não ter nenhum tipo de exagero e de não ir muito além do que é necessário – um erro que muitos autores iniciantes cometem.

O Beijo Traiçoeiro tem um enredo com reviravoltas que fariam Jane Austen levantar do túmulo apenas para aplaudir Erin Beaty. Não tem nada que eu ame mais em um livro do que quando o autor consegue me enganar direitinho e eu termino um capítulo com a sensação de “eu nunca conseguiria prever isso”. E Beaty entregou isso com tanta maestria que eu não conseguiria colocar em palavras nessa resenha. Quando eu achei que tinha pegado todo o plot do livro, ela jogou bem na minha cara quem era a rainha dessa leitura, e eu só podia louvar essa mulher maravilhosa!

“Representamos vários papéis durante ao longo da vida… Isso não faz com que todos sejam mentira.”

Sage Fowler é a melhor heroína que eu poderia querer em um livro de romance. Ela não só é independente como não deixa ninguém a diminuir por ser mulher. Inteligente, corajosa e até mesmo um pouco teimosa, Sage prova desde o primeiro capítulo que não está disposta a deixar de ser quem é para conseguir um marido e isso é o que fez com que eu me apaixonasse por ela. Fazia muito tempo que eu não lia uma personagem feminina que mantinha sua independência sem perder seu coração, por isso, quando o romance do livro acontece, você tem a plena certeza de que Sage vai fazer a melhor escolha possível.

E eu nem preciso falar sobre Ash Carter, não é mesmo? Roubou meu coração no minuto em que ele e Sage se conheceram e eu achei ótimo que a autora tenha trabalhado o romance entre eles em cima da amizade que eles foram construindo ao longo dos capítulos. Eu gosto da forma como eles respeitam a opinião um do outro e tentando encontrar uma solução que esteja boa para os dois. Além disso, eu gosto muito da forma como Ash respeita e apoia as decisões de Sage, mesmo quando ele não concorda com ela. Ele a deixa livre para ser ativa nas decisões, para dar ideias e fazer as escolhas que ela julga serem melhores para ela. Como é que esse não vai ser o OTP mais lindo do mundo?! Não tem como.

O Beijo Traiçoeiro foi uma leitura que eu não só amei como já estou me preparando para começar novamente. É o tipo de livro que você coloca na estante para ler mais uma vez – ou ler sempre que pude, se você for como eu. Erin Beaty acertou demais nesse romance de estreia, conquistou meu coração e eu mal posso esperar para que a editora Seguinte lançar a continuação dessa história.

site: https://www.laoliphant.com.br/resenhas/resenha-beijo-traicoeiro-erin-beaty
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Savaroli 25/05/2018

Turu bom? '-'
Amo esse livro! A Erin é muito boa em escrever esse tipo de livro, tem tudo o que eu mais amo em livros. Começando por um cenário de fundo histórico, um plano de fundo sendo a guerra e um incrivel romance conturbado de certa forma. Humanos da vida, ou seja, vocês...
ATENÇÃO: esse livro não é clichê!
Ana Karina 25/05/2018minha estante
Bom saber, tinha visto algumas pessoas falando mal desse livro e fiquei com receio em ler, agora lendo o que você escreveu me deixou com vontade de começar a ler o quanto antes!!=)




Graziih 17/05/2018

Nada do que eu esperava!
No começo eu realmente pensava que Alex não fazia nada no livro, mas no final tudo se encaixou!
Realmente amei a Sage, ela é uma mulher brilhante que sabe o que quer e faz tudo para ajudar os outros e alcançar seus objetivos.
Não me arrependo de ler o livro e de te-lo na estante.

Não é só a capa que é incrível, a história é incrível também!
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Lovett (@bloglariteratura) 14/05/2018

Beijada pelo Tédio
Outro dia estava conversando com uma amiga sobre como eu evito resenhar livros que não gostei muito. Costumo achar desnecessário falar de algo que, somente com o silêncio, já deixa claro o que achei da leitura.

Abri uma exceção com “Antes Que Eu Vá” e agora faço o mesmo com “O Beijo Traiçoeiro”. Esperava mais de ambos os livros, mesmo sem ter lido a sinopse antes de iniciar a leitura e olha que é difícil se decepcionar quando você nem ao menos sabe o que esperar.

Assim como no início do livro de Lauren Oliver, o enredo da história de Erin Beaty parecia muito bom, o que elevou minhas expectativas. Isso, juntamente com a idade das protagonistas e a dificuldade que senti de me importar com elas são as únicas coisas em comum entre as duas obras.

Li ele no kindle e, até 70% da leitura, os acontecimentos foram muito arrastados. A autora quis criar um mundo novo, mas não soube fazer bem a apresentação inicial do mesmo, deixando tudo muito confuso até a metade do livro. A história pessoal de Sage Fowler falha na tentativa de comover e causar empatia no leitor, o que pra mim, é essencial para que um livro me cative.

Acredito que, justamente por não se um livro único, Beaty poderia ter gasto um tempo maior construindo nossa relação com os personagens, principalmente com Fowler, já que passamos grande parte da história acompanhando seus passos e decisões.

Ao invés disso, temos diversas páginas falando sobre os acontecimentos de uma viagem, pessoas e conversas irrelevantes para a história e, quando finalmente somos introduzidos em algum tipo de ação significativa, o livro chega ao fim.

Isso sem contar com uma morte completamente desnecessária, de um personagem que nem precisava existir e a qual não foi dada a menor importância. Parece que a autora colocou assassinato ali, de qualquer jeito mesmo, só pra tentar causar uma emoção ao leitor. Pra mim, não funcionou.

Enfim, sei que esta história ganhou o coração de muita gente e fiquei bem triste de não ter gostado, já que adoro uma trilogia repleta de romances e batalhas (como Erin serviu à Marinha como oficial de armas e instrutora de liderança, juro que esperava um empenho maior nessa parte).

“O Beijo Traiçoeiro” só me entregou um paixonite carente de apelo emocional e, se teve alguma grande batalha, foi a que travei pra terminar esse livro! Hahaha.


site: http://lariteratura.com.br
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Aline @issoateparecemagia 08/05/2018

“ Era quando as pessoas estavam em seu pior que mais precisavam de amor. “


Sage Fowler perdeu os pais ainda jovem, e desde então foi acolhida por seu tio e vive em Crescera, mas Sage não é como qualquer jovem a procura de um bom casamento, ela é apaixonada por livros, ama aprender e ainda mais a ensinar, é tutora de seus sobrinhos mas também ensina a quem quiser aprender com ela.
Mas seu tio tem quer que ela se case, e leva ela até a alta casamenteira, e mesmo se esforçando ela não consegue fingir algo que não quer.
Não sendo apta para o matrimonio ela aceita se tornar assistente da casamenteira para espionar pretendentes, noivas e candidatos. Justamente porque o Concordium está para acontecer e esse é um evento onde todos os casamentos mais bem sucedidos são arranjados.

Mas a unidade do Capitão do Exercito Alexander Quinn foi convocada para escoltar todas as damas para o Concordium, o que nem todos sabem é que essa não é somente uma missão de escolta, mas possivelmente de uma ameaça contra o Rei e o exercito vai precisar impedir o que pode gerar uma Guerra.

É com toda essa confusão a base da espionagem e das mentiras que Sage conhece Ash Carter soldado que tenta se aproximar dela por pensar que ela seja uma espiã, mas para o inimigo, mas com a personalidade tenaz de Sage e com a inteligência dela, que acaba sendo recrutada para se tornar uma espiã, mas dessa vez, para o exercito.

📖 "Representamos vários papéis ao longo da vida... Isso não faz com que todos sejam mentira."

O Beijo Traiçoeiro é o primeiro livro da autora e faz parte de uma trilogia.
Com uma trama envolvente, carregada de mistérios e que não te faz querer largar a obra. Eu me apaixonei por Sage e sua evidente inteligência que luta por seus sonhos e pelos dos outros, ajuda um exército de homens inteiro, e tudo isso em uma época em que o casamento era a única opção para a mulher. Sage se destacou muito e apesar do livro ser uma distopia de época (?) ainda temos um romance fofo que cresce a cada pagina, é lindo de ver. ! Indico muito. ♥
Fran.Silva 12/05/2018minha estante
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Anna Bonnie 04/05/2018

Romance que não enjoa.
Divertido, leve, interessante e criativo.
Amei!
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Além das Páginas 18/04/2018

"O Beijo Traiçoeiro" é o primeiro livro de uma série que fará os leitores se apaixonar pelos protagonistas. A história gira em torno de Sage Fowler, uma jovem órfã de 16 anos de idade, que mora de favor nas casas dos tios. Em troca, ela trabalha como tutora de seus primos.

Acontece que Sage é uma jovem teimosa e inteligente e seus tios já estão fartos de lidar com sua personalidade, então acreditam que o melhor a se fazer é arranjar um casamento para que ela vá embora. O problema é que Sage não quer se casar e quando Dassara, uma casamenteira contratada por seus tios aparece, a protagonista se vê obrigada a trabalhar como aprendiz para Dassara.

"Prefiro cometer um erro sozinha a entregar meu destino nas mãos de outra pessoa."

Sua nova função exige que ela observe atentamente as jovens damas da nobreza para combinar os casais da melhor forma possível. Para realizar esse novo trabalho, Sage se disfarça como uma das donzelas em busca de marido e viaja em direção à Concordium.

Acontece que o reino está passando por certa instabilidade política e uma escolta militar sob a desculpa de acompanhar as donzelas está tentando desvendar uma possível conspiração contra o Rei, e como consequência, impedir uma guerra.

"Representamos vários papéis ao longo da vida… isso não faz com que todos sejam mentira."

É neste emaranhado de mentiras e camuflagens, que Sage conhece Ash Carter, um soldado infiltrado. Ash fica impressionado com a sagacidade da jovem e a recruta como espiã para ajudar a descobrir mais sobre a conspiração.

"Ele a achava ligeiramente intrigante. Mas também impertinente. Estorninho era o nome perfeito para ela."

A trama é envolta em várias mentiras e subterfúgios e torna a leitura muito divertida para o leitor. Os protagonistas são engraçados, inteligentes e muito perspicazes. É o tipo de livro que se torna impossível largá-lo antes de chegar ao final.

"Os pensamentos de Sage giravam e caíam feito as folhas sopradas pelo vento que anunciava chuva. Toda vez que ela achava que tinha se acalmado, avistava Ash e sentia um frio na barriga.”

Carolina Durães
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Diae 18/04/2018

Resenha exclusiva do blog Da Imaginação à Escrita
Enquanto escrevo esta resenha, mantenho a ansiedade quietinha pois preciso para ontem a continução desse livro! O beijo traiçoeiro é um daqueles livros capazes de te surpreender, encantar e deixar com raiva! Sim, eu fiquei muito brava com Quinn, nosso protagonista, mas assim como Darcy (Orgulho e Preconceito), Quinn consegue nos fazer ama-lo é odiá-lo ao mesmo tempo, mas com certeza amamos muito mais! O principal motivo dos personagens de Jane Austen serem citados nesta resenha é por conta da chamada certeira que a editora Seguinte colocou no livro: Jane Austen + Espionagem = O beijo traiçoeiro. Quem amou as obras desta autora maravilhosa, pode apostar neste livro de Erin Beaty, pois vai lhe arrancar suspiros, lágrimas, raiva e também muito amor!

Ah que delícia poder ler um romance tão bem construído! Mesclando ação, O beijo traiçoeiro envolve bastante e mesmo que de início eu tenha torcido o nariz pensando que não iria gostar da história me vi presa um enredo cativante com personagens ótimos, que contagiam tanto que sentimentos na pele tudo que eles vivenciam! Sobre nossos protagonistas, Sage é uma jovem forte, astuta e inteligente, realmente é uma jovem forte, astuta e inteligente, Quuin de início não me agradou muito, mas a medida que a leitura avançava percebemos que o jovem capitão é muito mais do que aparenta, sem dúvidas um personagem de múltiplas camadas.

Com ganchos envolventes, a cada capítulo O beijo traiçoeiro vai se revelado muito mais que um simples romance, pois nos entrega uma trama cheia de conflitos, intriga e batalhas de tirar o fôlego, além de muita ação! Por fim, quero comentar também sobre a edição, a capa é aveludada, folhas amareladas e ótima diagramação! O beijo traiçoeiro é uma ótima pedida para quem busca um romance apaixonante, com uma boa aventura e espionagem!

site: https://www.daimaginacaoaescrita.com/2018/03/resenha-o-beijo-traicoeiro-erin-beaty.html
Ju - LiteRata 20/04/2018minha estante
SABIA QUE VOCÊ IA ACABAR SE RENDENDO!!!




CidaOliveira 12/04/2018

Livro maravilhoso
Livro muito gostoso de ler, como uma leitura leve e que flui tranquilamente. Perdi a noção do tempo lendo esse livro. Tudo na dosagem certa. A protagonista possue uma língua afiada e um temperamento forte, mas que no fim acabada conquistando a muitos. O romance é lindo, leve e muito bem desenvolvido ??. Não vejo a hora de ler o próximo livro. Super aconselho essa leitura. Uma linda estória.
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Marlene C. 04/04/2018

Resenha: O Beijo Traiçoeiro
O Beijo Traiçoeiro é o primeiro volume da trilogia Traitor's, escrito pela autora Erin Beaty, publicado aqui no Brasil pela editora Seguinte. Esse livro promete um enredo sobre espionagem em um cenário típico dos livros da Jane Austen. Eu logicamente, não consegue resistir a leitura e já posso adiantar que apesar de ter um começo bem monótono, o livro me prendeu do início ao fim.

Sage Fowler é uma jovem que apesar da tenra idade, já está bem a frente do seu tempo. Ela é órfã e perdeu seus pais bem cedo e desde então vive sobre a tutela dos seus tios, seu sonho é arrumar um emprego como aprendiz e viver sua vida da maneira que bem entender, todavia, seu tio tem planos diferentes e resolve procurar a casamenteira da região para lhe arrumar um bom casamento.

“- Enquanto os ferreiros dobram o ferro à vontade deles, casamenteiras dobram as pessoas às vontades delas.”

Sage não aceita muito bem essa decisão e mais uma vez deixa seu temperamento levar a melhor sobre ela. Darnessa Rodelle – a casamenteira – logo constata que conseguir um casamento para uma jovem com um temperamento tão forte, será uma missão quase impossível e resolve então contratar Sage como aprendiz de casamenteira, onde seu papel principal será descobrir informações sobre todos os envolvidos, desde as jovens pretendentes até os soldados que irão fazer a escolta para Concordium, onde ocorrerá um evento social, com o intuito de unir as famílias de grande renome através do casamento.

Sage então, parte junto com a comitiva que irá para Concordium disfarçada como uma das damas e começa a colocar o seu plano em ação, todavia, suas ações chamam a atenção do Capitão Quinn, que logo percebe seu potencial para espionagem e resolve utilizar seus talentos para descobrir intrigas e ações que que podem ajudar na proteção do reino.
Sage agora terá que lidar com intrigas políticas, traições, mentiras, segredos e um coração que insiste em entrar na jogada.

“Representamos vários papéis durante ao longo da vida… Isso não faz com que todos sejam mentira.”

O Beijo Traiçoeiro é um livro que como comentei anteriormente, tem um começo bem monótono e por isso demorei um pouco para ingressar na leitura, todavia, em momento algum achei o livro cansativo. Tive alguns problemas no começo em assimilar os lugares e personagens que a autora descrevia, por isso, nesse sentido, acho que a introdução deveria ter sido trabalhada de uma forma diferente, no entanto, a partir do momento que eu me situei na história, as mais de 400 páginas passaram voando.

Sage é uma personagem forte, isso é inquestionável, ela realmente acredita que conseguirá ser independente através de suas ações e eu adorei que apesar de ter se apaixonado no decorrer da trama, ela não tenha perdido esse espirito livre e independente.

No entanto, houve um ponto que me incomodou bastante sobre isso, e foi o fato de que a autora enalteceu tanto a Sage, por ser uma mulher forte e independente, que acabou passando para o leitor a ideia de que as outras damas eram mulheres fúteis e submissas, por só pensar em arrumar um bom casamento, em status social e coisas do tipo. Acho que a Erin perdeu uma grande oportunidade de enaltecer o universo feminino, mostrando que mesmo as damas mais “fúteis” são dignas de admiração.

“Odiava se sentir como a soma de suas posses, e não como uma pessoa.”

O romance ficou por conta da Sage e do Ash Carter, ele é um personagem enigmático, que ganhou meu coração desde o começo da trama. O envolvimento dos personagens não é instantâneo, muito pelo contrário, se desenvolve de uma forma gradual, tudo no seu tempo e acho que por isso me apeguei tanto aos personagens, pois, vir surgir entre eles um sentimento verdadeiro, regado de mútua admiração e um carinho genuíno.

O capitão Alexander Quinn também foi um personagem que me surpreendeu, sua personalidade é cativante, ele é um jovem com uma grande responsabilidade, que leva muito a sério seu trabalho e isso fez com ele ganhasse minha admiração.

O Beijo Traiçoeiro tem um plot twist que me tirou o chão e fiquei muito estupefata quando descobrir um dos grandes segredos da trama, acho que foi de muito bom gosto da autora, apesar de eu ter me sentido enganada, reconhece que aquilo deu um toque especial a história, o que me prendeu ainda mais a leitura.

Alguns personagens se destacaram bastante no decorrer da trama, mas, a maioria eu não posso citar aqui, pois, estregaria algumas surpresas, portanto preciso dizer, que há algumas que ganharam verdadeiramente meu coração e espero rever nos próximos livros.

"Nem todas as batalhas são combatidas no campo, Milady."

A narrativa é feita em terceira pessoa, pelo ponto de vista de vários personagens, o que nos dar uma visão bem ampla dos acontecimentos. A diagramação está bem bonita, páginas amareladas e letra confortáveis, não encontrei nenhum erro durante a leitura, a capa é linda, e contextualiza bem a trama.

O Beijo Traiçoeiro foi uma leitura intrigante, que apesar de ter lá suas ressalvas, me prendeu do início ao fim e deixou um gostinho de quero mais. Se você está procurando um bom romance, com muitas reviravoltas e conspirações políticas, esse é com certeza o livro para você.
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Vanessa Rodrigues @letrasdavanessa 01/04/2018

O beijo traiçoeiro é um livro de Erin Beaty, lançado pela Editora Seguinte, em 2017.
Esse livro é descrito como Jane Austen com espionagem. Confesso que essa definição é um pouco prepotente, mas isso não significa que o livro não seja bom. Pelo contrário, ele é ótimo! Mas ainda sim, não chega aos pés dos clássicos de Austen, como orgulho e Preconceito. No início a história pode lembrar um pouco os romances de época, mas depois ela ganha os tons de romance policial que eu tanto aprecio. É narrada em 3ª pessoa, ou seja, por um narrador observador, e isso é um dos grandes truques da autora para facilitar as reviravoltas da trama. A linguagem é simples e flui muito bem, sem termos arcaicos ou complicados.
O livro é considerado uma fantasia, uma vez que é ambientado num mundo imaginário, porém, a trama assemelha-se tanto a um romance de época, quanto a uma distopia. Os personagens são muito carismáticos e um deles passa por um plot twist dos mais surpreendentes que já li, daqueles que te dá vontade de reler várias páginas só para tentar identificar como você não tinha percebido aquilo antes! O herói da história é muito cativante e nos faz torcer por ele.
Porém, nem tudo são flores. Alguns aspectos da história não me agradaram muito, como o fato de que todas as grandes ideias para solucionar problemas surgem de uma única personagem (como se só ela fosse inteligente o suficiente para bolar planos), ou o fato de que embora haja diversas personagens femininas na história (as noivas do Concordium), elas não conversam entre si (com rara exceção) e passam a trama toda com picuinhas e competição desnecessária umas com as outras. Sério, meninas, um pouco de sororidade cai bem, viu?!
Erin Beaty é uma engenheira aeroespacial norte-americana e serviu a Marinha como oficial de armas e instrutora de liderança. Sua formação acadêmica contribuiu para a criação do enredo e das características de vários personagens. Recomendo esse livro para fãs de distopias, para fãs de romance de época e para fãs de histórias policiais. E não se engane pelas aparências floridas: esse livro pode machucar seu coração!

site: www.letrasdavanessa.com.br
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