O Beijo Traiçoeiro

O Beijo Traiçoeiro Erin Beaty




Resenhas - //////


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Livros arte do saber 20/02/2018

Título: O beijo traiçoeiro
Autora: Erin Beaty
Editora/Ano: Seguinte/ 2017
Páginas: 440
Classificação: 5/5
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Sage Fowler vive junto de seus tios em Crescera e por ter o dom de ensinar é a tutora de seus sobrinhos, mas para uma época em que casamentos são arranjados e jovens precisam se portar como verdadeiras damas, Sage está fora deste padrões e não quer se casar sem que haja amor.

Ao ser julgada pela alta casamenteira como inapta para o casamento, ela vira sua aprendiz, para assim se infiltrar como uma das damas e espionar as candidatas e assim ajudar a formar casais ideais, então juntas todas partem em uma comitiva para o Concordium, só que por o reino estar passando por alguns problemas políticos, foi designado uma escolta militar para viajar com as damas para protegê-las diante de qualquer perigo durante a travessia.

A unidade do Capitão Alexander Quinn é designada para essa missão, mas o que poucos sabem é que eles tem como verdadeira missão espionar uma possível conspiração contra o rei e tentar impedir uma guerra iminente.

Nesta viagem onde qualquer um pode ser um espião Sage conhece Ash Carter, um soldado infiltrado. Os dois acabam se tornando amigos mesmo diante de um emaranhado de mentiras e por sua grande inteligência, Sage se torna novamente espiã mas desta vez para ajudar a unidade do Capitão Quinn.

Sem contar um ao outro quem realmente são e quais seus papeis neste traiçoeiro jogo de intrigas, os dois se apaixonam, mas quando um revelar ao outro quem realmente é, será que ainda existirá amor? Essas mentiras podem ser o início de um amor explosivo.

A autora conseguiu criar um romance original, com uma escrita leve e cativante repleta de reviravoltas, com personagens em sua grande maioria maravilhosos e bem construídos, Sage acaba por ser uma protagonista forte e decidida o que é bem bacana.

O beijo Traiçoeiro é o primeiro livro de uma trilogia que até então apenas ele foi lançado, o que me arrependo por ter lido tão rapidamente e agora terei de aguardar os próximos livros.

Foi uma leitura que conquistou meu coração de leitora, uma ótima dica de leitura.


site: https://www.instagram.com/livrosartedo_saber/
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bubbybae 19/02/2018

Poderia ser melhor...
(Sinto que vou receber vários chutes com essa resenha, mas vamos lá...)

'O Beijo Traiçoeiro' foi uma decepção para mim. Talvez por ter apostado muito nas promessas de "Jane Austen com espionagem", talvez por ter lido várias resenhas boas sobre ele, fui muito empolgada ler esta obra, porém foi um baque quando comecei a leitura e parecia que ela não terminava nunca!
Estou acostumada com numerosas páginas, mas não foi isso que fez a leitura se estender, e sim a escrita de Beaty. Ela narra bem, descreve o que se passa e a gente até entende, porém achei um pouco confusa as partes que se passam nas vidas dos nossos militares e suas conversas de soldados.
Mas, o que mais me incomodou e me fez revirar os olhos inúmeras vezes com o livro, foi a protagonista Sage. Gente, não se enganem, eu AMO uma feminista fora de época, MAS, Sage Fowler está do lado errado dessa linha. É aquele tal de protagonismo, sabe? Tudo é ela, o mundo precisa estar girando ao redor do umbigo dela (às vezes sendo mais esperta com táticas militares do que os próprios soldados)... Pelo Espírito, como isso cansa! Gostaria que a autora desse mais espaço às outras personagens femininas (que eu posso contar nos dedos) e empoderamento à elas também! (Com exceção da casamenteira. Ela é uma mulher sábia e empodera à sua maneira).
Agora, quanto aos mocinhos, não tenho do que reclamar. Ash Carter (o Rato) é um misterioso soldado e fiel. Um bolinho. Capitão Quinn foi o personagem mais carismático nessa estória e ele realmente te faz entender todos os motivos pelo qual ele age de certa forma e nutri seus demônios dentro dele ao mesmo tempo que luta contra eles.
Fui me engatar com a obra apenas no final, quando acontece o confronto, uma pequena batalha e fica bem legal. Mas, ainda assim, ocorre tudo às pressas e eu fiquei bem chateada.
A edição está maravilhosa. Editora Seguinte sempre arrasa nos seus trabalhos (muito tiete, sim) e a capa é de se apaixonar. Achei bem melhor do que a capa original, contrariando alguns.
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LT 16/02/2018

O início do livro me lembrou um pouco o filme Mulan, por ter uma casamenteira e a protagonista ser uma heroína em um romance – obviamente que de longe, mas fez-me recordar.

Sage Fowler cresceu com o pai no meio da floresta. Ela perdeu a mãe muito cedo e logo depois o pai, e foi assim que acabou por ser criada por seus tios. Mas ela não é um exemplo de dama, e por mais que sua vida seja boa, Sage quer partir e seu tio – digamos assim – quer se livrar dela – afinal, a partir de uma determinada idade, de algum modo, ela tem de seguir um caminho.

A partir do momento que Sage descobre que será levada a casamenteira e que terá de se portar como uma dama, tudo que ela mais odiava, para que tenha boas chances de encontrar um marido, Sage perde o controle. Contudo, por sua tia, ela tenta com todas as suas forças, mas vocês sabem como é, controlar nossos gênios não é uma tarefa fácil para ninguém...

“Moral da história: ele esperava que Sage ficasse grata. Grata por se casa com um homem que mal conhecia. Grata por seus pais, que haviam se casado por escolha própria, não estarem vivos para se opor.”

Para a infelicidade de seu tio, ela não passa nos critérios da casamenteira. Mas isso não seria ruim, já que Darnessa Rodelle tinha outros planos para Sage, e é dessa forma que a nossa mocinha torna-se aprendiz da Sra. Rodelle – a casamenteira – e parte em uma missão para escoltar outras damas para um evento e auxiliar a casamenteira na escolha de pares matrimoniais que se encaixem da melhor forma possível. O objetivo é sempre de encontrar e formar os melhores enlaces.

O que Sage não esperava era se envolver com a escolta militar como espiã, pela sua habilidade de observação. Menos ainda esperava se envolver em um romance, no qual ela jamais deveria mergulhar, e algo do que ela nunca desejou.

“Ela notou seus olhos atraídos pela boca dele, pelos três fios curtos de bigode que ele devia ter esquecido de barbear pela manhã. Umedeceu os lábios com a língua, esperando … alguma coisa.”

Inicialmente a leitura é um pouco arrastada, mas isso se deve pela necessidade da construção da personagem de Sage. Confesso que a morosidade inicial afetou um pouco a leitura – para minha pessoa – mas que não é nada que estrague o enredo, só deixa as coisas um pouco lentas.

Sage é uma mocinha a frente do seu tempo, ainda que esteja presa aos costumes de sua época por conta da sociedade, e por ser vista de um modo diferente, afinal, seus pais não se casaram por conveniência como a maioria faz, eles casaram-se por amor, e ainda que tenham sido felizes com suas escolhas, foram renegados pela sociedade. As chances de Sage são maiores no momento, caso optasse por um casamento, devido ao fato de ter sido criada – após a morte dos pais – pelos tios que são "perfeitos exemplares" do que a sociedade espera – ainda que por trás das cortinas os segredos existentes em todas as famílias sejam daquele tipo que a gente já espera nos romances de época.

“A sabedoria não vem só dos livros. Na verdade, quase não vem deles.”

Tendo tornado-se a assistente da casamenteira, no intuito da Sra. Rodelle de que Sage possa dar continuidade ao seu legado, ela precisava e tinha a obrigação de ser forte e superior, para que as outras damas, aquelas que estavam verdadeiramente em buscas dos enlaces desejados pela sociedade pudessem ser frívolas e escolhidas pelos maridos certos, os quais a Sra. Rodelle já tinha em mente, afinal, ela e a Sage realizavam muito bem – digamos assim – seus estudos de campo para que tal tarefa possa ser realizada adequadamente.

Preciso dizer que Ash Carter roubou meu coração em poucas linhas. Misterioso e com um segredo, ele nos faz querer defendê-lo de todas as formas, é um personagem muito cativante. Sage foi me conquistando aos poucos, mas ela também conseguiu seu lugar, bem como alguns outros personagens.

No entanto, não se enganem, O beijo traiçoeiro não é apenas um romance, ele vai muito além, abordando um embate e tanto, onde tudo pode acontecer, e é através de Sage e a escolha que fez para sua vida que vamos acompanhar o desenrolar dessa “guerra” entre duas nações.

“A mulher continuou falando sem parar: ela deveria ser submissa; deveria ser obediente; deveria ser graciosa; deveria sempre concordar com o marido. Deveria ser o que ele quisesse.”

O Beijo Traiçoeiro foi – para mim – uma leitura rápida, inicialmente, como mencionei um pouco morosa, mas a partir de determinado ponto a leitura passa a ter uma fluidez incrível. A autora construiu uma trama deliciosa, ela nos engana e é preciso prestar atenção aos mínimos detalhes para não se deixar levar, porque se você permitir irá se confundir, e creio que essa é a intenção da autora.

O livro é bem ambientado, mas sem exageros. Apesar de ser de época ele tem pontos totalmente fictícios – para época –, o que foi uma mistura deliciosa e uma boa pedida por parte da autora. A escrita de Erin Beaty é cativante e me prendeu a cada virar de páginas até que chegasse ao derradeiro fim – que diga-se de passagem, faz jus ao enredo sem grandes alardes e deixando o “gancho” perfeito para a sua sequencia.

“Quanto mais Sage aprendia sobre as casamenteiras e o poder que detinham, mais convencida ficava de que administravam o país por baixo dos panos.”

Confesso que estou ansiosa para ler a continuação, e desejando que seja lançado o quanto antes. Aproveitando, preciso dizer que a edição, ainda que simples, está maravilhosa, impecável. Folhas amareladas, que tanto amos, se fazem presentes. A fonte tem um tamanho super confortável para leitura. A obra conta com uma revisão excelente, não notei erros, se tem, passaram despercebidos. A editora realmente caprichou.

É um livro para quem busca um romance de época com um toque de algo a mais, muito além de apenas um romance. Uma história com uma mocinha forte, que foge a realidade da época, que nos conquista e mostra para que veio. Recomendo para quem curte o gênero e para quem quer começar a aventurar-se por ele. Vale muito a leitura!

Resenhista: Analuiza Amorim.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Beta Oliveira 05/02/2018

Gostei muito de como a trama se desenvolveu, com o romance aparecendo aos poucos e nada aleatório e com o desenvolvimento dos protagonistas, cada qual em sua jornada. O final foi tenso. Houve uma reviravolta (que confesso que já esperava) e outro fato que eu lamentei (esse eu não esperava). Gostei de ver que temos uma heroína inteligente e proativa envolvida em uma trama política, onde qualquer passo em falso dela e de seus aliados pode se revelar fatal. Bom início de uma série, aguardo os próximos capítulos.

O texto completo está no Literatura de Mulherzinha.

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2018/01/cap-1422-o-beijo-traicoeiro-erin-beaty.html
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Glaucia 03/02/2018

Sage Fowler nunca foi o tipo de moça que ansiava por um casamento arranjado ou tornar-se dependente de um homem para o resto da vida, e muito disso se deve a criação nada convencional que recebeu de seus falecidos pais, que ensinaram a filha a viver de forma livre, subindo em árvores, pegando mais sol que o necessário e usando calças. Algo bem inapropriado para uma moça.

Após a morte de seu amado pai, Sage ficou aos cuidados de seus tios, precisando adequar-se aos bons costumes impostos pela sociedade, especialmente para as mulheres daquela época. Porém ela jamais escondeu sua personalidade e temperamento forte, algo que inicialmente deixou claro o quanto a jovem estava longe de ser uma noiva adequada. Contudo isso não impediu que ao completar dezesseis anos, Sage fosse enviada contra sua vontade a Darnessa, a líder das casamenteiras de Crescera com um acordo já firmado por seu tio afim de garantir um casamento apropriado para a sobrinha.

A pedida de sua tia, Sage até tentou se vestir como uma dama e comparecer a entrevista com a tal casamenteira, mas seu gênio forte não permitiu que as coisas saíssem conforme o esperado com Darnessa, que a considerou inadequada para compor a seleção de damas do Concordium de noivas, evento no qual as melhores damas são escolhidas e levadas em comitivas para firmar união entre famílias de renome.

Contudo sua percepção aguçada e inteligência não passaram despercebidos, e logo Sage recebe uma proposta inesperada: tornar-se aprendiz da casamenteira. Essa tarefa está longe de ser o emprego dos seus sonhos, mas quem sabe seja a melhor forma de sair da dependência de seu tio e conquistar sua própria liberdade.

Com essa ideia em mente, Sage parte junto as noivas do Concordium para seu novo destino. Em suas mãos leva um grosso livro de anotações importantes, onde descreve com detalhes as características, posses e costumes relacionados a cada garota e seus possíveis pretendentes, registrando até mesmo cada integrante da escolta militar designada a proteger as damas durante essa viagem. Tais informações tão precisas chamam a atenção do Capitão Quinn e de seus soldados, que após descobrirem uma possível conspiração se formando, percebem o quanto Sage pode ser útil como espiã, já que a moça tem facilidade em se infiltrar entre realeza e plebeus.

Conforme Sage embarca nessa missão, mais planos e intrigas são descobertos e mais sobre a rotina dos oficiais de Quinn ela consegue descobrir para incluir em seu caderno de anotações. O que ela não imaginava seria ter que driblar os sentimentos conflituosos que surgem entre ela e Ash Carter, um dos soldados da escolta. Agora Sage precisará lidar com as ameaças contra o reino ao mesmo tempo que precisa compreender o que se passa em seu coração. Será que nossa heroína irá conseguir?

Quando a Editora Seguinte ofereceu a prova antecipada de O Beijo Traiçoeiro para leitura eu não consegui resistir. A trama promete uma mistura de Jane Austen e espionagem, ou seja, como não criar expectativas? E devo dizer que não me decepcionei.

Sage é uma personagem forte, teimosa, sarcástica e com um coração enorme, me afeiçoei a ela logo de cara. Ash Carter foi outro personagem que me ganhou desde o primeiro momento devido as suas jogadas estratégicas e o mistério que o envolvia durante a missões ao lado de Sage. Uma coisa interessante aqui é que o romance entre o casal não aconteceu de forma instantânea, muito pelo contrário, o sentimento entre ambos foi construído aos poucos, de forma gradativa.

Narrado em terceira pessoa o livro ainda nos permite acompanhar a trama por perspectivas diferentes, ora pelo ponto de vista de Sage, ora pelo ponto de vista dos demais personagens, o que enriqueceu ainda mais a história. A escrita de Erin Beaty é bem estruturada e tanto o contexto, quanto a construção dos personagens são muito bem elaborados e desenvolvidos.

O Beijo Traiçoeiro foi uma leitura agradável, que começou de forma lenta devido a contextualização e ambientação da trama, mas que aos poucos ganhou velocidade e toda a minha atenção. Se você busca uma história de romance, reviravoltas e conspirações ao lado de uma personagem forte e destemida, essa é a leitura certa.

site: http://www.maisquelivros.com/2017/09/resenha-o-beijo-traicoeiro-erin-beaty.html
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Doida pra ler 02/02/2018

Pensa num livro maravilhoso!
Me sigam no Instagram @doidapraler . Lá têm muitas resenhas.

Sabe aquele livro que você não dá nada por ele? A capa é bonita, mas o título soa meio bobinho. Então, assim como eu, você se surpreenderá com ?O Beijo Traiçoeiro?, que de traiçoeiro não tem nada! Confesso que demorei a engatar na leitura dos primeiros capítulos. Parecia que faltava alguma coisa para interligá-los. Na verdade era a construção de dois cenários que se cruzariam mais a frente e foi necessário descrevê-los dessa forma.
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A história é sobre Sage Fowler, uma órfã criada por seus tios que desejam vê-la casada em breve. Com isso, a garota participa de uma entrevista com a maior casamenteira da região, a senhora Darnessa Rodelle. Até aqui é um livro com um enredo de época e com tradições sociais. O que eu não espera é que Sage fosse uma jovem de temperamento forte e rebelde para a sua época. Logo, ela é considerada por Darnessa como inapropriada para o casamento, mas com grande potencial para ser sua auxiliar na formação de boas uniões no grande evento do reino, o Concordium.
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Sage aceita o convite da casamenteira e embarca em uma viagem até o evento junto às jovens que serão apresentadas aos seus futuros esposos. E nesse percurso, o exército foi acionado para fazer a escolta das damas. Sage com sua inquietude se aproximará dos militares e descobrirá que não é uma simples escolta e acabará ajudando o exército a desvendar uma terrível conspiração contra o rei. O que a nossa protagonista não esperava era se apaixonar em meio à tantas intrigas.
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O que me deixou empolgada foi o fato da autora simplesmente construir um mistério que eu não percebi até certo ponto do livro. E que maravilha foi descobri-lo!
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Além de um romance, é um livro sobre estratégias de guerra e espionagem. Que história linda e bem construída! Vale a leitura!
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Trechos: ?Tivera sorte até aquele momento, mas temia que mais cedo ou mais tarde aqueles olhos cinza o desarmariam por completo no pior momento possível?.
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?Ela estendeu as mãos, mas Ash as ignorou e pegou sua cintura. Ele a desceu entre os dois cavalos, sem demonstrar qualquer intenção de soltar."
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Gabi 01/02/2018

Que livro fantástico
Só tenho que dizer uma coisa,eu AMEI esse livro.É maravilhoso,sem enrolação e o melhor de tudo são os segredos da trama.Juro,que levei um susto mais pro final do livro quando o grande segredo foi revelado.....A única coisa que me incomodou foi a cena triste que acontece no final(não vou dar spoiler) que o pai do Quinn não ficou triste nem nada,isso foi meio estranho mas nada estraga esse livro.Eu amei e quem é fã de romance também vai amar!
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Andréa Araújo 31/01/2018

Uma leitura rápida e fácil
Eu vi esse livro no instagram, a sua versão americana e me apaixonei pela capa. Li a sinopse e achei muito interessante, ela prometia uma mistura deJane Austen e espionagem, claro que adorei. Então quando finalmente foi lançado aqui no Brasil com uma capa totalmente diferente, a minha frustração foi enorme! A capa daqui era muito infantil em comparação com a dos Estados Unidos, mas agora, depois de ter terminado a leitura, acho que a brasileira condiz bem mais com a narração.

Sage é uma órfã que não pertece a nobreza e Deus a livre de pertencer e ter que usar os vestidos pomposos e maquiagem que destesta. Mas quando seu tio, consegue para ela uma entrevista com a melhor casamenteira da região, ela se ver presa a obrigação de se casar com uma pessoa que escolheram para ela. Ela nem conhece, o pretendente ainda nem existe, mas ela ja o odeia. Afinal, seus pais casaram por amor e era issi que queria parasua vida.

Confesso que todo o começo me lembrou muito Mulan, aventureira e dona de si, indomável. Mas o que era pra ser uma entrevista matrimonial acaba virando uma oportunidade de emprego, quando a casamenteira oferece a ela o cargo de assistente.

O livro foi escrito em terceira pessoa, o que me deixou desapontada no início, mas logo percebi que foi a maneira que a autora encontrou de mostrar os pontos de vista dos personagens e ainda deixar a narração mais pessoal. Com tantos segredos e disfarces envolvidos, seria confuso para o leitor não saber.

Em muitas cenas, principalmente nas trocas de diálogos, ou no jeito da autora de explicar algum acontecimento, a narração ficou bastante infantil, com detalhes e frases desnecessárias. Mas como percebi logo no começo, tentei bloquear a impaciência que sentiria durante todo o livro.

Minha outra crítica é sobre relação da protagonista com as outras mulheres da história. Ela está acompanhando uma comitiva de noivas e apenas duas foram mencionadas na história, uma que ela achava megera e outra que se tornou amiga, só. Esperava que tivesse uma força feminina maior, com uma relação melhor entre as meninas e com uma participação mais ativa do grupo em todo o enredo. Eu adoro romances, mas me derreto bem mais com amizades.

Mesmo assim é uma leitura super rápida, tanto que li em apenas um dia. E são 440 páginas!

Alguns personagens me cativaram, o Charles que é um fofo, a Clare com a sua bondade e um certo soldado que se mostrou incapaz de sair de perto da Sage.

A parte da espionagem eu achei bem interessante, como uma teia de informações que podem ser traçadas a partir de detalhes pequenos e observações. E por mais que eu não tenha achado tanto da Jane Austen no livro, essa outra se fez bem presente e foi o que moveu toda a história. Além dos casamentos, é claro.

Mas o romance foi o que me deixou apreensiva, tinha certeza que mais de um segredo estava em jogo e não sabia dizer qual era, mas quando finalmente ele se revela, me fez ter vontade de voltar e ler tudo de novo, só pra saber como seria ler ja sabendo dessa informação.

O livro tem uma continuação, mesmo eu não sabendo bem que gancho ela vai usar, ja que achei que não ficou nenhum que renda mais um livro. Ainda vou esperar ele ser lançada para ler e descobrir.
LauraaMachado 31/01/2018minha estante
Aaaah, ler essa resenha me fez querer colocar esse livro no topo da lista, e nem sei porque! Mas esse negócio de falta de personagens femininas complexas me incomoda! E agora quero tanto saber qual é esse segredo para eu poder ler sabendo! Haha


Andréa Araújo 31/01/2018minha estante
Quero muito falar disso com alguém que leu! Haha mas falar pra você é trapaça. E faltou mesmo personagens assim, e olha que tinham várias opções. Essa coisa de só uma mulher ser tudo, cansa.


LauraaMachado 31/01/2018minha estante
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Jéssica Spuzzillo @pintandoasletras 30/01/2018

Bom, mas poderia ser melhor...
"Representamos vários papéis ao longo da vida… isso não faz com que todos sejam mentira."

Sage é uma garota diferente das outras, sua “falta de feminilidade” a torna inapta para o casamento, por conta disso ela se torna aprendiz da casamenteira mais famosa do reino.

Juntas, elas seguem para o Concordium, um evento na capital para os jovens dispostos a casar. Para formar bons pares a casamenteira solicitou que Sage anotasse tudo o que descobrisse sobre as garotas e seus possíveis pretendes.

Mas por trás desse evento, algo terrível estava acontecendo. A história começa a ficar mais intrigante quando um soldado misterioso chamado Quinn pede a ajuda de Sage para acabar com uma conspiração politica.

Ela vira uma espiã, começa a correr muito perigo, inclusive o de se apaixonar.

Apesar de ter gostado dessa história, um ponto me incomodou bastante. Sage é uma garota lsagaz e totalmente empoderada, porém a autora retratou as outras garotas como fúteis e inferiores. Eu acredito que tenha uma forma melhor de escrever sobre um personagem único sem ter que soltar o preconceito em outros, isso me irrita bastante.

Mas ainda assim, eu amei o mundo que a autora criou, essa foi uma leitura que fluiu rápido e monopolizou toda a minha atenção. Apesar de muita adrenalina, ação, mortes e conspiração tiveram alguns momentos fofos que aqueceram meu coração.

O final deixou um gostinho de quero mais. Já estou ansiosa para ler os outros livros da trilogia Traitor’s!

site: https://www.instagram.com/p/BejMG-VFofV/?taken-by=pintandoasletras
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Delirium Nerd 29/01/2018

O protagonismo feminino no YA de Erin Beaty
O Beijo Traiçoeiro, lançamento da editora Seguinte, é o primeiro livro da norte-americana Erin Beaty. A escritora é formada em engenharia aeroespacial e serviu à Marinha como oficial de armas e instrutora de liderança. Na primeira obra de uma trilogia, desenvolve um romance cativante. Apesar dos clichês comuns ao gênero young adult, O Beijo Traiçoeiro consegue se destacar em meio a tantos livros semelhantes. Com uma protagonista forte, proporciona uma leitura agradável para aqueles que gostam de romance.

Uma mulher contra os padrões
Sage Fowler está pronta para ser mandada embora da casa do tio. Aos 17 anos, órfã desde os 11, não consegue esperar pela hora em que se tornará aprendiz de algum ofício. Seguir com sua vida longe da autoridade do Lorde Broadmoor é sua principal meta. Ainda que seu tio não a maltrate, está longe de quebrar os padrões sociais da mesma forma que os pais de Sage tentaram. Seu planos, porém, se modificam quando seu tio anuncia a contratação da renomada casamenteira Darnessa.

A ideia é incluir Sage na lista de damas levadas a um evento denominado Concordium. Durante o acontecimento, as damas das principais famílias são apresentadas as nobres homens em busca de esposas. Casamentos são, então, arranjados. Se por amor ou por política, apenas os fatos dirão. O importante, como Darnessa afirma, é que este é o modo como as mulheres conseguem exercer sua influência nos jogos de poder.

Leia a resenha completa no link abaixo:

site: http://deliriumnerd.com/2017/09/25/o-beijo-traicoeiro-erin-beaty/
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Ana Caroline 28/01/2018

O beijo traiçoeiro
Conta a história da Sage, uma moça aventureira e fora dos padrões da época que foi considerada inapta para o matrimônio por uma casamenteira, logo depois ela vira assistente da casamenteira e juntas vão levar um monte de moças para a corte para procurar os potenciais maridos. Do outro lado temos o exército real que tem uma suspeita que nessa corte tem um traidor da coroa, nisso eles vão disfarçados escoltar as moças, mas lá o soldado vê a Sage anotando coisas sobre o exército e presume que ela tbm é uma espiã, só que logo depois descobrem que não é uma espiã e Sage passa a ajudá-los na missão.
É um livro cheio de reviravoltas, traições, mistério, romance e aventura. A narração do livro é intercalada entre a Sage e o capitão Alex, mas fiquei perdida e só fui compreender o pq o Alex narrava no final do livro, pois ele pouco participa da história e fiquei chocada com reviravolta criativa da autora. O livro tem final, mas parece que terá mais livros. Amei, e recomendo para todas. 5/5
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Ana P. Maia 22/01/2018

O beijo traiçoeiro
Saudações nobres,
A Rainha tem lido de forma frenética nesses primeiros dias de 2018 porque o desemprego bateu à sua porta. Sim, nem mesmo Rainhas estão imunes a esse tipo de coisa. Então, para manter a sanidade – e os móveis no lugar – livros são devorados.
Fico feliz em dizer que 2018 trouxe consigo leituras impressionantes, com muitos suspiros e madrugadas viradas.
O beijo traiçoeiro é uma recordação gostosa de Orgulho e Preconceito, onde as aparências falam muito por si só e onde as primeiras impressões são sempre dúbias. Há também uns longes de Mulan – bem longes, mas estão lá –. Fui conquistada sem esforço e a editora se encarregou de fazer um bom marketing durante o lançamento. Leitura rápida, elétrica e sem pausas.

O beijo traiçoeiro
Erin Beaty
Editora Seguinte
2017
440 páginas


Com sua língua afiada e seu temperamento rebelde, Sage Fowler está longe de ser considerada uma dama — e não dá a mínima para isso. Depois de ser julgada inapta para o casamento, Sage acaba se tornando aprendiz de casamenteira e logo recebe uma tarefa importante: acompanhar a comitiva de jovens damas da nobreza a caminho do Concordium, um evento na capital do reino, onde uniões entre grandes famílias são firmadas. Para formar bons pares, Sage anota em um livro tudo o que consegue descobrir sobre as garotas e seus pretendentes — inclusive os oficiais de alta patente encarregados de proteger o grupo durante essa longa jornada. Conforme a escolta militar percebe uma conspiração se formando, Sage é recrutada por um belo soldado para conseguir informações. Quanto mais descobre em sua espionagem, mais ela se envolve numa teia de disfarces, intrigas e identidades secretas. E, com o destino do reino em jogo, a última coisa que esperava era viver um romance de tirar o fôlego.
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Ninguém nunca a tratava bem a menos que quisesse algo em troca.

A autora foi capaz de colocar doses extremamente certas de todos os aspectos nesse livro: trama envolvendo, romance, o ar medieval, personagens intensos e bem construídos, ação. Sabe quando não é possível achar defeitos em como tudo foi colocado? Passei por isso em O beijo traiçoeiro. Fui envolvida nas primeiras páginas e só pensei em fazer qualquer outra coisa da vida, quando, ávida e louca fechei o livro.
Sage é maravilhosa. Muito. Maravilhosa. Sei que pareço uma fã girl louca, mas Sage Selvagem merece todos os elogios: consciente de sua posição, de sua aparência e de – principalmente – de suas habilidades. Empoderada, corajosa e apaixonada. Seus pais não seguiram as tradições e acabaram marcados como párias, a vida curta e apaixonada juntos foi suficiente para marcar a jovem. A perda do pai e melhor amigo devastam a então criança, que precisa viver com o tio que pouco apreço lhe tem. A melhor alternativa? Conseguir um marido para a sobrinha sem título e sem fortuna. Isso é o que ele acha e está muito longe do que Sage deseja.
Conforme a sinopse apresenta, após não servir para casar e se tornar aprendiz da srta. Rodelle, Sage acompanhará as garotas – mimadas, ricas e insuportáveis em sua maioria – do Concordium até o seu destino final: onde serão entregues – depois de minuciosa análise – aos pares correspondentes. Ela é perfeita para a tarefa, porque além de conseguir perceber aspectos que a maioria não é capaz, também serve como contra ponto perto daquelas meninas montadas e preparadas para esse evento durante os seus 16 anos.
O destacamento escolhido para acompanhar o Concordium é composto por figuras intrigantes e que escondem alguns segredos. Não que essa fosse a missão da vida deles, mas era preciso aprender com todos os erros e ter paciência. Parecia que nada sairia do lugar, até que a conspiração encetada por duque D’Amiran e os kimisaros é pressentida e a trama de mentiras, traições e artimanhas se espalha.
Ash – do destacamento – tem a missão de se infiltrar entre os criados para descobrir mais detalhes, e acaba esbarrando em Lady Sagerra – Sage disfarçada como nobre – e percebe que pode render bons resultados. O obstáculo está em que a jovem parece muito com uma espiã inimiga: enquanto recolhe todos aqueles dados sobre os soldados, as terras e as manobras do exército. As coisas pioram quando seu grande livro e descoberto e o Capitão Quinn se sente verdadeiramente inquieto com as palavras com que ela o identifica.
Explicações precisam ser dadas e acordos precisam ser feitos antes que Sage seja de fato uma espiã. E ela pode ser. Sage pode ser o que quiser e ainda assim será capaz de cumprir com o que desejam dela. Não sem riscos, não sem perdas e não sem sofrimento.
— Soldado Stiller, essa é Sage Fowler — disse Quinn, (...), com um sorriso que fez o sangue em suas veias esquentar. — Nossa arma secreta.
A tarefa é complexa: salvar o reino, o príncipe, as garotas e não deixar que ninguém importante morra. Será percebido o quão impossível ela será, principalmente com toda a vantagem que o inimigo tem. Só que eles não têm Estorninho, e isso é muito. Além de Sage, Ash e Quinn, praticamente todos os personagens tem algo a acrescentar e são fundamentais para o desenvolvido do livro. Cada detalhe foi pensando e inserido agradavelmente, de modo que é fácil se afeiçoar mesmo ao menor personagem.
Durante a trama, Sage descobre que a função de casamenteira vai muito além de unir casais. Há todo um estudo de compatibilidades e harmonias, que só alguém dotado de muito poder de observação seria capaz e arquitetar. E ela é muito boa nisso. Percebe ainda detalhes sobre si e sobre a união de seus pais.
Com uma proposta interessante e com habilidade, a autora conduz os leitores com maestria pelas pontas de sua narrativa. Conseguiu arrancar lágrimas e sorrisos. E deixou, por fim, ansiedade pela continuação. Que 2018 seja breve – mas não tanto – e que traga o quanto antes a continuação de O beijo traiçoeiro.

site: http://booksandcrowns.blogspot.com.br/2018/01/o-beijo-traicoeiro.html
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Karen Silva | @LendodePijamas 22/01/2018

Com sua língua afiada e seu temperamento rebelde, Sage Fowler está longe de ser considerada uma dama — e não dá a mínima para isso. Depois de ser julgada inapta para o casamento, Sage acaba se tornando aprendiz de casamenteira e logo recebe uma tarefa importante: acompanhar a comitiva de jovens damas da nobreza a caminho do Concordium, um evento na capital do reino, onde uniões entre grandes famílias são firmadas. Para formar bons pares, Sage anota em um livro tudo o que consegue descobrir sobre as garotas e seus pretendentes — inclusive os oficiais de alta patente encarregados de proteger o grupo durante essa longa jornada.

Conforme a escolta militar percebe uma conspiração se formando, Sage é recrutada por um belo soldado para conseguir informações. Quanto mais descobre em sua espionagem, mais ela se envolve numa teia de disfarces, intrigas e identidades secretas. E, com o destino do reino em jogo, a última coisa que esperava era viver um romance de tirar o fôlego.
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Apesar da escrita leve da autora, O Beijo Traiçoeiro foi uma leitura maçante até o fim. As falhas de enredo e de desenvolvimento da maioria dos personagens atrapalharam muito meu interesse pelo livro. Apesar de estimar a coragem da Sage, não consegui me conectar a nenhum dos personagens. Nem mesmo o vilão foi capaz de me convencer aqui.

Sage é uma protagonista admirável, forte e decidida a lutar pelo que acredita. Mas, me incomodou o fato de ela ter sido a única personagem feminina verdadeiramente relevante para a história. Sage é colocada como a única mulher sagaz e capaz de mudar os rumos da história e isso me inquietou durante o livro todo. Ao fim do livro, não se sabe o nome da maioria das candidatas ao Concordium e acredito que elas poderiam ter sido melhor exploradas ao longo da narrativa.

Os pontos positivos da estão na construção lenta do romance – que o tornou mais convincente -, nas cenas de estratégia militar e, em especial, uma passagem já no final do livro que me deixou de queixo caído e admirada com a audácia da autora.

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Greice Negrini 19/01/2018

Um mundo de fantasia com muita ação.
Sage Fowler chegou aos dezoito anos sendo acompanhada pelo seu tio, sua tia e seus primos. Mesmo sendo tutora deles, parece que agora seu tio a considera um fardo e a quer casar de todo o jeito. Na verdade desde a morte de sua mãe e depois seu pai, Sage vive tentando não chamar a atenção, já que ficou morando na casa de seus tios.

A verdade é que seu tio já estava há tempos esperando por este momento e mesmo que Sage fosse filha de um passarinheiro e não tivesse nenhum tipo de sangue de nobreza, em seu país a regra é que as moças da nobreza passem pela casamenteira, uma mulher que vai escolher a pessoa certa para cada uma. Sage não tem a mínima paciência para este tipo de coisa, já que seus pais casaram por amor e é somente nisto que ela acredita.

A cada cinco anos acontece o Concordium, que é onde as moças são apresentadas e os seus pares escolhidos. Para isso todas as participantes precisam viajar até o local juntamente com uma escolta especial, já que os países apesar de terem tentado a paz há alguns anos continuam se encarando de uma forma estranha. O rei tenta de todas as formas fazer reinar a paz mas tem povos como os kimisaros que querem tirar o rei do poder e assumir o trono, com a estratégia de sequestrar Rob, o filho mais novo do rei.
Alex Quinn é o filho do general do batalhão do rei. Agora que foi promovido a capitão sente maior responsabilidade sendo que para os outros precisa mostrar seu trabalho e exigir o devido respeito. Porém não é muito paciente e depois de um ataque mal feito, seu pai o leva a uma missão onde deverá proteger as mulheres que serão levadas ao Concordium.

Quando Sage é apresentada à alta Casamenteira um desastre total acontece. Ela não consegue sequer ficar naquelas roupas chiques e se mostra totalmente arredia. Mas é ali que Madame Rodelle percebe que conseguiu uma ajudante exemplar, que consegue encontrar os mínimos detalhes nas pessoas e conhece-las a fundo. É então desta forma que Sage vai se disfarçar como uma das damas do Concordium para colher informações sobre futuros pretendentes.

No meio de tudo isto uma perseguição vai acontecer, e tanto Sage quanto o exército do rei precisará enfrentar um grande desafio para não perder a vida para quem quer dominar todo o território. Porém Sage vai encontrar um mistério maior do que ela imaginava.

Comecei a leitura deste livro sem ter lido a sinopse, já que nem todas as obras eu tenho este costume. Já tinha achado linda a capa e o estilo e fiquei imaginando se tratar de um romance de época, mas acredite, não tem nada a ver com isto. E ainda bem que não li nada sobre a obra antes porque não costumo dar muita abertura sobre obras mais do estilo de fantasia e acabei adorando a história.

Ainda bem que este é somente o primeiro livro de uma trilogia e termina de forma bem coerente. Se você for somente ele vai conseguir terminar sem ficar esperando uma continuação o que é muito bom, já que muitas vezes a história fica pendente. Mas o mais legal que, como uma trilogia, sei que vai continuar e que vou esperar mais de todos os personagens.

A Diagramação está linda, com letras fáceis e capítulos variando entre os personagens de Sage e de Alex Quinn. Espero que a editora Seguinte lance em breve a continuação para saber mais sobre este mundo diferente e sobre o que aconteceu depois de tanta adrenalina.
Na verdade de início não conseguia me conectar com todas as coisas já que os capítulos iniciais mostravam mais a vida de Sage e sobre os personagens de Quinn e de seu exército. Todos os nomes sobre o país eram meio confusos e claro que eu ficava olhando o mapa que vem junto com o livro para poder me localizar a cada momento.

E então quando tudo começou a se encaixar e eu percebi o que realmente era a intenção da autora me apeguei na história e as páginas começaram a passar rapidamente. A personagem de Sage é um caso a parte. Ela é dedicada, decidida e forte e para ela não tem esta coisa de damas não fazem certas coisas. Ela é aquela mulher que encara qualquer situação e se opõe a machismos ou ideias de que deve ser casar e ter filhos e somente isto.
Adorei a narrativa da autora sobre o cenário, as roupas e o envolvimento das pessoas. Como a autora é envolvida na profissão militar, ela consegue escrever facilmente sobre batalhas e colocar um suspense junto. O que me deliciou mais é que se passa em um período bem antigo, com reis, rainhas, castelos e claro, todo o cenário inventado, lembrando que é uma obra juvenil mas passa tranquilamente neste aspecto sem parecer infantil.

Quinn, Ash Carter, Charlie, Clara e outros são personagens secundários que cativam. Impossível não se apegar a cada um deles. É como se fosse uma amizade antiga onde eu consegui me envolver com todos, ficando na esperança a cada luta e momento tenso do livro e acredite, acontecem vários.


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