Angus - O Primeiro Guerreiro

Angus - O Primeiro Guerreiro Orlando Paes Filho




Resenhas - Angus - O Primeiro Guerreiro


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Sr. Alves 04/04/2021

Angus - o primeiro guerreiro.
Em plena idade média, por volta do ano 863, uma saga de fulgor e força fora criada, através de seus feitos, Angus Maclachlan trilhou seu caminho rumo à ascensão. Na era medieval, inúmeras batalhas eram travadas em busca de territórios, pilhagens e escravos, com os nórdicos seguindo buscando cada vez mais dominar e conquistar.


Em meio a este contexto, em plena Bretanha, está Angus, filho do bravo guerreiro. Seawulf, buscando encontrar seu valor dentre seu povo, munido de seu machado e sua coragem. Ao contrário dos nórdicos, Seawulf segue os preceitos do cristianismo e isso tem clara influência sobre Angus, que verá através do tempo a missão que enfrentará, dada por Deus.


A narrativa é muito descritiva, o autor Orlando Paes filho não poupou detalhes. Contudo, o excesso de descrição, por vezes, chega a ser tedioso e em algumas partes a estória se mantém arrastada e senti falta também de personagens marcantes, exceto por Seawulf, pai de Angus, que foi meu favorito. A temática cristã é divinamente abordada e marca uma transição no contexto da obra. Angus ? o primeiro guerreiro, pode não ser muito atrativo a princípio, mas é uma excelente forma de contar uma verdadeira lenda.

Sr. Alves
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Matthaeus Filipe 11/11/2020

Do entusiasmo à decepção.
ANGUS - O PRIMEIRO Guerreiro foi um dos poucos livros lidos por mim que remonta os tempos da idade média com suas batalhas, culturas, etc. Por ter uma certa referência de outros livros do gênero, a trama que envolve a história de Angus começou a me entusiasmar no início, mas a partir da metade para o final fiquei completamente decepcionado com o estilo da história desenvolvida pelo autor. Em diversos pontos senti que a narrativa ficou muito confusa. Em alguns casos onde os detalhes poderiam ter sido explorados, o autor foi muito breve e economizou palavras sem mais explicações. Em outros momentos ele tentou forçar a barra criando situações inesperadas que destoavam com o tema da narrativa central. Outro ponto negativo é a quantidade de nomes que pareciam ser aleatórios e pouco importantes para a história. Essa quantidade exagerada de nomes com grafia complexa dificultava até mesmo a imaginar qual personagem estava sendo referido. Enfim, dou duas estrelas porque em alguns pontos, frases marcantes e trechos que falavam à alma quase compensavam o restante ruim que ocupou a grande parte da obra.
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Rodrigo Souza 31/10/2020

Inspirador
Demorei muito tempo para ler esse livro. Agora, fiquei extasiado. Que se danem se fala sobre religião. Parece aqueles sonhos que eu tive.
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Maria.ClarA 06/09/2020

É bom! mas também não leria dnv...
É muito difícil pegar o ritmo, principalmente no começo que parece que é uma narrativa sem fim. A partir de um momento onde acontece X coisa, muda de um jeito absurdo, fica extremamente bom do nada, tu engaja total a leitura, no fim da uma desacelerada mas mesmo assim ainda é muito bom. O problema de Angus, é que é uma estória onde você se esforça demais. A todo o instante você espera pegar o impulso básico do ânimo de passar as páginas naturalmente com entusiasmo, mas por muito tempo você se vê lendo arrastado. Além de que se você não gosta de coisa nórdica, guerras, você dificilmente vai gostar, porque tem muitas referências obviamente, além de ser um soco religioso sendo que se passa no século VIII algo assim, 864>.
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Henrique Cavalcante 10/08/2020

Ok, uma obra razoável
Eu realmente queria muito falar 100% bem desta obra, mas, a narrativa cansativa e a falta de ritmo da trama fizeram eu pensar em largar a leitura por várias vezes, só não fiz isto por não conseguir deixar nada por fazer.
A obra é rica em detalhes para quem curte RPG e afins, porém, possui uma narrativa que não envolve e um protagonista que não tem carisma. O livro joga uma proposta de mostrar o crescimento de Angus durante a trama, mas, sinceramente eu não vi grande diferença deste personagem do início ao fim do livro. Há uma boa descrição das batalhas e alguns momentos de emoção que perdem o ritmo depois com grandes monólogos de Angus.

Pontos positivos:
Para não acharem q sou chato vi coisas legais neste livro.
A galera que curte histórias/lendas do povo viking vai gostar da riqueza de detalhes contida neste livro além da mescla de fantasia e fatos da Europa do Século VIII ao XI.
A edição do livro é maravilhosa, capa e miolo feitos com material muito bom.
Há várias ilustrações feitas pelo autor de óleo sobre tela.
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Diego Araujo 07/02/2019

Dura pouco a alegria do guerreiro
Angus é filho de Seawulf, O Sangue de Gelo, e cresceu junto aos escotos com a mãe Briggid, temente ao Deus cristão. Seawulf leva Angus na primeira campanha do filho, ambos servem ao grande exército nórdico liderado pelos irmãos Ivar e Halfdan, os dois filhos do lendário viking Ragnar Lodbrok.

Influenciado pela esposa, Seawulf rejeita certas posturas dos líderes nórdicos, seja nas estratégias, no tratamento perante aos adversários derrotados e por proteger homens indignos, segundo ele. Angus segue os passos do pai enquanto testemunha sua indignação do velho em relação aos filhos de Ragnar.

Os conflitos em torno de seu pai levará Angus a abandonar o exército nórdico e conhecer pessoas da ilha Bretanha, onde há crença no Deus monoteísta igual a da mãe. Aprende lições religiosas capazes de convencer o jovem guerreiro a confrontar os nórdicos.

*

O livro de Angus aborda a ficção histórica cujos elementos fantásticos estão na crença dos personagens. Apresenta uma lenda original do autor como base da trilogia enquanto mescla conflitos e personagens reais na história medieval. Retrata a vida dos nobres católicos e aspectos da cultura nórdica, bem como a relação de cada crença com as batalhas e as formas de manejar armas.

As centenas de páginas carregam conflitos atrás de conflitos. Batalhas de exércitos, duelos e missões de reconhecimento trazem ótimas descrições das cenas de ação onde nem sempre o resultado é previsível. Porém
peca em apresentar alguns dos adversários no meio de tantas batalhas. Enquanto é possível testemunhar o rancor de Angus contra alguns nórdicos, os outros inimigos trazem pouco impacto na trama e são apenas obstáculos que o protagonista ultrapassa sem dificuldade, encanto ou importância.

Possui narrativa em primeira pessoa com momentos de info dumping. Angus descreve os vários detalhes dos exércitos aliados e o seu conhecimento dos adversários. A narrativa sobrecarrega informações em certo capítulo, até fica estranho quando Angus enfim toma alguma atitude, lembrando depois de muita descrição que ele também é personagem além de narrador. A sensação de Angus ser apenas o contador da história diminui após a metade do livro, quando ele avança de combate a combate no ritmo apressado e destoante comparado ao começo da história.

Angus: O Primeiro Guerreiro oferece tudo ao leitor interessado numa aventura histórica e cheia de ação, mas com aquele sabor amargo de monólogos descritivos onde despeja informações, além da quebra de ritmo ao longo do livro.

site: https://xpliterario.com.br/xp-leitura/angus-o-primeiro-guerreiro/
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José Junior 17/01/2019

É, se eu não chorasse no final do livro não seria eu.
Realmente esse é um livro de guerra, aventura medieval, mas extremamente religioso, com cada personagem com uma fé incrível, frases que são um soco no seu estômago, eu tô ainda impactado, mesmo sabendo desde o prólogo que eu o amarei, eu simplesmente precisa desse livro, e o final JESUSSSSS
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Coisas de Mineira 08/02/2018

Ao olhar para a capa de “Angus, O Primeiro Guerreiro” imaginei que se tratava de uma obra infantojuvenil. Ao ler a sinopse comecei a pensar que seria uma história de guerreiros medievais. Mas essa ficção brasileira escrita pelo autor Orlando Paes Filho é mais forte do que eu pensava e conseguiu me surpreender indo bem além do que eu havia começado a imaginar.

Como o título nos diz, o personagem principal é Angus. Nós o conhecemos ainda jovem, iniciando sua trajetória como guerreiro. Ele é filho de Seawulf Yatlansson Sangue de Gelo e ao lado do pai ele terá muito a aprender. Eles são Nórdicos e lutam por terras, por poder e em meio aos combates enfrentam seguidores do Cristianismo.

Inicialmente acompanhamos Angus e seu pai em batalhas, fazendo aliança com um homem chamado Ivar Sem-osso, expandindo seu exército e ganhando cada vez mais adeptos. Mas em um dado momento pai e filho não conseguem mais apoiar a crescente crueldade de Ivar, discordância que dá inicio ao rompimento e a uma grande rivalidade...

Muitos anos se passam ao longo das páginas e a vida de Angus passa por inúmeras reviravoltas. Dentre elas está ser resgatado por monges e viver um tempo em um mosteiro onde modificou suas crenças, conhecer uma princesa e se apaixonar, conquistar rivais e também aliados, ser treinado por um bravo guerreiro e participar de muitas, muitas batalhas.

Angus cresceu em meio as crenças de seu povo Nórdico e assim como eles acreditava em deuses como Odim, Thór e Lóki. Mas também ouvia sua mãe (descendente de Escotos) falar em Deus. No tempo que passa no mosteiro ele se converte ao Cristianismo e defender aos cristãos passa a ser um de seus novos objetivos.

É o protagonista quem narra a história em primeira pessoa. É uma trama sobre a guerra entre pagãos e cristãos, repleta de lutas, disputa por poder, sangue, traição... Ler sobre as cenas de batalhas é como estar presente no cenário de guerra. Torturas cruéis são narradas e em meio a tudo isso acompanhamos o amadurecimento de Angus vendo um guerreiro surgir.

A escrita é bastante detalhada, a história é demorada, os capítulos são grandes e quem gosta da premissa terá muito que apreciar. Será como viver anos de batalhas ao lado de um homem de guerra. Não posso deixar de mencionar que o livro conta com algumas ilustrações que dão uma emoção a mais a trama.

O fim deixa margem a continuação, pois O Primeiro Guerreiro é o volume um de uma trilogia. Caberá a Angus fundar o Clã MacLachlan. Não conheço quase nada sobre mitologia Nórdica e cultura Viking, portanto não sou capaz de dizer se o autor foi feliz na forma como representou esse povo. O fato é que lendo Angus você irá encontrar uma mistura de ficção, conteúdos históricos e religião.

Gostou da resenha? Já leu essa história? Beijo da Nat.

Por: Nathalia Reis
Site: http://www.coisasdemineira.com/2017/05/resenha-angus-o-primeiro-guerreiro-1.html
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vinicius.fagundes.93 10/08/2017

Angus: O Primeiro Guerreiro
Angus: O Primeiro Guerreiro é um livro de fantasia épica, escrita pelo brasileiro Orlando Paes Filho, e lançado pela Novo Conceito em 2017. O livro, que é o primeiro livro de uma trilogia, segue o personagem Angus MacLachlan, um jovem guerreiro que é treinado desde criança para acompanhar seu pai, um poderoso líder viking, em guerras pela Terra dos Anglos, em um mundo repleto de vingança e honra.

Em um certo momento, um viking chamado Ivar Sem-Ossos convoca o exercito de Seawulf, pai de Angus, para ajudarem a vingar a morte do pai de Ivar, o guerreiro Ragnar. Durante a busca pelo assassino de Ragnar, Seawulf e Ivar se desentendem, o que leva a uma emboscada que resulta em diversas mortes. Angus, porém, consegue escapar com vida.

O destino de Angus muda quando ele encontra um grupo de homens religiosos que cuidam de seus ferimentos e o acolhem como aprendiz. Os ensinamentos dos monges abrem os olhos de Angus para a verdade, e ele percebe que tudo o que aprendeu durante sua vida pode não ser a forma mais correta de se viver.

Angus foi uma leitura bem complicada. Pra começar, eu não sou o maior fã de histórias que envolvem vikings e coisas do tipo. O mais próximo que eu chego desse tipo de história é a série Vikings, e mesmo assim eu só assisti alguns episódios. Mas decidi dar uma chance a Angus, porque o enredo me pareceu interessante. E realmente, o enredo é legal, mas o livro tem alguns problemas.

Em primeiro lugar, a escrita é bem cansativa. Angus sofre de um problema que eu pessoalmente detesto, que é aquela coisa da exposição. Por exemplo, o livro gasta um tempo te falando sobre o relacionamento do Angus com algum personagem, mas não te mostra esse relacionamento acontecer. Ele simplesmente te explica que ele é super conectado com essa pessoa com quem ele teve no máximo um diálogo. Então quando alguma coisa acontece que é pra ser emocionalmente impactante, não é tão forte quanto deveria ser, porque o leitor não acompanhou esse relacionamento.

Outro problema que eu tive é que o enredo em si parece um pouco sem direção. O plot segue o Angus de um ponto ao outro da história, mas ele não dá a impressão de que está caminhando pra nenhum lugar específico. Começa o plot A, acaba o plot A. Aí começa o plot B, acaba o plot B. E por aí vai. Acaba resultando em uma leitura maçante, porque você fica o tempo todo pensando aonde isso vai chegar.

Mas é claro que o livro também tem seus pontos positivos. As cenas de luta e de ação, por exemplo, foram muito legais. Eu não esperava nada menos de um livro sobre vikings, e as minhas expectativas foram super atendidas. Me lembrou bastante aqueles filmes tipo 300, ou a tal série Vikings que eu falei antes. As ilustrações do livro acrescentaram ainda mais.

Outra coisa legal é o aspecto histórico do livro. Pra quem curte história, principalmente focando nesse período dos vikings e tudo mais, deve curtir bastante Angus. Dá pra ver que o autor dedicou bastante tempo a pesquisa porque tem muito detalhe interessante incorporado no livro. As vezes, até um pouco demais, mas mesmo assim, é um ponto legal do livro.

No geral, Angus: O Primeiro Guerreiro foi uma leitura um tanto quanto confusa. O enredo, os aspectos históricos, e as cenas de ação dão a impressão de que existe uma história muito legal ali dentro, mas ela acaba ficando perdida entre a narração cansativa e o plot sem rumo. Realmente não é pra mim, mas pode ser uma boa pros fãs do gênero. Vale apena conferir também o ebook Angus – Origens: A origem do clã de Anglus Maclachan que a Novo Conceito disponibilizou de graça.

site: http://laoliphant.com.br/resenhas/resenha-angus-orlando-paes-filho
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SahRosa 17/07/2017

Resenha exclusiva do blog Pobre Leitora (blog que sou colunista)
Toda vez que vejo um livro com ótimas críticas, sempre com classificações altas, eu me sinto um peixe fora d’água por não ter gostado, fico até sem saber direito qual foi o vilão, se sou eu mesma ou minhas expectativas. Bem, eu queria muito ter gostado de Angus – O primeiro guerreiro, volume um da trilogia de Orlando Paes Filho, no entanto eu tentei, foi a duras penas que li esse livro, foram uns dois meses para concluir a leitura de pouco mais de 300 páginas e digo que foi sofrido, não consegui me envolver e a leitura sem dúvidas não fluía...

Acredito que o principal motivo que me levou a não gostar desta leitura seja a narrativa. Angus é narrado em primeira pessoa pelo protagonista que da nome ao livro, ficamos muito presos em suas atitudes, ações e pensamentos, e quando o personagem não é carismático essa narrativa passa a ser extremamente maçante, fraca e desestimulante para leitura. Vejam bem, se fosse em terceira pessoa talvez teríamos um respiro e pudéssemos conhecer melhor outros personagens, afinal Angus não é um herói que passa simpatia, ele é até forçado e caricato em várias ocasiões. No começo da trama vemos um Angus mais jovem e terminamos o livro com ele adulto, um homem, no entanto não consegui enxergá-lo como tal, como se essa transição de fato não tivesse acontecido... Talvez por isso mesmo outro estilo narrativo poderia ter funcionado melhor.

Não digo que a história em si é ruim, pelo contrário, creio que os fãs de RPG e fantasia medieval vão apreciar bem mais, eu até que gosto de ambos, mas a lentidão da narrativa, o protagonista e a falta de envolvimento acabou causando um certo desgosto nesta leitura. Mesmo tendo muita ação e batalhas, Angus – O primeiro guerreiro caminha muito devagar, é extremamente descritivo e até repetitivo em alguns pontos, tornando bem cansativa a leitura, eu não conseguia ler nem 15 páginas que batia um sono e muitas vezes eu fica perdida na história, precisando sempre reler para compreender aonde Angus queria chegar... Não foi uma leitura satisfatória, nem mesmo estimulante, por diversas vezes eu pensei em desistir e abandonar o livro, mas insisti e infelizmente continuei com a mesma opinião desde o começo da leitura.

A respeito da edição, fica aqui meus parabéns para editora Novo Conceito que arrasou, temos ilustrações que compõem a trama, boa fonte e diagramação, gostei também que as folhas estejam mais grossas que as que estamos acostumados, acredito que sejam por conta das ilustrações para que o pigmento da impressão fique boa nos desenhos, o que sem dúvida se mostrou certo, pois a edição está bem bonita.

Enfim, Angus – O primeiro guerreiro é um livro para um público específico ao meu ver, claro que isto pode fugir a regra, mas se você gosta de um livro mais dinâmico e ágil, talvez Angus não te satisfaça completamente. No entanto para quem gosta de histórias medievais, épicas e cheias de referências mitológicas com certeza vai apreciar muito mais a obra.

site: http://pobreleitora.blogspot.com.br/2017/06/resenha-angus-o-primeiro-guerreiro.html
Italo Bernardo | @wesleyliterario 29/07/2017minha estante
Primeira resenha sincera sobre o livro que leio!! Estou tentando concluí-lo com muito sofrimento rsrs


SahRosa 30/07/2017minha estante
Eu estava com muitas expectativas, algo que pode ter sido um peso na balança também, infelizmente não deu, Angus não conseguiu me cativar. Obrigada pelo comentário!


Henrique Cavalcante 26/07/2020minha estante
Estou lendo e esta resenha é simplesmente o que estou sentindo. Como tenho problemas em abandonar leituras eu vou terminar.




Ricardo Brandes 22/06/2017

Drama, ação e aventura que conquistaram o mundo
Para quem curte um bom romance de ficção histórica, ANGUS é um prato cheio! Primeiro livro da trilogia de Orlando Paes Filho, Angus conquistou o público no Brasil e no mundo com seu enredo histórico, sendo traduzido para vários idiomas.
A capa e ilustrações internas foram feitas pelo próprio autor, com uma arte incrível! A cada ilustração, o leitor viaja ainda mais pelas incríveis histórias, personagens e momentos da obra.
E para entender este sucesso, basta espiar o enredo poderoso, criado pelo autor Brasileiro: O livro 1, que trata do primeiro guerreiro, traz a história da fundação do clã MacLachlan, no ano 849 d. C. no norte da Escócia. Vikings, guerras e religiões se entrelaçam nos primórdios destes povos, em uma ficção super intensa e poderosa.
Como leitor, realmente pude me sentir dentro da história, acompanhando as lutas e dificuldades do protagonista Angus. E mesmo para mim, que não gosto de livros muito extensos, as 368 páginas passaram rápido, como um turbilhão de fatos e emoções. Pude sentir na pele os dramas, os medos e problemas enfrentados por Angus e seus companheiros de luta, além da questão da descoberta da fé e da cristandade que, ao meu ver, permeou não só o amadurecimento do personagem mas toda a obra neste livro 1.
As questões dos povos, das invasões bárbaras, dos romances, das lutas e conchavos políticos, das primeiras disputas de poder entre os povos que formaram a Europa, surgem lado a lado com questões de honra e injustiça, alterando a índole e visão de mundo de Angus.
A questão da dupla formação cultural e das crenças de Angus permeiam toda a obra, em seu primeiro volume, sendo completadas por uma vasta pesquisa histórica, para dar ainda mais realidade aos fatos expostos pelo autor.
Drama, ação e aventura dão o tom nesta grande obra escrita por um autor brasileiro, que acabou conquistando o mundo.
E para quem, como eu, ficou muito satisfeito com este primeiro livro, a aventura está só no começo: o livro 2 (que se passa na época das cruzadas ) e o livro 3 (que aborda o ano de 2020, e a chegada do anticristo) também estão à caminho. Uma oportunidade de outo para quem ama ficções históricas!

site: http://www.amoreselivros.com.br/2017/06/angus-o-primeiro-guerreiro-orlando-paes.html
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Saleitura 13/05/2017

Angus - O Primeiro Guerreiro, escrito por Orlando Paes Filho e publicado pela Novo Conceito, narra, em 363 páginas repletas de ricas ilustrações, o início de uma trilogia medieval que, ainda que possua características fantásticas, não deixa de relatar importantes fatos históricos da humanidade.

Uma narrativa fascinante e imersiva, que mantém a atenção do leitor até o fim e que faz com que a leitura discorra muito mais rapidamente que o seu relativamente grande número de páginas promete.
Uma forma de contar a história que mostra domínio do autor com relação ao que fala, o que acaba por ajudar ainda mais na imersão.

Seus personagens, no entanto, me pareceram extremamente superficiais, e mesmo nas últimas páginas do livro, eu não havia conseguido me envolver com absolutamente nenhum deles. Sendo eu o tipo de leitora que valoriza personagens profundos e bem desenvolvidos, acabei saindo da leitura com um certo toque de decepção nesse ponto.

Além da falta de profundidade, eu percebi que a história como um todo girava em torno de personagens extremamente dualistas, ou seja: personagens ou muito bons, ou muito ruins, sem mais ou menos, sem a mistura de bem e mal que compõe o ser humano na vida real. Sem falar que os personagens completamente bons eram sempre associados ao cristianismo, enquanto aqueles de outras crenças eram QUASE sempre narrados como simples bárbaros sem razão alguma para estarem fazendo o que faziam além da simples sede por sangue. E tudo isso acabou contribuindo ainda mais para a falta de conexão que se encontra com a história.

Afinal, ainda que imersiva e rápida, ela mostra-se pouco envolvente em certos pontos, além de por muitos momentos parecer de certa forma apressada, enquanto em outros ela se demorava sem parecer ter um objetivo claro para aquilo. Eu compreendo tal aspecto, no entanto, afinal é preciso muitas vezes que a história discorra em uma certa velocidade para que o autor consiga contar tudo o que deseja, além de que por vezes, se grandes períodos de tempo não foram acelerados, ou muitas vezes simplesmente pulados, a história se tornaria tediosa e repetitiva. E é por compreender o lado do autor, que eu não acredito que essa seja uma crítica que possa tirar pontos da avaliação, ainda que baseado no meu gosto pessoal, eu teria preferido que em alguns momentos a história diminuísse o passo.

Mas no fim, eu acabei dando ao livro 3,5 estrelas. Leria algo mais do autor? Com certeza. Indicaria esse livro específico para os meus amigos? Talvez.

Resenha de Ana Carolina
https://www.skoob.com.br/usuario/2583884-ana

site: http://saletadeleitura.blogspot.com.br/2017/05/resenha-o-primeiro-guerreiro-1-de.html
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Alyssa @culpadoslivros 12/05/2017

Angus o Primeiro Guerreiro é um livro repleto de aventuras, desde o começo até as últimas páginas. Mas, quem é Angus? Ele é filho da bela cristã escocesa, Briggid MacLachlan e do destemido jarl nórdico Seawulf Yatlansson e foi criado sob influência dessas duas religiões. Aos dezesseis anos já treina com afinco para se tornar um grande guerreiro, anseia por aventuras e quer provar para seu pai que está apto para lutar.

A história deste livro começa na verdade quase 300 anos antes, no ano de 545 de Nosso Senhor, quando o Monge Columbus tem uma terrível visão do que ocorrerá no futuro, onde uma força maligna trará morte e escravidão. E para que possam se defender será necessária uma arma poderosa, que pertencerá a um único guerreiro. Então, Columbus convoca os Druidas para que juntos, fabriquem uma espada sagrada, forjada na luz.

Na Idade Média, os conquistadores nórdicos eram cruéis, saqueavam e destruíam cidades inteiras, além de escravizar os povos conquistados. Mas, Seawulf, o pai de Angus, era um guerreiro diferente e mesmo sendo um líder, se incomodava com essas ações bárbaras.
No começo da história temos um jovem e inexperiente Angus, tentando provar seu valor. É notável a evolução deste personagem, através de erros e acertos. Ele herdou a cultura e a religião nórdica e seu objetivo é ser um poderoso guerreiro e ter uma morte gloriosa nos campos de batalha. Mas dentro dele também estão contidos vários ensinamentos cristãos, passados pela sua mãe.

Já deu para perceber que esta é uma história complexa, cheia de palavras e nomes difíceis de pronunciar. Aliás, este é um fato que me incomodou um pouco, pois não consegui decorar os nomes de vários personagens e lugares. Outra coisa que devo mencionar, os capítulos são longos demais, o que dificulta a leitura.

Por outro lado, as batalhas são épicas e muito bem escritas. É possível mergulhar em cada luta, através da minuciosa e detalhada descrição das cenas.

O projeto gráfico do livro está de parabéns! As ilustrações são lindas e enriquecem o texto; o papel amarelado, a capa. Enfim, tudo muito caprichado.

Angus o primeiro guerreiro traz uma aventura épica medieval, ao mesmo tempo fantasiosa e real, pois mescla elementos históricos ambientados durante as invasões Vikings na Bretanha, com personagens ficcionais criados pelo autor. Um livro para ser lido sem pressa, absorvendo aos poucos cada detalhe.

A Editora Novo Conceito disponibilizou gratuitamente pelo site da Amazon em ebook, o “prequel” Angus Origens, que – como o próprio nome já diz - conta a origem do Clã MacLachlam.

site: http://www.instagram.com/culpadoslivros/
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