Angus - O Primeiro Guerreiro

Angus - O Primeiro Guerreiro Orlando Paes Filho




Resenhas - Angus - O Primeiro Guerreiro


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Rodrigo Souza 31/10/2020

Inspirador
Demorei muito tempo para ler esse livro. Agora, fiquei extasiado. Que se danem se fala sobre religião. Parece aqueles sonhos que eu tive.
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Sr. Alves 04/04/2021

Angus - o primeiro guerreiro.
Em plena idade média, por volta do ano 863, uma saga de fulgor e força fora criada, através de seus feitos, Angus Maclachlan trilhou seu caminho rumo à ascensão. Na era medieval, inúmeras batalhas eram travadas em busca de territórios, pilhagens e escravos, com os nórdicos seguindo buscando cada vez mais dominar e conquistar.


Em meio a este contexto, em plena Bretanha, está Angus, filho do bravo guerreiro. Seawulf, buscando encontrar seu valor dentre seu povo, munido de seu machado e sua coragem. Ao contrário dos nórdicos, Seawulf segue os preceitos do cristianismo e isso tem clara influência sobre Angus, que verá através do tempo a missão que enfrentará, dada por Deus.


A narrativa é muito descritiva, o autor Orlando Paes filho não poupou detalhes. Contudo, o excesso de descrição, por vezes, chega a ser tedioso e em algumas partes a estória se mantém arrastada e senti falta também de personagens marcantes, exceto por Seawulf, pai de Angus, que foi meu favorito. A temática cristã é divinamente abordada e marca uma transição no contexto da obra. Angus ? o primeiro guerreiro, pode não ser muito atrativo a princípio, mas é uma excelente forma de contar uma verdadeira lenda.

Sr. Alves
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Henrique Cavalcante 10/08/2020

Ok, uma obra razoável
Eu realmente queria muito falar 100% bem desta obra, mas, a narrativa cansativa e a falta de ritmo da trama fizeram eu pensar em largar a leitura por várias vezes, só não fiz isto por não conseguir deixar nada por fazer.
A obra é rica em detalhes para quem curte RPG e afins, porém, possui uma narrativa que não envolve e um protagonista que não tem carisma. O livro joga uma proposta de mostrar o crescimento de Angus durante a trama, mas, sinceramente eu não vi grande diferença deste personagem do início ao fim do livro. Há uma boa descrição das batalhas e alguns momentos de emoção que perdem o ritmo depois com grandes monólogos de Angus.

Pontos positivos:
Para não acharem q sou chato vi coisas legais neste livro.
A galera que curte histórias/lendas do povo viking vai gostar da riqueza de detalhes contida neste livro além da mescla de fantasia e fatos da Europa do Século VIII ao XI.
A edição do livro é maravilhosa, capa e miolo feitos com material muito bom.
Há várias ilustrações feitas pelo autor de óleo sobre tela.
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José Junior 17/01/2019

É, se eu não chorasse no final do livro não seria eu.
Realmente esse é um livro de guerra, aventura medieval, mas extremamente religioso, com cada personagem com uma fé incrível, frases que são um soco no seu estômago, eu tô ainda impactado, mesmo sabendo desde o prólogo que eu o amarei, eu simplesmente precisa desse livro, e o final JESUSSSSS
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SahRosa 17/07/2017

Resenha exclusiva do blog Pobre Leitora (blog que sou colunista)
Toda vez que vejo um livro com ótimas críticas, sempre com classificações altas, eu me sinto um peixe fora d’água por não ter gostado, fico até sem saber direito qual foi o vilão, se sou eu mesma ou minhas expectativas. Bem, eu queria muito ter gostado de Angus – O primeiro guerreiro, volume um da trilogia de Orlando Paes Filho, no entanto eu tentei, foi a duras penas que li esse livro, foram uns dois meses para concluir a leitura de pouco mais de 300 páginas e digo que foi sofrido, não consegui me envolver e a leitura sem dúvidas não fluía...

Acredito que o principal motivo que me levou a não gostar desta leitura seja a narrativa. Angus é narrado em primeira pessoa pelo protagonista que da nome ao livro, ficamos muito presos em suas atitudes, ações e pensamentos, e quando o personagem não é carismático essa narrativa passa a ser extremamente maçante, fraca e desestimulante para leitura. Vejam bem, se fosse em terceira pessoa talvez teríamos um respiro e pudéssemos conhecer melhor outros personagens, afinal Angus não é um herói que passa simpatia, ele é até forçado e caricato em várias ocasiões. No começo da trama vemos um Angus mais jovem e terminamos o livro com ele adulto, um homem, no entanto não consegui enxergá-lo como tal, como se essa transição de fato não tivesse acontecido... Talvez por isso mesmo outro estilo narrativo poderia ter funcionado melhor.

Não digo que a história em si é ruim, pelo contrário, creio que os fãs de RPG e fantasia medieval vão apreciar bem mais, eu até que gosto de ambos, mas a lentidão da narrativa, o protagonista e a falta de envolvimento acabou causando um certo desgosto nesta leitura. Mesmo tendo muita ação e batalhas, Angus – O primeiro guerreiro caminha muito devagar, é extremamente descritivo e até repetitivo em alguns pontos, tornando bem cansativa a leitura, eu não conseguia ler nem 15 páginas que batia um sono e muitas vezes eu fica perdida na história, precisando sempre reler para compreender aonde Angus queria chegar... Não foi uma leitura satisfatória, nem mesmo estimulante, por diversas vezes eu pensei em desistir e abandonar o livro, mas insisti e infelizmente continuei com a mesma opinião desde o começo da leitura.

A respeito da edição, fica aqui meus parabéns para editora Novo Conceito que arrasou, temos ilustrações que compõem a trama, boa fonte e diagramação, gostei também que as folhas estejam mais grossas que as que estamos acostumados, acredito que sejam por conta das ilustrações para que o pigmento da impressão fique boa nos desenhos, o que sem dúvida se mostrou certo, pois a edição está bem bonita.

Enfim, Angus – O primeiro guerreiro é um livro para um público específico ao meu ver, claro que isto pode fugir a regra, mas se você gosta de um livro mais dinâmico e ágil, talvez Angus não te satisfaça completamente. No entanto para quem gosta de histórias medievais, épicas e cheias de referências mitológicas com certeza vai apreciar muito mais a obra.

site: http://pobreleitora.blogspot.com.br/2017/06/resenha-angus-o-primeiro-guerreiro.html
Italo Bernardo | @wesleyliterario 29/07/2017minha estante
Primeira resenha sincera sobre o livro que leio!! Estou tentando concluí-lo com muito sofrimento rsrs


SahRosa 30/07/2017minha estante
Eu estava com muitas expectativas, algo que pode ter sido um peso na balança também, infelizmente não deu, Angus não conseguiu me cativar. Obrigada pelo comentário!


Henrique Cavalcante 26/07/2020minha estante
Estou lendo e esta resenha é simplesmente o que estou sentindo. Como tenho problemas em abandonar leituras eu vou terminar.




Diego Araujo 07/02/2019

Dura pouco a alegria do guerreiro
Angus é filho de Seawulf, O Sangue de Gelo, e cresceu junto aos escotos com a mãe Briggid, temente ao Deus cristão. Seawulf leva Angus na primeira campanha do filho, ambos servem ao grande exército nórdico liderado pelos irmãos Ivar e Halfdan, os dois filhos do lendário viking Ragnar Lodbrok.

Influenciado pela esposa, Seawulf rejeita certas posturas dos líderes nórdicos, seja nas estratégias, no tratamento perante aos adversários derrotados e por proteger homens indignos, segundo ele. Angus segue os passos do pai enquanto testemunha sua indignação do velho em relação aos filhos de Ragnar.

Os conflitos em torno de seu pai levará Angus a abandonar o exército nórdico e conhecer pessoas da ilha Bretanha, onde há crença no Deus monoteísta igual a da mãe. Aprende lições religiosas capazes de convencer o jovem guerreiro a confrontar os nórdicos.

*

O livro de Angus aborda a ficção histórica cujos elementos fantásticos estão na crença dos personagens. Apresenta uma lenda original do autor como base da trilogia enquanto mescla conflitos e personagens reais na história medieval. Retrata a vida dos nobres católicos e aspectos da cultura nórdica, bem como a relação de cada crença com as batalhas e as formas de manejar armas.

As centenas de páginas carregam conflitos atrás de conflitos. Batalhas de exércitos, duelos e missões de reconhecimento trazem ótimas descrições das cenas de ação onde nem sempre o resultado é previsível. Porém
peca em apresentar alguns dos adversários no meio de tantas batalhas. Enquanto é possível testemunhar o rancor de Angus contra alguns nórdicos, os outros inimigos trazem pouco impacto na trama e são apenas obstáculos que o protagonista ultrapassa sem dificuldade, encanto ou importância.

Possui narrativa em primeira pessoa com momentos de info dumping. Angus descreve os vários detalhes dos exércitos aliados e o seu conhecimento dos adversários. A narrativa sobrecarrega informações em certo capítulo, até fica estranho quando Angus enfim toma alguma atitude, lembrando depois de muita descrição que ele também é personagem além de narrador. A sensação de Angus ser apenas o contador da história diminui após a metade do livro, quando ele avança de combate a combate no ritmo apressado e destoante comparado ao começo da história.

Angus: O Primeiro Guerreiro oferece tudo ao leitor interessado numa aventura histórica e cheia de ação, mas com aquele sabor amargo de monólogos descritivos onde despeja informações, além da quebra de ritmo ao longo do livro.

site: https://xpliterario.com.br/xp-leitura/angus-o-primeiro-guerreiro/
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Matthaeus Filipe 11/11/2020

Do entusiasmo à decepção.
ANGUS - O PRIMEIRO Guerreiro foi um dos poucos livros lidos por mim que remonta os tempos da idade média com suas batalhas, culturas, etc. Por ter uma certa referência de outros livros do gênero, a trama que envolve a história de Angus começou a me entusiasmar no início, mas a partir da metade para o final fiquei completamente decepcionado com o estilo da história desenvolvida pelo autor. Em diversos pontos senti que a narrativa ficou muito confusa. Em alguns casos onde os detalhes poderiam ter sido explorados, o autor foi muito breve e economizou palavras sem mais explicações. Em outros momentos ele tentou forçar a barra criando situações inesperadas que destoavam com o tema da narrativa central. Outro ponto negativo é a quantidade de nomes que pareciam ser aleatórios e pouco importantes para a história. Essa quantidade exagerada de nomes com grafia complexa dificultava até mesmo a imaginar qual personagem estava sendo referido. Enfim, dou duas estrelas porque em alguns pontos, frases marcantes e trechos que falavam à alma quase compensavam o restante ruim que ocupou a grande parte da obra.
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Maria.ClarA 06/09/2020

É bom! mas também não leria dnv...
É muito difícil pegar o ritmo, principalmente no começo que parece que é uma narrativa sem fim. A partir de um momento onde acontece X coisa, muda de um jeito absurdo, fica extremamente bom do nada, tu engaja total a leitura, no fim da uma desacelerada mas mesmo assim ainda é muito bom. O problema de Angus, é que é uma estória onde você se esforça demais. A todo o instante você espera pegar o impulso básico do ânimo de passar as páginas naturalmente com entusiasmo, mas por muito tempo você se vê lendo arrastado. Além de que se você não gosta de coisa nórdica, guerras, você dificilmente vai gostar, porque tem muitas referências obviamente, além de ser um soco religioso sendo que se passa no século VIII algo assim, 864>.
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Silvana - Blog Prefácio 01/04/2017

Bretanha, Ano de Nosso Senhor de 545.
O monge Columbus tem uma visão terrível do futuro e para combater o que está por vir, ele convoca Os Druidas. Ele mostra um pouco do que viu e todos ficam horrorizados. Uma nova seita vai surgir e vai escravizar as pessoas, uma seita que terá Lúcifer como ser supremo e para combatê-la, eles precisam forjar uma arma sagrada. Por isso ele escolheu a dedo cada um deles que serão necessários para forjar uma espada banhada de luz. Essa espada terá um dono e assim que ela fica pronta o nome dele aparece entre as brasas que ainda ardiam no centro do circulo de pedra: Angus.

Bretanha, Ano de Nosso Senhor de 865.
Em Angus - O Primeiro Guerreiro, vamos acompanhar a história de Angus, filho de Seawulf Yarlansson e Birgid MacLachlan. Seawulf é um jarl nórdico, adorador de Odin, e Birgid uma cristã vindo da Terra dos Escotos, por isso ele aprendeu sobre as duas religiões. Angus está com dezesseis anos e está prestes a se tornar um guerreiro de verdade. Ele se encontra em sua primeira expedição rumo à Terra dos Anglos do Leste. Ele viaja juntamente com seu pai, Seawulf Sangue de Gelo, que foi convocado por Ivar Sem-Ossos à se juntar ao seu exército viking para vingar a morte de seu pai Ragnar. Mas enquanto Ivar quer vingança, Seawulf está lá pela aventura. Quando eles chegam ao local, Ivar ainda não chegou, então eles resolvem começar a invasão. E é assim que Angus mata seu primeiro homem, mas também perde seu melhor amigo na batalha.

Quando Ivar chega, acompanhado de seu irmão Halfdan, eles já tomaram a aldeia mais próxima, mas Ivar quer o sangue de todos cristãos e para isso ele vai varrer a ilha toda na espada matando todos os anglos e saxões que ele encontrar pelo caminho. O problema é a forma que ele faz isso. Seawulf não concorda com a violência e a crueldade empregada, e muito menos em matar os homens desarmados já rendidos e isso acaba gerando discórdia entre eles. Os nórdicos começam a dizer que Seawulf está com o coração amolecido por causa de sua esposa que é cristã. E fora isso, um dos vikings protegidos de Ivar, acaba matando um dos amigos de Seawulf na covardia e Seawulf jura vingar seu amigo. E quando isso acontece, Ivar acaba traindo Seawulf. Angus consegue fugir, mas acaba ferido e sozinho no meio da floresta.

Quem encontra Angus é Nennius um monge muito sábio que acaba ensinado as sete virtudes para Angus. E quanto mais ele aprende com Nennius, mais ele percebe que o que vinha fazendo até então, não tinha nenhuma honra. Ele começa a ver a vida com outros olhos e acaba convertido ao cristianismo. E quando ele está pronto, Nennius libera Angus que parte em busca de vingança pela morte de seu pai e também para achar um jeito de parar Ivar e Halfdan antes que eles acabem com toda Bretanha. E no caminho ele conhece Owain, que vai ensinar tudo o que Angus ainda não aprendeu na arte da guerra, inclusive a manejar uma espada. Até então sua arma é um machado. E juntos eles partirão para a batalha de suas vidas.

Meu único contato com os livros do gênero foi através de As Brumas de Avalon, que conta a história do Rei Arthur, que inclusive é bastante citado nesse livro. Mas a história é contada pelo ponto de vista feminino, e quase oposto ao cristão. Nunca tinha lido nada que tivesse vikings na história, por exemplo. Por isso fugi bastante da minha zona de conforto ao ler esse livro. Como já tinha lido Angus - Origens, já tinha alguma ideia do que esperar, mas ainda assim acabei surpreendida pela grandeza da história. Uma coisa que tinha me incomodado em Origens, os nomes difíceis, acabou sendo mais tranquilo nesse, mas achei alguns defeitos, assim como bastante acertos também.

A mistura de fantasia com fatos históricos é uma coisa que me agrada bastante, mas a parte que envolve a religião, foi uma coisa que achei meio chato. Tem um capitulo em especifico que achei bem enfadonho, onde o monge ensina sobre as virtudes para Angus. Creio que as pessoas que professam outra religião, não irão gostar. E outra coisa que não gostei, foram os capítulos enormes. Dá aquela sensação que você lê muito mais do que realmente leu. Mas fora isso, achei a história incrível. Sabe aquele tipo de livro que você se envolve tanto na história que nem percebe o que está acontecendo ao seu redor? As cenas das batalhas são perfeitas e até parecia que eu estava assistindo um filme de tão bem descritas.

Angus foi um personagem que tive uma relação de amor e ódio. Achei ele fraco a maior parte do tempo. Sabe os filmes do Rocky onde ele só apanha a luta toda e no final vence? Foi essa impressão que eu tive do personagem. Passava páginas e páginas e ele não evoluía. Mas depois a coisa mudou e enfim ele se tornou o guerreiro que eu esperava. Um personagem que gostei bastante foi Seawulf, ele é um homem integro, que mesmo com a criação que teve, não deixou de ser justo. Tem muitos outros personagens ótimos na história, mas não dá para citar todos. E como essa resenha já está enorme, vou finalizar indicando o livro para quem gosta do gênero. Quanto a edição, está perfeita, e dentro do livro tem várias ilustrações que fazem toda a diferença na história.


site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2017/03/resenha-angus-o-primeiro-guerreiro.html
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Kari 05/04/2017

Uma história que nos leva em uma viagem no tempo onde tudo começou.. 545, Ano de Nosso Senhor, na Bretanha; o Monge Columbus tem uma visão do futuro que não é nada agradável e parece que sua melhor opção são os Druidas para evitar tamanho mal que está por vir onde Lúcifer irá assumir as rédeas de uma seita macabra que promete escravizar os humanos e dominar tudo.Uma arma deve ser forjada ela será sagrada e banhada em luz e terá um único líder ou dono e o nome dele aparece entre as brasas - Angus.

Mais tarde iremos conhecer Angus, filho de Seawulf e Birgid. Seu pai é adorado de Odin e um Jarl enquanto sua mãe é cristã, então Angus cresceu com a presença constante de duas religiões; aos dezesseis anos ele logo será um guerreiro e já em sua primeira missão ao lado de seu pai o intuito é vingar a morte de Ragnar pai de Ivar Sem-Ossos junto de um exercito Viking e é nessa batalha que Angus conhece sentimentos novos como perda, morte, traição, vingança, solidão entre outros.

Em dado momento após essa batalha que irá levar Angus para um recanto no meio da floresta ferido e sem ninguém um monge muito especial que toma Angus como aprendiz lhe ensinando as sete virtudes e conforme Angus vai aprendendo essas "lições" do monge vai percebendo que as coisas nunca eram para ser como estavam sendo, não havia honra verdadeira em nada do que lhe foi ensinado como guerreiro em sua primeira missão Vinking e assim Angus tem sua própria visão de religião, honra e mundo e com isso torna-se cristão. Após um período de aprendizado e formação de "caráter" Angus parte em busca de vingança mais uma vez, mas também de uma forma de fazer com que Ivar pare de massacrar aldeias e pessoas como se não valessem nada; pessoas que não estão resistindo às suas ordens, pessoas que não estão prontas para uma guerra e nessa busca ele encontra Owain que será também seu "professor" ensinando todo o necessário sobre a guerra, o que inclui lutar com uma espada e não mais com seu machado.

Angus não faz ideia de tudo que está por vir, o que aconteceu antes de ele ir para a guerra com os Vinkins, se é que uma marcha por uma vingança sem honra pode ser chamada assim, não tem comparação com o que virá adiante, a partir do momento que se vê sozinho e conhece novas pessoas que lhe darão um propósito e uma direção completamente diferente da que ele tinha.

Este personagem nos traz um misto de sentimentos que nos faz pensar e repensar diversas coisas apesar de ser uma ficção, porém o mais interessante foi me deparar não com um daqueles personagens "perfeitinhos" mas sim falho como nós humanos, com dúvidas, medos, fraquezas.. A evolução de Angus em sua jornada é vista a olhos nus e foi bom ver esse crescimento. O livro nos traz um misto de fantasia e história fazendo um trocadilho entre realidade e ficção.

A história é muito boa, mas teve momentos que não curti muito, porém acredito no potencial do autor Orlando Paes Filho e de que podemos esperar por grandes feitos em suas próximas escritas.

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Duda 04/05/2017

Angus - O Primeiro Guerreiro, de Orlando Paes Filho
Neste livro vamos conhecer Angus MacLachlan, um jovem de 16 anos, filho de Seawulf Yarlansson um Jarl nórdico e de Birgid MacLachlan, uma cristã da Terra dos Escotos, sendo assim ele cresceu aprendendo sobre as duas religiões.

Angus sonha em se tornar um guerreiro de verdade, e por isso vai em sua primeira expedição rumo à Terra dos Anglos do Leste na companhia de seu pai e de outros homens que foram convocados por Ivar Sem-Ossos à se juntar ao seu exército viking afim de vingar a morte de seu pai Ragnar. Mas enquanto Ivar quer vingança a qualquer custo, Seawulf está ali apenas pela aventura.

Ivar, sedento por vingança, quer o sangue de todos cristãos e então da inicio a maior carnificina que Angus nunca sonhou em presenciar. No meio dessa batalha Angus acaba fazendo a primeira vítima de sua vida, mas também perde seu melhor amigo e seu pai. Depois de presenciar essas mortes tão covardes, Angus consegue fugir. Mas por estar ferido, ele padece sozinho no meio da floresta.

Tudo parece perdido para Angus, até que Nennius, um monge muito sábio, o encontra, dá abrigo em seu monastério e lhe ensina as sete virtudes A partir desse encontro a vida de Angus muda completamente; quanto mais ele aprende com o sábio, mais ele percebe que o que vinha fazendo até aquele momento não tinha nenhum propósito real e começa a ver a vida sob outra perspectiva, até que decide se converter de vez a religião de sua mãe.

Assim que ele absorve todos os ensinamentos e sente que está pronto, ele parte em busca de vingança pela morte de seu pai e também para tentar dar um fim aos assassinos​ antes que eles acabem com todos na Bretanha.

No caminho ele conhece Owain, que vai o ensinar tudo aquilo que ele ainda não sabe sobre combates e guerras. Mas nem a vingança o deixa satisfeito, e em um certo dia outro velho sábio cruza seu caminho e o alerta sobre sua verdadeira missão, e que ela só será possível com a ajuda de uma espada mágica.

Resenha Completa Em:

site: http://umaleitoravoraz.blogspot.com.br/2017/04/angus-o-primeiro-guerreiro-de-orlando.html#more
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Alyssa @culpadoslivros 12/05/2017

Angus o Primeiro Guerreiro é um livro repleto de aventuras, desde o começo até as últimas páginas. Mas, quem é Angus? Ele é filho da bela cristã escocesa, Briggid MacLachlan e do destemido jarl nórdico Seawulf Yatlansson e foi criado sob influência dessas duas religiões. Aos dezesseis anos já treina com afinco para se tornar um grande guerreiro, anseia por aventuras e quer provar para seu pai que está apto para lutar.

A história deste livro começa na verdade quase 300 anos antes, no ano de 545 de Nosso Senhor, quando o Monge Columbus tem uma terrível visão do que ocorrerá no futuro, onde uma força maligna trará morte e escravidão. E para que possam se defender será necessária uma arma poderosa, que pertencerá a um único guerreiro. Então, Columbus convoca os Druidas para que juntos, fabriquem uma espada sagrada, forjada na luz.

Na Idade Média, os conquistadores nórdicos eram cruéis, saqueavam e destruíam cidades inteiras, além de escravizar os povos conquistados. Mas, Seawulf, o pai de Angus, era um guerreiro diferente e mesmo sendo um líder, se incomodava com essas ações bárbaras.
No começo da história temos um jovem e inexperiente Angus, tentando provar seu valor. É notável a evolução deste personagem, através de erros e acertos. Ele herdou a cultura e a religião nórdica e seu objetivo é ser um poderoso guerreiro e ter uma morte gloriosa nos campos de batalha. Mas dentro dele também estão contidos vários ensinamentos cristãos, passados pela sua mãe.

Já deu para perceber que esta é uma história complexa, cheia de palavras e nomes difíceis de pronunciar. Aliás, este é um fato que me incomodou um pouco, pois não consegui decorar os nomes de vários personagens e lugares. Outra coisa que devo mencionar, os capítulos são longos demais, o que dificulta a leitura.

Por outro lado, as batalhas são épicas e muito bem escritas. É possível mergulhar em cada luta, através da minuciosa e detalhada descrição das cenas.

O projeto gráfico do livro está de parabéns! As ilustrações são lindas e enriquecem o texto; o papel amarelado, a capa. Enfim, tudo muito caprichado.

Angus o primeiro guerreiro traz uma aventura épica medieval, ao mesmo tempo fantasiosa e real, pois mescla elementos históricos ambientados durante as invasões Vikings na Bretanha, com personagens ficcionais criados pelo autor. Um livro para ser lido sem pressa, absorvendo aos poucos cada detalhe.

A Editora Novo Conceito disponibilizou gratuitamente pelo site da Amazon em ebook, o “prequel” Angus Origens, que – como o próprio nome já diz - conta a origem do Clã MacLachlam.

site: http://www.instagram.com/culpadoslivros/
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Saleitura 13/05/2017

Angus - O Primeiro Guerreiro, escrito por Orlando Paes Filho e publicado pela Novo Conceito, narra, em 363 páginas repletas de ricas ilustrações, o início de uma trilogia medieval que, ainda que possua características fantásticas, não deixa de relatar importantes fatos históricos da humanidade.

Uma narrativa fascinante e imersiva, que mantém a atenção do leitor até o fim e que faz com que a leitura discorra muito mais rapidamente que o seu relativamente grande número de páginas promete.
Uma forma de contar a história que mostra domínio do autor com relação ao que fala, o que acaba por ajudar ainda mais na imersão.

Seus personagens, no entanto, me pareceram extremamente superficiais, e mesmo nas últimas páginas do livro, eu não havia conseguido me envolver com absolutamente nenhum deles. Sendo eu o tipo de leitora que valoriza personagens profundos e bem desenvolvidos, acabei saindo da leitura com um certo toque de decepção nesse ponto.

Além da falta de profundidade, eu percebi que a história como um todo girava em torno de personagens extremamente dualistas, ou seja: personagens ou muito bons, ou muito ruins, sem mais ou menos, sem a mistura de bem e mal que compõe o ser humano na vida real. Sem falar que os personagens completamente bons eram sempre associados ao cristianismo, enquanto aqueles de outras crenças eram QUASE sempre narrados como simples bárbaros sem razão alguma para estarem fazendo o que faziam além da simples sede por sangue. E tudo isso acabou contribuindo ainda mais para a falta de conexão que se encontra com a história.

Afinal, ainda que imersiva e rápida, ela mostra-se pouco envolvente em certos pontos, além de por muitos momentos parecer de certa forma apressada, enquanto em outros ela se demorava sem parecer ter um objetivo claro para aquilo. Eu compreendo tal aspecto, no entanto, afinal é preciso muitas vezes que a história discorra em uma certa velocidade para que o autor consiga contar tudo o que deseja, além de que por vezes, se grandes períodos de tempo não foram acelerados, ou muitas vezes simplesmente pulados, a história se tornaria tediosa e repetitiva. E é por compreender o lado do autor, que eu não acredito que essa seja uma crítica que possa tirar pontos da avaliação, ainda que baseado no meu gosto pessoal, eu teria preferido que em alguns momentos a história diminuísse o passo.

Mas no fim, eu acabei dando ao livro 3,5 estrelas. Leria algo mais do autor? Com certeza. Indicaria esse livro específico para os meus amigos? Talvez.

Resenha de Ana Carolina
https://www.skoob.com.br/usuario/2583884-ana

site: http://saletadeleitura.blogspot.com.br/2017/05/resenha-o-primeiro-guerreiro-1-de.html
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Ricardo Brandes 22/06/2017

Drama, ação e aventura que conquistaram o mundo
Para quem curte um bom romance de ficção histórica, ANGUS é um prato cheio! Primeiro livro da trilogia de Orlando Paes Filho, Angus conquistou o público no Brasil e no mundo com seu enredo histórico, sendo traduzido para vários idiomas.
A capa e ilustrações internas foram feitas pelo próprio autor, com uma arte incrível! A cada ilustração, o leitor viaja ainda mais pelas incríveis histórias, personagens e momentos da obra.
E para entender este sucesso, basta espiar o enredo poderoso, criado pelo autor Brasileiro: O livro 1, que trata do primeiro guerreiro, traz a história da fundação do clã MacLachlan, no ano 849 d. C. no norte da Escócia. Vikings, guerras e religiões se entrelaçam nos primórdios destes povos, em uma ficção super intensa e poderosa.
Como leitor, realmente pude me sentir dentro da história, acompanhando as lutas e dificuldades do protagonista Angus. E mesmo para mim, que não gosto de livros muito extensos, as 368 páginas passaram rápido, como um turbilhão de fatos e emoções. Pude sentir na pele os dramas, os medos e problemas enfrentados por Angus e seus companheiros de luta, além da questão da descoberta da fé e da cristandade que, ao meu ver, permeou não só o amadurecimento do personagem mas toda a obra neste livro 1.
As questões dos povos, das invasões bárbaras, dos romances, das lutas e conchavos políticos, das primeiras disputas de poder entre os povos que formaram a Europa, surgem lado a lado com questões de honra e injustiça, alterando a índole e visão de mundo de Angus.
A questão da dupla formação cultural e das crenças de Angus permeiam toda a obra, em seu primeiro volume, sendo completadas por uma vasta pesquisa histórica, para dar ainda mais realidade aos fatos expostos pelo autor.
Drama, ação e aventura dão o tom nesta grande obra escrita por um autor brasileiro, que acabou conquistando o mundo.
E para quem, como eu, ficou muito satisfeito com este primeiro livro, a aventura está só no começo: o livro 2 (que se passa na época das cruzadas ) e o livro 3 (que aborda o ano de 2020, e a chegada do anticristo) também estão à caminho. Uma oportunidade de outo para quem ama ficções históricas!

site: http://www.amoreselivros.com.br/2017/06/angus-o-primeiro-guerreiro-orlando-paes.html
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