Quem era ela

Quem era ela JP Delaney




Resenhas - A Menina Que Morreu


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Diane 19/10/2017

Não sei quem é o mais louco!
Denise 19/10/2017minha estante
hahahahahaha
Adorei esse




Izamacharette 07/10/2017

um suspense leve ,no inicío é meio confuso ,mas que te deixa curioso,quase acertei o assaino mas te engana bem .você acha que é uma paessoa e na verdade é outra , não gostei mesmo foi do Eduard em momento algum principalmente no final.
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Vanessa 20/09/2017

Quem era ela
Ganhei esse livro em um sorteio e comecei a ler assim que chegou, sabe quando você termina de ler o livro e fica tipo: Me amarrota que eu tô passada!! Foi assim que me senti.Fazia tempo que não lia suspense psicológico e sabe aquele livro que você devora em horas, e que em uma página você desvenda todo o mistério e na próxima você não entende mais nada? Foi assim que me senti lendo esse livro, em uma página eu tinha certeza do desfecho, e na outra já não sabia mais nada.
O livro é narrado em primeira pessoa, intercalado por Jane e Emma, misturando passado e presente, foi uma delicia ler, porque é um livro sem rodeios, que não da voltas para chegar a momentos cruciais, me prendeu do inicio ao fim. E vamos a historia!!
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Jane precisa de um recomeço após uma grande perda em sua vida, e mudar de apartamento e deixar as memorias pra trás, pode ser o inicio de uma nova fase em sua vida. E a casa n° 1 da Folgate Street, em Hampstead, parece à solução ideal para Jane. A casa segue a linha minimalista, Porém, existem algumas regras e exigências que o interessado precisa cumprir, o que assusta logo de início. E, além disso, um questionário precisa ser respondido, com perguntas um tanto pessoais e infundadas e só após todo esse processo, o próprio arquiteto Edward Monkford precisa aprovar o inquilino.
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Emma Matthews, após sofrer um assalto no apartamento onde mora com seu namorado Simon, precisa de um novo lar para esquecer todos os traumas que a atormentam todos os dias. Ela e Simon visitaram vários apartamentos, mais não tinham gostado de nenhum até conhecer a casa n° 1 da Folgate Street, em Hampstead. Emma se sente bem na casa e decide tentar passar pelo processo e ser aprovada pelo arquiteto.
A partir daí Emma encontra informações que podem mexer com sua estrutura psicológica e ate mesmo com seu relacionamento. Sua vida fica cada vez mais turbulenta preste a se tornar um terror.
Uma casa misteriosa, duas mulheres e dois destinos diferentes!
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Se contar mais, sai Spoiler, e não quero estragar o mistério que rola no livro. Super indico!

site: https://www.instagram.com/p/BZJI91uBQ9Y/?hl=pt-br&taken-by=entrelivros_e_filho
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Marcia 12/09/2017

Quem Era Ela
Olá pessoal!
Eu estava travada para leitura. Não li nada no mês de agosto. Pegava um livro e largava. Pegava outro, largava.
Até começar a ler “Quem era ela”. Depois dele meu hábito literário voltou ao normal. (risos) Não consegui largar a leitura, li em um dia, terminei muito satisfeita e ansiosa pelo filme.

Não há muito a dizer depois dessa sinopse que mais parece uma resenha, porém vou tentar expressar aqui o quanto vale a pena ler esse livro.
Para morar no n.º 1 da Folgate Street, além de concordar com as cláusulas de um contrato enorme, ainda tem que preencher um formulário com perguntas pra lá de esquisitas e se o formulário for aprovado tem ainda que passar por uma entrevista com o proprietário.
A história é alternado por capítulos que narra a história da moradora anterior e da atual.
Antes: Emma – Depois de sofrer um assalto em sua casa, Emma não se sente mais segura então ela e o namorado Simon, resolve procurar um lugar barato e bacana pra morar e acabam em Folgate Street.
Emma se apaixona de cara, mesmo não tendo a disciplina que a CASA exige, ela a quer.
Seria um recomeço e a casa parece gostar dela, Simon não tem muita certeza, mas faria qualquer coisa por ela,pois tem verdadeira adoração pela namorada.
Coisas estranhas começam a acontecer, ela e Simon termina o namoro e logo ela inicia um romance perturbador com o proprietário da casa, Edward.

Edward Monkford é um tecnoarquiteto associado à estética minimalista e a casa foi projetada para sua família (mulher e filho) que durante a construção sofre um acidente e acabam morrendo no local.
Emma vive obcecada em saber mais sobre a falecida do amante, principalmente depois que descobre que é muito parecida fisicamente com ela.
Emma é um mistério para nós leitores e para Jane a moradora de agora e é ela que vai elucidar os mistérios do que aconteceu realmente com Emma e vai nos surpreender no final da trama.

Agora: Jane – Após ter que dar a luz a um bebê que morreu em seu ventre, Jane não vê sentindo em continuar morando e trabalhando no mesmo lugar. Ela quer um recomeço, então larga o emprego e decide procurar outro apartamento e chega ao n.º 1 da Folgate Street. Ela passa pelos mesmos procedimentos que Emma e na entrevista percebe que uma atração entre ela Edward se estabeleceu.
Todos os dias na sua porta alguém coloca um buquê de lírios.
Ela pensa ser de Edward, logo descobre que é de Simon. Quando o interpela percebe que há muitos segredos a serem revelados e parte a investigar.
A busca quase obsessiva pela moradora de antes (Emma) acaba a levando a correr perigo de morte. Mesmo assim ela não descansa enquanto não descobrir quem foi e o que realmente aconteceu com Emma.

Folgate Street: A Casa – Foi construída de formas simples e elegante, porém o morador não pode colocar corrimão na escada que leva ao andar de cima, não pode trocar os móveis e nenhum utensílios, seja de cozinha ou mesmo objetos decorativos; não pode ter livros, tampouco roupas jogadas no chão; não pode ter pia suja; apesar de ter um jardim não pode cultivar flores, etc.

Chuveiro, fogão tudo é ligado pela casa, a cada período há perguntas que o morador deve responder e enquanto essa tarefa não é cumprida alguns itens da casa não irá funcionar.
A casa monitora todo seu sistema corporal, o quanto ingeriu de calorias, álcool, doces, o quanto emagreceu e lhe dá uma nota, tudo é monitorado.
A internet não funciona com o Chrome ou outros conhecidos da gente. É sempre direcionado para a “Governanta”, sistema único, que responde só o que quer.
O final é surpreendente de várias formas. E se eu gostei do livro? Foi o melhor Thriller psicológico que li esse ano até agora.
Só estou chateada porque ainda não sei quem é o autor que escreve sob esse pseudônimo. (risos)
E devo alertar para que não se enganem,pois TODAS as personagens não são lá muito normais. (só um pouquinho de spoiler) rá!
E vocês já leram? Gostam de romances assim?

site: http://www.mundoliterando.com.br/category/resenhas/
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K.G 07/09/2017

UM FINAL PERTURBADOR, DE UMA HISTORIA INTRIGANTE.
O autor consegue nesse livro criar uma história bastante original, com ares de suspenses antigos, com casas mal assombradas ( só que sem uma casa assombrada, e uma coisa que posso dizer é que esse livro não tem nada de antigo)

Acompanhamos aqui a História da Jane, quando ela se muda para Folgate Street, no 1 ( endereço constantemente repetido durante a leitura)
Uma ca

sa super High Tech, onde tudo é controlado atráves da internet, e para morar ali, você tem que passar por um rigoroso ( e PERTURBADOR) questionário de seleção.
Os mistérios começam quando Jane recebe flores de um desconhecido, e descobri que ela se parece com a antiga inquilina da casa.
Daí ela começa a pesquisar e o mistério do livro começa a se formar, em relação a casa, A essa semelhança, em seu relacionamento com o arquiteto da casa.
E em paralelo, também temos a história da Emma, e é muito interessante como as histórias dessas personagens se ligam, e aquela sensação de Dejavú, que isso causa.

E um livro que tem uma trama envolvente e que a todo momento sofre reviravoltas, até que o quebra cabeça seja montado nos últimos capítulos
A Escrita do autor e muito fluida, a história bem construída, ele consegue brincar com a nossa cabeça, e O MAIS FODA, E COMO A CASA EM SI, SE TORNA UM PERSONAGEM DO LIVRO.
A Jane me dá raiva pq acho ela uma sonsa do caralho AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH eu ficava brigando com ela o tempo todo, ela ta vendo que vai dar merda, mas continua insistindo, invés de correr. Parece até eu com meus relacionamentos.
O final trás uma redenção pra lesera da personagem kkk

Achei que o desfecho foi meio uma " Epifania divina" kkk

O final desse livro apesar de não ser imprevisível, ou arrebatador, e bastante PERTURBADOR e me fez pensar o quão doente a mente do ser humano pode se tornar.
Fernanda 14/09/2017minha estante
eu não entendi aquele finalzinho,sobre o bebe,se ela ficou com ele,se deu pra adoção...


Bruna 06/10/2017minha estante
Fernanda, pelo o que entendi ela iria arrancar tudo do Edward e deixar eles pra trás, ficando com o bebe... Tanto que o último capitulo é de uma nova moça tentando alugar a casa, significa que a Jane não está mais lá


Izamacharette 07/10/2017minha estante
exatamente isso q entendi ,qdo ela diz ¨Vou arrancar o que puder de Edward ¨.




Lu 22/08/2017

O livro nos fará mergulhar em um thriller psicológico de tirar o fôlego. Na história, vamos acompanhar a vida de Emma antes e a vida de Jane agora. Ambas participaram de um rigoroso processo de seleção cheio de questionários para viver na premiada casa minimalista construída pelo famoso arquiteto Edward Monkford. Em Folgate Street, nº 1 são proibidos animais, livros, cortinas, carpetes, móveis e incontáveis outras coisas presentes em uma lista quase sem fim. Em Folgate Street, nº 1, organização é a palavra de ordem.

Acompanhamos a narrativa alternando entre os pontos de vista de Emma e Jane. Emma viveu em Folgate Street, nº 1 com seu namorado Simon alguns meses antes de Jane, mas as coisas não acabam muito bem para Emma e Jane mora em Folgate Street, nº 1 sozinha, tentando mudar sua vida após uma enorme perda. Aos poucos, Jane vê sua vida entrelaçada a de Emma e a necessidade de saber mais da mulher que habitou a casa antes de si.

"Deixo em branco. Branco, vazio e perfeito assim como o interior da casa."

Conheci um pouco do livro na Sessão Intrínseca deste ano e fiquei bastante curiosa. Não posso negar que a narrativa de JP Delaney me pegou com poucas palavras. Na primeira página eu já estava mergulhada no mundo de Emma, Jane e o misterioso arquiteto minimalista Edward, idealizador da premiada residência chamada Folgate Street, nº 1. Amo livros com narrativa dupla e amo ainda mais quando uma é do passado, outra do presente, as duas muito mais ligadas do que imaginamos no começo.

É verdade que "Quem Era Ela" tem reviravoltas maravilhosas que te deixam curiosa o tempo todo? É verdade sim. Também é verdade que o livro tem tudo para ser um thriller brilhante e de tirar o fôlego? Sim, muita verdade. Mas, será que o final é digno de um livro tão brilhante assim?

"Um novo começo. Um reinício. E enquanto pego no sono outra palavra também surge na minha mente. Um renascimento."

O livro é sim essa Coca-Cola toda que andam falando por ai. É impossível tentar largar o livro. Facilmente você se pega pensando no enredo durante o trabalho ou na aula e não é difícil perder uma ou duas horinhas de sono por mais um pouco da história que JP Delaney vai construindo.

Outro ponto muito positivo, é a construção dos personagens. O autor conseguiu criar personalidades críveis para cada um deles e são personagens que não alteram muito suas atitudes durante a história. Qualquer um dos personagens poderia ser seu vizinho, seu amigo ou aquele colega do trabalho.

"Nossa relação só vai durar enquanto for perfeita..."

"Quem Era Ela" tem tudo para ser um grande livro, mas existe algo naquele final que não funcionou para mim. As justificativas fracas do autor não conseguiram me convencer do que estava sendo contato ali nas ultimas páginas. Nada naquele final me convence de que, realmente, era isso que o autor tinha em mente. Na verdade, me parece que outra pessoa tomou a cadeira do autor para finalizar o livro por ele e criou um final absurdo para um livro que era incrível.

Cheio de reviravoltas de tirar o fôlego e um final totalmente decepcionante, "Quem Era Ela" é aquele livro para se prender, mas não esperar muito.

(resenha postada originalmente em 24/07/2017)

site: http://lumartinho.blogspot.com.br/2017/07/quem-era-ela-jp-delaney.html
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Aline 21/08/2017

Suspense até o fim
Pense em todas as teorias que você tem sobre esse livro e veja cada uma delas irem desmoronando a medida que você continua a leitura. A cada página o suspense fica maior e você não sabe em quem pode confiar.

É o tipo de livro que daria um excelente filme. Muito suspense, drama e assuntos a serem debatidos. Super recomendo!

Sobre o final? Nunca irá te passar pela cabeça esse desfecho, te garanto.
Fernanda 14/09/2017minha estante
Amei o livro,mas não entendi o final


Izamacharette 07/10/2017minha estante
vc não entendeu o finalzinho msm? pelo que entendi ela decidiu ficar c o filho e , ele continuou a alugar a casa , com as mesmas regras de antes .E vai começar tudo novamente .




sandra 19/08/2017

Um arquiteto possessivo e controlador constrói uma casa em que a tecnologia utilizada para atender ao conforto dos moradores impressiona a todos porém porém para ser admitido o proprietário solicita que respondam aos questionários e que passem por inúmeras regras.
A estoria é sobre Emma que morou na casa e Jane que mora atualmente. Cheio de reviravoltas, suspense e adrenalina, num cenário surpreendente. A tensão é tanta, que você não vai parar de ler até chegar ao fim.
Eder Ribeiro 19/08/2017minha estante
Gostei. Sua resenha me instigou a ler.


sandra 19/08/2017minha estante
É um trhiller psicologico e quando pensei que tinha desvendado o segredo de Edward o autor muda o rumo dos acontecimentos. O final ficou meio em aberto e vc pode pensar em alternativas para os personagens.
O começo me deixava confusa mas depois tudo se encaixa.
Gostei da leitura?


Izamacharette 07/10/2017minha estante
Não acho q ficou em aberto ,tem q ler c bastante atenção p entender ,só não foi falado claramente .




Brunex 03/08/2017

Bom
O que dizer desse livro... Difícil definir, minha relação com “Quem era ela” foi de amor e ódio. Logo nos primeiros capítulos já não gostava da Emma, senti uma antipatia imediata, logo que ela apareceu. Isso fez a minha leitura empacar um pouco. Quando finalmente descobrimos a verdade sobre a Emma, quão manipuladora ela pode ser, fiquei super feliz, justamente porque eu tinha motivos para não gostar dela, e passei a simplesmente a odiá-la. Jane: gostei dela praticamente na leitura toda. O Edward nem se fala, o cara é um maníaco complexo por ordem, limpeza e controle. Cara doido.
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Debyh 28/07/2017

A intensidade da leitura me prendeu
Bom livro esse tal de Quem era ela, sabe aqueles filmes de terror em que tem algo muito errado com o local aonde pessoa está? Eu tive essa sensação no livro inteiro, o que acho que era a intenção do autor. Adorei isso. Jane precisa de uma mudança, algo que a faça espairecer, então decide mudar de casa. Folgate Street n°1 parece ser ótima, com sua tecnologia de ponta e seu minimalismo extremo a verdadeira casa moderna e perfeita. Porém, para ser inquilina desta casa é preciso passar pelo questionário rigoroso do arquiteto da casa, e também preencher requisitos antes e depois para morar na casa. Com uma tecnologia na casa inteira, Jane começa se perguntar o que aconteceu com os antigos moradores e fica curiosa sobre o motivo de não estarem mais na casa. Ela vai atrás de pistas e sua vida começa a entrar numa eterna dúvida se ela está mesmo segura naquela casa. Ela está?
(continua, com versão em áudio: http://euinsisto.com.br/quem-era-ela-jp-delaney/ )

site: http://euinsisto.com.br/quem-era-ela-jp-delaney/
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Núbia Esther 26/07/2017

O que você estaria disposto a abandonar para ter a chance de recomeçar em um novo lugar? Você estaria disposto a abdicar de tudo o que adquiriu ao longo de sua vida para morar em um lugar high tech, uma casa linda e minimalista, considerada uma obra-prima da arquitetura londrina? Para morar na n°01 da Folgate Street há uma lista imensa de cláusulas restritivas que proíbem muitas coisas. Bastou apenas conhecer uma dessas proibições para ter a certeza de que eu nunca moraria ali. Proibir livros? Sem chance! Mas para Emma, e mais tarde, para Jane, essas e tantas outras proibições não as fizeram perder a vontade de tentar reconstruir suas vidas naquela casa onde o “supérfluo” não tem lugar, a beleza está por toda a parte e a segurança está acima de todas as coisas.

“Talvez esse seja o verdadeiro objetivo das Regras, como já as apelidamos. Talvez o arquiteto não seja um maníaco por controle preocupado com a possibilidade de bagunçarmos sua bela casa. Talvez seja algum experimento de moradia. ” (Emma – Página 23)

A primeira moradora que nos é apresentada é Emma. Ela e o namorado Simon estão procurando uma nova casa para morar depois de assaltantes terem invadido a casa anterior, quando Emma estava sozinha, e a ameaçado com uma faca.

A segunda moradora é Jane que está procura de um novo lugar que a ajude a superar a dor recente de ter perdido alguém e que lhe permita reconstruir sua vida.

Ambas acabam se deparando com a n°01 da Folgate Street e passam por um rigoroso processo, que inclui uma entrevista com Edward Monkford, o arquiteto responsável pela casa. E, ao passarem a morar na n°01 a casa se torna praticamente um novo personagem nessa história. Ela pode ser feita apenas de pedra, vidro e fibras ópticas. Mas, tem uma governança exacerbada sobre a vida de seus moradores. Hora de acordar, luz mais adequada para determinada ocasião, sensores de movimento, monitoramento da rotina dos moradores, influenciadora comportamental e, além disso, alimentada frequentemente por respostas à questionários elaborados por seus criadores e que devem obrigatoriamente ser respondidos pelos inquilinos. De certa maneira, o que a casa de Edward Monkford faz é quase que um experimento em microcosmo do Método descrito por Juli Zeh em seu livro Corpus Delicti. Foi impossível não correlacionar as duas obras.

Mas, talvez o mais interessante seja como Delaney decidiu nos contar essa história. Os capítulos são curtos e alternam-se entre o antes e o agora. No antes, temos a narrativa sob o ponto de vista de Emma, no agora, cabe a Jane continuar essa história. De início, suas histórias correm em paralelo. Em comum, temos apenas a n°01 da Folgate Street. Mas, conforme as peças vão sendo reveladas e as semelhanças evidenciadas, é como ler duas histórias ansiando pelo momento em que elas irão se entrelaçar. Ou se repetir, ecoando uma a outra.
“Às vezes tenho a sensação de que a casa – nosso relacionamento nela, com ela, um com o outro – é como um palimpsesto ou um pentimento. Por mais que a gente tente pintar por cima de Emma Matthews, ela continua voltando discretamente: uma imagem fraca, um sorriso enigmático, abrindo caminho pelo canto. ” (Jane – Página 171)

Com Jane descobrimos que a coisas não terminaram muito bem para Emma. De fato, a antiga moradora morreu (não é spoiler e saber isso não estraga a experiência de leitura). Descobrir como Emma encontrou seu fim, suas escolhas, todos os desdobramentos do caso envolvendo a invasão de sua antiga casa, a deterioração do seu relacionamento com Simon, seu envolvimento com Edward e todos os mistérios que parecem cercar a construção da casa em Folgate Street é a grande jogada. Principalmente quando a vida de Jane começa a espelhar estranhamente a de sua antecessora e começamos a temer que ela encontre o mesmo fim.

Delaney vai brincando assim com as suposições do leitor. Nos leva a construir toda uma pilha de teorias para depois mostrar que a psique humana sempre pode esconder mais uma surpresa que irá ruir com tudo o que até então achávamos que fosse verdade e nos deixar em um momento da narrativa onde nada mais é uma certeza. É assim que nós somos presos de forma irreversível à trama e se torna impossível largar a leitura até que todos os fatos da vida de Emma sejam revelados, que as motivações de Edward fiquem claras e que o futuro de Jane seja finalmente vislumbrado.

PS: É o primeiro thriller psicológico desse(a) escritor(a) que escreve sob pseudônimos, homem ou mulher não se sabe, e ao que parece ele(a) prefere manter o suspense. Uma produção cinematográfica, com direção de Ron Howard (ganhador do Oscar de melhor direção pelo filme Uma Mente Brilhante), já está em produção.

[Blablabla Aleatório]

site: https://blablablaaleatorio.com/2017/04/10/quem-era-ela-j-p-delaney/
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Roberta 04/07/2017

Quem era ela
Recomendo, adorei a trama.
Suspense e reviravolta. Amei ?
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cris.leal.12 26/06/2017

“Quem Era Ela”, de JP Delaney, é um thriller psicológico que se desenrola basicamente no nº 1 da Folgate Street, endereço de uma casa minimalista e futurista projetada pelo misterioso arquiteto Edward Monkford, que impõe centenas de regras rígidas aos seus inquilinos.

Mesmo em condições tão peculiares, a casa atrai inúmeros interessados, entre eles Jane, que após passar por um criterioso processo de seleção e se comprometer a seguir inúmeras normas, foi a escolhida pelo proprietário. Depois de se mudar, ela descobre a morte trágica de Emma, a inquilina anterior. Que tipos de perigos rondam a bela e elegante casa em que se encontra?

As narradoras da história são as próprias inquilinas: Emma (a inquilina anterior) e Jane (a inquilina atual). A história se desenrola em capítulos alternados dos pontos de vista delas, mas quem é a narradora confiável? Jane ou Emma?

Emma se mudou para a casa da Folgate Street com seu namorado Simon, depois de ter passado por um assalto violento em seu antigo apartamento. Jane aluga a casa procurando reconstruir a vida após a morte de seu bebê. Fica claro, então, que elas estão tentando se recuperar de traumas. Além disso, as moças são fisicamente muito parecidas. Provavelmente, por estas razões, foram as escolhidas pelo obsessivo Edward para viverem na casa que ele construiu. Por outro lado, ambas possuem temperamentos diferentes: Emma é um pouco caótica e impulsiva. Jane é mais calma e determinada.

Enquanto tenta descobrir quem era aquela mulher que habitou o mesmo espaço que o seu, Jane vê sua história se entrelaçar com a dela e sente que precisa se apressar para descobrir a verdade ou corre o risco de ter o mesmo destino.

Embora eu ache que o enredo tenso se resolveu um pouco rápido demais no final, “Quem Era Ela” é um suspense inteligente e convincente. Recomendo a leitura.

site: http://www.newsdacris.com.br/2017/06/eu-li-quem-era-ela.html
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Van 21/06/2017

Fiquei sabendo desse livro através do twitter da Intrínseca. O post deles dizia que os livros eram proibidos nessa história. Fiquei tipo, "Como assim?!?!". Achei que devia ser interessante e fui atrás.

O formato de capítulos intercalando pontos de vista me incomoda bastante. Eu prefiro quando temos apenas um narrador, ou quando pelo menos demora um pouco mais para alternar entre um ou outro. Precisei de um tempo maior para me familiarizar com as personagens por conta disso. Apesar disso, o livro é realmente muito bom. Recomendo para quem gosta de histórias sobre o comportamento humano. Deixo também a dica para evitar esse livro caso não goste de ler sobre assuntos pesados, como estupro e mortes.
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Eu Pratico Livroterapia 19/06/2017

Quem era ela
Emma e seu namorado Simon, decidem se mudarem do antigo apartamento por ter sido invadido por bandidos enquanto ela estava sozinha, o que lhe deixou com um tipo de trauma,e na busca, eles encontram uma casa com uma concepção diferente, quase uma obra de arte,com uma tecnologia nunca vista em qualquer moradia.
Só que para morar lá existem um monte de regras - algumas bem ridículas para ser sincera- em que o morador atual se compromete a cumpri-las senão o contrato de aluguel pode ser cancelado.Outra coisa absurda: não podem levar nada "desnecessário" como uma coleção de livros, ou de qualquer outra coisa.
"Se eu tivesse sido convidada para fazer uma lista do que não sinto falta,jamais terminaria."
Simon não gosta muito de todas essas coisas e menos ainda do arquiteto e proprietário do imóvel, mas por Emma ele era capaz de qualquer sacrifício. E então eles começam a morar na casa que é ao menos mesmo tempo insípida e misteriosa, guardando segredos obscuros sobre a vida pessoal do arquiteto.
"As pessoas gostam de falar sobre recomeços. Mas só pode recomeçar quando se parte do zero.O resto está maculado com o que já aconteceu."
Temos também Jane, que após dar a luz a um natimorto, decide se reinventar, e se muda para o nº1 da Folgate Street. Ela acha que tem algo de belo em viver em lugar tão sóbrio, tão cheio de nada e ao menos tempo cheio de regras a serem seguidas.
"As relações humanas, assim como as vidas humanas, costumam acumular coisas desnecessárias."
Só que ao começar a morar naquela casa, Jane começa a se ver envolvida em muitos mistérios, a começar pela moradora antes dela: Emma. Por mais que não queira, parece que é muito importante para ela, saber quem era Emma realmente e saber o porquê e se alguém a matou (foi encontrada ali naquela mesma casa, caída ao final da escada),pois dependendo das respostas, sua vida pode estar correndo risco, e tudo porque decidiu morar ali.
"É narcisista acreditar que nós vamos mudar a natureza fundamental do outro. Só podemos mudar nós mesmos."
O livro é narrado por Emma (antes) e Jane (agora), para poder nos situarmos entre o passado e o presente, e para poder entendermos o mistério que envolve a relação de Emma com o arquiteto que projetara a nº1 da Folgate Street, e também sua morte.


Os personagens , assim como nos livros da Gillian Flynn, nos mostram seu lado real, suas falhas,seus medos mais sombrios, e nos fazem mergulhar na leitura buscando cada página como se nossa vida dependesse daquilo: saber o que houve com Emma e o que poderia acontecer com Jane.

O final me surpreendeu, foi um desfecho brilhante.Quem era ela,é um livro que te prende do inicio ao fim, e quando termina, ainda fica na cabeça por alguns dias.

Um dos melhores thrillers que li esse ano, com certeza indico.


site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/04/quem-era-ela-jp-delaney.html
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