Quem era ela

Quem era ela JP Delaney




Resenhas - A Menina Que Morreu


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Cris.Paganini 18/06/2018

quem?
O livro é bom, a história é boa, o ritmo é bom, mas.....

falta carisma aos personagens.

Não só não consegui me conectar com qualquer das protagonistas como impliquei fortemente com uma delas (coisa de leitor chato, rs).

Acho que neste tipo de livro é a conexão que faz com que a gente sofra, torça e prenda a respiração, sem isso o livro fica morno.

Não é um livro ruim, longe disso, é bem diferente dos livros do gênero e vale a pena ser lido, mas não espere que seja o livro do ano.
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Quezia 14/06/2018

Um mistério interessante.
Este é um bom livro. Excitante e cheio de mistério, nos envolve com uma trama que nos faz comer as páginas rapidamente. O final é inesperado, o que garantiu mais uma estrela nessa resenha, afinal os livros estão cada vez mais previsíveis.
Enfim, não é o tipo de livro que vou me lembrar pelo resto da vida, mas está guardado com carinho na minha estante.
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Gabrielle | @gabrielleverni 08/06/2018

Que segredos as paredes guardam?
"Você pode tornar o ambiente em que você vive tão refinado e vazio o quanto quiser. Mas isso não importa se você ainda estiver bagunçado por dentro. E, na verdade, todos nós estamos buscando isso, não é mesmo? Alguém que cuide da bagunça que há dentro de nossa cabeça."

Após dar à luz a um natimorto e ver seu sonho da maternidade despedaçado, Jane
Cavendish decidiu que precisava de um novo começo. Morar na famosa casa n° 1 da Folgate Street, construída pelo arquiteto minimalista Edward Monkford, pareceu ser uma boa ideia... à princípio. Edward era um homem estranho que exigia coisas estranhas em um contrato estranho. E, apesar da tecnologia de ponta, as paredes claras e imaculadas escondiam segredos. Assim como o arquiteto que as havia projetado.

Por meio de uma narrativa alternada entre o presente (Jane) e o passado da moradora anterior (Emma Mathews), a protagonista vai descobrir que talvez não tenha feito uma boa escolha de moradia. De repente, a casa lhe pareceu mais ameaçadora, assim como seu envolvimento com Edward. O que ele escondia? Que segredos as paredes guardavam? Quem era Emma Mathews?

“Quem era ela” prende do início ao fim, tem personagens bem desenvolvidas e todos os fatos convergem a um mesmo ponto, sem aquela enrolação que muitos suspenses costumam carregar. O desfecho é bem encaixado, mas deixa a desejar: não surpreende embora tenda às expectativas do leitor. Os capítulos curtos também colaboram para que a leitura seja fluida.

Como fã de suspenses, digo que o thriller escrito por JP Delaney consegue agradar bastante, mesmo que o final não seja de tirar o fôlego.
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Carina Mendes 08/06/2018

Intrigante
Fiquei meio receosa de ler esse livro devido a algumas resenhas que falavam que ele lembrava 50 Tons de Cinza, mas ao mesmo tempo me senti encorajada por aquelas que diziam que era muito interessante e cheio de reviravoltas. Depois de ler Quem Era Ela, pude comprovar que ele não se parece em nada com 50 Tons de Cinza, mas suas reviravoltas me lembram um pouco A Garota no Trem. Trata-se de um livro muito interessante e intrigante, não é exatamente cheio de suspense, mas desperta bastante a nossa curiosidade.
A história é narrada em dois tempos: atual, narrado pela Jane e passado, narrado pela Emma, duas mulheres diferentes na personalidade mas muito parecidas fisicamente. O enredo gira em torno da casa nº 1 da Folgate Street e suas inúmeras e inusitadas regras. A casa é incrível em termos de tecnologia e arquitetura, e ao mesmo tempo traz uma beleza perturbadora. Para morar nessa casa primeiro é preciso passar por uma seleção e ser aprovado pelo próprio dono do imóvel. Além da casa, outro ponto forte da história é Edward Monkford, o arquiteto minimalista, controlador e sexy que construiu o projeto da casa.
Em meio a toda essa história existe um grande mistério envolvendo segredos obscuros, traição, mortes e reviravoltas de tirar o fôlego. Quem Era Ela é um livro que vale a pena ser lido, prende sua atenção do início ao fim, e ainda contém um final surpreendente que te deixa de queixo caído.
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Lívia 07/06/2018

E afinal quem era ela?
Aquele suspense que te instiga a cada pagina e um plot twist que vai surpreender os leitores, são os principais ingredientes desse livro maravilhoso.
Mas afinal, quem foi Jane? Talvez eu tenha lido desatenta, mas chegando ao final, não soube defini-la nem distinguir suas reais intenções durante a trajetória. Porém analisando esse aspecto, se me fez ficar intrigada, é porque vale muito a pena a leitura, principalmente pelo drama psicológico dos personagens e no drama psicológico que vai ser causado a quem ler.
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Camila 04/06/2018

A casa para ela
Jane Cavendish precisa de um recomeço. Após uma grande perda em sua vida, mudar de apartamento é sinal de um recomeço, deixar pra trás memórias que não tiveram tempo de serem alimentadas. A casa n° 1 da Folgate Street, em Hampstead, parece a solução ideal para Jane. A casa segue a linha minimalista, não é grande mas parece espaçoso. Apesar disso apresenta pouquíssimas mobílias, o essencial. Sem portas, sem armários, sem quadros, sem janelas, nenhuma tomada à vista, nenhuma luminária. Minimalista mesmo.
Apesar do estilo austero, a casa é incrível. Porém, existem algumas regras e exigências que o interessado precisa cumprir – exigências e regras que assustam logo de início. Nada de varais. Nada de lixeiras. É proibido fumar. Nada de descansos de copo ou jogos americanos. Nada de almofadas, nada de bugigangas, nada de outros móveis, nada de livros… Um questionário precisa ser respondido, mas com perguntas um tanto pessoais e infundadas, como por exemplo, “Você se sacrificaria para salvar dez desconhecidos inocentes?”, “E quanto a dez mil desconhecidos?”; “Pessoas obesas suscitam: a) tristeza; b) irritação?”
Após todo o procsso,o próprio arquiteto – Edward Monkford – precisa aprovar o inquilino.
Ao ser aprovada como nova moradora da casa n°1 na Folgate Street, Jane acredita que está pronta para recomeçar e o interesse no arquiteto Monkford também se torna mais intenso. Pesquisas na Internet à levam para resultados interessantes sobre o passado do homem, o que o torna muito mais atraente.
As coisas começam a ficar estranhas quando ela recebo flores. No dia em que se mudou, elas estavam perto da porta: um enorme buquê de lírios, ainda envolto em plástico. Nenhum bilhete, nada que indicasse que fosse do arquiteto, se ele mandava aquilo para todos os novos inquilinos ou se era um gesto especial, apenas para Jane. Dois dias depois, chega outro buquê idêntico. E, após uma semana, um terceiro, o mesmo arranjo de lírios, deixado exatamente no mesmo lugar perto da porta.
Quando encontro o quarto buquê idêntico, ela toma decisões até chegar ao namorado de Emma Matthews, ex-inquilina e que foi assassinada na própria casa. O médico-legista deixou o laudo em aberto, mas todo mundo, até mesmo a polícia, sabia que ela tinha sido assassinada.
A ideia de ter um assassinato com laudo inconclusivo é um pouco instigante e Jane até tenta deixar os acontecimentos de lado mas algo sempre a puxa para o mesmo assunto: Emma Matthews. Disposta a descobrir o que aconteceu com a ex-inquilina, Jane começa a perceber que mistérios continuam assombrando a casa, a sensação de ser vigiada começa a incomodar e o silêncio – que antes era um charme – se torna aterrador.
3. Você se envolveu em um acidente de trânsito e sabe que a culpa foi sua. A outra motorista está confusa e acha que foi ela quem provocou o acidente. Você diz para a polícia que a culpa foi sua ou dela?
❏ Culpa dela
❏ Culpa sua
Emma Matthews precisa de um novo lar, assim será capaz de esquecer todos os acontecimentos traumáticos que a perturbam todas as noites. O último apartamento que visitaram era péssimo e Simon, seu namorado, sabia que estavam ficando escassas e quase sem esperança, o mercado mobiliário de Londres não estava promissor. Mas o corretor lembrou de uma casa vaga, talvez alguém do escritório tivesse mencionado Folgate Street para o casal. Não mencionaram. É um imóvel fantástico. Absolutamente fantástico. Muito superior aos que visitaram. Mas o proprietário… Dizer que ele é excêntrico seria eufemismo.
Ao visitarem a casa n° 1, na Folgate Street, se depararam com uma arquitetura fora do comum mas talvez seja exatamente o que eles precisem para recomeçar. Janelas enormes com vista para um pequeno jardim e um muro alto de pedra permitem que a luz inunde o ambiente, vãos ao longo da base das paredes passam a impressão de que elas estão flutuando.
O proprietário tem algumas exigências e, talvez, seja mais difícil para Emma e Si do que eles imaginam. No acordo restritivo, estão proibidas alterações de qualquer tipo, exceto com acordo prévio. Nada de tapetes ou carpetes. Nada de quadros. Nada de vasos de plantas. Nada de ornamentos. Nada de livros…Além de um questionário incomum e que as perguntas podem representar um sim ou um não definitivo. Mas Emma se dá conta de que não teve nenhum flaskback ou ataque de pânico desde que entrou na casa. É tão isolada do mundo exterior, feito um casulo…. e ela se sente completamente segura. Eles precisam tentar a aprovação do proprietário, Edward Monkford.
a) Você tem que escolher entre salvar a estátua do David de Michelangelo ou uma criança de rua morrendo de fome. O que você escolhe?
❏ A estátua
❏ A criança
A casa realmente é maravilhosa e tem tudo para mudar os hábitos, os costumes e maneiras do casal. A quietude, tecnologia de alta ponta e todo o conforto era exatamente tudo o que Emma precisava. Disposta a conhecer mais sobre o seu novo lar, Emma encontra informações importantes e que podem mexer com toda a estrutura psicológica e emocional, bem como o seu relacionamento. A partir de descobertas, mentiras e traições, a vida de Emma está cada vez mais turbulenta e prestes a se tornar um grande terror.
Falando em personages, talvez eu possa incluir a própria casa como uma protagnista. A história se passa praticamente na casa e poucas informações e descrições temos sobre outros lugares aos quais os personagens visita. Se é um pub, uma biblioteca, é apenas isso e ponto. Mas a casa tem personalidade, tem vida e nas descrições que seguem você percebe como ela pode se tornar uma protagonista na história, afinal de contas, assassinatos aconteceram ali, o clímax e desfecho também.
Não consegui parar de ler, até terminar, no final tudo se encaixa!
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Jéh.Batista 03/06/2018

Quando você acha que sabe de tudo...
A história me prendeu desde o início, a construção entre passado de presente foi muito boa.
Quando já estava achando que teria uma decepção com um final clichê, fui surpreendida! Caramba! Que livro!!! Não saberemos o verdadeiro nome do autor, mas se tornou um dos meus favoritos!
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Ana 25/05/2018

Quem era ela? - Opinião
Livro bem construído e com muitos detalhes. Temas interessantes como manipulação, mentiras, controle e tendência à repetição. Como recomeçar sem esquecer? Demorei um pouco a me conectar com a história mas gostei do final.
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Ana Taffy 24/05/2018

Muito bom!!
Foi daquelas leituras que não conseguia largar!
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Naty 15/05/2018

É uma história bem original. Existe uma alternância entre passado e presente, mas de qualquer maneira a leitura é simples e fluida. A descrição das personagens é profunda, e bem envolvente, porém, há uma tentativa de um plot twist, que já desconfiei desde o início, e o final não me convenceu muito.
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JessMo 15/05/2018

Pra quem gosta de thriller psicológico
❝É uma fortaleza. Mas e se a própria casa decide não me proteger? Estou mesmo segura?❞

📖 Jane acabou de passar por um trauma difícil de superar e precisando de um recomeço, encontra Folgate Street, n° 1 a casa perfeita para essa nova fase da sua vida. Porém para conseguir morar no paraíso, há regras.
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📖 Uma delas é uma entrevista com o proprietário Edward Monkford. Um arquiteto perfeccionista, prático e.. Sedutor. Jane se muda e logo coisas estranhas acontecem.. E tudo parece estar ligado a antiga moradora da casa perfeita. Mas, quem era ela?

❝E, na verdade, todos nós estamos buscando isso, não é mesmo? Alguém que cuide da bagunça que há dentro da nossa cabeça.❞

🗯 O livro demorou a fluir pra mim, com um começo meio arrastado e um pouco confuso. Mas depois eu realmente peguei a leitura e olha.. Curti bastante o livro!
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🗯 Cheio de personagens intrigantes, cada um com seus secredos e problemas, trazem psicológicos bem diferentes. Você se vê tentando esmiuçar cada cérebro, cada ideia, cada atitude deles. E por mais que algumas coisas você descubra antes do final, COM CERTEZA o final me surpreendeu. Não como algo bombástico, mas totalmente de forma positiva.
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🗯 Capitulos bem curtinhos, alternando entre passado e presente só pra nos deixar mais loucos, a leitura não é tão fluida, nem rápida. Por mais que tenha me prendido, eu ainda sentia que lia, lia, lia e não tava saindo do lugar rs. Pra quem gosta de thriller psicológico essa é uma ótima pedida!
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Angela Dani 23/04/2018

Esperava mais...
Acabei agora essa leitura e não sei direito o que pensar... Um thriller psicológico sempre me atrai muito, e com esse não foi diferente: fiquei muito interessada desde o início. Mas só até certo ponto.

A trama é bem envolvente e capaz de prender a atenção, e acho que isso se deve ao fato dos capítulos serem alternados entre personagens do "antes" e do "agora", e a narrativa ser sempre em primeira pessoa. Aquela sensação de suspense e tensão ao esperar pelo próximo capítulo é muito válida em gêneros assim, e eu gosto muito.

Até houve uma boa jogada de plot twist (reviravolta) na trama; só que eu não consegui engolir muito bem... Na verdade, eu já desconfiei do possível culpado bem no começo, mesmo com a grande tentativa do autor em fazer parecer outra coisa. Senti que o enredo ficou meio forçado em alguns aspectos... E o desfecho me pareceu corrido, e até mesmo sem muita noção, sei lá... Não é que eu não tenha gostado totalmente da história; mas esperava mais. Vamos ver como será o filme, quando for lançado.

Nota: 3/5 (bom)
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Livros&Leituras 23/04/2018

Nesse thriller psicológico temos como principais personagens: Emma, uma jovem fragilizada por um assalto seguido de estupro; Simon, seu namorado devotado, amoroso e que faz todas as suas vontades; Jane, uma mulher que deu à luz um natimorto, o que a deixa fragilizada, porém decidida a fazer mudanças em sua vida; Edward, um homem bem-sucedido, dominador, frio e sedutor e, por último, pode-se dizer que a casa também é uma personagem, uma casa misteriosa que, por diversas vezes, interfere nas emoções das personagens. Essa misteriosa casa da Folgate Street, nº 1, pertence a Edward e por isso ele se torna o elo entras os demais personagens, pois no passado a casa foi alugada para Emma e Simon e, no presente, é alugada para Jane. Assim, temos o desenrolar na narrativa, hora no passado, narrando sobre Emma, que foi seduzida pela casa, se envolve com Edward, passa por vários conflitos psicológicos e, por fim, morre em circunstâncias misteriosas na Folgate Street, nº1. E hora no presente, com a história de Jane, que vai morar na casa para recomeçar sua vida após o parto, logo se envolve com Edward e numa busca incessante para entender as circunstâncias da morte de Emma, o passado da casa e o homem misterioso que é Edward. Gostei muito do livro, há tempos não lia um que prendesse tanto a atenção. De modo envolvente e ágil a narrativa permite uma leitura bem rápida e um dos pontos positivos é o fato de ter muitas reviravoltas ao longo do livro, mesmo a gente estando certo de ter descoberto o assassino e seus motivos o autor consegue surpreender e, mesmo após a revelação principal do livro, ele consegue segurar a narrativa até o final. Para quem gosta do gênero não pode deixar de fazer essa leitura que nos prende do começo ao fim.
Título: Quem era ela
Autor: J P Delaney
Editora: Intrínseca @intrinseca
Páginas: 336
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Malu.Araujo 10/04/2018

Esperava mais
Tenho ficado muito empolgada com os comentários das pessoas, doida para ler determinados livros mas depois, não acho tão extraordinário assim e é o caso de quem era ela. É um bom livro tiveram momentos que fiquei bem ciriosa, mas aí vem o final e me "decepciona", não achei tão incrível como dizia alguns comentários. Mas pelo menos empolga durante a leitura.
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Julio.Cesar 10/04/2018

Intrigante,mas...
Leitura fluida,simples; com alternância de passado e presente entre duas personagens envoltas em uma mesma trama quase que paralelas,envolvidas por uma casa minimalista e intransigente e um arquiteto excêntrico e perdas em suas vidas que permeiam quase que totalmente as escolhas que cada uma faz no decorrer da história levando a um desfecho que até certo ponto achei meio confuso mas que depois analisando até as perguntas e regras que a própria casa desferia se tornou crível.
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