Quem era ela

Quem era ela JP Delaney




Resenhas - A Menina Que Morreu


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Aline 21/08/2017

Suspense até o fim
Pense em todas as teorias que você tem sobre esse livro e veja cada uma delas irem desmoronando a medida que você continua a leitura. A cada página o suspense fica maior e você não sabe em quem pode confiar.

É o tipo de livro que daria um excelente filme. Muito suspense, drama e assuntos a serem debatidos. Super recomendo!

Sobre o final? Nunca irá te passar pela cabeça esse desfecho, te garanto.
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sandra 19/08/2017

Um arquiteto possessivo e controlador constrói uma casa em que a tecnologia utilizada para atender ao conforto dos moradores impressiona a todos porém porém para ser admitido o proprietário solicita que respondam aos questionários e que passem por inúmeras regras.
A estoria é sobre Emma que morou na casa e Jane que mora atualmente. Cheio de reviravoltas, suspense e adrenalina, num cenário surpreendente. A tensão é tanta, que você não vai parar de ler até chegar ao fim.
Eder Ribeiro 19/08/2017minha estante
Gostei. Sua resenha me instigou a ler.


sandra 19/08/2017minha estante
É um trhiller psicologico e quando pensei que tinha desvendado o segredo de Edward o autor muda o rumo dos acontecimentos. O final ficou meio em aberto e vc pode pensar em alternativas para os personagens.
O começo me deixava confusa mas depois tudo se encaixa.
Gostei da leitura?




Brunex 03/08/2017

Bom
O que dizer desse livro... Difícil definir, minha relação com “Quem era ela” foi de amor e ódio. Logo nos primeiros capítulos já não gostava da Emma, senti uma antipatia imediata, logo que ela apareceu. Isso fez a minha leitura empacar um pouco. Quando finalmente descobrimos a verdade sobre a Emma, quão manipuladora ela pode ser, fiquei super feliz, justamente porque eu tinha motivos para não gostar dela, e passei a simplesmente a odiá-la. Jane: gostei dela praticamente na leitura toda. O Edward nem se fala, o cara é um maníaco complexo por ordem, limpeza e controle. Cara doido.
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Debyh 28/07/2017

A intensidade da leitura me prendeu
Bom livro esse tal de Quem era ela, sabe aqueles filmes de terror em que tem algo muito errado com o local aonde pessoa está? Eu tive essa sensação no livro inteiro, o que acho que era a intenção do autor. Adorei isso. Jane precisa de uma mudança, algo que a faça espairecer, então decide mudar de casa. Folgate Street n°1 parece ser ótima, com sua tecnologia de ponta e seu minimalismo extremo a verdadeira casa moderna e perfeita. Porém, para ser inquilina desta casa é preciso passar pelo questionário rigoroso do arquiteto da casa, e também preencher requisitos antes e depois para morar na casa. Com uma tecnologia na casa inteira, Jane começa se perguntar o que aconteceu com os antigos moradores e fica curiosa sobre o motivo de não estarem mais na casa. Ela vai atrás de pistas e sua vida começa a entrar numa eterna dúvida se ela está mesmo segura naquela casa. Ela está?
(continua, com versão em áudio: http://euinsisto.com.br/quem-era-ela-jp-delaney/ )

site: http://euinsisto.com.br/quem-era-ela-jp-delaney/
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Núbia Esther 26/07/2017

O que você estaria disposto a abandonar para ter a chance de recomeçar em um novo lugar? Você estaria disposto a abdicar de tudo o que adquiriu ao longo de sua vida para morar em um lugar high tech, uma casa linda e minimalista, considerada uma obra-prima da arquitetura londrina? Para morar na n°01 da Folgate Street há uma lista imensa de cláusulas restritivas que proíbem muitas coisas. Bastou apenas conhecer uma dessas proibições para ter a certeza de que eu nunca moraria ali. Proibir livros? Sem chance! Mas para Emma, e mais tarde, para Jane, essas e tantas outras proibições não as fizeram perder a vontade de tentar reconstruir suas vidas naquela casa onde o “supérfluo” não tem lugar, a beleza está por toda a parte e a segurança está acima de todas as coisas.

“Talvez esse seja o verdadeiro objetivo das Regras, como já as apelidamos. Talvez o arquiteto não seja um maníaco por controle preocupado com a possibilidade de bagunçarmos sua bela casa. Talvez seja algum experimento de moradia. ” (Emma – Página 23)

A primeira moradora que nos é apresentada é Emma. Ela e o namorado Simon estão procurando uma nova casa para morar depois de assaltantes terem invadido a casa anterior, quando Emma estava sozinha, e a ameaçado com uma faca.

A segunda moradora é Jane que está procura de um novo lugar que a ajude a superar a dor recente de ter perdido alguém e que lhe permita reconstruir sua vida.

Ambas acabam se deparando com a n°01 da Folgate Street e passam por um rigoroso processo, que inclui uma entrevista com Edward Monkford, o arquiteto responsável pela casa. E, ao passarem a morar na n°01 a casa se torna praticamente um novo personagem nessa história. Ela pode ser feita apenas de pedra, vidro e fibras ópticas. Mas, tem uma governança exacerbada sobre a vida de seus moradores. Hora de acordar, luz mais adequada para determinada ocasião, sensores de movimento, monitoramento da rotina dos moradores, influenciadora comportamental e, além disso, alimentada frequentemente por respostas à questionários elaborados por seus criadores e que devem obrigatoriamente ser respondidos pelos inquilinos. De certa maneira, o que a casa de Edward Monkford faz é quase que um experimento em microcosmo do Método descrito por Juli Zeh em seu livro Corpus Delicti. Foi impossível não correlacionar as duas obras.

Mas, talvez o mais interessante seja como Delaney decidiu nos contar essa história. Os capítulos são curtos e alternam-se entre o antes e o agora. No antes, temos a narrativa sob o ponto de vista de Emma, no agora, cabe a Jane continuar essa história. De início, suas histórias correm em paralelo. Em comum, temos apenas a n°01 da Folgate Street. Mas, conforme as peças vão sendo reveladas e as semelhanças evidenciadas, é como ler duas histórias ansiando pelo momento em que elas irão se entrelaçar. Ou se repetir, ecoando uma a outra.
“Às vezes tenho a sensação de que a casa – nosso relacionamento nela, com ela, um com o outro – é como um palimpsesto ou um pentimento. Por mais que a gente tente pintar por cima de Emma Matthews, ela continua voltando discretamente: uma imagem fraca, um sorriso enigmático, abrindo caminho pelo canto. ” (Jane – Página 171)

Com Jane descobrimos que a coisas não terminaram muito bem para Emma. De fato, a antiga moradora morreu (não é spoiler e saber isso não estraga a experiência de leitura). Descobrir como Emma encontrou seu fim, suas escolhas, todos os desdobramentos do caso envolvendo a invasão de sua antiga casa, a deterioração do seu relacionamento com Simon, seu envolvimento com Edward e todos os mistérios que parecem cercar a construção da casa em Folgate Street é a grande jogada. Principalmente quando a vida de Jane começa a espelhar estranhamente a de sua antecessora e começamos a temer que ela encontre o mesmo fim.

Delaney vai brincando assim com as suposições do leitor. Nos leva a construir toda uma pilha de teorias para depois mostrar que a psique humana sempre pode esconder mais uma surpresa que irá ruir com tudo o que até então achávamos que fosse verdade e nos deixar em um momento da narrativa onde nada mais é uma certeza. É assim que nós somos presos de forma irreversível à trama e se torna impossível largar a leitura até que todos os fatos da vida de Emma sejam revelados, que as motivações de Edward fiquem claras e que o futuro de Jane seja finalmente vislumbrado.

PS: É o primeiro thriller psicológico desse(a) escritor(a) que escreve sob pseudônimos, homem ou mulher não se sabe, e ao que parece ele(a) prefere manter o suspense. Uma produção cinematográfica, com direção de Ron Howard (ganhador do Oscar de melhor direção pelo filme Uma Mente Brilhante), já está em produção.

[Blablabla Aleatório]

site: https://blablablaaleatorio.com/2017/04/10/quem-era-ela-j-p-delaney/
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Roberta 04/07/2017

Quem era ela
Recomendo, adorei a trama.
Suspense e reviravolta. Amei ?
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cris.leal.12 26/06/2017

“Quem Era Ela”, de JP Delaney, é um thriller psicológico que se desenrola basicamente no nº 1 da Folgate Street, endereço de uma casa minimalista e futurista projetada pelo misterioso arquiteto Edward Monkford, que impõe centenas de regras rígidas aos seus inquilinos.

Mesmo em condições tão peculiares, a casa atrai inúmeros interessados, entre eles Jane, que após passar por um criterioso processo de seleção e se comprometer a seguir inúmeras normas, foi a escolhida pelo proprietário. Depois de se mudar, ela descobre a morte trágica de Emma, a inquilina anterior. Que tipos de perigos rondam a bela e elegante casa em que se encontra?

As narradoras da história são as próprias inquilinas: Emma (a inquilina anterior) e Jane (a inquilina atual). A história se desenrola em capítulos alternados dos pontos de vista delas, mas quem é a narradora confiável? Jane ou Emma?

Emma se mudou para a casa da Folgate Street com seu namorado Simon, depois de ter passado por um assalto violento em seu antigo apartamento. Jane aluga a casa procurando reconstruir a vida após a morte de seu bebê. Fica claro, então, que elas estão tentando se recuperar de traumas. Além disso, as moças são fisicamente muito parecidas. Provavelmente, por estas razões, foram as escolhidas pelo obsessivo Edward para viverem na casa que ele construiu. Por outro lado, ambas possuem temperamentos diferentes: Emma é um pouco caótica e impulsiva. Jane é mais calma e determinada.

Enquanto tenta descobrir quem era aquela mulher que habitou o mesmo espaço que o seu, Jane vê sua história se entrelaçar com a dela e sente que precisa se apressar para descobrir a verdade ou corre o risco de ter o mesmo destino.

Embora eu ache que o enredo tenso se resolveu um pouco rápido demais no final, “Quem Era Ela” é um suspense inteligente e convincente. Recomendo a leitura.

site: http://www.newsdacris.com.br/2017/06/eu-li-quem-era-ela.html
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Van 21/06/2017

Fiquei sabendo desse livro através do twitter da Intrínseca. O post deles dizia que os livros eram proibidos nessa história. Fiquei tipo, "Como assim?!?!". Achei que devia ser interessante e fui atrás.

O formato de capítulos intercalando pontos de vista me incomoda bastante. Eu prefiro quando temos apenas um narrador, ou quando pelo menos demora um pouco mais para alternar entre um ou outro. Precisei de um tempo maior para me familiarizar com as personagens por conta disso. Apesar disso, o livro é realmente muito bom. Recomendo para quem gosta de histórias sobre o comportamento humano. Deixo também a dica para evitar esse livro caso não goste de ler sobre assuntos pesados, como estupro e mortes.
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Eu Pratico Livroterapia 19/06/2017

Quem era ela
Emma e seu namorado Simon, decidem se mudarem do antigo apartamento por ter sido invadido por bandidos enquanto ela estava sozinha, o que lhe deixou com um tipo de trauma,e na busca, eles encontram uma casa com uma concepção diferente, quase uma obra de arte,com uma tecnologia nunca vista em qualquer moradia.
Só que para morar lá existem um monte de regras - algumas bem ridículas para ser sincera- em que o morador atual se compromete a cumpri-las senão o contrato de aluguel pode ser cancelado.Outra coisa absurda: não podem levar nada "desnecessário" como uma coleção de livros, ou de qualquer outra coisa.
"Se eu tivesse sido convidada para fazer uma lista do que não sinto falta,jamais terminaria."
Simon não gosta muito de todas essas coisas e menos ainda do arquiteto e proprietário do imóvel, mas por Emma ele era capaz de qualquer sacrifício. E então eles começam a morar na casa que é ao menos mesmo tempo insípida e misteriosa, guardando segredos obscuros sobre a vida pessoal do arquiteto.
"As pessoas gostam de falar sobre recomeços. Mas só pode recomeçar quando se parte do zero.O resto está maculado com o que já aconteceu."
Temos também Jane, que após dar a luz a um natimorto, decide se reinventar, e se muda para o nº1 da Folgate Street. Ela acha que tem algo de belo em viver em lugar tão sóbrio, tão cheio de nada e ao menos tempo cheio de regras a serem seguidas.
"As relações humanas, assim como as vidas humanas, costumam acumular coisas desnecessárias."
Só que ao começar a morar naquela casa, Jane começa a se ver envolvida em muitos mistérios, a começar pela moradora antes dela: Emma. Por mais que não queira, parece que é muito importante para ela, saber quem era Emma realmente e saber o porquê e se alguém a matou (foi encontrada ali naquela mesma casa, caída ao final da escada),pois dependendo das respostas, sua vida pode estar correndo risco, e tudo porque decidiu morar ali.
"É narcisista acreditar que nós vamos mudar a natureza fundamental do outro. Só podemos mudar nós mesmos."
O livro é narrado por Emma (antes) e Jane (agora), para poder nos situarmos entre o passado e o presente, e para poder entendermos o mistério que envolve a relação de Emma com o arquiteto que projetara a nº1 da Folgate Street, e também sua morte.


Os personagens , assim como nos livros da Gillian Flynn, nos mostram seu lado real, suas falhas,seus medos mais sombrios, e nos fazem mergulhar na leitura buscando cada página como se nossa vida dependesse daquilo: saber o que houve com Emma e o que poderia acontecer com Jane.

O final me surpreendeu, foi um desfecho brilhante.Quem era ela,é um livro que te prende do inicio ao fim, e quando termina, ainda fica na cabeça por alguns dias.

Um dos melhores thrillers que li esse ano, com certeza indico.


site: http://www.eupraticolivroterapia.com.br/2017/04/quem-era-ela-jp-delaney.html
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Julia G 07/06/2017

Quem era ela
Comecei Quem era ela, de JP Delaney, sem muitas expectativas. Vi muitas resenhas positivas sobre o livro, mas também vi algumas afirmando que não era tão bom assim. Comecei a ler. Li cinquenta páginas, era ok. Li mais cinquenta e pensei "está ficando bom". E depois da página cem, só consegui largar o livro depois de terminar. Foi bom ser fisgada pela história dessa forma, quando eu não esperava nada, e ela me ofereceu em troca tantas surpresas que só me restou ficar de queixo caído e absolutamente fascinada por sua genialidade.

Quem era ela narra, sempre em primeira pessoa, a história de duas mulheres. Antes: Emma. Agora: Jane. Não há nenhuma ligação entre as duas, a não ser que ambas passaram por um processo seletivo rigoroso para morarem numa residência perfeitamente desenhada, na Folgate Street, nº 1. Aos poucos Jane descobre que nada é o que parece, que ela e Emma têm em comum mais coisas do que poderia imaginar e, enquanto tenta compreender o que aconteceu com a antiga moradora da casa, não percebe que segue pelo mesmo caminho de Emma.

"Nunca se desculpe por alguém que você ama, diz baixinho. Isso faz você parecer um idiota."

Os capítulos das duas personagens se alternam, em paralelo, e nos permitem ter conhecimento do que acontece com Jane e Emma aos poucos, ainda que uma das histórias, na verdade, se desenrole no passado. Achei curiosa a forma que o autor escreve os capítulos de Emma, sem demarcar os diálogos, o que confunde um pouco no início e dificulta identificar o que são falas e o que são pensamentos. No decorrer da leitura, no entanto, essa peculiaridade deixa de ser notada, tão envolvente que a história passa a ser.

Por conta da construção do texto com histórias em paralelo, é difícil fazer uma imagem do todo, e eu fiquei boquiaberta com a quantidade de vezes que o autor me enganou. Ele nos leva a acreditar em algo, induz a conclusões que não se concretizam, simplesmente porque nada indica o contrário. Então, quando a verdade finalmente é demonstrada, a surpresa é tanta que já não se sabe mais o que esperar da história, até que, de repente, o leitor se vê enganado outra vez.

Isso aconteceu três ou quatro vezes durante o livro e eu simplesmente não conseguia acreditar que tinha sido iludida outra vez. Esse descompasso na trama é frustrante, mas completamente arrebatador. Acho fantástico quando um autor consegue me iludir e, mais à frente, me faz enxergar uma realidade que eu nem sequer tinha imaginado, mas que é totalmente plausível. Isso prova um absoluto domínio do texto, de seus personagens e da história, porque desde o início os indícios estavam lá, só não de forma tão clara. Simplesmente genial.

"Eu me sinto a personagem de um filme. Em meio a tanto bom gosto, de alguma forma a casa me faz andar com mais elegância, me comportar de modo mais ponderado e tentar causar o melhor efeito possível em cada cena de que participo. Não tem ninguém me vendo, é claro, mas Folgate Street, nº 1 quase parece se tornar meu público, preenchendo os espaços vazios com músicas calmas e cinematográficas da lista de reprodução automática da Governanta."

Nada é o que parece na obra. Por mais que algumas atitudes se mostram simples e desinteressadas, cada mínimo movimento tem um motivo por trás. É engraçado porque é perceptível que os personagens são manipuladores e obstinados, mas nem sempre é possível perceber quem está manipulando quem. Todos são complexos e voláteis, e até mesmo Folgate Street, nº 1 é diferente do que se imagina inicialmente. A casa, aliás, torna-se um personagem central da história, pois seu perfil minimalista, somado a toda a sua tecnologia, permitiram que a trama seguisse os rumos que a tornaram tão interessantes.

Escrito em capítulos curtos e sem rodeios, o livro ainda conta com protagonistas femininas imprevisíveis, que parecem fragilizadas por algum tipo de trauma, mas que sabem o que querem e lutam, ainda que silenciosamente, por isso. Quem era ela é um livro arrebatador e surpreendente, perfeito para quem quer uma história cheia de mistérios e reviravoltas.

site: http://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2017/05/quem-era-ela-jp-delaney.html
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Nay 07/06/2017

Quem era ela
Um bom livro, com uma ótima história!!!
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Erika 05/06/2017

Quem somos nós?
Quem era ela é Um thriller psicológico perfeito. Jane, uma mulher fragilizada após a perda da filha que nasceu morta, resolve deixar tudo para traz e procura um novo lar para viver e recomeçar sua vida. Surge então a oportunidade de morar em uma casa minimalista, cujo desenvolvedor é um arquiteto excêntrico e mininalista. A folgate street n 1 oferece conforto e segurança. É uma casa de última geração. Sensores no chuveiro, governanta virtual e etc...
Jane logo se apaixona pelo ambiente. Mas depois, começa a ficar intrigada com a mulher que morreu e morou ali antes. Começa então, uma busca pelo que aconteceu antes dela ir parar naquela casa.
O livro é ótimo. Os capítulos são curtos e a leitura flui divinamente bem. Quando menos esperamos a história já acabou. Adorei e recomendo.
Rafa Ferrante 05/06/2017minha estante
Já quero, òtima resenha.


Erika 05/06/2017minha estante
Obrigada! Super recomendo. Ótimo livro. Intriga você do início ao fim. Tomara que goste tanto quanto eu.




Na Nossa Estante 03/06/2017

Quem era ela
É tão bom quando logo depois de algumas páginas a leitura nos envolve de tal modo que não conseguimos mais nos desligar da história. Eu dormi pensando no livro, eu acordei pensando no livro. Eu queria acabar logo todas as minhas tarefas para poder alimentar meu vício! Quem Era Ela alimentou minha sede de um romance com um bom suspense.

Um livro interessante que tem como mistério principal uma casa que é alugada a um bom preço, por valor menor do que vale, e que possui um tipo de tecnologia que controla não só os ambientes como também o morador.

Para conseguir morar na residência minimalista do famoso e enigmático arquiteto Edward Monkford é preciso responder a um questionário com perguntas que nem sempre estão relacionadas ao objeto do contrato e este tem que ser aprovado pelo próprio Edward, só assim o candidato poderá morar no imóvel.

É assim que Emma e Jane se tornam moradoras da casa na Folgate Street, nº 1 em Londres, em épocas diferentes, mas com experiências semelhantes. Às vezes parece que a casa é quem comanda a vida de seus inquilinos que têm a água cortada até que respondam ao questionário, para maior avaliação dos progressos feitos ao se viver sob rígidas regras impostas pelo proprietário.

Emma é uma jovem traumatizada após um assalto na casa onde ela morava com seu namorado, Simon, e Jane uma garota que procura de alguma forma se libertar da dor de uma perda devastadora.

Emma antes, Jane depois, elas são envolvidas por Edward, um homem controlador e as duas vivem na dúvida de que é uma sombra permanente que acompanha o arquiteto, já que o personagem tem um passado perturbador e doloroso.
Emma e Jane não sabem se realmente estão seguras naquela casa que deveria ser o lugar mais seguro do mundo e quando uma delas descobre que pessoas já morreram naquele lugar e que todas as inquilinas têm o mesmo perfil e aparência parecida com a ex-esposa de Edward, o mistério se complica.

Não há como ficar indiferente ao que acontece com a casa e como ela dirige a vida de suas inquilinas.

Impossível largar a leitura até descobrir o que realmente está acontecendo e com um estilo de escrita fácil e ao mesmo tempo envolvente, o autor consegue prender a atenção do leitor até a última linha, quando ainda assim surpreende.

Fascinante a leitura para descobrir Quem Era Ela.

site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/05/quem-era-ela-resenha-literaria.html
Pati 03/06/2017minha estante
Estou lendo e também não consigo largar!!




Camile.Dias 01/06/2017

Ótimo livro! Show!
O livro exige muita atenção do começo ao fim, pois principalmente temos que identificar quem está no presente e no passado. Mas o livro fica empolgante mesmo do meio para o fim rsrs...
Leitura de bom gosto que a cada etapa lida você se apaixona mais pelos personagens. A minha predileta foi a Jane. Mas vale muito apena ler esse livro e desvendar todos os mistérios que ocorrerem nessa casa tão estranha e desconfiar de cada personagem envolvido. Boa leitura!
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Camila 24/05/2017

O livro é incrível e eu facilmente leria de novo. Pena ser o primeiro thiller psicológico do autor (ou não, porque eu não posso esperar pelo próximo que já sei que lerei) eu queria saber em qual eu já irei engatar.

A história é incrível com reviravoltas de quem pode ser o vilão real do livro e a gente se perguntando a todo momento o que faríamos no lugar dos personagens.

super recomendo.
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