Pedagogia do Oprimido

Pedagogia do Oprimido Paulo Freire




Resenhas - Pedagogia do Oprimido


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Ludmilla 12/07/2020

Educação crítica/efetiva é tudo. Educação de qualidade cura muitos males. Agora entendo o motivo pelo qual vários políticos abominam Paulo Freire. Quero ler todos os livros do autor.
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Luiz 27/06/2020

Livro necessário, daqueles que mudam nossa forma de enxergar o mundo.
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Cris.Peixoto 17/06/2020

Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Preciso fazer uma resenha por justiça. Eu era uma das pessoas que nunca tinha lido uma obra de Paulo Freire (tinha lido artigos soltos) e o criticava, hoje estou na terceira obra e com fôlego para ler tudo e identifico, claramente, os motivos pelos quais ele está sendo tão atacado como foi em outrora. Precisamos ler Paulo Freire e mais importante, precisamos aplicar seus ensinamentos na educação pública urgentemente. Após estas leituras do advogado e professor Paulo Freire vejo muito sentido naquela citação: "O fogo não é perigoso, perigosas são as ideias elas atravessam mares", eu acho que é isso. E no caso dele, atravessou mesmo. Leitura fundamental.
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Maiara 15/06/2020

A educação destrói mitos
Libertador.
"Até o momento em que os oprimidos não tomem ciência das razões de seu estado de opressão, "aceitam" fatalisticamente a sua exploração."

Paulo Freire nos permite abrir os olhos, para que não nos deixemos alienar por sistemas opressores.
Ler este livro alimentou ainda mais a minha gana por mudanças. Mudanças essas que devem ser realizadas através da educação libertadora e da práxis.

"Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão."
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Thaty 26/05/2020

Cada dia mais necessário
Um livro escrito em 1970 que se torna cada dia mais indispensável. Não somente a educadores, mas a todos que buscam compreender melhor como funciona nossa sociedade. A forma como vamos reconhecendo, aos poucos, o oprimido e o opressor que habitam dentro de nós, nas pessoas e líderes ao nosso redor, nos faz refletir sobre nossas ações enquanto educadores e, principalmente, humanos. Li resenhas que diziam que Paulo Freire fala de uma utopia, sobre as ações descritas no livro serem impossíveis de serem aplicadas. Mas essa é uma visão limitada de tudo o que Freire quis expor nesse livro. É uma utopia sim, mas é possível. Difícil de ser alcançada, obviamente, mas, como o próprio autor destaca, não existe revolução e transformação sem resistência e dificuldades. Ainda não consegui refletir sobre tudo o que é tratado no livro, mas uma coisa eu sei: é uma leitura obrigatória pra nos fazer rever nossa maneira de agir no mundo. E, principalmente no momento que vivemos hoje, nos faz reconhecer as ações concretas do opressor, o primeiro passo que devemos tomar para lutar contra a dominação da sociedade.
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Maria Isabel Barros 20/05/2020

Só a educação liberta e salva!
O melhor livro que li na vida, não é em vão que Paulo Freire é conhecido em todo o mundo pela incrível forma de valorizar a educação.
Nunca aquela frase: A CASA GRANDE SURTA QUANDO A SENZALA APRENDE A LER fez tanto sentido como fez ao ler esse livro. Educação salva e liberta!
A educação é a arma do oprimido contra o opressor! E ao decorrer da leitura ele vai elevando fatores atemporais, e constrói um modo de observar a educação não de maneira isolada, maneira que envolva várias outras séries de fatores que influência essa forma de educação negativamente e também positivamente. Além de sempre fazer a crítica a não valorização da mesma.
Paulo Freire não só é referência para a pedagogia mas para as ciências sociais por sua capacidade crítica de analisar e por seu ativismo nos seus métodos.
Muito alarmante a atual conjuntura onde a educação não é valorizada, nem incentivada, onde poucos tem acesso a qualidade e a grande maioria não tem oportunidades iguais. Infelizmente um país que acredita e justifica-se com meritocracia não há como progredir. Onde um presidente corta verbas de incentivo a educação e a ciência, que se baseia no achismo, e não confia na ciência é um retrocesso tamanho, que chega a nos envergonhar diante das circunstancias.
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Maria Isabel Barros 20/05/2020minha estante
O melhor livro que li na vida, não é em vão que Paulo Freire é conhecido em todo o mundo pela incrível forma de valorizar a educação.
Nunca aquela frase: A CASA GRANDE SURTA QUANDO A SENZALA APRENDE A LER fez tanto sentido como fez ao ler esse livro. Educação salva e liberta!
A educação é a arma do oprimido contra o opressor! E ao decorrer da leitura ele vai elevando fatores atemporais, e constrói um modo de observar a educação não de maneira isolada, maneira que envolva várias outras séries de fatores que influência essa forma de educação negativamente e também positivamente. Além de sempre fazer a crítica a não valorização da mesma.
Paulo Freire não só é referência para a pedagogia mas para as ciências sociais por sua capacidade crítica de analisar e por seu ativismo nos seus métodos.
Muito alarmante a atual conjuntura onde a educação não é valorizada, nem incentivada, onde poucos tem acesso a qualidade e a grande maioria não tem oportunidades iguais. Infelizmente um país que acredita e justifica-se com meritocracia não há como progredir. Onde um presidente corta verbas de incentivo a educação e a ciência, que se baseia no achismo, e não confia na ciência é um retrocesso tamanho, que chega a nos envergonhar diante das circunstancias.


Jose 20/05/2020minha estante
Nós nem temos presidente. Não dá pra chamar o inquilino do Planalto de presidente não.


Maria Isabel Barros 20/05/2020minha estante
Concordo! É um desgoverno.




Le 12/05/2020

Uma lição que tiraria deste ensaio é que, o caminho para a verdadeira educação - aquela que que tem por objetivo o despertar do sujeito em relação à sua condição, conscientizando-o e mobilizando-o para a sua libertação - perpassa pelo ato de desnudar a realidade, por uma pedagogia problematizante. Do contrário se está apenas adestrando os indivíduos para legitimar a ordem posta.
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Duda 09/05/2020

Aos esfarrapados do mundo
Paulo Freire sempre acerta. Neste livro escrito durante seu exílio no Chile ele aborda questões sobre a existência do oprimido e do opressor e cada um enquanto sujeito e objeto. Tambem oferece um pequeno guia para que seja possível se tornar um educador popular partindo do princípio da realidade do educando.
Tudo isso com muita leveza, boniteza e amor. ?
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Matheus Oliveira 05/05/2020

Em defesa de uma educação dialógica
Não é por falta de motivos que Paulo Freire é o patrono da educação brasileira e um dos autores tupiniquins mais estudados nacionalmente e no exterior. Em ?Pedagogia do Oprimido?, o educador sintetiza sua teoria em defesa de uma construção dialética do conhecimento e não de uma imposição em forma de uma educação bancária, na qual os atores não são tratados como sujeitos, mas como objetos, enquanto meros receptores, ?depósitos? de um suposto saber.

Na verdade, vai além disso e propõe uma teoria pedagógica da tão sonhada ?revolução?, criticando ações de lideranças que desconfiam do ?povo? e que buscam negar o diálogo como essência desse possível processo revolucionário. Paulo Freire acredita que não dá para ?fazer a revolução? e ?educar? o povo a posteriori, mas que os dois processos estão imbricados e caminham juntos: ?A revolução se gera nela como ser social e, por isso, na medida em que é ação cultural, não pode deixar de corresponder às potencialidades do ser social em que se gera?.

Isso demonstra uma desconfiança imprescindível em relação ao papel das lideranças revolucionárias que, em nome da suposta transformação social, temem a liberdade do ?povo? e evitam a construção de um diálogo sob o argumento de uma necessidade de organizar as massas para combater o opressor.

O livro é extremamente rico, inclusive, para pessoas que, como eu, ainda têm vivo o receio de palavras de ordem revolucionárias. Ao meu ver, a obra de Freire pode servir como um manifesto para as nossas próprias relações interpessoais em um cenário de tamanha polarização e ausência de diálogo: a única forma de se construir e superar as barreiras da opressão em busca da autonomia é libertar da dupla-face da antihumanização por intermédio de um processo dialógico de humanização do humano, reconhecendo o Outro e se reconhecendo nele.
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Anne.Jessica 30/04/2020

O livro mais lindo que já li
É uma leitura complicada, mas é muito intrigante e libertador.
O livro não é exatamente sobre educação, mas sobre educação como uma arma política contra a manipulação.
Pra maioria isso pode soar como extremista ou radical, mas eles ignoram que a educação já é utilizada como processo ideológico de manipulação.
A maior prova é o cenário político atual em que vivemos. Onde políticos constantemente polarizam discussões para fragmentar a opinião pública e, assim, enfraquecer a verdadeira luta.
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Letícia 25/04/2020

A pedagogia do brasileiro
É impressionante como a obra de Paulo Freire se mantém relevante e atemporal. Diante da realidade brasileira, ler essas reflexões é um acalento para a alma. A partir deste livro, é possível se reconhecer como oprimido ou opressor e solucionar o problema ou ao menos se conscientizar sobre ele com as ferramentas sugeridas por Paulo.
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Vitória 18/04/2020

Resolvi ler Pedagogia do Oprimido tanto por ser uma obra muito pedida no curso, mas também para entender os motivos de tantos ataques ao homem que é Patrono da educação brasileira, que é um dos brasileiros mais citados em trabalhos ao redor do mundo e que fez uma contribuição imensa para o nosso modo de ver a educação.
Freire fala neste livro sobre a educação bancária e como muitos de nós, professores, acabamos por ajudar a perpetuar este modelo de educação que só visa a submissão e o treinamento para que a massa trabalhadora continui a baixar a cabeça e não sair de sua posição. O pensamento dele vai muito de encontro com o Construtivismo de Piaget e do Socioconstrutivismo de Vygotsky onde o aluno tem de ter uma real participação na formação de sua aprendizagem e não só ficar ouvindo o professor falar e falar incansavelmente. Em Pedagogia do Oprimido eu aprendi que na minha profissão eu tenho de ser educadora-educanda e fazer com que meus alunos discutam os temas falados em sala, que pensem por si e que saibam ser críticos para avaliarem suas condições.
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Ade 08/04/2020

Amar ou odiar, será que só resta essas duas opções?
Há quem diga que, referente à Paulo Freire, ou ama ou odeia! Acho um tanto extremo, mas lendo esse livro entendo o por que dessa fama! Nesse livro nós deparamos com o caráter simples, no entanto visionário de um homem que questionou não apenas o ato de ensinar, mas as relações humanas...
Apoiando ou discordando, aconselho que leia!
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André Lisboa 08/04/2020

Educar É Um Ato de Amor, É Um Ato de Libertação (versão resumida)
Como a resenha ficou grande eu decidi por uma "versão resumida". Eu coloquei a versão completa no meu Blog. (Para quem desejar ver-la, está no link abaixo)

https://osmoseliteraria.blogspot.com/2020/04/educar-e-um-ato-de-amor-e-um-ato-de.html

"A valentia de amar que, segundo pensamos, já ficou claro não significar a acomodação ao mundo injusto, mas a transformação deste mundo para a crescente libertação dos homens."

A existência de um trabalho do calibre de Paulo Freire para a pedagogia é de suma importância, pelos seus postulados filosóficos como seu entendimento do caráter afetivo e transformador da educação. “Pedagogia do Oprimido” é um ensaio publicado em forma de livro em 1974, onde temos a continuação do pensamento de Freire, de forma que aqui se passa para o uma nova interpretação daquilo que foi desenvolvido em trabalhos anteriores. Seus postulados estão voltados para o sua ideia de método, que se baseia na transformação social através da consciência das classes mais pobres (povo) de sua condição.

Na pedagogia de Paulo Freire temos uma filosofia que tenta unir teoria e prática, em que o esforço totalizador da práxis humana, na busca interior desta, como “prática da liberdade” e autonomia do oprimido (povo). Quando ele fala de sistema ele deixa claro que ali não há uma apologia a determinadas linhas ideológicas. Quando ele fala de “revolução” ele não fala a aquelas dos moldes de esquerda, mas através da educação com prática libertadora da consciência do oprimido. Quando fala de uma forma dialógica de pedagogia ele fala da construção de um método que se volte para as experiências do educando, a investigação para que ele não seja um receptáculo de conteúdo que manterá inconscientemente as amarras do opressor introjetadas em sua vida.

A educação não é um meio para manter a ordem desigual, injusta e segregadora do conhecimento. Educação é compartilhar experiências, é unir-se com o todo, é expandir-se através do diálogo que constantemente se transforma e se aperfeiçoa. Não é só memória, mas principalmente significado através da troca de experiências e vivências. E se reconhecendo como parte de um todo, unidos e mediatizados pelo mundo, é que estaremos prontos para transformar o mundo. Oprimidos conscientes de sua realidade podem e devem ser questionadores de um sistema que tem estratégias opressoras. Nessas sociedades, governadas pelos interesses de grupos, classes e nações dominantes, a “educação como prática da liberdade” postula, necessariamente, uma “pedagogia do oprimido”. A prática da liberdade só encontrará adequada expressão numa pedagogia em que o oprimido tenha condições de, reflexivamente, descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica.

Paulo Freire compreende o trabalho árduo do educador. Um educador afetivo e consciente do amor e da libertação através da conscientização e do diálogo com o educando, caminhos para a consciência histórica dos sujeitos como protagonistas e agentes transformadores da história. O papel do educador é de “vocação humanista que, ao inventar suas técnicas pedagógicas, redescobre através delas o processo histórico em que e por que se constitui a consciência humana.” A pedagogia como ação libertadora é elemento fundamental de transformação social, como movimento interno que unifica os elementos do método e os excede em amplitude de humanismo pedagógico. Esse movimento exerce um papel que reproduz e manifesta o processo histórico em que o homem se reconhece. Os rumos possíveis desse processo são possíveis projetos e, por conseguinte, a conscientização não é apenas conhecimento ou reconhecimento, mas opção, decisão, compromisso.
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Fabricio.Macedo 06/03/2020

Bora promover uma revolução cultural!!! Palavras proféticas as de Paulo Freire em Pedagogia do Oprimido. Sem condições de ler e permanecer alienado...
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