Quero andar de mãos dadas

Quero andar de mãos dadas Victor Lopes




Resenhas - Quero andar de mãos dadas


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Pâmela 27/02/2020

Necessário
Não estava preparada pra essa leitura, pensei que fosse mais um romance lgbt adolescente, daqueles bem clichês, mas não foi nada disso. Claro, tem o romance fofo, mas a história é sobre mais que isso, é sobre autoaceitação, sobre depressão, sobre o medo de não atingir as expectativas que criam sobre nós e muito mais!
Por vários momentos me senti na pele dos personagens e acredito que isso foi o que mais me tocou, pois consegui sentir a dor deles.
Confesso que achei pesado em alguns momentos, então não recomendaria à pessoas mais sensíveis.
O final também poderia ter sido um pouco melhor desenvolvido, mas mesmo assim, é um livro que me agradou muito e que vale a pena a leitura.
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Lu Pires 22/04/2020

Surpreendente.
Comecei a leitura por sobra de tempo e porque estava gratuito na amazon, e realmente me surpreendeu. Os personagens são muito bem desenvolvidos e suas lutas individuais são profundas, eu comecei a leitura sem nenhuma expectativa, e terminei prendendo a respiração e querendo mais. Vale MUITO a pena.
Luana 22/04/2020minha estante
Ai que lindo :')




Will 11/05/2020

MEU DEUS! Leia
É um escritor brasileiro e fiquei feliz disso! A escrita é muito boa, e traz pra gente a perspectiva dos dois personagens principais da história!
Você consegue entender a história de cada um, e por ser situações diferente, um ser assumido e ou não, um já saber o que quer e o outro se descobrindo, um a família a aceita ele e a outra nem imagina.

Certos sentimentos conseguem ser passado e fazer com que o leitor sinta e se ponha no lugar de cada, até porque, pra quem é, sabe e muita das vezes já passou por isso.
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Marcus Menezes 11/07/2020

Pesadíssimo
Não se iluda com o começo meio filme romântico. Este é um livro sobre as batalhas individuais de uma pessoa lgbt. O ponto alto do livro, na minha opinião, é a construção dos personagens. Ambos são bem desenvolvidos e geram duas discussões diferentes, mas que envolvem família.

O enredo é totalmente sensível para algumas pessoas. Um aviso de gatilho é extremamente necessário, visto que, assim como eu e outros leitores, cairão outras pessoas nessa leitura esperando um romance clichê.

Não gostei da construção do desfecho. Gostaria de ter visto mais do que foi apresentado. Deu a sensação de um final apressado.
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Alefe Sousa 17/07/2020

Logo no início da leitura pensei que era mais do mesmo, um romance lgbt cheio de clichê e esteriótipos. Como eu estava enganado, a história é intensa e extremamente necessária, fala sobre família, sobre autoaceitação e depressão. Achei o final corrido demais, porém leria fácil um conto para saber como estão Nicholas e Jhonny. Super indico essa leitura.
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Gabe | @conversaentrelinhas 30/09/2017

Intenso
O livro conta a história de Nicholas e Johnny que se conhecem por acaso num restaurante e desde então suas vidas mudam pra sempre, seus destinos se cruzam.
Confesso que tinha medo (como sempre tenho) de que esse fosse mais um romance LGBT clichê de adolescentes, porém não. A história não só vai trabalhar com autoaceitação e preconceito, mas também com depressão, relações entre familiares, a interferências dos pais no futuro dos filhos, suicídio e como tudo isso pode ter um fim trágico.
Gostei do desenvolvimento dos personagens, de como eles parecem tão reais, de como até os mais sensatos em momentos de desespero podem cometer erros gravíssimos sabem? Não tem aquela coisa de "o personagem herói".
O autor tem uma escrita muito boa e fluida, alguns capítulos tem informações irrelevantes que poderiam ter sido resumidas no capitulo anterior, mas não é nada que vá prejudicar o resultado final, apenas se torna um pouco cansativo as vezes. Por isso deu 4 estrelas.
É uma leitura que vale a pena!
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Dani Valadares 31/07/2020

Quero andar de mãos dadas é importante e serve de alerta.
A leitura é clara e objetiva. Drama adolescente, mas o amor e cumplicidade é de gente madura. Em alguns momentos sou representada e se eu tivesse lido há tempos atrás teria evitado muitas situações na vida. Chorei e sorrir. Refleti.
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LuTaty 04/02/2020

Você não vai mais parar de ler o Vitor
Gente que escritor maravilhoso, primeiro livro que leio sobre LGBTQ+ ( acho que escrevi certo), e simplesmente amei.
Coloquei como meta este ano ler livros sobre temas que ainda não tinha lido. E que surpresa ! AMEI
E não parei mais de ler o Vitor.
Estou lendo tudo que achou dele não Kindle.
SUPER INDICO
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Samu 03/11/2020

Necessário!!
Quando eu pensei que talvez pudesse não está gostando do livro, acho que foi porque em algum momento do começo estava meio que arrastado, porém aconteceu uma grande reviravolta.

O livro conta sobre o romance entre o Nícolas e o Jhonny, ele se conheceram em uma pizzaria e depois daí se apaixonaram, no começo pode até parecer mais um romance clichê (Não que eu não goste rsrs), só que com o desenrolar da trama, você sente o quão profundo é a história.

A mãe do Jhonny tem depressão e além de conviver com a doença de sua mãe, ele tenta ao máximo dar poio e carinho, ele também tem que viver com o seu horrível padrasto Walter, um cara machista, preconceituoso e que agrava mais ainda a doença de sua mãe.

Nicola um garoto de Classe média, estuda em uma escola partícula, mora com seus país e seus irmãos, porém ele vive com grande uma culpa que vem o atormentando a muito tempo desde que se descobriu 'Gay', seu maior medo é que sua família descubra e ele acabe à destruindo por isso.

Essa história traz uma grande questão, vividas por inúmero garotos gays, o medo do que a sua família vai pensar, e se não aceitarem, será que vou destruí-los?, entre tantos outros pontos, esse medo em junção da ansiedade faz com que muitos vivam como se tivesse uma âncora amarrada no pescoço, sempre ali pesando te deixando sem movimentos para andar.
E fica bem claro que não adianta, ter dinheiro, estudar em escola particular, ter uma vida "Perfeita", pois todos tem problemas tendo tudo isso ou não, o caso do Nícolas é o mesmo de milhares de pessoas. Quando ele se encontrava com o Jhonny, era maravilhoso, mas quando chegava em casa a "Âncora" continuava lá.

TEM PARTES QUE VÃO TER FAZER CHORAR MUITO!

É um livro muito bom, que todo mundo deveria ler, ele traz gatilhos como a depressão, automutilação,ansiedade e suicídio. O Victor Lopes, escreveu com maestria essa história!!
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queensnne 19/06/2020

desidratei
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Gus 26/02/2020

Perfeito!
Não sei expressar em palavras o quanto esse livro se tornou importante pra mim. No meio de tanto ódio, Quero Andar De Mãos Dadas me mostrou que ainda há esperanças do mundo mudar. Os protagonistas são incríveis, e seus problemas individuais são assuntos que devem ser discutidos como Victor fez aqui. Uma estória cativante que aborda assuntos importantes e, além de tudo, é repleta de um romance fofo.
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Bia 21/09/2020

Esse livro me lembrou como é complicado ser lgbt no brasil mas também me lembrou como é estar completamente apaixonada pelo seu primeiro amor e achar que sua vida depende daquilo. É um livro incrível e cru, mostra perfeitamente toda a dificuldade e leveza de um primeiro relacionamento e a angustia de ser lgbt em família conservadora
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ranniery 05/01/2018

Livro para ser sentido
Das histórias que mais marcaram a minha vivência literária durante 2017, uma das principais vieram de um autor iniciante, com um livro lançado no início do ano, mas em cujas páginas me envolvi somente neste fim de 2017. Com uma narrativa delicada e, ao mesmo tempo, angustiante, “Quero Andar de Mãos Dadas” (Amazon), nos conta sobre as dificuldades da descoberta de si mesmo, com a história de dois adolescentes, Nicholas e Johnny, que se veem apaixonados um pelo outro.

“Quero Andar de Mãos Dadas” é a estreia de Victor Lopes como escritor. Com apenas 23 anos ele já possui um domínio singular da escrita, que quase nos força a ler capítulo por capítulo de forma ininterrupta. A obra conta uma história de luta, com conflitos bastante similares aos vividos diariamente por tantos jovens que se percebem homossexuais. De um lado, Johnny, já assumido para a mãe, com uma família totalmente desestruturada. De outro, Nicholas, vivendo o pesadelo de não poder mostrar-se como ele mesmo é perante à família aparentemente perfeita e que deposita diversos desígnios de futuro para o filho. Entre Johnny e Nicholas, a primeira experiência de amor crescente por uma outra pessoa.

Poder conviver com esse sentimento, contudo, é a grande questão da narrativa. Como se relacionar com alguém do mesmo sexo, quando não se tem certeza da tolerância da própria família e dos amigos? Se às vezes a carga dramática da narrativa parece excessiva, é necessário lembrar o quanto as situações vividas pelos personagens podem ser catárticas para o leitor, em especial aqueles que também dividem com as personagens o receio pela descoberta da própria sexualidade.

Aliás, lembrar nem chega a ser preciso, pois as angústias pessoais vividas por Nicholas, principalmente, são intensamente presentes também nas histórias de quem vive o medo de não ser aceito por quem mais ama, e por isso não consegue aceitar e compreender a si mesmo. Nicholas é o filho do meio de uma família cheia de expectativas sobre o futuro do jovem: seguir o exemplo do irmão mais velho, encontrar uma boa esposa e construir uma nova família na acepção mais padrão possível da palavra. O contexto familiar sufoca e frustra Nicholas, por compreender internamente que jamais poderá seguir esse modelo, pelo simples (porém ao mesmo tempo complexo) fato de ser gay.

“Eu quero que meu mundo se pareça mais com o mundo no qual eu me imagino quando fico sozinho no meu quarto pensando na solidão da minha vida. Porque, na verdade, nesses momentos eu não penso exatamente que sou sozinho, somente penso que estou sozinho por não poder nem mesmo estar com quem eu sou de verdade. Eu minto para o mundo sobre quem eu sou, mas, antes disso, minto para mim mesmo” (Nicholas, em Quero Andar de Mãos Dadas)

Johnny, por sua vez, vive um outro tipo de desafio familiar. Uma mãe em meio à depressão, que vive em um relacionamento abusivo e um padrasto que, por diversas vezes, o ameaça e o humilha motivado principalmente pela orientação sexual do jovem, gay assumido. Todos esses desafios servem como cenário para a história de amor entre Nicholas e Johnny.

Mesmo trazendo uma história entremeada de percalços pelo amor entre os dois jovens, a escrita de Victor Lopes tem a capacidade de aquecer o coração do leitor em momentos tenros. As primeiras trocas de mensagens entre os protagonistas, passando pelos encontros entre os dois, nos mostra uma comovente descoberta um do outro, que se transforma na construção de um amor e de uma confiança que passam não apenas pelos momentos bons, mas, principalmente, pelas provações.

Ter a estrutura do livro alternando entre as narrações de Johnny e Nicholas também é um ponto positivo na construção da atmosfera da história. Temos um bom equilíbrio nos dramas pessoais de cada um, ao mesmo tempo que acompanhamos como aquele sentimento novo para ambos, o de amar alguém, vai se desenvolvendo nos corações de cada um.

O livro inteiro retoma o leitor a uma torcida constante para que Nicholas e Johnny possam viver seu amor num contexto de tolerância, aceitação e respeito. Que os dois possam viver seu amor sem temer quaisquer represálias. Um desejo que transborda a narrativa, e traz à tona a urgência dessa querença para as nossas vidas reais.

“Ele me abraçou ali mesmo, na frente de quem pudesse ver. Podia ser só um abraço de amigo, mas eu sabia que era mais do que isso, que havia sentimentos extremamente fortes ali, e então retribui o seu abraço o mais forte que pude. Meu mundo estava em meus braços e eu não queria largar”, (Johnny, em Quero Andar de Mãos Dadas).

site: https://sobrenarrar.wordpress.com/2017/12/30/resenha-quero-andar-de-maos-dadas-de-victor-lopes/
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Vivianne 08/08/2020

Meu irmão, que porrada!!!
Esse livro deveria ser obrigatório nas escolas.
Amei e não foi pouco. Muito angustiante, muito verdadeiro, muito sofrido mas muito necessário.
Estou impactada! Uau!
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@obibliomaniaco 29/07/2019

Maravilhosamente lindo
Resenha / 473 p.

Johnny e Nicholas se conhecem numa pizzaria, se atraem (em segredo) e não imaginam que dali em diante uma amizade começará, um amor surgirá e que serão o porto seguro um do outro.

Johnny tenta mascarar seus problemas com seu humor inabalável. Resolvido com sua sexualidade. Tudo começou quando o pai os abandonou, sua avó morreu, a mãe entrou em depressão e arrumou um marido, que acaba se mostrando machista e tóxico. Brigas, insultos e uma convivência insuportável.

Nicholas tem uma família tradicional perfeita, eles são cheios de expectativas quando se trata do futuro dele. O que não sabem é a dor dilacerante que ele carrega, o quão sufocante se sente e a mentira o mata. A automutilação é seu único alívio. Não resolvido com sua sexualidade.

Quebrados e machucados, quando juntos esquecem seus problemas e vivem o melhor nos braços um do outro. A pressão irá aumentar e descobrirão que só segurando na mão um do outro é que terão forças para enfrentar os problemas.

EU SOLUCEI DE TANTO CHORAR, AO TERMINAR ME ENCOLHI EM POSIÇÃO FETAL.

Maravilhado com essa obra incrivelmente visceral, linda e dolorosa. Achei que seria mais um clichê gay adolescente, mas me surpreendeu muito. Escrita excelente, capítulos curtos, narrados e intercalados pelos dois. Leitura flui perfeitamente.

Eu senti cada emoção na pele, me envolvi tanto que até hoje estou na história. Doloroso ver Joh não poder fazer muito e Nicholas com seu segredo e sufocado pela família "tóxica". 

Tudo bem construído e encaixado, enredo que entrega drama real e personagens para amar.

Joh e Nicholas se tornaram meu casal favorito, coisa mais linda do universo. Vontade é de colocar num potinho e proteger tanto. Me deixaram na Bad.

ALERTA DE GATILHO

Pois tem cenas pesadas, vai abordar depressão, automutilação (me arrepiei horrores numa cena) e suicídio. Bem abordados por sinal.

O Victor fisga leitor, garante muitas emoções, lágrimas e um final de surtar e chorar o dobro, mas que nem tudo está perdido.

Favoritado. Um dos melhores do gênero que já li. Amei tão fortemente e indico super. Zero defeito.

#resenhamaníaca
#julhonacional
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