Pachinko

Pachinko Min Jin Lee




Resenhas -


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Marcel 14/10/2020

Fazia um tempo que um livro não me emocionava
Livro maravilhoso, história de 4 gerações de uma família coreana que foram viver n Japão, o livro passa de 1900 até 1989. Histórias de superação, tristeza, guerra, discriminação, amor, luto.
Muitos protagonistas no livro, livro sensível e ao mesmo duro e cru com a realidade. Muitas vezes tive que parar de ler para respirar e conseguir absorver o que tinha acabado de ler. Recomendo muito a leitura de Pachinko. Está na lista dos meus favoritos.
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Sarah 23/01/2021

O ano mal começou, mas sinto que esse livro vai ser uma das minha melhores leituras de 2021.

Acabei de terminar e ainda estou meio desnorteada.

Além da história ser EXTREMAMENTE interessante, já que aborda um assunto que eu não conhecia quase nada (coreanos imigrados no Japão) foi o primeiro livro que me mostrou a história de uma família inteira.

Digo isso porque você tem a perspectiva do tataravô que nasceu naquele país, teve filhos e um desses filhos acabou indo para outro lugar. Daí a história vai se construindo.

Não é simplesmente ?um descente de um coreano...?, mostra como aquela pessoa tornou-se um ?zainichi?.

Acho que isso me tocou justamente ter avós de outras origens, mas ser um pouco como Phoebe e não saber e/ou preservar nada dos meus ?ancestrais?.

Como deu para perceber, recomendo MUITO a leitura.
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Nathalie.Murcia 30/12/2020

Uma das minhas melhores leituras do ano de 2020
Esse vai entrar para a lista das minhas dez melhores leituras do ano de 2020, sendo o romance histórico um dos meus gêneros literários preferidos. A história se inicia no período de anexação da Coreia pelo Japão, e abrange a saga de quatro gerações de uma família coreana, cujo personagem central é Sunja, filha de um casal de pescadores de Busan.

Além dos elementos culturais e sociológicos orientais, o livro bem evidencia as mazelas da guerra, do exílio forçado, e da exploração da mão obra dos imigrantes coreanos num país que trata os trata como cidadãos de segunda classe.

Patchinko é um jogo de azar muito difundido no Japão, consistente em máquinas que se assemelham a um cruzamento entre pinball e slot machine.

História linda e emocionante. Algumas escolhas feitas são inexoráveis para determinar o curso de uma vida, e alguns erros nunca podem ser remediados.

Aproveitando a avaliação, na mesma linha temática, recomendo "Herdeiras do Mar", de Mary Lynn Brach, cujo cerne é focado nas "mulheres de consolo", denominação utilizada para se referir às mulheres jovens, que foram sequestradas e obrigadas a se prostituir para soldados japoneses, durante a guerra.
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Daniel Andrade 09/02/2021

Uma viagem ao pior lado do Japão.
Que livro incrível. Que história maravilhosa. Que personagens humanos. Que ambientação angustiante nesse Japão racista.
Sunja é a imagem de tantas pessoas que cruzamos todos os dias por aí, que se sacrificam de diversas formas pra dar uma vida melhor aos filhos.
Kyunghee é um amor, uma das personagens mais amáveis que já tive contato.
Noa me fez sofrer tanto, não consigo acreditar nesse desfecho dele.

Enfim, um livro que me marcou muito e que pra sempre vou lembrar.
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Bianca (@fallandfox) 21/08/2019

Esse livro possui uma história maravilhosa de 4 gerações de coreanos no Japão, ele consegue mostrar em todos os momentos as dificuldades que essas pessoas passaram todos os dias tentando lutar por sua sobrevivência.
Eu posso declarar que eu não tinha conhecimento sobre todo o preconceito que o Japão na possuía contra os coreanos e ver essa verdade esfregada na minha cara me mostrou todos os lados da II guerra mundial que eu acabei ignorando.
A história gira em torno de Sunja e como suas escolhas afetam seus descendentes, eu poderia ler mais um bilhão de livros escritos por essa autora sobre a vida da família da Sunja e das pessoas que os cercam. Outra coisa importante em todo o enredo é o jogo de pachiko e como ele mudou toda a relação econômica mas mesmo assim mostra como o preconceito impediu a mudança de posição social.
Realizei essa leitura por influência do grupo de leitura da Emma Watson o @oursharedshelf (instagram e twitter mas o grupo é ativo no goodreaders).

site: https://www.instagram.com/p/B0wL9AkA2DM/
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Roh 01/09/2020

Incrível.
Pachinko é uma história sensível e cheia de camadas sobre um período tão complexo na vida dos coreano que imigraram para o Japão nos anos 1900. De forma impecável a autora apresenta as diferentes gerações, trazendo todo o histórico do período sem descaracterizar ou estereotipar os diferentes personagens que aparecem ao longo da trama.
Iniciando no início do século, conhecemos primeiro os pais da Sunja, que vem a ser a principal personagem ao longo de toda a história, o núcleo de todos os eventos futuros. A escrita é bonita e intensa, mostrando a evolução não só da moça, mas de toda a sociedade, trazendo à tona todos os preconceitos e questionamentos que envolveram a vida de tantas pessoas que buscavam uma nova oportunidade em outro país.
Definitivamente é um livro que merece ser lido com todo o carinho, valendo muito o tempo dedicado à ele.
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Joao l @portaldehistoriasig 25/10/2020

HUMANO
Uma leitura extremamente arrebentadora, delicada, madura, viciante e fantástica. Apesar de mais de 500 páginas, a história fluiu super bem me deixando com gostinho de quero mais. Uma história triste, sobre cicatrizes que as guerras deixam nas civilizações. Uma história sobre perda, sobre identidade e sobre luta.
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null 02/10/2020

Minha leitura da vida
Um livro tão cheio de dores que só se pode basear na dura realidade. Acompanha a vida de quatro gerações de coreanos, passando por importantes momentos daquele país no último século - da colonização e do imperialismo japoneses à divisão das coreias. Vale muito a leitura como romance histórico bem escrito e sensível.
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Bella 04/10/2020

Excepcional
É uma história (ou talvez seja melhor dizer várias?) sobre uma família coreana no Japão no contexto do séc XX. O livro trata de assuntos como xenofobia, machismo, preconceito e religião, contando da perspectiva de diferentes personagens.
Eu li em inglês, não achei uma leitura muito difícil, mas a autura utiliza de diversas expressões e palavras em coreano e japones durante a narrativa. Por exemplo, em diversos momentos uma personagem diz "Omma" ao inves de "mãe" ou entao "Daijobu" e não "vc está bem?" (me perdoa se eu romanizei errado as palavras). Não acho que vá comprometer muito a leitura pra quem não está familiarizado, mas tbm nada que um google tradutor nao resolva, porque a maioria das vezes são repetidas.

Enfim, o livro foi ótimo, fluiu muito bem, fiquei super envolvida com a história e chorei em diversos momentos. Recomendo muito.
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Bruno.Vargas 11/02/2021

Quando a família é a protagonista
Podem dizer que Sunja é o centro da história de Pachinko, ou talvez seus filhos, oi ainda um de seus netos...ou na verdade olhando pra trás, seus pais de onde partiu todos valores transmitidos de geração a geração!
Que bela lição Min Jin Lee nos presenteia com essa obra.
A honestidade, a honra e o respeito são valores muito caros para a família descendente de camponeses coreanos, cujas gerações temos o prazer de acompanhar por quase um século!

Sem dúvida alguma eu fiquei com vontade de saber mais dessa família. Será que existem!? Sei que devem haver outras como ela ..mas eu queria fazer contato com descendentes dessa família. Que verídicas as personagens.

Sobretudo, a autora contribui com passagens históricas como a colonização da Coreia pelo Japão, sua independência pós segunda guerra, além de relatos sobre as fugas de seus bombardeios. A divisão entre o Norte e Sul, e especialmente as dificuldades dessa família em busca de melhores condições de vida enquanto luta contra preconceitos, falta da escolaridade, falta de oportunidades, falta de tudo, exceto do desejo de se acertarem, fazer o bem e serem bons uns com os outros e com a sociedade; serem honestos mesmo no tipo de trabalho mais taxado de ambiente corrupto.

A vida é dura como ela é, e Min Jin Lee não economiza narrativas pra revelar essa dureza!

Obrigado, Min Jin lee
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Carol B. 26/10/2020

O livro parte da proposta simples de acompanhar uma família coreana e sua mudança para o Japão. Porem, a partir disso somos convidados a conhecer parte da história de dois povos, em guerras e no cotidiano. Particularmente nunca imaginei tudo que coreanos passaram no Japão, nem como isso se configura até hoje. Além disso, acompanhar a mudança de pensamento e as relações familiares, bem como os insights de uma vida a partir dos tantos pontos de vista, mas em especial de Sanju, que tanto endura nas décadas vividas, é algo realmente incrível.
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Isa 22/11/2020

História incrível!
Um livro que conta a história de uma família coreana durante 3 momentos históricos do Japão. Achei incrível a maneira que demonstrou como as guerras influênciaram tanto na vida dos coreanos, mesmo sendo de maneira profunda e muito pesada (mortes, preconceito, prostituição e pobreza). Não imaginava toda essa história entre Coréia e Japão, principalmente a quantidade de coreanos que se refugiaram no Japão, e que, possivelmente, sofrem preconceitos até hoje. Pachinko, um jogo de sorte mas que foi completamente um meio de sobrevivência.
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Lilian 17/02/2021

História de muitas vidas
O livro é lindo, fala de inúmeros dramas e felicidades de gerações de uma família (de sangue e agregada). Vale muito a leitura!
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Luiza 26/02/2021

?There was more to being something than just blood?
Pachinko é uma obra mergulhada em melancolia, em saudades. Durante toda a narrativa é possível sentir, junto aos personagens, uma ausência expressiva e indecifrável; existe a falta de tudo e de nada ao mesmo tempo. Por meio de uma escrita objetiva, Min Jin Lee nos apresenta a história de toda uma família e como essas pessoas foram afetadas pelos acontecimentos históricos em suas vidas pessoais; a autora une, com maestria, as perspectivas macro e micro históricas (se é que esse termo existe). Como leitora, fui capaz de me envolver e me importar com todos os personagens, humanos, imperfeitos. A única ressalva que tenho é em relação à lentidão da narrativa em alguns momentos. Essa lentidão, contudo, não é suficiente para prejudicar a experiência maravilhosa que é ler essa obra.
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