O canto mais escuro da floresta

O canto mais escuro da floresta Holly Black




Resenhas - O canto mais escuro da floresta


51 encontrados | exibindo 1 a 15
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@Lendo.adois 01/02/2018

O Príncipe de cifres e seus cavaleiros leais
O livro conta a historia de dois irmãos - Ben e Hazel- que moram com seus pais em fairfold, uma cidade mágica por ser próxima ao terreno das fadas. Fairfold atrai muitos turistas , e muitos deles acabam sofrendo várias coisas ruins pela mão das fadas e por não temerem elas o suficiente. No meio da floresta existe um caixão de vidro com um garoto de chifres que dorme dentro dele, Hazel e Ben criam histórias sobre o garoto , que ele é O principe e eles cavaleiros de sua guarda. Só que o tempo passa e eles deixam de acreditar nisso, já que ele nunca irá acordar. Só que um dia ele acorda e tudo muda.

Hazel e Ben eram inseparáveis, só o tempo os afastou um do outro os fazendo ter segredos entre si. No Inicio achei Hazel fútil e Ben dramátioco, mas com a leitura os personagens vão desenvolvendo suas personalidades e gostei muito dessa leitura. Se você gosta de fadas e aventura , mistério e uma pitada de romance, provavelmente gostará desse livro. Mas você nunca saberá se não ler, não é ?
Lucas Barroso 01/02/2018minha estante
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@Lendo.adois 02/02/2018minha estante
What?


Lucas Barroso 02/02/2018minha estante
Não sei pq saiu isso hahahaha
Eu falei que o livro realmente tem vários erros de revisão, inclusive eles erram até o nome dos personagens. Até o nome Ben, eles puseram 'Bem' kkkkkkk


@Lendo.adois 02/02/2018minha estante
É, percebi isso no livro, acontece né?




Marlene 24/01/2018

[Resenha] O Canto Mais Escuro da Floresta - Holly Black
Eu não posso negar que o que mais me chamou a atenção nesse livro, pelo menos inicialmente, foi a capa, mas assim que comecei a leitura, percebi que a história realmente tinha tudo para ser encantadora e eu não me decepcionei nesse quesito.

O Canto Mais Escuro da Floresta tem duas coisas que adoro em livros, que é, aventuras e fantasias. Aqui somos apresentados aos irmãos Ben e Hazel Evans, eles sempre tiveram uma certa fantasia em relação ao menino de chifres, que vivia em um caixão no meio da floresta, desde pequenos inventando histórias sobre seu “príncipe” e continuou assim até que eles chegaram a adolescência e caíram um pouco na real.

"O sendo de justiça de uma criança às vezes pode ser cruel e absoluto."

Entretanto, ninguém consegue explicar os enigmas que habitam naquela floresta, as fadas e seres monstruosos que ceifam vidas e que atraem diversos turistas para o local.

Apesar da expectativa, acho que ninguém esperava o fato de que o menino, um dia, acordaria e Bem e Hazel seriam levados para um mundo em que nem imaginavam ser possível, e que considerando o seu passado, o que já passaram, não era nem um pouco estranho, em contrapartida ao que estava por vir.

Eu adorei a interação entre os irmãos, apesar de ter muitos segredos guardados entre eles, ambos se mostraram dispostos a apoiar um ao outro nos momentos difíceis.

"Tinha que lutar com eles, com todos eles, até chegar ao mostro no coração da floresta e terminar com aquela maldade de uma vez por todas, para que todos em Fairfold ficassem em segurança para sempre."

A autora quebrou totalmente aquele estereótipo de que fadas são boazinhas, volta e meia algo acontecia e alguém acabava morto, a população local vivia no limite entre medo e fascino.

Ser levada para esse mundo criado pela Holly Black foi incrível, eu não esperava gostar tanto da história, esse é aquele tipo de livro que você lê em uma sentada, literalmente.

A participação dos personagens secundários também foi ótima, em especial o Jack, que é melhor amigo do Ben e o garoto por quem Hazel tem uma quedinha, ele não é humano e isso tornou tudo ainda mais interessante, eu não dava muito por ele não, mas acabei surpresa com a personalidade que ele mostrou ter.

A narração é feita em terceira pessoa, o que para mim foi maravilhoso, já que tive uma visão mais ampla do que acontecia sem perder alguns acontecimentos importantes.

No decorrer da narrativa, há alguns flashbacks de Hazel e Ben durante a infância e de fatos que aconteceram a alguns anos atrás, complementando os acontecimentos vividos pelos personagens no momento atual.

O Canto Mais Escuro da Floresta foi uma leitura sensacional, com um final de tirar o fôlego e que deixou um grande gostinho de quero mais.
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Lídia 22/01/2018

Protagonista errada
Eu sinto que o verdadeiro protagonista desse livro é o Ben, a história me frustou bastante por conta disso, a todo momento eu queria saber as coisas do ponto de vista dele e não da Hazel, até o meio do livro achei que minha nota seria 1 estrela, porém do meio para o final conseguiu me prender mais.
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Silvana 14/01/2018

A cidade de Fairfold fica no meio da floresta de Carling. Alguns diriam que ela é um lugar ideal para se viver. A comida de lá é mais gostosa, porque segundo dizem é temperada com feitiços. Os sonhos são mais vívidos, os artistas mais inspirados e seus trabalhos os mais belos. A música é mais agradavel e os sentimentos são mais profundos. Mas outros já diriam para que você fique longe dela. A floresta é habitada pelo Povo do Ar e eles são muito maus na maior parte do tempo. Sem falar no monstro escondido no coração da floresta. E não é raro que alguns turistas que visitam a cidade nunca mais sejam vistos. Isso quando não são encontrados mortos de alguma maneira bem esquista. Mas eles continuam vindo para Fairfold, principalmente por causa do garoto de chifres dentro do caixão de vidro.

Ninguém sabe desde quando o garoto está ali. E por mais que as pessoas já tenham tentado, ele nunca acordou. E o vidro parece ter alguma espécie de maldição, porque quem tanta quebrá-lo acaba se dando mal. Mas ainda assim as pessoas continuam a visitá-lo na esperança de que um dia ele acorde. Ben e sua irmã Hazel está entre eles. Foram longos verões brincando em volta do caixão e inventando histórias sobre ele. Em suas fantasias, o garoto é um príncipe e eles são cavalheiros de sua guarda. Mas os anos se passaram e o garoto nunca acordou e os irmãos deixaram essa história para trás, mas lá no fundo a esperança de que um dia ele acorde continua. E suas vidas também.

Quando era um bebê, Ben recebeu uma bênção de uma das criaturas da floresta quando sua mãe pintou um quadro dela. Ele foi abençoado com o dom da música. Mas eles não tinham dinheiro para Ben fazer uma faculdade. Por isso Hazel faz um acordo com os seres da floresta. Ela dá sete anos de sua vida em troca do sonho de Ben. E agora parece que chegou a hora de ela cumprir sua parte no acordo. Hazel recebe um bilhete que só ela entende, porque ninguém mais sabe o que ela fez. No dia seguinte Hazel acorda com os pés cheio de lama e em suas mãos tem cacos de vidro e sua cama está cheia de galhos e folhas e ela não lembra de nada do que aconteceu. Mas o mais impressionante é que ao chegar na escola eles ficam sabendo que que o caixão de vidro está quebrado e o menino de chifre sumiu. Hazel e Ben decide que vão encontrar o garoto, mesmo com o alerta de Jack, amigo dos dois que é um changeling (é quando uma fada deixa seu filho no lugar de alguma criança humana).

Desde que lançou esse livro eu fiquei morrendo de vontade de ler. Já li outros livros da Holly e considero ela uma ótima autora. Ela consegue pegar um tema que já está mais do que batido e cria algo totalmente novo. Ela fez isso em A Menina Mais Fria de Coldtown, um dos melhores livros com vampiros que já li. E ela fez isso novamente nesse livro. Já li vários livros com fadas, mas esse de longe foi o melhor. Ainda mais que os personagens principais não precisam se descobrir ser um ser de outro mundo para ter seu destaque. Eles continuam humanos e convivem com outros seres. E outra coisa ótima é que ela cria uma história grandiosa dentro de apenas um livro, coisa rara hoje em dia em que parece que os autores não sabem mais escrever livros únicos. E não ficou aquela sensação de que faltou alguma coisa por ser apenas um livro, pelo contrário, ficou tudo bem fechadinho no final.

A história se divide entre passado e presente e essa foi uma das únicas coisas que achei para ressaltar como negativo no livro. Fiquei um pouco confusa em algumas partes porque não tem uma clara divisão entre os tempos. Mas não é nada muito relevante, foi só para ter algo negativo para mencionar mesmo hehe. O livro é de fantasia, mas outro dom da Holly é esse, saber misturar a fantasia com a realidade. Então por isso temos diversos temas sendo abordados dentro da história e um dos mais bonitos é a amizade e lealdade entre os irmãos protagonistas. E até temos romance na história, mas gostei dele não ser o foco. E a parte fantástica é muito bem desenvolvida. Adorei conhecer Fairfold e a floresta onde vivem as criaturas. As cenas são tão bem descritas que parece que estamos lá junto com os personagens.

Hazel e Ben me encantaram da mesma maneira e não sei dizer qual foi meu favorito. Mesmo o protagonismo tendo ficado um pouquinho mais para o lado da Hazel, sem o Ben a história não seria anda do que foi. E temos os personagens secundários também que dão o apoio que os principais precisam e ao mesmo tempo são essenciais para os mistérios da história. Não vou falar muito sobre cada um porque o legal é ir conhecendo eles conforme vai lendo. E antes de terminar a resenha não posso deixar de elogiar a edição linda da editora. A capa é incrível, por dentro e por fora e eu ficava o tempo todo imaginando essas cores na floresta enquanto lia. É um livro que eu indico com certeza. Leia e se surpreenda.

site: https://blogprefacio.blogspot.com.br/2017/11/resenha-o-canto-mais-escuro-da-floresta.html
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Alessandra Raposo @ale_raposo 13/01/2018

Deslumbrante e encantador.
Por vezes,senti vontade de morar em Fairfold!
Comecei a ler julgando pela linda capa...e me surpreendido pelo conteúdo gostoso de ler e cheio de magia.
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Kelly 05/01/2018

O canto mais escuro da floresta
Em Fairfold as coisas são um pouco diferentes. Enquanto que as grandes cidades são divididas em prédios e seres humanos, em Fairfold os moradores locais precisam se acostumar com a presença constante de seres místicos que vivem na floresta. Mas não se engane. Turistas não são bem-vindos. Aqueles que se arriscaram em troca de uma boa dose de magia acabaram desaparecendo sem deixar rastros. O fato é que há um trato entre os moradores e O Povo. Eles se respeitam, mas isso não significa que não possam pregar peças nos humanos descuidados que procuram por aventura. Hazel está incluída no grupo. Há um tempo atrás, quando ainda era pequena, vivia explorando a floresta e lidando com monstros de outra dimensão, ela resolveu fazer um acordo.

Hazel e Ben cresceram ouvindo os contos sobre a floresta, mas nunca tiveram medo de explorar por entre árvores e arbustos, principalmente quando se trata do garoto de chifres. Ambos são apaixonados por ele e sempre se confessaram como se o menino fosse capaz de escutá-los e aconselhá-los sobre os mais diversos assuntos adolescentes. Todos os moradores o conhecem e inúmeros turistas chegam até o local somente para admirar de perto a beleza do rapaz, mas ninguém espera que o caixão seja quebrado e a maldição seja rompida de um dia para o outro. Mas acontece. E Hazel tem uma ideia de quem foi o responsável por isso.

Holly Black fez um trabalho incrível em O Canto Mais Escuro da Floresta. Além de retratar com perfeição detalhes sórdidos do mundo das fadas, ela transforma o folclore e as lendas urbanas em realidade. Apesar dos vinte e poucos anos, confesso que ainda acredito que estejamos vivendo em um mundo repleto de seres místicos, apenas não temos a fé necessária para enxergá-los por aí. Em Fairfold não é assim. Lá, as pessoas conhecem a própria cultura e sabem com quem dividem o espaço. Elas acreditam em fadas, globins, bruxas e inúmeros outros seres que acabam por se tornar reais. E não há como dizer o contrário, porque toda a narração da história é muito pessoal, muito íntima.

Uma das partes que mais gostei foi quando Jack, melhor amigo de Ben, que nasceu no povo e foi viver com os humanos, leva Hazel para uma festa na floresta com os seres místicos. Eu me encantei logo de cara por tudo, por toda cultura da qual fui apresentada e pela forma como eles se entregaram por inteiros à magia. É surreal ler algo sobre o assunto, pois, por vezes, já me peguei imaginando como poderia ser um mundo assim, e finalmente tive a chance de concretizar meus pensamentos obscuros.

site: http://www.caligrafando-te.com
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Madu 26/12/2017

Surpreendente!
Depois de tanta indecisão resolvi pega o livro para ler e me arrependi de não ter pego antes

Este livro conta a história sobre dois irmãos que vivem em Fairfold, uma cidade onde os habitantes convivem com seres mágicos (não no mesmo lugar da cidade) como fadas, pucas e etc.
Em um lugar na floresta, deitado em um caixão, dormindo durante décadas, está o garoto de chifres. Hazel e Ben sempre brincavam e contavam histórias sobre o garoto, que um dia ele iria acordar e Hazel seria seu cavaleiro pronta para enfrentar vários dos perigos que se encontrava na floresta.
Eles cresceram e deixaram as histórias para trás, com a certeza de que o menino de chifres nunca acordaria. Só que um dia ele acorda! E com a missão de recuperar sua espada e deter o monstro do coração da floresta.

No momento em que eu comecei a ler, não consegui mais parar. Holly Black conseguiu criar uma história cativante, cheia de mistério e magia do começo ao fim, quebrando todo esse conceito que as fadas são boazinhas.

Antes de começar o livro, achei que fosse mais um conto de fadas chato e clichê, porém eu estava totalmente enganada.
Essa história se passa nos tempos atuais, o que foi uma das coisas que eu amei nesse livro, além da nossa protagonista Hazel, uma garota que corre em direção ao perigo em vez de fugir como a maioria das pessoas, ela é forte e destemida, querendo sempre proteger a todos. Muitas de suas aventuras são com o seu irmão Ben, um garoto que sempre está pronto para ajudar, que tem um Dom muito especial, que quer ser amado e procura alguém que realmente o ame mais que tudo.

Agora falando do Jack, acho que de todos, ele é de longe o meu personagem preferido. Ele pertence ao mundo das fadas, mas vive com os humanos, ele é o changeling, o garoto que (quase) todos tem medo, o que olham estranho.
Jack é um daqueles personagens que merece uma história inteirinha só dele. Começamos a conhecê-lo realmente ao passo que tudo vai se desenrolando.

Recomendo muito esse livro, ele não deixou a desejar e enquanto se está lendo, ele surpreendente bastante o leitor com algumas reviravoltas.
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ELB 18/11/2017

Sensacional!
Eu não posso negar que o que mais me chamou a atenção nesse livro, pelo menos inicialmente, foi a capa, mas assim que comecei a leitura, percebi que a história realmente tinha tudo para ser encantadora e eu não me decepcionei nesse quesito.

O Canto Mais Escuro da Floresta tem duas coisas que adoro em livros, que é, aventuras e fantasias. Aqui somos apresentados aos irmãos Ben e Hazel Evans, eles sempre tiveram uma certa fantasia em relação ao menino de chifres, que vivia em um caixão no meio da floresta, desde pequenos inventando histórias sobre seu “príncipe” e continuou assim até que eles chegaram a adolescência e caíram um pouco na real.

O sendo de justiça de uma criança às vezes pode ser cruel e absoluto.

Entretanto, ninguém consegue explicar os enigmas que habitam naquela floresta, as fadas e seres monstruosos que ceifam vidas e que atraem diversos turistas para o local.

Apesar da expectativa, acho que ninguém esperava o fato de que o menino, um dia, acordaria e Bem e Hazel seriam levados para um mundo em que nem imaginavam ser possível, e que considerando o seu passado, o que já passaram, não era nem um pouco estranho, em contrapartida ao que estava por vir.

Eu adorei a interação entre os irmãos, apesar de ter muitos segredos guardados entre eles, ambos se mostraram dispostos a apoiar um ao outro nos momentos difíceis.

Tinha que lutar com eles, com todos eles, até chegar ao mostro no coração da floresta e terminar com aquela maldade de uma vez por todas, para que todos em Fairfold ficassem em segurança para sempre.

A autora quebrou totalmente aquele estereótipo de que fadas são boazinhas, volta e meia algo acontecia e alguém acabava morto, a população local vivia no limite entre medo e fascino.

Ser levada para esse mundo criado pela Holly Black foi incrível, eu não esperava gostar tanto da história, esse é aquele tipo de livro que você lê em uma sentada, literalmente.

A participação dos personagens secundários também foi ótima, em especial o Jack, que é melhor amigo do Ben e o garoto por quem Hazel tem uma quedinha, ele não é humano e isso tornou tudo ainda mais interessante, eu não dava muito por ele não, mas acabei surpresa com a personalidade que ele mostrou ter.

A narração é feita em terceira pessoa, o que para mim foi maravilhoso, já que tive uma visão mais ampla do que acontecia sem perder alguns acontecimentos importantes.

No decorrer da narrativa, há alguns flashbacks de Hazel e Ben durante a infância e de fatos que aconteceram a alguns anos atrás, complementando os acontecimentos vividos pelos personagens no momento atual.

O Canto Mais Escuro da Floresta foi uma leitura sensacional, com um final de tirar o fôlego e que deixou um grande gostinho de quero mais.


site: http://www.everylittlebook.com.br/2017/06/resenha-o-canto-mais-escuro-da-floresta.html
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Mari Imaginária 15/11/2017

Costumo dizer que tem vezes que não somos nós que escolhemos um livro, tem livro que escolhe a gente. Esse foi o caso desta vez. Bati o olho no título, na capa, li uma resenha, e nem pensei duas vezes em querer ler. Depois pensei ter me precipitado e quase me arrependi de ter gasto meus créditos do skoob nele... rs Mas olha... me surpreendeu!

O livro conta a história da jovem Hazel e seu irmão Ben, nos dias atuais, que moram numa cidade habitada também por seres mágicos viventes na floresta. Não vou contar a história pois a sinopse já diz bastante, e não gosto de spoiler. Minhas "resenhas"são mais um impressão pessoal mesmo.

No início tive a impressão errada de que o livro não iria me prender, mas bastaram algumas páginas pra eu ficar completamente grudada no livro. Li bem rapidinho, em 3 dias, pois a escrita é simples e fluida. Os personagens secundários são muito bons. E a trama tem várias nuances, se desenrola no tempo certo, e nos presenteia com surpresas muito bem amarradas!

Só achei q a história se estendeu umas poucas páginas a mais, o que nem precisava. Mas isso não mudou minha opinião: amei! Pra quem curte YA de fantasia, é um prato cheio e saboroso!
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LOHS 21/10/2017

Capa linda e uma história muito boa
Olá leitores e leitoras! Após passar por distopias e um livro histórico, retornei a minha zona de conforto literária e peguei uma fantasia que promete nos transportar para um mundo cheio de fadas e magia. Escrito por Holly Black, já consagrada no gênero juvenil e fantástico com As Crônicas de Spiderwick e outros, O Canto Mais Escuro da Floresta nos levará até a cidade de Fairfold e seus mistérios.

Esta cidade é muito peculiar por seus habitantes coexistirem com o povo das fadas, os faes. Com isso, lendas e histórias surgiram e essas histórias intrigam os humanos de muitas maneiras, os encantam. Também existe em Fairfold um ser féerico que habita a floresta e repousa nela em um caixão de vidro, o que atrai olhares curiosos mais do que qualquer coisa. Todos acreditam que esse ser, um garoto, nunca acordará de seu sono eterno. E com isso, muitas crianças e adultos já se acostumaram com sua presença ali. Inclusive nossos protagonistas, Hazel e Ben.

Os irmãos são fascinados pelas fadas desde crianças. O fato delas viverem no mesmo mundo em que nós, humanos, desperta muito preconceito e questões na humanidade, mas não para Hazel e o irmão. Eles se divertem criando histórias onde interagem com as fadas e se tornam heróis, ao lado do jovem que repousa na floresta. Uma pretensão infantil. Seu melhores amigos, Jack e Carter, também participam de suas aventuras e eles possuem uma história própria para incrementá-lo: Jack veio do mundo das fadas. Ele e Carter se tornaram irmãos numa tentativa mal sucedida da troca das crianças, e Carter foi recuperado por sua família. A troca de bebês é uma prática comum do povo das fadas. Felizmente Jack não foi devolvido após a terrível descoberta e pôde crescer com pais humanos e um irmão.

Quando os jovens se tornam adolescentes, as histórias sobre fadas dão espaço a festas e fofocas, e suas vidas parecem monótona, dentro das possibilidades, e com questões normais, como afazeres, escola, amizades e o primeiro amor, até que um dia tudo muda. O garoto do caixão de vidro desaparece. O caixão quebrado é tudo o que resta. E um grande mistério: o que aconteceu ao garoto da floresta? Quem o libertou? O que o povo das fadas irá fazer em relação a isso? E como Ben, Hazel, Jack e Carter irão lidar com o desaparecimento misterioso do féerico? Existem muitas perguntas, e os irmãos acabam envolvidos nessa trama de segredos e magia, afinal tudo está conectado. Eles terão a aventura que sempre desejaram afinal.

Holly Black nos transporta a um mundo interessante, e com uma narrativa simples, mas cheia de surpresas e reviravoltas. Os personagens, principalmente a jovem Hazel, são bem interessantes. Até o possível romance que surge entre amigos é natural e ocorre de forma que se encaixa bem na história. A trama é bem desenvolvida e só peca por ser bem juvenil (para mim, puxando ainda mais para o infantil) e conter alguns clichês. Mas isso é normal na literatura do gênero. Nada que sacrifique tanto a leitura. Gostei do livro, achei uma boa pedida, inclusive por ser um volume único e possuir um final muito satisfatório. É um livro que pode ser lido casualmente, sem esperar continuação ou ficar na expectativa. E são raras as fantasias ou mesmo juvenis com volume único.

Vale a leitura, e também recomendo a autora, que faz bastante sucesso mundo a fora e que pra mim, é uma boa escritora, com uma mente pra lá de criativa e com muito potencial para diversas obras. Recomendo para quem adora um mundo mágico, segredos e reviravoltas.

Por fim, a edição possui uma linda capa, achei bem diferente e com esse clima de magia e flores. Combinou perfeitamente e gostei muito. Já a revisão poderia ser um pouco melhor, mas não chega a atrapalhar muito a leitura. Espero que tenham curtido a resenha e até a próxima!

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/10/o-canto-mais-escuro-da-floresta.html
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Fernando Lafaiete 11/10/2017

O Canto Mais Escuro da Floresta: Um livro que passa longe de ser até mediano.

Ler O Canto Mais Escuro da Floresta foi uma experiência decepcionante e irritante. Apesar de ser uma autora conceituada, Holly Black não me convenceu com sua escrita, com seus personagens e muito menos com o desenvolvimento aqui apresentado. Este livro possui problemas graves de narrativa que empobrecem o texto e subestima o leitor.

Nesta história Black constrói um mundo bem interessante. Conhecemos dois irmãos, Ben e Hazel. Ben é gay e sonha um dia em se apaixonar de verdade, de maneira arrebatadora. Hazel é uma garota que vive ficando com vários caras nas festas da escola, com o único objetivo de reafirmar sua existência. Ambos vivem em Fairfold, uma cidade cercada por uma floresta onde vivem criaturas mágicas. A magia é de conhecimento de todos da região e é nesta floresta que está situado um caixão de vidro, onde há anos hiberna um Príncipe fada. Este caixão nunca foi danificado e mesmo diante de várias tentativas, o tal ser adormecido nunca foi despertado. Estes aspectos mágicos, juntamente com este monumento enigmático, faz com que a cidade se torne uma das mais misteriosas e turística do mundo. O plot é bacana, mas o desenvolvimento é terrível!

O início do livro é bem imersivo e a contextualização da historia é bem inserida. Porém, a autora se perde em sua própria narrativa e fica evidente que ela não sabia o que queria escrever: Um livro infantil ou um livro juvenil. Holly Black cria uma situação no começo do livro que ocorre quando a protagonista tem 11 anos. Com o virar das páginas sabemos que já se passaram 5 anos desde que aquilo ocorreu. Vamos lá... Matemática básica: 11 + 5 = 16. Ou seja, esta é a idade da personagem central e eu deduzi que o irmão tinha entre 14 e 15.

Entretanto, as situações apresentadas oscilam de maneira palpável onde as atitudes dos personagens muitas vezes não combina com a idade dos mesmos. Em vários momentos eu parava para pensar: Eles são adolescentes ou são crianças? Eles tem 15/16 anos ou 10/12 anos? - Os diálogos são mal construídos e bem infantilizados. Esta indecisão criativa por parte da autora me incomodou demais e fez com que o encanto do começo do livro se perdesse com o virar das páginas.

As descrições do livro são pobres. A autora descreve tão mal que a floresta que deveria passar um ar mágico e envolvente, muitas vezes parece ser uma floresta qualquer. Não existe uma apresentação decente dos seres que ali vivem e tudo é colocado para o leitor de maneira tão supercial que o processo de leitura se torna (ou pelo menos se tornou pra mim) algo insosso. Os personagens coadjuvantes também não convencem e os supostos vilões do livro são mal criados, caricatos e não trazem relevância alguma para a história.

O desenvolvimento e apresentação dos mistérios e consequentemente a solução para eles, é bobo, infantil e sem graça. Se A autora da aclamada série Spiderwick tivesse escolhido escrever algo completamente infantil, o universo e tudo que o envolve de O Canto Mais Escuro da Floresta teria sido mais funcional. Mas esta oscilação prejudica a história de maneira a torná-la algo descartável, cansativo, além de deixar a sensação de tempo perdido.

Ouvi/li muita gente afirmar que neste livro a autora apresentaria um triângulo amoroso que envolveria os irmãos e o famigerado Príncipe adormecido. Eu não tenho muita paciência para triângulos amorosos, mas como nunca li nada que apresentasse (até onde lembro) um personagem bissexual que tivesse peso narrativo, fiquei bastante curioso para saber como este relacionamento seria desenvolvido. Ele ocorre? - Não! Então eu pergunto: Onde estas pessoas que dizem isso tiraram que existe este elemento aqui? Elas realmente leram a porcaria do livro? Eu me irrito demais com resenhas mentirosas. As resenhas deveriam ser todas informativas e honestas. Pois na minha humilde opinião, elas deveriam servir para ajudar outros leitores a se decidirem se lerão ou não determinado livro. Enfim... Eu não indico este livro devido a experiência ruim que ele me proporcionou. Mas se você é um leitor mais de boa e menos implicante, leia e tire suas próprias conclusões.

De qualquer maneira, ainda tenho interesse em outras obras da autora em questão. O próximo livro que ler dela definirá se ela entrará no grupo de autores que continuarei lendo, ou se ela será mais uma que riscarei definitivamente das minha lista de escritores. Boa sorte pra quem tem este livro como pretensão de leitura!
Miro 11/10/2017minha estante
Adoro tuas resenhas.


Isa 11/10/2017minha estante
Excelente resenha.
Então, esse livro está na minha lista de leitura a algum tempo, no entanto tenho observado que as resenhas sobre o mesmo tem sido bem negativas; claro que é sempre preferível ler a obra e tirar as próprias conclusões, até porque já li livros com apontamentos bem negativos de muita gente e eu acabei discordando e adorando.
O único livro de Holly Black que li foi A Menina Mais Fria de Coldtown e amei. Já estava nutrindo expectativas quanto a O Canto Mais Escuro da Floresta mas pelo visto... lerei um dia, mas foi para o fim da lista de prioridades.


Fernando Lafaiete 11/10/2017minha estante
Que bom que gosta Miro e que bom que também gostou Isa. Eu sou um leitor MUITO chato e exigente e achei a escrita da Black ruim e bem indecisa. Uma completa decepção! Espero que esta minha impressão fique somente nesse livro. Quero ler ainda a série Spiderwick e Boneca de Ossos. Esse livro que você citou Isa, também tenho interesse. :)


Esdras 11/10/2017minha estante
Aquelas resenhas que eu adoro.kkkkkk.
Olha, só de citar personagens infantilizados eu já desanimo. Tive esse problema na minha última leitura. Mas, enfim.
A premissa parece mesmo muito interessante mas a sua resenha já me fez decidir que não vou ler. rs.


Esdras 11/10/2017minha estante
Ah! Li Boneca de ossos. Até que achei bem legal. Os personagens são crianças, realmente! haha.


Fernando Lafaiete 11/10/2017minha estante
Kkkkk... Espero amar Boneca de Ossos. E que bom que neste livro a autora se decide por crianças de fato. Autores indecisos costumam me incomodar bastante.


Isa Gama 23/01/2018minha estante
Gente vocês tem que ler a Trilogia Mestres da Maldição, foi a melhor coisa que ela escreveu, sério. Agora fiquei na dúvida se leio esse livro ou se deixo quieto (afinal ficar perdendo tempo com livro ruim não vale a pena)




Na Nossa Estante 24/09/2017

O canto mais escuro da floresta
O canto mais escuro da floresta foi meu primeiro contato com a escrita da Holly Black, a mesma autora de As Crônicas de Spiderwick – que, inclusive, tem o filme que vive passando em Sessão da Tarde e afins – e com as poucas informações sobre a história presentes na sinopse comecei a ler.

O livro conta a história dos irmãos Hazel e Ben, que nasceram e cresceram na pequena Fairfold, uma cidadezinha aparentemente perto da Filadélfia que sobrevive de turismo graças a um garoto com cifres que dorme em um caixão de vidro no meio da floresta – isso me deixou intrigada, mas o conceito de todo o livro é meio estranho, então eu prossegui lendo.

Fairfold não é nem de longe uma cidade normal. Para os turistas que vem de longe buscar informações e ver com os próprios olhos o garoto no caixão de vidro, tudo não passa de marketing da cidade. No entanto, os moradores do lugar sabem que as fadas e o povo feérico são reais e podem te ferir ou te enganar caso você não tenha cuidado. Não só eles, mas as pucas, espíritos da floresta, monstros, trolls. Ainda assim, a vida de todos segue um caminho normal até o garoto que dormia há anos naquele caixão acordar sem mais ou menos.

A escrita da Holly, mesmo sendo em terceira pessoa, fluiu maravilhosamente bem e li o livro muito rápido, imersa no mundo que a autora teceu em cada capítulo. A linha que ela delimitou entre fantasia e realidade dentro da história é finíssima, quase invisível. Hazel e Ben cresceram dentro desse mundo onde a magia existe e é perigosa – o próprio Ben foi abençoado por uma mulher férrica quando ainda era um bebê e cresceu com o dom da música, mas que caso ele não saiba usar pode se tornar algo ruim.

Eu costumo amar livros de fantasia que tem um fôlego só, no qual a história se desenrola e segue num bom ritmo entre ação, romance e mistério e O canto mais escuro da floresta me deu tudo isso, com o bônus de uma escrita fantástica, bem pensada e um enredo crível e bem construído. Os plot twists da Holly Black não me fizeram ter um ataque, mas me fizeram arregalar os olhos diversas vezes durante a leitura.

Além de tudo isso, a personagem principal é uma garota independente, forte e dotada de força para salvar a si mesma e os outros, o que eu achei incrível. Nada de sentar e esperar o garoto estranho do caixão de vidro salvar a cidade. Ela mesma levanta, pega sua espada e vai.

Não pude deixar de notar que a Holly é o tipo de autora que não costuma focar nos personagens secundários, mas ainda assim eles são presentes, importantes e bem construídos e sólidos dentro da história, como o Jack, par romântico da Hazel.

Terminei o livro satisfeita com tudo – principalmente com o final – e não posso deixar de pensar nos outros livros da autora que não tive a oportunidade de ler, mas que agora entraram na minha lista de prioridades.

site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/09/o-canto-mais-escuro-da-floresta-resenha.html
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Universo de utopia 02/09/2017

Universo de utopia
Universo de Utopia
31/07/17
O Canto mais Escuro da Floresta - Holly Black


A Galera Record simplesmente caprichou nesse livro deixando fofo e muito lindo, não só pela sua capa encantadora, mas também por sua contracapa que é ainda maravilhosa. Confesso que esse exemplar era desconhecido por mim, e quando o recebi através da caixa do Turista Literário logo o admirei, o trabalho da editora foi impecável e amo muito a escrita da Holly Black, principalmente ?As Crônicas de Spiderwick?, então iniciei com muita expectativa.

A narrativa se passa na cidadezinha de Fairfold, onde as vidas dos humanos e das fadas sempre se cruzam e tudo se concentra no garoto de chifres que descansa num caixão por décadas, na floresta. Todo turismo gira em torno da magia e os mistérios que reserva esse cenário, e muitas vezes alguns deles até desaparecem.

Somos apresentados aos irmãos Hazel e Ben, que durante toda infância viviam a caçar monstros na Floresta e conheciam todos os perigos a que estavam expostos e a principalmente não aceitar, nem fazer acordo com as fadas. Numa espécie de recontagem do conto João e Maria, eles tem seu jeito peculiar de caçar as criaturas. Ben com sua maldição ou dom da música que reflete seuss sentimentos, e Hazel, uma espécie de cavaleiro, que se sente inútil por ser tão normal, ao tempo que é muito boa com espadas.

Os mistérios não param e os maus presságios toma conta de Fairfold, aterrorizando a todos seus habitantes e principalmente nossos protagonistas quando o príncipe simplesmente desapareceu, e tudo que lhe foi confiado podem ser usado contra os irmãos, ou, não.

A vida normal e as preocupações de adolescentes ficam de lado quando um terrível monstro põe em risco o destino de todos. Quais segredos são possíveis guardar? Alguma lenda antiga pode ajudá-los a resolver os mistérios ocultos? Em quem confiar?

A escrita da autora é leve, fluída e simples, na qual fantasia, muito folclore e temas profundos da atualidade se fundem nesta história. Seus personagens são repletos de significados, exalam amor, amizade, companheirismo e principalmente a culpa dos seus atos, mas o livro não me prendeu a ponto de ficar fascinada por ele. O trabalho é bom, mas eu não recomendaria!

Veja o Booktrailer e os outros itens que vieram junto com o livro.
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Fernanda.Granzotto 26/08/2017

Este é um daqueles livros que são difíceis de dizer se eu gosto ou não.
3,5 estrelas
Eu decidi fazer uma lista das coisas que eu gostei:
- A escrita do autora
-Jack
-Jack é a Hazel como um casal
-Hazel (na maioria das vezes)
- a atmosfera do livro (enquanto eu lia, me senti completamente envolvida e dentro da história)
- o fato de que ninguém é totalmente perfeito, todos os personagens têm falhas
- a maneira como a história foi sendo revelada à medida que você a lê

Coisas que eu não gostei sobre este livro:
-Ben (na maioria das vezes)

No final, acabei gostando deste livro muito mais do que eu pensei que iria
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18/08/2017

Encantador, Mágico, Surpreendente...
Já começo essa resenha dizendo que adorei o livro, e, se não fosse pelo inicio, teria dado as 5 estrelas devidas.
O livro demora para começar, demorei cerca de 100 páginas para embarcar na leitura mas antes disso foi uma verdadeira tortura para mim. O livro além de ser lento demais no início a gente começa a ler a história sem entender nada, pelo menos comigo foi assim pois não leio atrás antes de começar uma leitura.
Em compensação, depois que ele começa a desenrolar não dá mais para parar de ler. Eu não conseguia soltar o livro sempre que estava em casa ansiosa para saber o que aconteceria em seguida. Achei a construção dos personagens muito boa, dava para visualizar todas as características físicas.
Na minha opinião é um livro que foge totalmente dos cliclês, não tem nada nesse livro que eu esperava que acontecesse. A escrita da autora é ótima, me surpreendi pois foi o primeiro livro dela que li e pretendo ler outros dela.
Hazel é uma menina forte, corajosa e especial. Ben é um menino frágil, gentil e amoroso. A combinação perfeita!
O livro traz a importância da relação entre irmãos, dos segredos que as vezes escondemos das pessoas que amamos e as consequências disso. Recomendo esse livro para todos que, assim como eu, adoram um livro de fantasia!
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