Bem-vindo à Vida Real

Bem-vindo à Vida Real Christian McKay Heidicker




Resenhas - Bem-vindo à vida real


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Eduardo Vieira 04/12/2020

Superficial
O livro parece sair de nenhum lugar para lugar nenhum. Apresenta um protagonista fraco e egoísta incapaz de sentir empatia, exceto por uma personagem (Gravidade) pela qual ele semeia uma obsessão digna de terapia psicológica. Tive grandes expectativas de ler uma abordagem mais aprofundada acerca do tempo excessivo que grande parte dos jovens passa em jogos virtuais, mas só o que vi foram discursos superficiais, jogados à areia do deserto onde a Video Horizontes e seus patéticos personagens se erguem.
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smbdothxre 15/04/2021

Faltou desenvolvimento...
É um livro fácil ele ate entrega um bom enredo. Só que eu não consegui gostar tanto. Não funcionou comigo, não consegui gostar dos personagens nem me apegar a eles.

Vezes que eu fiquei extremamente bravo com o protagonista. Ele agia de uma forma chata e tosca com os personagens secundários e isso me incomodou bastante. Ele vivia uma ficção na cabeça dele e isso era pra lá de insuportável. Muito pontos a desejar. O final do livro é corrido.
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Diank 29/09/2020minha estante
obrigada amiga por avaliar de forma tão negativa esta obra! passarei longe! abraços do titio diank! fique bem, em casa!


Poly 29/09/2020minha estante
socorro, amigo!
O livro é bom e rápido de ler. Como disse só o final não me agradou, foi tudo muito corrido e me deixou confusa, mas tirando isso o livro é divertido de ler! Te indico para passar o tempo! abraços




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Juh 23/09/2021minha estante
Ja percebi q se o nome da personagem é Serena, ela é uma fdp KKKKKKKKK




Lie Guimarães 08/09/2021

Um bom livro pra sair da rotina
É fora do que se espera, de um jeito bom.
O final é ao mesmo tempo frustrante e perfeito.
Achei que o autor teve uma sacada muito boa com o enredo. Ele soube bem como construir o personagem principal e torná-lo realmente humano.
Eu só gostaria que ele tivesse aprofundado um pouco mais a relação do Jaxon/Miles com a mãe.
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Nica 26/09/2019

Real e leve
O protagonista é tão real, tão palpavel que chega a ser assustador!
Pensa um livro que passei raiva, e muita, pai amado. Comecei a ler despretensiosamente, nem esperava chegar ao final, mas ele é bom o suficiente para tal. Final me deixou 80% satisfeita e alguns dias depois de concluir a leitura percebi o como foi gostoso. Me entreti, foi interessante e valeu a pena até.
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Bonnie 01/07/2021

Raso
Olha.... As referências aos jogos são bem legais, mas Jaxon é um personagem CHATO PRA PORRA, egocêntrico e que podia ter tido um desenvolvimento um pouco melhor ? e talvez até uma redenção ? mas, pra mim, ficou apenas no raso.
Além disso, achei extremamente incômoda as descrições de corpos desse livro, principalmente do próprio prota e suas "tetas masculinas". A impressão é que o autor queria usar o corpo gordo como alívio cômico, mas só me causou estranheza e vergonha de ver essa abordagem num livro tão recente.

Comprei o livro pela capa linda e empurrei goela abaixo pra ver se eu estava errada e talvez, enfim, eu gostasse do livro com o avançar da leitura... Infelizmente eu não estava.
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Gabriel 24/07/2021

Não mudou minha vida mas...
... me surpreendeu por que a expectativa aqui estava beeem baixa.
Não sei se indicaria para alguém, de qualquer forma posso dizer que na somatória final foi uma leitura agradável.
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Lucas 05/09/2017

Divertido, leve, porém um tanto comum. (http://claqueteliteraria.blogspot.com.br/)
É muito legal quando um livro se passa numa realidade bem próxima à nossa, não? Quando eu vi que a Intrínseca lançaria um livro sobre um jovem gamer, minha empolgação foi à mil. Eu já tive uma fase em que passava oras jogando videogame e na frente do computador jogando algum mmorpg e adorava essa fase, que ainda se faz presente em alguns momentos, o que me deixou muito curioso para conhecer o enredo de Bem Vindo à Vida Real. Foi uma experiência bem divertida e reflexiva.

A sinopse do livro já é em si bem explicativa, mas vamos manter o padrão. O nosso protagonista é Jaxon, de 16 anos, que passa horas trancado no quarto, com as janelas fechadas, jogando Arcadia, um jogo online que ele sabe jogar muito bem, porém, atividades físicas e tarefas de casa não fazem parte do dia a dia do garoto, o que irrita um pouco sua madrasta e seu pai.

Um dia, a madrasta de Jaxon pede que ele vá lavar o carro, e, contrariado, pois tem que sair do jogo por alguns minutos, vai, porém, no lava-jato, algo novo e totalmente inesperado acontece: Jaxon conhece uma garota, Serena, a faz rir e consegue um encontro para daqui quatro dias, porém, a garota não tem celular e nem facebook, então a única forma que ele tem para falar com ela é estar no lugar e no horário combinado. Mas algo atrapalha seus planos.

Ao voltar pra casa alguns minutos depois, o garoto acaba sabendo que está sendo levado para clínica de reabilitação para pessoas viciadas em videogame, a Vídeo Horizontes. Contra a vontade de Jaxon, ele é levado para a clínica, onde acaba conhecendo outros membros, e só poderá sair de lá depois de conseguir um milhão de pontos em atividades e campeonatos - ele fará de tudo para conseguir e se encontrar com Serena.

Recheado de referências ao mundo dos games, Bem Vindo à Vida Real é uma leitura bem divertida e fluída. Christian nos apresenta a um adolescente comum, que pode ser encontrado em qualquer lugar, praticamente, e o transporta a uma clínica em que o tratamento também é um jogo. Algo bem criativo e interessante, além da escrita de Christian ser bem despojada e divertida, fazendo com a leitura leve e rápida.

Apesar da atmosfera de videogames que o livro se passa, o autor também foca no relacionamento interpessoal das pessoas, focando no trabalho em equipe, que é mostrado através das tarefas, e também pelo modo que um personagem trata o outro e se coloca no lugar dele, procurando gerar reflexões no leitor sobre empatia e boas maneiras, em suma. Foi algo bem interessante de misturar com a parte divertida que o livro tem. Assim como também faz refletir sobre aquela frase famosa atribuída a Nicolau Maquiavel: Os fins justificam os meios. Será?

Uma das coisas que eu mais gostei do livro foi o início dos capítulos, que fazem uma referência direta aos games com títulos como "carregando", "PvP", "Guildas", "NPCs" e entre outros, fazendo com que a atmosfera gamer seja ainda mais concreta e criando um laço maior com a realidade do leitor que joga ou que já jogou algum tipo de videogame. Também há avatares de Jaxon e da Serena, assim como a pontuação que o garoto se encontra naquele momento.

Bem Vindo à Real é um livro com uma ideia bem criativa e divertido, porém, acaba sendo um livro um tanto comum, mas que ainda assim proporciona uma leitura agradável e prazerosa com direito a reflexões sobre nossas relações interpessoais. Vale a pena a leitura!

site: http://claqueteliteraria.blogspot.com.br/2017/07/resenha-bem-vindo-vida-real.html
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Gabriel 15/01/2020

Muito engraçado
O livro é muito bom e engraçado, mas devo admitir que não gostei do final, não gostei nem um pouco, mas valeu pela aventura que o personagem percorre, é tudo muito bem pensado, um livro simples e fácil, no geral, vale a pena.
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Hebert 25/02/2021

Me estressei, mas passo bem...
A história contada nesse livro foi, no geral, tranquila de se acompanhar. No meio de todos os dramas e egoísmos do personagem principal, nós temos a oportunidade de conhecer personagens secundários que são incríveis e que adoraríamos algum dia sair pra tomar um café ou ver um filme, e aqueles que não gostamos tanto assim, ainda ficamos curiosos pensando em como seria descobrir um pouco mais sobre eles. Fiquei bastante estressado e até algumas vezes deixei o livro um pouco de canto por não suportar mais o personagem principal, Jaxon. Ele está sempre pensando em si próprio e no que ele pode fazer pra poder sair da reabilitação e se encontrar com a tal Gravidade e utiliza-se de recursos mesquinhos algumas vezes pra chegar no seu objetivo. Mas enfim, não foi uma leitura desperdiçada de forma alguma, indico pra quem ficar curioso com a descrição e quiser saber se ele consegue ou não ir ao encontro, mas já adianto que Jaxon é um pé no saco.
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Inglethe 08/03/2021

Haaaaa Gravidade
“Sei como é se perder no mundo digital e assistir ao real deixar vc para trás”.

No ponto de vista de Jaxon, ele leva uma vida normal de adolescente, onde passa maior parte do seu tempo livre jogando, mas não é bem assim q o pai dele vê. Um certo dia ele vai fazer um favor para o pai, e conhece Serena de uma forma muito diferente e divertida pq ele é muito engraçado e marca pra jantar com ela, sendo q quando ele chega em casa, seu pai já decidiu que ele precisa de tratamento para o vício em jogos, ele é levado para uma clínica de reabilitação que se chama Vídeo Horizonte, onde ele terá q fazer atividades físicas, se alimentar de forma saudável, entre outras, e aprender todas essas habilidades valem pontos, quem atingi 1 milhão de pontos pode ter alta, ou seja, ele vai fazer tudo q pode para sair de lá o mais rápido possível para não perder o encontro.

“A vida real parece ter sido projetada para fazê-los se sentirem impotentes”.
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Delirium Nerd 14/07/2017

Bem Vindo à vida Real: Video game, vício e as muitas realidades (Resenha)
Videogames são nocivos? O que fazer quando se vive mais tempo no virtual que no real? E quando finalmente você começa a sair do virtual, mas simplesmente te empurram de cara no real a força? Essa é a vida de Jaxon em Bem Vindo à Vida Real, primeiro romance de Christian McKay Heidicker, que aborda o tema do vício em jogos virtuais – mas também é possível destacar muito mais do que esse problema atual e tão debatido atualmente, que é o digital versus o real. Lançado pela Intrínseca no país, o livro segue um formato bem padrão da editora, com páginas polén e papel cartonado na capa, com cobertura fosca e orelhas. A obra tem diversas referências ao nosso universo gamer e geek.

Game Start

O estilo narrativo é muitíssimo próximo ao de grandes obras voltadas para o público teen, como saga Crepúsculo ou Percy Jackson, com senso de humor tipicamente norte-americano. Sem dúvida consegue pegar adolescentes e jovens adultos sem problemas, enquanto faz refletir acerca do quanto é excessivo o uso dos eletrônicos e a própria psique humana.

Os personagens abrangem os mais diversos tipos físicos e culturais, apesar de pecar em seu protagonista ser o típico esteriótipo do nerd gordinho e “tetudo”. A obra possui personagens baixos, magros, atléticos, asiáticos e até com algum problema congênito.

Quanto a abordagem, apesar de um ótimo alarme ao excesso dos jogos, ele também frequentemente parece demonizar eles, se por recurso ou não, é uma sensação constante.

É um livro ideal para ser dado tanto ao jovem (e provável gamer viciado) quanto também uma leitura mais que obrigatória aos pais que desconfiam que seus filhos estão imersos (ou não) nos games, pois há uma critica sutil ao arranjo familiar que frequentemente negligencia aos jovens; muitos casos ali são obviamente muito melhores de serem resolvidos numa conversa franca que apenas que numa clínica de reabilitação (ou até mesmo casos para outros tratamentos como os focados em amor demais ou violência propriamente ditos).

A maioria dos que estão na v-heab ali não são jogadores compulsivos por se acharem menos capazes para viver em sociedade, como a clinica prega, mas apenas crianças e jovens que foram negligenciados pela família, como o próprio protagonista e Sopa.

Um fato muito bem construído no livro é mostrar que não há heróis, todos são vilões também, independente de seu vício ou não, mostrando as trapaças e humilhações que Jaxon é capaz de fazê-lo por sua querida Serena, mostrando as decepções e idealizações dolorosas do mesmo.

O livro termina de forma mais aberta, mostrando que você que se encontra numa situação como a do protagonista pode mudar suas atitudes nocivas e crescer, mas terá de conviver com os erros que cometeu também.

Character select

Como dito, a obra está recheada de todos os tipos de personagens. Jaxon, que usar o nickname de Miles Prowder na clínica, é como dito acima, o estereótipo do nerd gamer, e apesar de a príncipio te fazer torcer por ele, logo ele se mostra mesquinho e egoísta, além de ser o mais problemático. Mesmo com todos ali lhe dando apoio, ele simplesmente passa por cima e frequentemente engloba os demais parceiros de guilda onde ele foi colocado.

Meeki é a asiática e de temperamento mais violento, decididamente lésbica (pontuando isso logo no primeiro encontro de Jaxon com a guilda). Apesar do gênio difícil, ela tem bem mais noção de realidade que o protagonista.

Aurora é a doce menina tímida que vive um relacionamento abusivo com o namorado, Max, que é um gamer compulsivo. Como toda pessoa presa a um relacionamento abusivo, ela sempre buscou atenção do namorado que a ignorava para jogar. Sem amor próprio, Aurora entra no mundo dos jogos apenas para estar junto dele, ainda que virtualmente, fazendo seus pais acharem-na uma jogadora compulsiva, mas a realidade é que ela precisa de outra ajuda, mas aparenta estar evoluindo e desintoxicando.

Sopa é um garoto pré adolescente que perdeu o irmão mais velho e aparentemente ignorado pelos pais (como apenas temos a visão contada por ele, não é possível saber perfeitamente), onde joga um jogo de pet virtual para aplacar o vazio. Ele é um garoto tão carente que simplesmente gruda em Jaxon, agindo como um escravo as vontades do protagonista, ajudando-o a trapacear muitas vezes, mas também trapaceando para forçar o garoto a ficar.

Zxzord é o menos ativo na trama, aparentemente viciado em drogas reais, acaba indo parar na v-heab pois fingia jogar para se drogar, segundo ele. Passa mais tempo isolado e dormindo que de fato interagindo.

Fezzik é o gigante gentil e líder da guilda, é bem humorado e sensato, agindo como um bom irmão mais velho e sendo o maior alerta para o protagonista em sua obsessão pela Serena, tendo uma das falas mais certeiras sobre o caso e comparando a romantização de Jaxon e a fase “lua-de-mel” dos relacionamentos com o principio básico de muitos jogos, o de salvar a princesa na torre. Fezzik foi um gamer compulsivo e uma lenda viva do jogo predileto de Jaxon.

O mapa

A clínica Vídeo Horizontes, onde se passa a trama, é uma “v-heab”(clínica de reabilitação de videogames) que usa o tratamento de forma semelhante a um game. O dono da clínica, a propósito, nunca jogou nada (o que sinceramente soa extremamente duvidoso). Dividida em 4 níveis, onde o “jogador” precisa atingir um milhão de pontos para sair da clínica.

Cada atividade, alimentação saudável e outras atividades que promovam socialização e habilidades rendem pontos de experiência. O “jogador” mais rápido saiu em 2 semanas, mas por ser um ex atleta, a pessoa fazia muitas atividades físicas (que mais rendem pontos), o que torna a “quest” de Jaxon quase impossível.

Game over

Apesar de ser um livro bem “comum” em termos gerais, ele vale como um extra nos status de sabedoria pessoal e como um alerta sutil. Obviamente é uma obra sem selo de teste de Bechdel (com protagonismo masculino e sem grande desenvolvimento de personagens femininas), mas vale para uma leitura para aquela tarde chuvosa e preguiçosa.

site: http://deliriumnerd.com/2017/07/07/bem-vindo-a-vida-real/
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Luciano 25/02/2021

Divertido, urgente e necessário!
Comecei o livro com preconceitos e muita vergonha alheia. Jaxon, o adolescente gamer protagonista, é um desafio. Egocêntrico, ressentido e infantil ele é real. Ele se parece com muitos gamers, como muitos adolescentes que vão crescer sem empatia pois se afundaram nas experiências que tem controle dentro dos games.

Eu acho esse livro urgente por que ele elabora uma discussão muito interessante sobre a comunidade gamer, seus problemas e conflitos. Existem sim pessoas viciadas em jogos, mas a construção desse vício não é algo que acontece do nada, são fatores como depressão, famílias totalmente problemáticas, insegurança e outros que criam meninas ou meninos como o Jaxon que idealizam o amor sem compreender enquanto falam coisas horríveis com os amigos durante uma partida. O mundo está criando exércitos de pessoas sem empatia para encher o bolso de grana de estúdio de jogos. O livro, com humor e astúcia consegue tratar de praticamente todos os problemas na comunidade gamer.

O protagonista passa longe de ser virtuoso e essa é com certeza a melhor parte desse livro, por que é aí que dói. É nessa representação que o autor está tentando alcançar quem você não deve ser, ou talvez quem você é e não tinha percebido ainda.

Esse livro é muito necessário, fala com linguagem simples para o público que tem que ler: os gamers e ainda assim é acessível pra um público geral. Eu acho que ele é um baita tapa na cara de uma comunidade que omite os próprios problemas ao invés de enfrenta-los. Fala com humor sobre temas extremamente sérios, o livro é divertido pra caramba e o final eu achei extremamente adequado. Só um acontecimento achei fora da realidade, mas é a história testando tanto o Jaxon quanto o leitor.

Para mim foi um verdadeiro tapa na cara. Comecei com preconceito e terminei desafiado e provocado pela história. Ótimo entretenimento mas uma reflexão absolutamente necessária pra hoje. Pode salvar a vida de muita gente por aí.
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