Belas Maldições

Belas Maldições Neil Gaiman
Terry Pratchett




Resenhas - Belas Maldições


40 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Aninha.Reis 24/09/2019

Belas Maldições
Avaliação: 3/5

Esse livro faz parte de um projeto (livro viajante) que participo e apesar de ter me confundido um pouco algumas vezes e me feito voltar algumas páginas pra reler e entender,pois o humor inteligente com referências que não conhecia me bugava muito, gostei muito do contexto geral. Nos trás uma proposta bacana e engraçada do fim do mundo (mais conhecido como Armagedon), onde o Anticristo está em meio aos humanos, fazendo com que os dois lados (bem e mal) fiquem preparados e em alerta para o grandioso evento. Mas os escolhidos para defender o seu lado um Anjo(o bem) e a Serpente (o mal) já estão vivendo na terra por tanto tempo e convivendo um com o outro e com os humanos que não estão tão certos de querem acabar com o mundo.
Com o dever de ficarem atentos a cada passo que o Anticristo desse eles passam 11 anos seguindo o crescimento e só depois de anos que eles percebem que estão seguindo o alvo errado, então estão perdidos por não saberem que é o Anticristo real.
Em meio ao anjo e o demônio, as bruxas e os caçadores de bruxas e dos quatros cavaleiros do Apocalipse, o Anticristo e seus amigos fazem dessa estória uma forma de nos ensinar muitas lições que geram altas reflexões e debates.
comentários(0)comente



Simeia Silva 02/09/2019

Esperava mais
Jardim do Éden, anjos e demônios, o anticristo passeando pela Terra, os 4 cavaleiros, ops, motoqueiros do Apocalipse, e um fim do mundo, o Armagedom que o Céu e o Inferno ansiava, mas que o próprio Anticristo Adam e o comissário Crowley enviado pelo seu pai não. É claro que não posso esquecer do anjo de luz Aziraphale, muito do estressado, que amava a sua vida de colecionador de livros raros , boa música e a boa comida dos humanos, e não queria perder isso por nada nesse mundo.


Esse livro nada mais é do que uma releitura de algumas passagens da Bíblia, com ênfase no livro de Apocalipse e no fim do mundo. E claro que os autores contaram tudo isso com um misto de crítica aos humanos e suas manias e modo de viver e várias tantas outras coisas que vamos pescando durante a leitura, pude sentir até um certo tom ácido sobre religião e a idolatria de muitos em dizer e bater o pé sobre o que é certo ou errado. Ou seja, esse livro está cheio de críticas à nós humanos sobre nossos atos em todas as entrelinhas possíveis.



O Anticristo chega na Terra no corpo de um garotinho, que é introduzido a uma família durante um nascimento em um orfanato, onde residia as enviadas de Satã, todas elas discipuladas por Crowley, que diga-se de passagem, eu entendi que era a cobra que tentou Adão e Eva no Paraíso(muito bizarro, mas amei isso) . Adam que foi o nome dado ao garoto Anticristo, chegou no seu aniversário de 11 anos e seria nessa data que ele ganharia o seu Cão do inferno e daria começo ao Armagedom e acabaria com o mundo. Mas isso aconteceria se as freiras não tivessem errado na hora da troca dos bebês, o que levou Crowley e seu "amigo" Aziraphale a procurar pelo menino depois de perceber a burrada das freiras. E essa procura causou um dano enorme ao fim do mundo e a guerra dos Céu contra o Inferno, porque o garoto não teve a influência do mal a tempo e cresceu como um menino bom, que amava o mundo que vivia, que queria salvar as baleias e os bichos e que não concordava de forma alguma com o fim do mundo, e jamais faria parte disso.


O que será que esse pensamento de Adam faria com os planos de todos? O bem venceria o mal? O Armagedom aconteceria? Onde essa confusão toda iria chegar?

Fiquei completamente apaixonada por Crowley { não me julguem, tenho essa mania de gostar do lado mal da história, isso aconteceu em Sombras de um Anjo com o Lucian } . Aziraphale também me arrancou alguns suspiros. Resumindo, os dois salvaram toda a história pra mim, o humor ácido de Crowley ficou sensacional.



Conclusão final


Os autores acrescentam muitos personagens e suas histórias ao longo do livro e isso acaba tirando o foco principal da história que nos é apresentada na premissa principal do livro, o que deixou a minha leitura pouco fluida e muito cansativa, o que é uma pena, porque a premissa principal é foda! Não consegui gostar da forma com que um dos autores tentou inserir humor ao livro, mas gostei da forma crítica com que trataram algumas questões durante a história, como a intolerância e a idolatria religiosa por exemplo, e a natureza difícil do ser humano. O final foi impactante pra mim, não de forma positiva, eu esperava mais, muito mais! Quando começou a bagunça toda eu falei: - Prontooo, agora o bicho vai pegar! - mas ledo engano meu caro amigo, quebrei a cara e tudo acabou feito um passe de mágica. Preciso frisar que até a página 68 eu me apaixonei pela história, depois eu chorei até pela perda, sério gente😅


O livro é dividido por dias, de quarta - feira em diante, o que me lembrou a criação do mundo em 7 dias, mas no caso do livro, seria a destruição.






site: https://simeiasillva.blogspot.com
comentários(0)comente



Kévia @eulivroseletras 02/07/2019

É um bom livro, mas esperava um pouco mais
Em suma um anjo e um demônio traçam um plano pra tentar evitar o Armagedom já que se sentem bem na Terra e durante os próximos 11 anos tentam dar boas e más influências a criança que acreditavam ser o filho do diabo. Porém no aniversário de 11 anos descobrem que há algo de estranho e aquela criança é a errada. Assim começa a corrida do demônio Crowley e do anjo Aziraphale, pois precisam encontrar a criança certa antes que o fim dos tempos seja decretado.
Acompanhamos também a história da ocultista Anathema, descendente da bruxa Agnes Nutter cuja cada uma das profecias foram certeiras, e do aprendiz de "caça-bruxas" Newt. E d'Os Eles, um grupo de 4 crianças cujo líder é o próprio anticristo.
A história só foi engatar quando cheguei ao capítulo "Sábado", cerca de 60% do livro, justamente no capítulo do dia derradeiro para o fim dos tempos. Inclusive é um livro de poucos capítulos e bem compridos, são cerca de 6.
Há uma profusão de personagens que aparecem de repente e que, às vezes, me custou a entender a ligação deles com os acontecimentos recentes. Inclusive a maioria dos personagens são rasos, entraram no contexto pra explicar algo e logo perderam a importância.
Foi realmente difícil de me apegar a maioria dos personagens, só com Crowley e Aziraphale foi diferente porque não tem como não ama-los s2 Mas as crianças, por exemplo, que sempre me apego foram um tanto tediosas. O anticristo aos 11 anos parecia um adolescente de 16 ou mais.
O que realmente salvou a leitura foi o anjo e o demônio que infelizmente tem suas atenções divididas em meio a tantos personagens. Em resumo é uma boa historia, engraçada até, mas eu esperava mais, inclusive um pouco mais da amizade entre o anjo e o demônio e algumas explicações sobre o Adam e o pai.

Vou fazer um livro x série lá no Instagram @eulivroseletras assim que terminar de assistir, segue lá S2.
comentários(0)comente



@danielbped 21/06/2019

O fim do mundo está próximo.

De acordo com as justas e precisas profecias de Agnes Nutter, a bruxa, o mundo vai acabar em um sábado. No sábado que vem, na verdade. Um pouco antes da hora do jantar.

Aziraphale, um anjo; e Crowley, um anjo que não chegou exatamente a cair, meio que só perambulou vagamente para baixo; vivem na terra desde o início dos tempos.

Mas eles se apegaram muito ao estilo de vida deles, e não estão muito animados para o Armagedom.

Adam, o anticristo, foi perdido de vista pelos demônios que deveriam vigia-lo, e induzi-lo para o caminho do mal.

E é assim que se dá início ao fim dos tempos mais irônico da história, bem no estilo Douglas Adams.

Um demônio ousado, um anjo ansioso, um anticristo e três crianças, um cachorro satânico, e até os quatro motoqueiros do apocalipse.
comentários(0)comente



Josy de Paulo 05/06/2019

É divertido.
comentários(0)comente



Guynaciria 05/06/2019

Pessoal, vocês estão sabendo que o livro Belas Maldições ganhou uma adaptação? Good Omens é uma série em 6 episódios que está fazendo um grande sucesso atualmente. 

Mas vamos falar um pouco do livro no qual essa série se inspirou. Belas Maldições foi escrito pelo maravilhoso Neil Gaiman e por Terry Pratchett, só isso já nos garante que o livro é bem maluco e interessante.

Nesse livro temos a história contada sobre o ponto de vista de um demônio (Crowley), super engraçado e sarcástico, que apesar de ser teoricamente mal, mantem muito de sua natureza angelical perdida na queda. E pelo anjo Aziraphale, que é ingênuo, amante de livros, de uma boa comida e de um bom papo com seu único e grande amigo Crowley.

Esses dois seres vivem na terra desde a sua fundação, já tendo passado por diversos momentos históricos de grande relevância, sendo responsáveis por grande parte deles. E agora, ambos resolvem se unir para tentar impedir o armagedom, só que para isso eles precisam encontrar o anticristo, que por acaso é um garotinho de 11 anos.

Eu me encantei pelo ponto de vista do Crowley, como ele apresenta as coisas de uma forma sensata e direta, fazendo com que Aziraphale reflita sobre alguns acontecimentos, testando assim sua fé, que teoricamente se baseia em obediência cega.

Mas claro que tudo faz parte do grande e inegável plano de Deus, e que eles por mais divinos que sejam, não tem como ter nem um mínimo do conhecimento necessário para entende-lo. 

O livro é excelente e muito engraçado, ele trata principalmente de amizade entre pessoas de personalidades diferentes, de companheirismo, de estar presente quando o outro precisa, dando a mão e se ajudando mutualmente. 
comentários(0)comente



Isabella (ig:@druidaliterária) 21/05/2019

UM PRINCÍPIO DE APOCALIPSE PRA LÁ DE DIVERTIDO
"Pode ajudar na compreensão das questões humanas ter uma noção clara de que a maioria dos grandes triunfos e tragédias é provocada não porque as pessoas são fundamentalmente boas ou más, mas porque são fundamentalmente pessoas."

Tanto o exército do bem quanto o do mal estão se organizando, e tudo parece ir de acordo com o Grande Plano, (ou não) Aziraphale, um anjo pra lá de atrapalhado e Crowley, um demônio ousado, viveram entre os mortais na terra desde o início dos tempos, e se "apegaram" ao estilo de vida humano, portanto não estão muito animados para o Armagedom.

O livro apresenta muitos pontos de vistas, uma vez que ele altera o tempo todo a narrativa entre os respectivos personagens (que não são poucos) isso meio que prejudicou um pouco minha mente confusa, e somente na pág 125 eu engatei de vez na leitura

Crowley e Aziraphale unem-se para tentar impedir o fim do mundo, o inefável plano divino que está marcado para Sábado, quando o anticristo (um garoto de 11 anos) e seu cão do inferno (um poodle) finalmente se unirá aos quatro cavaleiros do apocalipse (bom, são motoqueiros)

Opinião: O livro tem uma das narrativas mais divertidas que eu já li, acho que nunca ri tanto lendo, nem achei que fosse possível. Não só na própria narração, como também nos diálogos e até mesmo nas notas de rodapé, toda página tem pelo menos um detalhe que não deixa o humor do livro cair

A narrativa dos autores segue com muita leveza e fluidez, de modo que não se sabe onde Gaiman termina e Pratchett começa, a sintonia entre as escritas foi surreal!

Apesar do tom cômico que permeia a narrativa, o tema central do livro não foi prejudicado, como já disse, Neil Gaiman tem o sábio hábito de construir sob temas fantasiosos, críticas e reflexões interessantes, nesse é notável as críticas sobre temas como poluição, guerras e religiosidade extrema.

OBS:O LIVRO SERÁ ADAPTADO PARA UMA SÉRIE DE TV E ESTRÉIA AINDA ESSE MÊS!
comentários(0)comente



Carol 27/04/2019

Surpreendente!
Apesar de um pouco confuso no início, pelas constantes trocas de pontos de vista, é bem fácil de se acostumar, e alguns capítulos depois você ja está até habituado (pelo menos foi o que aconteceu comigo). Com humor e ironia, a história vai contar sobre o fim do mundo (ou Armagedon), através de diferentes perspetivas, trazendo personagens bem distintos e cativantes. Sem dúvida meus preferidos são Aziraphale e Crowley, que tem uma amizade de longa data, mesmo estando em lados opostos (um sendo um demônio e o outro um anjo), e resolvem tentar impedir que tudo acabe (mesmo estando de certa forma indo contra seus superiores). Individualmente eles funcionam perfeitamente, mas quando se juntam, suas personalidades contrastam muito bem e geram diálogos e momentos maravilhosos.

Os autores souberam trazer elementos "clássicos " do apocalipse, desprovidos de clichês e apresentados de uma forma muito interessante, conduzindo a histórias em pontos diferentes até tudo culminar num final completamente diferente do que eu esperava.
comentários(0)comente



Everton Couto 10/03/2019

Belas Maldições
Admito que não consegui me conectar com a história, o humor e o sarcasmo apresentados foi uma coisa nova para mim, que nunca tinha lido nada parecido antes.
Há bons momentos nessa narrativa fantasiosa e os protagonistas são interessantes, porém não foi o suficiente para tornar o livro memorável.
comentários(0)comente



Adrya Ribeiro 04/03/2019

Uma sátira e crítica perfeitas a respeito do apocalipse. Várias tiradas muito engraçadas que me deixaram passando vergonha de tanto rir. Adorei!
comentários(0)comente



Bruna 20/01/2019

BELAS MALDIÇÕES
“... de repente tinham ( os humanos) uma ideia que nenhum demônio poderia ter pensando em mil anos, alguma coisa desagradável, negra e impensável, que somente um cérebro humano em plena capacidade de funcionamento poderia conceber, e então gritavam “o demônio me fez fazer isso’... quando na verdade o Diabo dificilmente levava alguém a fazer alguma coisa.”. * *

Uma amizade que dura milênios une o anjo Aziraphale e o demônio Crownley, pelo simples fato de ambos preferirem o mundo dos humanos à suas obrigações divinas ou profanas.

Porém, o nascimento certo e próximo do anticristo, pode por fim a vidinha calma do anjo e desregrada do demônio, pois ambos deverão participar da guerra entre céus e inferno para ver quem leva a melhor e fica com as almas dos mortais.

A obra é muito bem construída, não caindo em clichês do tema céu/ inferno pois é escrita com humor inteligente e tiradas irônicas que arrancam risadas durante a leitura. Os autores levam as questões do bem e do mal, da natureza humana e do próprio fim do mundo de forma cômica e reflexiva.

Um dos meus livros favoritos.

site: https://www.instagram.com/brucassouza/?hl=pt-br
comentários(0)comente



Bia Abreu 06/01/2019

Fantástico
O melhor da fantasia de Neil Gaiman com um humor sarcástico que assumi vir de Terry Pratchet, de qualquer forma, o livro consegue amarrar todos os seus nós, a trama é fantástica e foi um dos mais divertidos que li. Ansiosamente aguardando a série de tv :)
comentários(0)comente



Thanyx 27/10/2018

Neil Gaiman + Terry Pratchett = Sucesso!
Ah Neil Gaiman… Sempre me surpreendendo. Embalada pela série “Deuses Americanos”, adaptação do livro homônimo, quando soube que outro livro dele seria adaptado para a TV, me peguei na curiosidade de ler a obra antes. Sei que não é o mais indicado, afinal sempre acontecem alguns cortes - muitas vezes comprometem a obra - e aumenta as chances de desgosto com a adaptação.

Para quem não sabe (o que duvido muito), a Amazon Prime em conjunto com a BBC serão os responsáveis por “traduzir” o livro para a TV. O eterno “Doctor Who” David Tennant foi escalado para viver o demônio Crowley e o ator Michael Sheen dará a vida ao anjo Aziraphale. Mas chega de falar da série e vamos para o livro.

Confesso que não conhecia a escrita de Terry Pratchett, mas a de Gaiman. Mas ainda assim, isso me instigou mais a ler o livro do que realmente me afastar. Como sabemos, Belas Maldições fala sobre o Apocalipse, o famoso fim do mundo propagado desde que nos conhecemos por gente. O chute inicial é dado através da troca de bebês - preparem-se, pois o Anticristo vem aí.- em um convento nada ortodoxo.

Em primeiro lugar, o que chama a atenção no livro é o humor escrachado e irônico. Confesso que me lembrou demais Guia do Mochileiro das Galáxias. E dou destaque as centenas notas de rodapé que além de complementar, por muitas vezes, acabaram se destacando mais do que o próprio capítulo para mim. Em alguns momentos, eu dava gargalhadas sobre as explicações de alguns termos.

Outro fator que me fez gostar dos livros foram, por motivos óbvios, os protagonistas Crowley e Aziraphale. É uma amizade divina, com o perdão da palavra. Não existe Crowley sem Aziraphale e nem Aziraphale sem Crowley. Conhecidos - e praticamente amigos - desde a Criação, é engraçada a interação dos dois. É tudo Inefável. E humano. Há tantas áreas cinzas na convivência dos dois que isso é o que mais encanta. Mas confesso que - talvez a minha preferência por bad boys tenha falado mais alto - Crowley acaba se destacando mais.

Partindo para a história em si, gostei de como o ritmo dela raramente cai. Mil coisas acontecem ao mesmo tempo: os Eles estão planejando algo, uma bruxa está lendo um livro - endereçado direta e exclusivamente a ela - chamado As Belas e Precisas Profecias de Agnes Nutter e há os Quatro Cavaleiros. Que depois dos protagonistas merecem o maior destaque nesta resenha informal.

Eles não são os co-protagonistas, mas a forma como são narrados é magistral. Principalmente Guerra e Fome. A forma como Pratchett - assim, imagino após ler algumas coisas sobre o autor - procurou narrar sobre estes dois é fantástica: eles simplesmente fazem acontecer. Não é preciso nenhum tipo de artimanha e trapaça. O poder deles é como um imã, tudo vai atrair para os que eles foram nomeados. É literalmente chegar e ver toda a magia surgir.

Por fim, Belas Maldições foi uma aventura fantástica. Me deixou mais ansiosa com a série - que inclusive já tem trailer da CCXP - e mesmo que haja cortes (com certeza terão) ainda será algo de puro deleite visual. Dou 5 estrelas pela irreverência e humor sarcástico, pelos protagonistas que me encantaram demais e pelos Quatro Cavaleiros.
Ricardo 10/05/2019minha estante
O humor é muito característico do Pratchett, leia a série Discworld, vc vai encontrar o mesmo tipo de humor e sacadas, além das dezenas de notas de rodapé.




Suka Rosário 12/10/2018

Tá aí um livro doido de ler e de entender mas q eu adorei!!!
comentários(0)comente



Gabe | @gabereader 16/09/2018

Fraco
"Pode ajudar na compreensão das questões humanas ter uma noção clara de que a maioria dos grandes triunfos e tragédias é provocada não porque as pessoas são fundamentalmente boas ou más, mas porque são fundamentalmente pessoas."

Em resumo temos aqui uma história sobre o anticristo e apocalipse. O anticristo nasceu, céu e inferno estão posicionados, o grande dia para o mundo acabar foi marcado para um sábado, nada por der dar errado, a não ser o fato de que o bebê certo foi trocado. E pra garantir que tudo dê certo, dois personagens centrais vão conduzir a história: o demônio Crowley e o anjo Aziraphale. Ambos a tanto tempo na Terra que já desenvolveram certa amizade, e essa amizade de longe é a unica coisa que funciona nesse livro, gerando diversos momentos ótimos e cômicos na leitura.

Em paralelo (ou não) dentro da história existe um livro de profecias feitas com uma bruxa, Agnes Nutter, o ultimo exemplar está sendo procurado para esclarecimentos sobre o fim do mundo e claro que os mais diversos seres tentarão intervir nessa caçada.

Parece incrível né? Vou dizer porque não funcionou COMIGO:

Gosto da escrita do Neil Gaiman, quanto ao Terry nunca li nada, ver o nome do Neil no livro já me fez ir com muita sede ao pote, me dei mal. O enredo é confuso, a ideia pra mim é genial mas foi mal aproveitada. Os vários pontos de vista entre os capítulos me deixaram confuso, notas de rodapé desnecessárias e informações fora do contexto. Apesar de todo o tom cômico entre Corwley e Aziraphale, o resto foi bola fora, monótono demais. O livro levanta indagações sobre o caminho que a humanidade segue, mas o esforço pra extrair isso é muito grande apesar de apresentarem a história num tom leve com zero de terror, foi maçante. Não é porque tem Neil Gaiman que sempre será uma obra prima.
comentários(0)comente



40 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3