Londres é Nossa!

Londres é Nossa! Sarra Manning




Resenhas - Londres é Nossa!


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Clara.Pamponet 29/06/2020

Esperava mais o livro
Londres é nossa foi o meu primeiro contato com a escrita da Sarra.
É um livro que conta as aventuras de uma garota de 17 anos após descobrir que foi traída. Aventuras para conseguir chegar até ao namorado para tentar entender o que aconteceu.
O livro todo se passa com a Sunny correndo atrás do Mark, até que ela desiste e vai ao encontro da amiga para curtir um show, e é ai que tudo muda.
Sunny acaba conhecendo a amiga da garota que estava com o Mark quando ele a traiu, a amiga da garota do beijo.
O que Sunny descobre acaba a deixando com muita raiva e volta a correr atrás do Mark para terminar tudo de vez.
Foi uma leitura arrastada, um pouco cansativa para mim, mas o final foi muito fofo, quando ela descobriu o poder que ela tinha consigo mesma, o poder do amor próprio.
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Thalita @voandopelaestante 28/05/2020

Decepção total
Gente que sensação horrível de decepção, o primeiro livro que li da autora "Onde deixarei meu coração" eu li há alguns anos atrás e me apaixonei pelo livro os persogens e pela autora, e por esse motivo fiquei ansiosa para ler este livro aqui.

Acredito que fui com muitas expectativas para ler esse livro e só me decepcionei, parece que não é a mesma pessoa que escreveu o outro livro que amei.

Começo pelos personagens que são todos chatos nenhum me conquistou, a Sunny é uma bobona que deixa todos pisar em cima e não tem boca pra nada, o namorado é um cretino e só ela não vê isso, pelo amor de Deus ela passa o livro todo praticamente atrás desse namorado descontando suas frustrações em todos que estão ali com ela tudo para dizer umas verdades na cara dele e quando tem a chance nem fala tanto assim...

Estou muito chateada, acho que nunca fiquei tão P da vida com uma leitura como essa kkkk tenho que rir para não chorar de ódio, demorei dias e dias para finalizar esse livro e o final dele então só me decepcionou mais.

Gostei da autora trazer uma protagonista negra e mostrar o preconceito que infelizmente ainda existe e muito no mundo, gostei também do jeito com que Sunny lidava com tudo isso mas foi somente isso que foi bom no livro, não consegui me contatar com os personagens e nem com a história, nossa com um tema e um enredo bom o livro tinha tudo para ser perfeito mas pra mim não funcionou infelizmente :/
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AnaPaulaAssis 25/02/2020

Uma homenagem a Londres
O livro nos conta a jornada de uma garota que descobre que foi traída pelo namorado, e passa a noite percorrendo Londres para confronta-lo. Nesta busca, ela acaba descobrindo sua força interior para enfrentar os problemas da vida.
Cada capítulo mostra nossa protagonista em um bairro diferente de Londres, conhecendo pessoas, fazendo amizades, enfrentando preconceito, e tomando várias atitudes que mostram que ela não tem que se importar com o que as pessoas pensam dela... amei como a autora incluiu uma descrição sobre a história dos bairros percorridos por Sunny.
Uma história encantadora, vale a pena conferir!
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Thayza Fonseca 06/02/2019

“Londres é Nossa!” narra de maneira leve uma desilusão amorosa daquelas, pois Sunny descobre que seu até então super fofo namorado Mark a está traindo com uma menina de shortinho curto, a protagonista tem duas opções 1) Ir para casa e chorar até desidratar acompanhada de um pote de sorvete e música triste 2) Ir atrás do embuste e mostrar para ele com quantos paus se faz uma canoa. Sunny decide lógico pela segunda opção e nos leva para uma aventura de 12 horas cheia de desencontros, descobertas, diversão e autoconhecimento.

Eu tirei muitas coisas positivas desse livro, mesmo sendo uma narrativa leve e os temas serem tratados com uma sutileza impressionante é notório as discussões sobre feminismo, racismo, autoestima, entre outros. O livro começa com uma vontade de dar um pé na bunda do até então namorado, mas ao longo da narrativa se torna uma busca por si mesma, Sunny descobre dentro de si uma personalidade que sempre deixou adormecida, ela conhece uma menina capaz de dizer o que pensa, ser forte e decidida. Vocês precisam saber que a protagonista é mestiça (mãe branca e pai negro) e pelo que percebi em Londres isso é bem acentuado, a partir daí ganhamos algumas lições de racismo, sabe aquele velado, sem intenção de ofender? Então, esse mesmo e pasmem algumas vezes isso vem do lado negro da família dela, ou seja, podemos todos ser racistas independente da nossa cor da pele. Outro assunto levantado e bem perceptível é a sororidade, sobre isso vocês precisam ler o livro para entender, no mais essa é uma história sobre a libertação da Sunny para se aceitar e ser quem realmente é.

Nota: O que é sororidade? É a união e aliança entre mulheres, baseado na empatia e companheirismo.

No começo eu achei a protagonista uma boba, deu vontade de bater com a cabeça dela na parede (nossa quanta violência), me irritou um pouco a forma egoísta como ela age em alguns momentos, porém eu já fui adolescente, já fiz coisas inconsequentes e egoístas, então consigo compreender os motivos que levaram Sunny a ser um pé no saco algumas vezes. Esse é o problema do YA para pessoas que já passaram dessa fase, ficamos abismadas com a facilidade que os adolescentes têm de fazer cagada, de tomar decisões erradas e de se deixar magoar, mas a solução desse problema é simples, pelo menos para mim, procuro sempre lembrar que já tive 17 anos e que muito do que me irrita hoje eu fiz ontem e precisamos cagar tudo para depois limpar nossa bagunça e aprender com nossos erros, irrita, mas faz parte do processo de amadurecimento. E por falar em amadurecimento em 12 horas Sunny amadureceu anos, eu fiquei muito contente com a evolução da personagem e por ela chegar ao objetivo da jornada muito forte e segura de si.

O livro é narrado em primeira pessoa, então temos total acesso aos pensamentos e sentimentos da protagonista o que facilita na empatia, mesmo eu não conseguindo me conectar com a história como gostaria pude compreender todos os motivos por trás de cada ação e isso foi um ponto positivo para mim. A história flui, é bem movimentada e não fica parada por um minuto, tornando a leitura bem fácil e agradável. A meu ver o objetivo de passar uma lição positiva e entreter o leitor foi atingido com êxito pela autora e fico contente em dizer que esse livro superou minhas expectativas.

Algo que eu gostaria de falar é: Não esperem pontos turísticos nesse livro, conhecemos uma Londres local, lugares frequentados pelos moradores da cidade e em cada novo lugar que a jornada de Sunny nos leva conta com uma introdução da história do lugar, achei o máximo conhecer e enxergar Londres desse ângulo, outro ponto positivo da narrativa com certeza.

Para terminar digo que esse livro tem minha recomendação para quem procura histórias leves e esteja disposto a relevar idiotices características da idade, vale muito a pena conhecer Londres por essa perspectiva, aprender com a Sunny sobre amizade, lealdade, amor, sororidade e auto estima. Leiam sem medo e se deixem levar pelas descobertas, pela diversão e pela beleza da liberdade.

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Garotas Devorando Livros 28/07/2018

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O livro é narrado em primeira pessoa, então temos total acesso aos pensamentos e sentimentos da protagonista o que facilita na empatia, mesmo eu não conseguindo me conectar com a história como gostaria pude compreender todos os motivos por trás de cada ação e isso foi um ponto positivo para mim. A história flui, é bem movimentada e não fica parada por um minuto, tornando a leitura bem fácil e agradável. A meu ver o objetivo de passar uma lição positiva e entreter o leitor foi atingido com êxito pela autora e fico contente em dizer que esse livro superou minhas expectativas.

[...]

CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG!!!


site: http://www.garotasdevorandolivros.com/2017/09/resenha-londres-e-nossa-sarra-manning.html
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La Oliphant 01/06/2018

Londres é o melhor lugar do mundo para mim. Já foi palco dos meus maiores romances vividos ao lado do Danny Jones nas fanfics de McFly que eu lia lá pelos meus quinze anos – era uma época maravilhosa, devo dizer. Então como eu poderia deixar passar a leitura de Londres É Nossa? Sarra Manning é uma autora que eu sempre recomendo para quem gosta de um bom romance, e como já era esperado, ela não só entregou o que eu esperava do enredo, como superou completamente as minhas expectativas. Estou completamente apaixonada pela Sunny e todos os outros personagens de Londres É Nossa, e tenho certeza que você vai se apaixonar também.

Sunny não é uma menina que gosta de se arriscar. Mark é seu primeiro namorado, estão juntos há oito meses e ela tem plena certeza de que o ama e que, por isso, ele é a pessoa perfeita para perder a virgindade. O que Sunny não esperava era receber uma foto do seu namorado – aka amor da sua vida – beijando outra garota. É claro que Mark teria uma explicação muito boa para aquilo, então o melhor a fazer seria ir até ele e perguntar o que estava acontecendo. É assim que Sunny se vê correndo por toda Londres com dois franceses muito engraçados tentando encontrar seu namorando – ou ex-namorado – para ouvir o que ele tem a dizer sobre a tal garota.

Londres É Nossa tem tudo e um pouco mais de tudo aquilo que eu sempre quis no enredo de um livro. Para começar, nós temos a Sunny, uma garota londrina negra em um enredo que não foi escrito com o objetivo de falar sobre racismo. Eu sei, falar sobre esse tópico é importante, mas vocês não enjoam de só ter personagens negras em livros quando a temática do livro é justamente essa? Quero dizer, eu ansiava há muito tempo por uma personagem negra que vivesse no enredo as mesmas experiencias que as incontáveis personagens brancas que temos por aí. E a Sarra Manning me deu isso de uma forma tão maravilhosa que eu ainda não sei como vou colocar em palavras.

“Não sou essa garota. Não sou a garota que acredita cegamente em tudo que o namorado diz e faz porque não aguenta ficar sem namorado. Uma garota triste. Não sou ela de jeito nenhum.”

A narrativa do livro se dá em primeira pessoa e, de cabeça, nós mergulhamos na vida da personagem principal que é uma adolescente comum, com as mesmas inseguranças que qualquer um de nós já teve como adolescente. O que eu mais gostei da Sunny como personagem, é que ela vive as mesmas experiencias de um adolescente comum, ela tem as mesmas dúvidas, ela faz os mesmos questionamentos e ela acaba amadurecendo com tudo o que acontece com ela durante o livro. Acompanhar o desenrolar desse enredo foi como reviver toda a minha adolescência e amadurecer junto com a personagem da Sarra.

Londres É Nossa não economiza nem um pouco na diversidade dos seus personagens e nas referências maravilhosas de Rupaul’s Drag Race e Meninas Malvadas. Honestamente? Livro me ganhou na primeira Drag que apareceu no enredo. É muito interessante quando você pega uma leitura que não se limita a estereótipos e nem utiliza as minorias como forma de vitimização. Londres É Nossa é um enredo que trata todo mundo como seres humanos, que mostram um lado mais natural de todos os seus personagens e não cai naquela discussão chata do “politicamente correto”. Todos os personagens são fáceis de você se identificar e amar profundamente.

“Mark está tocando meu braço. Como se ele ainda pudesse tocar em mim, quando na verdade não pode, não mais. E, de repente, fico contente por não ter dormido, pois sinto como se minha pele estivesse do avesso e não me importo com mais nada.”

Sarra Manning aborda muito no enredo a questão do feminismo de um ponto de vista muito mais leve e muito mais didático do que outros livros. Durante todo o enredo nós acompanhamos Sunny na sua busca pelo namorado e a cada acontecimento, nós conseguimos ver a personagem crescer e amadurecer, mas sem precisar ficar levantando a bandeira feminista o tempo todo. É um processo bastante natural do livro. Nós começamos com uma personagem chamando outra garota – que ela nem conhece – de “vagabunda” e acompanhamos todo o desenvolvimento da história até ela entender que chamar alguém de “vagabunda” não é nem um pouco legal. Afinal, não tem como você saber a história da pessoa até que ela te conte, não é mesmo?!

Londres É Nossa é um enredo muito inteligente, com uma discussão muito saudável sobre homossexualidade, racismo, feminismo e outros assuntos que hoje em dia lutamos para ver mais na literatura. Achei maravilhoso que a autora tenha escolhido fazer essas abordagens dentro de um romance adolescente com personagens comuns, que vivem as mesmas experiências que eu um dia vivi. É uma leitura que é impossível de você não gostar. Afinal, como você não ama uma personagem que coloca “terminar com o namorado” e “lavar a louça” na mesma lista?

site: https://www.laoliphant.com.br/resenhas/resenha-londres-nossa-sarra-manning
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Fer Kaczynski 13/11/2017

Capa linda!
Achei essa capa belíssima quando vi o livro, e livros que tem como pano de fundo uma cidade como Londres, me chamam a atenção.


O livro nos traz a história de Sunny, uma garota ingênua e meio bobona, mas quando ela recebe a foto de seu namorado beijando outra garota, parte num desejo louco de se encontrar com Mark e perdoá-lo ou terminar de vez o romance.
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LOHS 05/11/2017

Um romance leve, divertido e diferente
Alguns lançamentos da Galera Record chegaram com certo atraso aqui no blog, sendo que Londres é Nossa! é um deles. Mas antes tarde do que nunca, certo?! Esse livro chamou minha atenção por se tratar de um Young Adult com uma história diferente e uma protagonista negra.

A autora inglesa, Sarra Manning, é conhecida como a “rainha dos adolescentes” por seu longo trabalho em revistas para esse público - que acabou ajudando também em todas as suas obras focadas no Jovem Adulto.

Londres é Nossa! começa nos apresentando a jovem Sunny, uma adolescente negra que está sozinha em casa nesse fim de semana. A mãe e o padrasto foram viajar e - apesar de terem deixado uma lista de regras para Sunny seguir - ela decide que deve aproveitar o momento.

Além de ter feito um churrasco no quintal da casa com todos os amigos da escola - sua mãe é vegetariana e não aprova esse tipo de crueldade com os animais -, ela ainda pretende ter uma noite de sábado muito especial: decidiu perder a virgindade com seu namorado Mark.
E já planejou tudo para a noite ser perfeita!

Mas antes desse momento tão especial chegar, ela aproveita o sábado com tempo bom - uma raridade em Londres - para acompanhar sua melhor amiga Emmeline em um aniversário. Afinal, melhores amigas servem para ajudar a quebrar o gelo em conversas com a garota dos sonhos da sua amiga, também conhecida como Charlie.

Só que toda a alegria de Sunny desmorona quando ela recebe no celular uma mensagem da maior fofoqueira da escola com uma foto do seu namorado beijando outra garota em um bar!!

Sunny só quer ir para casa e chorar, mas dispensa a oferta da melhor amiga de acompanhá-la, pois Emmeline iria perder a oportunidade de conversar um pouco mais com Charlie.

"Quando escuto a voz de Mark, percebo que estou zangada. Furiosa. Enlouquecida de raiva.
Meu pai sempre me diz para não ficar zangada.
-Não seja a garota negra zangada - diz ele. - É o que as pessoas esperam.
Quando ele tinha minha idade e morava em Ladbroke Grove nos anos 1980, sempre era parado pela polícia por simplesmente andar pela rua. Ou por estar sentado no banco de trás do carro de um amigo. Ou por estar numa esquina. Ele era parado e revistado. Chamado de crioulo pelos policiais. Meu pai dizia que eles queriam que ele ficasse zangado, então nunca fez isso.
Aquilo o motivou a trabalhar bastante, e hoje ele é um advogado que luta do lado da justiça e do bem, apesar de ainda ser parado de vez em quando porque a polícia acha que se você é negro e tem um carro caro, certamente é traficante. O que é ridículo. Como se algum traficante de respeito fosse dirigir um Volvo.
Com meu pai me dizendo que as pessoas veem primeiro a cor da minha pele e minha me dizendo que o que importa não é quem sou, mas o que faço, não é de surpreender que eu fique confusa com tanta facilidade. Também não é de surpreender que eles tenham se separado antes de eu completar 3 anos.
Enfim, agora estou furiosa, e é maravilhoso."
p. 39-40

É então que, em vez de voltar para casa, Sunny decide ir atrás do namorado e ter uma conversa séria com ele sobre o que aconteceu.
Mas, cada vez que ela chega onde seu namorado estava, ele já partiu para outro lugar. E Sunny começa então uma corrida desesperada por toda Londres atrás do garoto.

Sua noite começa a melhorar quando ela conhece os Goddard, dois garotos franceses lindos, misteriosos e descolados, que todos achavam ser gêmeos e na verdade são primos. Os dois embarcam nessa louca aventura de Sunny para encontrar o talvez-ex-namorado da garota em uma noite de sábado na cidade de Londres.

"-Por que está segurando uma vassoura?
Começo a explicar para Jeane a história da vassoura, mas só consigo chegar à parte do churrasco, pois ela ergue a mão atarracada.
-Tanto faz! Esqueça que eu perguntei. Enfim, voltando para seu namorado babaca. O que vai fazer quando encontrá-lo?
-Ainda não decidi - admito, enquanto nos encostamos na barraca da loteria. - Espero que eu fale coisas incríveis e sinceras que o façam questionar a própria existência, ou ele vai explicar que beijar uma... uma garota que praticamente estava só de calcinha foi o maior mal-entendido, e então vou perdoá-lo porque sou completamente ridícula. - Era a verdade. Por isso meu estômago revirava para a esquerda, para a direita e para o meio. - Mas primeiro preciso encontrá-lo.
-Bem, eu posso ajudá-la, mas só se você prometer que vai escolher a primeira opção, não aquela outra em que você rola para o lado e se finge de morta - diz Jeane, com expressão séria, enquanto segura o telefone no alto."
p. 107

O que era para ser algo simples, se torna em uma grande loucura com Sunny invadindo hotéis, fazendo amizade com um condutor de riquixá, recebendo conselhos de um grupo de drag queens, conhecendo sua banda girl power favorita e participando de muitas festas em todos os pontos da cidade. Muitas pessoas desconhecidas - e também algumas conhecidas - vão ajudar Sunny na maior aventura da sua vida, além de aumentar a autoestima dela o suficiente para que ela saiba que pode escolher o que ela acredita ser o melhor para ela mesma.

"Vivvy faz questão que eu fique com sua calça legging mais surrada - ela está com buracos e com os joelhos folgados. "Não tem problema, não precisa devolver, é um presente", diz ela. E também com uma calcinha folgada azul-marinho de uma embalagem com três que a avó lhe deu de aniversário, mas se recusa a me emprestar um moletom.
-Eles têm valor sentimental - explica Vivvy, enquanto puxa para o peito um moletom azul-celeste da marca Superdry, como se eu o fosse arrancar dela e sair correndo. - Sério, Sunny, deixar você pegar um seria como te dar um de meus filhos.
-Mas é um empréstimo. E eu vou cuidar bem dele. Devolvo amanhã, todo lavado. Então é como se você estivesse me dando seu filho para que eu, hum, tomasse conta dele.
-Não, não dá. Não é nada pessoal, mas você é jovem e irresponsável. - Ela me olha, estou parada com sua legging velha e de sutiã, que também está surrado. Muito, muito surrado. - Pegue algo de Elle emprestado. Ela não vai se importar.
Nós olhamos a cama onde Elle está dormindo. Yolly devia conferir também se ela não tem narcolepsia quando for fazer o teste de audição.
-Ela tem 3 anos! Nada vai caber em mim.
-Pois é, mas ela é uma criança de 3 anos bem gordinha. - Vivvy tem a graça de parecer levemente envergonhada. - Mamãe diz que é só uma fase. Não podemos falar disso na frente de Elle para que ela não fique com nenhum distúrbio alimentar."
p. 220-221

Londres é Nossa! tem uma narrativa bem divertida. Ao longo de toda a aventura de Sunny, é simplesmente impossível não dar risada ao imaginar todas as cenas narradas nessa fatídica noite de sábado - uma mudança de vida para a jovem, sem sombras de dúvidas.

Sunny começa a história como uma adolescente comum e - tenho que dizer: - muito irritante. A ingenuidade dela é absurda demais para a idade, mas - graças a Deus - ela aprende muito nessa louca madrugada e chega a se tornar alguém melhor no fim do livro.

O que mais achei interessante em Londres é Nossa! foi o fato do livro não focar no romance da protagonista, mas sim na cidade. A obra é praticamente uma homenagem à Londres e uma declaração de amor de todos que vivem nesse lugar sobre o quão incrível a cidade é.

Outros dois pontos que gostei muito foram os fatos de: 1) a protagonista ser negra e apresentar inúmeras vezes como os negros são tratados de forma diferenciada na sociedade, mas sempre com uma pitada de humor sarcástico; e 2) a melhor amiga da protagonista ser lésbica e tratar o assunto naturalmente, sem receio de chocar as pessoas.

Londres é Nossa! foi uma boa leitura. Infelizmente, eu não consegui me conectar muito com os personagens. Talvez seja pelo fato da cidade de Londres ser o centro da história e não a protagonista em si. Mesmo assim, recomendo muito para aqueles que desejam um romance leve, divertido e diferente. Perfeito para aqueles momentos de ressaca literária! #FicaaDica

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/10/londres-e-nossa.html
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Debyh 23/10/2017

Nunca mais eu vou dormir! Nunca mais eu vou dormir! Nunca mais eu vou dormir! Nunca mais eu vou dormir!
Este livro foi uma delícia de se ler! Foi como uma brisa refrescante no calor do verão, de verdade eu queria estar passeando em Londres junto com todos! Foi tudo tão dinâmico, divertido e com muita ação que lógico amei de mais.
Sunny está atrás do seu namorado pela agitada Londres, mas ele não parece ser uma pessoa fácil de se achar e por conta disso vai conhecendo muita gente pelo caminho. Uma adolescente, Londres e muita determinação em descobrir as coisas… ninguém vai dormir, essa noite promete!

(continua no blog Eu Insisto - link abaixo)

site: http://euinsisto.com.br/londres-e-nossa-sarra-manning/
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Anne - @literatura.estrangeira 20/10/2017

Londres é Nossa é narrado em primeira pessoa em um dia e uma noite por Sunny, uma menina de 17 anos que está a casa só pra ela porque os pais viajaram. A mãe deixou uma nota com as regras que ela não poderia quebrar enquanto estivesse só e é claro que ela quebra quase todas, senão todas em uma noite alucinante e cheia de aventuras.

Sunny tem namorado e nesse dia recebe uma foto supostamente dele beijando outra garota. No começo ela entra em negação e aí ela começa a peregrinação por Londres afim achar esse garoto e tirar satisfação. Mas como encontrar alguém que não quer ser encontrado?

"Eu não sou tão burra assim. Mas talvez eu confie demais nas pessoas, talvez queira agradá-las demais, seja um pouco sensível demais, e é por isso que consigo sentir a raiva e a mágoa fazendo meus olhos arderem de novo..."

Aqui não temos uma história de romance convencional e sim uma adolescente em busca de conhecimento pessoal, mesmo que não seja intencional. Nessa aventura em busca do namorado perdido, Sunny conhece várias pessoas de todas as formas, gêneros e cores. Inclusive nossa protagonista é negra, algo que infelizmente não vemos com regularidade.

Outra coisa que foi muito bem desenvolvida aqui foi a ambientação de Londres. Para quem quer muito viajar para lá, o livro pode ser um bom guia, já que em todos os capítulos temos um texto explicando a história e a arquitetura de cada lugar que ela passa. Achei essa parte muito bem feita e pensada, afinal de contas não é qualquer cidade, é Londres!


Mas Anne, por que só três estrelas? Bem, Londres é Nossa não teve uma história que me fisgou, nem personagens cativantes a ponto de serem inesquecíveis. Outro ponto que me fez diminuir um pouco a nota foi a escolha da capa. Quem me conhece sabe que não gosto de pessoas reais nelas, pois mexe diretamente com a capacidade da minha imaginação de pintar um personagem de acordo com aquilo que li. Acho que essa capa tira um pouco da nossa criatividade. Confesso que sou apaixonada pela capa original porque ela remete à vários acontecimentos durante a história e eu acho incrível quando o design da capa consegue nos levar para dentro da história.

"Não importa de que lado observamos o horizonte; sempre me sinto em casa. É Londres."



site: http://www.literaturaestrangeira.com.br/2017/10/resenha-londres-e-nossa-por-sarra.html
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Na Nossa Estante 24/09/2017

Londres é Nossa!
Sarra Manning é uma das minhas autoras favoritas quando se trata do gênero Literatura Juvenil, suas histórias e sua escrita são incríveis! Ela sabe muito bem como se comunicar com os jovens através de seus livros. Para quem não conhece Sarra Manning, ela é britânica e jornalista, começou a escrever na Melody Marker, trabalhou durante cinco anos na lendária revista britânica para adolescentes J17 - primeiro como redatora e depois como editora. A autora tem três obras literárias publicadas no Brasil, sendo duas delas pela Galera Record.

O primeiro livro que li da Sarra foi Os Adoráveis e amei, ele está na minha lista de Young Adult favoritos. Tenho muito amor por esse livro e por causa dele que tenho os outros dois dela, Onde deixarei meu coração e Londres é nossa!, o último tema dessa resenha.

Sunny é uma garota de 17 anos que mora com a mãe e seu padrasto, ela é a garota que faz de tudo para agradar os outros. Sunny é considerada uma menina pouco ingênua e molenga demais pela sua melhor amiga Emmeline. O livro começa com uma carta da mãe da protagonista avisando a filha das regras e de seus afazeres. E não é à toa que existe aquele ditado: quando o gato sai, os ratos fazem a festa.

Sunny deu uma pequena festa com direito a churrasco na sua casa com seus amigos, e ela agora precisa limpar toda a bagunça e tirar o cheiro de carne que ficou no lugar, pois sua mãe é vegetariana e não tolera ter carne ou o cheiro dentro de sua casa. Antes de limpar a casa, a jovem resolve ir a um piquenique juntamente com sua amiga Emmeline. E nesse passeio que ela descobre, por meio de uma mensagem com fotos, que seu namorado Mark a está traindo com outra. Logo de cara ela não acredita e fica arrasada por isso, o que ela mais quer é ir para casa e se enterrar num belo pote de sorvete. Com esse pensamento Sunny se despede de suas amigas e vai para o metrô, mas não tem trem para ela voltar e a protagonista continua recebendo mensagens sobre a suposta traição de Mark.

Com tudo isso, Sunny tenta resolver se volta para casa ou ir atrás do namorado para tirar satisfação sobre o ocorrido. Afinal de contas, ela planejava perder a virgindade com ele. Enquanto ela está nesse dilema, dois jovens franceses (por sinal, muito gatos) aparecem para dar uma carona. Eles foram mandados pela sua amiga para poder ajudar Sunny. Depois de um breve conflito interno e uma conversa com os meninos (Vic e Jean-Luc), ela resolve ir atrás de seu ainda namorado Mark.

A partir daí Sunny acaba vivendo uma aventura de autoconhecimento pela Londres em pleno sábado à noite. Gostei muito do enredo, ele traz temas muitos importantes como: racismo e bulling. Já que a nossa protagonista é negra. A personalidade de Sunny é adorável e amei seu modo de pensar, embora em alguns momentos ter tido vontade de sacudi-la e mandá-la acordar para a vida real. Pesar dessa ressalva, a protagonista foi uma boa mocinha.

Enfim, Londres é nossa! é um livro perfeito para quem gosta de Londres e do gênero Young Adult, pois nele Sunny nos mostra de uma maneira divertida cada ponto turístico da cidade.

site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/09/londres-e-nossa-resenha-literaria.html
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ViagensdePapel 28/08/2017

Em várias resenhas que escrevi aqui no blog já deixei muito claro o quanto eu adoro comprar um livro só porque achei a capa bonita. É uma coisa que não consigo controlar, elas me chamam e me prometem o mundo rs, e mais uma vez isso aconteceu. Quando vi o catálogo da Galera Record me apaixonei pela capa do livro Londres é nossa! e decidi que eu precisava muito descobrir a respeito desta história. Para meu grande alívio e felicidade, eu fiz uma ótima escolha, pois esse título ganhou meu coração.

Narrado em primeira pessoa, o livro nos conta a história da jovem Sunny, que descobriu de uma maneira trágica que seu lindo namorado Mark não é quem ela pensava que era, e agora ela e seus amigos estão soltos por Londres procurando por Mark, em uma madrugada onde coisas inesperadas, maravilhosas e às vezes perigosas estão acontecendo.

A autora Sarra Manning conseguiu trazer para essa história, um espírito jovem e aventureiro que há muito tempo eu não encontrava em um livro. Tudo é tão vivo e tão intenso que a leitura se torna um grande prazer e é muito bacana acompanhar a aventura de nossa protagonista, tentando encontrar seu namorado para finalmente confrontá-lo.

É quase impossível não se identificar com Sunny. Ela fez eu me lembrar da época do colégio, onde as coisas pareciam tão mais trágicas e as dores tão mais intensas do que eram na realidade. Isso tornou a leitura muito mais divertida e real, pois todos nós já passamos por essa fase onde tudo é mais intenso e a urgência para fazermos as coisas não nos deixam pensar claramente.

Outro grande acerto da autora nesse livro foi sem dúvida nenhuma a construção dos personagens. Todos são únicos e essenciais para a história, destaco aqui a dupla Vic e Jean-Luc, dois franceses que foram os principais companheiros da busca de Sunny. Além de serem ótimos amigos para a nossa protagonista, eles também foram os responsáveis por vários momentos cômicos na história e ganharam a minha simpatia logo de cara. Também gostei muito da personagem Emmeline, ela é a melhor amiga de Sunny e possui uma personalidade muito forte que trouxe luz e razão para a nossa protagonista, nos momentos em que ela precisava colocar os pés no chão e encarar a realidade.



Leia a continuação da resenha, acesse o link abaixo:

site: http://www.viagensdepapel.com/2017/08/22/resenha-londres-e-nossa-de-sarra-manning/
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Diane Ramos 28/08/2017

LONDRES É NOSSA! (Sarra Manning)
Que eu gosto de leituras divertidas não é novidade pra ninguém, sendo assim, quando a Galera Record anunciou o lançamento de Londres é Nossa! em suas redes sociais desejei a leitura imediatamente! A sinopse prometia uma história divertida sobre uma jovem que busca se vingar de um amor traído e, como já tinha lido excelentes comentários sobre a obra, iniciei a leitura cheia de expectativas e felizmente Sarra Manning conseguiu suprir todas elas.
O livro traz a história de Sunny, uma jovem que sempre foi um pouco ingênua, talvez até molenga. Mas quando ela recebe uma mensagem com a foto do namorado beijando outra garota em seu celular, ela sabe o que fazer: terminar. Só que... Será que ele não tem uma explicação para tudo aquilo? Ela ia perder a virgindade com o rapaz em apenas algumas horas. Como tudo foi dar tão errado?
Desta forma, Sunny precisa encontrar o traidor Mark - para terminar, resolver toda a confusão ou perdoá-lo (!?!) - em pleno sábado á noite... Em uma das cidades mais movimentadas do planeta. O que se segue é uma corrida louca por Londres. Começando às 20h no Palace Crystal (tão longe da civilização que nem o metrô chega até lá) e passando por Canden, Shoreditch, Soho, Kensigton, Notting Hill, Crouch End.
No caminho, Sunny tem uma amostra de toda a fauna londrina em seu esplendor. Pessoas que parecem não ter nada em comum com ela; jovens descoladas e ricas, um grupo de drag queens, sua banda girl power predileta e, principalmente, os primos Jean Luc e Vic Goddard. Numa caçada alucinada, os três trocam segredos, confessam vulnerabilidades, se perdem e se encontram.
Uma divertida e acelerada carta de amor a Londres, a garotos e a alucinantes noites em claro.

Londres é Nossa! é narrado em primeira pessoa pela protagonista Sunny, desta forma, acompanhamos em primeira mão todos os sentimentos, expectativas, medos e anseios de Sunny, o que facilita em muito a ligação entre personagens e leitor. O livro se passa num período de 12 horas, mas, engana-se quem pensa que seja uma leitura sem muitos acontecimentos, pelo contrário, a obra é bastante intensa, cheia de surpresas, desencontros e é muito divertido acompanhar toda a saga de Sunny em busca de seu namorado traidor. A escrita de Sarra Manning é fluída, leve e envolvente, permitindo assim uma leitura bastante rápida. Além disso, a obra é repleta de referências, curiosidades e pontos turísticos de Londres e tudo isso foi feito com tanta perfeição pela autora que dá a sensação que conhecemos perfeitamente a cidade.
Os personagens são super carismáticos, cheios de personalidade e cada um tem seu diferencial e nos conquista cada qual à sua maneira. Sunny é uma garota bastante inocente e sempre tomou as decisões que as pessoas ao seu redor achavam apropriadas para ela, porém, quando ela recebe a mensagem contendo a prova da traição de seu namorado ela decide que é hora de mudar, de se valorizar e parte então para uma jornada mirabolante em busca de um acerto de contas. O mais interessante é que durante todo esse processo vamos acompanhando o amadurecimento da protagonista, onde, pouco a pouco, em cada tomada de decisão, Sunny aprende alguma coisa e, junto com as companhias certas, vai se tornando uma pessoa mais interessante e cheia de si. Os personagens secundários também tem papel fundamental na história, afinal, eles participam na transformação de Sunny e, além disso, eles conseguem nos conquistar com suas personalidades descoladas e diálogos divertidíssimos! Raramente acontece isso, mas, gostei de TODOS os personagens do livro, inclusive, até de Mark, que amei odiá-lo.
Muito além de um pé na bunda, a jornada de Sunny é uma busca do seu verdadeiro ser, é um amadurecimento necessário e é também uma farra das boas! São muitas situações inusitadas que diverte o leitor e é muito inspirador ver que as pessoas mais inesperadas estão dispostas a ajudar a garota, desde franceses descolados, amigos, inimigos, drag queens e até condutores de riquixás... É tudo muito engraçado, mas, o que mais me impressionou foi que a autora nos mostra que você pode ser mais forte do que imagina, que você nunca está sozinho e que diante de um verdadeiro problemão é inevitável não sair machucado, mas, também podemos aprender com a situação e levar ensinamentos para a vida toda.
Enfim, não vou me alongar muito na resenha, pois, quero que todos vocês leiam e se surpreendam, divirtam e aprendam com a história! Recomendo Londres é Nossa! para quem está em busca de uma leitura leve e divertida e para aqueles que estão passando por uma ressaca literária.


site: http://coisasdediane.blogspot.com.br/
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Mari - Pequenos Retalhos 24/08/2017

A Sunny é negra e isso abre espaço para ela discutir auto-estima e preconceito racial também. Inclusive dentro da família dela. Existe até uma parte que ela conta as várias fases do seu cabelo e como foi difícil ela assumir o afro.

A melhor amiga dela, Emmeline, é gay e embora não seja o foco da história, é bom ver que a personagem é bem resolvida em relação a isso. Aliás, a relação de amizade das duas é tratada de forma muito real, com seus altos e baixos, com erros de ambos os lados. Mas é um relacionamento saudável e isso é importante.

site: http://www.pequenosretalhos.com/acabei-de-ler-londres-e-nossa-sarra-manning/
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Driely Meira 18/08/2017

Sensacional!

É uma garota que está mandando bem. Ninguém se atreveria a aprontar com uma garota dessas. E eu sou essa garota e cansei de ver pessoas aprontando comigo. Hoje vou mandar nas ruas. Hoje vou correr riscos sem restrições. Hoje vou jogar fora namorados malvados, falsos e traidores. – página 145

Sunny não é uma garota que se arrisca. Ela nem mesmo consegue dizer o que realmente quer dizer, por medo do que os outros vão pensar. Então, quando recebe fotos de seu namorado beijando outra menina, ela se convence de que precisa encontra-lo e terminar o namoro. Mas quando Mark diz que ele foi beijado e NÃO correspondeu, pareceu estar falando a verdade. Até que mais provas de sua infidelidade aparecem, e Sunny fica ainda mais determinada a encontra-lo para lhe dar um pé na bunda.

Com a ajuda de seus amigos e de pessoas que conhece o caminho (um bom exemplo são os Godards, dois franceses que dão o que falar), Sunny praticamente vira a noite indo de um lado para o outro em Londres, e faz coisas que jamais imaginou fazer, como arriscar sua vida em um riquixá e invadir um hotel de luxo para usar o banheiro. Além disso, ela vai percebendo aos poucos o quanto seu relacionamento com Mark é estranho, e também que pode muito bem ser ela mesma em qualquer lugar, sem se preocupar com julgamentos.

Eu estava bastante animada para ler esse livro, pois tinha lido uma resenha que tinha falado muito bem da história, e eu queria só ver como era essa Sunny. Gente, pensem em alguém molenga! Que menina boba! Mark a faz de tonta, a trata mal e ela continua achando que ele a ama! Arrgh como eu queria dar um belo de um chacoalhão nela para ver se a menina acordava. Mas respirei fundo e continuei lendo, e Sunny me surpreendeu.

Ainda assim, tinha horas que eu parava e me perguntava por que diabos essa menina ainda não tinha ido para casa dormir, e ainda perambulava pelas ruas procurando Mark. Mas se ela tivesse ido para casa, não teria conhecido tanta gente e descoberto tanta coisa a respeito de si mesma, e fiquei feliz ao ver que, em certo ponto da história, o objetivo de Sunny não era mais ir atrás de Mark para salvar seu relacionamento, e sim porque era algo que precisava fazer. Por ela mesma.

Mark diz pule, eu pulo. Mark diz corra, eu corro. Mark beijou outra garota. Ou foi beijado por ela – de todo jeito, sua prioridade devia ser consertar a situação, vir atrás de mim. Não o contrário. Paro de correr. O que diabos estou fazendo? – página 68

Já estou com saudades de ver Sunny se metendo em confusão e fazendo cada loucura com seus amigos! Ri horrores com esse livro, a autora tem uma escrita mágica, daquelas que você lê e mal vê o tempo passado, até perceber que Sunny já parece outra pessoa (mais madura, sem abaixar a cabeça) e que o livro já acabou. Gostei mais ainda que a autora abordou temas como racismo e homossexualidade de maneira leve e divertida, sem deixar a história pesada.

Além de tudo, em cada capítulo temos uma pequena introdução de vários pontos turísticos de Londres, indo desde os primeiros registros de suas existências até os dias atuais. Gostei bastante disso, e a visão de Sunny sobre Londres me deixou curiosa para conhecer a cidade.
Estou doida para ler mais livros da autora, e adoraria uma possível continuação deste...haha’ meu shipp estava dando certo, então eu NECESSITO continuação!

Será que uma noite pode mudar sua vida? Acho que pode. Ou, pelo menos, ela pode mudar a direção que sua vida estava tomando. [...] Mas algumas coisas sempre permanecerão iguais. Londres, eu te amo. – página 261


site: http://shakedepalavras.blogspot.com.br
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