A Zona Morta

A Zona Morta Stephen King




Resenhas - A Zona Morta


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Luke 20/04/2018

Instigante e incrível.
Primeira leitura que faço de King e fiquei encantando. A leitura não é cansativa e te prende do inicio ao fim. Você fica apreensivo com Johnny Smith, sofre por ele e entende suas angústias, ao tempo que sente seus medos e tem compreensão do que ele enfrente ao seu redor. Ao menos eu fiquei com muita raiva da mãe dele e senti certo apreço pelo pai, já por Sarah nada além da compreensão e um certo desprezo devido aos acontecimentos no começo do livro. Meu conselho é que leiam e se deliciem.
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Vinícius Rodrigues 15/03/2018

Mais um clássico do rei. Estória incrível e bem construía. Como sempre o Stephen King deixa o leitor preso ao livro do começo até o fim de sua trama. Indico extremamente.
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leosilva 09/03/2018

Bom, porém cansativo
Que o texto de Stephen King, na grande maioria das vezes, é ótimo, disso ninguém tem dúvida. E Zona Morta não é diferente, tem um plot interessante, um início envolvente e... um desenrolar tedioso. Isso mesmo. O livro segue bem até mais ou menos a metade, e então começa a apresentar sinais de desgaste, culminando em um desastroso e apressado final. King, mais uma vez, se perde na história, acrescentando detalhes que só servem para tornar a leitura mais chata. Quando melhora, acaba. Poderia ter sido bem melhor se fosse um livro mais enxuto.
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Debyh 01/03/2018

Melhor livro do King
Tenho que começar dizendo que esta leitura pra mim na verdade foi uma releitura, já que eu tinha lido há muitos anos atrás outra edição desta história. E nossa apesar de entre este tempo todo eu ter lido outras coisas de King, este livro ainda é o meu favorito dele. Só pra ilustrar nosso favoritismo, também é o livro dele favorito da Angel Sakura.
John acordou de um coma do qual tinha poucas chances de voltar, porém além disso ele ganhou uma espécie de poder. Ele consegue ver o presente e o futuro, contudo nosso protagonista não acha que isso é um dom e sim uma maldição, quando percebe que ele tem que fazer algo pra impedir o fim do mundo John passa a ver aquilo como uma missão.

(continua no link)

site: http://euinsisto.com.br/a-zona-morta-stephen-king/
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DANY 28/02/2018

Resenha | A Zona Morta — Stephen King
O Stephen King ganhou meu coração com seu livro de memórias (clica aqui), e eu nunca tinha lido nada da sua ficção, até que li A Zona Morta. Esse livro é um dos primeiros que ele escreveu, lá pelos idos das década de 70 (setenta), e muitos fatos históricos ocorridos dessa época aparecem no desenrolar da trama, como a Guerra do Vietnã, a renúncia de Nixon, e as eleições presidenciais dos estados Unidos, com a eleição de Jimmy Carter como presidente. Então vamos à trama!

O livro conta a história de John Smith, um professor, que sofre um acidente de carro, e passa aproximadamente 5 anos em coma num leito de hospital. Logicamente, o mundo e as pessoas ao seu redor continuam a viver suas vidas normalmente, alguns seguiram a diante, como sua namorada na época do acidente, Sarah, que depois de tanto esperar pela sua recuperação, decide seguir a vida e casa-se com Walt, um advogado com aspiração pra carreira política; outros não, como sua mãe, que pelo ocorrido torna-se uma fanática religiosa, e já seu pai, fica desacreditado e por vezes torce para que o filho venha a óbito, para que cesse esse sofrimento que todos estão passando.

Num dia nem tanto esperado, John acorda, pra surpresa da enfermeira que cuidava dele, e ao tocá-la, ele tem uma sensação e consegue prever que a cirurgia que o filho dela vai fazer, será bem sucedida. Isso causa uma grande comoção em todos. Após se dar conta que o mundo ao seu redor mudou, ele também logo percebe que ele mesmo tinha mudado. E essa paranormalidade, é devido a uma sequela na sua zona morta, daí o nome do livro.

Bom, essa nova condição de paranormal vai trazer grandes problemas pra ele, e não vai desapercebida aos olhos da imprensa. Logo começam a chover repórteres a procura de Jhon, afim de entender que sequela foi essa do acidente. Isso se dá após ele, numa sessão de fisioterapia, prever um incêndio na casa da sua fisioterapeuta (isso depois de tocá-la, ele consegue ver isso). Mas ele, não querendo os holofotes, fica cada vez mais recluso, e tenta ter ma vida normal. Propostas não param de chegar, sua caixa de correio vive lotada, recebe pertences pessoais das pessoas, que desejam saber paradeiros de entes queridos, ou mesmo propostas de revistas com temática espirituais, mas ele recusa, tanto as propostas de trabalho, como as investidas de indivíduos desesperados por respostas.

Nesse intervalo, uma série de crimes deixa a população amedrontada. Um estuprador, que após cometer esse ato insano, não satisfeito, mata suas vítimas. Há 2 anos que ele vem cometendo essa série de crimes, e a polícia já não vê se é possível achar solução para o caso. Até que um dia, Jhon recebe uma ligação do xerife, que o convida para trabalhar no caso, mas Jhon, certo de que prefere insistir na vida reclusa, acaba por não aceitar. Quando ele soube que a última vítima foi uma criança de 9 anos, Jhon se sente instigado, e aceita trabalhar nisso, e acaba por desvendar e achar o verdadeiro culpado, este sentindo que a presença de Jhon no caso o descobriria, comete o suicídio.

Jhon mais uma vez chama a atenção da mídia, e mais uma vez decide pela reclusão, chegando a se mudar pra outra cidade. Trona-se tutor de um rapaz que tinha dificuldades de leitura, e passa um bom tempo na calmaria, até que certo dia, suas visões passam a pertubá-lo, e ele novamente tem uma visão de que a turma toda de Chck, seu aluno, morrerá se forem comemorar a formatura numa lanchonete da cidade, pois esta seria atingida por uma raio, que a arrasaria por completo. Seu patrão, pai de Chuck, não acredita muito, mas depois da insistência de Jhon, e de seu filho, acaba por aceitar que a festa seja transferida para sua casa. Alguns dos amigos de Chuck aceitam, outros permanecem com os planos de irem à lanchonete, e o desfecho se dá conforme as previsões de Jhon, uma verdadeira catástrofe.

Depois disso, Jhon se reclusa ainda mais, e fica a cada dia que se passa com uma aparência pior, de aspecto doentio. Mas muita coisa ainda tem pra acontecer, e certamente o ponto alto do livro é quando John se vê numa situação quase de obsessão pelo atual candidato Greg Stillson, um homem capaz de tudo pra chegar ao poder, um reacionário, com uma pitada de fascista. Jhon se vê seduzido a ir num comício de Greg, e lá consegue tocá-lo, e a visão do futuro que ele teve não foi das melhores. Mas a grande pergunta é: o que Jhon fará com essa informação?

Bom, aí só lendo pra saber o final!

No mais, é um livro de uma leitura fluida, e que prende o leitor. Stephen sabe como dar uma liga a série de fatos e personagens que há no livro, e no final cada parte tem a sua significância, não deixando nenhuma ponta solta. Devo confessar que às vezes fica um pouco arrastado, mas logo dá pra superar esses pequeno entrave. Não é à toa que ele é o mestre do suspense e terror.



Espero que tenham gostado.

Abraços.

site: https://180graus.com/balaio-cultural/resenha-a-zona-morta-stephen-king
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Marlei 28/02/2018

Resenha: "A Zona Morta" (Stephen King)
Tradução: Maria Molina

Por Sheila: Oi pessoas! Resenha de livro M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O para vocês!! (ok, perdoem o entusiasmo, mas eu sou uma Kingmaníaca confessa) seguindo com esse presentão aos fãs do Stephen King preparado pela nossa querida Suma de letras.

Lançado originalmente em 1979 e adaptado para as telinhas em 1983, com o título um pouquinho modificado - "Na hora da Zona Morta" - esse pode ser considerado um dos clássicos de Stephen King, e talvez também uma das melhores adaptações para o cinema, o que pode ser explicado pela simplicidade do seu enredo.

Já no prólogo, ficamos sabendo que algo aconteceu a John Smith em janeiro de 1953, quando ele tinha apenas seis anos de idade, algo que talvez explique por que ele se tornou o que se tornou, mas uma daquelas narrativas bem ao estilo King: ele nos relata os fatos, e deixa a nosso cargo decidir no que queremos ou não acreditar.

- Ei moleque! - gritou alguém. - Sai da frente!
Johnny não ouviu. Estava conseguindo! Estava patinando para tras! Tinha pegado o jeito - de uma hora para outra. Tudo dependia do ritmo no vaivém das pernas ...
Chuck Spier viu o que ia acontecer. Ele se levantou e gritou:
- Johnny! Cuidado!
O pequeno John Smith ergueu a cabeça ... e um instante depois o desengonçado patinador, com todos os seus setenta e três quilos, bateu a toda velocidade contra ele.

E foi assim, num esbarrão quase bobo, que John bateu a cabeça pela primeira vez. Mas, como não pareceu nada grave e, apos um breve período de confusão o menininho levantou-se e voltou a falar como se nada tivesse acontecido, ninguém deu muita ênfase ao ocorrido. Na verdade, os pais de John nem chegaram a ficar sabendo.

Da mesma forma, os pequenos atos premonitórios que começaram a acompanhar John desde então passaram completamente despercebidos. Ora, saber a próxima musica a tocar no rádio não é considerado um ato premonitório sério, é apenas coincidência, e algo que afeta nada ou quase nada a vida de uma pessoa.

É apenas após o segundo acidente que a vida de John Smith realmente se modifica, e após a segunda pancada na cabeça.

Mais ou menos ao mesmo tempo, seremos apresentados a Greg Stillson, com seus 22 anos de idade no verão de 1955. Stillson vendia biblias, após seu negócio com pinturas de casas haver falido. Greg vivia como uma espécie de caixeiro-viajante, sempre na estrada. Começamos a descobrir que Greg talvez não seja uma boa pessoa quando, na ausência dos donos de uma fazenda que visitava, ele borrifa amônia no cachorro de guarda da familia, e depois quase o mata a pontapés.

Há algo de errado com John Smith, em sua cabeça, que o faz enxergar e saber coisas que não gostaria. Mas, definitivamente, há algo de errado com Greg Stillson, em sua cabeça. E ele fará de tudo para esconder isso das outras pessoas.

Algumas semanas antes, levara uma moça para o celeiro (...) Depois de ser possuída, a moça disse que teve a impressão de ter sido seduzida por um pastor. Então Greg a esbofeteou, ele mesmo não sabia por que. Deu-lhe um tapa e foi embora.
Bem, não.
Na realidade, ele deu três ou quatro tapas. Até ela começar a chorar e depois gritar pedindo socorro. Então ele parou e de alguma forma (teve que usar cada grama do charme que Deus lhe deu) conseguiu consertar as coisas com a moça. Foi nessa ocasião que sua cabeça começou a doer, os grão pulsantes e brilhantes disparando, dando cambalhotas no seu campo de visão. Ele tentou dizer a si mesmo que era o calor, o calor explosivo do celeiro. Mas não foi apenas o calor que fez sua cabeça doer: foi a mesma coisa que sentiu no pátio da fazenda quando o cachorro rasgou sua calça, uma coisa obscura e insana.
- Não estou louco! - gritou ele no carro.


Bem, Greg pode até não estar louco, mas certamente vemos aqui e em outras passagens subsequentes que, a fim de conseguir o que quer, acaba tomando decisões e atitudes no mínimo duvidosas. E, já aqui, percebemos que Johns Smith e Greg Stillson estão em rota de colisão.

Não sabemos onde, não sabemos como, e com certeza ainda não sabemos mas podemos adivinhar o por que: Greg Stillson é perigoso. Como isso vai acontecer, onde, quando, e quais serão as consequências desse encontro deixarei a você descobrir ao se aventurar nas 479 páginas de muito suspense, drama e angústia que King nos reserva neste livro.

Preciso dizer que eu super, hiper, mega recomendo? E preciso reafirmar meu infinito amor pela Suma de letras? Acho que não precisa, não é mesmo?


site: http://www.dear-book.net/2017/07/resenha-zona-morta-stephen-king.html
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Coisas de Mineira 15/02/2018

- Vá pra o inferno! - ela disse em tom alegre. - E ninguém vive pra sempre.

Digamos que vaze na internet a lista de compras do Stephen King ou uma receita de picadinho de carne que ele mesmo criou, talvez a sua lista de tarefas do dia, não importa o que seja, se foi o King que escreveu, irei ler e amar, é simples assim que funcionam as coisas entre nós dois. Todos os seu livros que li entraram para a minha lista de favoritos, e quando acho que já tenho meu favorito entre os favoritos, leio mais um e descubro que ele nunca vai parar de me surpreender e me tocar profundamente. A Zona Morta não me atraiu pela sinopse, confesso, não é a minha pegada temas sobrenaturais, mas ainda bem que ignorei totalmente isso e me permitir ler o livro confiando apenas na meu amor pelo autor, ainda bem.

- As vezes eu acho que nada é justo - disse ele. - A vida é dura. Ás vezes, você simplesmente precisa se contentar com o pouco que tem e tentar viver com isso. Vá e seja feliz.

"De vez em quando, nos anos que se seguiram, Johnny tinha pressentimentos - sabia qual seria a próxima musica no radio antes que o DJ tocasse, esse tipo de coisa -, mas nunca tinha relacionado aquilo com o seu acidente no gelo. Já tinha se esquecido dele." Johnny quando criança caiu no gelo e bateu a cabeça, porem se esquece dele antes mesmo de completar o colegial, talvez graças a este acidente ele consiga sentir algumas coisas, nada de muita importância como adivinhar os próximos numero da loteria ou salvar o mundo, basicamente, ele é só um homem normal, professor do ensino médio, filho único, com um bom relacionamento com os pais, começando um relacionamento com uma professora do seu trabalho, bem humorado e considerado mais simpático do que bonito.

Entretanto um dia no parque a sua vida muda completamente, e ele começa a sentir as coisas de maneira muito mais claras, pulsantes e vivas, durante alguns instantes chega a pensar que é sorte, pois poderia até mesmo fazer algum dinheiro com isso, mas não muito tempo depois desse dia no parque, Johnny conclui que não é nem de longe um homem sortudo e sim amaldiçoado. No caminho de volta, ele sofre um acidente quase fatal de carro e fica 4 anos e meio em coma, contrariando as expectativas de todos John acorda, e notoriamente já não é mais o mesmo, e isso não é dito por causa da sua aparência mais velha ou seu corpo mais magro, ele não é mais o mesmo pois o seu dom que antes era apenas uma pontinha apagada de sua personalidade, se torna mais ou menos tudo que ele é.

Tocar nas roupas das pessoas e de repente conhecer seus pequenos temores, pequenos segredos, seus insignificantes triunfos - isso era anormal. Era um dom anormal, era uma maldição.

Ao tocar nas pessoas Johnny consegue ver algumas coisas a respeito do passado, do futuro e até mesmo do momento presente, as vezes ele toca e não sente nada, outras ao apenas encostar em algo aleatório pertencente a alguém, é o suficiente para ele descobrir tudo, ou quase tudo, já que um pedaço das informações sempre parecem estar escondidas na zona morta. Cenas o invadem, o possuem, conjuram, e nesse instante não é só ele que sente a energia, quem é tocado também, o milagre de acordar de um coma trouxe para Johnny um dom que mais se parece maldição, sem contar com a dificuldade em voltar a sua vida apos tanto tempo longe de tudo, a dificuldade com as relações e em aceitar que o amor da sua vida seguiu enfrente.

Mesmo sem querer chamar atenção, John não consegue esconder o que sente ao tocar algumas pessoas, pois ele sempre escolher fazer o bem, mesmo que isso cobre um preço alto, o que acaba atraindo uma certa atenção entorno dele, alguns são céticos e mesmo assim acreditam, outros duvidam e falam calunias ao seu respeito, a grande maioria sente medo do que ele possa estar vendo ou revelar e pouquíssimas compreendem o peso que é não ser normal. No meio desse furacão que é acordar de um coma, reaprender a viver, aceitar o ciclo, e lidar com o seu novo dom e a publicidade encima de si mesmo, John tenta seguir sua vida da maneira mais normal possível, dando suas aulas e vivendo com seus pais na sua antiga casa.


"Ele a escreverá em um dos cadernos e sempre voltava a ela. Escreverá com letra caprichada e depois traçará um circulo triplo em volta dela, como que para encerrá-la. A perguntara era a seguinte: Se você pudesse entrar em uma máquina do tempo e voltar a 1932, mataria Hitler?"

Ao longo da trama, John sente o mal duas vezes, uma ao ter contato com a cena de um crime hediondo, outra a tocar a mão de um politico em começo de carreira, na primeira vez ele sabe que pode ajudar e o faz, mas deixa para a policia resolver o caso, na segunda, ele está sozinho, não pode contar para ninguém o que aconteceu e se contasse, quem acreditaria? Cabe apenas á ele a tarefa de salvar o mundo, pois de alguma maneira sabe que aquele politico em algum momento de sua vida politica alcançará o poder e quando isso acontecer, destruição, morte e guerras será a sua unica marca. Então meus caros, uma condição que no começo do livro poderia ser um dom, se torna uma praga que trouxe junto uma dura função.

O que mais me chamou atenção é que a história que nos contam na sinopse é apenas um pedaço do livro, não ele inteiro, sabiamente King nos coloca dentro da vida de John, no seu dia-a-dia, nos seus programas e no que viveu de fato até tocar aquele politico. Compartilhamos suas experiencias, amizades, a evolução dos seus sentidos, o amadurecimento dele como homem e ser humano, é como se fosse talvez uma biografia de alguém muito conhecido que ja sabemos o desfecho final, então lemos tudo que ele fez, sem tirar a sombra do conhecimento que temos do que irá acontecer com ele em determinado momento. A Zona Morta é triste, visceral e denso, ao mesmo tempo que é sobre amor, esperança e a leveza de aceitar com resiliência o seu destino.

Acredito que o embate final foi pouco explorado, foi rápido, não que tenha deixado a desejar, King jamais faria isso, mas poderia sim ter sido descrito em mais paginas, o fim da trama foi justamente o que esperei e desejei desde o começo, este livro é pra quem gosta de sobrenatural, mistério, misticismo, paranormal. Este livro é pra quem não gosta de nada disso (igual eu), mas não dispensa uma boa leitura fora da sua zona de conforto e se permite explorar outros palcos, sem medo. Leiam Stephen King. Descubram Stephen King. Se apaixonem e o deixem entrar em sua mente, é um presente maravilhoso do universo vivermos na mesma época que um gênio da literatura e a unica maneira de ser grato, é o conhecendo por inteiro.

Com carinho, Taay (:

Por: Taynara Vieira
Site: http://www.coisasdemineira.com/2017/07/resenha-zona-morta-stephen-king.html
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Dark 13/02/2018

Todos nós fazemos o que podemos, e isso tem de ser bom o bastante... E se não é bom o bastante, temos de continuar fazendo.
Esqueça tudo que a sinopse te diz. Não tem nada ali que te diga o mínimo do que o livro de fato é.

O decorrer de mais ou menos sete anos de vida de John Smith está no livro. Seu amor verdadeiro por Sarah e a recíproca dela. Sua separação abrupta causada por um terrível acidente de carro e quatro anos e meio de coma. Um poder que já havia estado em si de maneira mais básica, se libertando junto de sua mente do coma. As consequências disso na vida dele. Como ele é temido, adorado e odiado pelas pessoas, sem nunca ser entendido, a não ser pelas pessoas a sua volta, que pra ele é o mais importante.

O toque de mão com Greg Stillson apenas sela seu destino. Tudo vai muito além desse aperto de mãos. Não atoa ele acontece por volta da página 300/350 do livro. Tem muito mais.

Stillson é um Rennie (vide Sob a Redoma) em processo de criação. Um político manipulador e chantagista nato, e isso vem de sua essencia, nada além. Um maldito. E jhonny sendo quase o único que o vê dessa forma, vai atrás de por um fim no legado político de assenções que o maníaco teria. Atrás de interromper uma possível catástrofe mundial.

King é de fato um mestre. Um mestre desde o início, já que esse é um dos primeiros. O sofrimento de John em perder Sarah e com isso suas chances no amor, a tristeza de perder tanto tempo de sua vida, a revolta de ter sua privacidade comprometida por tablóides sensacionalistas que enganam pessoas crédulas ou até ingênuas demais, a angustia de ter que seguir em frente com aquele dom, ou maldição, tentando achar um motivo para aquele tipo de tormenta. Tudo é exposto e te faz sentir a pessoa John Smith por completo. Todas as atitudes dele são justificáveis e ver sua ruína é deprimente. Um livro completo de sentimentos ruins, mas repleto de amor sincero e paz. Se não de dever cumprido, de luta com todas as forças para chegar a tal.

Obs. Frank Dodd, o assassino maníaco é uma parte extremamente forte, que não deve ser lida sem a devida atenção. Não é algo extremamente relevante (bom, mais ou menos) na história de John, mas é uma parte bruta mas sensível da história. Se você não sente a dor e desespero daquela parte, um pequeno problema de moral ou de caráter você tem!
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Silvia.Leticia 09/01/2018

Avassalador
Não li muitos livros do Stephen King, tendo em vista que ele tem MUITOS livros, mas dos que eu li esse foi o que mais mexeu comigo.

No início achei a narrativa lenta por conta da demasiada descrição que fazia com que a história não desenrolasse, mas valeu a pena insistir.

Há muito suspense até a última página e a narrativa é muito bem construída, sem buracos... enfim... incrível!!!!!!!
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Paula.Jorge 04/01/2018

A zona morta
Stephen King sempre me envolve em suas histórias, sua maneira de contar nos permite se entranhar no enredo, sentir os cheiros, o tempo e o espaço que são descritos, de uma forma unica ele consegue nos prender e nos conectar aos personagens... e com A Zona Morta não foi diferente, com uma historia fantástica e sem as conveniências dos clichês eles cria um romance e um suspense bem caracteristicos do autor, por isso muito recomendado.
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Luan 01/12/2017

Stephen King e uma das gratas surpresas do ano
Fazer resenha de livro do Stephen King é, quase sempre, uma tarefa que parece redundante e repetitiva. Na maioria das vezes vou dizer que, sim, a história é ótima, a escrita é ainda melhor, e o encerramento poderia ser melhor. Em A Zona Morta, um dos mais antigos livros do autor, a situação praticamente se repete. Uma obra com um objetivo claro, uma história, para aquela época, bastante original, e muito bem contada. O autor já mostrava, desde o início, porque viria a se tornar o grande autor que é hoje.

A Zona Morta conta a história de John Smith, um rapaz até então normal, professor de escola, e em início de relacionamento com Sarah, também professora. E é em um desses passeios de começo de namoro que a vida dele vai mudar. Em um terrível acidente de táxi, John fica gravemente ferido, enquanto que o motorista perde a vida. O protagonista vai ficar em coma por quase cinco anos e quando acordar, já não vai ser tão normal quanto era anteriormente. O motivo, apesar de estar presente nas resenhas por aí, você só vai descobrir lendo o livro, pois é a parte mais interessante da leitura.

O mais bacana dos livros do King é como ele consegue ser verdadeiro e plausível em suas histórias, trazendo consigo discussões bastante relevantes. Que as histórias dele sempre flertam com o sobrenatural ou algo que vai além da nossa compreensão, todos já sabem. Mas King mistura a isso assuntos reais, como, no caso de A Zona Morta, fanatismo religioso, corrupção, política e tantos outros. Esse mix de ASSUNTOS, que à primeira vista parece uma confusão generalizada, nos dedos do autor se torna o seu maior trunfo.

É claro que o autor evoluiu sua escrita e a forma como contar e construir histórias, mas A zona morta chama atenção também pelo fato de como ainda em seus primeiros livros ele já apresentava uma qualidade impar e ainda características que levaria pela vida inteira em suas obras. O foco em contar a história com a qual se comprometeu é uma lição para muitos autores. A qualidade da escrita e o poder de desenvolver uma história com força para um ápice agitado estão ali presentes como em outras obras comemoradas.

Há, é claro, alguns problemas no percorrer do caminho. A história andou tão rápido que, sim, era possível que o livro pudesse ter mais algumas páginas para aprofundar algumas passagens importantes, mas que, aos meus olhos, foram trabalhadas de forma muito rápida. Queria, por exemplo, estar um pouco mais presente na mente do protagonista lidando com seus dilemas em relação ao que aconteceu com ele depois do acidente. Falo especificamente disso em situações da metade para o fim do livro, que me pareceu corrido. Há algumas decisões do autor que são bem diferentes do que eu estava esperando como leitor. Creio que King poderia ter transformado o livro em algo ainda mais grandioso.

Por fim, outro aspecto que quero citar são os personagens, que, novamente, são sempre muito bem construídos. Do protagonista à menor participação, eles são sempre muito reais e verdadeiros. Chamo atenção para a mãe do John, uma religiosa fanática que se assemelha a tantos casos que vemos no nosso dia a dia. Munido de todas essas armas fortes e perigosas, Stephen construiu uma das melhores obras que li no ano. Leve e forte ao mesmo tempo, A zona morta traz ao leitor aquilo que ele mais espera: reflexões e entretenimento andando um ao lado do outro. E ainda reforçou a admiração que sinto pelo autor.
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Dhiego 01/11/2017

A Zona Morta
Algumas histórias têm poder suficiente para não apenas nos fazer imergir em suas páginas, mas também para nos arrebatar enquanto lemos. Outras poucas histórias possuem o efeito singular de, ao virar a última página, simular o efeito de calmaria ou inércia, mas basta que retornemos algumas folhas que esse efeito se esvai, a ilusão se quebra como vidro e então afundamos abruptamente. O leitor é pego na armadilha. As emoções borbulham. Só há compreensão e satisfação.

A Zona Morta, livro escrito no final da década de 70 é uma das obras mais aclamadas de Stephen King, indicada, inclusive, para o Locus Award (1980) e adaptada para os telões em 1983 por David Cronenberg, contando com Christopher Walken no elenco.

A história gira em torno de John Smith, um jovem professor de colégio apaixonado por Sarah, também professora. Ainda quando criança, a Roda da Fortuna girou pela primeira vez para Johnny, quando ele se acidentou patinando, em janeiro de 1953. A Roda está sempre girando, e a sorte parece ter uma preferência. Mas há um preço e uma consequência.

“Os olhos eram os de alguém que tinha acabado de ver algo terrível se movendo, se esgueirando nas sombras, algo terrível demais para ser descrito ou sequer nomeado”.

Anos depois de seu acidente juvenil, as lembranças já se misturam e tudo parece menos importante e bastante enevoado. Foi durante a feira de Fryeburg, em espírito de Halloween, que a sorte mudou mais uma vez. Jogando na Roda da Fortuna, um jogo em que ganhava quem acertasse o número em que o disco pararia, Johnny misteriosamente parecia saber todos os números. Algo em sua cabeça acionava, um clique, e a sensação de certeza, de premonição surgia. Sarah passa mal durante a diversão — malditos cachorros-quentes! — e John a leva para casa, dirigindo o veículo da namorada. Com a noite um pouco estranha, ele decide deixá-la repousar e pega um taxi para a própria casa. E então a Roda gira outra vez. A sorte é da Casa. Johnny sofre um acidente.

O resultado de tudo isso são quase cinco anos de coma. Quando John Smith consegue retornar à consciência, os seus membros haviam atrofiado, o mundo havia mudado e a sua vida já não era a mesma. O acidente tomara muito mais que a sua saúde, mas também o presenteou com algo poderoso: com apenas um toque, Johnny é capaz de saber o passado ou o futuro das pessoas. Basta um toque e ele descobre mais do que jamais desejou. Para alguns, um dom abençoado, entretanto, para John, um poder demasiado sinistro.

“Todos nós fazemos o que podemos, e isso tem de ser o bastante... e se não é bom o bastante, temos de continuar fazendo. Nada jamais é perdido, Sarah. Não há nada que não possa ser encontrado”.



King mais uma vez entrega uma história extremamente fluida, cuja trama atrai magneticamente o leitor para as suas páginas. A narrativa é cheia de tensão e em certos momentos é capaz de hipnotizar, conforme a sua imersão no livro. A Zona Morta possui uma escrita deliciosa, evidenciando Stephen King em sua melhor forma.

Além da história, o que torna A Zona Morta tão interessante e agradável de ler é as suas personagens. King constrói personagens assustadoramente fiéis, com personalidades e psicológico extremamente críveis, embora haja um clima pincelado por elementos do sobrenatural, da fantasia e ficção científica. Dificilmente o leitor deixará de nutrir uma empatia profunda por Johnny Smith, ou consternação, compaixão por Sarah, de tão ricamente caracterizados pelo autor. Da mesma forma, Greg Stillson deverá ser capaz de estimular outros sentimentos ainda no início do lvro.

A ambientação ­— Castle Rock — é mais um ponto positivo a ser dito, assim como na maioria das obras do autor. Não é por menos que os seus livros costumam ser longos, já que King tem preferência em trabalhar sem pressa toda a ambientação e suas subtramas. O resultado é normalmente um livro denso, completo, dotado de uma facilidade tremenda em imergir o leitor na história. A Zona Morta não é prolixa ou cansativa, pois King aposta em uma história dentro da outra, o que confere fluidez e tensão à trama.

Terminei o livro com a sensação de que algo havia me escapado. Não conseguia dizer se eu havia gostado muito ou simplesmente gostado. Refleti durante certo tempo e então decidi pegá-lo e reler as últimas páginas. À medida que eu relia, assimilava as informações e as conectava com o início da história, e, admito, King mais uma vez conseguiu me emocionar.

“Não. Matar só faz nascerem novos dentes no dragão. É no que acredito. É no que acredito de todo o coração”.



Com um final que em um primeiro momento parece ser simples demais — mas não é; por isso uma releitura das últimas páginas é interessante —, King entrega uma obra tensa e atraente, com personagens profundos, poderosos e bem articulados. O Destino e a Sorte são peças importantes na trama, enquanto desenham um passado e um futuro frágeis como teias de aranha.

A Zona Morta, onde todas as coisas estão perdidas e a Sorte é trágica. Trata-se de um livro sobre até onde estamos dispostos a ir quando temos conhecimento dos segredos que antes eram ocultos, dos pesadelos que chafurdam no passado dos homens e do inferno que toma forma no futuro.

A Roda da Fortuna está sempre girando, girando e girando. Sorte e azar são irmãos. Quanto você está disposto a arriscar?

site: http://www.intocados.com/index.php/literatura/resenhas/950-a-zona-morta-stephen-king
Gabriel 02/11/2017minha estante
Foi tu que escreveu esse texto?


Dhiego 03/11/2017minha estante
Foi sim, Gabriel :)
Pq?


Gabriel 06/11/2017minha estante
Escreve bem.


Dhiego 07/11/2017minha estante
Ah, muito obrigado pelo elogio =)




"Ana Paula" 21/09/2017

Em Zona Morta vamos conhecer John Smith, um homem aparentemente comum. Um professor que está muito feliz com seu novo relacionamento. No entanto, John sofre um acidente e acaba em coma por quase cinco anos. Ao acordar, John vê sua vida completamente mudada e claro, a si mesmo.

John tem uma parte do cérebro, que batizou de Zona Morta, que não reconhece determinados objetos. Isso se deu ao fato de o mesmo ter sofrido um acidente quando ainda era criança, o que desencadeou esse dom, mas com menos intensidade. Se fosse só isso, ok, mas não é - depois do coma, ele passa a ter visões ao tocar as pessoas, detectando desde sentimentos até acontecimentos passados ou futuros.

"Mas essa teoria supõe que as pessoas com tendência a se recuperar de um longo estado de coma já sofreram algum tipo de lesão cerebral no passado... É como se o cérebro delas tivesse feito alguma adaptação como resultado do primeiro dano, uma adaptação que lhe permitiria sobreviver a um segundo."

A princípio, John não sabe o que fazer. Todos lhe dizem que seu dom é maravilhoso e, apesar dos pesares, John começa ajudar a quem precisa. Se torna uma pessoa pública, muitos vão atrás de seu "Dom" para explorá-lo ao máximo. Cansado dessa vida, John se esconde na casa de um aluno que tem dificuldade em aprender, ajudando com aulas particulares.
Mas nem tudo são flores neh? Na formatura de seu aluno, John prevê um acidente, mas nem todos os convidados acreditam e várias pessoas morrem.
Em outro momento, ao apertar a mão de um político, John tem a visão mais catastrófica que poderia ter. Uma série de acontecimentos sinistros que ocorrerá caso o mesmo seja eleito. E essas consequências envolvem mundo inteiro. Se esse homem for eleito ele levará o mundo a vivenciar uma guerra nuclear devastadora. Quem mais poderia impedir os acontecimentos que estão por vir além de John? Ignorar suas visões não é uma opção já que as mesmas se mostraram sempre certeiras.
Como John vai reagir e enfrentar o que está por vir? Bem, vocês terão que ler para saber!
Narrado em terceira pessoa, Zona Morta cria uma trama familiar em volta do personagem principal, John Smith. Vamos conhecê-lo a fundo, tornando-nos parte de sua história. O enredo não trás o terror arreganhado que estamos acostumados nos livros do autor, mas um suspense sobrenatural regado a muito drama.
Todo o enredo foi criado para surpreender o leitor. Com sua escrita calma e detalhista, nós não imaginamos o que está por vir até acontecer. King abusa de sua escrita marcante para nos prover um contexto rico e coerente.

"(...) é melhor que certas coisas não sejam vistas e é melhor que outras não sejam encontradas."

Zona Morta teve sua primeira publicação em 1979 e, mesmo com todos esses anos nas costas, a história não deixa de ser satisfatória. King coloca elementos que fazem com que o leitor analise a própria sociedade e os governos atuais.
A nova edição publicada pela Suma de Letras está linda; possui boa diagramação e a capa condiz com o enredo apresentado.
Do mais, só posso indicar e torcer para vocês gostarem tanto quanto eu gostei. É um livro extenso, a paciência é primordial para que o leitor desfrute das partes mais lentas que acompanham o enredo. Mesmo assim, vale a pena cada página lida. King é maravilhoso e suas histórias, incríveis!

site: http://livrosdeelite.blogspot.com.br/2017/09/resenha-zona-morta-stephen-king.html#.WcO1rtWPLDc
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ViagensdePapel 28/08/2017

Stephen King não era um autor que eu tinha o hábito de ler. Todavia, nos últimos tempos acabei dando oportunidade para algumas obras clássicas do autor, que me fizeram ter outra dimensão do seu trabalho. Só esse ano, foram três leituras feitas do autor, sendo duas muito boas e a terceira aquela que venho aqui comentar sobre. A zona morta é um dos clássicos do autor, que ganhou uma nova edição, diga-se de passagem, muito mais atrativa.

Depois de quatro anos e meio em coma por causa de um acidente de carro, John Smith acorda acompanhado de poderes inexplicáveis. O passado, o presente, o futuro, nada está fora de alcance. Basta um toque e ele descobre mais do que jamais quis sobre as pessoas. O que pode parecer para o mundo um dom, para John é apenas uma maldição. Ele não desejou isso, e no entanto, não pode se livrar das visões. Logo, o que fazer quando, ao apertar a mão de um politico em início de carreira, John prevê o que parece ser o fim do mundo?

As propostas de Stephen King são um pouco diferentes do convencional. Para quem tiver interesse, Sobre a escrita é um bom livro para situar a obra do autor no tempo, associando a sua trajetória individual. Nesse sentido, A zona morta foi escrita num período de efervescência criativa, por volta dos anos 80 e até hoje é lembrado como um dos mais fantásticos livros do autor. No entanto, o que poderia ser algo bem trabalhado, tornou-se extenso e um pouco cansativo.

Apesar da sinopse ser direta e pontual, o desenvolvimento do livro se mostrou mais amplo que eu imaginava. E foi justamente nesse ponto que me desagradou. Não sou uma pessoa que se anima a ler livros extensos, a não ser que goste do autor ou algo do tipo. A zona morta tem quase 500 páginas, mas que poderiam ser resumidas um pouco. A primeira parte até o momento em que John acorda com poderes flui de maneira satisfatória. O que vai causando um certo estranhamento é a parte final do livro. O ponto alto da história, que na sinopse é a pergunta deixada ao final, ocorre apenas no último terço do livro e demora muito para ganhar fôlego. O que acontece? A leitura se mostra arrastada e um pouco cansativa.



Leia a continuação da resenha, acesse o link abaixo:

site: http://www.viagensdepapel.com/2017/08/27/resenha-a-zona-morta-de-stephen-king/
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Erika 12/08/2017

Fenomenal!
Mais um livro do King para a conta!
Mais uma história que me impressiona e me deixa feliz por ter lido. King sempre mantém o clima de mistério e enreda o leitor da primeira à última página.

Em A Zona morta temos Jonny. Um sujeito normal, professor, tem família, uma namorada e uma vida normal. Depois de uma noite de muita sorte num parque de diversões onde ganhou uma grana na Roda da fortuna, parece que ao sair de lá vem o revés. Jonny sofre um acidente que o deixa em coma por 4 anos (não é spoiler por que já vem informando na resenha do livro). Quando acorda percebe que não só o mundo mudou, coisas aconteceram , tecnologias surgiram, mas ele mudou também. Em algumas situações ao tocar as pessoas ele sente que ganhou poderes paranormais. Pode ver coisas do passado delas, ou evitar desastres futuros.

Como lidar com isso?
E se fosse cada um de nós com esses poderes? Que pode ser uma benção ou uma maldição.

Um livro maravilhoso. Para refletir sobre nossas próprias escolhas.
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