As Brigadas Fantasma

As Brigadas Fantasma John Scalzi




Resenhas - As Brigadas Fantasma


34 encontrados | exibindo 16 a 31
1 | 2 | 3


Lismar 23/08/2018

Uma Bela Space Opera.
Acabei de ler As Brigadas Fantasma. Achei melhor que a Guerra do Velho, a trama prende mais a atenção e Scalzi está mais confortável com o universo que criou.
A obra possui um ritmo muito bom, apesar de ter bem menos ação- o que é condizente, já que é centrada nas Forças Especiais - que sua edição anterior, mas quando acontecem são magníficas. O final é de tirar o fôlego, imagino quão magnífico seria uma adaptação cinematográfica daquela "chuva" no final do livro.
A história centra-se na descoberta de uma conspiração cósmica contra a União Colonial organizada por três raças alienígenas e 1 humano.
A escrita é bastante fluida gostosa de ler. E quando menos percebe, já devorou mais de 100 páginas.
Para quem gosta do gênero de ficção científica é um prato cheio.

Espero que a Aleph publique logo os outros livros da série.
comentários(0)comente



Juniorlima 12/10/2017

Não espere por uma continuação direta de Guerra do velho
Leitura concluída.
As Brigadas Fantasma convence como excelente livro de ficção científica. Boa história, personagens bem trabalhados, operações especiais em planetas. Tudo bem desenvolvido e amarrado. Mas não vejo como continuação de Guerra do velho. No máximo ambientado no mesmo mundo e com algumas referências e citações de personagens do anterior. Guerra do velho tinha um humor que está ausente aqui. O contexto é diferente, claro, mas aquele humor era um charme que tornou a leitura especial. Como ficção científica recomendo. Como continuação de Guerra do velho deixou um gosto de "faltou algo".
comentários(0)comente



B.B. 14/01/2018

Scalzi segue com sua escrita envolvente e personagens cativantes
Se os 2°s livros/filmes/discos que sucedem um sucesso normalmente são inferiores, essa regra não se aplica nesse caso. Em "As Brigadas Fantasma", John Scalzi eleva a temperatura da guerra entre mundos, apresenta bons personagens e novos conceitos scifi com sua escrita fluida e envolvente. Recomendo! #asbrigadasfantasma #johnscalzi #guerradovelho #oldmanswar #theghost brigades
comentários(0)comente



gabilemos 15/09/2017

“Quais os limites da individualidade humana e suas identidades?”
Ainda me lembro como me grudei a Guerra do Velho e como John Scalzi tem uma escrita leve e, ao mesmo tempo, pode tocar em assuntos densos. Imediatamente comecei The Ghost Brigades ano passado, mas com as correrias da vida estudantil terminei me distraindo com outras leituras, mas quando o livro foi lançado aqui, foi compra imediata.
O livro se passa alguns anos pós Guerra do Velho, temos Jane Sagan como meio de ligação entre as duas obras, as Brigadas Fantasma é um dos fatores que mais deixa o leitor intrigado, como eles surgem e como é o processo de treinamento deles. Entretanto, como colocar essas respostas em um livro?
É simples! É só colocar três raças contra uma!
A mistura de questionamentos existenciais com plots de guerra espacial e controversas presentes na figura a qual os personagens servem é algo arriscado,pois fica a dúvida de como esses três fatores se equilibrarão. Acho que por isso a Aleph tomou cuidado quanto a sinopse do livro,porque o elemento chave que nos faz ler o livro é um spoiler.
Temos um traidor, e o protagonista é derivado do traidor. Você se pergunta: o quê? Como assim?
Quem é Jared Dirac? Quem é Charles Boutin?
A ultrapassagem de barreiras éticas é enorme, consciências artificiais, a ideia de “criar humanos”, a importância de lembranças na formação do indivíduo e até no seu diferencial em relação ao outro. Por exemplo, será que eu posso me apegar a alguém, sabendo que esse alguém é relacionada a pessoa ao qual fui copiado? Isso nos dá uma complexidade aos personagens, agora eles não são só soldados espaciais, e sim seres humanos, mas até que ponto eles são humanos de verdade?
O fato da Jane estar presente no livro mostra um equilíbrio nos dilemas pessoais dos membros da Brigada Fantasma, ela está diferente, afinal a conclusão da Batalha de Coral mostrou um ponto fundamental para ela, e que vai impactar os outros livros da série. Além disso ,ela é fio condutor entre dois núcleos do enredo e meio que nos representa no plot da história. Ela tenta ao máximo compreender ele,mesmo com suas limitações e suspeitas em relação a tudo,inclusive as Forças Coloniais de Defesa.
A Brigada Fantasma é um núcleo de personagens a parte, a ideia de conexão e camaradagem entre eles é algo que é diferente dos real natos e também com seus níveis e pesos determinados, é como se vivessem numa cultura diferente, então linguagem e valores morais são diferentes e até prematuros, por assim dizer.
A tríade Mente|Alma|Corpo é o elemento chave de entender tudo o que está no livro, como as raças alienígenas divergem entre si? O que diferencia um real nato de um soldado criado expecialmente para batalhar? O que diferencia o criador de uma criatura? E o autor consegue nos fazer pensar como essas três palavras dialogam entre si e mostrando que é muito além disso.
Sem contar com os constantes diálogos com elementos da cultura pop, ajudando o leitor a se situar nos questionamentos levantados durante a obra. As Brigadas Fantasma se diferencia de Guerra do Velho pelo olhar, comparar as duas obras é meio que imaturo, já que são enfoques e pontos de vista diferentes, apresentar algo é diferente de aprofundar esse algo. E isso John Scalzi fez perfeitamente.
Que venha a Última Colônia!

site: http://wondergeek.com.br/as-brigadas-fantasma-quem-sou-eu-quais-sao-minhas-escolhas/
comentários(0)comente



Alan.Uemura 06/01/2019

Sequência de A Guerra do Velho é superior ao primeiro livro
Livros devem serem lidos com calma. Em um local relaxante e silencioso. Errado! Principalmente se estivermos falando de As Brigadas Fantasma de John Scalzi. Este é um livro viciante e impossível de parar de ler.

É daqueles que você inicia no café, continua lendo ao escovar os dentes, no caminho para pegar o transporte, dentro do transporte e não dá para largar.

Sequências são difíceis de superarem as obras originais. Mas existem exceções. E isto acontece com este livro, se podemos dizer que As Brigadas Fantasma seja realmente uma continuação.

Este segundo livro está mais para uma aventura independente.

site: http://fndom.club/2017/10/09/as-brigadas-fantasma-sequencia-de-a-guerra-do-velho-e-superior-ao-primeiro-livro/
comentários(0)comente



Bruno Venâncio 10/09/2018

Genialidade!
Um dos livros com a maior genialidade que já vi, uma história marcante cheia de conexões surpreendentes e inesperadas que prendem o leitor, não permitindo que ele pare de ler. As críticas que flutuam entre a realidade e a criação da realidade que a humanidade faz em relação ao Universo e que obviamente se reflete no sistema internacional terráqueo de nosso mundo atual são espetaculares, sem falar na construção de outros culturas não humanas, que mesmo não totalmente aprofundadas por motivos óbvios, são profundas, nos levam a questionar, bem como quebram o status quo de pensamento humano-ocidental sobre várias questões. Obra magnifica, que consagra a série Guerra do Velho, e misture isso com uma pitada de humor que torna o livro leve. Excelente.
comentários(0)comente



Grazy Souza 08/11/2017

Finalmente terminei a sequência do excelente Guerra do Velho, As Brigadas Fantasma. Como me obriguei a não ver nem resenha, nem sinopse do livro, eis minha surpresa quando vi que não teria John Perry na história. O negócio aqui agora é com a intrigante divisão de infantaria, As Brigadas Fantasmas que, como o nome propõe, é secreta, e seguiremos Jane Sagan, uma das personagens mais misteriosas e legais do primeiro livro.


Na trama, as Jane descobre um plano para ferrar a Terra. O intento desse plano é nada mais, nada menos que sumir de vez com todos os humanos. Ele foi desenvolvido por três raças alienígenas que se aliaram só pra isso! E, claro, uma ajudinha interna que estará sendo seguida por Jane. Para isso, o exército cria, após um processo inédito de transferência de consciência entre humano e máquina, um clone da consciência do traidor para rastrear seus passos e impedí-lo. E é neste clone, Dirac, e em Jane que o Scalzi foca sua narrativa.

Dentre tramas políticas e abordagem dos conteúdos inerentes às melhores ficções científicas, como questionamentos sobre o eu, o coletivo e os limites da moral para se chegar aos seus objetivos, nós vamos sendo apresentados ao treinamento e construção dos soldados dessa brigada. Apesar dos diálogos e questionamentos filosóficos, com certeza a melhor parte é ver a construção dos personagens. E é disso que esse livro se trata: desenvolver as características de seu elenco.


Claro que temos também maior desenvolvimento do mundo complexo e interessante que Scalzi começou a criar em Guerra do Velho. É digno das grandes obras como Fundação, de Isaac Asimov. Tem suas próprias raças, planetas e leis. Tudo isso torna a narrativa dinâmica, apesar de ter bem menos ação que o primeiro. A leitura é fluida, envolvente e surpreendentemente divertida (eu realmente não achava que dava pra se divertir lendo sobre crises existenciais).

Veja mais no link

site: http://cantaremverso.blogspot.com.br/2017/10/resenha-as-brigadas-fantasma-scalzi.html
comentários(0)comente



Fernanda 23/10/2017

As brigadas fantasma
Resenha no blog

http://www.segredosemlivros.com/2017/10/resenha-as-brigadas-fantasma-john.html

site: http://www.segredosemlivros.com/2017/10/resenha-as-brigadas-fantasma-john.html
comentários(0)comente



Luke 09/03/2019

Amadurecido
Li logo após A Guerra do Velho, seu antecessor, e percebi grandes diferenças. A principal é a escrita do autor, que evoluiu bastante. O vocabulário ficou mais rico, os personagens mais detalhados e mais desenvolvidos e a história bem mais clara e melhor estruturada. A cena inicial, do jeito como o narrador enganou e manipulou o leitor, foi sensacional. A falta de boas descrições das espécies alienígenas e dos planetas persiste.
Enfim, é um universo bastante interessante e o livro trouxe várias discussões pertinentes sobre individualismo, identidade e existência. Os detalhes científicos são riquíssimos e muito verossímeis.
Dizem que pode se ler esse livro sem ler o anterior, por ele revisar algumas informações. Mas eu não indicaria, pois a história traz vários spoilers.
comentários(0)comente



Jefferson Alberto Ferreira 25/01/2019

Bom entretenimento.
Mesmo nível do primeiro. Ou quase. Menos humor e ação, mais aprofundamento nas tecnologias e estruturas sociais das raças.
comentários(0)comente



Willianpm 10/01/2018

Leitura rápida e bem direta
Não é uma sequência direta de Guerra do Velho, mas se passa logo após os acontecimentos dele. No primeiro livro conhecemos bem pouco sobre a Brigada Fantasma, desta vez seremos aprofundados, vamos ficar sabendo como eles ganham vida, como crescem, como é o seu treinamento entre muitas coisas.

O autor mantém aquela mesma escrita corrida e direta do primeiro livro. A história é cheia de tramoia, com aos humanos sempre usando de espionagem para se manter na vanguarda da guerra contra outras raças. Com isso descobrem que algo fora do normal esta acontecendo, três raças se juntando para combater a raça humana.

Esta obra acabou não me pegando, quando finalizei a leitura de Guerra do Velho lá em 2016, eu fiquei fascinado pelo autor, e fiquei querendo muito ler outras obras dele. Apesar de a Aleph ter prometido trazer a sequência, estava demorando tanto que eu já até duvidava que viesse. A repercussão do primeiro livro foi muito boa, e a crítica amou, então não tinha como não trazer.

Mas gostei tanto de Guerra do Velho que cheguei com as expectativas lá no alto para ler As Brigadas Fantasma, e isso com certeza influenciou na hora da leitura, comigo, ficando em certo ponto frustrado. Não achei a história cativante como no primeiro, imagino que isso se deve ao fato que aqui já conheço o mundo criado por Scalzi, diferente do primeiro, que tudo era uma novidade.
comentários(0)comente



Roberto Padilha 28/10/2017

Eu acho muito engraçado quando alguém fala que não gosta de livros de ficção científica e fantasia porque "prefere ler sobre coisas reais". Ou porque acha ridículo acreditar em histórias mirabolantes sobre raças, planetas e coisas que jamais irão existir.
Bom, poucas coisas são tão reais ou urgentes no mundo em que vivemos do que o entendimento de senso de identidade e a importância de compreender a natureza das escolhas que fazemos, e daquelas que outros fazem por nós.
John Scalzi faz isso de maneira brilhante em uma história cheia de tudo aquilo que me faz gostar tanto de ficção científica e dos seus livros, com um senso de humor sempre no ponto e com uma história muito divertida, mas cheia de camadas e pontos de reflexão.
Talvez eu seja muito burro, ou muito infantil, mas é sempre melhor pensar em coisas importantes da vida, através de histórias fantasiosas e irreais. Mal posso esperar pelo próximo.
comentários(0)comente



Gisele @abducaoliteraria 14/11/2017

"A tecnologia humana era boa, mas a arma que importa, no fim das contas, é aquela que fica atrás do gatilho".
Quando você gosta muito de um livro, fica difícil controlar as expectativas quanto à continuação. Guerra do Velho não foi só o responsável por iniciar a minha vibe sci-fi, mas também um dos livros mais divertidos que li em 2016.

Eis que a tão aguardada continuação chega ao Brasil e acabei me deparando com algumas críticas negativas, de pessoas que assim como eu, tinham adorado o primeiro livro.

Além do procedimento de controlar as expectativas, decidi me esquivar das demais opiniões e tentar apreciar a história do zero, sem ficar comparando com Guerra do Velho. O que não foi difícil, já que a história não apresenta uma continuação direta, mas uma trama independente e com um novo protagonista.

Devo dizer que a princípio me deparei com um início fantástico, o que dificultou um pouco para manter as expectativas controladas, mas felizmente, o nível da história não diminuiu e ela conseguiu me agradar muito.

Conforme o próprio nome do livro diz, nesta história passaremos a conhecer um pouquinho mais sobre As Brigadas Fantasma, que são formalmente intituladas como as Forças Especiais das FCD (Forças Coloniais de Defesa). Estes soldados são criados a partir do DNA dos mortos - pessoas que se alistaram, mas que morreram antes dos 75 anos - e são transformados em soldados aprimorados que são destinados às missões mais difíceis e fatais pelas FCD.

"Somos projetados para sermos mais fortes, rápidos e espertos que outros seres humanos. Mas somos assim como consequência do que nos torna diferentes. O que nos torna diferentes é que, entre os humanos, somos os únicos que nascem com um objetivo. E esse objetivo é simples: manter os seres humanos vivos neste universo".

Após a descoberta de uma conspiração contra a humanidade, envolvendo três raças e um humano traidor, a União Colonial - governo que opera fora da Terra, lida com alienígenas e organiza as colônias de humanos em outros planetas - segue para tentar descobrir que tipo de ameaça as raças representam à humanidade e as motivações que fizeram o humano trair a própria natureza. E mais do que isso, é preciso descobrir a importância das informações que o traidor revelou aos inimigos e o quanto a humanidade deve teme-los a partir daí.

O traidor em questão é Charles Boutin, um dos cientistas mais importante e inteligente da União Colonial. Ele é capaz de colocar toda a raça humana em risco através do seu amplo conhecimento.

Uma das possíveis formas de conseguir respostas, é através de Jared Dirac, criado a partir do DNA e consciência de Boutin, com o intuito de acessar as informações do cérebro do traidor e repassar as informações. A princípio, o plano dá errado, porque Jared Dirac nasce aparentando as características de um soldado comum, desprovido de conhecimento e lembrança. Ele então é resignado para As Brigadas Fantasma sob os cuidados da tenente Jane Sagan (lembram-se dela?) , como um novo soldado, mas com grandes probabilidade de assim como Boutin, se tornar um traidor.

Conforme previsto, aos poucos a consciência de Boutin emerge e deixa Jared confuso, com lembranças e sentimentos que não lhe pertencem, resultando em um conflito interior de intenções e motivações.

"- Lembre-se de quem você é – disse Cainen. - Lembre-se de que você não é ele. E lembre-se de que você sempre terá uma escolha".

Depois de finalizar a leitura, finalmente me permiti fazer comparações entre Guerra do Velho e As Brigadas Fantasma. Compreendo as frustrações de quem iniciou a leitura querendo algo no mesmo estilo do primeiro livro e acabou se deparando com uma história mais lenta, com mais conflitos cognitivos e interpessoais.

Em contrapartida, além de estarmos no mesmo universo, também contamos com a presença gratificante de alguns personagens da história anterior, como por exemplo, Jane Sagan - na qual a propósito, virei fã. O humor prazeroso continua presente, tanto em situações embaraçosas e extremamente cômicas, quanto equilibrando momentos de maior tensão.

Jared Dirac também é muito diferente de John Perry, e digo que adorei as características do novo protagonista. Em meio à uma atmosfera tensa de conspirações, traição e guerra, visualizamos a maior parte da história sob o ponto de vista de alguém que foi despejado dentro dessa situação, e com a inexperiência e ingenuidade de Jared, vamos evoluindo junto com ele no decorrer da história.

As Brigadas Fantasma apresenta momentos de tensão e ação - mesmo este não sendo o forte da história. A narrativa continua deliciosa, fluida e descontraída, com diálogos divertidos e cheios de sarcasmo.

"Imagine se toda espécie se batizasse com seu maior defeito? Poderíamos chamar nossa espécie de arrogância".

Uma curiosidade particular bem interessante foi que minha leitura anterior à esta foi Frankenstein de Mary Shelley, e em As Brigadas Fantasma temos bastante referências sobre esse livro. Há inclusive algumas discussões sobre ele entre as Forças Especiais, que se comparam à criatura criada por Victor. Ter lido o clássico antes fez toda a diferença para entender melhor esta parte do livro, além de dar um toque especial à leitura.

Algo que não aprovei muito e motivo por eu ter tirado meia estrela do livro, foi que em determinados momentos a história era paralisada para entrar alguma explicação sobre o universo ou as tecnologias. Não atrapalhou muito a narrativa, mas como sei que Scalzi é capaz de fazer melhor do que isso, foi algo que me desapontou um pouco.

O final foi muito mais do que satisfatório, um pouco agridoce, mas acho que Scalzi encontrou a melhor solução para o que estava acontecendo. A primeira coisa que pensei quando terminei a leitura, foi "eu preciso de mais Scalzi", e me arrependi instantaneamente de ter lido esse livro tão rápido.

Mesmo você podendo ler As Brigadas Fantasma sem ter lido Guerra do Velho, eu não recomendo, porque nesta continuação temos várias referências do que aconteceu no arco anterior, e se você sentir vontade de ler Guerra do Velho depois, não será a mesma coisa.

Recomendo essa série para todos que curtem sci-fi, ou que sentem vontade de se jogar neste gênero, mas não sabem por onde começar. O universo criado por Scalzi é incrível, abundante e muito divertido. ;)

site: http://abducaoliteraria.com.br/
Fernando Lafaiete 14/11/2017minha estante
Também adorei o primeiro livro. Ainda não tive tempo de ler esta continuação; mas estou bem ansioso!!


Alex 13/01/2018minha estante
Acabei de ler e gostei muito.




Gokuafricano 22/11/2017

Continuação parcialmente direta
O livro me pareceu "não planejado". (Autor deve ter pensado: O 1º foi um ótimo livro, vendeu bem, agora vou fazer uma continuação). Digo isso pois ausência de alguns personagens não é explicada.
Isso deixa o livro abaixo das expectativas, contudo não tira seu brilho.
O senso de humor continua, ainda contem temáticas futurísticas e controversas, dramas políticos e bélicos assim como os ótimos diálogos.
Ao final é um bom livro recomendado a todos.
comentários(0)comente



João Luiz 08/11/2018

Na continuação de "A Guerra do Velho" o autor traz Jane Sagan, ela faz parte de um grupo de elite das Forças Colôniais, ela usa o corpo melhorado da esposa de John Perry. Gostei mais do primeiro volume, mas esse também é um ótimo trabalho, onde a história toma um rumo diferente, abrindo ainda mais possibilidades para continuação e nos deixa muito curiosos em conhecer ainda mais as sociedades que estão no universo criado por Scalzi.
comentários(0)comente



34 encontrados | exibindo 16 a 31
1 | 2 | 3