A Ordem dos Clarividentes

A Ordem dos Clarividentes Samantha Shannon




Resenhas - A Ordem dos Clarividentes


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Belah 26/09/2021

Eu tô simplesmente apaixonada com essa saga!
O inferno é que não traduziram todos os livros já lançados, então vou precisar ler o resto em inglês.
Amei demais esse livro, talvez mais que o primeiro, e espero do fundo do meu coração que o Mestre e a Paige fiquem juntos auahsuabaus
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Bruna Aguiar 07/07/2021

Sensacional!
Um dos pontos que mais dou valor em qualquer livro de fantasia é a construção de mundo, e o que a autora fez nesse livro, expandindo esse mundo e regras que ela já havia estabelecido no primeiro livro que cercam paranormais é impressionante. Paige amadureceu muito durante a história, mesmo que ela ainda seja ingênua em certas questões, isso só a torna ? no meu ponto de vista ? mais humana e a cometer erros como qualquer outro, ainda mais, com tanta pressão em suas costas, no qual a faz questionar suas relações interpessoais assim como questionar a si própria e suas ações. Eu já havia colocado o primeiro livro no top 3 dos melhores que li esse ano mas essa continuação roubou o lugar facilmente. Estou ansiosa para o que vem a seguir.
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duck 28/06/2021

samantha shannon eu quero todos os livros dessa série agora
sinceramente eu amo esse universo. ele é tão rico e cheio de detalhes que eu queria poder me debruçar em todos os livros de uma vez, mal posso esperar pra ler as continuações, mas estou tentando diminuir o ritmo pra ir aproveitando os personagens enquanto a autora ainda vai lançando as continuações
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naicaroline 11/06/2021

QUE LIVRO
Pra mim essa continuação dá de 10-0 pro primeiro livro!! Embora a leitura até 30% do livro seja arrastada e parada vale a pena continuar pq depois tudo muda e te deixa preso nos acontecimentos.
Aqui a gente tem Paige tendo que lidar com a vida dela em Londres depois de escapar da Sheol 1 e com o que pode acontecer futuramente com Nashira atrás dela!!
Esse livro trouxe mais política, como funciona a sociedade, a sujeira entre mime-lordes e mais dinâmica entre os personagens, muitas reviravoltas!! Eu amei e tive alguns momentos de surtos com o rumo da história (por exemplo o final!!!!).
Arcturus e a Paige sendo possível casal?. quero isso acontecendo com ctz!!
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Meowjess 07/03/2021

.
Bom, eu demorei mais do que o necessário para ler esse livro, não sei se pela minha rotina cheia ou porque ele REALMENTE foi mais lento no desenvolvimento. Demorou para "andar as coisas" porém quando começou, MEU DEUS, amei como a personagem desenvolveu seus poderes e como ela mesmo começa a se encontrar, a relação com o Nicks é maravilhosa, apesar de (segredinhoaqui) queria real que eles ficassem juntos. E o final? MANOO...... Sensacional, esperando o lançamento do terceiro em PT BR
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Juliana.Alves 14/07/2020

Maravilhoso
O unico problema desses livros é que ainda faltam muitos para serem lançados! O livro é otimo, e muito bem escrito
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julia 21/06/2020

Resenha: A Ordem dos Clarividentes
A Ordem dos Clarividentes começa bem onde o livro anterior terminou e é uma leitura bem mais fluída. O mundo continua sendo mega detalhado e complexo mas não de uma forma densa e chata de ler. O ritmo é meio devagar e as coisas demoram um pouco para acontecer, mas ainda assim é uma leitura envolvente.

O desenvolvimento dos personagens é muito bom. Muitos dos personagens secundários do primeiro livro são mais desenvolvidos aqui e a Paige continua a crescer como pessoa e a mudar por causa disso.

O romance ainda é o grande problema. Ele não é o foco do livro então não tive que aturar muitas cenas disso e aproveitei a ação e todas as revelações no final.
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Tamirez | @resenhandosonhos 07/08/2018

A Ordem dos Clarividentes
Temporada dos Ossos foi uma confusão mental. A ambientação do livro era caótica, havia muita coisa a ser absorvida e tenho certeza que deixei passar várias coisas em função disso. Mas, diferente dele, A Ordem dos Clarividentes está mais conciso e alinhado, sem ter também alguns defeitinhos. O principal ponto é que a autora deixou de lado toda a classificação que insistia em retomar toda vez que inseria um novo personagem, pra dar mais atenção à história em si, não sendo mais necessário compreender exatamente a habilidade de cada pessoas pra entender o seu papel na trama.

Sem todo aquele mar de informação a narrativa deveria ficar mais leve, porém a primeira metade do livro é, na verdade, bem massante. É um período de preparação para a real ação e deixou a leitura lenta e até um pouco desinteressante, pois há uma lentidão nos atos e uma indecisão por parte de Paige. O que salva é o fato de termos algumas explicações específicas que ajudam a ambientar ainda mais, sem ser somente via terminologias soltas.

“A clarividência nem sempre existiu, então.”

Não estando mais tão perdidos é mais fácil aproveitar a história, e é por isso que queremos ver as coisas acontecendo logo. Dentre essas coisas, quero ressaltar que achei a sinopse com um certo spoiler e fiquei o tempo todo esperando que aquilo acontecesse. Conforme o livro andava, me dei por conta que seria parte do final e não do começo do livro, o que o tornou com menos “graça” do que deveria. Então, caso você ainda não tenha lido, pule a sinopse.

Paige parece mais alinhada também. No primeiro livro o “Mestre” a estragou um pouco e ela foi bem linear e previsível em seus ator bancando a “rebelde”. Aliás, é possível ver o quanto ela ficou marcada, pelo fato de seguir chamando ele de mestre mesmo depois de estar livre. Essa nomenclatura e a relação deles me incomodou muito em Temporada dos Ossos e ver isso trazido aqui fez com que eu revirasse os olhos profundamente. Porque, diabos, você segue chamando o Arcturus assim? Chame pelo nome, ele não é mais seu dono. Acho que isso, junto com Jaxon Hal, mostra a sua única grande incoerência nessa história. Afinal, do mime-lorde ela está de saco cheio, mas o outro segue sendo mestre. Vai entender (sim, é uma questão de boba apaixonada, mas não quero entrar muito nesse tópico, pois romances assim me deixam irritadíssima).

“Arcturus Mesarthim pertencia aos salões de Magdalen, a cortinas vermelhas, conversas e músicas de um século atrás à luz de lareira. Era quase impossível imaginá-lo andando pelas ruas de Londres.”

E aqui finalmente entendemos melhor como funciona essa organização do submundo que é dividida por áreas e líderes mime-lordes. Aliás, o grande foco desse segundo volume fica em compreender essa estrutura e como ela deveria ser usada na luta que está por vir. Enquanto houve grande foco nos Rephaim em Temporada dos Ossos, aqui nos voltamos para os Clarividentes que resistem, protegem e comandam aqueles que tem o dom.

Eu gostei bastante da construção de mundo do primeiro livro porque ela era bem diferente, apesar de confusa. E aqui foi muito mais fácil caminhar pela história, como se eu já conhecesse esse universo que me deu tantos nós no primeiro volume. Acho que há um amadurecimento na escrita da autora também e no direcionamento do que é mais importante focar. Essa trama também não está assim tão previsível, apesar de ainda pecar um pouquinho, mas já podemos tomar algumas leves surpresas no decorrer da história.

Fiquei mais empolgada para o terceiro livro do que estava para esse segundo. The Song Rising já saiu lá fora e deve chegar ao Brasil em 2018. O ponto de vista segue em Paige e ficamos mais próximas da protagonista aqui. Ela ainda é um pouco impulsiva, mas parece mais comedida também em saber com quem precisa jogar para alinhar sua estratégia. Como mencionei, a primeira metade do livro é bem lenta, mas o fim é eletrizante e queremos correr pelas páginas para encontrarmos o desfecho final.

Essa é supostamente uma série longa, mas que por enquanto tem valido a pena. Se você curtiu Temporada dos Ossos, vale super a pena dar continuidade e um passo a frente nessa história. O que espero do próximo livro é realmente preparação para o início de uma guerra, se não ela si. Já que o que vimos em A Ordem dos Clarividentes foi uma preparação do terreno para que as peças importantes tomassem seu lugar.

site: http://resenhandosonhos.com/ordem-dos-clarividentes-samantha-shannon/
Dessa 11/08/2020minha estante
Oi Tamirez, fiquei muito interessada nessa série que tem quase todos os elementos que tanto gosto. Mas não foi lançado nenhum depois desse já que a expectativa era pra 2018... sabe me dizer se a Rocco cancelou o restante?




gabriel 09/07/2018

No livro anterior, fomos apresentados a Page Mahoney, com ela, acompanhamos como funciona Londres, em 2059, onde a humanidade teve uma mutação que deu poderes a alguns humanos, chamados de videntes, sendo divididos em 7 classes ( ela é uma andarilha onírica, uma das classes mais altas), e também conhecemos os mime-lordes responsáveis por cada área da cidade (Page é a concubina do mime-lorde da I-4).

Só que esses videntes não são bem vistos pela sociedade, e são constantemente mortos, ou em outros casos, presos e levados a um campo de concentração, onde são feitos de escravos por uma raça chamada Rephaim, e, é basicamente ai que a historia tinha terminado...

Aqui o livro começa com Paige e outros videntes fugindo do campo de concentração Rephaim, mas o que parecia uma tarefa impossível acaba se tornando real, quando os antigos campaneiros de gangue dela aparecem para ajuda-los, o único problema depois disso é ela ter se tornado a criminosa numero 1 de Londres! É claro, que para os outros fugitivos não será fácil se ajustarem a nova vida.

Paige quer contar ao mundo os horrores que ela presenciou e sofreu, mas seu mime-lorde, o Agregar Branco, não quer nem saber disso, afinal, os Rephaim não é problema deles. Errado, porque o que eles estão fazendo lá acaba sendo apenas uma parte pequena do plano maior, que é dominar o mundo.

Ou seja, Paige precisa DESESPERADEMENTE de ajuda para contar sua historia, mas como? Pra isso ela sabe que iria demandar dinheiro e influencia, e com Londres toda a sua procura, ela não vê outra alternativa se não voltar ao seu mime-lorde, embora ela acabe esbarrando em um plano em ação maior que ela estava pensando.

Eu preciso falar que os Rephain não são todos ruins, ok? Tem uma facção deles boa, ou ao menos seus objetivos não envolvem matar/escravizar humanos, essa é a que o Mestre dela Arcturus, fazia parte, inclusive, eles a ajudaram a fazer a rebelião e fugir da colônia.

Só que quando o Sub-lord de Londres, acaba sendo assassinado de uma maneira brutal e misteriosa? Tipo, ninguém sabe ao certo o que aconteceu com ele, mas isso gerou certo caos, por que, quem irá ficar no lugar dele? Quem teria motivo pra isso? Okay, bastante gente, afinal, o cara era um idiota arrogante – e digamos que Paige está entre os principais suspeitos, não apenas por estar na cena do crime, mas também por ele ter sido uma das pessoas que poderiam ter a ajudado a espalhar a sua historia, ou também, caso ela assumisse a posição dele...

Eu sei, é bastante coisa pra pensar, mas o livro mantém a leitura assim o tempo todo, sempre nos mostrando mais segredos que a cidade esconde, e no meio deles, Paige descobre que seu Mestre, tinha sido preso por uma gangue, os Bonecas Esfarrapadas, o que gera certas perguntas, se os Rephaim eram uma raça desconhecida, como eles sabiam como capturar um e mata-lo?

Okay, preciso falar que rola um romance entre Paige e o seu Mestre, o que poderia ser algo até legal, se não fosse o fato dos Rephaim não poderem ter esse tipo de contato com humanos, eu sei, não é explicado ao certo o porquê, mas não podem, então eles tem que lidar com essa relação, manter escondida? Terminar?

Resumindo...

“O livro nos traz algumas respostas que estávamos aguardando, como um aprofundamento sobre a historias dos Rephain, mas também nos traz novas possibilidades de conspirações e inimigos. Eu gostei muito da escrita da autora, me prendeu de uma maneira que não conseguia largar o livro, vivia cada suspiro da Paige tentando sobreviver, como se fosse meu, e sobre as reviravoltas e principalmente sobre o final? Nossa, foi surpreendente, serio, você não tem ideia de como tudo mudou e não apenas para o bem, mas algumas coisas ruins para dar dor de cabeça no próximo volume.”

site: http://perdidoemlivros.blogspot.com/
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Patrícia 16/04/2018

Impressionada
Muita reviravolta, traição e revelações.
Paige embarca em uma nova luta, tendo de provar a todos do que é capaz de fazer para salvar o povo de Londres e os videntes do submundo. Enquanto seu mime-lorde Jaxon ignora seus apelos, Paige se vê obrigada a confiar nos rathem e o Mestre.
Ela foi perseguida, espancada e quase morta, mas não desistiu, pois foi uma condição menos desfavorável do que deixar o Scion e os Rephaim prevalecerem e esmagar o que restou de Londres.
Tentando evitar que o senscudo se espalhe para o resto do mundo. Ela vai brigar com com unhas e espírito para que isso jamais aconteça.
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Ana Luiza 29/11/2017

Surpreendente, viciante e emocionante!
Paige conseguiu escapar da Colônia Penal Sheol I, onde descobriu os Rephaim e jurou derrubar a líder cruel deles, Nashira. Mas, a volta para Londres não aconteceu como ela esperava. Alguns de seus amigos morreram, outros desapareceram e Paige não sabe como se encaixar novamente na cidade, na sua gangue de clarividentes, os Sete Selos, que parecem preferir ignorar a existência e governo opressor do Rephaim. Paige fugiu de Sheol I, mas percebe que não deixou de ser escravizada. O líder da sua gangue, Jaxon Hall, mostrou sua verdadeira face durante seu resgate e garantiu que a garota irá se arrepender se não voltar para seu lado na gangue, usando seus dons para benefício dele.

“Algumas revoluções alteram o mundo em um dia. Outras levam décadas, séculos ou mais, e outras nunca dão resultado. A minha começou com um momento e uma escolha. A minha começou com o brotar de uma flor em uma cidade secreta na fronteira entre dois mundos.” Pág. 19

Paige não quer se prisioneira de novo, ainda mais de um clarividente como ela, mas como sobreviver fora do Sindicato dos videntes? Especialmente agora que seu rosto está em todos os lugares e o governo a está caçando incessantemente? E o fato dela ser a fugitiva mais procurada de Londres não a ajuda fazer aliados em sua batalha contra os Rephaim. Nem Jaxon nem os outros lordes do Sindicato parecem interessados no que ela tem a dizer, o que a faz desconfiar que, talvez, os líderes das gangues de videntes de Londres não sejam tão inocentes como ela imaginava. Será que há aliados dos Rephaim até mesmo entre os clarividentes marginalizados?

Para derrubar os Rephaim, Paige entende que, primeiro, precisa fazer as pessoas acreditarem neles, assim como destruir o governo corrupto e opressor que eles comandam das sombras. Mas Paige não pode derrubar Scion sozinha, ela precisa dos outros clarividentes, mesmo que, para isso, tenha que ir contra os mais perigosos líderes do Sindicato - isso tudo enquanto se esconde da polícia e dos Rephaim, que, com certeza, querem matá-la. Sem poder contar com seus amigos, nem mesmo com o Mestre, já que Arcturus nunca mais foi visto depois de sua fuga, Paige irá até os lugares mais obscuros e perigosos da cidade para descobrir o que realmente está acontecendo dentro do Sindicato. Agora, é a Andarilha Onírica contra o mundo e, para salvá-lo, ela não poupará ninguém que se coloque em seu caminho.

A Ordem dos Clarividentes é o segundo volume da série Bone Season, que terá 7 livros no total (sendo que três deles já foram publicados no exterior). Uma mistura de distopia com fantasia urbana, a saga nos leva a um mundo onde videntes, pessoas com habilidades de ver o futuro, enxergar auras e controlar fantasmas, vivem oprimidos por causa de seus dons, que são vistos como maléficos. A protagonista, Paige, só queria se manter viva, trabalhando para o Sindicato, uma organização de gangues de clarividentes. Contudo, quando acaba na Temporada dos Ossos, descobre os Rephaim, uma raça antiga e poderosa de clarividentes, Paige se vê em uma batalha perigosa contra os dominadores de seu mundo, que coloca não só sua vida, mas como seu coração em risco, quando ela começa a se aproximar intimamente de um deles.

(...)

Quem controla o nosso mundo? Porque nos calamos diante governos opressores, a ponto de resistir a mudanças, a revoluções? Qual é nosso papel, nossa responsabilidade em uma sociedade dividida e marginalizada, marcada pelo medo do diferente? O que nos faz humanos? O que separa heróis de vilões, bondade da maldade, esperança do medo? Essas são perguntas como essa que a leitura de A Ordem dos Clarividentes levanta, mostrando que a ficção, por mais fantástica que seja, pode falar bastante da realidade. E esse livro, mesmo com críticas e questionamentos tão profundos, não perde seu lado mágico que fascina e intriga os leitores.

Com personagens com poderes mágicos em guerra com uma raça “alienígena”, em uma Londres futurista, com direito a disputas entre gangues, perseguições policiais e mais, A Ordem dos Clarividentes é uma obra emocionante e viciante. O livro mistura perfeitamente drama, suspense, ação, distopia e fantasia urbana, com umas pitadas ainda de romance no meio. A Ordem dos Clarividentes é tenso e instigante do início ao fim - impossível largar essa história sobre o início de uma revolução e a ascensão de sua líder, a corajosa e inspiradora Paige. Com personagens complexos e humanos, e uma trama bem bolada, o livro superou as minhas expectativas e o volume anterior, sem falar que me deixou louca pelos próximos livros. A Ordem dos Clarividentes, como toda a série Bone Season até agora, está mais que recomendada para todos – são leituras poderosas, surpreendentes e emocionantes.

LEIA A RESENHA COMPLETA E VEJA FOTOS DO LIVRO NO BLOG:

site: http://www.mademoisellelovesbooks.com/2017/11/resenha-ordem-dos-clarividentes-samantha-shannon.html
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Super Ci 28/10/2017

Resenha do Elefante Voador
A Ordem dos Clarividentes começa exatamente de onde terminou Temporada dos Ossos: Eva Paige está no trem, fugindo de Sheo l ao lado de alguns sobreviventes, sem saber ao certo qual será o seu destino após sobreviver a colheita.

Quando ela consegue escapar de Sheol I, nós acreditamos que o pior já passou e que Paige conseguiu sua liberdade. Na verdade, ela precisa ser extremamente cuidadosa pois se tornou uma das pessoas mais procuradas de Londres e os mercenários não exitariam nem por um segundo em capturá-la em troca de uma boa recompensa.

Paige tenta inutilmente convencer a todos, princialmente os integrantes dos Sete Selos e seu mimelorde Jaxon Hall, sobre a verdade sobre a Temporada dos Ossos, os Rephaim e o perigo que isso representa para as pessoas ao mesmo tempo em que tenta sobreviver dia após dia sem saber ao certo em quem confiar.

O que eu mais gostei em A Ordem dos Clarividentes é que muitas lacunas são preenchidas, principalmente com relação ao sindicato dos clarividentes. Achei que a protagonista evoluiu muito neste segundo livro. Ela está mais forte, mais ousada e determinada a lutar contra Scion e os Rephaim. Sem contar que ela está cada vez mais no controle de seu poder de andarilha onírica.

Particularmente eu achei este volume tão bom quanto o anterior mas de uma maneira diferente. Apesar de essa história não se passar enquanto Paige estava aprisionada, eu achei A Ordem dos Clarividentes mais intenso que seu antecessor.

Ao mesmo tempo que tememos a cada decisão que ela toma, torcemos para que as coisas aconteçam e que ela consiga colocar um fim a tudo. Em diversos momentos achei que seria o fim para ela. Foi uma leitura desesperadora.

Quando as coisas começam finalmente a serem reveladas, nos sentimos mal por ela e por tudo que ela passou. Por tudo em que acreditou. E não só por ela, mas por todos que sofreram por causa desse sistema de escravidão.

A Ordem dos Clarividentes me deixou ainda mais instigada para descobrir o desfecho dessa história toda. Eu gostei muito da narrativa como um todo, do desenvolvimento dos personagens, da direção que a história tomou e fiquei realmente surpresa com o final. Eu acho que Samantha Shannon foi muito corajosa em suas escolhas. É uma narrativa incrivelmente admirável!

Seguindo o padrão de Temporada dos Ossos, a edição do livro está muito bonita e cheia de detalhes. Nas primeiras páginas por exemplo, encontramos um guia com As sete ordens de clarividência, mapas das Seções I-4, I-5 e II-4 (onde a maior parte da narrativa se passa) e uma relação dos componentes da Assembleia Desnatural.

Ps.1 – Eu esperava ver um pouquinho mais de participação do Mestre na história;
P2.2 – Passei a criar mais simpatia por outros personagens como Nick e Eliza;
PS.3 – É uma das melhoras distopias que já li.

Resenha completa no Elefante Voador

site: www.elefantevoador.com
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Ju Zanotti 22/08/2017

Uma história que vai deixar você inquieto por mais!
Quando falei sobre Temporada dos Ossos há alguns dias atrás aqui no blog, reforcei bastante que o livro me pareceu mais uma introdução a série, e também deixei bastante claro que havia ainda diversas coisas a serem explicadas. Bom, A Ordem dos Clarividentes vem para preencher algumas lacunas que o primeiro livro deixou, principalmente com relação ao sindicato dos clarividentes, um tipo de organização que funciona nos cantos obscuros de SciLo (Londres). Definitivamente, este segundo livro trás muitas revelações e novas dúvidas e termina de forma a deixar o leitor ansiando pela continuação.


Paige conseguiu finalmente se livrar de Sheol 1. Porém a liberdade que ela tanto desejou só parece ter sido trocado por um tipo mais sutil de escravidão. Depois de tudo que passou Paige passa a ver a sua antiga vida com outros olhos, não sabe mais em quem confiar. Seu novo propósito é derrubar Scion e junto com eles os Rephaim, mas nem tudo vai ser tão simples, já que a corrupção parece enraizada em todo lugar. Este é o momento de Paige se mostrar ainda mais forte do que foi até aqui e a ousadia é sua maior arma, bem como os segredos que precisa guardar das pessoas em que um dia mais confiou.

"Algumas revoluções alteram o mundo em um dia. Outras levam décadas, séculos ou mais, e outras nunca dão resultado. A minha começou com um momento e uma escolha. A minha começou com o brotar de uma flor em uma cidade secreta na fronteira entre dois mundos.
Você vai ter que esperar para saber como essa história termina.
Bem-vindo de volta a Scion."

Na resenha anterior rasguei elogios para Paige, e ela não está muito diferente aqui, porém precisa ter mais cautela do que nunca. O problema é que isso atrapalha o seu curso de ação e a narrativa da autora volta a ser mais explicativa do que efetiva. A ação passa a acontecer bem depois dos primeiros capítulos. Ainda assim a história continua instigante. Conhecer mais sobre o funcionamento interno do sindicato dos clarividentes foi essencial e as revelações que advém dessas explicações torna a história ainda mais envolvente. E o mais importante é que aqui passamos a conhecer mais sobre a personalidade de alguns personagens que foram pouco aproveitados no livro anterior.


O romance ainda continua sem sal, algo que eu definitivamente não estou sentindo firmeza, porém até mesmo os personagens envolvidos na situação estão céticos sobre o futuro dessa relação. Deixando isso de lado é essencial falar do mistério mantido durante toda o livro. Shannon sabe como deixar uma grande incógnita no leitor até que ela seja essencial ser evidenciada, isso torna a narrativa bastante instigante. Há durante boa parte do livro algo obscuro acontecendo, e todos os elementos estão aquém da compreensão do leitor, o que nos deixa apenas a opção de criar mais e mais teorias sobre o verdadeiro enigma da trama. Intrigas, traição e algo muitos mais perigoso do que inicialmente se apresenta está no caminho de Paige Mahoney e o leitor vai sentir mais e mais vontade de descobrir até onde isso vai dar. Quando cheguei ao final eu ria, não por ter sido algo engraçado, mas por ter sido surpreendida e ainda mais por algo que eu imaginava finalmente ter sido revelado. Isso me deixou tão ansiosa pela continuação, por saber o que está por trás da grande revelação da última página. O que posso dizer? Há anos que não lia uma fantasia (seja distópica ou não) que me fizesse tão curiosa como estou agora.

"- Então, o que você quer de mim?
Ele se recostou.
- Não podemos derrubar Scion sozinhos. Como você deve ter notado, nós, os Rephaim, não somos especialmente generosos com nossas paixões - disse ele. - Não podemos inspirar a insurreição no coração do seu povo. Mas um humano pode. Alguém com um conhecimento profundo do sindicato e dos Rephaim. Alguém com um dom poderoso e gosto pela revolução. - Quando não falei nada, sua voz se suavizou. - Não peço isso de você levianamente.
- Mas eu sou a única opção.
- Você não é a única opção. Mas, se eu pudesse escolher qualquer pessoa na Terra, ainda assim seria você, Paige Mahoney."

Enfim, A Ordem dos Clarividentes é uma continuação ainda mais instigando do que o livro anterior, uma história que deixará o leitor inquieto por revelações e por muito mais, mas acima de tudo é uma história inteligente, criada sutilmente e que não subjuga a capacidade do leitor. Só não dei nota máxima ou favoritei porque infelizmente o início foi um pouco lento. No mais, só tenho que dizer que o trabalho editorial está bem trabalhado, mas a Editora Rocco deveria tomar um grande cuidado com erros de digitação (rsrsrs). Bom, é isso aí, comece a ler logo, você vai adorar, certeza!
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LOHS 25/07/2017

A sequência perfeita para o primeiro livro
Comentei na resenha de Temporada dos Ossos, primeiro livro da série Bone Season, que já estava morrendo pelo segundo título - A Ordem dos Clarividentes. Então, obviamente eu o peguei para ler assim que chegou na minha casa - e não me arrependi!

A saga criada pela britânica Samantha Shannon já foi publicada em mais de 20 países e tem previsão de ser concluída no 7º (sétimo) livro, o que gera ainda mais comparações com J.K. Rowling pelos críticos ingleses.

A Ordem dos Clarividentes começa exatamente onde Temporada dos Ossos terminou, por isso, essa resenha contém alguns spoilers do primeiro livro. Leiam por sua conta e risco! ;)

Assim, a obra é dividida em três partes que separam de certa maneira as grandes reviravoltas dessa trama tão rica.

"Algumas revoluções alteram o mundo em um dia. Outras levam décadas, séculos ou mais, e outras nunca dão resultado. A minha começou com um momento e uma escolha. A minha começou com o brotar de uma flor em uma cidade secreta na fronteira entre dois mundos.
Você vai ter que esperar para saber como essa história termina.
Bem-vindo de volta a Scion."
Paige, p. 19

A primeira parte tem início com Paige Mahoney, nossa querida andarilha onírica (com o poder de invadir a mente das outras pessoas), liderando a fuga em massa dos humanos (clarividentes e amauróticos - pessoas que não possuem poderes de clarividência) de Oxford, onde fica a colônia penal Sheol I controlada pelos Rephaim - seres não-humanos e extremamente fortes, com a capacidade de matar os clarividentes sem nem ao menos tocá-los ao sugar suas auras. Mas, obviamente, tudo dá errado e, ao chegar a Londres, muitos dos fugitivos são mortos enquanto outros desaparecem antes que Paige possa levá-los a algum lugar seguro.

Paige é salva por seu amigo Nick Nygard, um poderoso oráculo, seu mime-lorde Jaxon Hall, um agregador de espíritos, e outros de seus antigos companheiros do submundo de Londres. Mas a experiência na colônia penal mudou a visão de mundo de Paige e ela não consegue mais viver obedecendo a todas as ordens de Jaxon Hall, gerando um grande conflito entre ambos.

E, após finalmente conseguir um local seguro, Paige começa a sentir crises de pânico devido a tudo o que sobreviveu. O medo de que Nashira Sargas, a soberana dos rephaim, a encontre é ainda mais assustador. Marcada no corpo e na alma, assim como os judeus foram durante o holocausto, Paige terá que reunir forças do além para voltar a ter uma vida “normal”.

"Fitei os olhos do meu reflexo. Meu corpo fora tratado feito propriedade na colônia, arrastado, agarrado e surrado pelos Rephaim e pelos túnicas-vermelhas. Eu me virei de costas para o espelho e passei os dedos nos pequenos fios de cicatriz no ombro. XX-59-40. Essa marca ficaria ali enquanto eu vivesse.
Mas eu tinha sobrevivido. Puxei a manga por cima da marca de novo. Eu tinha sobrevivido, e os Sargas ficariam sabendo disso."
Paige, p. 35

Enquanto Paige tenta retomar sua vida como alguém livre e lidar novamente com o ex-chefe Jaxon Hall, ela também quer encontrar outros sobreviventes à fuga e informar a todos os clarividentes do submundo de Londres sobre a existência dos rephaim, de Oxford e da verdade sobre o governo de Scion. A questão é que ela também se tornou a pessoa mais procurada da cidade e sem seu mime-lorde, Jaxon Hall, ela não terá proteção, respeito ou dinheiro suficiente para ser ouvida na Assembleia Desnatural (associação que teoricamente organiza as inúmeras gangues de clarividentes do submundo criminoso de Scion Londres). E Jaxon Hall não permite que Paige conte a verdade a ninguém.

"-Vale a pena correr o risco de perder?
-Pessoas morreram pra que eu conseguisse sair de Sheol - falei baixinho. - Pessoas como nós estão morrendo todos os dias. Se eu me esconder nas sombras enquanto isso continua, estou cuspindo nas memórias deles.
-Então é melhor você ter certeza de que está preparada pras consequências."
Nick e Paige, p. 156

A segunda parte começa com uma grande reviravolta na história, que obriga todos os clarividentes no poder do submundo criminoso de Londres a se unirem para uma reunião que organizará os próximos eventos a definirem o futuro do Sindicato, a organização criminosa de clarividentes que é governado pelo Sublorde ou Subrainha e pela Assembleia Desnatural.
Mais uma vez, Paige é calada por Jaxon Hall e o relacionamento entre os dois fica cada vez mais complicado.

Paige se vê então obrigada a desobedecer seu mime-lorde para informar à população de clarividentes de Londres sobre os perigos que estão correndo por conta dos rephaim. Sem que Jaxon saiba, Paige se une a alguns dos sobreviventes que encontrou em Londres para criar uma forma de divulgar o conhecimento a todos.

Ao mesmo tempo, Paige ainda sente a obrigação de procurar por Mestre - também conhecido como Arcturus Mesarthim (ex-consorte de sangue de Nashira Sargas) - por ele ter auxiliado todos os humanos na fuga de Sheol I e salvo a vida de muitos. Essa busca fará com que Paige descubra fatos perturbadores sobre algumas pessoas que comandam o submundo criminoso de Londres e também será o ponto de partida para mais uma grande reviravolta na história.

"-Então, o que você quer de mim?
Ele se recostou.
-Não podemos derrubar Scion sozinhos. Como você deve ter notado, nós, os Rephaim, não somos especialmente generosos com nossas paixões - disse ele. - Não podemos inspirar a insurreição no coração do seu povo. Mas um humano pode. Alguém com um conhecimento profundo do sindicato e dos Rephaim. Alguém com um dom poderoso e gosto pela revolução. - Quando não falei nada, sua voz se suavizou. - Não peço isso de você levianamente.
-Mas eu sou a única opção.
-Você não é a única opção. Mas, se eu pudesse escolher qualquer pessoa na Terra, ainda assim seria você, Paige Mahoney."
Paige e Mestre, p. 230

A terceira e última parte do livro é praticamente de prender a respiração o tempo todo. Reviravoltas, traições e segredos obscuros serão revelados. Tudo com uma grande dose de violência e adrenalina. Paige vai lutar pelo o que acha certo dentro e fora do ringue, mas sua compaixão talvez se volte contra ela no futuro.

"-Esperança não é apenas outro tipo de ingenuidade?
-Esperança é a alma da revolução. Sem ela, não passamos de cinzas esperando o vento nos levar.
Eu queria acreditar. Eu tinha que acreditar que a esperança, sozinha, bastaria para passarmos por isso. Mas a esperança não podia controlar um sindicato. A esperança não derrubaria o Arconte de Westminster, que tinha se mantido forte por duzentos anos. Não destruiria as criaturas dentro dele, que haviam observado o mundo por muito mais tempo do que isso."
Paige e Mestre, p. 381

A Ordem dos Clarividentes foi uma sequência perfeita para Temporada dos Ossos. Enquanto Temporada dos Ossos situou o leitor sobre o universo e os personagens criados por Samantha Shannon, A Ordem dos Clarividentes revelou o lado psicológico e político da história.

No primeiro momento vamos reencontrar Paige mudada, depois de tudo o que passou sendo tratada como uma escrava na colônia penal Sheol I, a jovem irlandesa está com crises de pânico para qualquer ação que deva fazer fora de seu local seguro. É incrível ver como ela mesma se força a enfrentar a situação e seguir em frente para fazer o que tem que fazer.

E, ao longo da narrativa, Paige terá que lidar com a política envolvendo as ordens de poder dos clarividentes de Londres. A jornada dela fará com que descubra muito mais do que poderia imaginar e essas informações mudarão o futuro de toda a organização como é hoje conhecida pelos clarividentes da cidade.

Eu disse a vocês na resenha de Temporada de Ossos que a escritora havia deixado pequenas dicas ao longo do primeiro livro que me levaram a hipóteses de revelações que seriam feitas no segundo livro. E devo dizer a vocês que acertei. Acertei traições e vilões não apresentados. Mas devo confessar também que teve muito mais corrupção do que havia imaginado. Lava Jato é fichinha perto de tudo que é descoberto nesse livro.

A Ordem dos Clarividentes me fez gostar mais ainda da escrita de Samantha Shannon e pirar com tudo o que estava acontecendo - eu não larguei o livro até terminá-lo. Então, só posso dizer a você, queridx leitxr, para começar essa série imediatamente!!

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/07/a-ordem-dos-clarividentes-bone-season-02.html
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Luiza 10/07/2017

A Ordem dos Clarividentes
Com muito custo, Paige escapou escapou da colônia penal Sheol I. Mas o preço foi alto e o fim do cativeiro não significou o fim dos problemas: muitos os sobreviventes estão desaparecidos e ela se tornou a pessoa mais procurada de Londres.

Enquanto Scion caça a Andarilha Onírica, os líderes do Sindicato (grupo "organizado" dos videntes) perdem sua liderança semanas antes do governo colocar em teste um novo tipo de sensor identificador de videntes. O Sublord e seu séquito são encontrados mortos em seu covil. A nova liderança sairá de um duelo entre todos os candidatos que se dispuserem a arriscar suas vidas.

Jaxon Hall e seus Sete Selos se preparam para assumir o palco. Mas uma Mariposa se arriscará para, enfim, revelar os segredos que dividem a comunidade clarividente a quase dois séculos.

Segredos que virão à tona quando os Rephaites saírem das sombras.

Na resenha de Temporada dos Ossos comentei que não sabia a razão de o livro ter continuação. A verdade é que eu estava completamente enganada. A podridão de Sheol não estava confinada ao seu campo de concentração de videntes, a corrupção do Sindicato estava muito mais enraizada do que eu poderia ter imaginado e havia muito mais coisa rolando do que sonhava minha vã filosofia.

Comparado ao livro anterior, A ordem dos Clarividentes é mais tensa. O jogo aumentou demais em seus desdobramentos e o destino dos videntes ficam a cada momento mais incerto.

Samantha Shannon, mais uma vez, mostrou que consegue manter a narração e a progressão da história em alto nível (e sim, a "comparação" com a diva J. K. Rowling se mantém nesses quesitos). O suspense as ondas de adrenalina que pairam sobre os personagens são facilmente sentidas pelos leitores e há muitas passagens que merecem toda a nossa atenção.

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