20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos

20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos Augusto Cury




Resenhas - 20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos


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Maia 11/06/2020

Li esse livro por sugestão do Professor e realmente gostei.
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Julio.Cesar 07/06/2020

Péssimo
Sim, péssimo livro.
Não gosto muito das visões do autor com algumas questões.
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Fabio Ferreira 23/05/2020

Adoro os livros de Augusto Cury, e esse é mais um que mostra o brilhantismo do autor para mostrar, com ensinamentos e histórias simples, como devemos atuar no grande palco da educação. Recomendo.
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Dalila Dalcolli 19/05/2020

Recicle-se
20 regras de ouro essenciais para educar nosso alunos/filhos. Mas como aplicar essas regras sem antes mudar a nós mesmos, corrigir nossas falhas, nos reiventarmos? Este livro ajuda nessa reflexão
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Freitas 05/05/2020

Filhos = amor
Livro muito interessante que nos faz refletir diversas vezes em nossas ações.
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Fernando Coutinho 07/03/2020

Muito informativo
O livro é praticamente uma leitura obrigatória para pais e professores. Ele nós municia com várias técnicas para a educação de filhos e alunos, compreendendo mais o lado humano e sentimental da educação.
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Amanda 05/08/2019

Ótima leitura,em um momento que eu necessitava.
Gostei bastante do livro,pois nele encontrei várias soluções para alguns problemas que eu estou tendo em educar minha enteada,ela está em uma fase bem complicada e eu não sabia como lidar. Porém ao finalizar o livro,percebi que estava falhando bastante e já estou colocando em prática o que me foi ensinado.
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Valério 04/06/2019

Trago verdades. Mas poderia fazê-lo melhor
Augusto Cury, para quem já leu seus livros, é repetitivo. Como tem uma mensagem forte a passar, repisa e repete e reforça o seu ponto de vista em diversos livros e até dentro dos mesmos livros, algumas vezes.
É bastante festejado, não à toa.
O pecado é a forma de escrever.
Se você valoriza apenas a mensagem, mas não liga muito para a qualidade da escrita, tende a se tornar fã.
No meu ponto de vista, de um leitor que pode ser considerado chato, por gostar de ler obras de grandes autores que escrevem de forma a nos deixar admirados com sua habilidade, Augusto Cury não escreve bem, o que torna a leitura chata.
Analogias um pouco forçadas (e muitas analogias).
Talvez seu objetivo é tornar as explicações bem acessíveis para pessoas com pouca educação. Mas para a média, me pareceu exagerado. Neste e em outros livros.
As regras são basicamente as mesmas lições de Augusto Cury de outros livros. Mas, aqui, explica estas mesmas regras aplicadas aos filhos e educandos.
Vale a leitura? Sim, mas poderia ser uma leitura mais agradável.
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Jessica.Silva 14/04/2019

20 regras de ouro
O livro é um guia muito prático que oferece 20 regras e alguns passos e técnicas psicológicas para educar filhos e alunos. Além de apresentar situações que levam o leitor a uma auto-reflexão sobre suas práticas antes de educar. Consiste em linhas que nos levam ao questionamento sobre nossas práticas e problemas emocionais mal resolvidos que podem afetar a forma como conduzimos a educação dos filhos/alunos. Também apresenta ao leitor a necessidade da gestão da emoção do educador e em seguida sugere caminhos que levem essa construção na vida do público alvo. Então, não se trata apenas de regras para educar as crianças e adolescentes, mas sobre tudo de estarmos em constante auto-análise e reconstrução com nossas práticas enquanto educadores.
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Cacau 07/01/2019

O autor consegue através de 20 regras educativas demonstrar a importância de se conhecer a natureza e o processo de formação dos pensamentos (conscientes e inconscientes), para se alcançar a educação (emocional) de filhos e alunos. É impressionante a demonstração que é feita do quanto podemos interferir de maneira positiva na reciclagem e formação de pensamentos de um indivíduo, lembrando que não somos capazes de mudar ninguém, somente de despertar a vontade de mudança. Além disso, o autor destaca a importância de nós, como ''seres humanos'', inserirmos nossas experiências, transmitindo-as, durante o processo ensino-aprendizagem. Ao longo dos capítulos, também são realizadas críticas sobre o método de ensino tradicional, racionalista, comparando-o com uma nova proposta de formação que visa o desenvolvimento não só intelectual, mas também emocional do indivíduo, que é imprescindível a sua sobrevivência.
TiagoHelmer 07/01/2019minha estante
Muito bom!




Rafael.Said 14/12/2018


Nesse livro, Augusto Cury traz uma série de considerações sobre a educação de filhos e alunos, baseados em anos de pesquisa e atendimentos psiquiátricos. Baseado em seus escritos, fiz minhas próprias observações sobre o que chamou mais a minha atenção na leitura do livro. Como a Sofia nascerá em breve, tento através de leituras como essa, buscar conhecimento que me possa ser útil na formação dela e das crianças com as quais convivo:

Precisamos ensinar nossas crianças que não é necessário ser o primeiro, não sempre estaremos no topo, devemos ser bons no que se fazemos, buscando sempre aprimorar nossas habilidades e competências.

O tempo é cruel, ele sempre passa, independente se você faz tratamentos para rejuvenescer, aplicações de Botox, quaisquer procedimentos estéticos para disfarçar o tempo. Você pode tentar fugir dele, lutar contra ele, mas o tempo sempre vencerá. Também não se pude mudar o passado, o máximo que se pode fazer, é “alterar” o futuro, baseado no que se faz no presente.

Por mais racional e lógico que você seja, ao lembrar algo, você está interpretando, da sua forma, algo que aconteceu. Não existem lembranças puras. Exigir que alunos sejam exatos em provas, é tentar robotizar a mente humana, algo impossível. Isso vai acabando com o processo de formação de pensamento crítico.

As crianças deveriam ser capazes de criar seu próprio Eu, de ser afirmarem como pessoas únicas que são. Não deveriam estar o tempo todo buscando a comparação com outras pessoas. “Arthur Schopenhauer afirmou com propriedade que entregar nossa felicidade em função da cabeça do outro é autodestrutivo”. Cada pessoa deve se reconhecer como ser humano, não como branco ou preto, rico ou pobre, homem ou mulher. Quando todos nos reconhecermos como humanos, teremos consciência de que todos fazemos parte de uma mesma família, com diferenças insignificantes.

Todos somos campeões, para nascermos vencemos a concorrência com milhões de espermatozoides, cada um com uma carga genética um pouquinho diferente.

Devemos ter em mente que os filhos não têm os mesmos direitos que os pais, e nem podem ter. Uma criança não deve dormir a hora que quer e, se os pais assim o permitirem, estarão educando seres humanos irresponsáveis com a própria saúde física e mental. A qualidade do sono é um dos fatores fundamentais para a formação do intelecto humano.

Habilidades como a gratidão, resiliência, paciência e gentileza não vêm impressas em nosso DNA, elas são ensinadas, principalmente pelos pais. Não ensinar aos filhos deveres básicos e não dar-lhes responsabilidades gera jovens autoritários, consumistas e ingratos. No entanto, amar os filhos não quer dizer se anular por eles, todos temos projetos pessoais, e um dia os filhos criam asas.

Dependemos de outras pessoas sempre, só após aprendermos isso que nossa espécie prevaleceu em nosso planeta. “Ser concebido dependeu dos pais, nascer dependeu dos médicos, andar dependeu dos adultos, aprender dependeu dos professores, comer dependeu do agricultor que cultivou os alimentos e de quem os preparou, até ao morrer dependerá de alguém para os enterrar. Somos sempre dependentes das pessoas, por isso, a gratidão é vital para a saúde emocional e a cooperação é fundamental para a saúde social”.

As maiores conquistas da vida chegam lentamente, em processos divididos em etapas a serem cumpridas, implicam perdas durante a caminhada. Lidar com isso gera amadurecimento emocional. Cumprir desejos de crianças de forma imediata, como se fossem sempre urgentes, deixa-os despreparados para a vida, carregados de ansiedade. Saber esperar é fundamental.

O autor define “6 estratégias para pacificar a mente das crianças nos focos de tensão:

1) Não tenha medo das birras, a tempestade vai passar;

2) Primeiro pacifique a sua ansiedade, depois, a delas, não se desespere;

3) Não grite e nem queira dominá-las a força;

4) Fale mansamente quando elas estão gritando ou estão tensas, diminua o tom de voz, deixe-as constrangidas com sua inteligência e brandura;

5) Reforce que só irá conversar quando elas se acalmarem;

6) Saiba que seu objetivo não é adestrar a mente dos seus filhos e alunos, mas ensiná-los a pensar, é formar um ser humano inteligente, um ator social produtivo e sábio, e não um servo”.

Os presentes são mais fáceis de dar do que o coração, a história, as lágrimas, o diálogo profundo. No silêncio dos túmulos, estão enterradas as palavras e os sentimentos que os pais, professores, filhos, amantes sempre tiveram vontade de expressar, mas não o fizeram. Os pais deveriam se preocupar mais em transferir o capital das experiências aos seus filhos, dar aquilo que o dinheiro não compra. Deveríamos pensar antes em formar sucessores, e não somente herdeiros.
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