Praticamente Inofensiva

Praticamente Inofensiva Douglas Adams




Resenhas - Praticamente Inofensiva


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Leo 22/10/2010

The end!
Louco, insano, perfeito, realmente as maluquices e dobras mentais exigidas neste livro extrapolam toda a capacidade do leitor, afinal que raio de livro é esse que voce está nas ultimas 30 paginas e ainda não sabe do que se trata?

A ironia, e as piadas do Ford faz dele com certeza um dos meus personagens favorito entre minhas andanças nas bibliotecas.

Para quem é fã do estilo fora de qualquer estilo do autor é um livraço. Lí em alguns lugares que este é o pior livro da série, mas isso acreditem, vem de pessoas que não gostaram do final, pois o livro é doido, deixa qualquer um doido e no final, a impressão que fica é que o autor pensou, "quem não gostou que fale mal a vontade".

Eu gostei, foi um susto daqueles que voce lê, fecha o livro, pensa um pouco, não consegue absorver direito o que leu, então volta ao livro de novo para ter certeza do que leu, lê outra vez, pensa mais um pouco e fala.

Caracas não acredito que o cara fez isso ...
A partir daí é gosto de cada um, uns como eu acham demais, outros odeiam, mas é isso mesmo, gostando ou não.

Em tempo: Estava vendo o episódio 3 da 3ª Temporada de Fringe e alí mostrava um homem com a capacidade de ver 10 passos à frente as conseqüências matematicas do evento que estava ocorrendo.

Não tive como não pensar nos Vogons quando assistí aquele episódio e isso me fez lembrar que não tinha escrito a resenha do último livro do Arthur Dent. Agora escreví, missão cumprida!
filipefreeman 31/12/2010minha estante
Mais do que me animou a ler o último capítulo da série, mal posso esperar!


Guilherme Vieira 20/01/2011minha estante
"...foi um susto daqueles que voce lê, fecha o livro, pensa um pouco, não consegue absorver direito o que leu, então volta ao livro de novo para ter certeza do que leu, lê outra vez, pensa mais um pouco e fala."
Concordo com tudo! Só não concordei com o começo pq eu não gostei haha


Mihh :) 14/01/2012minha estante
Não entendo como tem gente que não gosta desse livro. (Talvez por ser um dos mais malucos,)Eu achei um dos melhores da série! *-*


Bárbara 17/05/2013minha estante
Terminei de ler o livro hoje. Concordo com tudo que você disse. Também tive que voltar para o livro pra ter certeza do que tinha lido kk E concordo sobre Fringe tbm. Impossível não associar... Pensei que fosse só eu.


dharihq_ 26/05/2013minha estante
Eu gostei.. apenas fiquei MUITO revoltada com o final .____. e fiz exatamente o que você descreveu hahaha mas no desenvolvimento gostei mais desse livro do que dos outros.


Rodrigojean 28/01/2016minha estante
quando terminei o livro fiquei pensando e entao voltei ao trecho final do livro e reli novamente e disse so isso eu esperava mais......mais 4 livros ou mais ah um autor novo poderia continuar a historia


Crisna @tinyowl.reads 01/06/2020minha estante
Engraçado que você deu 3 estrelas tendo amado e eu dei 3 estrelas achando que é o pior da série. E nem foi pelo final, o final é a melhor parte do livro. É todo o resto dele que não se compara aos outros.




Flavinha 04/07/2011

Praticamente Inofensiva - www.chatadoslivros.blogspot.com
ALERTA SPOILERS!!!!!

Ahhhhh o final. Como é bom finalmente ter terminado essa saga!
O que dizer deste livro enfim? Acabei de lê-lo agora e estou realmente sem palavras!

Não sei muito bem por onde começar, mas vou tentar, vamos lá!
O volume final da trilogia de cinco de Douglas Adams teve todos os elementos dos livros anteriores e mais um pouco. Nos deparamos com várias descobertas de Ford Prefect a cerca do Guia do Mochileiro da Galáxias e de uma maneira realmente absurda, presenciamos que o Guia foi realmente um dos fatores mais importantes pro desfecho da história.

Trillian agora tem uma versão de si mesma vivendo numa dimensão paralela, onde ela nunca embarcou na nave de Zaphod e atua agora como âncora numa emissora de TV. Essas duas personalidades são na verdade a mesma pessoa só que em momentos diferentes do espaço tempo e com o grande diferencial de que Trillian agora tem uma filha! Uma filha maluca adolescente chamada Random que também tem um papel muito importante no desfecho da trilogia de cinco.

Arthur vive em busca de um lugar novo no qual ele se adapte para sobreviver, já que na dimensão que ele está, a Terra foi demolida pelos Vogons. Ele passa por muitos planetas onde vive as situações mais adversas e imprevisíveis, até que se estabelece como fazedor de sanduiches em Lamuella graças a um acidente que sofreu em uma das suas muitas viagens de procura por um planeta habitável.

Tivemos muitos momentos cômicos como quando Ford se joga duas vezes da janela da sede do Guia confiando no improvável e também quando Ford e Arthur se reencontram e têm aqueles diálogos cômicos e sem noção, típico da amizade dos dois.

Tivemos cavalgadas em Bestas Perfeitamente Normais, porcos selvagens que mordem, uma nova espécie de extraterrestres desmemoriados, muita confusão a cerca das explicações sobre o tempo, espaço e dimensões paralelas, e, acreditem se quiserem, a descoberta do paradeiro de Elvis Presley!!!

Posso dizer que este foi o livro da saga que mais me prendeu, não sei se por ser o final ou se por eu já ter me habituado ao estilo do autor, mas ainda sim, gostei bastante.

Eu não esperava que o final fosse esse, realmente fui pega de surpresa, e fiquei me perguntando pra que tanta confusão, pra que tanta enrolação se ninguém conseguiu fugir ao seu próprio destino? Será que foi essa a mensagem que o autor quis nos passar? Que não importa quantas vezes tentemos desfazer uma determinada situação ou evento, se o destino estiver traçado, não há nada que possa mudá-lo?

É uma coisa a se pensar vocês não acham? Aliás, como muitas outras observações inesperadas que o autor faz em seus livros, essa é mais uma situação na qual ele nos envolve sem que percebamos, nos fazendo questionar as questões básicas que qualquer ser humano gostaria de responder, como de onde viemos e pra onde iremos.

Finalizo esta resenha seguindo os relatos e pensamentos de Douglas Adams, dizendo que a não ser que descubramos qual a pergunta que tem como resposta 42, nada vai realmente fazer sentido neste universo cheio de mistérios nunca desvendados.

www.chatadoslivros.blogspot.com
Lucas 19/07/2017minha estante
Putz, quero conversar com você, porque estou louco tentando entender esse final. kkk




Victor 08/02/2010

Não entendo quem, em sã consciência, acha que um livro da série O Guia do Mochileiro das Galáxias onde não aparece nem Marvin nem Zaphod tem a mínima chance de ser minimamente legal. Posso apenas concluir, portanto, que Douglas Adams não estava em sã consciência ao escrever este livro, o que, considerando-se que ele tenha escrito os outros louquíssimos livros da série em sã consciência, significa, basicamente, que este livro é são demais. Ainda é divertido, claro, mas muito, muito menos do que os anteriores. São as últimas gotas de diversão sendo espremidas de uma história louca demais para conseguir ser longa sem enjoar o leitor. Mas, felizmente, eu já estava psicologicamente preparado para este ser o pior livro da série, então pelo menos posso dizer que ele correspondeu às minhas expectativas.
Julie 06/05/2012minha estante
Entendo o ponto de vista, me senti assim também, até porque o Marv era meu personagem preferido...


Felipe 01/11/2012minha estante
Também achei fraco! Ótimo em relação a outros livros (cof, cof. Crepúsculo), mas bobo em relação à genialidade do Adams. O final é engraçado, espirituoso, inesperado... Mas podia ter sido mais. O Douglas não tava com a mesma capacidade.


Larissa 25/12/2012minha estante
É verdade, Julie. Sem o Marvin não tem a mesma graça. Mesmo assim, o livro é bom, apesar de se arrastar em alguns momentos. É difícil fazer a conexão entre as diversas histórias (Tricia sendo abduzida, Ford nas novas instalações da editora do Guia, Arthur passeando pelos planetas para tentar se adaptar, a garotinha aborrecente, Trillian e as coberturas loucas...). Em alguns momentos me deu cansaço, mas a ironia do autor sempre salva!


Déh 23/03/2013minha estante
Pelo menos tinha o Colin :D


Jéssica 21/07/2015minha estante
Além de não aparecer o Zaphod, não diz o que aconteceu com ele. O Marvin pelo menos teve um fim. Achei que o Adams fechou as coisas muito rápido sem explicá-las direito, e algumas pontas ficaram soltas. Lamentável. Esperava mais, pois tanto elogiaram essa série de livros...


Milo 11/11/2016minha estante
Concordo com tudo o que você disse, felizmente lá pelos 80% do livro, ele consegue prender a atenção e começa a fazer um pouco de sentido. Talvez tenha sido uma piada do Douglas Adams para ele mesmo, só pode ser...




camila 05/06/2009

clareza e melancolia
é o livro mais claro, as críticas são as mais diretas. e finalmente explica o quê diabos são e como funcionam as tais fissuras no espaço-tempo \o/

é também o volume mais melancólico, dá pra perceber uma certa nostalgia, de tempos mais simples, talvez. quase tive esperanças de que iríamos escapar, mas a verdade é que o final não poderia ser outro.
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Allife 02/07/2020

Minha mente deu um nó!
Esse livre levanta diversas questões importantes, com muito humor e situações que você não imaginaria, porém a mais relevante foi sobre onde nos sentimos em casa sabe. Você pode ter o universo todo ao seu dispor e mesmo assim não saber qual é o seu lugar.
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Tamires 22/06/2020

Que confusão é essa?
Esse foi um dos mais divertidos e, ao mesmo tempo, eu juro que não entendi nada do que aconteceu aqui... Que viagem!
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Ricardo 19/06/2012

Não há o que resenhar
Douglas Adams é o autor mais chato da história. Os cinco livros desta série te levam para LUGAR ALGUM. Não há história. O que existe, e muito, é PURA encheção de linguiça.

Neste último livro, aguentar aquele pássaro idiota falando sobre o espaço, o tempo e a probabilidade foi de chorar.

Aguentar o tal Ford prefect caindo do prédio do guia e subindo, caindo, e subindo novamente, ocupando trocentas páginas. affff....

Só falta alguém vir aqui e dizer que eu não entendi o humor do tão engraçado Douglas Adams. Entendi e não gostei. cada planeta miserável que as personagens vão tem sempre um animal idiota e esquisito, que o DA chama de Bestas Perfeitamente Normais. Que engraçado, nossa, de chorar de rir mesmo.

E a parte do Fazedor de sanduíches? Mil páginas para descrever todo o processo de montagem de sanduíches usando carne de Bestas Perfeitamente Normais.

85% de toda coleção é esse tal de Douglas Adams descrevendo situações absurdas com detalhes enfadonhos. Cada coisa chata que esse cara inventa e descreve que quebra o TEMPO INTEIRO a narrativa.

Boa sorte para quem quer se aventurar nestes 5 livros da série!

Li todos e digo: se você não gostar do primeiro volume, esqueça o resto, pois os livros restantes não crescem, estagnam, e a história inexiste. Furos e furos no roteiro. Mal escrito.

Douglas Adams tem imaginação fértil, mas para por aí. O cara tem inteligência, mas não sabe escrever.


Francisco Franco 24/07/2017minha estante
concordo com você




Gabriella 24/02/2020

Depois de 5 anos da leitura do primeiro volume da série 'O Guia do Mochileiro das Galáxias', finalmente concluí essa história. Confesso que não lembrava muita coisa dos livros e concluí a série mais por uma questão de honra (afinal, já havia lido os 4 primeiros livros!) do que por interesse pela história.

Neste volume vemos os nossos já conhecidos personagens (Arthur, Ford e Trillian) prosseguindo com as suas vidas após os acontecimentos dos livros anteriores e, ao longo da trama, são acrescidos mais alguns personagens sem grande papel de relevância para a história. Uma personagem que foge à essa ideia é Random, filha de Arthur e Trillian, mas que, tenho que admitir, não vejo motivos para a criação dela no enredo... talvez para ocupar páginas e ocupar espaço de um 5º livro que não deveria ter existido, rs.

A verdade é que os dois primeiros livros da série são muito bons. A ideia que começou pautada na ironia e na sátira dos costumes sociais era incrível! Entretanto, como acontece com várias séries de livros, a história começou a se perder ao longo dos livros e a perder a graça e o tom de acidez de suas críticas repletas de deboche.  Este 5º volume que encerra toda a série foi, para mim, entediante e sem sentido. Sei que o non-sense é uma das características mais marcantes da escrita de Douglas Adams, mas eu realmente não enxerguei nenhuma razão para este livro. Não consigo ver uma relação entre este e os 4 outros volumes da série... é como se fosse um livro independente que, por acaso, faz uso dos mesmos personagens.

Algo positivo no livro é a presença - de forma mais sutil e menos intensa - de críticas sociais, as quais são uma marca registrada de Douglas Adams. Além disso, neste livro, mais do que nos anteriores, aparecem questões filosóficas que dariam bons debates na mesa de um bar, rs. Algo negativo (além de tudo o que já citei, haha) é o final. Eu não conseguia acreditar que toda a série teria um final tão pobre e vazio de significado assim. Se bem que, pensando bem, ele combina bem com o livro.

Pra quem ainda não leu nada da série, recomendo somente os dois primeiros volumes. Leia o restante apenas se, assim como eu, você não gosta de deixar as coisas inacabadas. Mas olha... sinceramente algumas coisas não valem o nosso esforço e tempo.
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Liz 04/10/2011

Desafio literário 2011 - Abril - Ficção científica - resenha 5
“- A Galáxia está mudando – disse Harl – Precisamos acompanhar essa mudança. Seguir o mercado. O mercado está crescendo. Novas aspirações. Nova tecnologia. O futuro é...
- Não me venha falar sobre o futuro – interrompeu Ford – Conheço o futuro de trás para frente. Passei metade da minha vida lá. É igual à qualquer outro lugar. Qualquer outra época. Enfim. A mesma droga de sempre, só que com carros mais velozes e um ar mais fedorento.”

Eu, como uma grande fã de Fringe, fiquei muito feliz quando soube que haveria a introdução de mundos paralelos no último livro. Se bem que isso só deixou a história ainda mais doida e confusa do que qualquer outra coisa no (meu) universo.

Arthur e Fenchurch se separaram num acidente e então o vemos completamente perdido no tempo e entre mundos paralelos. Sem nenhuma esperança de reencontrar a namorada ou mesmo o seu próprio planeta, ele passa a vagar por aí, procurando desesperadamente por um lugar para poder chamar de lar. Enquanto isso, Ford descobre que trocaram a editora do Guia, o que mudou drasticamente sua organização e seu objetivo.

Esse livro foi muito mais engraçado que o anterior. Amei a introdução dos mundos e, principalmente, as críticas à algumas crenças humanas. As piadas sobre o cristianismo foram hilárias, acho que captaram legal o sentimento de muita gente sobre religiões e pessoas que são influenciáveis demais. Digo o mesmo sobre as menções à horóscopos.

Porém, eu não estava gostando muito do livro no começo. O primeiro capítulo foi hilário, quase me levou às lágrimas, mas depois, apesar de ter revelações importantes e ótimos comentários do Adams, a história parecia se arrastar, o que deixava a leitura desanimada e lenta. Sério, demorei quase uma semana para passar da primeira metade do livro. Mas depois tudo melhora, a história anda e fica muito mais interessante engraçada, fazendo a leitura fluir bem melhor.

Trilian finalmente teve algum papel que me chamou um pouco a atenção, mas ainda não gosto muito dela. Porém adorei a Tricia, talvez porque ela lembre demais a mim mesma. Ford finalmente teve, para mim, uma participação que realmente valeu à pena. Acho que finalmente passei a gostar de Arthur, senti até compaixão por ele. Adams sumiu com Zaphod e Fenchurch, o que é muito triste, pois eu os adorava e essa foi a última chance de vê-los de novo.

O que eu gostei realmente foi o fim do livro. Foi simplesmente perfeito, um dos melhores fechamentos de séries literárias que já vi. Não é aquele final que você arregala os olhos quando chega à última página, vai ficando óbvio à medida que ele vai se aproximando e, quando você o lê, explode em gargalhadas. É excelente, exatamente no jeitinho Douglas Adams. Por que tanta gente odeia esse final ao ponto de não considerar esse quinto livro? É com certeza um final para a série muito melhor do que o do quarto.

Achei esse final tão perfeito que não vejo como o autor pretendia escrever outro livro. Para mim, não há mais o que falar. Queria muito saber o que ele pretendia fazer, e por isso fiquei curiosa quando soube que Eoin Colfer escreveu um tipo de fanfic sobre o que aconteceu depois. Chama-se “And another thing...”. Com certeza um título perfeito. Pretendo ler assim que o preço abaixar (R$40 é um preço absurdo para um livro papaerback, por melhor que este seja).

Recomendo, óbvio, a todos que leram os outros quatro livros as série. Se você resolveu ler ou já leu e não gostou do final, por favor, me explique a razão.
Lucas 19/07/2017minha estante
Liz, quero conversar com você, porque estou louco tentando entender esse final.




Vanessa 08/03/2020

Tudo foi esclarecido, de um jeito bem absurdo e irônico. Adorei!
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Lucas Pereira 20/12/2009

Dispensável
Não precisava existir.
Gustavorf 13/12/2011minha estante
Nenhum livro é dispensável. Se alguém não gosta de uma história não significa que ela é ruim. Há gostos e gostos e todos devem ser respeitados. A diferença é que esta série necessita de muito mais interesse do leitor, exige muito mais do pensamento lógico e inteligência analítica e, alguém que não goste disso, não gostará da história, certamente


Lucas 05/04/2013minha estante
O próprio autor dizia que queria um final diferente mas, para mim, foi um ótimo final, uma ótima historia e uma ótima mensagem.


Lucas Pereira 05/04/2013minha estante
Gustavo, se tu acha que quem não gosta é porque não entende, ainda tem muita coisa pra aprender.

Concordo que se eu não gostei, não significa que outras pessoas não vão gostar. Mas na minha opinião, ele é horrível. E aquela é a minha opinião (que é a única que eu posso dar).

E ele é dispensável sim. Como fã de longa data da série, eu acho que nesse livro a história é ruim, mal escrita e traz os personagens que eu gostava, numa versão horrível. Antes eles eram pessoas que se envolviam em situações absurdas (quando não criavam elas). Nesse livro, são apenas idiotas.

Os 3 primeiros são ótimos.


etsilvio 06/08/2015minha estante
Achei bem ruim também, deu um gosto amargo numa série de livros até bastante interessante.




Kelvin 13/06/2020

Uma aventura intergaláctica
Eu comprei todos os livros antes mesmo de ler o primeiro ou de saber a história. Me arrependo hahaha. Mas tenho que admitir que este é o melhor livro da série.
Iguer 13/06/2020minha estante
Meu deus, que loucura comprar sem saber do que de trata!! Kkkkkkk mas te arrependeste por que?? Essa é uma das minhas sagas favoritas! :D


Kelvin 13/06/2020minha estante
Hhahaha eu só fiz isso pq estava na promoção e todo mundo indicava. (Coisa de quem compra o livro pela capa)


Iguer 13/06/2020minha estante
Já fica aí a lição para as próximas vezes então kkkkkkkkkk


Kelvin 13/06/2020minha estante
Me arrependo, pois não consegui gostar de boa parte dos personagens. Entendo que o livro tem toda um contexto de crítica, mas não me cativou. Acho que é por isso que eu gosto mais deste livro, pela forma que ele termina (risos hahhaha)


Kelvin 13/06/2020minha estante
Pior que eu já tinha aprendido a lição com outros meninos (cof cof diários de um vampiro) hahaha




Angelica.Oliveira 31/03/2020

Fim, definitivamente o fim.
Tudo o que acontece, acontece.
Tudo o que, ao acontecer,
faz com que outra coisa aconteça,
faz com que outra coisa aconteça.

Tudo o que, ao acontecer, faz com que ela mesma
aconteça de novo, acontece de novo.

Isso, contudo, não acontece necessariamente em ordem cronológica.
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Bruna Barberino 21/04/2020

Não queria que acabasse
Essa coleção me fez perceber o quanto gosto de ficção. Nesse último livro comecei até a ler mais devagar para não acabar.
A leitura é fácil e divertida. Recomendo!
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Fer Paimel 31/05/2020

Gostei!
Os cinco livros do Guia do Mochileiro são muito bons. Leitura divertida, que entretém. Recomendo!
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