Exorcismo

Exorcismo Thomas B. Allen




Resenhas - Exorcismo


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Angel Sakura 13/09/2016

Resenha do Blog Eu Insisto.com.br
Quando soube deste livro eu quase pulei de alegria, serião mesmo, essa sou eu e é com essas coisas que fico feliz. Eu tenho um caso de amor e ódio com o filme Exorcista, enquanto meu eu adolescente morria de rir com todas aquelas cenas bizarras, foi ali que eu me vi encucada com a possibilidade de possessão demoníaca. Seria possível? E se fosse, porque era tão pouco recorrente? Se eu fosse um demônio super ia sair possuindo uma galera por aí, mas eu ia ser uma demônia com critérios, ia possuir de Rihana, Obama pra cima. Essas dúvidas e questionamentos surgiram dali e os filmes de terror se tornaram muito mais atrativos, muito mais assustadores com a dúvida do “e se fosse possível?”. Mas gente, sim eu ainda rio vendo esses filmes, é da minha natureza achar graça no que não tem #SouDessas. Daí a Darkside veio e me apresentou o livro com os detalhes do caso real, a escrita é muito crua e bem mais assustadora que o filme. Aqui é a minha imaginação que cria os cenários e eu descobri o quão bizarro meu cérebro pode ser. Assustador… é, esse é um bom livro. Foi uma boa leitura.

“[…]Durante a declamação geral do rosário pelos padres e irmãos, as proezas costumeiras começaram, mas com a omissão dos escritos no corpor de R. O barulho e as cantorias foram muito perturbadores para todos. R não deu nenhuma resposta ao “Praecípio”, exceto para imitar as palavras em latim, para depois rir ou dizer “enfie no cu”.”


Este livro é quase escrito mais como um relato do que uma história, não temos uma criação de um enredo é apenas a narrativa do que foi vivida pelos envolvidos em um exorcismo. O autor conseguiu obter o diário que acompanhou todo o processo, ele conseguiu relatos e transcreveu o que descobriu nesta obra. O assustador é que temos aqui o ponto de vista em primeira mão do padre que executou o bem sucedido exorcismo, junto com seus medos e tudo que ele passou enquanto tentava extrair o demônio desta criança. Todos sabemos que exorcismos tem um enorme índice de falhas, isso porque as pessoas possuídas morrem já que seus demônios não querem sair e, eu acho, que a intenção é matar o corpo que conseguiram possuir. Aqui nós temos o relato do padre que tem a total convicção de que ele salvou a vida do jovem Robert, dos eventos que vivenciou e de muitos fenômenos sobrenaturais. Contudo outros padres, como o Nicola, não acreditam que Robert estava possuído de verdade. Temos uma linha tênue entre o sobrenatural e a esquizofrenia, que é uma doença. Então, o lado que você escolher acreditar vai depender de você, da sua fé ou da falta dela, se foi um exorcismo ou se foi apenas uma encenação. Temos o mesmo dilema com o Exorcismo de Emily Rose. Eis aqui um link que explica sobre esse outro exorcismo famoso e tudo que acarretou no mundo.

“Um exorcista tem que tocar o mal, respirá-lo, se concentrar nele. “

Sobre este livro, temos Robert Mannheim, um adolescente normal de 14 anos que gosta de brincar com o que não se deve. Ele tem uma tábua ouija, que é tipo nossa brincadeira do compasso muito mais evoluída, e fica ali fazendo altas perguntinhas pros amiguinhos demônios. Preciso dizer que a tábua ouija foi presente da tia que achava normal, comum e possível falar com aqueles que já morreram? Então, o tempo passa e Robert meio que consegue se comunicar com eles, dá pra perceber pelas unhas arranhando a parede, objetos de movendo sozinho e fenômenos meio bizarros do tipo que já sabemos que os capeta tudo tão na casa. Mas, a coisa não parou por aí, esse foi só o começo. O Robert começou a ser ele a vítima dos demônios, em seu corpo começou a aparecer mensagens escritas em sua pele e foram coisas super doces como um Hello, tipo, demônio mega educado né? Exceto que a mensagem continuava com Hello HELL… hell = inferno. Éeee não sei vocês, mas hello hell não é bem a mensagem que eu espero receber no meu corpo, not god. Sua família preocupada com toda a situação, e porque a chave estava sempre desaparecida o que obviamente é tarefa dos demônios, levam um padre para expulsar o povo do mal. Sério, nesse ponto já dá pra acreditar que tem a torcida do flamengo do inferno aqui, é tanto evento sobrenatural que já sabemos que a nova sede do inferno é na casa do Robbie, preciso relembrar vocês que ele tem apenas 14 fucking anos?

Se quiser ler a resenha completa visite o blog: http://euinsisto.com.br/exorcismo-thomas-b-allen/

site: http://euinsisto.com.br/exorcismo-thomas-b-allen/
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Claris Ribeiro 08/09/2016

Comprei o livro na pré venda meses antes de seu lançamento, fiquei muito empolgada, e, assim que tive oportunidade, iniciei a leitura dessa obra.

Thomas B. Allen reúne nesse livro diversas pesquisas que ele realizou sobre esse caso, que apesar do tema parecer uma história de ficção, é bem real. O autor preferiu manter sigilo sobre os envolvidos, optando pela mudança dos nomes dos personagens principais.

A história acontece em 1949. Robert Manheim é um garoto normal, de 14 anos, que, sobre influência de sua tia Harriet, que era adepta do espiritualismo, começou a se envolver com espíritos, na tentativa de comunicar com os mortos através de uma tábua de Ouija e habilidades médium.

Tia Harriet morre em Saint Louis e uma série de incidentes começam na casa da família, barulhos de arranhões pelas paredes, colchão tremendo, objetos voando. A família acreditava no início ser roedores pela casa, mas assim que os episódios foram tornando mais frequentes e mais assustadores, começaram acreditar que eram sinais que tia Harriet estavam enviando, e com isso eles tentaram fazer contato com ela, e através de barulhos, concluíram que era a tia que estava fazendo tudo isso.

Robbie começou a trazer sinais de que algo errado estava acontecendo com ele, a família buscou ajuda através de médicos, psicólogo, vidente, pastores, mas como nunca chegavam a uma conclusão e o quadro ia piorando a cada nova tentativa, a família foi em busca de uma ajuda divina. Com a ajuda de padres católicos, realizaram sessões de exorcismo.

A história fala sobre crenças, fé, religiões e traz a opinião sobre diversas pessoas que estiveram envolvidas no caso. Thomas B. Allen, utilizando do diário escrito durante o exorcismo e suas pesquisas, descreve de forma simples e tranquila todos os acontecimentos durante o período de aflição e sofrimento da família, o autor deixa com que o leitor tire sua própria conclusão sobre a história, de acordo com sua fé e crença.

O processo de exorcismo é muito cansativo e longo. O livro – que não traz uma história de terror e sim um documentário – não é muito diferente, começa muito empolgante mas ao longo dos acontecimentos fica cansativo.

A edição da editora vem dividida em partes, primeiro o prefácio, depois a história contada por Thomas B. Allen que é dividida em 14 capítulos, depois vem a transcrição do diário do exorcista original, depois notas do autor, bibliografia, fontes e notas dos capítulos. O interessante é que podemos ler o livro de várias formas, podemos ler primeiro o diário e depois a história contada pelo autor, ou podemos ir intercalando um com o outro. Eu li da forma tradicional, a história e depois o diário, gostei de ir relembrando os fatos e detalhes que o autor incluiu na história, ele acrescentou muita informação histórica que me deixou ainda mais interessada por tudo que aconteceu.

Mesmo a igreja tentando manter segredo sobre esse caso, a história de Robert espalhou e ganhou tanta repercussão que inspirou Willian Peter Blatty a escrever o livro clássico O Exorcista, que mais tarde foi adaptado para os cinemas por William Friedkin.

Achei o livro bem interessante, apesar da leitura ser um pouco cansativa. Tenho minhas crenças e minha religião e essa leitura me fez pensar sobre muitas coisas. Acho uma leitura muito válida, interessante e importante para todos que se interessam pelo assunto.

site: http://www.plasticodelic.com/2016/07/resenha-exorcismo.html
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Tay Piacecki 26/08/2016

A história que deu origem ao filme
O livro conta a história da possessão de Robbie (nome fictício) e como ele se livrou desse tormento. Baseado no diário mantido por um dos padres participantes de seu exorcismo e depoimento de testemunhas. O autor ainda conta como teve acesso ao diário secreto do padre e trás, nas páginas finais, uma cópia do próprio diário.
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Vida em Série 21/08/2016

O poder dos fatos reais.
O livro tem aquela pegada de terror fatos reais que, para mim, é sempre uma tendencia da obra de fazer ser mais ouvida, ou mais temida por si só. Todo mundo fica com aquela pitadinha de dúvida quando dizem que algo realmente aconteceu, não é mesmo? O autor conta como teve acesso às notas do Diário do Padre Walter, além de descrever alguns fatos bem importantes sobre a Igreja Católica e o Luterarismo. O que torna essa edição da DarkSide ainda mais completa é o próprio diário disponibilizado na íntegra nas últimas páginas.

O Exorcismo se passa ao redor do garoto Robbie e sua família, quando uma série de eventos macabros começam acontecer sempre que o rapaz está presente. Sua mãe não é católica, mas pelo livro se detalha a proximidade do catolicismo com tais fatos macabros e a distância do Luterarismo. A família então começa uma rotina incansável e sofrida por causa da onda de pavor que Robbie está inserido.

A contextualização do livro é bem detalhada, consegue-se ter uma noção boa da época e dos problemas da família. O autor procura explicar parte do ritual, da tradição e até menciona alguns fatores da Igreja durante os anos.

site: http://vidaemserie.com/2016/08/17/resenha-literaria-o-exorcismo/
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Reemilk 19/08/2016

Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real?
Muitos não sabem, mas a obra-prima de W. Peter Blatty (O exorcista) não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade. A história real aconteceu em 1949. E nosso queridíssimo Thomas B. Allen escreveu relatos sobre o caso que inspirou o Livro e o Filme do Exorcista.

Um dos aspectos a se destacar, é que não se trata simplesmente de um livro de terror baseado em uma história supostamente verídica. É um relato montado através de muita pesquisa e fontes imparciais. Ele teve acesso ao diário de um padre jesuíta chamado Walter Halloran que auxiliou o exorcista Bowdern. Diário esse que Thomas obteve sob circunstâncias no mínimo curiosas. Inclusive ele foi adicionado na integra e sem edições pelo autor nas últimas páginas do livro.

A leitura não só levanta as questões do fenômeno em si, como faz um estudo da forma burocrática como a igreja católica agia quando de fato acreditava ser um caso de exorcismo, o que gerava uma porção de regras a serem seguidas. O caminho pela cura é longo e a família passa por situações bastante complicadas a partir de então. São inúmeras sessões de exorcismos, inúmeros padres, ambientes e páginas de tirar o seu sossego. É muito interessante acompanhar o ritual de exorcismo e perceber que não se trata apenas de rezar, apontar uma cruz e jogar água benta.

Como resultado, seu livro é considerado o mais completo relato de um exorcismo pela Igreja Católica desde a Idade Média. Os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren definiram a obra de Thomas B. Allen como “um documento fascinante e imparcial sobre a luta diária entre o bem e o mal”. Thomas abre diversos parênteses durante a narrativa para abordar de uma maneira quase que jornalística os fatos, trazendo registros de antigos exorcismos e o ponto de vistas de estudiosos que enxergam alguns casos, principalmente os mais antigos, como doenças ainda não descobertas ou epilepsia.

Se você acredita ou não em demônios e possessão, este livro irá testar sua crença e deixa-lo reflexivo sobre o assunto.

site: https://www.instagram.com/p/BIarRuGAPe3/?taken-by=reeemilk
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Kammy Krysthin 17/08/2016

[ RESENHA ] EXORCISMO . VOCÊ ACREDITA EM DEUS?
Então por que não acreditar no diabo?
“Ele estava sofrendo de uma agonia inimaginável.”
A resenha de hoje é mais complexa dos que as outras, abordando um assunto que afeta diversos pensamentos, venho apresentar a existência do diabo, demônio que possui corpos e nos leva a cometer coisas terríveis, Thomas B. Allen nos mostra um desses casos em Exorcismo, sucesso mundial o filme Exorcista ainda assombra muitas mentes com sua apresentação forte e com cenas que a igreja católica repudiaria eternamente. Aqui temos uma versão real de uma possessão, uma criança possuída por algo maligno e a igreja católica fazendo de tudo para que esta fique livre do mal.
Faço a mesma pergunta do inicio da matéria, você acredita em Deus? No ser supremo que nos protege de todo o mal, se sua resposta for sim, então por que não acreditar no mal? No diabo e demônios que vagam pela terra fazendo calamidades acontecerem e mostrar do que o ser humano é capaz. Não desejo de nenhuma forma afetar o seu pensamento em relação a isso, apenas desejo mostrar o que foi relatado no livro, um caso real de possessão que aconteceu nos Estados Unidos em 1949 com um menino de apenas 14 anos, a visão relatada é a dos padres, um diário secreto do Exorcismo, todos os dados e relatos na época em que isto aconteceu. Prepare-se.

Robert Mannhein, mais conhecido como Robbie, tinha o costume de brincar com a tia Harriet a favorita entre todas, praticante do espiritismo esta apresentou ao sobrinho um jogo novo, o tabuleiro Ouija, mais conhecido como jogo dos espíritos.
“Ela o ensinou a colocar os dedos de leve sobre a planchette, uma plataforma que se movia sobre pequenos roletes através da superfície de madeira polida do tabuleiro Ouija. Arrumados ao redor do tabuleiro havia as letras do alfabeto, os números de 0 a 9 e as palavras sim e não. Robbie ficou fascinado com o tabuleiro Ouija.”
Pouco tempo depois tia Harriet morreu e a partir dai tudo começou a mudar na casa e na vida de Robbie, sem ter com quem brincar o garoto voltou a jogar com o tabuleiro em dias que o tédio tomava conta da casa, após alguns jogos Robbie passou a escutar barulhos que começavam em um lugar na casa para depois chegar finalmente ao quarto do garoto, seria o espirito da tia Harriet? Atormentando o sobrinho a procura de um tesouro relatado por familiares? Foi então que tudo passou a mudar, focando apenas no garoto o espirito ou o que quer que fosse começou a atormentar a criança, balançando objetos, movendo a cama e os movimentos cada vez mais próximo de pegar o menino, seria possível que sua adorada tia pudesse machucá-lo?
“Sua casa se transformou na casa assombrada, e ele, no menino assombrado.”
A procura de respostas e de paz na casa, os pais luteranos procuraram ajuda na igreja em que frequentavam, diferente da igreja católica a igreja luterana tem um pensamento diferente de Deus e do diabo, fazendo algumas orações e encaminhando o menino a médicos para ser examinado psicologicamente, nada adiantou para que mudasse o rumo da história que estava se seguindo naquela casa, lembrem-se que não abordarei muito as temáticas das igrejas apresentadas no livro, porque muitos tem pensamentos diferentes e mexer com religião tem um certo índice de complexidade, ainda mais eu não tendo nenhuma religião praticamente.

“Phyllis Mannheim estava aturdida demais para perceber que o corpo de Robbie agia como um tabuleiro Ouija.”

Após um caso mais grave em que a passagem de medo para pavor surgiu, os pais novamente procuraram ajuda, desta vez na igreja católica, o garoto já estava sendo marcado por aquilo que não se via, arranhões e palavras marcadas na carne, se tornando exatamente o jogo de tabuleiro que o encantou no início.

Depois de um exorcismo malsucedido deixando um padre inexperiente machucado, foi necessário a saída da cidade para uma igreja qualificada para fazer a expulsão do demônio do garoto. Eis que agora sim o livro fica interessante, aprecio a forma como foi tratado o caso, mesmo sendo algo sobrenatural, todos tiveram a razão no tratamento de tal, não é simplesmente ir e fazer um exorcismo, aqueles feitiços de trazer o amor em sete dias, aqui não se expulsa um demônio estalando os dedos, não é tão simples.
Todo o processo demorou alguns dias para finalmente o padre agir, Bowdern ficara encarregado de tal fardo , junto com mais dois responsáveis a luta começou, foram dias a fio tentando de toda forma fazer com que aquilo não chegasse ao fundo da alma de Robbie, tudo foi em vão, nada adiantava, era uma luta nula, em que o que quer que estivesse dentro do garoto seguia ganhando.
“A possessão é o cativeiro do mal. Tanto culturas primitivas quanto desenvolvidas de todas as eras acreditaram nela. E todas as culturas que acreditavam em possessão encontraram maneiras de aplaca-la. Para os católicos, essa maneira era o ritual do exorcismo. Ritter agora segurava a chave para esse exorcismo.”
Não vou dizer para você que todo esse processo foi cansativo, todas as forças estavam esgotadas e mesmo assim a pobre criança continuava a sofrer, senti o fardo do exorcista a cada sessão, tive que parar a leitura diversas vezes para tomar ar e decidir se parava de ler ou não, muitas partes me deixaram confusas que eram coisas técnicas da igreja que eu nunca imaginei ter. Fui criada no cristianismo, passei por vários processos de aprendizado até chegar a ser coroinha e tudo, mas depois de crescida praticamente abandonei a igreja, rezo pra Deus em casa com as minhas palavras e olhe lá, então mesmo tendo um conhecimento prévio do que a igreja católica fazia, ter esse aprofundamento no tema foi algo surpreendente e muito, mas muito teórico, precisou de tantas autorizações para que finalmente pudessem colocar o menino em um lugar seguro e começar de fato o exorcismo.
“A voz do diabo riu e disse: Isso não é suficiente. Ele tem que dizer mais uma palavra, uma palavrinha. Quer dizer, uma palavra GRANDE. Ele nunca vai dizê-la. […] Ele nunca dirá a palavra. Estou sempre com ele posso não ter muito poder o tempo todo, mas estou dentro dele. Ele nunca dirá a palavra.”
Sinto por Robbie, como é ver sua vida se transformar em um inferno sem ter noção do que acontece dentro de si, mas sentir as dores o medo, a sensação de perda, aquilo foi esgotante para um adulto, imagina então para uma criança.
Tenho que finalizar dizendo que toda luta não foi em vão, que o bem prevaleceu acima de tudo, mas com muita fé, aquela que faz milagres, aos responsáveis por todo esse processo tenho uma admiração enorme, se fosse comigo já teria desistido, mas a força principalmente no padre Bowdern foi o que fez com que tudo se resolvesse no fim.
Nas últimas páginas temos as cópias reais do diário, cada detalhe documentado até finalmente o ponto final, Thomas B. Allen também comenta sobre o livro, seu processo de pesquisa e se acredita ou não que possa ser real a possessão.
“Robbie era um típico garoto norte-americano daquela época. O que aconteceu a ele, acredito, ocorreu sem qualquer ação ou provocação da sua parte. Ele parece ter sido uma vitima inocente do terror. Robbie foi, acredito, uma vitima de um evento estranho e incompreensível, um fenômeno de outro mundo cujas raízes culturais e psicológicas são mais profundas do que as do cristianismo.”
A DarkSide fez uma edição maravilhosa como sempre, o tabuleiro Ouija foi o mais perfeito e fiel possível, ganhei deles uma ecobag com a mesma arte e é realmente espetacular, confira o resto da fotografia no blog.
Espero que tenham gostado da resenha, foi super difícil escrever e ainda acho que não tenha ficado naquele ponto, mas espero que entendam.
Xoxo

site: http://kammyriquelme.blogspot.com.br/2016/07/resenha-exorcismo-voce-acredita-em-deus.html
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Tamirez | @resenhandosonhos 12/08/2016

Exorcismo - Thomas B. Allen
Em 1971, William Peter Blatty lançou O Exorcista e viu seu romance se tornar um grande sucesso, ganhando um filme logo na sequência. O livro que seria baseado em uma situação real conta a história de uma menina que foi possuída e depois exorcizada por um padre católico. Duas décadas depois Thomas B. Allen lança Exorcismo, a história real que inspirou a obra de Blatty, levando em consideração os diários a pouco tempo descobertos, e que retratam mais detalhadamente a jornada do membro da igreja responsável pelo ritual.

“Um exorcista tem que tocar o mal, respira-lo, se concentrar nele. Um padre se vê como um ser vivo trabalhando ao lado de Deus. Para agir contra o diabo, um exorcista penetra nas sombras profundas e tateantes do mal. Quando ele aparece, os demônios focam o mal nele.”

Segundo o que é contado por Allen, em 1949 um menino de 13/14 anos, Robert Mannhein (nome fictício), começou a apresentar um comportamento estranho, tendo traços de sua personalidade mudados drasticamente, além de eventos inexplicáveis acontecendo na casa da família. Objetos desapareciam e se moviam, luzes piscavam e o menino apresentava lesões no corpo, além de atitudes estranhas sempre que era posto para dormir. Tudo isso começa a se manifestar algum tempo depois da morte da tia de Robert, que gostava de brincar com tabuas ouija e ensinava o garoto. A família, que era dividida entre luteranos e católicos procura primeiro um cuidado médico e não encontra explicações plausíveis para o que está acontecendo, buscando então no âmbito religioso ajuda para combater o mal que caiu sobre a família.

É quando eles vão para outra cidade, algumas semanas depois a pedido do garoto, para ficar na casa de outra tia, que ele entrará em contato pela primeira vez com o padre Baudern, e um estudo mais aprofundado e religioso sobre o que está acontecendo começa. Se atentando para os “sintomas” do que seria uma possessão, o padre acaba por acreditar realmente que há algo de errado com o menino e pede autorização para realizar um exorcismo. É ai que começa a rotina em que, noite após noite, Baudern visita a casa da família para realizar a cerimônia.

ORDEM CRONOLÓGICA DOS FATOS

1949 – O padre William S. Baudern realiza exorcismo em um garoto
1968 – William Peter Blatty escreve ao padre pedindo informações sobre o que aconteceu, mas recebe negativa em resposta. Os diários ainda era privados e o padre não tinha permissão da igreja para falar sobre o assunto.
1971- Blatty lança O Exorcista, uma novelização da história vivida em 1949, baseada nos poucos relatos que conseguiu e nas notícias que saíram na imprensa.
1973 – O filme O Exorcista é lançado e bomba nos cinemas
1993 – Thomas B. Allen lança Exorcismo, contando a história real por trás do que aconteceu, incluindo o diário do padre na íntegra.


MINHA OPINIÃO

A primeira coisa que se pensa a olhar pra um livro desses, seja pela capa, edição ou título é que será uma história que causará medo. Mas não se engane, o tom que autor usa para conduzir a narrativa é quase jornalístico, como se estivéssemos lendo um documentário. Somente as primeiras cenas causam algum desconforto no leitor e mesmo assim não servem para o livro ser considerado amedrontador. Portanto, se você não gosta de livros de terror porque sente medo, acho que Exorcismo pode ser uma boa pedida pra você começar a tentar driblar essa situação.

Tirando isso da frente, acho que o tópico seguinte é a credulidade do relato. Pra mim algumas coisas soaram bastante falsas e isso não ajudou com que eu tomasse isso como uma história real. O primeiro fator é que o menino passa uns quatro meses possuído e, só manifesta os problemas a noite, sendo de dia um menino completamente normal e os pais o tratando como se nada estivesse acontecendo.

É difícil questionar esse tipo de coisa, assim como as muitas decisões estranhas que a família toma (como se mudar de cidade porque a entidade pediu), porque são tempos diferentes. Estamos falando dos anos 40 e de um enorme conflito religioso, já que temos uma família dividida entre as próprias crenças.

“A família de protestantes e católicos se reuniu para decidir o que fazer em seguida. Entre os parentes havia também aqueles que seguiam o espiritualismo de tia Harriet e aqueles que acreditavam em parapsicologia. Eles insistiam que outras alternativas além do exorcismo fossem experimentadas.”

Mesmo assim, todo o contexto de demora, dos múltiplos exorcismos até a história se resolver, da forma como a família trata aquilo de forma corriqueira e até da falta de “personalidade” desse demônio, não me convenceu. Mas, somado a isso temos o fator de repetição. A história se repete em idas e vindas e explicações complementares. Tudo podendo ser evitado, por exemplo, se você ler diretamente o diário na íntegra contido no fim do livro.

Parece que o autor precisava encher páginas para ter um livro e acabou colocando coisas desnecessárias e tendo situações muito repetitivas, o que cansa e entedia o leitor. Pra mim, algo que solucionaria isso seria o livro ser apresentando como um diário comentado, ao invés de termos Allen reescrevendo tudo o que já é mostrado no diário. Podíamos ter o diário e na sequencia as anotações ou conclusões do autor sobre o que tinha sido contado ali, com complementos exploratórios aos textos mais diretos do padre.

É claro que não teríamos o antes e talvez o começo da história, mas nada que não pudesse ser resolvido com um prefácio ou uma pequena introdução.

“Um jornal noticiou que quando o garoto esteve na cidade não identificada do Meio-Oeste, três exorcismos foram realizados, um por um pastor luterano, outro por um padre episcopal e um terceiro por um padre católico romando. (Não há registros de um exorcismo episcopal e não existe ritual luterano de exorcismo.)”

Exorcismo foi a leitura do mês de junho do Vórtice Fantástico POA e posso dizer que rendeu várias discussões. As vertentes religiosas, a forma como os médicos e psicólogos lidaram com a situação, a postura da família, dos padres e, claro, dos padres que se envolveram no processo.

Não há bem como comparar as duas obras. Allen escreve um relato documental com o anexo de informações, enquanto Blatty transformou os fragmentos de sua investigação em um romance, trocando inclusive o sexo do personagem principal para causar mais empatia com o público. Como eu ainda não li O Exorcista, não posso traçar muito mais paralelos aqui, mas pelo filme dá pra notar que “a possuída” do livro e filme sofreu muito mais do que o garoto em termos de mudanças corporais ou até mesmo de personalidade. Acho que a forma como o livro é escrito, mais seu conteúdo em geral, não colaborou para que eu tivesse uma experiência plena e satisfatória.

É inegável dizer, porém, que a edição desse livro não está muito bonita. Há todo um cuidado com todos os detalhes, como já é um padrão da editora Darkside. A tábua ouija que está na folha de guarda tem tudo a ver com a história e ajuda a dar aquele toque mais sombrio pro livro. E, quem compra o livro lacrado ainda leva o marcador em forma de ponteiro, para poder ter suas próprias experiências de conversa com o outro lado (se assim desejar).

O livro é sim interessante e cheio de referências e novas informações sobre como o ritual funciona ou como a igreja se posicionava na época, mas peca em ser repetitivo e seco demais, não aproximando o leitor da trama e, portanto, não causando o devido amedrontamento que deveria vir junto com a história. Me parece que acreditamos em coisas que nos causam pavor ou medo, e isso tira nosso foco do que é crível ou palpável, deixando o leitor e até o espectador mais imerso, evitando tanto questionamento. Acho que é certo dizer que o medo serve como uma fator de credibilidade, mas infelizmente ele não está presente aqui. Mesmo assim, para quem é fã de terror ou curte estudar e saber mais sobre esses rituais ou questões de possessão, que são sempre assuntos delicados,devido a falta de registros reais sobre os acontecimentos, vai encontrar em Exorcismo um acréscimo valioso à sua estante.

site: http://resenhandosonhos.com/exorcismo-thomas-b-allen/
Naldinho 12/08/2016minha estante
Só 3 estrelinhas !!


Janaína 17/12/2016minha estante
Muito boa sua resenha. Achei também os fatos bem repetitivos e só pela leitura do diário, dispensa-se a obra em si.


ClAudia.Rivelli 05/06/2017minha estante

Minha dica: Uma resenha não precisa ser necessariamente um calhamaço de 500 linhas.


Arthur 18/08/2017minha estante
Resenha crítica, criteriosa, profunda e bem estruturada.
Adorei!!




Douglas 11/08/2016

Exorcismo
A minha temática favorita em obras literárias, aliada a edição impecável da Darkside Books fez desse livro um objeto de desejo para mim. Minhas expectativas estavam altíssimas para ele.

E talvez este tenha sido o meu erro. "Exorcismo" de Thomas B. Allen não é um livro de narrativa ordinária. Ele tem um carater jornalístico muito forte, sendo muitas vezes repetitivo e moroso ao relatar todos os fatos da história. O trabalho é competentíssimo, disso não ha dúvidas, mas tornou a leitura travada e sonolenta demais. Demorei muito mais do que achei neste livro e, repito, a temática me atrai muito.

Por outro lado, é a fonte mais confiável e didática acerca do ritual de Exorcismo que eu já vi. Todas as etapas e orações são explicadas e decifradas com minuscia. Ao fim desta edição, temos o diário de um dos padres que estava presente do exorcismo do garoto em 1949 que apenas conta com outras palavras o que já foi relatado no decorrer do livro, mas não deixa de ser interessante.

"Exorcismo" está mais para um livro de estudo do que para uma publicação descompromissada.
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Nena 11/08/2016

Thomas B. Allen é um jornalista q estudou em escola jesuíta e teve acesso exclusivo através do padre Walter Halloran, ao diário do padre Raymond J. Bishop, assistente do padre William S. Bowdern, sobre o processo de exorcismo do garoto Robert Mannheim (todos os nomes são fictícios para preservar a segurança dos envolvidos), de 14 anos, realizado no ano de 1949.
Robbie leva uma vida normal como qualquer outro garoto de sua idade. Sua tia Harriet o presenteia com uma tábua Ouija a qual lhe garante ser possível fazer a comunicação com os mortos. Qdo sua tia vem a falecer, Robbie começa a apresentar uma série de manifestações características de uma pessoa possuída. A família tenta de tudo para livrá-lo das manifestações e por fim chamam um padre, onde inicia-se o processo de exorcismo.
O livro começa sem nenhum rodeio, dando uma breve explicação sobre o garoto e já indo direto ao ponto. Por vezes a leitura fica um pouco cansativa pq o processo de exorcismo é um tanto qto repetitivo.
Gostei muito do último capítulo (O Segredo), onde especialistas e envolvidos dão suas opiniões e versões dos fatos.
É uma história de terror?
Não! (A menos q vc seja muito impressionável) É um relato detalhado sobre um caso real (há controvérsias) de possessão demoníaca.
Têm cabeça girando 360 graus, criança descendo a escada toda torta e vômito verde?
Não! Isso é só no filme q foi inspirado nesse caso. Mas têm as manifestações demoníacas descrita detalhadamente.
No final do livro traz o diário original do padre Bishop, com 24 páginas. Trás tbém "Notas do Autor" com informações relevantes e bem interessantes. Recomendo ao final de cada capítulo dar uma lida nas "Notas dos Capítulos", q encontram-se no final do livro, para ter uma ideia melhor do caso e tbém atualização do mesmo.
Primorosa produção da DarkSideBooks q desafia seus leitores mais corajosos a iniciar o jogo, trazendo em sua contracapa uma impressão da tábua Ouija junto com um marcador q serve de planchette.
Já fiz a "brincadeira" qdo era criança, mas creio q poucos se arriscariam a fazê-la depois da leitura do livro. Recomendo, q se tiverem interesse no jogo, leiam antes artigos sobre telecinesia. Não recomendo a leitura para pessoas impressionáveis. As demais recomendo pq é um livro interessante, apesar de ser bem cética em relação a essas coisas.
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Ana 07/08/2016

Interessante
Um documento interessante para quem pretende conhecer, ainda que superficialmente, alguns rituais da Igreja Católica.
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Alex666Messias 25/07/2016

Bom, só isso.
A edição é maravilhosa, mas mesmo se tratando de um documento, que narra os fatos de uma suposta possessão, achei cansativo demais. Tive várias vezes a impressão de estar lendo um capítulo anterior ao que estava, dada a semelhança repetitiva entre os capítulos. Mesmo assim vale a pena guardar esse documento.
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Horroshow 20/07/2016

Resenha por Wallace Santos (Blog Horrorshow)
O Exorcista, filme de William Friedkin de 1973, levou muitos espectadores a repensarem suas crenças e a espectadores céticos duvidarem da sua falta de crença. O filme chegou a ser indicado a 10 oscars e se tornou um ícone da cultura pop em matéria de terror. Hoje, em 2016, mais de 40 anos depois, a Darkside traz aos seus leitores um livro com o intuito de te contar que aquilo que todos temem foi real.

Robbie (nome ficcional para fins de proteção de indentidade real) é um menino que recebe da sua tia uma tábua Ouija. Essa tábua é utilizada, em forma de brincadeira, pelo menos em teoria, para se comunicar com entidades de outro plano. Após começar a usar o objeto, o menino começa a demonstrar sinais estranhos. Nessa mesma época, a tal tia de Robbie falece e a família se muda, acreditando que as manifestações sobrenaturais seriam uma tentativa da tia de se comunicar. A mudança não adianta e os arranhões, barulhos e passos continuam. Até que as manifestações passam a ser mais que isso.

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site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2016/06/o-exorcismo-thomas-b-allen.html
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Paula 18/07/2016

Simplicidade
O que mais chama atenção no livro é a simplicidade na descrição dos acontecimentos. Nada daquilo que vemos habitualmente em filmes de terror deve ser esperado ao ler o livro. Apesar dessa simplicidade, o autor consegue inserir um certo terror e apreensão ao longo da história, em que a vontade de chegar logo ao final e descobrir se o exorcismo foi bem executado é enorme.
Além disso, a capa dura e texturizada do livro encanta muito.
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Guilherme.Ballas 10/07/2016

Interessante.
Tenho preconceito com livros, filmes ou séries de terror, então fiquei com um pé atrás para ler o livro e perder meu tempo.
Mas o livro se tornou mais interessante do que eu esperava.
Você vai entender o que é preciso para se fazer um exorcismo, vai conhecer a história de todos os padres envolvidos e entender algumas coisa da igreja católica.
Para ler esse livro é importante saber que não se trata de uma história de terror. O escritor detalha sobre o que é o exorcismo e como ele é tratado dentro da igreja católica.
Obs. Esse livro na vai dar medo. Se está procurando por algo assustador, procure outro livro.

site: www.instagram.com/guilhermebvg
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