O Escravo

O Escravo C.S. Pacat




Resenhas - Príncipe Cativo


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Francisco 16/08/2017

Plot peculiar
Pra iniciar tive uma expectativa sobre esse livro, inicialmente teve uma queda, depois melhorou bastante e por fim, minha mente tornou o plot no minimo peculiar depois dessa experiência. Primeiramente, esse livro contém cenas de estupro. Agora continuamos, o plot da historia, é que o principe de um reino, Damien, foi entregue por seu irmão ao reino inimigo, como um presente de um acordo. Só que para todos os efeitos, Damien que agora era escravo, estava morto. Só que, ele foi entregue como um escravo de estimação, e entre as suas obrigações estavam as sexuais, para com o peincipe se ele quisesse, e para entreterimento da corte. Enfim, ao chegar essa situação ele se choca, assim como nós. Aí vem a primeira reflexão, se fossem mulheres o choque seria o mesmo? Talvez sim pela época, porém essas trocas sempre existiram e era algo natural nesse periodo. Em alguns momentos da historia, valeria menos que um cavalo. Outra reflexão, foi que sexo, é algo extramente importante para o ser humano, tanto que algumas coisas mudam em determinadas decisões por causa de uma relação sexual. Então ver, o sexo nessa posição de submissão escravocata é no minimo interessante. Fora isso, as dispustas dos reinos e no interior da corte, são bem trabalhadas, e ali a partir do capitulo 5, a parte sexual do livro fica pra segundo plano. Agora, no geral a escrita da autora não é cativante, você fica na historia mais pelo plot e enredo do que pela forma que ela te leva para a historia. Talvez isso tenha haver com a tradução? Nao sei... Mas acho que o processo de escrita precisa ser melhor trabalhado.
Bruna Britti 01/09/2017minha estante
Acabei de terminar de ler, tinha mtas expectativas e concordo com vc. Tbm dei três estrelas, a escrita da autora é um tanto superficial. Legalzinho, mas nada incrível. A parte política vai ganhando voz e fica mto boa, mas a relação do príncipe e seu escravo é mto fraca, ela não dá imersão as cenas, a falta de emoções cria uma leitura que as vezes soa qse mecânica. O pessoal ficou todo alvoroçado com a relação do Laurent e do Damien e não consegui me empolgar como esperava, se a autora não melhorar isso vai frustrar mta gente.


Bruna Britti 02/09/2017minha estante
Acabei de terminar de ler, tinha mtas expectativas e concordo com vc. Tbm dei três estrelas, a escrita da autora é um tanto superficial. Legalzinho, mas nada incrível. A parte política vai ganhando voz e fica mto boa, mas a relação do príncipe e seu escravo é mto fraca, ela não dá imersão as cenas, a falta de emoções cria uma leitura que as vezes soa qse mecânica. O pessoal ficou todo alvoroçado com a relação do Laurent e do Damien e não consegui me empolgar como esperava, se a autora não melhorar isso vai frustrar mta gente.


Karol 25/11/2017minha estante
Eu ainda não li o livro e fico feliz de ter lido sua resenha, assim diminuo minhas expectativas. Com relação aos protagonistas, pelo que as pessoas que já leram toda a trilogia me disseram, o relacionamento deles se desenvolve melhor nos outros livros.


.anA 12/04/2018minha estante
Então, sim, é a tradução. Se você tiver acesso e gostar de ler em inglês, te recomendaria lê-los assim, porque a escrita da Pacat é um dos pontos fortes do livro. Eu não consegui ler essa tradução porque algumas coisas ficaram... não sei, o tradutor fez escolhas espetacularmente ruins em alguns pontos. Vim ler os reviews pra ver se alguém comentaria disso, porque não tive coragem de encarar haha mas fico feliz ainda assim que os novos leitores (dessa versão brasileira) estejam ainda assim apreciando a história, apesar da tragédia que tá a tradução :B


Francisco 28/04/2018minha estante
Bom saber disso, acho que vou ler em inglês as próximas edições




Neylane @livrerias 03/05/2018

leia a trilogia inteira, não pare no primeiro livro
Esse primeiro livro da trilogia Príncipe Cativo não é um que eu recomendo pra qualquer pessoa. Os temas tratados na obra não são simples e, por ter somente um ponto de vista, o leitor fica sem saber o que pensar de certos personagens e tem até receio de continuar a leitura. O que eu digo é: continue. Os temas abordados vão desde escravidão (obviamente), pedofilia, abuso sexual, traição, suicídio, morte, luto, até companheirismo, amizade e amor. Porém, nesse primeiro livro só vemos a parte mais ruim e podre da coisa toda, e por isso não agrada a maioria dos leitores. Eu compreendo esses pontos de vista, mas pra mim a trilogia apresenta um dos melhores desenvolvimento de personagens que eu já li.
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Adrya Ribeiro 19/01/2018

Foram tantos os comentários sobre esse livro que minha curiosidade não resistiu.
É bem diferente dos livros medievais o universo criado pela Pacat. Uma coisa, esse livro é bem gay, não tem quase nada de safadezinhas, mas devido ao conceito em Vere de que homem fica com homem e mulher com mulher, mesmo que não tenha sexuus explícito, a atmosfera é bem sexual e gay. Não que isso seja um problema..rsrsrs. Também achei estranho e interessante a parte dos "escravos de estimação", muitos buscam e almejam pessoas com cargos mais elevados para obterem crescimento. É horrível e ao mesmo tempo interessante a forma que foi apresentada.
Não consegui gostar do Laurent, achei ele tão ruinzinho que não sei como vou reagir no próximo, já que acredito eu, terá uma redenção pelas coisas ruins que fez.
O Damen foi bom, suportando os castigos, e ainda consegue ajudar quem precisa.
Vou continuar, já que terminou com aquela sensação de quase no meio de uma frase... #raiva.
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Tamirez | @resenhandosonhos 07/08/2018

Prícipe Cativo: O Escravo
Esse livro pode parecer uma história bem comum de fantasia, mas não é. A edição nacional com uma capa bem genérica e a sinopse também não serviram para explorar os principais pontos dessa história e avisar o leitor do que ele vai encontrar. Eu presenciei e participei de vários debates e pontos de vista sobre a necessidade ou não disso e sou defensora de que sim, a gente precisa conversar, porque além de sair da zona de conforto de muitos leitores tradicionais do gênero, também é um livro com gatilhos.

Primeiro de tudo estamos lidando com uma sociedade escravista. Akielos é famoso por seus preciosos e bem treinados escravos. Há uma “escola” dedicada a isso e hierarquias dentro dessa sociedade, sendo o mais precioso e bem sucedido aquele que é escolhido para servir os lordes como escravos de cama. Apesar de cercados de riquezas, a imagem que a autora quer passar com o livro não é de romantização e há algumas cenas fortes pra firmar isso na mente do leitor. Se você é escravo de alguém, esse alguém pode fazer o que quiser com você, inclusive cedê-lo para que seja “usado” por outra pessoa. E isso é uma qualificação para estupro.

“Aprender a língua de um inimigo era tão importante quanto aprender a língua de um amigo.”

Agregado a isso temos uma sociedade estruturalmente homossexual (ou bi em alguns aspectos). Homens se relacionam com homens e as vezes com mulheres, e vice-versa. A forma como isso acontece em cada um dos reinos é diferente. Em Akielos tudo é mais centrado e contido, enquanto em Vere há mais abertura e relações públicas. Enquanto no primeiro bastardos são aceitos de bom grado, no segundo é algo inaceitável. Akielos baseia sua estrutura na Grécia antiga, tanto na aceitação quanto na forma de se vestir, enquanto Vere se espelha na corte francesa, com trajes laçados e pouco pudor.

Dai você vai me perguntar: temos escravos – sexuais – e um mundo homossexual, então este é um livro erótico? NÃO. Em toda a trilogia temos bem poucas cenas com apelo sexual, e elas cabem contadas em uma mão. O que temos aqui é uma construção de mundo baseada em pilares diferentes, que apresenta essa “inversão” das relações como algo natural e intrínseco nesse mundo. Não há debate sobre o assunto, porque não há estranheza.

Em contra partida, a escravidão não é algo que passa despercebido ou sem reflexão. Ela, assim como algumas cenas que envolvem abuso sexual e violência – e que podem gerar o gatilho que mencionei – estão inseridas na primeira metade desse livro pra que o leitor compreenda a essência dessa sociedade e como as pessoas lidam com as coisas em cada um dos locais. Tendo feito isso, a autora mantém a temática viva na mente do leitor sem precisar ficar chocando a cada conjunto de páginas. Logo, o incomodo que essas cenas podem causar está ali significando algo e deve ficar marcada no leitor assim como fica marcada nos personagens que as presenciam ou participam delas, durante toda a trilogia.

“Você fala como um mestre. Mas é um escravo, como eu.”

Tendo trazido esses três aspectos que não constam num primeiro olhar ao livro, e que eu acho serem extremamente relevantes, é hora de debater sobre o que realmente temos enquanto história. A trama desenvolvida nesse primeiro livro envolvendo Damen e Laurent é bem básica. Damen é o típico personagem herói que foi injustiçado e que precisa lutar pelo seu trono de volta. Ele tem princípios, acredita no certo e no errado e foi criado para ver Vere como bárbaro e horrível. Enquanto Laurent é escorregadio, metódico, gelado e com um toque malévolo que a princípio o posiciona como vilão. Ele vai aprontar suas atrocidades e o leitor vai odiá-lo.

Porém, esse é um personagem que tem muito a nos ensinar, assim como Damen. É muito interessante acompanhar o desenvolvimento dele, afinal agora que pode ver as coisas com seus próprios olhos, nem tudo vai soar tão ruim como era antes se referindo a Vere, e Akielos pode não parecer mais tão intocável como era quando vista de dentro. Há um amadurecimento de ambos os personagens ao longo do livro, mas Damen é aquele que nos conduz pela história, logo é nele que temos os olhos e nele também que acompanhamos melhor a evolução. Laurent será um personagem cinzento por um longo tempo, o que não tira dele o brilho próprio.

Príncipe Cativo é um livro de apresentação de universo e dos personagens. Ele é o mais curto entre os três e acho que a autora o usou realmente pra tentar inserir o leitor da melhor forma possível nesse contexto diferente. Esse também é o mais fraco dos volumes e eu espero que a editora não demore a lançar os outros, porque certamente ficará um gostinho de quero mais e o segundo levanta muito o nível da história.

Como já mencionei, a capa passou longe de me agradar e também não apoio o uso do subtítulo, pois novamente direciona a história pra algo que não realmente é o real. Minhas capas preferidas são as australianas, mais minimalistas. As orientais também são boas porque trazem ilustrações únicas que se encaixam melhor na proposta do livro. Não é necessário estar gritante na capa sobre o que é o livro, o que não pode acontecer é apresentar algo que não é o verdadeiro. Quando essa capa saiu eu parei por um tempo para pensar se havia algum conflito armado que envolvesse pessoas de armadura, e não. Logo, essa escolha faz ainda menos sentido.

Desde que eu li o livro em inglês e advoguei pela publicação no Brasil, duas coisas me deixavam temerosa. A primeira era que o livro não fosse vendido da forma correta, induzindo um leitor desinformado a consumir um livro que ele não se sentiria confortável. Não é mistério pra ninguém, acredito, que o público mais tradicional do gênero de fantasia medieval é masculino e heterossexual. Assim, essas pessoas se forem munidas de preconceito – o que é algo muito comum, infelizmente -, tem a faca e o queijo na mão para adquirir esse livro sem saber o que realmente vai encontrar e esquincalhar a história por não ser a tradicional jornada do herói machão que derrota mortais e dragões. A segunda coisa diz respeito a tradução. Essa é uma história que possui termos que funcionam muito bem no inglês, mas que podem soar vulgares no português se tratados de forma incorreta. Dessa forma, espero que Príncipe Cativo tenha realmente ganhado atenção em sua terminologia e revisão, pois o limite entre uma coisa soando como outra é bem complicado em casos assim.

Enquanto eu escrevo essa resenha eu ainda não tive contato físico com a edição nacional e portanto não posso afirmar como ela está, apesar do livro já estar disponível. Agora, estou ansiosa para começar a receber os feedbacks e ver o que os leitores de interesse estão achando dessa história que em sua totalidade virou uma das minhas queridinhas. Eu já li a trilogia completa, então em breve sairá a resenha do segundo, Prince’s Gambit.

Príncipe Cativo se destaca por seu diferencial ao construir uma sociedade baseada em outros princípios e não tratar o tema com estranheza, afinal é ai que reside a magia da fantasia. Se há algo que me deixa irritada é ver autores justificando certos comportamentos “porque naquela época…”. Se o livro é uma fantasia, o mundo desenvolvido pode brincar com qualquer realidade e a escassez de novas propostas visando manter antigos preceitos e preconceitos é assustadora se olharmos por esse lado. Por causa disso, saldo Pacat pela “ousadia” de ousar e apresentar algo único e que certamente vai dar representatividade a leitores que não se encaixam no “padrão” do gênero.

Se você se sente confortável com os aspectos ressaltados, dê uma chance a essa história e tenha a minha palavra – se ela lhe valer – de que a trama melhora a cada livro, proporcionando uma boa experiência do início ao fim. Preconceitos deixados de lado, de coração aberto, Captive Prince é um ponto fora da curva.

site: http://resenhandosonhos.com/principe-cativo-captive-prince-c-s-pacat/
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Isadora| @estanteda.isa 12/07/2018

Intenso e Brutal
O Príncipe Cativo me chamou a atenção antes mesmo do lançamento aqui no Brasil, como vi a indicação no youtube já sabia que fugia do tradicional.

Mas não é uma leitura de toda fácil. Há muitas cenas de violência, estupros, sexo e humilhações.

O livro é narrado pelo ponto de vista de Damien príncipe de Akielos traído pé o irmão mais novo e enviado como escravo para o príncipe Laurent, de Vere, reino onde são inimigos mas mantém um tratado de paz.

O livro é sobre sua estadia lá e a podridão da sociedade. Lá os relacionamentos entre homens e mulheres só acontece entre os de sangue real é o restante mantém escravos sexuais do mesmo gênero e isso ocorre para não haver bastardos.

Não são relacionamentos homoafetivos, o envolvimento entre homem com homem e mulher com mulher é normal e mesmo que haja amor não é visto como problema.

Mas as intrigas políticas, as mentiras, as traições entre os monarcas é tão nojenta quanto as cenas de brutalidade. As diversões para os reais é cruel aos escravos e isso não se.impõe limite a idade.

O livro foca muito nos escravos masculino, o livro todo é interessante e totalmente diferente do que estamos habituados, mas Damien é um personagem que deixa a desejar. Apesar de estar em uma posição de escravo é nítido sua luta interna entre aceitar seu novo lar e querer vingança.

Eu não esperava o final como foi, achei que seria de outra forma. Acho que faltou mais ação, mais luta considerando quem é Damien. Quero continua principalmente para saber mais sobre Laurent, que é tão frio quanto um gelo, mas no final sempre demonstra algum sentimento.
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Vanessinha 09/01/2018

Uma história muito diferente
O livro tem uma discussão política interessante, mas difere muito de vários outros que li no gênero. Estava acostumada com batalhas entre gladiadores por vida ou morte, nesse os escravos não lutam até morrer e sim até um sodomizar o outro. Tem forte conotação sexual e um reino com costume diferenciado de ter escravos homoafetivos evitanto assim filhos bastardos. Apesar da proposta diferente não dá para dizer que as cenas de sexo são fora de contexto e nem mesmo chegam a ser quase intolerantes como estupros que já li em outras obras. Achei tão diferente que pretendo continuar a série.
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Carla Cássia - @contra.capa 07/08/2018

Resenha: O Escravo
O Escravo primeiro volume da saga do Príncipe Cativo me foi apresentado com um bom romance, hot, LGBT, medieval. Com todas essas características, logo fiquei animada com a história e fui logo procurar saber mais dela. Entretanto assim que descobri que era sobre um príncipe que vira escravo isso me incômodo um pouco. Porque na boa, não vamos romantizar escravidão.

Porém muitas pessoas me falavam bem do livro, então resolvi dar uma chance e entender o que era essa ideia, um pouco (BASTANTE) polêmica e ousada.

Devo confessar que achei o livro pequeno, porém foi o bastante para introduzir a história de Damianos e Laurent. A escrita de C.S Pacat é bem fluída e consegue te prender na narrativa. Pelo olhar de Damianos conseguimos entender naquele universo - o do personagem - que nem toda visão de escravidão é como a que nós temos como base, além disso sua cultura é bem peculiar, totalmente diferente da nossa, isso me faz não poder avaliar aquele universo com uma referência do meu. Mesmo assim, porém não romantizem escravidão, não façam isso.

Superado esse ponto, em geral o que rege o livro é a política. Reinos, guerras, conflitos, um mundo além ao que podemos ver, mas o poder e as artimanhas para conquistá-lo são a peça central da história. Então se você gosta de teorias da conspiração e armadilhas políticas, esse livro é para você.

Damianos se vê no meio do jogo político de Vere, ao mesmo tempo em que deseja voltar para seu reino, sua casa, seu trono. Pelos seus olhos vemos o mundo, e através deles conhecemos seu eu guerreiro e agitado, que contrapõe perfeitamente com o sutil e frigido Laurent. O que em Damianos é garra, em Laurent é perspicácia, e ver como os dois são opostos é algo bem divertido durante a leitura, me fazendo assim gostar de ambos, e ficar muito ansiosa pelas cenas seguintes, pois muita água passou pela ponte, e muita ainda ira de passar.

Confesso que várias coisas durante essa leitura foram deixadas no ar, o que me fez ficar bem animada para o próximo volume, que é bem maior que esse primeiro (diga-se de passagem). E mesmo incomodada com o tópico da escravidão a trama política me animou para saber mais.

OBS: O primeiro livro contém um extra, que é um conto de um personagem secundário, ver sua história me surpreendeu e chocou um pouco me deixando ainda mais animada para o que vem a seguir, então não pule esse extra.

Para mais resenhas como essa, link abaixo

site: http://www.blogcontracapa.com.br/
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Bruno 12/01/2018

Amor de irmão?
Primeiro livro físico do ano 💕

Levei tanto spoiler desde o lançamento do livro no ano passado que fui ler achando que certos acontecimentos iriam rolar nesse volume e fui tapeado =P

Apesar disso a leitura não foi prejudicada em nenhum momento.

"Amor de irmão? Você não o conhece mesmo, não é? Morrer é fácil e rápido. Ele quer que você seja assombrado para sempre pelo fato de que a única vez que ele o venceu, foi a única vez que importava."

Em Príncipe Cativo, Pacat nos apresenta uma discussão politica com teor homoerótico como pano de fundo.

Das poucas cenas de sexo, nenhuma foi romantizada. Ja li cenas piores em muitas fanfics pelo tio Google.



Que venha o segundo volume 💕
Nanda 17/02/2018minha estante
O segundo volume é simplesmente incrível! !! Anciosa pelo terceiro ?


Bruno 17/02/2018minha estante
Nao li o segundo ainda :O


Nanda 08/05/2018minha estante
Nossa,o segundo volume está incrível ??




Beto 21/11/2018

No ma'am!
Iniciei a leitura de "O Príncipe Cativo" motivado pela sinopse e pelas instigantes resenhas do Skoob. Infelizmente, após inúmeras tentativas de terminá-lo resolvi por abandonar, algo que raramente faço. A narrativa, a escrita, a história, a fantasia, as personagens: NADA nesse livro funciona. É tudo demasiadamente fraco; principalmente se você vem ou está acostumado a leituras robustas, mais profundas e bem escritas.
Nanda 06/01/2019minha estante
Eu pensei a mesma coisa, mas decidi ler o segundo volume, aí vc vê como a autora melhora na escrita e tudo na história, o crescimento dos personagens é incrível, principalmente do Laurent . Tô viciada na série, esperando ansiosa pelo terceiro volume ?


claeizs 03/02/2019minha estante
Concordo totalmente. Peguei esse livro com pequenas doses de expectativa, por ter sido indicado, e também pelas resenhas aqui do Skoob, mas nada nele funciona. É uma daquelas histórias que quando você lê a sinopse, pensa na puta série que deve ser, mas, ao ler, tem todas as suas expectativas pisoteadas.




Paulo Henrique 30/11/2017

Muito bom!
Príncipe Cativo: O Escravo.
Há alguns anos, houve uma guerra entre Vere e Akielos, causando várias perdas de ambos os lados. Porém, após a guerra, os países inimigos viviam tempos de paz.

Tudo muda, quando após a morte do rei de Akielos, o príncipe herdeiro, traído pelo seu meio irmão, é mandado como presente para o príncipe de Vere, para atender ao príncipe como escravo do prazer.

O primeiro livro de uma trilogia, da autora C. S. Pacat, tem como foco principal a apresentação geral da história que ela quis propôr. Até pouco mais da metade do livro, o foco é mostrar como vivem as sociedades de Vere e Akielos, os principais países onde acontece a trama.

Primeiramente, vale ressaltar que trata-se de uma sociedade escravagista. Em Akielos, a autora usou muitas referências da Grécia antiga, nas vestes, no ambiente em si, com palácios de mármore, pilastras, e etc. Como também, o culto ao corpo, ao belo e ao forte.
Já em Vere, é mais baseado nas cortes francesas, com uma sociedade bem vestida, com longas golas, mangas, fitas, etc...

Na questão escravagista, em Akielos ser escravo era uma questão de honra, por exemplo, quando você era destinado a servir nos palácios reais, era o ápice de sua vida. Inclusive havia uma 'escola de preparação para escravos'. Eles eram classificados em várias categorias, como também na questão sexual, como 'escravos do prazer'.
Em Vere, não diferencia muito, mas a sociedade era mais despudorada, eram realizadas celebrações sexuais ao ar livre, nas festas da corte, e inclusive eram permitidos escravos menores de 18 anos, diferente de Akielos, que desprezava tal prática.

Ainda na questão 'sexual' (pois ela é muito presente nos primeiros capítulos do livro), trata-se de uma sociedade totalmente homossexual/bissexual. Havia também práticas heterossexuais, mas não era o mais comum.

Bem, quando eu decidi ler esse livro, fiquei com receio de ser uma história somente com teor erótico (e até certo ponto, era mesmo). Mas então, a história começa a tomar um rumo diferente, e fica muito boa. Se tem uma coisa que eu gosto muito nas histórias de fantasia é jogo político, e essa é recheada disso. Muita intriga e traição por causa de poder!!
No mais, eu indico o livro, espero que o segundo seja melhor.
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Felipe.Oliveira 22/12/2017

Uma relação angustiante e viciante.
A autora nos leva com uma escrita intensa e fluída, pela visão de Damianos príncipe de Akielos, que após sofrer um golpe idealizado pelo seu meio-irmão acaba por ser enviado como escravo de presente para o reino rival Vere. Conhecido como o escrevo Damen o verdadeiro herdeiro ao trono vai lidar com a vida de cativo, não podendo revelar sua verdadeira identidade, já que o mesmo matou alguém muito importante para o reino em guerras passadas. Nessa jornada, o agora escravo terá que lidar com a cultura de Vere, além de se acostumar a sua nova condição de escravo sexual indicado ao atual príncipe herdeiro de Vere, Laurent, um manipulador nato, uma serpente, um ser humano frio e calculista aos olhos de Damen, a relação não só é um choque de culturas como um jogo de egos entre os dois, resultando em consequências para os dois lados com personalidades extremamente fortes.
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zoni 03/02/2018

Grande surpresa!
A capa sem personalidade, e a sinopse vaga, não fazem jus a esse livro, não servem para explorar os pontos fortes da história, que vai muito além de uma fantasia comum, preenchida com erotismo.
⠀⠀
Comecei esse livro não esperando muito por achar que se tratava de um enredo erótico, e quebrei a cara. É um livro mais complexo do que eu imaginava. Pra começar, o livro fala de uma sociedade escravagista, dura, cruel e abusiva. Nas sociedades do livro, dividadas em reinos, a normalidade é a homossexualidade e a bissexualidade, o que me lembrou bastante a Grécia Antiga.
⠀⠀
O livro começa quando o reino de Akielos é usurpado por um filho bastardo, e o verdadeiro príncipe, Damianos, é enviado como escravo sexual para o reino inimigo, o único lugar onde ele não pode contar a verdade pois seria torturado e morto imediatamente. Para piorar a sorte de Damien, ele é dado como presente ao futuro príncipe, Laurent, um homem escorregadio, malévolo, frio e metódico, e que odeia Damien mais que tudo, mesmo não o conhecendo.
⠀⠀
A história vai se seguindo assim, Damien servindo a Laurent e buscando o momento certo para fugir, e é por esses olhos que vemos as injustiças e barbaridades desse mundo, as cenas de estupro entre os escravos para agradar os nobres, os abusos de poder, e o poder de crueldade do homem.
⠀⠀
Percebi que nesse primeiro volume, temos a construção desse universo, e a apresentação dos personagens, a autora usou cada página para nos cativar e nos prender nessa história envolvente, cheia de tramas fortes e um tom de erotismo.

site: instagram.com/nomeiodatravessia
Nanda 17/02/2018minha estante
Sem palavras para esse livro ? O segundo volume é ainda muito melhor,terminei de ler em um dia? como os personagens vão se modificando ao longo da história é incrível, o Laurent é um personagem sem igual, já é dos meus favoritos da vida.
Anciosa pelo terceiro livro ?


Pri 17/02/2018minha estante
Vc leu ele físico?


zoni 17/02/2018minha estante
Nanda, Adorei o segundo volume também, confesso que li mais devagar que o outro porque não queria acabar o livro. Preciso começar a ler o terceiro urgente. Logo posto resenha.


zoni 17/02/2018minha estante
Pri, não, eu li em ebook. ?


Pri 18/02/2018minha estante
Vou ler. Está na lista.


Nanda 01/05/2018minha estante
Zoni devia ter lido mais devagar tbm??
Tô ansiosa que chegue julho para o lançamento do terceiro ?


zoni 03/05/2018minha estante
Oi, Nanda. KKKKKKKKKKK não consegui aguentar e devorei tudo de uma vez. Eles vão lançar o terceiro em julho aqui no Brasil? Oh meu Deus. Você me deu a melhor notícia da madrugada.


Nanda 04/05/2018minha estante
Assim que terminei de ler ,que no caso foi menos de 24 a horas hehe mandei um e-mail para editora perguntado ? eles falaram que em julho iria lançar o terceiro é Príncipe Cativo: Rei??




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