Querida Filha

Querida Filha Elizabeth Little




Resenhas - Querida Filha


10 encontrados | exibindo 1 a 10


annalu 24/05/2020

O livro é incrível: pp ótima, bem desenvolvida, enredo que prende de verdade. A leitura flui extremamente bem, quando você vê, já está no final do livro.
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Andy 06/07/2017

Decepcionante
Quando vi a propaganda de Querida Filha ..imaginei q estaria lendo algo no estilo de A Garota no Trem ou Flores Partidas...
Mas na verdade estou tentando ate agora entender se era comedia ou parodia..porque thriller nao passa nem perto.
Não sou de fazer resenha negativa de livro..mas fiquei com raiva da propaganda enganosa da rocco!

Temos uma personagem principal q nao consegui indentificar a idade dela..17 ou 26? Suas atitudes atabalhoadas,nao consegui decifrar sua personalidade tambem..ora era uma garota perdida que foi abusada anos pela mae ora era uma patricinha rebelde sem causa..claro q ela poderia ser as duas coisas..mas acredito q deveria ter uma coerência linear q nos levasse a acreditar nas suas atitudes..sinceramente nao e q temos em Jane .
E sua esperteza é espantosa e não convence..ja que os misterios são resolvidos tão facilmente, sem imaginação.
Nada surpreendente.
As metaforas da autora são tao ruins q ao invés de ajudar a ter uma imagem melhor, consegue te deixar mais confusa.
E os dialogos carregados de algo que ela gostaria q fosse existencialismo , filosofia acabou que eram apenas pobres e mais uma vez confusos.
A linha temporal também uma bagunça generalizada..
E nem vou falar do final.. estou ate agora procurando mais paginas..porque serio que ela escreveu aquele fim ?!

Bom essa e minha humilde opinião... se esta procurando um thriller..ou mesmo um suspense..passe longe de Querida filha..aqui.voce vai encontrar apenas tempo perdido e $ jogado fora!
Marilda 13/07/2017minha estante
Concordo total, perda de tempo.


Núbia 14/07/2017minha estante
Ia adicionar à minha lista de leitura, mas desisti...


Pah 13/07/2018minha estante
Estou com o livro na mão pra ler, mas depois do que você escreveu, acho melhor eu trocar ?


Amanda 27/09/2018minha estante
Também tô achando bem fraquinho, mas não tão ruim a ponto de abandonar. Mas nada realmente surpreende.




karol 28/05/2021

AMEI a pp é uma cadela que sofreu muito com momy issues,inteligente que dói,atrás de vingança...
adapta-se ou morra jane.
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Lady of Swords 02/10/2020

Querida mãe, querida filha, querido passado
Jane é uma patricinha mimada, imatura e nojenta (e eu, uma senhora quando o assunto é o grito da moda, me perdi legal no vocabulário dela, quando achei que ia tirar de letra. #humilhada), mas seu ponto é bem válido e interessante: afinal, ela matou ou não sua (não tão querida) mãe?
Sua condenação é baseada, basicamente, em dois fatos: ela estava muito louca na noite do ocorrido (por isso mesmo ela tem dúvidas do que realmente aconteceu), e sua mãe escreveu seu nome com o próprio sangue no chão, antes de finalmente morrer devido a um ferimento a bala. Mas por mais que Jane saiba que as provas estão contra ela, e que a sua relação com a mãe nunca foi as mil maravilhas, ela tem sérias dúvidas se realmente cometeu aquele crime, então, quando ganha a liberdade depois de dez anos trancafiada, se agarra a um fiapo de conversa que absorveu naquela fatídica noite e vai em direção a um fim-de-mundo na Dakota do Sul.
E é lá que camadas e mais camadas de segredos do passado de sua mãe vão se revelando uma a uma.
E muitas pessoas pareciam interessadas em vê-la morta.
Não vou mentir: o livro é bom. Na minha opinião seria o tipo de romance policial ideal para presentear aquela sua prima que adora mídias sociais e está precisando ler mais. Mas se você não atende a esse perfil, não se desespere! O roteiro é bom!
A imaturidade da Jane dá nos nervos em certos momentos, mas não sei se uma pessoa que foi presa aos dezessete anos teria sua dose de “mundo real” em uma quantidade o bastante para amadurecer. Dou minha colher de chá para ela nesse quesito.
E, bom... Até mesmo eu que, como já disse, não manjo de... coisas de it-girl, consegui me prender bem ao roteiro e terminei a leitura com um sorriso no rosto.
Vá sem medo, mas não crie expectativas.
Crie suculentas, é mais satisfatório.
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Tetê 28/08/2021

Quando li pela primeira vez (o que já faz um bom tempo), abandonei na página 150 e esse foi o pior erro que eu poderia cometer.
Agora, na segunda chance que decidi dar ao livro, percebi que ele é sim capaz de suprir suas expectativas (contanto que não sejam tããão altas).
Jane é encantadora, esperta e ágil. Ela, junto aos plots que acontecem deliciosamente aos poucos, geralmente no final de cada capítulo, presente nos mínimos detalhes de cada frase, fazem com que você queira chegar ao fim da história a qualquer custo.
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Lis 27/07/2017

A primeira coisa que eu gostaria de dizer é: Querida Filha é, definitivamente, muito mais do que eu esperava. Minha curiosidade para com este livro se despertou desde a primeira vez que o vi - numa publicação do Twitter da editora - e simplesmente fui incapaz de esquecê-lo.
Quem é Jane Jenkins? Ela matou a própria mãe? Ela é doente, psicopata, sociopata? Como diabos ela chegou onde chegou? Além destas, são tantas outras perguntas que tornam impossível de largar a leitura pela metade.
De todas as respostas, a que mais me deixou feliz logo nas primeiras páginas foi a seguinte: Elizabeth Little não é uma autora mediocre.
Com sua escrita envolvente, ela desenvolve uma personagem aparentemente odiada (ou no mínimo desconhecida) por todos ao seu redor e, mesmo assim, nos convence a gostar dela até mesmo em seus defeitos. Nos convence, inclusive, a torcer por ela.
Porque, ora, quem não iria se intrigar com uma personagem que não sabe se é inocente ou não?
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Debyh 23/10/2017

Eu gostei muito de Em Um Bosque Muito Escuro, que é da mesma coleção de livros deste aqui, o Luz Negra, então claro eu tinha uma expectativa boa (expectativas altas estou evitando huahauah) sobre este livro.
Com um suspense que te faz virar as páginas rapidamente, e um mistério que fica cada vez mais confuso, Janie nossa protagonista nada comum se perde entre lembranças desagradáveis e um passado que ela insiste em perseguir, afinal ela precisa descobrir o que realmente aconteceu com a sua mãe.

(continua no blog Eu Insisto - link abaixo)

site: http://euinsisto.com.br/querida-filha-elizabeth-little/
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Mari 26/10/2017

"Ah, eu achei que era tão esperta. Mas você provavelmente já sabe que não."

Depois de ser condenada pelo assassinato de sua mãe, Janie Jenkis viu sua vida começar a desmoronar. Tudo indicava que era era a responsável pelo crime, porém a it girl não possui muitas recordações da noite que mudou sua vida. Sem conseguir provar sua (possível) inocência, Janie passa dez anos na prisão e quando uma reviravolta acontece em seu caso ela tem a oportunidade de provar a liberdade. O problema é que muita coisa mudou na última década e, mesmo que queira fugir do passado, a mídia a persegue. Ela então segue para uma pequena cidade na tentativa de entender a ligação que sua mãe tinha com o lugar e como encaixar algumas peças. Só que não será tão simples, já que sua fachada pode ser fraca e pessoas suspeitas podem aparecer a cada esquina.

"Pare com isso, Jane. Não é hora de mostrar personalidade."

Querida Filha é um livro que dividiu muito minha opinião. Janie é uma personagem muito forte e esperta. Ela vai em busca de uma parte do passado da mãe para, quem sabe, entendê-la melhor e conseguir ter de volta as memórias da noite que mudou sua vida. O suspense nos acompanha durante toda a trama e o mistério que envolve a morte de Marion também, mas apesar de Janie não se vitimizar e ser muito determinada - características que aprecio em um personagem - não é possível decifrá-la. Houveram, sim, momentos onde o drama se fazia presente e seu lado mimado e mesquinho vinha a tona, fazendo com que todas os pontos positivos dela ficassem ofuscados.

O fato de Janie ter passado tanto tempo presa também traz prós e contras. Se por um lado ela está decidida a visitar o passado da mãe, as cicatrizes do momentos ruins trazem sua antiga personalidade de volta. Sem falar que, após dez anos na cadeia, muitas mudanças ocorreram do lado de fora e, apesar de estar dez anos mais velha, digamos que ela não teve muita oportunidade para amadurecer. Essas oscilações, apesar de compreensíveis, acabam tornando a personagem incoerente e difícil de se envolver.

"Então, onde estava o que realmente valia a pena?"

Através da narrativa em primeira pessoa, Elizabeth Little tenta aproximar sua personagem do leitor, porém muitos de seus traços simplesmente não fazem sentido, não encaixam com todos os aspectos importantes da trama como a perda da mãe, a relação cheia de dificuldades, a dúvida sobre seu envolvimento no crime e os dez anos na cadeia. Metáforas e reflexões que deveriam tornar a leitura mais profunda e envolvente acabam soando forçadas e a trama acaba não surpreendendo nem quando nos aproximamos da verdade, simplesmente porque a protagonista faz com que pareça que já não vale a pena.

"Um álibi teria sido muito fácil."

A partir de certo momento, a narrativa se torna cansativa, o mistério já não se mostra tão interessante, a personagem fica cada vez mais contraditória e, apesar de um final até satisfatório, Querida Filha, infelizmente, foi um livro que ficou abaixo de minhas expectativas. Elizabeth Little ganhou muitos pontos por abordar a perda de memória de uma forma provocante e por não me permitir acertar o final. De qualquer forma, sinto que foi, sim, uma trama bem trabalhada, afinal, pude perceber que os pontos que não me agradaram de fato acrescentavam algo para a história.



site: http://www.magialiteraria.net/2017/10/resenha-querida-filha-elizabeth-little.html
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Thai 01/11/2020

É
Sinceramente eu não sei como conseguir terminar este livro, tirando algumas míseras partes que realmente conseguiram me prender, não consegui fluir verdadeiramente a leitura em momento algum e este final deixou muuuuito a desejar.
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Monique * 01/05/2021

Culpada ou inocente?
Querida filha é um livro de leitura rápida, com muito suspense e tensão. Lidamos com a protagonista Janie Jenkins, ex-presidiária e manipuladora. Janie está longe de ser uma personagem tradicional ou a mocinha que causa empatia nos leitores. Na adolescência, foi uma garota mimada e sem escrúpulos, fazendo coisas bem duvidosas para alcançar a fama e mantendo uma péssima relação com a sua mãe. Certa vez, disse até mesmo que queria que ela estivesse morta.
Aos 26 anos, após sair da prisão, ela ainda usa técnicas pouco honestas para conseguir o que quer, mantendo atitudes diferentes apenas ao que diz respeito ao convívio em sociedade, afinal, após dez anos de reclusão, para lidar com pessoas novamente é necessário fazer um esforço enorme. Sua mãe, a socialite Marion, também não é um dos melhores exemplos, pois foram suas má atitudes no passado que a levaram à fama e a fortuna que fez. As duas são igualmente belas e de temperamento difícil.
Janie não é uma personagem que você gosta, porque ela simplesmente não muda algumas atitudes no decorrer do livro. Alguns pontos até são notórios, como ao menos querer desvendar o assassinato da mãe, mas senti que o propósito de tudo, no final, sempre foram seus próprios interesses. Ela nunca gostou da mãe e não acho que o tempo de reclusão fez algo por ela, afinal, Janie deixa transparecer que não lembra do que ocorreu na noite do crime, mas se realmente tiver assassinado Marion, tudo bem. Aliás, a dúvida sobre o que de fato ocorreu naquela noite é realmente perturbadora, e é um dos pontos mais importantes da trama, pois nós também não sabemos o que pensar sobre Janie.
Há vários personagens na trama, principalmente os moradores de Ardelle. Contudo, nenhum recebe muitos detalhes do seu passado ou maior aprofundamento em suas personalidade, sendo a Janie o foco principal. A história é muito bem ambientada, desde Los Angeles, onde morava antes da prisão, quanto na Dakota do Sul. O contexto histórico é muito rico e somos massacrados com informações sobre o local.
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