Comportamento Altamente Ilógico

Comportamento Altamente Ilógico John Corey Whaley




Resenhas - Comportamento Altamente Ilógico


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Dan 04/05/2020

Legalzinho
É o 2o livro que leio do autor, e eu não gostei muito de nenhum dos dois, na real. Acho a escrita meio genérica e, apesar de ser uma história legal, nada demais. Não me marcou. Apesar disso, contrariando a maioria das críticas que vi aqui, eu gostei do final. Não do último capítulo, porque não me convenceu, mas ele não foi o final, de todo modo.
Os personagens foram o ponto mais forte da história, mas nem isso foi bem explorado. Teve uma personagem que era "muito inteligente", como o autor descreveu, mas aí eu olhava pra cara dela e pensava: tá, mas cadê essa inteligência?? Kkkkkk
Enfim, li muito rápido, porque é bem fluido, mas sem grandes emoções. Teve seus momentos, mas não me ganhou. Pensei estar pegando um sicklit, acabei ganhando algo mais leve que o esperado, mas achei inesperadamente bom ter encontrado lgbt no livro (embora isso também não tenha sido explorado como eu gostaria). Acho que posso estar sendo dura demais no meu julgamento, porque sei que tem grandes chances de pessoas gostarem muito desse livro. Como eu disse, ele teve seus momentos de emocionantes sim.
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Lola 07/03/2020

Sobre adolescência, empatia, doencas mentais e amizade...
Solomon Reed não sai de casa há pouco mais de três anos, e está feliz assim. Até Lisa Praytor aparecer em sua vida. Ela sonha em entrar na segunda melhor universidade de psicologia do país, e fará qualquer coisa para ser admitida. Inclusive "curar" Solomon para conseguir uma bolsa de estudos, levando inclusive seu namorado, Clark, para mostrar "o que Sol está perdendo lá fora". Mas as coisas não são como eles esperavam: logo os três se tornam amigos próximos, mas os segredos deles começam a se tornar cada vez mais difíceis de guardar. A amizade deles parece estar por um fio, e Sol corre o risco de regredir mais do que nunca. Será que ele vai conseguir sair de casa pela primeira vez de todo esse tempo?

Um livro maravilhoso, terminei a leitura de coração quentinho ?
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Iollaus 11/07/2019

Escrita envolvente, final decepcionante.
Com certeza um dos livros que li mais rápido nos ultimos tempos, os personagens me envolveram e eu senti tudo junto com o Solomon, porém, a impressão que tive foi que o final foi feito nas pressas. A nota seria 5, se não fosse por essa impressão, acredito que o final poderia ter sido melhor aproveitado.
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Jose.Rodrigo 12/05/2019

Não é o tipo de livro que costumo ler mas resolvi dar uma chance e acabei gostando mais do que imaginei que fosse gostar. A história é interessante e a leitura é bem fluída, eu recomendo.
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Ddeumleitor 14/01/2019

Muito bom
Adorei. Me prendeu do início ao fim. Personagens cativantes. Recomendo muito a leitura.
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Julia 12/11/2018


A história é interessante, cada capítulo é narrado por um personagem (Lisa e Solomon), mas eu devo confessar que esperava um pouco mais do livro, o Solomon e sua família são personagens bem marcantes, tanto os pais quanto a avó, e por mais extrema que seja suas atitudes o leitor compreende o quão difícil era para o Solomon tentar conviver em sociedade e é uma motivação muito grande quando ele começa a querer sair de casa.
Se o Solomon e sua família foram adoráveis, para mim, a Lisa por outro lado me fez odiá-la do começo ao fim, a garota é prepotente, arrogante, narcisista e por mais que ela tenha tentado se redimir no final o “estrago” já estava feito, a personagem é insuportável e dos outros personagens que a rodeiam o único que se salva é o Clark, o final não foi aquilo que eu esperava, mas acho que foi bem condizente com a história.
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 25/10/2018

Originalmente postada em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
Comportamento Altamente Ilógico foi o livro escolhido para o mês de outubro na leitura conjunta com os migos. Para ser sincera, não é um livro que eu escolheria de boa vontade, então foi bom terem escolhido por mim. O livro foi legal, mas sinto que faltou algo para mim.

Apesar da sinopse já mostrar as verdadeiras intenções de Lisa ao se aproximar de Solomon, no livro ela realmente se preocupa com ele e sua doença, querendo realmente ajudá-lo a se curar. Os meios não foram dos melhores, mas pelo menos a personagem já tem esse senso de que o cara não é maluco. Apesar de um tanto egoísta em certos momentos, Lisa é bem divertida e se torna uma ótima amiga para Solomon.

Solomon é agorafóbico e não saiu de casa nos últimos três anos depois de um surto que teve na escola. Apesar disso, ele tem uma rotina como de um adolescente qualquer: joga videogame, assiste filmes e séries, faz os deveres da escola (escola online, mas está valendo). Ele e sua família se acostumaram com seu problema e já tem uma rotina toda estabelecida. Quando Lisa se oferece para ser amiga de Sol, de início bate aquele pânico (literalmente), mas aos poucos ele vai se acostumando com a presença dela na sua família. Junto com Lisa, descobrimos que Sol é um garoto introvertido, mas muito bem humorado.

Os personagens secundários tem bastante espaço na história. Clark (namorado de Lisa), em certo momento, também entra na vida de Sol e eles descobrem muito em comum, como o amor por Star Trek Next Generation. Clark é um adolescente beirando à perfeição: um ótimo filho, um ótimo amigo, sendo leal e generoso com as pessoas ao seu redor. De repente parece que vai rolar um triângulo amoroso bem estranho entre os três. Apesar de não curtir essa tática, essa questão do triângulo influencia bastante não só na vida de Sol, mas na dinâmica de sua amizade com Clark e Lisa.

Os pais e a avó de Sol são uns amorezinhos! Apesar de ficarem tristes em alguns momentos por conta da condição de Sol, eles são compreensivos e o apoiam em suas decisões. As interações entre eles eram maravilhosas, principalmente Sol e sua avó bem pra frente.

No fim das contas, eu tive uma relação estranha com esse livro. Gostei da história e do ritmo; ele é narrado em terceira pessoa, com capítulos alternados o foco em Lisa e Solomon. Os capítulos são curtos, o que ajudou muito na leitura (terminei ele em um dia praticamente) e a escrita do John é bem direta e fácil de acompanhar.

Entretanto, eu não consegui me conectar tanto com a história. Tudo acontecia em um ritmo um tanto rápido e os diálogos me soava meio robóticos em certos momentos. Alguns assuntos que poderiam ter sido mais aprofundados ficaram um tanto jogados na história, como a família disfuncional de Lisa e seu grande desejo de sair da cidade, ou então o motivo por Clark não querer transar com Lisa. Sim, gente… pior que esse é um detalhe que tanto Clark quanto Lisa batem muito na tecla: ela quer e ele não; mas o motivo por ele não querer nunca saberemos já que ficou tudo por isso mesmo e acabou...

Fora isso, gostei como o autor tratou a questão da agorafobia. Creio que o único livro que tenha lido e havia referência à doença foi Without Merit e nem era o foco da história. Solomon teve uma grande evolução durante a história, mas ele não terminou curado porque agorafobia não é algo que se cura. Apesar da narração em terceira pessoa, o autor consegue passar todas as emoções, medos e inseguranças de Sol e é bem emocionante ver o personagem tentar dar um passo pra fora.

Comportamento Altamente Ilógico é um livro que trata de forma sensível uma doença que não é tão conhecida pela sociedade. Apesar do assunto e de algumas falhas, é um bom livro e você o lê em uma sentada.

site: https://balaiodebabados.blogspot.com/2018/10/resenha-326-comportamento-altamente-ilogico.html
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Tamirez | @resenhandosonhos 07/08/2018

Comportamento Altamente Ilógico
Esse livro me chamou a atenção pelo nome e pelo buzz que gerou lá fora quando saiu. Várias pessoas falaram sobre ele e, ao chegar ao Brasil, teve sua capa adaptada a uma versão que não agradou tanto assim. Eu não leio tantos livros young adults, mas fiquei intrigada em saber se essa história fugiria um pouco dos clichês.

Comportamento Altamente Ilógico vai trabalhar a agorafobia, um transtorno psicológico que usualmente evolui de ataques de pânico, fazendo com que a pessoa se sinta extremamente incomodada com lugares amplos, públicos ou que possam levar a situações de aprisionamento, constrangimento ou impotência. Como não sabia quase nada sobre essa condição fui aprendendo conforme o livro andava e compreendendo as consequências e anseios de quem vive com isso, através da ficção.

Se formos pensar na premissa do livro ela já aponta pra algo péssimo: Lisa Praytor pretende se aproveitar da situação de Solomon para ter um ganho pessoal. Por mais que a garota diga para si mesma e para os outros que seu objetivo é ajudar Reed a melhorar e “curá-lo”, sua motivação distorcida e comportamento não podem ou devem ser esquecidos. O fato de uma das partes já não ter a total realidade da situação e, sendo ela a mais fraca e propícia a se machucar, gera um cenário péssimo.

Mas, pensando dessa forma, parece que o enredo vai ser completamente óbvio né? A coisa vai evoluir até que ele descubra e talvez role até um romance com Lisa?. Porém, é ai que o livro se salva em seus detalhes e desdobres. Solomon é gay e não tem interesse em Lisa. E, mesmo tendenciando em um breve momento para a história ter um toque de romance, isso logo cai por terra. Esse é um livro puramente sobre amizade e suas facetas.

“Não havia como negar. Agora sabia que era a mais absoluta verdade: ele tinha uma amiga. E estava morrendo de medo dela.”

Solomon é doce e querido. Um nerd de plantão e aquelas pessoas que são tão vivas quando na nossa presença que costumo chamar de “necessárias”. Ele a princípio não entende o que Lisa quer com ele, mas acaba abrindo seu coração para que uma amizade, a tanto tempo não permitida, crie espaço. Ele é seguro de sua sexualidade, tem um bom relacionamento com os pais e é atormentado sobre como será o seu futuro, já que não pretende sair nunca de casa. Agorafobia pode ser tratada, mas ao contrário do que Lisa supõe, não há uma cura específica, colocando ainda mais sobre os ombros da pessoa que sofre dela o peso de melhorar ou não.

Eu detestei Lisa desde seu primeiro momento. Ela queria usar alguém extremamente sensível para seu ganho pessoal. Mesmo que suas justificativas estivessem misturadas com o desejo de ajudar, uma coisa não anula a outra e eu não consegui me relacionar nem um pouco com a personagem. Já Clark, que no começo pode parecer alguém a quem não iremos gostar, ao chegarmos no meio do livro já o estamos adorando. Ele é aquele cara brilhante que é popular, mas que está um pouco cansado das “bullshits” das pessoas que o cercam em seus círculos. E é realmente quando os três interagem que a trama ganha um tom diferente e começa a se confundir em sua essência.

“Não comece uma briga só porque é a coisa mais fácil a fazer.”

Fora a relação dos três há também toda a construção familiar em volta de Solomon. A figura de sua avó é muito especial e ela dá muita força a ele. O pai e a mãe também, mas há um anseio enorme de que ele melhore, de que de algum passo em frente, que acaba anulando pra ele esse amor e fazendo com que ele também se preocupe com o que vai lhe acontecer.

Acho que independente do nível desse transtorno, nunca é bom que a pessoa se feche totalmente. É importante o convívio, mesmo que em ambientes fechados, com outras pessoas e amigos e, nesse único aspecto, acho que Solomon realmente precisava de uma interferência. Entretanto, as motivações do livro em si já começam causando desconforto.

Eu gosto que a história não seguiu caminhos completamente óbvios, mas pra mim também não foi o suficiente para que eu achasse o livro ótimo. Em alguns momentos parece haver uma certa falta de foco em pra onde a trama quer ir, em o que quer passar e isso gera uma certa inconstância.

Comportamento Altamente Ilógico é uma leitura super leve, curtinha e fluida sobre uma condição que não é muito comentada, mas que merece ser conhecida. O autor já havia sido publicado no Brasil com Quando Tudo Volta, pela Novo Conceito, mas esse acabou sendo o meu primeiro contato com sua obra. Acho que, apesar do tema importante, a história em si não foi tudo o que eu estava esperando, mas deve agradar quem curte mais livros do gênero e quer dar uma fugida dos clichês totais.

site: http://resenhandosonhos.com/comportamento-altamente-ilogico-john-corey-whaley/
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Mari 28/05/2018

|RESENHA| Comportamento Altamente Ilógico, John Corey Whaley
Comportamento Altamente Ilógico, do autor John Corey Whaley e trazido para o Brasil pela Editora Rocco foi lançado no ano passado, mas só tive a oportunidade de lê-lo agora. Confesso que iniciei a leitura sem saber muito a respeito do que se tratava a história, o que de certa forma foi bom, pois não nutri muitas expectativas.

Neste conhecemos três jovens: Solomon, um garoto recluso de 16 anos; Lisa, uma jovem determinada e que sonha deixar o mais rápido possível o lugar que mora; e Clark, namorado de Lisa e um jovem um tanto engraçado. A história se desenrola em terceira pessoa e os capítulos são alternados a partir da perspectiva de Solomon e Lisa.

Tudo começa há três anos, quando Solomon em um surto passa por um episódio constrangedor e traumático em público, desde então este não sai de casa por nada. Sol possui um grave transtorno de ansiedade e agorafobia, então acredita que só estará seguro caso mantiver-se dentro de casa. Dessa forma, estuda em casa e passa seus dias intercalando entre livros, filmes e séries.

Lisa é uma jovem que está no último ano do Ensino Médio e preparando-se para entrar em uma renomada universidade de Psicologia, e para isso, precisa escrever sobre suas experiências com doenças mentais. É quando lhe surge a ideia de procurar por Solomon, ela presenciou o acontecimento traumático há três anos e desde então sempre pensa sobre o que poderia ter acontecido com ele. Assim, Lisa acredita que pode curar Sol e ao mesmo tempo garantir sua vaga na universidade.

[CONTINUAÇÃO DA RESENHA NO BLOG]

site: http://anneandcia.blogspot.com.br/2018/05/comportamento-altamente-ilogico-de-john.html
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victor lopes 07/05/2018

Ahhhhh esse livro é uma fofura!
Eu adoro "Quando tudo volta", do John Corey Whaley, e minhas expectativas pra esse livro aqui eram bem altas. Confesso que fui surpreendido, porque esse livro aqui é bem diferente do outro e bem diferente do que eu esperava.
Eu amo o Solomon com todas as minhas forças. Queria ele pra mim. Sério! E o clark é um fofo tbm e mostra que héteros às vezes podem ser pessoas legais também (rsrs). A Lisa é bem cheia de altos e baixos e eu consegui amar e odiar essa garota (Mas no fim amei mesmo). Todos os personagens são maravilhosos, principalmente nos diálogos. A relação do Solomon com os pais, então, é maravilhosa demais e super realista.
O livro é muito fácil de ler, mesmo tratando de assuntos delicados como síndrome do pânico e agorafobia, os quais foram muito bem explicados sem parecer uma aula de psicologia. aliás, acho que esse livro presta um grande serviço falando sobre ansiedade e outras questões psicológicas, ele mostra tudo de um jeito bem realista e sem nenhum tipo de romantização disso, o que é maravilhoso. E a maneira com que os sintomas são explicados me atingiram com força, fazendo com que eu entendesse certos sentimentos que eu tenho e percebesse também certas reações do meu corpo, o que me deixou ansioso, mas também muito mais interessado e apaixonado pela história.
Acho que em alguns momentos senti falta de um pouco mais de desenvolvimento de alguns pensamentos, alguns trechos um pouco maiores dos personagens com eles mesmos. A narrativa fica rápida demais em determinados pontos, por isso dou 4 estrelas e não 5.
Mas é um livro altamente recomendado, falando de temas sérios de uma maneira leve e interessante. Tem tudo o que um bom YA precisa. É maravilhoso mesmo. Leiam!

Ps: Talvez possa ter alguns gatilhos pra ansiedade e tals (Pra mim teve), então fiquem atentos. :)
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Ani 24/03/2018

Comportamento Altamente Ilógico foi meu primeiro contato com a escrita do jovem autor John Corey Whaley. A obra foi lançada pela editora Rocco e traz a história de Solomon um jovem de 16 anos que desde os treze não sai de casa. Ele sofre agorafobia, uma doença mental que – grosseiramente falando – une a ansiedade com síndrome do pânico, ou seja, nosso protagonista não consegue ficar em lugares onde ele acredita que possa ser constrangido ou se sentir impotente.




A última vez que Sol saiu de casa, foi para ir ao colégio, lá ele teve uma crise e para se acalmar tirou as roupas e mergulhou na fonte do colégio. A água dava uma sensação de paz a ele. Desde desse dia ele resolveu que seria mais fácil ficar em casa.
Seus pais e sua avó nunca desistiram dele, tentavam de todas as formas fazer com que ele fosse pelo menos até o quintal da casa. Mas ele achava que não tinha necessidade.
As crises de ansiedade apareciam, mas com menos frequência e quando aconteciam ele sabia como se portar.

“Após o episódio da fonte, ele entendeu o que deveria fazer: afastando-se de tudo que lhe traz pânico, você não entrará em pânico.”

Claro, que às vezes ele pensava em como seria a sua vida no futuro? Ele não queria que seus pais ficassem fadados e ficar dentro de casa por causa dele, mas não estava disposto a se arriscar. Até porque Solomon já tinha desistido de fazer terapia e nem sonhava em tomar remédio. Ficar em casa era a solução.
Lisa é uma garota ambiciosa, ela estava no dia do incidente e ficou decepcionada ao ver todos rindo e julgando o rapaz que estava na fonte. Passou três anos querendo descobrir o que aconteceu com o jovem e um dia o destino quis que ela conhecesse Valerie, a mãe de Solomon.
Ela quer ser psicóloga e como eu disse, é ambiciosa, então quer entrar para segunda melhor faculdade do país – ela também é realista, sabe que não passaria na melhor – e para isso, ela precisa escrever uma redação contando sua experiência com pessoas com doença mental.




Quando ela conhece Valerie, tenta de todas as formas se encontrar com Solomon, mas ele está determinado a viver recluso, até que um dia ele aceitando a visita de Lisa.
O enredo vai tomando forma a partir daí e vai mostrando como uma amizade por ajudar uma pessoa que sofre com alguma doença mental. O problema de Solomon não tem cura, ele precisa ser administrado diariamente e ficou nítido a forma como a convivência com outras pessoas e a paciência pode ajudar bastante nesse caso. Sabe aquela máxima de: um dia de cada vez? Então, é isso. Sol ia vivendo um dia de cada vez contando com a ajuda de Lisa e Clark, namorado de Lisa.




O enredo me conquistou de uma maneira tão grande que terminei o livro com um sorriso no rosto. Claro que a obra possui alguns defeitos e eu vou citar as duas coisas que me incomodaram. A primeira foi Lisa: eu acredito que você tem sim que ser ambicioso e querer sempre o melhor para você, o problema é quando você usa uma terceira pessoa para conseguir isso. Entendo o bem que amizade dela fez para Solomon, mas não aceitei o fato dela querer usar isso como um degrau para faculdade. Ela foi egoísta por diversas vezes e não apenas com Sol, mas com seu próprio namorado e sua melhor amiga. Lisa não era psicóloga, mas agia como uma e passava diagnóstico para tudo que acontecia em sua volta. Me irritou bastante isso nela.
Outra coisa que me incomodou é que eu acho que o autor poderia ter dado um outro rumo para o final do livro. O final foi ótimo! Gostei bastante, mas os caminhos que levaram para o final acontecer, me deixou um pouco decepcionada, achei que poderia ter explorado mais a amizade de Clark e o segredo que Sol guardava para ele (na verdade não é segredo, mas não vou contar aqui).
Agora vamos falar sobre Clark: QUE PERSONAGEM MARAVILHOSO! Me encantei com ele em diversos momentos se não for para dizer todos. Amigo, leal, engraçado, preocupado. Ele foi um dos melhores personagens que já conheci em todos os livros que já li.

“- Não tem como fugir disso.
- Disso o quê?
- Da vida.”

A escrita de John é maravilhosa e envolvente. Não tem como não sorrir ou ficar encantada com o enredo. A parte gráfica está muito incrível. É simples, mas muito bonita. Não localizei nenhum erro de gramática.
Em suma, Comportamento Altamente Ilógico é um livro sensível, bem escrito, divertido e de rápida leitura. Vale super a pena.


site: http://www.entrechocolatesemusicas.com/2017/09/comportamento-altamente-ilogico-john.html
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Douglas 05/01/2018

MARAVILHOSO!
Sem dúvidas esse livro se tornou um dos meus favoritos da vida! Eu fiquei envolvido com a história do começo ao fim! Super recomendo e não tem como não se apaixonar pelo Clark, aliás por todos os personagens! Ahahahah
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spoiler visualizar
Alex Alan 19/10/2017minha estante
Não li seu comentário todo, mas pelo visto, parece ser um bom livro. Vou colocá-lo na lista de desejados! :)


Douglas 19/10/2017minha estante
Vale a pena, garanto! :)




Ju Zanotti 05/10/2017


Se existe uma coisa complicada na vida de leitores é saber como seguir em frente depois de uma história que te arrebata. Este com certeza é meu caso com Comportamento Altamente Ilógico, mas para ser sincera no começo não me senti tão feliz assim com a história. Tentei ler o livro algumas vezes e por todas elas acabei empacando e desistindo, até que diante do desafio de parcerias que me propus (link) resolvi que estava na hora de encarar a história e ir até o fim. O problema é que já há alguns anos não tenho me dado muito bem com livros jovens adultos, na maioria das vezes acabo desistindo por causa da imaturidade de alguns personagens, mas que bom que insisti na história de John Corey Whaley, pois foi um livro revelador!


Lisa tem seu futuro planejado e sua maior vontade é dar o fora de Upland. Para alcançar seu objetivo ela está determinada a escrever a melhor redação que a universidade de Woodland já viu e conseguir uma bolsa integral em psicologia. Pra tanto ela precisa encontrar e fazer amizade com Salomon Reed, um garoto que sofre de síndrome do pânico e agorofobia e que não sai de casa há cerca de três anos. O plano é analisar o garoto e curá-lo, fazer com que sinta que o mundo não é tão ameaçador como ele imagin


a. Clark, namorado de Lisa, não concorda exatamente com isso, ainda assim faz tudo o que for melhor para ela e de certa forma acaba envolvido neste projeto, diante dos acontecimentos resultantes deste plano, esses três personagens ensinam algumas boas lições para os leitores, mas quem mais aprende é a própria Lisa.

"- Não tem como fugir disso.
- Disso o quê?
- Da vida."

Como disse antes, foi um pouco difícil me entrosar com a história do livro, não esperava encontrar uma história que jogasse na minha cara algumas boas verdades. Mas com o decorrer da narrativa e após nos acostumarmos com ela a cada capitulo somos surpreendidos de forma bastante positiva. John Corey Whaley consegue não revelar muito sobre sua história e ainda assim deixar o leitor concentrado. Tudo que você espera e imagina que acontecerá na sequência cai por terra no próximo capitulo, somos surpreendidos constantemente durante a história.


Mas isso não é o melhor de tudo, o pote de ouro no fim do arco-íris são os personagens principalmente Sol e Clark. Eu fiquei tão apaixonada por suas personalidades que ambos conseguiram ofuscar o ressentimento que senti de Lisa por estar usando Solomon. Claro, que no decorrer da história o plano de Lisa já não é mais o essencial na obra, mesmo que a própria protagonista não compreende o que é mais importante que sua ambição ali.


Mas voltando ao que estava dizendo Sol e Clark são dois garotos nerds e brilhantes a sua maneira. Clark é gentil, sensível e o amigo que todo mundo gostaria de ter, não há nada de atleta escroto em sua personalidade, ele na minha opinião é tudo que o recluso e tímido Sol precisava para dar pequenos passos para sua cura. Já Solomon é incrível a sua maneira, apesar de sua condição devido ao pânico e a agorofobia ele é mais do que um garoto "maluco", é cheio de personalidade e seguro de si, inteligente nerd e com sacadas sensacionais, é maravilhoso acompanhar sua evolução.

"Não importa o quanto você se esconda, o mundo te encontra e te dá motivos para sair das sombras."

A sensação que temos ao acompanhar a história desses três amigos é que gostaríamos muito de fazer parte disso tudo, estar com eles e se divertir da forma como eles se divertem. Além disso o autor soube trabalhar muito bem todos os outros personagens, só senti falta de saber mais sobre a família de Clark e Lisa, mas acredito que trabalhar isso teria tirado o foco da narrativa.



E para melhorar ainda mais a escrita de Whaley não é forçada, a leitura avança em um ritmo delicioso que prende o leitor. Os diálogos são parte essencial disso, envolventes e bastante inteligentes. No momento eu me pergunto porque demorei tanto para engrenar essa leitura.


Enfim, Comportamento Altamente Ilógico é um livro lindo, sensível e a única coisa que tenho contra ele é que acabou cedo demais, terminei a leitura com vontade de saber tudo o que aconteceu na vida de cada um dos personagens depois do ponto final. Eu definitivamente estou apaixonada por esse livro. Quanto a revisão e edição posso dizer com conhecimento de causa que a Editora Rocco fez um ótimo trabalho, não encontrei erros e a edição simples não costuma me incomodar. Então, só resta implorar para que vocês deem uma chance a esta história e se emocionem assim como eu me emocionei.
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ACarolinneUs5 17/08/2017

Leiam.
Incrível.
Um livro muito bem escrito, com personagens marcantes e estória envolvente.
A trama é muito bem desenvolvida, creio eu que retrata muito bem quem sofre esse tipo de transtorno, e do meio pro fim simplesmente não dá mais pra parar...
Você lê um capitulo e "prevê" o próximo, você lê o próximo, vê que sua previsão estava errada e "prevê" novamente o próximo, você lê o seguinte e por aí vai. No fim apenas uma coisa foi prevista, (não quero dar spoiler) quem leu ou for ler saberá.
Cada decisão errada ou certa de cada personagem te faz pensar... Cada deslize te faz ficar angustiado, cada piada te faz dar uma risada, cada coisa boa que acontece te faz dar um sorriso de alivio do tipo "ah que bom"...
Apenas recomendo.
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