Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra

Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra Leigh Bardugo




Resenhas - Arqueiro


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Lourdinha.Albuquerque 18/02/2018

Maravilhoso!!!
O livro é muito legal e para quem curte a grande heroína Mulher-maravilha incrível!!!
O mais interessante é diferente de outras séries cujos livros são as mesmas histórias, a da Mulher-Maravilha possui um enredo totalmente diferente do filme o que torna muito interessante a leitura...
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Jéssika @saymybook 13/02/2018

"Amazona. Nascida da guerra, destinada a ser governada por ninguém além de si mesma."

Em uma disputa entre as amazonas, Diana ouve um chamado e vai ver o que é. Ela encontra uma embarcação, mesmo sabendo que nenhum mortal pode permanecer em Temiscira, ela salva Alia e se compromete à levar a garota de volta para casa.

Mas Alia é uma semente da guerra, uma descendente de Helena de Tróia, catalisadora de grandes guerras e caos na Terra. Salvar a garota, significa condenar o mundo à destruição.

Juntas elas vão em busca para quebrar a maldição e evitar uma guerra mortal e divina.

O livro é narrado pelos pontos de vista de Diana e Alia. Logo no começo percebemos que as duas tem algo em comum: querem se afirmar entre seu ciclo familiar.

Apesar das cenas de reconhecimento dos personagens, o começo do livro não traz tanta sede de virar as páginas. Diana tentando conviver com humanos é sem graça e absurdamente ingênua. Na verdade, Diana parece fazer pouca diferença até boa parte do livro.

Eu me senti lendo um dos livros do Rick Riordan; personagens falando de deuses, oráculo, irmãos que vivem uma aventura (bem Crônicas dos Kanes)... Nada contra, inclusive adoro os livros dele, mas não esperava isso aqui. Por ser um livro da Mulher maravilha, eu esperava algo forte, impactante!

A leitura em alguns momentos é rápida e em outros para. Quando começa as cenas de ação, flui melhor e os personagens crescem. Nesse ponto, começa ser mais envolvente. Temos batalhas, cenas com mortais/imortais e reviravoltas.

Achei interessante que a Alia é negra e sempre fala sobre a injustiça que viveu/vive porque as pessoas julgam seu tom de pele. Não é um livro que debate esse assunto, mas pincela sobre ele.

Eu realmente esperava muito mais desse livro. Mesmo tendo personagens jovens, em alguns momentos tudo acontece de uma forma muito boba. Fazendo um balanço geral, é um livro desigual. Começa muito sem graça e se torna muito bom! Eu gostei de ter insistido e acompanhado cenas incríveis de resolução. Outra coisa que gostei bastante foram as relações entre os personagens, que são amigos fiéis e enfrentam tudo para defender aqueles que amam.

O final é muito bom. Apesar de trazer uma solução final, ele deixa aquele *será que vai continuar a história?* 

"O problema não é a guerra; é o que a humanidade tem feito com ela."
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Paraíso das Ideias 07/02/2018

Não era o que eu esperava
Quando
Diana, a princesa de Temiscira, salva a Alia do afogamento, ela sabe que está quebrando uma regra crucial da ilha e está disposta a enfrentar a ira da mãe e das demais amazonas pela humana. Mas o que ela não imagina, é que está colocando em risco todo o mundo que ela conhece. Isso porque Alia não é uma humana qualquer, ela é uma Semente da Guerra, descendente de Helena de Tróia, e destinada a trazer derramamento de sangue tanto para a Terra quanto para Temiscira.


Para deter a terrível maldição, Diana e Alia precisarão juntar forças e enfrentar exércitos mortais e divinos determinados a destruir ou possuir as Sementes da Guerra. Testadas além dos limites de suas habilidades, elas deverão encontrar uma maneira de liberar forças escondidas e forjar uma aliança improvável, pois a única maneira de vencer é permanecendo juntas.


"- Não é justo exigir que uma pessoa viva pela metade. Não podemos viver com medo. Ou fazemos as coisas acontecerem, ou as coisas acontecem com a gente."

O livro é um YA que se passa bem antes da Mulher-Maravilha que conhecemos hoje. Ele traz uma heroína ainda adolescente e cercada pelos dilemas típicos da idade e confesso que isso me decepcionou um pouco. Mesmo dando bastante destaque para a força da mulher, a amizade e o companheirismo, isso não é muito bem estruturado e acaba deixando a desejar.

A premissa é instigante e a mitologia muito bem trabalhada, o que deixa o enredo muito interessante e envolvente. A narrativa é em terceira pessoa e alterna o foco entre Diana e Alia, e apesar de ser bem fluída me fez pensar que, se fosse em primeira pessoa teria trazido mais consistência para o livro. Isso porque seria possível conhecer Diana melhor e mergulhar em seus medos e inseguranças, e também na sua força e coragem.

“Não podemos passar a vida nos escondendo, imaginando o que poderíamos conquistar se tivéssemos a chance. Precisamos nos arriscar.”

No geral, não é um livro ruim. De leitura rápida e fácil, ele oferece algumas horas de entretenimento e com certeza vai atrair novos admiradores para a incrível princesa de Temiscira. Mas para mim ele falhou ao trazer uma Mulher-Maravilha imatura e cheia de dramas adolescentes. Eu esperava um livro que fosse voltado para pessoas que, como eu, sejam fãs da heroína e a querem ver com todo seu vigor e fúria, mas agora vejo que foi escrito principalmente para os jovens que, após verem os filmes mais recentes com a personagem, querem saber um pouco mais sobre ela.

O livro faz parte da série Lendas da DC e teremos mais três livros depois desse. O próximo volume será o do Batman escrito pela autora Marie Lu, seguido pela Mulher-Gato com Sarah J. Mass. E finalmente Superman com o autor Matt De La Peña.

Todos autores de grande renome e sucesso que se aventuraram nessa trama para trazer mais conhecimento aos jovens leitores, para aqueles que ainda não estão por dentro do mundo dos heróis DC a leitura pode ser bem interessante, para aqueles que já conhecem também, desde que deixem de lado conceitos antigos e aceitem ver seus heróis na idade humana da indecisão.


site: http://paraisodasideas.blogspot.com.br/
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Bradley 07/02/2018

"Esta é a minha luta, deixe que eu a reclame." - Diana
Uma das maiores (se não a maior) heroína de todos os tempos está muito bem representada neste primeiro volume série literária "Lendas da DC Comics", escrito com maestria pela autora Leigh Bardugo; afinal de contas, nada mais justo que uma mulher para descrever o que se passa intimamente no coração de uma amazona e de uma heroína tão amada quanto Diana Prince.
Bardugo não decepciona ao entregar ao leitor uma narrativa completamente imersiva e emocionante. Chega a ser notável o quanto Bardugo estava inspirada ao escrever esse romance.

"Ser lembrado é uma forma de se fazer imortal." Pág 231

Em SEMENTES DA GUERRA, o leitor conhece a história de origem da Diana, antes de se tornar a Mulher-Maravilha (história de origem totalmente diferente do filme de 2017).
Diana já possui um lugar entre suas irmãs amazonas, porém, ela quer muito mais.
A jovem amazona quer se firmar entre suas irmãs, e para isso Diana quer ser testada em batalha e provar o seu valor e também o valor das amazonas.

"A verdade tem outro significado quando é revelada espontaneamente." Pág 287

Diana rouba a cena ao longo do livro com seus dilemas sobre responsabilidade, bondade, compaixão e lealdade; Diana não se importa em quebrar as regras da ilha para saciar o desejo de seu coração; que está longe de ser um desejo egoísta: a jovem amazona só quer mesmo ajudar as pessoas e essa característica que está enraizada no caráter da personagem é algo intrínseco.
Podemos até considerar Diana como o flagelo do mal e das guerras.
Diana quer ser reconhecida e alcançar certa glória com seus atos e feitos heróicos, como muitas de suas irmãs, mas ajudar as pessoas é sua principal motivação, e a amazona até morreria por isso, morreria por aqueles que jurou defender.

"imagino que todas as guerras sejam iguais para quem morre." Pág 230

O enredo de SEMENTES DA GUERRA é instigante, e a proposta do livro acaba se tornando uma grata surpresa com suas reviravoltas elaboradas.
A ação não é forçada de modo demasiado, aliás, a amazona só luta quando necessário.
No decorrer do romance há bastante desenvolvimento e ótimos diálogos, alívio cômico e comentários perspicazes sobre machismo, além de personagens secundários que dão um bom apoio a narrativa graças ao carisma dos mesmos.
Bardugo escreve com ritmo e emoção o primeiro passo de Diana rumo ao destino de ser a maior heroína de todos os tempos.

SEMENTES DA GUERRA é uma grata surpresa e uma ótima história de origem sob a visão da talentosa Leigh Bardugo, que eleva Diana mais uma vez ao status quo. Afinal de contas, a maior heroína da DC Comics parece fazer sucesso em qualquer formato; seja nas HQs, desenhos para TV, filmes ou mesmo livros.
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Coisas de Mineira 06/02/2018

"Mulher Maravilha – Semente de Guerra", da autora Leigh Bardugo, é o primeiro livro da série “Ícones da DC”, publicado em 2017 pela editora Arqueiro aqui no Brasil. A série contará com 4 livros, sendo cada um de uma autora diferente, e o segundo livro já tem nome em Inglês "Batman: Nightwalker" (em tradução livre Batman: Viajante Noturno) com data de lançamento nos EUA para janeiro/2018. Ele foi escrito pela autora Marie Lu, da trilogia "Legend".

Em “Mulher Maravilha: Semente de Guerra”, conhecemos a história de Diana ainda jovem, tentando provar para todas as Amazonas, principalmente sua mãe, que é uma verdadeira guerreira mesmo que nunca tenha participado de uma guerra. Com a arrogância de uma adolescente, a personagem acaba entrando em uma enrascada seríssima quando, ao ver um naufrágio entre a linha que divide o território da ilha e o dos mortais, decide salvar a única sobrevivente dele. O problema é que essa sobrevivente é ninguém menos que Alia Keralis, uma jovem que por onde passa a raiva e a discórdia acompanham.

Ao salvar Alia, Diana não só quebra uma das principais regras das Amazonas como também as coloca em risco, já que como mecanismo de defesa a ilha começa a sofrer várias tempestades e a sugar a vida da jovem sobrevivente, que está cada vez mais doente. Sem entender muito bem o que está acontecendo mas desconfiada de que isso tem a ver com a menina que ela salvou, Diana vai atrás do Oráculo procurando explicações e descobre que a jovem tem uma descendência capaz de criar guerra por onde passa, e que precisa ser morta ou levada até sua ancestral para que assim sua maldição possa ser quebrada.

Antes de de tudo eu tenho que falar do que eu gostei nesse livro, e muito. A diversidade dos personagens criados por Leigh Bardugo foi o ponto alto da trama, cada um deles com sua história. Alia e o irmão são negros, de descendência grega e ricos, então sabe o que isso significa para mim que sou negra e sempre vejo personagens negros sendo retratados como marginalizados? É incrível. Depois vem Nim que é indiana e Theo que é brasileiro, cada um deles muito bem criados com suas personalidade únicas, isso por se só já ganhou meu coração.

Outro ponto que eu gostei muito foi a autora ter conseguido criar um Diana única, pois se você já viu algum filme ou desenho da Mulher-Maravilha já tem uma opinião formada sobre a personagem. Leigh respeitou isso, mas respeitou também o fato de que aqui ela está narrando uma personagem de 16 anos, jovem e imatura em alguns momentos, mas segura como uma guerreira para qual ela foi criada. Curti bastante toda a ideia que Leigh Bardugo criou, com seus diálogos bem adolescentes e suas inseguranças características da idade.

Alia também foi uma personagem muito legal e única, seu mundo sempre tão fechado, criado por seu irmão como uma forma de os proteger, a fez ser uma pessoas bem desconfiada de tudo, porém também a fez muito observadora. Os personagens secundários também foram muito bem construídos e com suas funções bem definidas.

No geral posso dizer que a mistura entre o atual e o antigo, onde varias vezes somos apresentados a história da Grécia e seus deuses, não deixou nada confuso e deu um algo a mais a trama. A única ressalva que tive foi que achei o início bastante cansativo porque focou muito no fato de Diana ter que ser provar o tempo todo, sendo que a maioria do tempo isso estava na cabeça dela pelo fato de nunca ter ido à batalha, mas depois que passa essa parte dá pra curtir muito.

Ainda não tinha lido nada da autora, mesmo ela tendo uma série de bastante sucesso que é a "Trilogia Grisha" começando com "Sombra e Ossos", e gostei da forma como ela escreve sendo uma narrativa bem fluida, misturando ação, mistério e partes engraçadas em todo o texto, sem ficar forçado. Vou continuar acompanhando essa série, e já que cada novo livro é de um personagem diferente e uma autora diferente, quero ver como elas vão ligar as obras.

Por: Leh Pimenta
Site: http://www.coisasdemineira.com/2017/10/resenha-mulher-maravilha-semente-de.html
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Islene 06/02/2018

Minha heroína
Esperei tantos rumos...
O encontro de um amor, mas senti o rastro de uma certa história, Malévola...
As mulheres são sempre testadas em relação aos seus sentimentos?
Enfim, é um livro pra quem é fã de Diana Prince e pra quem quer conhecer um pouco da história desta mulher.
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Leituras e Delírios 31/01/2018

Mulher - Maravilha Sementes da Guerra é o primeiro volume de uma coleção da DC Comics com alguns heróis, esse volume é escrito pela autora Leigh Bardugo. Nunca havia lido nada dessa autora e como eu adoro a Mulher - Maravilha já estava com expectativas altas para essa história, mas fui tombada, pois acho que essa foi minha grande decepção literária em 2017.

Diana é filha da rainha Hipólita, forjada do barro e do desejo da rainha de ser mãe. A moça tem de lidar com os desafios de não ser uma Amazona testa e forjada em batalha como suas irmãs. Quando ela salva uma garota que pode acabar com o mundo mortal, Diana terá que fazer escolhas que nunca imaginou. Alia Keralis não sabe, mas ela é descendente de Helena de Troia e o que é chamado de Semente da Guerra, aquela que está destinada a trazer uma era de derramamento de sangue e desgraça para a humanidade.

Primeiro eu preciso dizer que eu leve geralmente de dois a três dias para ler um livro de 400 páginas em um ritmo lento de leitura. Esse livro eu levei mais que o dobro disso, foi uma leitura que me deu sono, me deixou entediada e muito decepcionada com a escrita dessa autora.

Leigh Bardugo pesa nas descrições que parecem intermináveis, os diálogos nas primeiras cem páginas são sofríveis. Diana não parece em nada com a guerreira Amazona que mesmo com suas inseguranças vai lá e faz, pois muitas vezes ela parece figurante na própria história.

Confira a resenha completa no blog!

site: http://www.leiturasedelirios.com.br/2017/10/mulher-maravilha-leigh-bardugo-lendas.html
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Mundo de Tinta 31/01/2018

A MULHER!!
Não podemos negar que esse ano, a nossa heroína Mulher Maravilha, teve seu sucesso. Com o lançamento de seu filme solo, a história da badass ficou conhecida por todo o mundo. E sendo assim, o lançamento do livro pela editora arqueiro foi certeiro. Eu sou suspeita a falar porque amo super heróis e fico parecendo uma criança quando falo sobre eles. E cá entre nós, vamos concordar que Gal fez um ótimo trabalho interpretando a heroína...

Quer continuar?! Então me segue!

site: http://blogmundodetinta.blogspot.com.br/2017/12/resenha-de-tinta-mulher-maravilha.html
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Desireé 27/01/2018

Uma amazona, um grupo de amigos e uma chance de mudar o mundo. (@Upliterario)
Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra é o primeiro livro da série Lendas da DC e conta a história da juventude de Diana Prince. E que começo, senhoras e senhores! Preparem-se porque essa série promete ser incrível e emocionante a cada novo herói retratado!
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Diana é uma amazona, mas diferente de suas irmãs, sua vida imortal foi criada por sua mãe Hipólita e sua permanência na ilha de Temiscira não foi conquistada no brilho de uma espada em riste. Ela não teve uma vida mortal antes de surgir na ilha e, em decorrência disso, se sente "inferior" às demais amazonas.
E em sua primeira competição, correndo lado a lado das demais amazonas, Diana tem a chance de mostrar que é tão boa quanto elas ou ainda melhor. Entretanto, a garota abandona a corrida quando percebe um navio naufragando na costa de Temiscira. E sua jogada arriscada pode colocar a ilha e todo o mundo mortal em perigo.
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"[...] eu sei como é sentir que a sua mera existência é um crime."
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Uma história incrível e muito bem escrita. Já sou fã de Leigh Bardugo e meu amor só aumentou depois de Sementes da Guerra. Leigh tem o dom de misturar poesia, sentimentos e cor às suas narrativas, fazendo com que as palavras alcancem um ritmo místico e dancem soltas pelas páginas.
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"A gente dança de um jeito diferente quando sabe que não vai viver para sempre."
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Um ponto muito positivo é a crítica sutil e sempre presente que Diana faz de nosso mundo mortal, inconstante, ardil e preconceituoso. Questões como racismo, desigualdade de gênero e homofobia são analisados pela ótica imortal e impassível da amazona que, muitas vezes, fica abismada com a lógica dos humanos. Pois é, Diana, eu também, fico chocada com a "nossa" lógica de vez em quando...
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Um YA de tirar o fôlego, daqueles em que amamos a história, os dramas e os personagens. Recomendo muito!

site: www.instagram.com/upliterario
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Minha Velha Estante 24/01/2018

Resenha da Tata
Eu vou ser franca aqui, o que me fez querer ler esse livro não foi o fato dele ser um livro da Mulher Maravilha, mas sim o fato dele ser um livro da Mulher Maravilha escrito pela Leigh Bardugo.

Para quem não sabe, a Leigh Bardugo é a autora da Trilogia Grisha e da duologia Six of Crows, duas séries maravilhosas (apesar de não ter superado aquele final cof cof horrível cof da trilogia Grisha ainda), super bem escritas e incríveis que eu amo (e que se passam no mesmo mundo).

E ai, dois anos atrás, como uma fã/geek/nerd louca, minha felicidade estourou quando eu descobri que duas das minhas autoras favoritas estavam escrevendo livros de super-heróis da DC! A Leigh Bardugo é só a primeira, seguida pela Sara J Maas (autora do maravilho Corte de Espinhos e Rosas!!!!!!!!) com seu livro da Mulher Gato, a Marie Lu (autora de Jovens de Elite) com o Batman e, por fim, Matt de la Peña (autor do livro Mexican Whiteboy and The Living) com o Super-homem.



Ao que parece, a Editora Arqueiro irá publicar, simultaneamente com o Estados Unidos, todos os quatro livros da série DC Icons (no Brasil, a série se chama Lendas da DC). Os quatro livros, apesar de fazerem parte de uma série, vão ter historias independentes!

Voltando ao foco agora, Sementes da Guerra conta a história de uma Diana adolescente, cheia de dúvidas e inseguranças, muitos anos antes de se tornar a Mulher Maravilha.

Diana é uma amazona, mas não qualquer amazona, ela é filha da deusa Hipólita, a rainha das Amazonas e, por causa disso, é sempre observada e julgada pelas outras amazonas que a acham, apesar e por causa de sua posição, fraca. Então, tudo que Diana mais quer na vida é se provar, provar como digna de sua mãe e como membro valioso das amazonas.



O problema é que quando você vive em uma sociedade na qual todo mundo é extraordinário, ser menos do que isso, te destaca de uma forma ruim.

O livro começa com a corrida que marca o início dos jogos Nemeus, a situação perfeita para que Diana prove, para sua mãe e para o resto das amazonas, o seu valor. O problema é que, ao invés de chegar em primeiro lugar, Diana abandona a corrida para salvar uma mortal. O problema é que é proibido salvar mortais e, acima de tudo, é proibido levar eles para Temiscira, e bem, Diana faz as duas coisas.

Escondendo a humana das outras amazonas, Diana logo percebe que coisas estranhas começam a acontecer na ilha, coisas impossíveis que começam a quebrar o equilíbrio da ilha paraíso.

Sem saber o que fazer ou se o caos que começa a se instalar é sua culpa, Diana procura o oráculo e descobre que a humana vem de uma linhagem especial, ela é, assim como Helena de Troia foi um dia, uma semente da guerra. Isso significa que ela trará uma grande guerra ao mundo e fará com que a ilha das amazonas entre em colapso.



Diana se vê então no meio de um dilema com três possibilidades:
Salvar a mortal e condenar o mundo;
Deixar a menina morrer e salvar a ilha e o mundo;
Abandonar a ilha, sua família e amigos, e se aventurar no mundo mortal afim de quebrar a maldição da linhagem de sangue das sementes da guerra.
Eu vou deixar vocês adivinharem qual opção ela escolheu.

A história é toda narrada em terceira pessoa e possui um ritmo rápido de leitura. Eu literalmente li o livro inteiro em um sábado tedioso.

Eu gostei bastante da forma como foi abordada essa história de origem da Diana, ver ela ter dúvidas, descobrir o mundo e amadurecer. Eu gostei particularmente do foco dado às lendas da mitologia grega. A coisa toda da releitura da história de Helena de Troia foi a cereja do bolo.

Outro ponto positivo foi a presença de personagens com diversidade e a sua representatividade, bem como da temática do empoderamento feminino e do amor próprio.



Apesar de ser um YA baseado em uma personagem clássica das revistas em quadrinhos, o livro trata e discute assuntos importantes como preconceito, amor próprio, empoderamento feminino e igualdade.

Agora, se você espera que o livro possua inspiração no filme, tire seu cavalo da chuva. Apesar de alguns elementos semelhantes, as histórias são completamente diferentes entre si. Mas aquela Diana forte, determinada e ao mesmo tempo inocente e curiosa com o mundo humano está lá.

E, sendo franca? Eu acho que a história do livro daria um filme melhor que a história apresentada no filme.



Ah, antes que eu me esqueça, no final desse livro tem o primeiro capitulo do próximo livro da série e eu não sei se isso foi um presente ou uma tortura, principalmente depois que eu fui olhar a sinopse do livro no site da Marie Lu. Reparem só:
Before he was Batman, he was Bruce Wayne. A reckless boy willing to break the rules for a girl who may be his worst enemy.

Antes dele se tornar o Batman, ele era Bruce Wayne. Um garoto imprudente disposto a quebrar as regras por uma garota que pode ser sua maior inimiga.

Então, parece que antes de completar de 18 anos o Bruce é preso e tem que cumprir serviço comunitário no hospício de Gottam. Lá ele conhece uma garota misteriosa e a história começa.

Soa maravilhosamente insano né? Mal posso esperar! hahahahah

site: http://www.minhavelhaestante.com.br/2017/10/estante-da-tata-mulher-maravilha.html
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Carol 23/01/2018

Não criem aquela coisinha chamada expectativas haha
"Não existe alegria em ter nascido mortal. Você jamais terá que conhecer a aflição que é ser humana. Dentre todas nós, apenas você jamais conhecerá a dor da morte."

Diana nasceu do barro e das mãos de sua mãe, Hipólita, a rainha das amazonas. Ela não sabe quem realmente é, apenas deseja provar que é tão forte como suas irmãs amazonas.
Ela se põe a prova para mostrar o seu valor, mas ao se deparar com um grande naufrágio só consegue pensar em procurar sobreviventes em meio a tantos destroços e resgata Alia Keralis. Ela sabe que trazer um humano para o lar das Amazonas em Temiscira pode causar o seu exílio, mas terá que lidar com o fato de não ter salvado uma simples garota e sim uma semente da guerra, descendente de Helena de Troia e que traz litros de sangue derrubados em guerras em suas veias.
Diana e Alia precisam acabar com essa linhagem de sementes da guerra, mas não estão preparadas para todas as coisas que essa busca pode trazer ao mundo e em suas vidas.



O livro "Mulher Maravilha: sementes da guerra" foi escrito por Leigh Bardugo uma autora já muito aclamada pela trilogia Grisha e também por Six Of Crows. A capa e a diagramação da editora Arqueiro estão impecáveis, mas muitas coisas me incomodaram nessa leitura.
A obra é narrada em terceira pessoa, alternando os pontos de vista entre Diana e Alia. A autora manteve a inocência de Diana, mas acho que faltou a força e poder da nossa Mulher Maravilha. Ela acabou se tornando coadjuvante em sua própria história.
Esse livro tinha tudo para dar certo, um bom enredo, a ameaça da maior guerra já vista, uma amizade que cresce e muda a forma que as personagens veem o mundo, um cenário que deixaria tantas possibilidades em aberto... Mas para mim faltou muito, deixando a obra maçante no início.
Esse livro é o primeiro da série "Lendas da DC" que contará com a história de Batman escrito pela autora Marie Lu, Mulher Gato escrito por Sarah J. Maas e Superman escrito por Matt De La Peña.
Eu esperava encontrar nesse livro o empoderamento feminino que via no desenho "Liga da Justiça" que passava todos os dias às 11:30 no SBT e que eu assistia quando criança ou a Mulher-Maravilha que vi nos filmes da DC, porém não encontrei e se puder dar uma dica para vocês seria a de ler sem expectativas, pois eu tinha muitas e elas não foram correspondidas, mas talvez vocês possam se surpreender se deixarem elas de lado antes de começar a leitura desta obra.

site: www.nossaressacaliteraria.com.br
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Thiana 22/01/2018

Resenha publicada no blog Garotas de Papel
Não sei se é apenas uma impressão minha, mas desde a explosão dos filmes da Marvel e da DC Comics parece que os heróis dos quadrinhos estão em toda parte. Em grande parte foi influenciada por isso que, quando a Editora Arqueiro lançou Mulher Marvilha: Sementes da Guerra, fiquei muito curiosa pra realizar essa leitura.

Nesse livro vamos conhecer a jovem Diana que criada a partir do barro e o desejo de sua mãe, a rainha das Amazonas Hipólita, ela tenta provar que não é apenas filha da líder de seu povo, mas tão forte quanto suas irmãs forjadas na guerra.

Porém as coisas saem um pouco do controle, quando Diana se depara com um barco naufragando no mar da ilha de Temiscira e ela salva uma humana, Alia. O problema é que a presença de mortais na ilha é proibido e pode causar a destruição do lugar, principalmente no caso de Alia, que é uma semente da guerra, descendente de Helena de Troia.

Para salvar a ilha e as Amazonas, além de acreditar que levar Alia pra casa é uma forma de mostrar seu valor, Diana embarca em uma aventura que além de salvar sua vida, salvará a de toda humanidade.

Nunca tinha lido nada da Leigh Bardugo, apesar de a autora possuir outros livros muito comentados na blogosfera. Por isso essa leitura foi um tiro no escuro duplo, primeiro por ser a primeira vez que lia um livro com um personagem comumente presente em quadrinho e segundo por está conhecendo a autora.

O resultado final foi muito positivo. A narrativa de Mulher Maravilha acontece em terceira pessoa e Bardugo consegue perfeitamente transferir o leitor pra a história, com uma linguagem fácil e definitivamente adequada pra o público alvo desse tipo de obra. Por sinal achei que a autora seguiu uma linha bem semelhante a usada pelo Rick Riordan, por diversas vezes me peguei pensando que esse livro poderia ter sido escrito por ele. Tanto pela questão mitológica envolvida, quanto pelo estilo de escrita.

Ao meu ver o ponto alto do livro é a protagonista Diana. A personagem apesar de jovem consegue reunir todos os melhores pontos de uma boa heroína, em nenhum momento a achei chata ou muito dramática diante dos problemas pelo qual passa. Já isso não acontece com Alia, claro que o fato de ser a causadora de inúmeros incidente é compreensível que ela seja mais dramática, porém ainda assim em alguns momentos consegue vencer isso e ter uns surtos de determinação pra encontrar a solução dos seus problemas.

Ainda somos apresentados ao Jason, irmão mais velho de Alia, e seus amigos Theo e Nim. Todos os três são ativos na narrativa e essenciais para o desenrolar da drama. E lembra que falei que parecia uma história do Rick Riordan? Esse circulo de amizade e todos sendo fundamentais pra a aventura é algo que muito vemos nas histórias do Riordan, até mesmo o plot twist deixa essa sensação.

Mas nem tudo são flores e duas coisas me incomodaram. A história demora muito pra engrenar, os primeiros capítulos forma horríveis e precisei de muita força de vontade para continua, mas depois que pegou ritmo não parei mais. A segunda questão foi a falta de simetria dos capítulos, em quanto uns são curtos outros são mais longos, em especial dois que Nossa Senhora era um tédio e parecia que não terminava mais.

A tradução apesar de muito bom tende a abrasileira algumas coisas, isso era algo que nunca tinha reparado, mas que nosso colunista o K passou a apontar para mim em outra obra da Arqueiro. Não é algo que me incomode, mas que devido ao contexto americano da narrativa fica um pouco deslocado.

Mais de um modo geral Mulher Maravilha: Sementes da Guerra é uma leitura que realmente vale a pena ser feita. Com muita ação e um enredo de mistério sobre as sementes da guerra o leitor ficar preso ao livro esperando ansioso para saber como toda essa confusão irá acabar.

site: https://garotasdepapel.blogspot.com.br/2018/01/resenha-mulher-maravilha-sementes-da.html
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Marina Santos 08/01/2018

A aventura é aqui!
Mulher-Maravilha: Sementes de Guerra faz parte da série Lendas da DC escrito por Leigh Bardugo. Já digo de antemão que o livro tem algumas particularidades com o filme Mulher-Maravilha, mas em um cenário totalmente diferente e bem juvenil.

"Nenhum humano podia ser levado até Temiscira, mesmo que fosse para ter a vida salva. Quebrar essa regra significava apenas uma coisa: exílio. — Pág 19"

Diana, filha da deusa Hipólita, é uma adolescente que tem lá seus 17 anos e sempre desejou tornar-se uma verdadeira amazona. Moldada do barro pela mãos da sua própria mãe e nascida no solo de Temiscira, Diana não conquistou seu lugar na ilha como suas outras irmãs amazonas e por conta disso se sente inferior as outras. Cansada de se sentir insignificante e humilhada, a jovem se prepara para uma prova que vai testar suas habilidades. Finalmente quando tem a oportunidade de conquistar a glória e ser reconhecida pelas irmãs como uma guerreira, a jovem se depara com um naufrágio.

Sem pestanejar, ela abandona a prova e tenta achar um sobrevivente no meio de tantos destroços. E acha! Alia Keralis, uma simples mortal, é salva por Diana. Mas Diana sabe que por salvar Alia, ela quebra uma lei da ilha e pode ser banida. Além disso, a própria ilha está rejeitando a presença de Alia e é a partir daqui que Diana descobre que Alia não é uma garota comum, mas uma Semente da Guerra.

" – Ela não carrega a própria morte, mas a do mundo. Acha que foi por acaso que aquele barco chegou tão perto da nossa costa? Alia é uma Semente da Guerra, nascida da mesma linhagem de Helena, que foi gerada por Nêmenis." — Pág 50

" – ... Ela é haptandra. Onde for, haverá conflito. A cada respiração, ela nos aproxima do Armagedom." — Pág 50

Alia está destinada a trazer guerra tanto para a Terra quanto para Temiscira. No entanto, há um jeito de quebrar a maldição que Alia carrega, sem matá-la. E cabe a Diana descobrir como, antes que os poderes de Alia atinjam o ápice e estourar uma guerra. Agora é hora de Diana ser a heroína que tanto quis e salvar não só a Terra como a ilha Temiscira e provar que ela nasceu para ser uma amazona.

CONFIRA RESENHA COMPLETA NO BLOG!

site: http://www.anebee.com.br/2018/01/resenha-mulher-maravilha-sementes-da.html
Bradley 25/01/2018minha estante
Amei o livro




Nina 06/01/2018

Mulher-Maravilha virou um fenômeno em 2017, ícone de beleza e força e símbolo do feminismo e empoderamento da mulher, ela foi sucesso absoluto em todos os meios de comunicação em que apareceu. Assim, quando o livro foi lançado, eu não quis ficar de fora de mais essa novidade, e agora trago minhas impressões para vocês.

A princesa Diana é filha da deusa Hipólita e tudo o que ela mais deseja é mostrar para as demais amazonas que é tão digna de viver em Temiscira quanto elas. Diferente delas, que foram guerreiras em outra vida e mortas em batalha, Diana não teve a mesma oportunidade de ingressar na ilha por sua bravura, já que ela foi feita pela Terra, fruto do desejo de sua mãe em ter uma filha. Mas quando finalmente a oportunidade surge, ela joga sua chance fora e quebra uma das mais importantes regras da ilha ao salvar uma mortal do afogamento. Mas Diana logo descobrirá que não resgatou uma garota comum, e que com esse ato de valentia ela pode ter condenado o mundo.

Alia Keralis queria apenas escapar de seu irmão superprotetor com um semestre no mar. Ela não sabe que está sendo caçada por pessoas que pensam que sua existência poderia desencadear uma guerra mundial. Quando uma bomba explode a bordo de seu navio, Alia é resgatada por uma menina misteriosa de força extraordinária e forçada a enfrentar uma verdade horrível: Alia é uma Semente da Guerra - uma descendente direta de Helena de Troia, destinada a criar uma era de derramamento de sangue e miséria.

Juntas as duas meninas enfrentarão um exército de inimigos - mortais e divinos - determinados a destruir ou possuir as Sementes da Guerra. Testadas além dos limites de suas habilidades, Diana e Alia devem encontrar uma maneira de liberar forças escondidas e forjar uma aliança improvável. Porque se elas tiverem alguma esperança de salvar seus dois mundos, terão que permanecer lado a lado.

Não podemos evitar a forma como nascemos ou o que somos. Mas podemos escolher o rumo de nossas vidas.

Eu estava bem ansiosa pela leitura de Mulher-Maravilha, mas admito que o livro não foi tudo o que eu imaginava. Tem uma premissa instigante, mitologia bem trabalhada e dá um grande destaque para a força da mulher, a amizade e o companheirismo, mas nem tudo é bem estruturado. Muitos dos elementos que considero cruciais para o bom desenvolvimento do enredo e que demonstram o que a Mulher-Maravilha representa nos dia atuais foi tratado com uma certa irrelevância. O livro tem um ar juvenil demais, mesmo que Diana seja apenas uma adolescente, eu esperava um pouco mais de maturidade dele.

A narrativa é em terceira pessoa, e alterna entre Diana e Alia. Apesar de ser bem fluída, sinto que se fosse em primeira pessoa teríamos aproveitado bem mais a história já que poderíamos ter acompanhado mais de perto todos os dilemas da personagens.

- Não existe alegria em ter nascido mortal. Você jamais terá que conhecer a aflição que é ser humana. Dentre todas nós, apenas você jamais conhecerá a dor da morte.


No geral, não é um livro ruim. De leitura rápida e fácil, ele oferece algumas horas de entretenimento, mas falha ao trazer uma Mulher-Maravilha imatura e cheia de dramas adolescentes. Se por um lado, essa característica pode atrair um público mais jovem para a heroína, por outro, pode decepcionar fãs mais antigos, como aconteceu comigo.

O livro faz parte da série Lendas da DC e teremos mais três livros depois desse. O próximo volume será o do Batman escrito pela autora Marie Lu, seguido pela Mulher-Gato com Sarah J. Mass. E finalmente Superman com o autor Matt De La Peña.

site: http://www.quemlesabeporque.com/2018/01/mulher-maravilha-sementes-da-guerra.html
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Nina 06/01/2018

Mulher-Maravilha virou um fenômeno em 2017, ícone de beleza e força e símbolo do feminismo e empoderamento da mulher, ela foi sucesso absoluto em todos os meios de comunicação em que apareceu. Assim, quando o livro foi lançado, eu não quis ficar de fora de mais essa novidade, e agora trago minhas impressões para vocês.

A princesa Diana é filha da deusa Hipólita e tudo o que ela mais deseja é mostrar para as demais amazonas que é tão digna de viver em Temiscira quanto elas. Diferente delas, que foram guerreiras em outra vida e mortas em batalha, Diana não teve a mesma oportunidade de ingressar na ilha por sua bravura, já que ela foi feita pela Terra, fruto do desejo de sua mãe em ter uma filha. Mas quando finalmente a oportunidade surge, ela joga sua chance fora e quebra uma das mais importantes regras da ilha ao salvar uma mortal do afogamento. Mas Diana logo descobrirá que não resgatou uma garota comum, e que com esse ato de valentia ela pode ter condenado o mundo.

Alia Keralis queria apenas escapar de seu irmão superprotetor com um semestre no mar. Ela não sabe que está sendo caçada por pessoas que pensam que sua existência poderia desencadear uma guerra mundial. Quando uma bomba explode a bordo de seu navio, Alia é resgatada por uma menina misteriosa de força extraordinária e forçada a enfrentar uma verdade horrível: Alia é uma Semente da Guerra - uma descendente direta de Helena de Troia, destinada a criar uma era de derramamento de sangue e miséria.

Juntas as duas meninas enfrentarão um exército de inimigos - mortais e divinos - determinados a destruir ou possuir as Sementes da Guerra. Testadas além dos limites de suas habilidades, Diana e Alia devem encontrar uma maneira de liberar forças escondidas e forjar uma aliança improvável. Porque se elas tiverem alguma esperança de salvar seus dois mundos, terão que permanecer lado a lado.

Não podemos evitar a forma como nascemos ou o que somos. Mas podemos escolher o rumo de nossas vidas.

Eu estava bem ansiosa pela leitura de Mulher-Maravilha, mas admito que o livro não foi tudo o que eu imaginava. Tem uma premissa instigante, mitologia bem trabalhada e dá um grande destaque para a força da mulher, a amizade e o companheirismo, mas nem tudo é bem estruturado. Muitos dos elementos que considero cruciais para o bom desenvolvimento do enredo e que demonstram o que a Mulher-Maravilha representa nos dia atuais foi tratado com uma certa irrelevância. O livro tem um ar juvenil demais, mesmo que Diana seja apenas uma adolescente, eu esperava um pouco mais de maturidade dele.

A narrativa é em terceira pessoa, e alterna entre Diana e Alia. Apesar de ser bem fluída, sinto que se fosse em primeira pessoa teríamos aproveitado bem mais a história já que poderíamos ter acompanhado mais de perto todos os dilemas da personagens.

- Não existe alegria em ter nascido mortal. Você jamais terá que conhecer a aflição que é ser humana. Dentre todas nós, apenas você jamais conhecerá a dor da morte.


No geral, não é um livro ruim. De leitura rápida e fácil, ele oferece algumas horas de entretenimento, mas falha ao trazer uma Mulher-Maravilha imatura e cheia de dramas adolescentes. Se por um lado, essa característica pode atrair um público mais jovem para a heroína, por outro, pode decepcionar fãs mais antigos, como aconteceu comigo.

O livro faz parte da série Lendas da DC e teremos mais três livros depois desse. O próximo volume será o do Batman escrito pela autora Marie Lu, seguido pela Mulher-Gato com Sarah J. Mass. E finalmente Superman com o autor Matt De La Peña.

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