Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra

Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra Leigh Bardugo




Resenhas - Arqueiro


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Ana 20/10/2017

Leigh Badurgo e Mulher Maravilha são sinônimos de sucesso.
Diana, filha da rainha Hipólita, está cansada de ser menos que suas irmãs Amazonas, de ser sempre a mais fraca. Quando uma humana vítima de um naufrágio aparece em sua ilha, Diana resolve ir contra as regras ao salvar a humana. Mas há consequências para tudo, e Diana se vê em uma encruzilhada onde terá que escolher entre suas irmãs guerreiras e o que é certo.

Quando vi que a Leigh Badurgo iria escrever sobre a Mulher Maravilha fiquei logo animada, mesmo não tendo muito conhecimento sobre a heroína, tive interesse em ler. Sou fã da escrita da autora e por isso me surpreendi pela dificuldade enorme de ler as primeiras 100 páginas. Para mim, nada se parecia com a escrita da autora. Mas insisti e no fim fui recompensada. Depois dessas 100 páginas o livro fluiu muito e me vi muito envolvida com os personagens e com a história. Pra um começo que demorou quase uma semana para ser lido, o restante foi lido em apenas um dia.

Não posso falar muito sobre o quão fiel a autora foi a personalidade da Diana, pois não possuo muito conhecimento sobre a mesma, mas posso dizer o quão incrível foi a personagem. Forte e destemida, Leigh me fez amar não só essa heroína como os demais personagens.

É bom deixar claro que trata-se de um YA, o que me surpreendeu e, admito, decepcionou um pouco no início. Esperava que fosse uma história mais adulta e com mais ação do que foi visto aqui.
No entanto, quem gosta de mitologia e já leu Percy Jackson vai curtir muito a leitura. Mulher Maravilha tem muito a vibe dos livros do Rick e, para mim, isso definitivamente é um ponto positivo.
A autora ainda conseguiu me surpreender com um final que eu não esperava e ao abordar a força feminina, a vontade de se provar e a amizade, Leigh mais uma vez me provou o porquê de ser uma das minhas autoras preferidas do gênero.

Apesar de um começo difícil, Mulher Maravilha mostrou-se ser um livro cativante e cheio de ensinamentos. Vale muito a pena ser lido para quem ama o gênero e o empoderamento feminino.

"Eu sou princesa de Temiscira, disse ela a garota no espelho. Vou atrás das minhas próprias respostas."
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Bia 19/10/2017

Muito Percy Jackson
Então, Leigh Bardugo escreveu um livro sobre a adolescência de Diana Prince, a.k.a Mulher-Maravilha. Se surtei quando descobri essa notícia? A resposta adequada seria dizer que sim, eu tive um ataque de fangirl com a novidade. Se me desapontei quando comecei a ler o livro? Novamente, a resposta adequada seria dizer que sim, a frustração foi grande.
Mas, antes de entrarmos na questão da minha opinião, vamos ao breve resumo da obra. Em "Mulher-Maravilha - Sementes Da Guerra", somos apresentados a uma versão jovem de Diana. Aos 17 anos, nossa futura heroína encontrava-se em fase de treinamento na reclusa ilha das Amazonas. Por ter sido feita, literalmente, da lama e do sangue de Hipólita (sua mãe e Rainha), Diana sofria uma certo preconceito das outras garotas (porque, nem a Mulher-Maravilha está imune ao bullying #gentecomoagente).
Eis que logo no início da narrativa, Diana e todas as outras Amazonas estavam participando de um torneio e ganhar seria muito importante para nossa heroína conquistar uma certa moral entre as outras mulheres. No entanto, no meio do caminho rumo à vitória, Diana depara-se com um acidente de barco e resolve abandonar a corrida para resgatar os sobreviventes dessa tragédia.
Lá chegando, ela descobre que somente uma garota ainda estava com vida e resolve então trazê-la para a ilha das Amazonas. Acontece que, nenhum mortal é permitido dentro do universo dessas guerreiras. A punição para quem quebrasse essa regra era o exílio imediato.
Diana então, tenta solucionar o problema - conhecido também como Alia - o mais rápido possível. Principalmente ao descobrir que a presença da garota está envenenando a ilha, assim como o ambiente também está matando a moça. Com toda sua glória de heroína destemida, Diana enfrenta o Oráculo e descobre que é possível salvar tanto Alia, como a ilha das Amazonas, mas ela deve agir rápido se quiser conceber esse ato de grandeza.
Juntas então, as meninas fogem da ilha e iniciam uma épica jornada juntas. Repleto de cenas de ação, aventura e muito girl power, Leigh Bardugo entrega basicamente tudo aquilo que foi prometido em sua sinopse. Então o que não funcionou para mim nessa obra?
Em primeiro lugar, tive um sério problema com a questão da expectativa. Desde o ano passado ao finalizar a duologia de "Six Of Crows", Leigh Bardugo tem sido uma autora que está no pedestal imaginário do meu universo literário. Ou seja, parte de mim esperava que "Mulher-Maravilha - Sementes Da Guerra" tivesse o mesmo impacto que suas obras anteriores, o que infelizmente não aconteceu.
O problema desse livro, é a previsibilidade da estória em geral, porque até mesmo quem não é fã da Mulher-Maravilha, tem uma visão/conhecimento prévio sobre seu personagem. Então, no meu caso que ainda estou com a adaptação cinematográfica fresca em minha memória, ler sobre Diana em sua fase adolescente não acrescentou nada significante em meu entendimento sobre a personagem.
Aqui, ao invés do romance entre Diana e o soldado Steve, temos apenas um foco na amizade entre as garotas- o que também é um tema importante de se abordar - no entanto, sua exploração foi feita de maneira arrastada demais. Aumentando, novamente a questão da obviedade que acaba gerando o iminente tédio durante a leitura.
Fatores esses que ficam evidenciados quando você descobre que a obra também é narrada sobre o ponto de vista de Alia, a humana que Diana resgatou. Alia, era uma descendente de Helena de Tróia e na linguagem original ela era considerada uma warbringer ou seja, uma semente da guerra. Destruição e catástrofe seguiriam a garota para qualquer lugar que ela fosse (olá Jinx, da Meg Cabot).
Portanto, o leitor é agraciado com ambas as narrativas. E me desculpe sociedade, mas eu não consegui me importar com Alia (afinal, já estava difícil simpatizar com Diana). Quando as duas garotas começam a interagir o livro deixa de encaixar-se no gênero "jovem adulto" para migrar ao "infanto juvenil".
O que deveria ser uma releitura sobre Diana Prince, transformou-se numa adaptação de "Percy Jackson e os Olimpianos". Desde a cena do Oráculo até os diálogos, senti estar lendo algum livro perdido de Rick Riordan. E caso você seja novo aqui, eu estou passando longe dos livros desse autor no momento.
O que me leva a conclusão de que talvez essa obra funcione e atinja melhor um público mais jovem, afinal, veja quantos leitores amam as aventuras de Percy Jackson? No meu caso, de pessoa idosa, não consegui me apegar nos personagens ou aprender com suas lições, porque já li sobre isso em trocentos outros livros do gênero.
Abro aqui um gigantesco parênteses para dizer que apesar de pessoalmente não ter aproveitado a obra, a mesma apresenta tópicos de extrema importância para os jovens de atualmente, ao abordar toda a questão da diversidade cultural e do empoderamento feminino que cresce a cada minuto - fecho aqui esse adendo.
Portanto, - de volta a minha opinião pessoal - ainda que a obra seja bem escrita e consiga entregar tudo o que prometeu, ela não deixa de ser inferior aos outros livros dessa autora. Deixando-o perdido no vasto mar do seu próprio gênero literário.
Deixo aqui então, a recomendação desse livro àqueles que gostam das obras de Rick Riordan e talvez ainda estejam na adolescência. Acredito que ao ser lido por esse público, "Mulher-Maravilha - Sementes Da Guerra", definitivamente conseguirá atingir seu alvo e cumprir seu objetivo.

+ Para mais resenhas acesse o blog abaixo:

site: beahreads.blogspot.com.br
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Dryh 14/10/2017

Incrível! Necessito de mais!
Não se entra em uma corrida para perder. – página 9

Diana é só mais uma residente da ilha Temiscera, um lugar criado pelas deusas para onde vão todas as mulheres que morrem bravamente e chamam por seus nomes em seus últimos suspiros. Mas, diferente de suas irmãs e de sua mãe, inclusive, ela não morreu em batalha, não fez por merecer seu lugar como amazona na ilha. Ela fora esculpida em barro pelas mãos da rainha Hipólita, e como tal, é subestimada pelas outras amazonas.

Durante uma corrida em que a vencedora ganharia uma coroa de louros (além do respeito das demais amazonas), Diana acaba saindo de sua rota ao ver um navio naufragar e, contra todas as regras da ilha, ela acaba salvando uma vida mortal e levando-a para a ilha. O que ela não imaginava, porém, é que a tal mortal cuja vida havia salvo era uma Semente de Guerra (nascida da mesma linhagem que Helena [de Troia], que foi gerada por Nêmesis, deusa da vingança), e como tal, Alia causava discórdia e destruição para onde quer que fosse. E a ilha não era uma exceção.

Como se isso já não bastasse, Alia também poderia ser a causa de uma enorme guerra não só no mundo mortal, como também no imortal, pelo simples fato de ser uma Semente de Guerra. Havia um modo de impedir que tal destruição se alastrasse pela Terra, e destemida, (e ansiosa para provar que era uma amazona como qualquer outra) Diana acaba aceitando essa missão sem contar a mais ninguém, levando consigo Alia e outros três personagens que aparecem depois, e tornam-se seus aliados. Juntos, eles precisam enfrentar um grupo esquisito que parece ter Alia como alvo, deuses da guerra que querem impedi-los do sucesso e uma traição que pode pôr tudo a perder.

Havia uma razão pela qual ela assistira ao naufrágio do Tétis e resgatara Alia do mar. A ela fora concedida a chance de trazer paz ao mundo e dar um fim ao ciclo de guerra que Alia trazia no sangue. Ela não falharia. E não se deixaria conduzir pelo medo. – página 88

Eu nunca fui muito fã da Mulher-Maravilha, sempre preferi a Mulher-Gavião, mas depois que assisti o mais recente filme de Diana nas telonas, me tornei fã. Quando vi que a editora Arqueiro publicaria esse livro (seguido por mais três que focam em personagens da DC), fiquei imediatamente curiosa e o solicitei. Contudo, quando ele chegou eu não estava tão animada para ler, pois imaginei que seria um pouco fraco. Ah, como é bom estar errada!

Diana tem 17 anos nesse livro, o que significa que apesar de ser amazona (ter quase 1,80 metro de altura, uma força extraordinária e o resto do pacote) ela é uma adolescente e uma pessoa que, durante toda a sua vida, viveu numa ilha. Quando embarca na missão com Alia e vai parar em Nova York, ela vê todo um novo mundo e pessoas diferentes, além de perceber que nem todos os mortais são ruins como suas irmãs pregavam. Além disso, experiencia sua primeira paixão e faz seus primeiros amigos, o que foi bem bacana de acompanhar.

Mas mais do que isso, vemos uma garota de 17 anos que é imortal trabalhar ao lado de outras pessoas que são mortais comuns, e juntos, eles tentam salvar o mundo. Isso foi, sem dúvidas, uma das melhores coisas que eu “vi” este ano! De início eu até achei que o livro contaria a história do filme, mas, outra vez, estava deliciosamente enganada. A história que encontramos aqui é bem mais desenvolvida, se passa nos tempos atuais e foi incrivelmente descrita, contando com cenas divertidas, emocionantes, tristes e até de dar raiva. Mulher-Maravilha – Sementes da Guerra é um pacote completo!

Sua mãe e suas irmãs haviam escolhido dar as costas ao mundo dos homens, construir um novo mundo de paz em sua essência. O trabalho delas foi feito, pensou Diana. Mas o meu está só começando. Esta é a minha luta, disse ela ao Oráculo. Deixe que eu a reclame. – página 347

MM – Sementes da Guerra é o tipo de livro que a gente lê bem rápido, por ser tão envolvente e só contar com cenas boas. Mas também é o tipo de livro que nos deixa tristes quando percebemos que já está acabando, e eu já sinto saudades de Diana e até de Alia, de quem eu não consegui gostar tanto. Estou muito ansiosa para ler o segundo livro da coleção, que será escrito por Marie Lu (ainda não superei o final de A estrela da meia-noite) e nos trará a história de Batman.

Não podemos evitar a forma como nascemos ou o que somos. Mas podemos escolher o rumo de nossas vidas. – página 193

Estou muito feliz por ter solicitado este livro, e não me arrependo por não tê-lo lido antes, sinto que o fiz na hora certa. Ainda assim, seria legal se eu tivesse conhecido Diana antes...haha’ ela é minha mais nova super-heroína favorita. Este foi um dos melhores livros que eu li este ano, e só o que posso fazer agora, além de esperar ansiosamente por Batman, é recomendá-lo fortemente! Leiam! Leiam! Leiam!

site: http://shakedepalavras.blogspot.com.br
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Marcela @ler_sim_ler_sempre 13/10/2017

Heróis e Deuses antigos
@ler_sim_ler_sempre


🔹Nesse livro temos Diana antes de se tornar a Mulher Maravilha.
Ela vive em Temiscira com sua mãe, a rainha Hipólita.
Onde acaba se envolvendo em uma confusão, salvando e levando uma mortal para ilha. Colocando essa jovem e todas as amazonas em risco de vida. .
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🔹Só que Alia é muito mais q só uma mera mortal. Ela é uma "Semente da Guerra" e seu destino foi traçado para que morra antes que cause uma Guerra Mundial. Porém Diana tentará salvar o seu mundo e o dessa garota.
Iniciando assim uma jornada, com
altas risadas e muita ação com essa dupla imprevisível e outros amiguinhos. .
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🔹Aqui Diana é simplesmente uma adolescente que está se descobrindo no mundo. Com dúvidas e receios. Mas que já trilha seu caminho para se tornar a tão destemida Mulher Maravilha. Porém com uma dose exagerada de ingenuidade e vítima de um romance nada a ver. .
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🔹As lutas que se seguiram foram muito bem narradas e aceitável dentro do contexto. Digno de uma fantasia YA. (Me senti lendo Rick Riordan novamente - Saudades) .
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🔹Nunca havia lido nada da autora, mas adorei sua narrativa. Só no inicio que custei pegar ritmo na leitura (foi difícil passar da página 12) mas depois fluiu muito rápido. .
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🔹 Em um livro que tiramos como lição que jamais devemos subestimar àqueles que consideramos fracos e que mesmo que tudo esteja contra. Se você acreditar que aquele é o caminho certo. Vale a pena lutar. .
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🔹E não posso deixar de mencionar que adorei os protagonistas serem negros. Onde a autora abordou de uma forma sutil o preconceito racial.
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🔹Enfim, um livro muito bem escrito e ideal para aqueles que amam historias de heróis e de deuses antigos. Com uma pitada de humor. Mas nada muito elaborado e nem de tirar o fôlego. Com uma capa incrível e uma diagramação maravilhosa da @editoraarqueiro Que ainda traz o primeiro capitulo do segundo livro da série "Lendas da DC" Tendo Batman como protagonista e Marie Lu como autora. .

site: https://www.instagram.com/p/BZ1PJKVFGad
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Kamilla 09/10/2017

Adorei a leitura desse livro!
Diana é a filha da deusa Hipólita e mora em Temiscera (que é uma ilha super protegida), como foi criada por outros deuses para tornar o desejo de Hipólita se tornar mãe, as outras amazonas não acha que ela é tão capaz, já que é praticamente uma protegida. E a nossa Diana sempre tenta se provar capaz, forte e que é uma amazona como qualquer outra. Em um dia numa prova de corrida com outras guerreiras, a nossa protagonista ver algo diferente, uma explosão e resolve ajudar, mal sabia ela que essa decisão mudou o rumo de tudo. Já que a nossa Mulher Maravilha acaba salvando a Alia Keralis, que nada mais é que uma Semente da Guerra. Esse salvamento pode colocar não só as suas irmãs guerreiras e sua mãe em risco, mas como também todo o mundo.

Eu não sabia bem o que esperar da trama, mas devo dizer que ao iniciar a trama fiquei com um certo receio. A leitura não fluía, a personagem Diana não estava me cativando. Mas foi só no começo, assim que nossa protagonista começa a tomar as decisões por si, a trama começa a ganhar outro rumo e a ter um ritmo mais satisfatório e aí sim a leitura fluiu maravilhosamente.

“As pessoas tendem a perder batalhas por não saberem que guerra estão lutando.”

A Mulher Maravilha nessa obra é uma adolescente em seus 17 anos, já que a série Lendas da DC é voltada para o público mais jovem. E eu gostei muito, visto que dá pra perceber traços da adolescência na personagem, mesmo ela sendo forte e destemida. Bacana também foi a inserção da personagem em um mundo completamente diferente do que ela nasceu, quando ela e Alia saem de Temiscera, elas vão para Nova York e ver a Diana interagindo com o desconhecido foi muitas vezes engraçado.

A Alia, a garota que a Diana salvou, é a Semente da Guerra e mesmo sem saber é o que causa brigas, desentendimentos e se continuar viva pode ocasionar em uma grande guerra. Mas há uma possibilidade de salvar, e é nessas tentativas que elas duas, com os amigos Nin e Théo e o irmão da Alia, Jason, partem na jornada para Grécia para mudar o rumo da história. Só que muitas coisas acontecem, muitas brigas, deuses se intrometendo e uma GRANDE traição que me entristeceu e me deixou bem revoltada. A trama tem muitas de ação, de suspense e tem cenas de cumplicidade e amizade também.

“Não podemos passar a vida nos escondendo, imaginando o que poderíamos conquistar se tivéssemos a chance. Precisamos nos arriscar.”

Não conhecia a escrita da autora, Leigh Bardugo, mas fiquei bem curiosa pra ler mais obras delas, após essa experiência. Os personagens são cativantes e bem construídos, até os que ganham o nosso ódio. Além disso, mesmo tendo deuses, mitologia e histórias no geral a autora não deixou nenhuma ponta solta e nada confuso. Na obra houve vários pontos que me agradaram, mas acho que a que mais conquistou foi a força da Mulher Maravilha e não estou mencionando a física, mas a força dela em querer ajudar e mesmo com seus medos, ela ergue a cabeça e enfrenta - e fica a dica: os guerreiros nem sempre são os que só tem força física. Ela é uma semideusa, uma guerreira, uma amazona, mas nunca tinha passado por nenhuma experiência de guerra.

Falando um pouco mais especificamente sobre os personagens, todos me conquistaram. A Diana é incrível, a Alia que também é uma adolescente e que tem muitos medos, receios e inseguranças. O Jason, irmão dela, é bem protetor e o que falar dos amigos? São pessoas incríveis. Algo que gostei muito do que a autora fez foi a representatividade e as críticas nas entrelinhas da obra, por exemplo a Alia é negra e infelizmente sofre preconceito racial, a Nin - sua melhor amiga - é lésbica, o Théo é típico nerd. É muito bom ler uma obra voltado para o público mais jovem com temas importantes, ainda mais porque a autora abordou tudo de forma bem sutil.

“– Alia e eu passamos metade da vida sendo intimidadas. Se esses imbecis pensam que vão nos amedrontar sem que a gente revide, vão aprender uma lição.”

Sobre os detalhes: A capa é linda! A cada início de capítulo há um detalhe que remete a logo da Mulher Maravilha. A diagramação e o tamanho da fonte estão ótimos. Não encontrei erros.

Comentário final: Se você gosta de uma boa história, com personagens cativantes, ação, suspense, mitologia e representatividade você vai gostar desse livro! É muito bom, super indico!

site: http://www.lendoeapreciando.com/2017/09/resenha-mulher-maravilha-sementesdaguerra-LeighBardugo.html
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Hoje é dia de Livro 07/10/2017

Resenha completa no blog Hoje é dia de livro!
Sempre fui grande fã dos personagens da DC, principalmente da Mulher-Maravilha, então já era de se esperar alguns ataques e chiliques por essa publicação INCRÍVEL da Editora Arqueiro e olha, não demorou muito para que me visse absorta e totalmente fisgada pela escrita de Leigh Bardugo!

Diana, um dos maiores ícones da cultura pop, é agora retratada pela escrita da autora da Trilogia Grisha, que apresenta uma nova e incrível aventura da heroína, mostrando todo o empoderamento da personagem!

Continue a leitura no blog! ;)

site: http://www.hojeediadelivro.com.br/2017/10/resenha-mulher-maravilha-sementes-da.html
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Rose 03/10/2017

Diana, filha da Rainha das Amazonas, Hipólita, nunca se sentiu em casa em Temiscira. Apesar de ser a princesa que herdará o trono, nunca sentiu-se a altura de suas irmãs. Isso se devia ao fato dela ser a única que "nascera" de forma diferente na ilha.
Agora, prestes a provar que é merecedora da confiança de suas irmãs, ela acaba tomando uma decisão que ameaça não só a segurança da ilha, como também a sua expulsão dela e a paz mundial.
Ao salvar Alia Keralis de um naufrágio, Diana não imaginava que aquela jovem carregava em si o peso se ser uma das sementes da guerra. Na verdade, nem a própria Alia sabia disso...
Sem muitas alternativas que agradassem a todos os lados, Diana toma uma difícil decisão, ela deixa a ilha e suas irmãs e mãe para trás, sem saber se um dia poderá pisar em Temiscira novamente, com a firme decisão de não só poupar a vida de Alia, como também de resolver este negócio de semente de guerra de uma vez por todas.
A missão que já não seria fácil, torna-se cada vez mais difícil, pois a cada minuto que passa, a vida de Alia corre mais perigo, pois quando ela completar 18 anos, o caos mundial estará instaurado. Por conta disso, muitos estão atrás da jovem para matá-la.
Contando com o inusitado apoio de Nim e Theo, amigos da jovem, além de Jasom, irmão de Alia, eles partem para Grécia para por um fim nesta profecia que teve origem com a famosa Helena de Troia. O problema é que seu inimigo está mais próximo do que eles podem imaginar.
Será que esta guerreira conseguirá salvar a vida de Alia e por fim a esta profecia? Ou no final o mundo entrará em mais uma terrível guerra?
Com muita ação e um enredo regado a amizade, confiança, fé, força, traição, medo, superação e amor, o leitor acompanhará a jornada destes jovens dispostos a tudo para salvarem uns aos outros e provarem a si mesmo do que são capazes. Um ponto forte do livro, e até ressaltado no clube, (já que o livro em questão foi o escolhido para ser debatido no encontro) foi a inclusão, visto que os personagens em questão estão fora dos padrões estéticos que normalmente vemos nos livros. O que serve de um bom exemplo, e porquê não incentivo aos mais novos, justamente o público alvo da série.
Vale ressaltar ainda que o livro não tem nada haver com o filme que até pouco tempo atrás estava nos cinemas. A ideia central de que Diana precisa matar o causador de tantas guerras permanece, mas apenas isso. Entretanto, o livro foi tão bem escrito, que você consegue facilmente visualizar as cenas narradas.
A autora não se perdeu em descrições desnecessárias, e as cenas de lutas, foram muito bem feitas, sem falar da reviravolta final que me pegou totalmente de surpresa. E não só eu, como a maioria que esteve presente no clube.
Todos, assim como eu, gostaram do livro. Apesar de ser um livro mais juvenil, adultos também vão se deliciar com a história. Outro fato muito importante é parte gráfica do livro. A capa está linda, mas a parte de dentro também ganhou alguns toques especiais.
Para quem não sabe, este é o primeiro livro de uma série de quatro livros que chamarão Coleção Lendas da DC, sendo que cada livro será escrito por um autor diferente. Os próximos volumes serão:
Batman - Marie Lu
Mulher-Gato - Sarah J. Maas
Superman - Matt de la Peña
Se levarmos Mulher- Maravilha como base, será uma bela coleção, digna dos heróis da DC.

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br
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Mi Cherubim 03/10/2017

Maravilhoso! Leigh Bardugo tem uma imaginação foda. Valeu muito a leitura.
Este livro foi o escolhido para discutirmos no Clube do Livro do mês de setembro. Mesmo sendo um livro novo ele teve uma boa repercussão. Claro que foi devido ao filme. Contudo, todavia e no entanto... assim que eu vi que o livro iria sair eu quis, mas não foi por causa do filme e sim por conta da autora!

Leigh Bardugo escreveu uma das séries que mais gosto, a Trilogia Grisha. Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascensão. E quando vi que seria ela que escreveria me empolguei e muito!!!

Neste livro vemos uma Diana jovem, com 17 anos, uma adolescente que precisava a todo custo provar que não era apenas a filha da rainha Hipólita, mas uma verdadeira amazona.


INTERVENÇÃO: A Ilha Paraíso era habitada pelas antigas amazonas da mitologia, e não havia homens na ilha. Supostamente a Mulher-Maravilha veio ao mundo na Ilha Paraíso como uma estátua de menina criada por Hipólita (rainha das amazonas). Tão apaixonada por sua escultura, a rainha pediu aos deuses que dessem vida a figura, e foi atendida (semelhante ao mito grego de Pigmaleão). Mas em publicações recentes (universo dos quardinhos) foi revelado que na verdade ela é filha biológica de Hipólita com Zeus, deus do Céu. Recebeu o nome de Diana. Junto com a vida, ela foi presenteada pela maioria dos Deuses do Olimpo, como Atena, que lhe deu a sabedoria; Hermes, lhe deu a velocidade; de Deméter ganhou a força e poder; de Afrodite, enorme beleza e coração amoroso; dos gêmeos Ártemis e Apolo, ganhou os olhos de caçadora, a compreensão das feras e a capacidade de cura acelerada; de Héstia, recebeu a afinidade com o fogo para que os corações se abrissem para ela; de Hefesto, ganhou a imunidade ao fogo, seus braceletes e seu laço mágico; do seu tio Poseidon, ganhou a destreza no nado e de seu pai Zeus,(apesar de que haja discordância sobre que seja realmente seu pai) ela recebeu a herança de semi-deusa e a capacidade de voo. (FONTE: Wikipedia)


Por que coloquei essa pequena intervenção? Pois aqui no livro Diana é constantemente chamada de Píxide, feita do barro, por Tecmessa a melhor amiga de sua mãe. Diana não gostava nada disso e queria vencer uma maldita corrida para que Tec e as outras amazonas não ficassem rindo dela ou mesmo a subestimando.

Na corrida Diana já tinha tudo esquematizado para vencer, só que ela não contava com um pequeno detalhe. Um pedido de socorro depois da barreira. Claro que não pensou duas vezes. Largou a corrida e foi salvar a pessoa. Mas o que Diana não imaginou era que a pessoa em questão fosse uma menina e que sua embarcação houvesse sido destruída e ela era a única sobrevivente.

Temiscera é uma ilha que não existe aos olhos humanos. Só aquelas mulheres que são honradas pelas deusas que vão para lá. Seja por perecer em batalha e se provar valorosa ou no momento de sua morte clamar por uma deusa. Só que a menina não clamou e muito menos foi uma guerreira que pereceu em batalha. Porém ela chegou à ilha. E Diana foi sua salvadora.

Contudo, Diana não sabia os reais perigos que aquela menina traria para sua família. Alia era um perigo para si, para Diana, para as amazonas e para o mundo.

Alia é descendente de uma linhagem de Sementes da Guerra e muitos a querem morta, pois acredita-se que ela traz guerra por onde passa. Para Temiscera, Alia estava trazendo a morte e doenças para as amazonas.

Diana precisava ir ao Oráculo. Tinha que saber o que fazer para ajudar. Sua melhor amiga, Maeve, estava morrendo. Sua mãe e Tec estavam em polvorosas, pois tudo o que lhes era mais precioso estava morrendo. Elas também iriam para o Oráculo. Diana tinha que ser mais rápida. E o que ela fez? Correu para seu quarto, ela precisava pegar algo para as oferendas. E correu.

Chegando lá se arrependeu na mesma hora. Só que ela tinha que tentar, ela sabia que a culpa era sua. Tudo começou quando ela escondeu Alia. O Oráculo aceitou sua oferta e lhe deu sua resposta. Alia tinha que morrer o futuro da humanidade dependia disso. Só que Diana era muito esperta, pescou um “e se” e questionou o Oráculo para saber como salvar a menina, sua casa e o mundo.

E lá vai Diana para uma aventura. Ela jamais saiu da ilha. E agora iria para Grécia. Ela precisava banhar Alia no local onde Helena jazia:

– A Semente da Guerra deve chegar a nascente em Terapne antes do pôr do sol do primeiro dia de Hecatombaion. A Semente da Guerra será purificada onde Helena descansa, expurgada da mácula da morte que manchou a linhagem desde o início. Lá seu poder será selado e jamais passado para outras. (pág. 52)

O bacana desse enredo é que tudo o que podia dar errado deu. E foi muito divertido. Ok, também me irritei muito, mas faz parte. No clube até foi levantado que pareceu muito Percy Jackson, por conta da mitologia e a jornada do herói. Pode ser, mas como eu gosto muito de PJ me diverti horrores.

Diana foi parar em Nova York, Alia queria voltar pra casa e não entendia como era importante ela ir com Diana para a Grécia. Ela ainda não acreditava na história da amazona.

E foi em Nova York que Alia se reencontra com seu irmão Jason, sua amiga Nim e seu grande amor Theo. Diana conhece esse grupinho e acaba se afeiçoando.
(colocar as fotinhos)

Diana é muito crua. Ela nunca saiu da ilha, por isso consegue ser engabelada fácil. Ser ingênua tem suas qualidades, mas a pessoa só se fode. E claro, Diana, pastou muito.

– Você se lembrará de mim – disse ele, num arquejo, o rosto brilhando de suor. – Eu fui seu primeiro beijo. Poderia ter sido o primeiro em tudo. Você sempre saberá disso.Ela o encarou com firmeza.– Você foi o meu primeiro nada (...). Eu sou imortal, e você é um mero detalhe. Vou apagá-lo da minha história, e você desaparecerá, esquecido por este mundo. (pág. 365)

O livro tem uma dinâmica muito rápida. A leitura flui em um piscar de olhos. Tanto que peguei o livro na quinta, dia 28, e acabei na sexta, dia 29. O clube foi no dia 30 de setembro. Então da pra ver como é rápido e muito fácil.

Sabe o que me deixou mais satisfeita neste livro? As personagens. Leigh Bardugo trouxe a inclusão na história. Ok, vemos vários livros com personagens negros, mulheres fortes, orientação sexual e afins. Aqui as personagens são:

Diana: uma mulher forte, não sabe o quão poderosa é.

Alia: negra, inteligente, nerd, persistente e muito tímida. É a filha mais nova de cientistas e sempre está no radar do irmão.

Nim: melhor amiga de Alia, negra, indiana, gorda, fashionista, muito inteligente, lésbica. Uma guerreira.

Jason: negro, audacioso, cuida de sua irmã da forma que acha melhor para eles, tenta fazer do legado dos pais o seu próprio, não é muito inteligente, porém é muito cativante.

Theo: melhor amigo e assistente de Jason, nerd de tecnologia, nem seu pai acredita nele, por que os outros acreditariam?

Este improvável grupo decola para Grécia para tentar salvar o mundo. O que será que acontece? Leia. Leia. Leia. E leia. Essa série vai dar o que falar. Estou muito ansiosa para os próximos.

Fiquem com a fotinho do pessoal que foi para o nosso encontro:

E para o próximo encontro o livro em discussão será Depois daquela montanha, que sairá filme também! Já estão todos convidados!!!! Confirme presença na página do evento.

Beijinhos e até a próxima!

site: http://memoriesoftheangel.blogspot.com.br/2017/10/leigh-bardugo-mulher-maravilha-sementes.html
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Alika 02/10/2017

https://goo.gl/jwYjpT
“Não podemos viver com medo. Ou fazemos as coisas acontecerem, ou as coisas acontecem com a gente.”

Eu adorei que a DC chamou Leigh Bardugo pra escrever esse livro. Sei que tem gente que nem curte muito, mas eu gosto de como Bardugo lida com suas personagens femininas. E, não, não me arrependi de ler esse livro!

Aqui temos Diana ‘descobrindo seus poderes’, e também conhecendo a natureza humana: cruéis, bonzinhos, incríveis, idiotas, mentirosos, sinceros... É a primeira vez que ela sai de Temiscira. E, apesar de ter AMADO o filme… queria tanto que esse livro fosse o filme. hahahahahahaha

“Quem escreve a história são as pessoas que desconhecem a palavra ‘impossível’ e nunca desistem de tentar.”

Diana está correndo numa competição com as outras Amazonas, tentando ganhar pra provar que também é uma grande guerreira. Afinal, ela é a ‘diferentona’ que nasceu do barro, e não aquela que morreu numa batalha e ganhou das deusas o direito de morar em Temiscira.

Aí, um barco naufraga nos limites da Ilha com o ‘mundo comum’. Diana não aguenta ver o sofrimento de uma moça se afogando e vai lá salvá-la. Só que humanos não podem viver em Temiscira. A ilha fica doente, e a moça também. Então, a mulher-maravilha vai para o oráculo pra descobrir como lidar com essa situação. Afinal, se descobrissem que ela trouxe uma humana pra a Ilha, ela seria expulsa para sempre.

Aí vem a descoberta…ao longo dos anos, as maiores batalhas que houveram no mundo foram por conta das sementes de guerra: os filhos de Helena. Essa menina que Diana salva é uma filha de Helena, que realmente estava sofrendo uma tentativa de assassinato. Então, as duas saem da ilha, numa aventura pra acabar com o ‘mal’ da linhagem de Helena.

Tem muita ação. E, sim, temos cenas engraçadas de Diana falando sobre os homens. hahaha. Adorei a leitura e super recomendo!

site: https://goo.gl/jwYjpT
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Ananda 01/10/2017

Bom, mas poderia ser melhor...
Eu fui ler esse livro sedenta cheia de expectativas e empolgação e fiquei bastante decepcionada com algumas coisas...

O livro começa com Diana numa corrida com outras Amazonas em Temiscira, ela está tentando provar o seu valor e mostrar que não é apenas a filha da rainha, mas que é digna de estar ali ao contrário dos que muito pensam ao seu respeito. Mas durante a corrida, Diana acaba por ver uma acidente de barco entre a fronteira que separa Temiscira do mundo humano e resolve se jogar literalmente até lá para tentar ajudar os sobreviventes do acidente. Ela consegue resgatar uma garota chamada Alia e leva até Temiscira, mas a presença de Alia ali está causando um distúrbio na ilha e Diana precisa tirá-la de lá o mais rápido possível, é quando ela descobre que a garota é uma Semente da Guerra, descendente de Helena de Tróia e que só a sua presença pode causar uma guerra no mundo. Elas formam uma aliança pra tentar reverter essa situação antes que o planeta afunde em desgraça e sangue. As duas embarcam numa aventura juntas para salvar o mundo e provar o seu valor.

O começo foi legal, mostrou Diana em Temiscira e tivemos um vislumbre das Amazonas, essa parte me prendeu muito e eu estava esperando sei lá, uma aventura com elas. Mas então Alia entrou em cena e percebi que seria mais um drama adolescente do que um livro digno de Mulher-Maravilha. O laço que Diana forma com Alia, a amizade entre as duas é forte e há muita sororicida entre as personagens femininas do livro. Mas tirando isso, achei a história um tanto entediante e óbvia em diversos momentos, o romance é super forçado e desnecessário.

Os personagens que mais se destacam positivamente durante a leitura pelo menos na minha opinião, foram Diana, Theo e Nim, que são amigos de Alia, esses dois últimos tem bastante carisma e torna o livro mais divertido. Porém, achei a Alia bem entediante e infantil, considerando tudo que ela passou, e o irmão dela Jason achei o personagem mais chato de todos os tempos, muito controlador e sem graça a maior parte do tempo, sempre que ele entrava em cena eu torcia para ele calar a boca, sério...

O vilão do livro se torna meio óbvio em um determinado momento, eu não me surpreendi quando ele resolveu mostrar as garras, mas o achei o pior vilão que já se viu, parece que a Leigh não sabia quem escolher aí no último momento possível ela foi e disse "vai ser você mesmo." Enfim, a história poderia ter sido incrível se não fossem esses contras dos prós, mas também teve momentos legais durante a leitura.

Eu particularmente gostava de ver Diana em ação, seus momentos lutando me deixava empolgada, foi uma personagem ótima, mas uma protagonista pouco explorada no livro foi o que eu achei, eu não esperava nada do que se vê nos quadrinhos, mas não esperava também tanta coisa vaga. Mas enfim, apesar de não ter me agradado 100% é uma leitura que recomendo para quem gosta de aventura adolescente, um pouco da cultura grega aqui e ali é muita amizade.
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Kari 30/09/2017

“Mulher Maravilha” é o primeiro livro da série Lendas da DC e conta a história de Diana, filha de Hipólita e sua vida na Ilha das Amazonas. Diana está com aproximadamente 18 anos de idade e sabe que sua origem é diferente das demais Amazonas. Ela escuta os burburinhos diariamente e lida com o fato de que nem todas as mulheres da ilha a aceitam. Por conta disso, Diana tenta provar a todos que é uma Amazona também, através dos torneios ou de ações diárias. Em meio a uma competição, Diana ouve um grito aterrorizante vindo da costa e observa que um barco explodiu e que um de seus tripulantes está quase se afogando. É uma jovem humana e Diana decide quebrar a lei e resgatar a humana.

"Suas irmãs eram guerreiras experientes, forjadas a ferro pelo sofrimento e talhadas à perfeição ao passar da vida à imortalidade. Todas haviam conquistado seu lugar em Temiscira. Exceto Diana, nascida do solo da ilha e do desejo de Hipólita por uma filha, moldada no barro pelas mãos de sua mãe."

Acontece que a jovem resgatada é Alia, uma jovem de 17 anos de idade descendente direta de Helena de Tróia. Ela é uma semente de guerra. No momento em que pisa na ilha, as Amazonas começam a adoecer e Diana encara um dilema: ela deve matar Alia e impedir uma nova guerra mundial ou tentar salvá-la e encontrar uma alternativa?

Inicialmente, Alia acredita que Diana é integrante de algum culto maluco sem sentido, mas conforme a situação vai escalonando e Alia percebe que existe pessoas atrás dela, a jovem se dá conta de que sua vida está realmente em perigo e de que ela própria é um perigo para todos.

Juntas e contando com a ajuda de Jason, o irmão mais velho de Alia, Nim, a melhor amiga e Theo, esse grupo de jovens vai se envolver em uma aventura e tanto, incluindo deuses, homens armados e voos perigosos.

"Somente pertencia a Temiscira as amazonas que haviam conquistado o direito a uma vida ali. Morriam em batalha cobertas de glória, provando a força de seu coração. Se nos últimos instantes de vida clamassem por uma deusa, poderiam receber uma oferta de uma nova vida, uma vida de paz e honra entre irmãs. Atena, Chandraghanta, Pele, Banba... Deusas do mundo inteiro, guerreiras de todas as nações. Cada amazona conquistara seu lugar na ilha. Todas menos Diana, é claro."
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Carolina Durães 30/09/2017

O livro é narrado em terceira pessoa e conta a história de Diana, filha de Hipólita e sua primeira aventura no mundo humano.Inicialmente a história se passa em Temiscira, a ilha habitada pelas Amazonas e governada por Hipólita. Diana é uma jovem que por filha da líder e concebida de forma diferente das demais, sente-se um pouco excluída e tenta sempre se provar digna. É por conta disso que ela se inscreve para participar dos Jogos Nemeus sob o olhar atento e desaprovador de Tecmessa, a conselheira de Hipólita.

"Suas irmãs eram guerreiras experientes, forjadas a ferro pelo sofrimento e talhadas à perfeição ao passar da vida à imortalidade. Todas haviam conquistado seu lugar em Temiscira. Exceto Diana, nascida do solo da ilha e do desejo de Hipólita por uma filha, moldada no barro pelas mãos de sua mãe."

A impressão que temos é que são poucas as Amazonas que realmente aceitam Diana. Vemos como algumas delas a provocam, a apelidam e fazem pouco de suas habilidades e como Diana, sabendo que representa a sua mãe, geralmente ouve calada os desaforos.

Durante a corrida que dá início aos jogos Diana ouve gritos no mar e mesmo sabendo que é contra a lei levar humanos para a ilha, resolve ajudar a voz em perigo. Acontece que a voz é de Alia, uma jovem de 17 anos e que não faz ideia de que é uma semente da guerra. No momento em que ela pisa na ilha, desencadeia algo terrível e coloca as Amazonas em risco.

Diana consulta o Oráculo, que revela a ela o que é uma semente de guerra e que Alia deve ser destruída imediatamente. Porém, Diana não acredita em exterminar uma vida apenas por ser quem é, então resolve ir pelo caminho mais longo e reverter a situação de Alia, começando uma jornada que levará as duas para um mundo completamente novo.

Apesar de serem duas desconhecidas, Alia e Diana vão precisar se unir para enfrentar os inimigos que vão surgir. Existe um grupo que acredita que a Semente de Guerra deve ser ativada para reiniciar o mundo existente, mesmo que isso custe milhares de vida.

"Irmã na batalha, sou seu escudo e sua lâmina. Enquanto respiro, seus inimigos não têm refúgio. Enquanto vivo, sua causa é a minha causa."

Para completar a missão, Diana e Alia vão contar com a ajuda de Jason, o irmão mais velho de Alia, Theo Santos, filho do padrinho dos Keralis e Nim, a amiga fashion de Alia. Juntos, esse grupo vai passar por situações de risco e terão que encontrar em seu interior a força necessária para salvar o mundo.

A autora Leigh Bardugo tem uma escrita excepcional, que prende a atenção do leitor do início ao fim do livro. A forma como ela desenvolve o enredo e nos mostra o lado mais vulnerável de Diana, faz com que o leitor observe atentamente o momento em que Diana torna-se a Mulher Maravilha.

"Não podemos evitar a forma como nascemos ou o que somos. Mas podemos escolher o rumo de nossas vidas."

Apesar de ser uma história conhecida, ler um livro novo da Mulher-Maravilha escrito de forma tão detalhada e coesa faz com que o leitor se sinta mais enredado no universo dessa guerreira.

O enredo percorre inúmeros cenários como Temiscira, a agitada Nova York e a histórica Grécia, além de discutir mitologia e trazer certa magia em seu desenvolvimento.

"Mulher-Maravilha: Sementes de Guerra" é o primeiro livro da série Lendas da DC. Cada livro será escrito por um autor diferente e trará a história de personagem famoso. Na lista de publicações temos: Batman, escrito pela autora Marie Lu; Mulher-Gato, escrito pela autora Sarah J. Maas e Superman, escrito pelo autor Matt de La Pena.

A Editora Arqueiro se superou nessa publicação. A capa é simplesmente perfeita, a revisão, diagramação e layout do livro estão impecáveis e não tem como não se apaixonar pelo produto final.

"Somente pertencia a Temiscira as amazonas que haviam conquistado o direito a uma vida ali. Morriam em batalha cobertas de glória, provando a força de seu coração. Se nos últimos instantes de vida clamassem por uma deusa, poderiam receber uma oferta de uma nova vida, uma vida de paz e honra entre irmãs. Atena, Chandraghanta, Pele, Banba... Deusas do mundo inteiro, guerreiras de todas as nações. Cada amazona conquistara seu lugar na ilha. Todas menos Diana, é claro."

site: http://www.acordeicomvontadedeler.com/
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Luiza Helena (@balaiodebabados) 29/09/2017

Originalmente postada em http://www.oquetemnanossaestante.com.br/
Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra é o primeiro livro da série Lendas da DC. Além da história de Diana Prince, essa série vai contar com histórias do Batman (escrito por Marie Lu), Superman (escrito por Matt de La Peña) e Mulher-Gato (escrito por Sarah J. Maas).

Antes de começar a resenha propriamente dita, vamos a alguns esclarecimentos. Diferentes dos livros da Marvel que são lançados, essas histórias são inéditas; as da Marvel são adaptações de arcos da HQs. Outro lance é que, até o presente momento, os nossos heróis nessas histórias são adolescentes, entre os 16 e 18 anos.

Uma palavra pra resumir tudo que senti com esse livro: IMPACTADA. Terminei de ler essa história sentindo o mesmo quando assisti Mulher-Maravilha no cinema: super representada e orgulhosa dessa deusa amazona.

A personalidade da Diana nessa história lembra um pouco da personalidade do filme: querendo mostrar que é mais que a filha das rainha das amazonas e ganhar o respeito de seu povo. Mas as semelhanças com o filme terminam por aqui. Diana Prince de Leigh Bardugo é uma menina mais entendida do mundo dos humanos e menos ingênua no que se trata com mortais. Ao longo da história vamos acompanhando Diana tentar salvar o mundo de uma grande guerra. Gostei muito de como foi trabalhado os sentimentos dela, principalmente suas inseguranças e medo.

Alia também foi uma personagem maravilhosa. Assim como Diana, Alia sentia na obrigação de ganhar o respeito, no caso, do seu irmão mais velho. Alia é uma menina corajosa, leal aos seus amigos, mas muito insegura, querendo se distanciar um pouco da fama dos seus pais e achar seu lugar no mundo. Depois de descobrir o que é ser uma Semente da Guerra e achar que isso tudo é uma loucura, ela tem seus receios sim, mas não se deixa abater e está disposta a fazer sacrifícios para um mundo melhor. Literalmente muitos sacrifícios.

De início, Alia não confiava em Diana e Diana via em Alia uma ameaça para todo mundo, mas ao longo da jornada que elas enfrentam, respeito e confiança nascem entre as duas e que, pra mim, são base para amizade. Outro detalhe que as uniu foi realmente o fato de querer mostrar que elas são mais do que aparentam e toda essa pressão familiar.

Jason (irmão de Alia), Theo (melhor amigo de Jason) e Nim (melhor amiga de Alia) foram personagens que tiveram grande destaque na história. Assim como as meninas, eles foram bem construídos, com personalidades únicas e bem reais. Ou seja, são aquele tipo de personagens que poderiam muito ser meus melhores amigos.

Um ponto alto desse livro é diversidade dos personagens. Alia e Jason são negros de descendência grega (o pai era grego e a mãe afro-americana); Nim é indiana, acima do peso e lésbica; e temos Theo que é BRASILEIRO MEU POVO!!!! e um gênio nos computadores. Outro ponto alto da história é a amizade entre as três meninas e o super empoderamento feminino. O melhor de tudo foi ver as três lutando suas batalhas à sua maneira e o apoio entre si.

Apesar de ter livros da Leigh, ainda não havia lido nada dela. Obviamente não me decepcionei. A escrita da autora é bem jovial, fácil e sem muito rodeios. As cenas de ações (e que cenas, migos!) são de tirar o fôlego e muito bem escritas. A história também é cheia de referências atuais justamente por se passar no presente, o que achei maravilhoso. Confesso que fiquei com medo de ler algo parecido com o que foi o filme, mas graças a deusa isso não aconteceu. Leigh soube muito bem misturar toda a mitologia que Mulher Maravilha nasceu e suas próprias ideias.

A história te prende desde o começo e quando você vê, em uma tarde, já leu quase 200 páginas. Sim, experiência própria. A reta final é de tirar o fôlego e pedir pro mundo parar pra poder descer. Apesar de já saber da fama da Leigh e seus tiros, eu realmente não estava esperando a saraivada que teve na reta final. As últimas 150 páginas em menos de duas horas porque eu queria saber como tudo ia acabar, rezando para não acabar do jeito que eu estava pensando. Como falei no começo da resenha: fiquei IMPACTADA!

Sementes da Guerra foi uma história à altura de Diana Prince antes mesmo dela ser Mulher-Maravilha. O próximo livro a ser lançado será o do Batman, escrito por Marie Lu (autora das séries Legend e Jovens de Elite). No fim do livro, temos uma prévia do que será a história do Cavaleiro da Noite, mas eu resolvi me poupar dessa ansiedade. O livro está com lançamento internacional previsto para janeiro de 2018. Só me resta torcer para a Arqueiro fazer lançamento simultâneo (EU NUNCA TE PEDI NADA!!!!).

site: http://www.oquetemnanossaestante.com.br/2017/09/mulher-maravilha-sementes-da-guerra.html
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Larissa Benevides (Clã) 25/09/2017

Resenha: Mulher Maravilha - Sementes da Guerra
Sempre assisti aos desenhos da liga da justiça e nunca tinha parado para pensar na origem da super heroína mais f*** do grupo, a Mulher-Maravilha.

A DC Comics autorizou a publicação das adaptações das histórias de seus heróis para livros. A arqueiro irá publicar a série, que tem o primeiro livro com a história da Diana, nossa mulher maravilha.

Esta série é fruto de uma parceria com autores de livros YA famosos e talentosos. Mulher-maravilha pela autora da trilogia Grisha, Leigh Bardugo. Marie Lu, da trilogia Legend, escreverá sobre o Batman, Sarah J. Maas, trilogia Trono de Vidro, escreverá sobre a Mulher Gato e Matt de la Peña, série Infinity Ring, escreverá sobre o Superman.

Vamos finalmente para a resenha do primeiro livro.
"Não existe alegria em ter nascido mortal. Você jamais terá que conhecer a aflição que é ser humana. Dentre todas nós, apenas você jamais conhecerá a dor da morte."
Nesse livro vamos conhecer a história da mulher maravilha quando era apenas Diana, filha de Hipólita, a rainha de Temiscira. A ilha onde as amazonas moram escondidas dos mortais.

No inicio já percebemos que Diana sente necessidade de mostrar que merece pertencer a comunidade das amazonas e também o reconhecimento de sua mãe.
"Somente pertencia a Temiscira as amazonas que haviam conquistado o direito a uma vida ali. Morriam em batalha cobertas de glória, provando a força de seu coração. Se nos últimos instantes de vida clamassem por uma deusa, poderiam receber uma oferta de uma nova vida, uma vida de paz e honra entre irmãs. Atena, Chandraghanta, Pele, Banba... Deusas do mundo inteiro, guerreiras de todas as nações. Cada amazona conquistara seu lugar na ilha. Todas menos Diana, é claro."
A ilha recebe uma proteção, por isso nenhum barco ou navio consegue ver a costa. Nenhum mortal pode adentrar a ilha e a regra é seguida por todos para que não irritem os deuses. Existem histórias de alguns casos de amazonas que descumpriram alguma regra das deusas e sofreram altas punições.

No começo do livro, Diana está participando de uma corrida em mais uma tentativa de provar seu valor. Treinou duro e acredita realmente que colherá os louros da sua vitória. Mas, no meio do caminho, um acidente de barco chama atenção da jovem e quando percebe, já salvou uma jovem dos destroços e trouxe para uma caverna na ilha.
"...fazia Diana se lembrar de que não se equiparava às outras amazonas, que isso jamais aconteceria. Suas irmãs eram guerreiras experientes, forjadas a ferro pelo sofrimento e talhadas à perfeição ao passar da vida à imortalidade. Todas haviam conquistado seu lugar em Temiscira. Exceto Diana, nascida do solo da ilha e do desejo de Hipólita por uma filha, moldada no barro pelas mãos de sua mãe."
Logo a ilha começa dar sinal de que a presença da mortal fora notada pelas deusas. O que Diana não esperava era que a sua ação causasse a doença em algumas de suas irmãs. A ilha estava adoecendo e o conselho iria se reunir para encontrar o oráculo.

Diana larga tudo para encontrar o oráculo, antes que sua mãe descubra que a causa de todos os problemas que surgiram era ela. Só que a resposta para suas perguntas não foi das mais agradáveis. A jovem resgatada era da linhagem de Helena, com a "função" de ser a semente da guerra. Ao longo dos anos, as principais batalhas entre os mortais foram influenciadas por sementes da guerra, por isso a ilha estava drenando as forças daquela humana para destruir a semente da guerra, matando a garota.
"A minha vida inteira... a minha vida inteira eu ouvi os outros se perguntarem se eu tinha o direito de ter nascido. Talvez eu não tivesse esse direito. Talvez nem eu nem você devêssemos existir, mas estamos aqui. A gente tem esta chance, e talvez isso não seja coincidência. Talvez tenhamos sido as escolhidas para interromper este ciclo. Juntas"
Contrariando o oráculo Diana decide seguir outro caminho e quebrar a "maldição" das sementes da guerra e salvar novamente a garota. Assim todo o desenvolver do livro é esta busca de Diana e Alia (jovem resgatada) para quebrar essa linhagem de semente de guerra.

Enfim vamos acompanhar a primeira vez que a amazona sai da ilha e conhece algumas de nossas cidades. Na ilha as jovens estudam sobre o mundo dos mortais, por isso ela não é tão alienada, mas é bem interessante ver como ela reage a alguns comportamentos da nossa sociedade, principalmente a relação entre homens e mulheres e posição da mulher na comunidade. E claro a primeira vez que encontra com um homem realmente.
"Irmã na batalha, sou seu escudo e sua lâmina. Enquanto respiro, seus inimigos não têm refúgio. Enquanto vivo, sua causa é a minha causa."
Da ilha Diana leva o conhecido laço da verdade e os braceletes. Itens que serão essenciais para as batalhas que enfrentará durante toda a jornada para chegar em um local, onde a profecia possa ser cumprida e a linhagem das sementes da guerra, ser quebrada.

Este livro é um prato cheio se você busca ação e aventura. Muito interessante conhecer o passado de uma super heroína e mais ainda o momento em que ela se tornou esse fenômeno. Além disso tem vários momentos sobre amizade e também partes que tiraram boas risadas.

O primeiro livro abriu a série com chave de ouro. Muito bem escrito e com a leitura super fluida. Favorito e recomendado a todos, principalmente àqueles que amam as histórias com super heróis e também mitologia.
"Não podemos evitar a forma como nascemos ou o que somos. Mas podemos escolher o rumo de nossas vidas."

site: http://www.cladoslivros.com.br/2017/09/resenha-mulher-maravilha-sementes-da.html
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Book.Obsession 22/09/2017

Sempre gostei da personagem Mulher-Maravilha, mas até então nunca havia lido nada sobre a história de Diana e de como passou a ser vista como uma heroína.

Aí a Editora Arqueiro resolve trazer para nós leitores a série e a já de estreia temos Leigh Bardugo contando tudo sobre a Mulher-Maravilha.

A trama inicialmente se passa em Temiscera, uma ilha onde Diana, sua mãe – rainha Hipólita – e as Amazonas vivem. Elas não têm contato com outras pessoas e são protegidas do perigo externo, uma vez que ninguém consegue ter acesso ou localizar a ilha a olho nu.
Cercadas de tarefas, treinamentos e regidas por severas leis, todas as Amazonas são proibidas de terem qualquer tipo de contato com “mortais”, muito menos levarem para a ilha.
Há anos atrás, algumas Amazonas se envolveram fora da ilha e ao retornarem pagaram um alto preço por suas escolhas de se envolverem com indivíduos de fora.

“- Não se entra em uma corrida para perder.”

Dentro da ilha nem todas gostam da forma com Hipólita conduz seu reinado, sobretudo por Diana que foi concebida através do barro o que gera desdenho de boa parte das Amazonas devido sua origem. Algumas acreditam que Diana é fraca, não tenha qualidades e muito menos experiência em batalhas como elas.
Eis que uma corrida está acontecendo na ilha e Diana que parecia focada em não perder a disputa e não envergonhar sua mãe, acaba se metendo em uma grande enrascada, quando avista um barco afundando com uma garota desacordada. Ela não pensa duas vezes em pular no mar e ajudar a salvar a Alia, mas o problema é que com isso teria que levar para ilha e abriga-la mesmo sob o risco de ser expulsa de sua terra. E decide esconder a jovem numa caverna.

“Organize-se. As pessoas tendem a perder batalhas por não saberem que guerra estão lutando.”


Mas o problema ainda estava apenas começando, já que a ilha começa a cobrar o preço e denuncia que algo está tirando o equilíbrio dela ocorrendo uma série de enfermidades entre as Amazonas para o desespero de Diana que não consegue pedir ajuda da rainha, mas parte para o conselho do oráculo que ordena que ela deixe a semente da guerra morrer.
Diana nunca foi uma pessoa ruim e sai em defesa da Alia e após conhecer os motivos que o oráculo traz à tona, essa guerreira resolve sair da ilha em busca do equilíbrio e de uma forma de parar o ciclo da semente da guerra que rodeia Alia.

“- Vermelho, como Sirius, a Estrela Canina. Meu nome é em homenagem à caçadora Diana, e eu nasci sob a constelação preferida dela, Órion. A pedra foi cortada a partir da coroa da minha mãe.”


A história me deixou encantada e muito satisfeita. Primeiro porque não fazia ideia do início da trajetória de Diana e segundo porque me surpreendeu pelo desenrolar dos acontecimentos e em nenhum momento senti a leitura arrastada, pelo contrário, diálogos repletos de informações sobre mitologia, fatos históricos dentro de uma leitura bem atual que sem dúvidas se tornou uma das favoritas. Não conhecia a escrita da Leigh Bardugo e já quero conhecer suas outras obras.

A edição está impecável. A diagramação e a capa são lindas. Deixando a leitura ainda mais empolgante.
Uma fantasia para ninguém botar defeitos.

Mulher-maravilha é o primeiro livro da série Lendas da DC e ainda terá outras obras lançadas pela editora Arqueiro como: Batman (Marie Lu), Superman (Matt de la Peña) e Mulher Gato (Sarah J. Maas).
Com esse time de autores consagrados, você ainda tem alguma dúvida de que será um arraso esses próximos lançamentos!


site: http://www.bookobsessionblog.com/2017/09/resenha-mulher-maravilha-sementes-da.html
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