Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra

Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra Leigh Bardugo




Resenhas - Arqueiro


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Igor Izard // @igorizard 02/12/2017

Não podemos evitar a forma como nascemos ou o que somos. Mas podemos escolher o rumo de nossas vidas.
Diana é filha da deusa Hipólita. Junto de suas irmãs amazonas, vive na ilha de Temiscira. Em uma importante competição, ela desperdiça a chance de mostrar seu valor como guerreira.

Diana acaba salvando Alia, uma mortal, de um naufrágio. O fato é que Alia é uma semente da guerra, carregando em si uma terrível maldição.

Agora elas precisam se unir para impedirem uma era de derramamento de sangue que se aproxima e que pode tanto destruir o mundo que conhecemos como o mundo de Diana.

Como eu criei expectativas com Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra.

Uma premissa instigante, mitologia bem trabalhada, uma guerra que pode culminar no fim dos dias. A força da mulher. Amizade, companheirismo.

Podemos ver tudo isso no livro, mas nem tudo é bem estruturado.

Diana é uma jovem guerreira que busca ser reconhecida como tal. Em Temiscira, é proibida a entrada de mortais. Quando salva Alia, ela sabe que pode ser exilada dali para sempre.

Mas Alia é uma semente da guerra. Quando as irmãs guerreiras de Diana ficam doentes, ela toma uma decisão que pode consertar tudo, ou provocar a guerra que se aproxima.

Em busca de uma poderosa nascente, a única chance que Diana e Alia têm de salvar seus mundos e si mesmas, elas acabam indo parar em Nova York. Assim, a trama se desenrola.

Segredos, reviravoltas, crueldade, dilemas adolescentes. O medo de perder pessoas queridas.

Que sacrifícios Diana e Alia enfrentarão na tentativa de salvar seus mundos? Elas conseguirão chegar à nascente? Diana será reconhecida como uma verdadeira amazona?

Apesar de toda a mensagem sobre empoderamento feminino e amizade deixada, eu esperava bem mais de Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra. Senti falta de mais aventuras e mistério. O rumo que a autora acaba dando para a trama não me agradou muito. É fraco, assim como seu desfecho. Enfim, Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra tinha tudo para funcionar, mas no meu caso, não foi bem o que aconteceu.

site: @igorizard no instagram
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chayaleluia 01/12/2017

Lendas da DC: Mulher Maravilha - Sementes da Guerra - Leigh Bardugo, @editoraarqueiro | #ResenhasChay |

"Se não é capaz de suportar a nossa dor, não é digno de carregar a nossa força."

Antes de se tornar a Mulher-Maravilha, ela era apenas Diana.

O livro nos conta a história de Diana Prince, aos seus 17 anos. Princesa de Temiscira, filha da deusa Hipólita, Diana deseja provar para suas irmãs que também é uma guerreira.

Em uma corrida crucial para se provar para suas irmãs, Diana acaba quebrando a maior lei das Amazonas, salvar uma mortal. Alia Keralis é uma semente da Guerra, descendente de Helena Troia e está destinada a destruição. Precisando levar Alia para a nascente onde Helena descansa, Diana corre contra o tempo, a ira dos deuses e uma luta interna entre salvar o mundo e sua família, ou, ser expulsa da Ilha.

Mulher Maravilha é um livro que retrata a adolescência de Diana, os seus medos e as suas inseguranças. A escrita da Leigh é fluída e viciante, meu primeiro contato com a autora e já quero ler todos os livros dela.

Os personagens são incríveis, a autora acertou na protagonista, mesmo sendo uma adolescente, Diana é forte, leal e determinada. O vilão foi uma surpresa, mas deixou a desejar. O breve romance que ocorreu no livro tinha até uma fofurice, porém a química não existia.

O melhor mesmo foi a união das mulheres, uma baita mensagem para se inspirar.

Um tema preciso que é o feminismo, o amor, e a união entre as mulheres, Leigh me conquistou com a sua escrita!

#EuLeioArqueiro #WonderWoman #MulherMaravilha #LeighBardugo
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Amiga Leitora 27/11/2017

Olá pessoal, tudo bem? Hoje vamos conversar sobre o livro 'Mulher Maravilha Sementes da Guerra', um recém lançamento da Editora Arqueiro. Essa leitura foi uma das que me salvaram por esses dias, estava em um período bem difícil, com muitos compromissos e questões para resolver, e o livro me ajudou a transitar de forma mais leve durante esses dias ruins. Confesso que já amei logo de cara conhecer um pouco mais sobre a história, e espero que gostem também!

Diana nasceu e foi criada em Temiscira, diferente das outras amazonas que tiveram que conquistar seu lugar na ilha, a jovem foi moldada no barro por Hipólita, que pediu aos Deuses a graça da vida para sua filha. Desde de muito nova sua mãe a manteve longe de tudo que envolvia ser uma amazona, mas conforme Diana crescia, o desejo de se tornar algo mais a consumia. Ela seria uma guerreira e se preparou pra sua primeira prova, uma corrida onde tinha certeza que iria ganhar, se preparou para isso mais do qualquer outra e naquele dia, era sua chance de mostrar que era mais do que a jovem forjada do barro.

Na ilha onde viviam as amazonas existiam muitas leis e muito preparo, elas eram fortes e praticavam jogos, treinavam e aprendiam tudo que podia para um melhor desempenho. Tec era uma líder incrível para essas mulheres, melhor amiga de Hipólita e um pé no saco para Diana, zombava da jovem sempre que podia com apelidos que iam além de uma simples brincadeira. Nossa protagonista sabia a opinião de Tec sobre seu nascimento, tivera o desprazer de ouvir uma conversa há muitos anos entre sua mãe e ela, porém tentava manter a postura sem demonstrar incomodo com as duras palavras da general.

No dia da corrida, Diana estava se sentindo mais que preparada, ela ansiava por aquilo há algum tempo e queria provar seu valor, no entanto no meio do caminho algo tirou sua concentração, ela avistou um acidente, na ilha era muito comum humanos naufragarem e ela não tinham permissão pra ajudar, a lei era clara: humanos não entram, punição e exílio. A jovem ignorou tudo isso, seguiu seu coração e ajudou uma moça que se afogava. Diana não imaginava que aquilo mudaria sua vida, sua história e quem ela era, se tornaria então a Mulher Maravilha.

A leitura nos envolve de forma genuína, com uma escrita que capta a atenção do leitor a autora me conquistou em muitos aspectos, além de fluída e emocionante, ela nos preparou algumas surpresas que vale muito a pena serem lidas. O livro nos proporciona uma viagem ao mundo dessa heroína tão conhecida e tão bem reconstruída pela autora. Um dos pontos mais bacanas da leitura são as pequenas mensagens deixada durante os acontecimentos.

Uma das características da autora foi intercalar a narrativa dos fatos que estavam acontecendo com fatos do passado, acredito que foi umas melhores coisas já feitas na escrita, ajuda o leitor a compreender melhor a história.

O livro fala também sobre ações e atitudes de responsabilidade tomadas pela protagonistas, que por sinal podem ser levados para o nosso cotidiano. A história nos permite ver melhor os problemas em nossa sociedade e saber lidar melhor com eles. Adorei a oportunidade de leitura, como disse foi muito importante ter um livro tão bem orquestrado numa fase tão difícil.

*ESCRITO POR MICHELLE RUSSO NO BLOG AMIGA DA LEITORA

site: http://www.amigadaleitora.com/2017/10/resenha-mulher-maravilha-sementes-da.html
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Beta Oliveira 25/11/2017

Foi o primeiro livro que leio da autora e confesso que estranhei um pouco no início o estilo dela de contar história. Estava achando até um pouco arrastado, mas, depois que engrenou e ganhou o tom de urgência, ficou mais interessante. Gostei da pesquisa dela sobre as amazonas (conhecia um pouco e achei interessante entender a dinâmica entre elas) e as referências não só a mitologia grega, como a divindades de outras mitologias e religiões. Nunca tive uma grande ligação com a Mulher-Maravilha, porque minha fascinação era por outros personagens. Neste ano, com o filme, foi que me dei conta da importância dela para formar uma mulher mais consciente da sua própria força. Diana é a prova que ser feminina não significa ser frágil. Ela não precisa ser salva por ninguém. Ela pode salvar o mundo porque é o certo a ser feito. Esta história nos lembra disso.

O texto completo está no Literatura de Mulherzinha.

site: http://livroaguacomacucar.blogspot.com.br/2017/11/cap-1410-mulher-maravilha-sementes-da.html
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LOHS 25/11/2017

Repleto de descrições, mitos e poder, Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra é um livro incrível!
Lançado no começo de Novembro, vocês esperariam que - como devota que sou da Mulher-Maravilha - eu lesse esse livro em dois dias, certo? Errado! O que conhecemos de Leigh Bardugo com a Trilogia Grisha não é o que devemos esperar para este youg-adult. Talvez por isso eu tenha demorado um pouco para engrenar na leitura... Porém, isto não significa que este não seja um livro muito bem escrito e digno de Diana, Princes... Diana Prince, nossa queria Mulher-Maravilha!

Com a recente expansão do universo cinematográfico da DC (além das diversas séries da Warner), não é de se espantar que o mundo literário não tenha convocado um time de peso para escrever a versão jovem de quatro personagens incríveis do universo DC, são elas: Mulher-Maravilha (Leigh Bardugo - Sombra e Ossos), Batman (Marie Lu - Legend e Jovens de Elite), Mulher-Gato (Sarah J. Maas - Trono de Vidro e Corte de Espinhos e Rosas) e Superman (Matt de la Pena - série Infinity Ring). Os títulos dos três primeiros livros já foram divulgados! Wonder Woman: Warbringer, Batman: Nightwalker, CatWoman: Soulstealer.

Mulher-Maravilha provavelmente foi o primeiro a ser escolhido, porque a personagem está arrasando no universo cinematográfico, ganhando vida pela Gal Gadot!, com Batman vs. Superman, Mulher-Maravilha (melhor filme do ano!), e mais recentemente, Liga da Justiça. Inspiração para todas as mulheres, Diana parece agora como um ícone para nossas jovens! Vejamos como Leigh deu vida a essa versão young-adult da heroína!

Diana, Princesa de Temiscara, filha de Hipólita - rainha das amazonas -, carrega consigo o fardo de não saber se pertence ou não à ilha abençoada e protegida pelas deusas. Ela não sabe se merece ser chamada de amazona. Diana não foi testada em batalha, apenas nasceu. Algumas de suas irmãs, como Tec, não cansam de lembrá-la de seu posto privilegiado, de sua fraqueza - simplesmente por ela não ser como as outras."Todas haviam conquistado seu lugar em Temiscira. Exceto Diana, nascida do solo da ilha e do desejo de Hipólita por uma filha, moldada no barro pelas mãos de sua mãe." Diana, p. 13

Preparada para provar a todas que ela pertence sim às amazonas, Diana - com a ajuda de sua amiga Maeve - treina arduamente para uma corrida. E agora é a hora! "Não se entra em uma corrida para perder" é a única coisa que Hipólita diz à filha. E Diana está preparada para orgulhá-la. Algo no entanto, interfere em seus calculados planos. Diana testemunha um naufrágio e percebe uma mão humana se agarrando fortemente a um dos destroços, lutando por sua vida.

Como um chamado, Diana mergulha para resgatar, além da fronteira da ilha com o mundo humano, uma desconhecida. Somos apresentadas, então, a Alia Kerelis, uma jovem de 17 anos que fugiu do irmão mais velho super protetor para uma chance de viver seu sonho. Obviamente, ela não contava com sua experiência de quase morte.

O começo é meio parado, mas depois a história consegue encontrar seu ritmo e você é capaz de aproveitar muito girlpower, gentileza, força, plot twist... Além de um final aberto - que eu espero - sirva para uma gloriosa continuação! Porque, vejam bem, aqui, nós conheceremos Diana, não a Mulher-Maravilha. Diana de 17 anos, no século XXI - tentando evitar uma guerra. Então, completamente um outro universo! O que acontece?

Os irmãos Kerelis são herdeiros de um império em laboratórios genéticos. Seus pais morreram em um acidente de carro Alia, também com 17 anos, carrega em suas veias uma herança muito cruel. Ela é uma Semente da Guerra, descendente de Helena de Troia. Filha de Nêmesis, a maturação de uma semente da guerra no mundo dos homens garante guerra, horrores e destruição sem fim. Por isso, é muito importante que Alia morra antes da primeira lua nova de Hactombe. "- Vejo seus sonhos de glória, mas o que você não vê é o perigo." Oráculo, p. 53 Diana, no entanto, toma para si, então, a tarefa de tirar a garota de Temiscara e levá-la até a nascente que purificará sua linhagem de sangue. Essa, no entanto, não será uma tarefa fácil!

"Havia uma razão pela qual ela assistira ao naufrágio do Tétis e resgatara Alia do mar. A ela fora concedida a chance de trazer paz ao mundo e dar um fim ao ciclo de guerra que Alia trazia no sangue. Ela não falharia. E não se deixaria conduzir pelo mundo." Diana, p. 88

Narrado em terceira pessoa, com os pontos de vista divididos entre Alia e Diana, partiremos para uma aventura a fim de impedir que uma guerra. Diana e Alia formam uma dupla incrível. A amizade entre as duas, além de linda, é inspiradora. Em nenhum momento, deixaram de lutar uma pela outra ou de acreditarem que conseguiriam colocar um fim em algo que parecia iminente.

"- Irmã na batalha, sou seu escudo e sua lâmina. Enquanto respiro, seus inimigos não têm refúgio. Enquanto vivo, sua causa é a minha causa.", p. 194

A bondade de Diana e sua inocência no mundo dos homens garantem momentos divertidos e risadas deliciosas! Uma amazona no metrô de Nova York, por exemplo - devia ser um conto de 50 páginas, porque eu o leria inteirinho.

"- O contato visual direto pode ser considerado um ato de agressão entre os primatas.
- Agora você está entendendo." Diana e Alia, p. 99

Alia Kerelis é uma garota tímida, que sempre foi ensinada a não chamar a atenção. Uma mortal tomando conhecimento de coisas muito maiores do que ela mesma. Essa situação em que se encontra, porém, a obriga a mudar... ou melhor, a enfrentar partes de sua personalidade que há tanto foram reprimidas!

"- Quando as ondas vieram, você segurou firme. Talvez seja mais forte do que pensa, do que todo mundo imagina." Diana para Alia, p. 61

Em Nova York, somos apresentados ao irmão, Jason, à melhor amiga, Nim, e ao crush, Theo. Os três serão forçados a entrar na jornada de Alia e Diana, e serão extremamente importantes! Jason tem os recursos, Nim tem a sagacidade e Theo, a habilidade com os computadores. Cada uma dessas habilidade será exigida em determinados momentos, mas o mais importante desses três é o apoio que oferecem à Alia. E o contraste que oferecem à Diana.

"- Você acredita que eu sou o apocalipse no corpo de uma adolescente, mas não acredita em uma nascente mágica?
- É um risco muito grande." Alia e Jason, p. 137

Vi o livro como uma incrível jornada de auto-descoberta, como toda boa jornada da heroína deve ser. Tivemos momentos alegres, momentos de tensão, incríveis paisagens, muita mitologia e um vilão digno (que me fez gritar). "- Não podemos evitar a forma como nascemos ou o que somos. Mas podemos escolher o rumo de nossas vidas." Diana, p. 193 Apenas o fato de Diana encarar o mundo de uma forma tão diferente da nossa, já nos faz questionar os comportamentos que nos são embutidos desde sempre.

Acompanhar Diana na descoberta de seus poderes, em sua luta incessante pela busca da verdade e da justiça; ver a solidificação da amizade entre Alia e Nim - um amor que prevalece apesar de tudo; e acompanhar a aceitação dos sentimentos de Alia por Theo é muito mágico! Esse livro ajuda a quebrar alguns dos estigmas que as histórias YA carregam, justamente por ter como ponto de partida uma amazona.

"A coragem humana era diferente da bravura das amazonas. Diana enxergava isso agora. Apesar de toda a zombaria com que ouvira sua mãe e irmãs se referirem ao mundo mortal, ela não podia deixar de admirar as pessoas com quem estava viajando. Levavam vidas violentas, instáveis, frágeis, mas lutavam por elas mesmo assim, agarradas à esperança de que sua breve estada na terra fosse de alguma valia. Era importante preservar essa fé." Diana, p. 308

Repleto de descrições, mitos e poder, Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra é um livro incrível! Classifiquei-o como "Muito Bom", pois o começo demorou um pouco para mim e o final deixou algumas pontas soltas que me incomodaram. O arco principal, no entanto, é completado, fiquem tranquilos: saberemos que Diana conseguiu salvar o mundo ou não!

Só posso terminar dizendo que estou extremamente ansiosa para os outros livros da série - principalmente pelo da minha rainha Sarah J. Maas. Espero que essa série continue crescendo cada vez mais e que suas continuações sejam providenciadas! Leigh Bardugo conseguiu refletir toda a magia das amazonas, todos os contrastes importantes que devem ser feitos com nossa sociedade, além de mostrar que nem tudo está perdido. Apesar da feiura do mundo, ainda existem coisas pelas quais vale a pena lutar!

É como Diana disse no filme Mulher-Maravilha (2017): "Tudo depende do que você acredita. E eu acredito no amor."

"Ela havia escolhido seus soldados. Era hora de ir para a guerra." Diana, p. 348

*
Seção das Quotes

"A gente dança de um jeito diferente quando sabe que não vai viver para sempre." Maeve, p. 14

"O que dizer de seu sofrimento, exceto que foi breve?" poeta Evandre, p. 38

"- Esopo nunca existiu. As histórias creditadas a ele foram obra de duas escravas.
- Típico dos homens. Vou refletir a respeito no caminho até lá embaixo." Diana e Alia, p. 81

"- Quer descansar? Ou posso...
- Você não vai me carregar pelas ruas de Manhattan.
- Não vejo que mal faria.
- Faria mal à minha dignidade." Diana e Alia, p. 102

"- Não é justo exigir que uma pessoa viva pela metade. Não podemos viver com medo. Ou fazemos as coisas acontecerem, ou as coisas acontecem com a gente." Diana, p. 127

"Nim lançou um olhar avaliador para Diana.
- E eu adorei a lembrancinha que você me trouxe." Nim, p. 163

"Cada mentirinha que ela já havia contado a si mesma foi desintegrada, revelando coisas horrendas." Alia, p. 278

"- A verdade tem outro significado quando revelada espontaneamente." Diana, p. 287

site: http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br/2017/11/mulher-maravilha-sementes-da-guerra.html
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De Olivato - @olivatobooks 25/11/2017

"Mas se precisa acabar com uma guerra, você chama a Mulher-Maravilha"
Este livro nos conta a história de Diana quando ela ainda tinha 17 anos, a princesa de Temiscira precisa constantemente provar o seu valor entre as amazonas, pois muitas acham que ela não deveria estar no meio delas pela maneira como foi criada.

“Não podemos viver com medo. Ou fazemos as coisas acontecerem, ou as coisas acontecem com a gente.”

Como se isso já não bastasse, Diana acaba quebrando uma das maiores lei das amazonas ao salvar uma mortal de um acidente perto da fronteira da ilha, levando-a para Temiscira. A consequência desse ato acabou sendo terremotos e uma doença que se espalhou entre as guerreiras, a única maneira de impedir seria Diana tirar a mortal da ilha.

Ao consultar o Oráculo sobre a melhor forma de realizar essa tarefa, Diana tem uma surpresa, Alia Keralis é uma semente da guerra, descendente direta de Helena de Troia e está destinada a trazer para o mundo uma era de guerras. Poderia ser apenas uma coincidência então ter sido ela a salvar a semente da guerra de morrer ou uma obra dos Deuses?

Diana precisa levar Alia até uma nascente onde Helena descansa para realizar a purificação desse dom. Vendo-se diante da oportunidade de provar que merece estar na ilha com as outras, nossa heroína parte em uma jornada para evitar a morte de tantos inocentes.

“Eu sou a arma”

É um YA que se passa antes do que conhecemos da Mulher-Maravilha. Eu gostei muito da escrita e da forma como tudo foi tratado, é um livro com bastante Girl Power, união e lições de feminismo. Leigh conseguiu nos entregar uma personagem forte e disposta a enfrentar tudo pelo que acredita.

No Skoob, eu dei 5 estrelas e favoritei, eu recomendo para todos, mergulhem de cabeça e venham conhecer mais esse conto da Mulher-Maravilha. Estou ansioso pelos próximos volumes de Lendas da DC.

site: https://www.instagram.com/p/BbpJ_qIFSmD/
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Vai Lendo 21/11/2017

Muito mais do que uma história de heróis
O que faz um herói? A força? O coração? Será que os fins realmente justificam os meios? Um herói é mais do que uma pessoa dotada de superpoderes. É aquele que pensa no bem maior, no próximo. Que tem empatia, compaixão e coragem para defender aqueles que precisam de ajuda, bem como os seus ideais. Um ser mitológico e que há gerações permeia a nossa mente, os nossos sonhos. Mas será que esses heróis saberiam lidar com os desafios da nossa sociedade contemporânea? De uma forma bem humorada e com muita propriedade, a escritora Leigh Bardugo nos traz uma versão moderna de uma das principais heroínas de todos os tempos em "Mulher-Maravilha – Sementes da Guerra", o primeiro volume da série "Lendas da DC", publicado pela editora Arqueiro.

Na trama, que mostra todo o universo da amazona numa versão Young Adult, Diana quer desesperadamente provar o seu valor às suas irmãs guerreiras e à sua mãe, a rainha Hipólita. Durante uma competição, ela finalmente tem a sua chance de glória, mas tudo muda quando ela salva Alia Keralis, uma mortal, quebrando uma das principais leis do seu povo. O que Diana nunca poderia imaginar é que Alia, na verdade, é uma Semente da Guerra, descendente de Helena de Tróia (aquela mesma), destinada a levar o mundo a uma era de guerras e sofrimento. Agora, cabe à princesa das amazonas salvar a todos e se mostrar como a grande heroína que irá ocupar o seu lugar na história da humanidade.

Sinceramente, eu achei a ideia dessa série genial. Transformar o universo dos super-heróis da DC em Young Adults é incrível! E começar com a minha heroína preferida da vida não poderia ter sido melhor. Sim, desde que me entendo por gente, sou fã da Diana e meu sonho era ser uma amazona (quem nunca?). Confesso que a expectativa era grande, assim como o receio. Receio de que Diana não fosse representada da maneira que merece, com aquela personalidade e o carisma que tanto nos encantam e nos fizeram admirá-la ao longo desses anos. Olha, Leigh me surpreendeu. E me deixou muito, muito feliz, satisfeita e aliviada. Porque essa jovem Diana, destemida, obstinada e cativante é a minha Diana. A Diana que todos nós conhecemos, amamos e que nunca poderia ser diferente.

Leigh conseguiu manter a essência da personagem e toda a seriedade e as nuances de sua mitologia, mas trouxe uma leveza, um frescor extremamente contagiante. É muito interessante e divertido observar Diana em meio a nossa sociedade, tentando se adaptar e entender não apenas os nossos costumes, mas principalmente as nossas manias, como a nossa mente funciona. Achei importante também a autora ter mostrado o lado mais “humano” da heroína, digamos assim. Que, apesar de toda a bondade e do senso de justiça, também possui inseguranças e deseja se afirmar, se descobrir e ser reconhecida.

Alia, por sua vez, é uma personagem que contrapôs e completou de maneira incrível com Diana. A química entre as duas é ótima e ajuda muito no desenvolvimento de ambas. Porque Alia, com toda a história de Semente da Guerra, poderia ter caído para um lado irritante da autopiedade ou, até mesmo, da irritação (e quem poderia culpá-la, certo?). No entanto, Leigh nos presenteia com uma Alia tão forte – não fisicamente, claro, mas emocionalmente – quanto Diana. E esse equilíbrio que uma traz para a outra torna tudo ainda mais empolgante e emocionante. Quanto aos outros personagens, Nim, Theo e Jason são peças fundamentais para a trama gerar aquela curiosidade e estímulo ao leitor. Adorei a dinâmica do grupo e a forma como suas peculiaridades lhes permitem brilhar e ter o seu momento de destaque na história. Estou trabalhando todo o meu autocontrole para não discorrer mais sobre eles – porque eles são MUITO legais – para não dar spoiler e tirar o prazer de quem ainda não teve a felicidade de ler este livro.

Muito mais do que uma história de super-herói, de bem contra o mal, Leigh Bardugo consegue criar uma história original, leve e sensível, com diversidade, empoderamento e reflexões pertinentes. A transição entre a mitologia e o mundo “real” é fantástica e nos faz querer acompanhar as duas histórias. Em épocas sombrias e de intolerância, é até bom fugir um pouquinho da realidade e contar com uma super-ajuda.

site: http://www.vailendo.com.br/2017/11/21/mulher-maravilha-sementes-da-guerra-resenha/
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Ane 14/11/2017

Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra
Como livro foi lançado pouco tempo depois da estréia do filme Mulher-Maravilha aqui no Brasil é comum pensar que ele seja o livro que inspirou o filme ou algo baseado nele, porém este pensamento se prova um erro. Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra nos conta a história da de Diana, nascida do solo da ilha e do desejo de Hipólita por uma filha, moldada no barro pelas mãos de sua mãe e sua busca para se tornar uma verdadeira amazona.

Aos 17 anos Diana não é tão diferente das adolescente de sua idade, exceto é claro pela sua velocidade, força, imortalidade... Porém como é comum nessa ideia nossa protagonista não se sente digna podemos assim dizer de estar no meio das amazonas. Por ter sido moldada no barro e não forçada pela guerra ela vive a sombra de suas irmãs guerreiras e é claro sua mãe Hipólita. Diana é a mais franca entre as amazonas e sua vida é um constante provação, como se ela não fosse boa o suficiente. Porém quanto ela está prestes a conquistar seu lugar de respeito ela presencia uma naufrágio e sem pensar duas vezes ela abana seu plano de glória para tentar resgatar com vida algum possível sobrevivente, mas ela encontra com vida apenas uma jovem garota lutando por sua vida.

Mesmo contra as regras Diana salva a garota mortal, mas com este ato heroico ela acaba desencadeado uma série de acontecimentos terríveis para sua ilha e seu povo. Incapaz de dar as costas para quem precisa e sacrificar vidas inocentes Diana embarca junto com Alia Keralis, descente de Helena de Tróia, uma semente da Guerra em busca de uma saída para acabar de ver com essa linhagem de sangue que só incita o pior da humanidade, e assim salvar sua ilha de todos os meros mortais.

Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra é um livro que em um primeiro momento passa a ideia de algo voltado para os fãs da Mulher-Maravilha, mas ao meu ver ele pe principalmente para os jovens que após os filmes mais recentes com a personagem e querem saber um pouco mais sobre ela ou jovens leitores que ainda não tiveram um contato com a mesma, mas que desejam conhecer um pouco mais da origem e jornada da Mulher-Maravilha.

A autora acerta em trazer uma história de fácil compreensão, com representatividade, uma boa dose de girl power, personagens cativante e que possuem medos e anseios iguais, independente da idade, raça, gênero, classe social e crença, e é claro muita ação, fato que durante a leitura é fácil imaginar que tudo aquilo ali que estamos lendo faz parte do roteiro de um filme. Porém apesar de uma história criativa, com uma reviravolta surpreendente (pelo menos eu achei) achei a leitura lenta e em alguns momentos um tanto cansativa. Por ser narrado em terceira pessoa esperava tem acesso a mais detalhes da história, em certas ocasiões achei que autora perdeu um precioso tempo tentando descrever algo e em outros que nós leitores necessitamos de mais informações ela nos deixou curiosos. Senti falta de saber um pouco mais sobre as Sementes da Guerra, a vida das amazonas, a relação da Diana com sua mãe e afins. Já o final pra mim faltou um algo mais mais.

site: http://www.profanofeminino.com/2017/11/mulher-maravilha-sementes-da-guerra.html
Chaban 20/11/2017minha estante
Muito boa analise




Patrícia Morais/@sistersbookaholic 08/11/2017

Sua causa é a minha causa
“Não se entra em uma corrida para perder.” Pág 9

Diana, filha da rainha Hipólita mora em Temiscira, uma ilha das amazonas que foi criada pelos deuses. Por ter sido feita do barro, ela não é reconhecida entre as amazonas, e se sente na obrigação de provar seu valor. Por esse motivo, ela decide participar de uma corrida, em que a ganhadora irá ganhar uma coroa de louros.

Ela se dedica ao máximo, mas as coisas não saem como o esperado. Durante a corrida, ela vê uma explosão, e acaba saindo da rota. Ao chegar mais próximo ela vê que um navio naufragou, e tem uma mortal na água, e acaba não vendo outra opção a não ser ajudar.
Mas o que ela não imaginava era que Alia, não era qualquer mortal, e que ela poderia trazer a destruição, não só de Temiscira mas também do mundo.

Essa é a primeira vez que leio um livro da autora Leigh Bardugo, que é muito conhecida pela Trilogia Grisha. Por esse motivo, comecei a leitura com bastante expectativas, e não me decepcionei, achei a escrita fluída e a história muito bem construída. Com certeza quero ler outros livros da autora.

Um ponto positivo do livro, foi a diversidade e a representatividade dos personagens, no livro temos personagens, negros, indianos, lésbica e a autora aborda de forma leve, temas importantes como preconceito racial.
Me encantei com os personagens, para mim foi maravilhoso conhecer Diana na adolescência, que mesmo sendo uma amazona, vemos suas inseguranças, receios, e sua busca por aceitação, como qualquer adolescente comum.

Alia adora ciência e é nerd, é muito perseverante e cativante. Foi uma personagem que cresceu muito durante a história. Nim é a minha personagem favorita, ela é muito empoderada e engraçada, é uma amiga muito leal, sempre protegendo Alia.

Mulher-Maravilha Sementes da guerra é o primeiro livro da série Lendas da DC. E já estou muito ansiosa para ler o segundo livro, que será do Batman. Este livro está mais do que indicado, principalmente para quem que assim como eu é apaixonado por super-heróis.

site: https://www.instagram.com/sistersbookaholic/
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Ana Paula Sesterheim 06/11/2017

"Não se entra numa corrida para perder".
O livro é sobre Diana antes de ser a Mulher Maravilha, contando uma história que aconteceu ainda em sua adolescência. Sendo filha da rainha Hopólita e feita da terra pela vontade dos Deuses, a jovem sofre muito por não ser considerada pelas irmãs uma amazona de verdade, pois acham que ela não merece um lugar na ilha já que nunca foi testada em batalha ou guerra de verdade.

Durante uma corrida, que Diana estava decidida a vencer para provar o seu valor, vê um acidente de barco ao longe, entre a fronteira que separa o mundo mortal de Temiscira, e mesmo sabendo que é errado, decide ir até lá para ver o que encontra.

No meio dos destroços encontra Alia e a leva para a ilha, mas nem imagina o que está prestes a causar às suas irmãs. Pouco tempo depois de salvar a jovem, Temiscira começa a sofrer terremotos e algumas amazonas ficam doentes, além de Alia adoecer também. Depois de uma visita ao Oráculo, Diana descobre que Alia é uma Semente da Guerra, descente direta de Helena de Tróia e criada por Nêmesis, a Deusa da vingança, causando caos por onde passa. Ao descobrir que a ilha está matando Alia, Diana descobre que há uma maneira de salvar a menina e o mundo de um caos eminente: a garota deve chegar a nascente em Terapne, que é onde Helena descança, antes do pôr do sol do primeiro dia do Hecatombaion, para ser purificada, assim salvando as futuras descendentes de sua linhagem.

Também para mostrar que ser amazona é um direito seu, Diana decide enfrentar essa missão, que envolverá inimigos inimagináveis, além da descoberta de seus poderes nunca antes testados.

O livro foi uma grande surpresa para mim, não conhecia a escrita da autora e ela acabou entrando para os meus favoritos com Sementes da Guerra, tendo como um dos pontos positivos a representatividade.

Alia é uma garota negra de classe alta e nerd, futura herdeira da Keralis, uma das maiores empresas e mais conhecidas dos Estados Unidos. Não possui muitos amigos e ficou órfã por conta de um acidente que seus pais sofreram, mas conta com o apoio do irmão, Jason. Gostei muito da personalidade dela, pois apesar de deixar claro o racismo que as pessoas ainda tem, não se deixa abater, ri muito com ela.

Jason, irmão de Alia, é desconfiado e super protetor com a irmã, além de não gostar muito de Diana no começo. É um personagem interessante, que adorei.

Nim, melhor amiga de Alia, é uma jovem indiana, roqueira, lésbica e amante de moda. Foi uma personagem que me fez rir do início ao fim, é descontraída e vive implicando com Theo, o que nos faz dar muitas risadas.

Theo, melhor amigo de Jason, ama tecnologia, mas é muito criticado pelo pai por seus gostos. É brincalhão o tempo todo (mesmo, até em momentos tensos) e amei tanto quanto a Nim.

Por fim, temos Diana. Uma jovem que quer provar o seu valor e é duramente criticada pelas outras amazonas, sendo que a própria Hipólita não deposita muita fé na menina. Obviamente, achei ela incrível, a inocência dela em relação ao mundo dos homens é um amor, mas também acompanhamos o amadurecimento dela e dos outros personagens.

Outra coisa bem legal e que eu não esperava, é o aparecimento de vários deuses no livro. Não vou dizer quais são para ninguém pegar spoiler, mas foi muito bacana a autora ter colocado isso. No começo, o livro parecia clichê e previsível, mas não é nada disso. Aliás, o grande vilão da história acabou sendo alguém que eu não imaginei. Talvez, algumas pessoas possam ter desconfiado dessa pessoa, mas foi inesperado para mim.

Enfim, recomendo para todos que querem um livro com muita ação, representatividade e amizade.

site: http://www.cantinhogeek.com/2017/11/resenha-leigh-bardugo-mulher-maravilha.html
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Leitora Viciada 06/11/2017

Resenha para o blog Leitora Viciada www.leitoraviciada.com
Os super-heróis se consolidaram como ícones pops e vêm até nós de muitas plataformas: histórias em quadrinhos, filmes, seriados, games, animações. Em 2017 a DC Comics e a Warner Bros. se associaram à Random House Books para transportar suas principais personagens às páginas de livros. Mais especificamente, para romances Young Adult, surgindo a coleção DC Icons. A Editora Arqueiro rapidamente trouxe a série para o Brasil e o primeiro volume de Lendas da DC é Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra (Wonder Woman: Warbringer). Leigh Bardugo, autora de Grisha e Six of Crows, foi convidada para desenvolver a versão YA de Diana Prince. A maior super-heroína de todos os tempos foi escolhida para o lançamento da série de livros devido ao sucesso de seu filme de origem nos cinemas, estrelado pela Gal Gadot, que retorna em Liga da Justiça.
Por enquanto a série será composta por quatro personagens emblemáticos da DC e escrita por um time incrível: Marie Lu, das trilogias Legend e Jovens de Elite, escreve o livro do Batman; Matt de la Peña, da série Infinity Ring, é o responsável por Superman; e Sarah J. Maas, das séries Trono de Vidro e Corte de Espinhos e Rosas, é a autora de Mulher-Gato.
A coleção abordará temas que envolvem o bem contra o mal, a origem dos heróis e objetivos aparentemente impossíveis sob uma ótica juvenil e atual.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada. -> leitoraviciada.com
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

SORTEIO de um exemplar de 06/11 a 01/12 no meu blog.

site: http://www.leitoraviciada.com/2017/11/mulher-maravilha.html
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Raffafust 04/11/2017

Não lembro exatamente quando me apaixonei pela Mulher Maravilha, mas lembro que quando criança minha heroína favorita era a She-ra. Sim, uma loura, hoje em dia sempre prefiro os personagens de cabelos escuros, não sei porquê. Mas arrisco dizer que só me encantei por ela mais velha, com uns 20 anos! Ela era a força que as mulheres precisavam ter, e She-ra foi esquecida até hoje, muito poucas pessoas da nova geração lembram dela. O que é uma pena.
Essa introdução é somente para dizer que obviamente na fase adulta sendo super fã da Maravilha eu surtei esse ano com tantas opções de produtos e filmes sobre ela.

Posso afirmar que 2017 foi um ano crucial para a Mulher Maravilha e a emoção em torno do personagem ainda não diminuiu, visto a quantidade de filmes e livros no mercado com ela na capa ou tendo a personagem em algum momento. O ano de Diana continua em 2018, ela vem aí com Liga da Justiça que estreia em novembro mas claro que renderá frutos para o ano seguinte.
Quando soube que Leigh havia escrito algo sobre ela, logo me interessei em ler, a Editora Arqueiro traduziu e lançou bem pertinho da Bienal do Livro do RJ, e claro que o livro com essa capa maravilhosa era certeza de um sucesso nas vendas. Leigh está muito bem em Mulher - Maravilha: As Sementes da Guerra, o primeiro na linha de ícones da DC que ambientará personagens famosos dele em jovens romances adultos.
O livro é emocionante e Leigh certamente é tão fã de Diana como qualquer um de nós, isso faz toda a diferença.
Nesse livro vemos Diana como uma jovem que entra no mundo dos homens nos dias atuais, após um naufrágio acontecer perto da costa , Diana quebra as regras para salvar uma jovem chamada Alia, mas descobre que sua vida está em perigo. Alia é descendente de Helena de Tróia e destinada a trazer uma era de guerra À medida que as pessoas perseguem Alia para tentar matá-la ou usá-la, ela e Diana correm para a Grécia para encontrar o lugar de descanso de Helena para purificá-la, tentando assim colocar um fim nessa espécie de maldição.
É extremamente empolgante ver a jovem Diana descrita por Bardugo, que deseja ser uma verdadeira guerreira e explorar os limites além de onde conhece, a autora nos apresenta uma protagonista que é vibrante, gentil e inteligente, mostrando ao mesmo tempo certa inocência nele, mas não inteiramente boba a ponto de não perceber os perigos e enganos desse novo mundo que descobre.
Mas não é somente isso que torna esse livro uma ótima leitura. Os chamados personagens de apoio também são incríveis. Além da autora os colocar como peças chave dessa história ainda temos muito do que é se sentir fora de sua zona de conforto.
Mesmo se tratando de um livro de ficção de uma heroína, somos brindados com uma história mostrando que eles assim como ela tentam encontrar seu lugar no mundo e descobrir o verdadeiro eu.
O começo do livro pode soar como lento, mas já aviso que do meio para frente é emoção pura, Bardugo não tirou a essência da personagem que em tempos de empoderamento faz todo sentido que ela apareça como um ícone ainda maior do que buscamos em nós mesmos e do que esperamos que a sociedade entenda: que podemos muito mais do que eles pensam, e isso é maravilhoso.


site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2017/11/resenha-mulher-maravilha-sementes-da.html
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Mikaela 24/10/2017

Personagens incríveis, história cinematográfica
Olha, eu adoro a Mulher-Maravilha, mas o que me atraiu mesmo nesse livro foi o nome de Leigh Bardugo, escritora da trilogia de Sombra e Ossos. E ela fez TODA A DIFERENÇA para esta história.

Assim, não li nenhum dos quadrinhos da Mulher-Maravilha, mas sei que existe uma linha diferente que explica a origem dela de uma outra forma (assim como existem várias versões de historias de super-heróis em quadrinhos). Este livro adota a versão clássica (segundo um amigo meu rs) de que Diana nasceu mesmo a partir da terra, pela magia dos deuses.

E para quem assistiu e adorou o filme (assim como eu), não crie esperanças de ver Steve Trevor ou a batalha da Primeira Guerra Mundial. Esta história não leva em consideração os acontecimentos do longa e mostra uma Diana adolescente entrando em contato com o mundo pela primeira vez nos tempos atuais.

O que significa mais liberdade para Leigh Bardugo criar uma história original, com personagens novos e levando todo a história superlegal de Temiscira e das amazonas.

No começo, eu fiquei com raiva por não mostrarem tanto Temiscira quanto eu gostaria, mas depois me apeguei muito aos personagens novos. A amizade de Alia e Diana é muito bonita, e a "semente da guerra" é meio chatinha no começo, mas se mostra muito corajosa depois.

Mas o que mais se destacou foi a temática do preconceito sendo abordada de forma contundente. Ao contrário de muitas personagens no mundo de heróis, Alia é negra. E eles falam de racismo mesmo, especialmente na cena em que o policial observa se Alia vai roubar alguma coisa na loja.

A amiga de Alia, Nim, desafia os padrões estéticos (que até os livros têm, gente) ao ser uma personagem suuper incrível, mesmo sofrendo preconceito por ser acima do peso, lésbica e de pele morena (ela é indiana). O interesse amoroso de Alia, Theo, também é negro, o que faz o "elenco" do livro ser composto quase que totalmente por classes normalmente desprezadas e oprimidas.

Se você já amou a Mulher-Maravilha botando pra quebrar no filme, vai amá-la ainda mais nas cenas de ação, na coragem e no desafio aos estereótipos do mundo dos homens.

Amazona. Nascida da guerra, destinada a ser governada por ninguém além de si mesma.
Página 213

Então, esse livro tem crítica ao racismo, à homofobia, ao machismo e faz com que todo mundo se sinta heróico por dentro. A força de Diana me inspirou muito no filme, agora ainda mais no livro.

Mas a história não fica só nisso. O enredo PARECE DE CINEMA! Tem muita ação, muitos cenários, perigos, mitologia grega e um clímax no final que prende o nosso fôlego.

Mas não vou mentir, Leigh Bardugo começa bem, depois para um pouquinho e no meio do livro, ela acelera com tudo! Tem romance, piada, diálogos construtivos, reviravoltas e uma heroína que merece um lugar especial em nossos corações!

Se você gosta da Mulher-Maravilha e curte uma história bem contada, leia esse livro!

Obs: a Arqueiro vai lançar a coleção Lendas da DC, com o Batman, a Mulher-Gato e o Superman, todos lançados por autores superlegais. Eu, particularmente, estou ansiosa pela história da Mulher-Gato.

site: www.leituranossa.com.br
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Carla - @sharingbooks2 24/10/2017

O que você escolheria entre estar seguro (a) e impedir uma guerra?
"Irmã na batalha, sou seu escudo e sua lâmina. Enquanto respiro, seus inimigos não têm refúgio. Enquanto vivo, sua causa é a minha causa."

Essa é a história de Diana, antes de ser a Mulher-Maravilha. Filha da deusa Hipólita e moradora da encantadora Temiscira, Diana, vive nessa ilha separada do resto do mundo com suas irmãs amazonas e sua mãe, Hipólita. Ela sofre por acreditar ser diferente das suas irmãs guerreiras: menos habilidosa, pouca força. Vive tentando provar para todas o seu valor. E, através das corridas de cavalo, a qual ela sempre perde, ela tenta provar que é capaz de vencer suas irmãs, e acaba se deparando com um naufrágio. Acontece que a única sobrevivente desse naufrágio é Alia e ela é uma Semente da Guerra. Diana quebra todas as regras possíveis da ilha onde vive e vai numa aventura em busca da salvação para Alia.

"Não se entra numa corrida para perder."

Alia é uma garota nova-iorquina, filha e irmã de cientistas. Vive uma vida regrada para preservar sua vida, por serem muito perseguidos. Num momento de rebeldia, Alia embarca nesse navio que "tragicamente" naufraga. Ao ser resgatada por Diana parece ter causado danos a ilha das amazonas e é aí então que Diana é obrigada a deixar a ilha para salvar a vida de Alia e consequentemente, o mundo.

Nessa aventura a nossa querida super-heroína é apenas uma garota, Diana. Mas é aí que ela descobre sua força, seu poder, suas habilidades e sua inteligência. A medida que a história avança, ela cresce, ela se descobre e vai criando autoconfiança. É muito bacana ver a garota se transformando na super-heroína, que se dispõe a ajudar seus amigos e o mundo lutando por uma causa.

"Qual a minha história?, perguntou a mãe""Ainda não foi escrita, respondeu Hipólita com um sorriso."

Leigh Bardugo cria uma história regada de aventura do início ao fim. Narra a história da primeira vez que Diana sai da sua ilha, a qual só existem mulheres residentes, sua chegada em uma grande cidade e inúmeras descobertas que ela conhece apenas das histórias e livros. Tramas que vamos descobrindo no decorrer da história.

Os personagens dessa história são divertidíssimos. Temos o irmão de Alia, o Jason, super protetor, inteligente e toda tirado a macho alfa (me poupe!). Quando seus pais faleceram, ele herdou a empresa e é totalmente focado nisso, nas experiencias e nas papeladas cientifica. Desculpa a quem gostou, mas...... chato pra caramba! Temos a melhor amiga de Alia, a Nim, melhor pessoa desse mundo! Capaz de arrancar muitas gargalhadas do leitor. Além disso ela é uma garota forte, confiante e segura de si e faz toda diferença tê-la na história. E Theo, o amigo de Jason desde a infância e o crush de Alia, hahahaha. Divertidíssimo, mas é só isso porque ele é todo bobão! Mas junto com Nim formam uma dupla e tanto que me fizeram rir muitíssimo!

"Ela?" Não sabia que o nosso carro era mulher."
"Não é óbvio? Ela é resistente, tem estilo e nunca desiste."

Esperei demais por essa história, desde que a Editora Arqueiro publicou. Fiquei muito ansiosa para receber e ler logo. Confesso que esperava um pouco mais dessa história, mas não que tenha sido ruim, de jeito nenhum! É uma ótima aventura. Não AMEI, mas gostei muito. Quem gosta desse universo da DC Comics certamente gostará dessa história adaptada pela Leigh.

Apesar de boa história, boa abordagem dos deuses, boa abordagem do mundo, bom crescimento de personagem e tudo isso, eu definitivamente não gostei do vilão. Não gostei de como ele simplesmente "apareceu". Achei meio jogado, pouco pensado. Senti como se a autora tivesse esquecido de fazer um vilão e no final resolvesse enfiar ele lá na história. Mas isso não tirou o brilho da história. Eu adoro esse universo e essa história não me decepcionou.

"A minha vida inteira... a minha vida inteira eu ouvi os outros se perguntarem se eu tinha o direito de ter nascido. Talvez eu não tivesse esse direito. Talvez nem eu nem você devêssemos existir, mas estamos aqui. A gente tem esta chance, e talvez isso não seja coincidência. Talvez tenhamos sido as escolhidas para interromper este ciclo. Juntas."

site: http://www.sharingbooks.com.br/2017/09/mulher-maravilha-leigh-bardugo.html#.We8rwbVrzow/ @sharingbooks2
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Ana 20/10/2017

Leigh Badurgo e Mulher Maravilha são sinônimos de sucesso.
Diana, filha da rainha Hipólita, está cansada de ser menos que suas irmãs Amazonas, de ser sempre a mais fraca. Quando uma humana vítima de um naufrágio aparece em sua ilha, Diana resolve ir contra as regras ao salvar a humana. Mas há consequências para tudo, e Diana se vê em uma encruzilhada onde terá que escolher entre suas irmãs guerreiras e o que é certo.

Quando vi que a Leigh Badurgo iria escrever sobre a Mulher Maravilha fiquei logo animada, mesmo não tendo muito conhecimento sobre a heroína, tive interesse em ler. Sou fã da escrita da autora e por isso me surpreendi pela dificuldade enorme de ler as primeiras 100 páginas. Para mim, nada se parecia com a escrita da autora. Mas insisti e no fim fui recompensada. Depois dessas 100 páginas o livro fluiu muito e me vi muito envolvida com os personagens e com a história. Pra um começo que demorou quase uma semana para ser lido, o restante foi lido em apenas um dia.

Não posso falar muito sobre o quão fiel a autora foi a personalidade da Diana, pois não possuo muito conhecimento sobre a mesma, mas posso dizer o quão incrível foi a personagem. Forte e destemida, Leigh me fez amar não só essa heroína como os demais personagens.

É bom deixar claro que trata-se de um YA, o que me surpreendeu e, admito, decepcionou um pouco no início. Esperava que fosse uma história mais adulta e com mais ação do que foi visto aqui.
No entanto, quem gosta de mitologia e já leu Percy Jackson vai curtir muito a leitura. Mulher Maravilha tem muito a vibe dos livros do Rick e, para mim, isso definitivamente é um ponto positivo.
A autora ainda conseguiu me surpreender com um final que eu não esperava e ao abordar a força feminina, a vontade de se provar e a amizade, Leigh mais uma vez me provou o porquê de ser uma das minhas autoras preferidas do gênero.

Apesar de um começo difícil, Mulher Maravilha mostrou-se ser um livro cativante e cheio de ensinamentos. Vale muito a pena ser lido para quem ama o gênero e o empoderamento feminino.

"Eu sou princesa de Temiscira, disse ela a garota no espelho. Vou atrás das minhas próprias respostas."
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