Fortaleza Impossível

Fortaleza Impossível Jason Rekulak




Resenhas - Arqueiro


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Jessica 19/06/2018

Fortaleza impossível
Foi legal terminei em poucas horasemanas.
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De Olivato - @olivatobooks 26/05/2018

Romance com uma pegada tecnológica - Parte 2
Este livro se passa em 1987 e fala sobre a história de três garotos – Billy, Alf e Clark – adolescentes excluídos que ficam obcecados ao saberem que uma famosa apresentadora de TV saiu na revista Playboy do mês. Por serem menores de idade, eles não podem ir até a banca e simplesmente comprar. Vários planos são bolados e nenhum acaba dando certo, até que eles decidem que podem simplesmente planejar um assalto para roubá-la.

O local onde eles planejam entrar é protegido por um sistema de alarme, mas eles não sabem a senha desse sistema e para tentar conseguir, Billy então se voluntaria para tentar conseguir a senha da loja com a filha do dono que fica o dia todo trabalhando em um computador no fundo da loja.

Billy conhece Mary Zelinsky e percebe que assim como ele, ela adora programação de computadores, os dois então se juntam para tentar fazer com que um jogo elaborado por Billy chamado de Fortaleza Impossível tenha a chance de entrar em um concurso que poderá abrir muitas portas para o futuro de programador deles.

Deixando um pouco de lado o motivo inicial que o levou até a loja, Billy acaba se tornando amigo de Mary e reparando que nunca se sentiu tão à vontade ao falar de computação com outras pessoas, essa amizade começa a despertar sentimentos no nosso protagonista. Como conseguir a senha do sistema, continuar sendo amigo da Mary e finalizar o jogo para o concurso sem que nada dê errado?

É um livro divertido de ler por se passar no passado em uma época que as animações não eram tão avançadas quanto as de hoje em dia, mas não foram só mil maravilhas, o bullying pelo fato de Mary ser uma garota gorda está muito presente no decorrer de várias páginas, o final também não foi tão desenvolvido, mas me deixou querendo saber mais da história desses dois.

No Skoob, eu dei 3 estrelas, recomendo para quem busca um romance sem grandes dramas que não vai deixar uma ressaca literária.

site: https://www.instagram.com/p/BiSXUWiHRo9/?taken-by=olivatobooks
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Helder 29/04/2018

Uma estória adolescente
Este livro não foi nada do que eu imaginava. Esperava algo mais denso, mas encontrei uma simples sessão da tarde adolescente. O marketing e a sinopse tentam cativar os leitores da década de oitenta com o saudosismo, mas o resultado aqui fica bem frustrante, pois infelizmente o saudosismo não consegue conduzir a estória, que é extremamente adolescente.
Ao ler a sinopse me pareceu algo como o Jogador No1, já que falava de games e anos 80, porém não existe nada similar em ambos os livros.
Aqui temos a estória de Billy, um adolescente que vai muito mal na escola, mas adora vídeo games. Seu sonho é programar jogos. Porém existem os hormônios da adolescência. Ele e seus amigos descobrem que acabou de sair uma playboy com a mais bonita apresentadora de televisão sem roupas. Ter esta nova playboy torna-se o objetivo de vida de Billy e seus amigos. Mas como comprar uma playboy sendo menor de idade? E para piorar, na pequena cidade onde moram, a revista só está sendo vendida numa loja cujo dono parece um veterano de guerra.
Sendo assim eles montam um plano “infalível” para conseguir comprar a revista sem o dono da loja perceber, mas no momento que estão executando este plano, Billy conhece Mary, a filha do dono da loja, uma nerd gordinha que também adora computadores e lhe conta que está aberto um concurso para criação de games, patrocinado pelo gênio dos games do momento.
Sendo assim, o primeiro plano da errado, mas Billy se oferece para infiltrar-se na loja e conseguir o código de segurança da mesma. Este era o objetivo inicial, mas logo Billy percebe que Mary é extremamente inteligente e ela se oferece a ajuda-lo a melhorar a performance de um jogo que ele já tinha criado, a Fortaleza Impossível do titulo do livro.
Como o livro é adolescente, logo Billy vai perceber que seu interesse pela nerd gordinha é maior do que a ajuda no game, mas ele ainda precisa descobrir o código de segurança da loja, pois agora seus amigos se juntaram com um bad boy e o novo plano para conseguir a revista consiste em arrombar a loja a noite.
Seguem ai alguns pontos de intensa ingenuidade que até chegam a irritar o leitor e de repente aparece que uma reviravolta, que me surpreendeu bastante, mas que ainda me pareceu bem fora do contexto do restante do livro.
É uma leitura fácil e tranquila para ler sem grande compromisso num fim de semana na praia, mas não recomendo para maiores de 30. Galera adolescente vai curtir bastante, tanto meninos quanto meninas. No meu caso, com certeza eu tinha livros melhores na minha fila.
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Kamila (@oblogdolivro) 27/04/2018

Billy é um garoto comum de quatorze anos. Tem dois amigos inseparáveis, mora com a mãe, vai a escola do bairro, no tempo vaga ama programar videogames em seu computador e está descobrindo sua sexualidade. Ele e seus amigos são fãs de uma famosa apresentadora de tv e então fotos dela vão parar na playboy, e os meninos não conseguem pensar em outra coisa que nao seja conseguir a tal revista. Mas como conseguir uma playboy tendo quatorze anos nos anos oitenta?

Os três amigos então decidem roubar exemplares de uma loja do bairro. Eles então armam um plano com a ajuda de um aluno mais velho para saquear a loja. O que Billy não esperava era que a filha do dono da loja fosse uma jovem programadora que passa a ajudá-lo com seu novo projeto para participar de um concurso de programadores.

Logo os jovens se tornam próximos e a amizade acaba por trazer a tona novos e inesperados sentimentos, mas os amigos de Billy ainda não desistiram de seu plano de roubar a playboy, e isso acaba por deixar Billy em uma situação pra lá de complicada para um menino de quatorze anos, ter de escolher entre seus amigos ou sua paixão de adolescência.

"Eu sabia que estava acontecendo algo extraordinário, embora não soubesse o nome que deveria lhe dar, e jamais deixaria que Alf ou Clark estragassem isso."

A narrativa do livro é bem fluída e rápida, com capítulos curtos e toques de humor e romance o livro nos leva rápido até o final, mas o que realmente nos prende são as referências à década de 80, a obra é um prato cheio a todos os saudosistas da época.

Confesso que em alguns momentos fiquei bastante irritada com as atitudes dos personagens e também com algumas vertentes por onde o autor nos leva, principalmente na revelação final que achei que não condizia em nada com o enredo até dado momento.

Tirando isso, tanto o enredo quanto as referências a uma época da qual muito tem se falado e servido de inspiração para muitas outras obras, são um motivo pra lá de convincente para quem ainda tem dúvidas sobre ler ou não o livro. Além do game que deu nome ao livro de fato existir, se quiser jogar o site é “http://jasonrekulak.com/game/”.
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Lisandra.Vieira 18/04/2018

Que maravilhoso!
Amores, esse livro é perfeito se você quer se divertir.
Super recomendo para todos os públicos.
É narrado pelo Will, um garoto de 14 anos e que sonha em sem programador de games, isso em 1987, quando eram raros os computadores!
Ele é criado por uma mãe solteira que trabalha a noite. Tem 2 amigos inseparáveis e junto com eles acaba se metendo em uma confusão e tanto por causa da revista playboy do momento!
É muito hilário o plano mirabolante que eles inventam para poder ter em mãos essa revista. E no meio desse plano, Will não contava em se apaixonar pela filha do homem de quem eles querem enganar-comprar-roubar a tal revista.
Mary é uma nerd e assim como Will ama programar nos computadores do showroom da loja de seu pai. Ela ajuda Will a programar um jogo, sem perceber que ele escondia outras intenções. Mas a amizade deles de aprofunda e acaba migrando para algo mais.
Óbvio que muita coisa acontecerá. Segredos virão à tona e muitas reviravoltas serão vistas!
Esse livro se passa nos anos 80 e adorei as referências da época. Músicas, séries de tevê, o que vestiam na época... Comportamento. Enfim, achei fantástico!
Eu adorei que o autor bolou um monte de surpresas da metade pro final. Foi realmente imprevisível a virada que ele deu!
Ah! E o jogo que Will e Mary fazem juntos, acaba sendo vivido de certa forma e achei isso tão incrível! Sério! Esse autor me deixou maravilhada.

E tem como jogar esse jogo no site dele! O cara mandou criar para os leitoras brincarem de graça! Está comprovado. Eu estou apaixonada por Jason Rekulak!

5 estrelas?
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SsCleo 23/03/2018

Apenas leiam esse livro.
Preciso falar a verdade, paguei apenas 10 reais nesse livro e ele se tornou o meu livro preferido da vida. Sério, esse enredo é lindo demais, muitas vezes lembrei da minha própria adolescência lendo esse livro.

Somente pela sinopse, você que gosta de cultura nerd vai querer ler, mas vá até o final. Se apaixone pelos personagens e de muita risada.
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Nina 28/02/2018

Durante muitos anos ouvi a mídia taxando os anos 80 como brega e de mau gosto. Tudo daquela época era considerado cafona: as pessoas, a moda, as músicas; e por isso era muito comum que esses elementos acabassem ridicularizados. Mas nos últimos anos as coisas mudaram um pouco, especialmente depois do sucesso de Stranger Things, Dark e do remake de It. Eu particularmente gosto muito dessa onda de nostalgia, porque eu estava lá nos anos 80 e vivi todas essas coisas, e, apesar de concordar que não éramos nada bonitos, foram anos muito felizes! E foi nessa onda de nostalgia dos anos 80 que Fortaleza Impossível chegou em minhas mãos.

Estamos no ano de 1987 e Billy Marvin está no auge dos seus 14 anos, e não é nada popular na escola. Ele tem dois amigos inseparáveis, Alf e Clark, e juntos eles formam um trio de nerds desengonçados e excluídos. Mesmo não namorando, eles são fissurados no sexo feminino e a grande musa deles é a apresentadora da Roda da Fortuna Vanna White. Então imaginem o quanto eles não surtaram ao saber que Vanna estava na capa da revista Playboy! Eles precisam ter essa revista, mas como são menores de idade não podem comprar.

Eles começam a bolar planos mirabolantes para conseguir a revista, alguns bem ousados, outros bem engraçados, mas nenhum funciona, e é aí que eles conhecem um garoto mais velho que decide ajudar. Ele já trabalhou na banca e sugere que um dos meninos se aproxime de Mary Zelinsk, a filha do dono da banca, e a missão fica para Billy.

Billy se aproxima de Mary com o objetivo de conseguir a revista para os amigos, mas logo ele percebe que os dois compartilham da mesma paixão: a programação. Mary convida Billy para participar de um concurso de jogos digitais, em que o prêmio é um computador novinho! Enquanto se lançam elaboração do jogo Fortaleza Impossível, Billy percebe que Mary é uma garota incrível e vai ser ver dividido entre a nova amiga e os antigos.

Eu sabia que estava acontecendo algo extraordinário e, embora não soubesse que nome lhe dar, eu jamais deixaria que Alf ou Clark estragassem isso.

Eu gostei muito de ler esse livro! Primeiro por causa da narrativa super envolvente de Jason Rekulak, vocês não imaginam o quanto ele conseguiu me prender na história. Os personagens são muito reais e alguns são bem engraçados, gargalhei várias vezes lendo! Segundo por causa daquela nostalgia que falei no início da resenha. Em 1987 eu tinha 10 anos e vivi muito do que Billy descreve: os computadores, os jogos, a internet. Assoprei fita do Nintendo, aluguei vídeo cassete na locadora, usei o MS-DOS, entre tantas outras coisas e ler esse livro me deu uma saudade enorme da minha infância.

Por outro lado, eu não conseguia parar de pensar no quanto as crianças de hoje são diferentes das dos anos 80. Naquela época os meninos se matavam por uma Playboy e hoje ninguém nem liga mais para revista, eles têm acesso a coisas bem mais picantes no próprio celular, sem precisar criar planos mirabolantes para isso. Qualquer um tem acesso a jogos, e naquela época nós morríamos de inveja de quem tinha um Nintendo ou um Atari e juntava uma penca de moleques para jogar na casa do amiguinho rico, kkkkk.

Entretanto, tiveram algumas coisas que me incomodaram bastante durante a leitura. Os meninos fazem comentários extremamente preconceituosos e gordofóbicos, especialmente para Mary, e em nenhum momento eles parecem adquirir a noção do quanto estão errados. Sei que o bullying é bem recente e que naquela época nós achávamos essas brincadeiras até bem naturais, mas não há razão para se reforçar um mau exemplo né? Mas por outro lado eu achei interessante a oportunidade de observar o quanto melhoramos nesse quesito de lá para cá e perceber como é importante o combate ao bullying. Outro ponto que me incomodou foi o desfecho do livro, os meninos acabam fazendo uma escolha muito errada e em nenhum momento eles puderam se arrepender pelo que fizeram ou aprender com isso. O autor tirou um segredo da manga e tudo se resolveu quase magicamente.

Mas mesmo com essas questões, ainda posso dizer que minha experiência com o livro foi super positiva e não deixo que recomendar o livro. Ele é leve, divertido e, se você for um pouquinho mais velho como eu, vai te fazer sentir uma saudade enorme daquela época e, se você for da turma mais nova, vai ter a oportunidade de conhecer melhor a década de 80. Ah, e pesquisando eu descobri que a tal Playboy com a Vanna White na capa realmente existiu e ela está na mesma pose descrita no livro. E o autor também disponibilizou jogo Fortaleza Impossível desenvolvido por Billy e Mary

site: http://www.quemlesabeporque.com/2018/02/fortaleza-impossivel-jason-rekulak.html
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Minha Velha Estante 24/01/2018

Resenha da Mylena Suarez
O livro conta a história de Billy Marvin e seus amigos, Alf e Clark, garotos de familias batalhadoras que estão cheios de hormônios e são meio ETs na escola pelas peculiaridades de cada um:
Billy : “ Eu era o aluno mais alto do nono ano, mas não o tipo certo de cara: cambaleava pelo colégio como um filhote de girafa, com minhas pernas esqueléticas e meus braços desengonçados ,à espera de que o resto de minha figura encorpasse.”
Alf : “ Alf era mais baixo, mais gordo, mais suarento, e penava por ter o mesmo nome do alien mais popular da televisão."


Clark : “ Era alto, musculoso, de cabelos louros ondulados,olhos azuis -escuros e pele perfeita. (...) Clark nascera com os dedos da mão esquerda colados, formando uma espécie de pinça rosada de caranguejo. “


Com essas descrições, já dá para imaginar que eles não eram muito populares na escola e dá para entender porque a fascinação para ter a revista Playboy com uma apresentadora de Tv famosa nas mãos.

Como eles são menores de idade, obviamente, ter a revista era um sonho distante mas, nem por isso, eles deixaram de tentar. Com vários planos infalíveis bem parecidos com aqueles do Cebolinha e do Cascão, eles só fazem uma besteira atrás da outra até que mais um plano é bolado e Billy se oferece para ajudar pois ele queria se aproximar da filha do dona da revistaria, Mary, para descobrir informações para concretizar o plano.

Ao conhecer melhor Mary, Billy já fica encantado pois ela tem um computador como o dele e sabe programar músicas a máquina. Ela propõe que eles se inscrevam num concurso de criação de games para computador e eles acabam criando o game Fortaleza Impossível. Formada a parceria, Billy começa a agir como um agente duplo tanto querendo ficar com Mary como querendo ajudar os amigos.

O livro, apesar de não ter uma divisão clara, tem dois momentos distintos. No início, o escritor apresenta todas as tramas dos garotos para conseguir a revista e, num segundo momento, apresenta um paralelo entre a história do game e outro plano dos garotos para conseguir a redenção para Billy.

Eu adoro ler livros escritos por homens, não sei se porque o universo dos livros que leio é dominado pelas mulheres e acho diferente a escrita masculina, mas sempre acho fascinante ver como o sexo oposto percebe determinados detalhes da vida de forma bem diferente de nós, mulheres.

Em Fortaleza Impossível, o autor não só lançou mão das descobertas e anseios de uma fase de mudanças sob um olhar e narrativa masculinos como construiu uma trama “chiclete” divertida e cheia de elementos da minha época... Uma trama daquelas que te prende de tal forma que você não quer largar o livro.



Em 1987, ano em que se passa a trama, eu tinha a mesma idade do personagem principal (Nem pense em me chamar de coroa, hein? hehehehehe) e tive a alegria de viver o início da era digital com todas as suas nuances, assim como Billy, mas claro com a diferença básica de que ele era fascinado por computadores.

Enfim, embora a era dos computadores pessoais ainda estivesse fora do alcance nesta época da classe operária, que era a minha, eu ouvia as músicas e via as séries citadas no livro. Então já dá para imaginar os momentos Ratatoulle que vivi lendo a trama. Ah! Sem deixar de falar que eu tinha um colega que tinha um Comodore 64, então, para mim não foi estranho ouvir sobre essa máquina.

Mesmo com algumas ressalvas sobre uma situação que, para mim, meio que estragou o brilho do livro lá pelo final, gostei da aventura chicklit dos garotos. (Podia tirar o trecho completamente que não faria diferença na trama, foi algo desnecessário e não combinou com a história, sabe?).

De qualquer forma, recomendo para aquela galera que gosta de programação ou que apenas quer relembrar os saudosos anos 80.

Não posso deixar de falar desta capa perfeita e que toda aberta mostra um pouco do que eu falei sobre as divisões do livro.



Beijos, Myl


site: http://www.minhavelhaestante.com.br/2017/09/livros-da-gata-fortaleza-impossivel.html
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Vorspier 19/01/2018

Esperava mais
Fortaleza Impossível é uma leitura rápida e leve, com várias referências aos anos 80. A história lembra muito aqueles filmes de adolescentes da Sessão da Tarde, com os clichês típicos do gênero - os amigos desajustados no ambiente escolar, o garotão cool e marginal, um plano tosco que vai colocar os desajustados na mira da polícia. Rola também um romance bobo entre o protagonista e a filha do vendedor de materiais para escritório, uma menina que também não se encaixa nos padrões de beleza ditados pela Playboy.
Gostei do fato de Mary, a filha do vendedor, ser uma programadora de jogos para computador.

O livro só me empolgou mesmo lá no final, com a revelação de um segredo de Mary - o que ainda assim me deixou com uma sensação de "wtf?!". A história em si não é ruim, mas eu esperava mais de um livro que se diz uma ode aos anos 80. Dá pra ler, mas não é uma maravilha.

Enfim, vi que desperdicei dinheiro depois de ter comprado pelo preço integral dele na FNAC.
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Felipe.Goularte 17/01/2018

A Nostalgia de Quem Não Viveu os Anos 80
No momento atual em que vivemos (início de 2018), estamos saturados com obras se passando nos anos 80 (Stranger Things, Remake de IT: A Coisa,...). Os anos 80 são "cool" e não há como negar. Nesse ambiente surge Fortaleza Impossível de Jason Rekulak, que já chega estampando na capa brasileira: "Uma declaração de amor aos anos 1980". O que deveria atrair na verdade me deixou receoso, já que não desejava passar precioso tempo de minhas férias com 272 páginas de mais do mesmo. Já adianto, fui surpreendido positivamente.
A história é realmente uma grande homenagem aos anos 80 e seus filmes, cheia de referências esfregadas na sua cara (não vivi os anos 80 então a maior parte passou desentendida por mim), porém não se limita a ser apenas uma ode a década. Sim, a história é a clichê aventura do grupo de garotos deslocados da escola, porém existem pontos que o tornam único e diferenciado das obras do gênero que consumi até hoje. Como primeiro ponto positivo há o destaque que o autor dá a programação nos tempos de computadores dinossauros (na época eles não eram dinossauros claro). É curioso e divertido acompanhar a criação do jogo pelos jovens, entendendo como é complexa a arte de criar games.
Como já admiti antes nesse texto não vivi a década de 1980, portanto foi uma grande surpresa ver como o autor conseguiu me transportar novamente para quando eu tinha apenas 14 anos. Na metade do livro eu já estava completamente imerso naquele universo jovem, e foi bom me sentir novamente rodeado por amigos nos quais se pode contar, passando horas jogando jogos e falando porcaria. Até mesmo se sentir o excluído da escola novamente foi bom. O fato do autor conseguir trazer um sentimento tão grande de nostalgia, em uma história que se passa em um tempo que o leitor jamais viveu é de grande mérito.
Além disso, o que o livro apresenta como clichê é bem feito: a trupe dos garotos estranhos é feita de personagens cativantes e únicos entre si, as aventuras pelas quais eles passam são cativantes, e o deslocamento proposital dos adultos em relação a história é trabalhado eficientemente.
Ao terminar a leitura percebe-se como a história na verdade não traz uma grande aventura única no qual se apoiar. Parece tratar mais sobre a vida de um adolescente (mais próximo da realidade masculina exclusivamente) e como o próprio leitor já teve seus próprios dramas adolescentes. Nesse quesito o livro se destaca mesmo em um mar de obras tão parecidas.
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Galáxia de Ideias 11/01/2018

Uma viagem nostálgica ao passado

2017 definitivamente foi o ano nostalgia anos 80. Tivemos várias pérolas como a série Stranger Things, o remake muito bem produzido de It, e ainda no finalzinho do ano a Netflix nos presenteou com a espetacular série Dark. Não tinha timing melhor do que esse para Fortaleza do impossível ter sido lançado. Jason Rekulak nos leva a uma viagem gostosa ao passado despertando sensações de reconhecimento e familiaridade, principalmente para a galera que foi jovem entre final dos anos 80 e início dos 90. Apesar de ter apreciado e vivenciado essa neblina nostálgica, o autor pecou em alguns aspectos que considero importante, principalmente quando um livro é destinado ao público juvenil.


"Mas foi então que playboy publicou as fotos da apresentadora da Roda da Fortuno, Vanna White, por quem me apaixonei perdidamente, e tudo começou a mudar."


Em Fortaleza Impossível acompanhamos a história de três amigos de 14 anos tímidos, levemente excluídos e que não namoram, mas são obcecados pelo sexo feminino. O desejo dos garotos é tanto que eles alugam a mesma fita de filme toda semana somente para assistir 10 segundos de nudez. A maior musa do trio é Vanna White, apresentadora gata do programa Roda da Fortuna. A história realmente começa quando descobrem que ela posou nua para Playboy mudando totalmente suas vidas. O grande problema é que eles são menores de idade, e como tal, ninguém os venderia a revista, e assim, começa uma sucessão de planos para adquirirem um exemplar.


"– Mas dessa vez é diferente. Não tenho nem computador. [...]– Está bem – declarou Zelinsky. – Você pode usar o showroom. Mas isso não muda nada. [...]E foi assim, sem mais nem menos, que voltamos à atividade."


Após vários planos fracassados, os garotos encontram auxílio em um garoto mais velho que bola um plano no qual é necessário que um deles deve conquistar Mary, a filha do dono da loja na qual vende a revista. Billy fica encarregado da tarefa, o jovem só não contava que Mary compartilhasse da mesma paixão que ele: programação. Todas as tardes os dois se encontram na loja e produzem o jogo Fortaleza Impossível, e aos poucos, o foco de Billy muda, e conseguir a revista para seus amigos já não é sua prioridade. Mas após acontecimentos inesperados, os amigos tomam uma atitude desesperada que faz com que Billy possa perder tudo aquilo que lutou para conquistar.

Assim que finalizei a leitura de Fortaleza Impossível fiquei pensando no quanto Jason Rekulak foi bem sucedido no quesito prender o leitor no enredo. Sério, é surreal o quanto mesmo discordando das atitudes dos personagens o enredo foi intrigante ao ponto de não fazer o leitor parar. Grande parte desse sucesso se deve ao fato dos personagens serem envolventes e coerentes com aquilo que foram propostos a fazer.

O trio de amigos são como a maior parte de garotos de 14 anos. Cheios de hormônios, fazem piadas sujas, comem muita besteira e falam muita besteira. Esses atributos acompanhados dos anos 80 foi sensacional. Billy é o que ganha mais destaque e também o personagem que teve maior crescimento ao longo da estória (e nem foi tanto assim, mas está valendo). Ele mora sozinho com sua mãe que trabalha a noite deixando-o sempre sozinho, então, sua casa vira o point dos garotos. O sonho dele é ser um grande programador de jogos, coisa extremamente difícil e para poucos. Grande parte de seu crescimento pessoal se deve a convivência junto de Mary, que de fato é uma ampla dose de girl power na história.

Mary sofre bastante preconceito por ser acima do peso, e aí entramos nos pontos negativos do livro. Devo alertá-los que eles são de cunho pessoal, me incomodaram mas pode não incomodá-los. Pois bem, as atitudes e falas dos meninos são extremamente preconceituosas. Durante a leitura fiquei chocada com o disparate e falta de respeito que apresentam, no entanto, após a leitura percebi que isso era uma prática do passado. Os adolescentes colocavam apelidos maldosos uns nos outros, ofendiam-se, tomavam atitudes preconceituosas, mas não era considerado bullyng, era visto como algo normal, claro que não mudou meu ver sobre tais atitudes, só me fez refletir o quanto melhoramos nesse aspecto como humanidade. Acho justamente que essa foi a intenção do autor, ou prefiro pensar que foi, se me senti desconfortável com tais palavras é sinal de que minha consciência sobre preconceito e bullyng foi desperta. É algo a ser pensado não é mesmo?

Fora isso devo destacar que estava adorando o desenvolvimento do enredo, foi crescente e chega à um ápice, no entanto não gostei no ponto que cumina. Vejamos, em certo ponto os meninos fazem algo que tem consequências pesadas, só que o autor desvia desse foco no qual eles poderiam ter um aprendizado com suas ações indo em direção à um segredo revelado, tal segredo foi desnecessário e detonou essa aprendizagem que poderiam ter obtido. Senti que o autor criou o segredo de Mary somente para fazer com que o Billy se sentisse mal pelo que fez anulando totalmente a possibilidade de um verdadeiro arrependimento, dando assim espaço para um remorso. Pra mim foi um erro essa escolha (mais uma vez, minha opinião).

Mas deixando de lado os aspectos negativos, o ponto alto da trama é sem dúvida a ambientação dos anos 80. Me peguei lembrando dos momentos em que jogava vídeo game com meu irmão e assoprava a fita quando não pegava (sabiam que isso nunca resolveu? Muito pelo contrário só oxidava o interior devido a saliva. Bizarro não, mas funcionava!). Ou quando saia da escola e ia a locadoras alugar fitas. Ou das tardes que perdia com meu irmão nas lojas de Games Online. Pura nostalgia, o autor trouxe com grande veracidade essa época encantando a cada página. Além disso, para aqueles que gostam e desejam, Fortaleza impossível, o jogo que eles criam, foi desenvolvido e vocês podem se divertir jogando-o.

A edição física do livro é um elogio a parte. A editora arqueiro arrasou no quesito referência. A capa trás uma interpretação do jogo com cores fortes e que despertam visualmente a curiosidade de todos que veem. Internamente não deixa a desejar, cada começo de capítulo trás um código de programação e o título todo pixelizado. Um verdadeiro charme a parte.

Enfim, esse livro é o tipo que deve dividir opiniões, ou você amará, ou odiará. Eu particularmente tive uma experiência positiva e recomendo para aqueles que gostam da temática, mas alerto, não é o tipo de livro que agrade a todos.

site: http://www.rillismo.com/2018/01/resenha-fortaleza-impossivel-por-jason.html
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Camila Nunes | @focanaresenha 10/01/2018

Muito gostosa a leitura para quem gosta do estilo...
Billy Marvin era um garoto de 14 anos, nerd e esquisito que tinha dois amigos inseparáveis, Alf e Clark. Após Alf ver as fotos escandalosas da Vanna White na Playboy de 1987, eles ficam fascinados e ficam planejando roubá-la da banca do Sr. Zelinsky de qualquer maneira. Nesse meio tempo Billy conhece Mary, filha do Sr. Zelinsky, e descobre que ela sabe fazer a sua maior paixão, programar jogos e é aí que tudo começa a mudar.

Até a próxima 210 eu confesso que minha nota para esse livro era 3,5, mas eu gosto quando personagens que eu não gosto enfim aprendem uma lição. E para mim foi difícil aturar esses amigo do Billy. Eu ficava me perguntando o que Billy tinha visto neles. Principalmente Alf. O menino insuportável, ele era preconceituoso e só fazia escolhas erradas que deixavam a vida do Billy pior. E eu ficava pensando: Se isso é amigo, o que é inimigo?. -

Confesso que minhas partes favoritas eram quando Billy estava com Mary, não porque de um possível romance, mas porque ele podia ser ele mesmo. Um garoto de 14 anos conhecendo uma garota legal e fazendo o que ama, programado jogos. -

Que foi outra coisa que eu amei, esse universo geek dos anos 80, voltado para jogos. Quando era mais nova era fanática por jogos de todos os tipos, falo até hoje que um sonho de consumo é ter uma sala de jogos para os meninos com direito a todos os jogos que já existiram. -

Mas, apesar de todas as minhas resalvas com os amigos do Billy e suas escolhas erradas, no fim, entre mortos e feridos todos forma salvos, e as coisas acabaram se encaixando.

Amizade muitas vezes é aceitar as pessoas como elas são e apoiá-las a serem melhores, não simplesmente excluir as pessoas do seu grupo de amigos por causa das coisas erradas. E muitas vezes julgamos as pessoas pelo que elas nos apresentam pela por fora, sem conhecer quem ela realmente é. -

Super recomendo para quem gosta de um livro com um plot twist surpreendente e muita línguagem geek. E ah, adora jogar um bom jogo, porque o jogo Fortaleza Impossível está disponível para jogarmos. -

Um beijo,
Camila

site: https://www.instagram.com/p/BcFDySlgPEF/?taken-by=focanaresenha
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Duda - @dudabooks 05/01/2018

#ResenhasDudaBooks | FORTALEZA IMPOSSÍVEL
No livro, somos apresentados Billy e seus amigos, Clark e Alf. Eles estão loucamente interessados em obter a mais nova edição da revista Playboy. Eles tentam de tudo para conseguirem a revista, só que seus planejamentos não saem como esperado.
.
Com uma nova ideia em mente, eles irão invadir uma loja que vende a tal revista e pegá-la, mas para isso acontecer, Billy terá que se aproximar da filha do dono, Mary.
.
Em um romance dos anos 80, Billy fará o possível para não revelar seus sentimentos irreconhecíveis por Mary e de conseguir efetuar o seu principal objetivo: Conseguir o código do alarme da loja.
.
Com uma pegada Geek e retrô, Fortaleza Impossível será a sua leitura mais divertida e nem um pouco clichê.
.
A história não foi tão interessante quanto eu pensei que seria. Em relação aos personagens, achei-os bem imaturos para suas respectivas idades. Mas apesar desta pequena falha, a leitura foi super leve.
.
Recomendo para leitores de YA!
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Lídia Maria - @depoisdaleitura.lm 31/12/2017

{Resenha} Fortaleza Impossível - Jason Rekulak
Desde o lançamento do livro Fortaleza Impossível, eu fiquei vidrada no premissa da estória. Eu amo romance e o autor Jason Rekulak, elaborou uma história envolvendo informática e romance. Esse livro superou todas as minhas expectativas, seja só porquê.

Em 1987, na cidade de Wetbridge, Billy, um garoto de 16 anos vive sozinho com a sua mãe. Depois da escola, Billy e seus amigos Alf e Clark brincam com os jogos digitais feitos pelo próprio Billy, em um computador Commodore 64.

Billy é um garoto sortudo, pois, não é todas as casas que possui um Commodore 64. No seu tempo livre e na escola, ele estuda a linguagem de programação, e na prática cria muitos jogos.

Uma amizade inseparável, até Alf avistar uma revista Playboy mostrando a apresentadora do programa Roda Da Fortuna, Vanna, a mulher mais famosa da TV. Após contar a notícia para Clark e Billy, eles começaram a elaborar um plano para conseguir comprar uma revista na loja sr. Zelinsky, era a única loja na cidade que vendi a Playboy. Zelinsky não gosta de “garotos” pertubando na sua loja, logo, não irá vender as revista para garotos de 16 anos. Mas, ao executar o primeiro plano, a missão Vanna foi um fracasso. Logo em seguida, eles arquitetaram um novo plano, que deu errado novamente. Após envolver outras pessoas, a missão Vanna tinha tudo para dar certo, porém, existem vários empecilhos, como um cachorro, caminhar entre prédios, não ser pego e conseguir o código de segurança da loja. Mas é claro que os meninos não elaboram esse plano sozinho. Um garoto mais velho elaborou todo o plano. Ele já trabalhou na loja onde vende a Playboy e sabe a melhor forma de entrar sem ser visto. Alf e Clark fizeram o favor de vender as revistas na escola, sem ter a mercadoria. Então, o plano tem que dar certo.

Então foi aí que o Billy conheceu a Mary, uma garota muito inteligente que trabalha junto com o seu pai na loja. Mary tem o dom para programar, e nisso, Billy e seus amigos enxergam uma oportunidade para conseguir o código da loja para praticar o plano. É aí que entra o romance da história.

Mary apresentou para o Billy um concurso de jogos digitais e o vencedor irá ganhar um computador novinho (para a época). Se Billy ganhasse ele iria passar o seu Commodore 64 para Mary. Para vencer eles só precisavam desenvolver o melhor jogo do concurso. Além de uma amizade entre a garota e o garoto, alguma coisa diferente está acontecendo entre eles. Mas nesse livro nem tudo é o que parece, acredite!

Bom, aí vocês podem perceber que o Fortaleza Impossível não é somente um jogo digital. A vida também é um jogo e, usando os “comandos” errados pode causar um BUG na vida de Billy e Mary.

Um plano muito perigoso e envolvendo um crime não me agradou muito, mas, tudo tem uma consequência né…
Mesmo se você não tem noção sobre informática, você pode ler Fortaleza Impossível. Claro que existem algumas palavras específicas, mas nada que te deixe perdido(a). Ri horrores neste livro. Senti saudade do meu Windows 98 (só que não). Fiquei muito feliz com as amizades desse livro, porque mesmo nas horas difíceis eles se mantiveram unidos.

Não tive dificuldades nessa leitura, é uma história simples, mas rica de sentimentos bons. Não tem vilã(o) (os meninos conseguem ser o próprios vilões para si mesmo, rsrsrs.) Geralmente não gosto de ler romances adolescentes, mas Fortaleza Impossível ganhou meu coração. O autor conseguiu fazer que o drama da Playboy, romance e informática prendesse totalmente o leitor de forma gloriosa. Sem forçar muito a barra e sendo uma leitura muito gostosa. A capa tem tudo a ver com o enredo. A editora soube fazer algo tão perfeito ficar esplêndido.

Estou muito feliz por ter lido o livro Fortaleza Impossível.
E, você já leu?
Me conta aí o que achou!!
:)

site: bit.ly/depoisdaleitura
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Lane @juntodoslivros 26/12/2017

Muito fofo!
Tudo se inicia quando a maior apresentadora de televisão dos anos 1980 vai sair na revista playboy: Vanna White. Todo garoto da época era apaixonada por ela e todos querem ter a revista em mãos.

Com Billy, Alf e Clark não poderia ser diferente. Os três, garotos de 14 anos, montam um plano mirabolante para conseguir comprar a revista na loja de máquinas do Sal Zelinsky, mas óbvio que o plano sai totalmente errado. Como eles vão comprar uma playboy sem serem barrados? É aí que surge Tyler, um garoto mais velho que eles, com um plano para roubar as revistas. Porém os garotos devem conseguir acesso ao código de alarme da loja.

Nessa parte do plano um deles deve se aproximar de Mary, filha de Zelinsky, e conquistar a confiança da garota. Billy ama jogos de computador e pretende um dia trabalhar com isso. Ele descobre que Mary também tem essa paixão, então decide se aproximar dela com o objetivo de conseguir o código e de quebra ter uma juda com seu jogo para ganhar o prêmio em um concurso de jogos de computador.

Entre Billy e Mary acaba surgindo uma bela amizade, mas outros sentimentos também vão surgindo. Sentimentos esses que confundem todo o plano e pode acabar revelado um segredo de Mary. Será que toda essa situação vai fugir do controle dos garotos?
A edição está linda! Um capricho só! A capa está incrível e combina muito com a história. No início de cada capítulo temos alguns códigos de jogos de computador que Billy está fazendo. A narração fica por conta da visão exclusiva de Billy, mas eu confesso que queria a visão de Mary também.

Billy foi um personagem contraditório para mim. No início, não gostava muito dele, mas depois que alguns fatos começaram a ficar sérios, ele vai mudando algumas de suas atitudes. Já Mary era uma garota muito bacana e extremamente esperta, porém vamos vendo que ela é mais que isso.

Fortaleza Impossível não era o que eu imaginava. Como mal leio as sinopses, eu imaginava que ia ter aventura no estilo fantasia ou algo desse tipo, mas não foi isso que aconteceu. O livro não foi ruim, pelo contrário. Ele só está um pouco infantil para o meu gosto pessoal, mas está muito bem construído. Gostei de toda a interatividade dos personagens e suas peripécias.

O livro é um giro no mundo geek dos anos 80 e também tem muito sobre os adolescentes daquela época. Muitas confusões são feitas com Billy, Alf e Clark. Esses personagens e suas histórias nos divertem e eu me senti novamente com 14 anos de idade. Aprontando, não como eles, mas me divertindo muito com os amigos. Momento nostalgia ativado. Rsrs...

Fortaleza Impossível fala sobre o poder da amizade e das escolhas que fazemos na vida. Com momentos regados a pura nostalgia, Jason Rekulak escreve divinamente bem as dúvidas e os anseios de um adolescente ainda em fase de descoberta e em busca de sonhos. Recomendo o livro para os apaixonados pelo mundo geek e para os que querem recordar seus tempos de infância.

site: http://www.asmeninasqueleemlivros.com/2017/10/resenha-fortaleza-impossivel.html
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