Pegando Fogo

Pegando Fogo Abbi Glines




Resenhas - Arqueiro


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L 21/10/2017

A história de Nan
Confesso que inicialmente não tive A animação em ler um livro especialmente sobre a Nan, afinal quem conhece as histórias que ocorrem em Rosemary Beach sabe que ela é a "vilã". Mas, inciando a leitura de "Pegando Fogo" comecei a me perguntar: E se eu não soubesse das maldades cometidas por Nan, visse a personagem pela primeira vez... Quais seriam minhas impressões sobre ela? No próprio livro, a autora cita que "Ninguém nasce um vilão". E Glines conseguiu construir uma história coerente e que capta atenção do leitor, o fazendo ler rapidamente.

Não pensem que Nan, do nada fica boazinha e que suas maldades foram justificadas pela falta de amor da mãe e do pai, sendo ela a pobre coitada de tudo. Houve sim uma parcela em que suas maldades foram justificadas pelos pais, mas o mais importante é que Nan cria consciência dos atos dela. Mesmo assim continua com sua personalidade marcante: forte por fora contudo, carente por dentro.

Algo interessante é que o par ideal de Nan é tão problemático quanto ela. Não espere um amor doce e sim algo bem intenso no sentido carnal. Este, é o volume mais hot de todos com um toque de Cinquenta Tons de Cinza.

Há narrativas alternadas entre alguns personagens em certos momentos mas não vou revelar os nomes para não dar spoiler, os que aparecem com mais frequencia são os pontos de vista de Nan já que ela é o foco deste volume e Major.

Algo que chamou minha atenção é que sempre comentei que esta saga daria um ótimo seriado como foi o famoso Gossip Girl e para minha surpresa Abbi coloca Nan como fã da série. Então no livro há diversos momentos de Nan assistindo ao seriado.

A autora foi bem sensível e dedicou este livro para a sua avó que faleceu enquanto ela escrevia esta obra.

"Pegando Fogo" fecha bem a série de Rosemary Beach que já deixa um toque de saudade.

site: https://eternamente-princesa.blogspot.com.br/2017/10/livro-pegando-fogo-abbi-glines.html
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Heloo 09/10/2017

:).
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Ciça 30/09/2017

Pegando Fogo
Nan está em um relacionamento extremamente complicado com Major Colt. Bom, esse relacionamento não vira namoro por causa dele e, esse relacionamento só está complicado por causa dele. Major é o típico homem que não é de uma, ele é de todas, e é exatamente por isso que Nan está extremamente cansada da relação dos dois. Ela sabe que quando ele manda mensagem, é porque alguém o largou, ela sabe exatamente quando ele esteve com uma mulher. Ela não sabe como, mas ela simplesmente sabe e, apesar de ter lidado com essa questão muito bem, Nan precisa de um tempo.

E é por isso que ela decide esfriar a cabeça em Las Vegas. Sua missão era simples: Aproveitar o máximo possível enquanto esquece Major de vez. Ela só não sabia que essa viagem renderia muito mais que uma superação de uma antiga relação, essa viagem renderia um novo amor. Enquanto Nan queria esquecer, ela acabou conhecendo Gannon, um homem que apesar dela não conhecer, ela consegue se encantar completamente por ele. O único problema é que no meio dessa nova relação, Major acaba se deparando com um sentimento novo pela mulher que até então ele não gostava tanto.

[...]

Não é novidade para ninguém que eu sou apaixonada na Abbi Glines, mas também não é novidade que eu não gosto da Nan. Para ser bem sincera, não sabia de alguém que amasse a personagem. Bom, agora eu sei, essa pessoa sou eu. Sim! Acabei de declarar meu amor pela Nan Dillon depois de tudo que ela fez para os personagens de Rosemary Beach.

Confesso que comecei esse livro sem nenhuma expectativa, simplesmente porque se tratava de um livro sobre a Nan e, depois de todas as maldades que ela já fez, eu duvidava bastante da história dela. Entretanto, Abbi conseguiu me convencer, conseguiu responder todos os questionamentos que eu tinha em relação ao caráter de Nan.

[...]

Leia o resto no meu blog | As 365 Cores do Universo

site: http://www.as365coresdouniverso.com.br/2017/09/pegando-fogo-resenha.html
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Paulinha 28/09/2017

Pegando fogo
Esperei demais pelo livro. Achei que a Nan pagaria pelas maldades que fez. Mas nem a reconheci no livro. Tem umas partes que achei meio complicada de aceitar, os sonhos fala sério!!!! Não foi o que esperava. Mas vale ler.
Sah 05/10/2017minha estante
Tb achei estranho a parte doa sonhos. E por ser o último livro, eu esperava um epílogo da filha de Vlaire e Rush e de Reese e Wood ....


Sah 05/10/2017minha estante
Tb achei estranho a parte dos sonhos dela. E por ser o último eu esperava um epílogo da filha de Blaire e Rush e de Reese e Mase ...




CahSol 27/09/2017

Bom, mas...
Pegango fogo é o último livro da série Rosemary Beach escrita por Abbi Glines.

Capa perfeita e sexy, diagramação simples, mas bem feita. Amo folhas amareladas *-*

Para quem leu os demais livros da série, este acabando deixando a desejar um pouco, não que seja ruim... Longe disso, mas eu realmente esperava mais.

Neste volume, conhecemos um outro lado de Nanete. Ela mostra a carencia e fragilidade que nos demais livros não foi possivel ver. Claro que por tras de toda aquela maldade havia um corcoão, mas queria ter visto mais amadurecimento antes de chegar no final feliz.

Em Pegando fogo, Nan se envolve com Major (mulherengo, descompromissado, mas que esconde o real motivo da aproximação com Nan). Ela acaba se envolvendo emocionalmente com ele, que por sua vez não se permite entrar em um relacionamento com ela,fazendo com que ela fuja de seussentimentos e embarque numa nova aventura, que dessa fez será em Las Vegas.

Lá, ela conhece Gannon, misterioso, dominador e muito diferente de tudo o que Nan conhece. Mas ela acaba descobrindo que aquele homem pelo qual seu coração reagiu tão loucamente, nunca existiu.


Bom, de qualquer forma eu gostei do livro, do casal que se formou e de todo romance policial, mas eu apenas queria uma pegada mais romantica, aquele despertar do amor real, com dialogos ... Queria mais cliches rsrs Mas isso é a minha opinião. No final, achei que o casal merecia outro livro,no qual tivesse mais tempo para os dois realmente se conhecerem.

Vale a pena a leitura... É sempre bom ver que por tras de todo vilão há um coração solitário e necessitado de carinho e atenção.
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Fernanda 25/09/2017

Pegando fogo
Resenha no blog:

http://www.segredosemlivros.com/2017/09/resenha-pegando-fogo-abbi-glines.html

site: http://www.segredosemlivros.com/2017/09/resenha-pegando-fogo-abbi-glines.html
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D* 22/09/2017

Após acabar de ler o livro me pergunto, era mesmo a Nan dos últimos livros?pelo q eu li não. Acho que a autora não lembrava mais da personalidade dela depois de tanto tempo. kkkkkk , um triangulo amoroso policial sem muita graça na minha opinião. E o motivo meio sem lógica. Esperava um livro de redenção, porque acredito que as pessoas podem mudar, achei que veria ela se arrepender dos absurdos que falava, interação com os personagens que ela tanto atormentou. E esse Cope, aff sem comentários, não gostei deles juntos, nada como amor de Woods e Della ou Beth e Tripp.
Avidez 27/09/2017minha estante
Discordo. Betty e Tripp para mim foi a pior de Rosemary Beach. Pior que a Nan. Talvez pq eu ache q havia outras formas de tirar o Jace da vida da Betty sem ser matando, e tbm porque achei tudo muito corrido na história deles. Mais páginas na obra ou mais um volume talvez dessem espaço p autora mudar minha opinião. Mas do jeito q foi escrito? Betty e Tripp não me convenceram.


D* 27/09/2017minha estante
Sério? Achei a história deles legal, odiei msm a morte do Jace. raiva mortal dessa parte...


Avidez 02/10/2017minha estante
Também odiei a morte do Jace. Essa será uma mágoa eterna entre eu e a Abbi hahahahaha... Achei estranho tipo como se o Jace fosse um estepe do Tripp sabe.Eu gostei da Bethy e do Tripp separados. Talvez seoJacenão tivesse morrido e ela tivesse dedicado mais páginas aos dois faria mais sentido a história deles é tipo corrida, não sei explicar eu senti que faltou algo para me convencer.




Junior.Silva 20/09/2017

Resenha: Pegando Fogo – Abbi Glines
E chegou a hora de nos despedirmos de mais uma série. Dessa vez, chegamos a última história da série Rosemary Beach, da autora Abbi Glines, que me surpreendeu em cada personagem apresentado. Devo confessar a vocês (e tenho um pouco de vergonha disso) que demorei a pegar os livros da série para ler por um motivo bobo: as capas dos livros. Não sei porque motivo me incomodavam e me faziam ter a sensação de ser uma história que não fosse me cativar. A surpresa veio justamente ao ler o primeiro livro, as capas tinham relação total com os cenários e personagens apresentados pela autora, criando um elo criativo entre a história contada e a forma como o leitor é transportado para todos os lugares em que Abbi Glines queria que estivéssemos. Juro, nunca mais vou julgar um livro pela capa!

Voltando a nossa despedida, o momento final da série retrata ninguém menos do que a grande megera, a ruiva insuportável de outras histórias, Nan Dillon. Ela que foi responsável por brigas marcantes, prejuízos pessoais e muitas outras coisas que dificilmente faria alguém chegar até aqui com algum tipo de admiração por ela. Por isso, você deve estar esperando, assim como eu, encontrar a vilã que fez de tudo pra atrapalhar outras relações, sem qualquer pudor, fazendo maldades, quebrando a cara e, talvez, chegando ao gran finale se redimindo e seguindo sua vida junto com todos os personagens que passaram pelas histórias de Rosemary Beach, certo? Errado! Em Pegando Fogo a autora nos surpreende, mais uma vez, revelando seu maior trunfo, retratando um outro lado de Nan, um lado mais intimista, mais introspectivo, mais pessoal… nos fazendo mergulhar nos bastidores da mente da ruiva e, de certa forma, tentando compreender tudo o que levou a personagem a fazer tudo o que fez.

Aqui conhecemos uma Nan carente de uma atenção que nunca teve, cheia de medos pelas mentiras que sempre lhe foram impostas e mergulhada em frustrações, onde o único desejo era ser amada da mesma forma que todos a sua volta conseguiam ser, mas para ela “era apenas uma garota que todo mundo tinha deixado para trás. A que todo mundo odiava” pegando o leitor totalmente de surpresa. O livro tem uma pegada bem sensual, característico da autora, com uma história que é recheada de cenas quentes e cenários paradisíacos perfeitamente construídos.

Em “Pegando Fogo“, Nan se envolve com Major Colt, o mulherengo que não quer nada mais sério com ela, mas que ainda assim é melhor do que ficar no sofá da sala vendo TV todas as noites. Até que ela se cansa e parte para Las Vegas, onde conhece Gannon, um empresário sedutor que faz exatamente tudo o que ela quer pra se sentir realizada. Quando Major aparece para se desculpar e Gannon não parece ser tudo o que ela pensava a decisão é simples: com quem ela quer ficar? O único problema é que os dois homens tem interesses muito maiores com aquele relacionamento e Nan pode acabar provando do seu próprio veneno.

Por fim, mais uma vez Abbi Glines constrói com perfeição seus personagens, mostrando o quanto amadureceu durante o processo de criação de Rosemary Beach. A autora constrói uma história irretocável fazendo o leitor devorar cada página e lamentar em cada uma delas que essas sejam as últimas de uma série que irá deixar saudades.

Uma nota pra quem já está com saudades: recentemente, em sua página no facebook, a Editora Arqueiro respondeu uma dúvida de um fã, anunciando que a nova série da autora Sea Breeze, que já conta com 09 volumes, será publicada no Brasil no próximo ano (2018). Em breve falaremos mais sobre essa grande novidade para o fãs de Abbi Glines.

site: http://leitorcompulsivo.com.br
Avidez 27/09/2017minha estante
Já comecei a ler Sea Breeze em inglês e vou te falar: a série é ótima. Mas o primeiro livro é mais romance do que em Rosemary Beach. Muito menos cenas calientes e descritivas. Pelo menos até o terceiro volume, onde as coisas ficam mais animadinhas. ?




Mania de Livro 20/09/2017

Nan tem coração, afinal!
Pegando fogo é o último livro da série Rosemay Beach, série que conquistou meu coração desde o primeiro livro com seus personagens intensos e carismáticos. O livro foi muito aguardado – e temido – por mim, mas preciso confessar que foi uma das melhores surpresas que tive!

Esse livro irá contar a história da personagem mais odiava de Rosemary Beach, a Nanette. Nan tem uma personalidade muito forte que não leva desaforo pra casa. Ela é conhecida por ser a típica menina rica e mimada, além de muito explosiva.

Nesse livro, a autora manteve a essência da personagem – Nan continua aparecendo como uma mulher intensa, mas é muito interessante ver o que passa dentro de sua cabeça. Além do mais, em Pegando Fogo, nós temos oportunidade de conhecer melhor personagens secundários em outros livros, como o Major Colt.

Eu tenho muitos pontos positivos pra destacar em relação ao livro! Mesmo que eu tenha simpatizado com essa personagem tão odiava antes, acho que a autora não quis transforma-la em santa – e isso foi muito bom. É uma história bem equilibrada. Senti que a Nan, mesmo que no passado tenha assumido uma postura imatura, não procurou desculpas para justificar suas atitudes – ela lida muito bem com a sua dura personalidade. Achei que ela foi uma das personagens mais verossímeis dessa série – com muitos defeitos sim, uma bagagem enorme nas costas, cheia defesas e mágoas.

Eu senti falta de uma cena que explorasse mais os sentimentos dela. Aqueles que conhecem a série, já sabem que a Nan possui um relacionamento muito conturbado com a sua família - isso é pouquíssimo falado no livro. Algo que foi tão frisado nos anteriores, deveria ter mais destaque no livro em que ela é protagonista, né?

É difícil resenhar esse livro sem correr o risco de falar demais e dar spoiler para aqueles que já conhecem essa história tão envolvente! Mas, pra quem está em dúvida se deve ler ou não, um conselho: se gosta de um YA com uma pitadinha erótica, Rosemary Beach é tudo aquilo que você procura – e muito, muuuito mais.

Adorei o desenvolvimento da história e a personagem que deu vida a ela, conhecer melhor a Nan foi uma ótima experiência.

site: https://www.instagram.com/_maniadelivro/
Gabrielly.Bezerra 20/09/2017minha estante
Já entrou pra lista


Avidez 27/09/2017minha estante
Adorei sua resenha. Poucas pessoas conseguiram enxergar o que nós vimos. Concordo com vc é por isso sou um pouco fã de Nan. Ela não busca desculpas p as coisas q fez. Simplesmente lida com elas da melhor maneira q conhece. E joga na nossa cara a verdade q procuramos negar: ninguém é 100% santo ou 100% ruim. Temos de todo um pouco. No fim das contas todo mundo tem aquele 1% vagabundo. ?


Aline.Joplin 07/10/2017minha estante
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josiane.santos 19/09/2017

Confuso
Ainda estou tentando entender de quem era a história. Porque a protagonista que eu esperava, tendo por base os demais livros, não compareceu... Impressão minha, só isso.
Fran 20/09/2017minha estante
realmente, cadê a Nan que aprendemos a odiar? rsrs


MILLE 21/09/2017minha estante
Meninas, essaaí é a verdadeira NAn. A menina perdida que só queria encontrar seu ugar no mundo mas que tentou isso da pior maniera possível


Avidez 27/09/2017minha estante
Discordo. Tinha algo escondido em Nan q ninguém percebia. Por isso a autora fez questão de entrar na intimidade de seus pensamentos e sentimentos para q todos entendessem, mesmo que discordassem mas do seu comportamento. A Nan "exterior" da história dos irmãos tem um interior que só é revelado nessa narrativa.


josiane.santos 27/09/2017minha estante
É realmente ponto de vista. Vi um abismo entre um e outro. Não há motivo para a mudança. Parece que faltou um pedaço. Minha opinião. Obrigada por participar.


Sah 05/10/2017minha estante
Tb tenho q discorda. Achei a evolução da Nan bem previsível diante de tudo que sabíamos da vida dela nos demais livros ...




Ana 17/09/2017

E Rosemary Beach chega ao fim...
Chegou a vez dela: Nan, a detestável irmã mais nova de Rush Finlay. Preparados para gostar da bad girl de Rosemary Beach?

"Todos os homens são mentirosos. Até os bonitos e de bom coração."

Nan teve sua história contada de modo bem superficial aqui, se me permitem dizer. O romance foi o maior foco da autora, coisa que acabou deixando lacunas na trama que poderiam ter sido bem mais trabalhadas, pois tinham bastante potencial.

Apesar de Major ter me irritado bastante - fiquei surpresa (para não dizer chateada) em ver um personagem que gostei tanto anteriormente se mostrar tão prepotente e cheio de si - o triângulo amoroso nesse livro não me incomodou. Talvez o fato da autora deixar bem claro quem realmente tem o interesse da protagonista tenha ajudado nesse quesito. Porém, não podemos dizer que Nan não ficou mexida pelos dois homens, mesmo quando ficou evidente que eles se aproximaram dela de um modo pra lá de suspeito.

Trazendo o ponto de vista de 3 personagens, Abbi me convenceu que mesmo não sendo uma mocinha típica, Nan merecia seu final feliz. Mesmo que a história dela e os problemas com a família tenham sido, de certa forma, ignorados, foi bom ver a relação dela com irmão e - PASMEM - a aproximação dela com Blaire. Aproximação essa que de modo algum se mostrou forçada, na verdade, foi muito bem desenvolvida. Além de tudo isso o livro ainda tem um plot twist que eu não esperava, foi um rasteira daquelas.

Com uma narrativa leve e com uma pegada bem mais hot que os livros anteriores da série, Abbi finalizou a série como o título mesmo diz: Pegando Fogo!🔥Adorei saber mais sobre a Nan, e me surpreendi ainda mais por me ver gostando dela. Porém, a série chegou ao fim e meu coração ficou apertadinho ao perceber que acabou. Vou sentir muita falta dessa galera. 😭💔
Avidez 27/09/2017minha estante
Calma que tem Sea Breeze p ser lançada no Brasil e a série tbm é boa. A autora tbm já publicou dois crossovers de Rosemary Beach com Sea Breeze: as histórias de Nate Finlay (Like a memory) e de Lila Kate Carter (Because of Lila).


Ana 27/09/2017minha estante
Eu sei! Já li todos hahaha


Avidez 02/10/2017minha estante
Eu tô com umas ARC para resenhar por isso tive que parar. Terminei o terceiro e pretendo começar o quarto até semana que vem.




Avidez 14/09/2017

Pegando fogo
Mimada, promíscua e superficial. Essa é a imagem que todos fazem de Nannete Dillon. Em resumo, ela é apenas uma cadela egoísta. Nan infernizou a vida de seus meio irmãos e seus cônjuges. Ela só liga para o luxo, o dinheiro, o status e o seu corpinho perfeito. Sua vida se resume a diversão com caras bonitos, muito conforto, viagens, roupas e refeições caras. Seria tudo isso o suficiente para lhe dar felicidade?

Apesar de querer matar Nan em alguns momentos passados nos livros anteriores da série, nas histórias de Rush, Harlow e Mase, eu a conheci antes mesmo que nascesse. Como comecei a leitura de Rosemary Beach pelo livro de Kiro e Emily, eu já sabia alguns dos problemas que Nannete enfrentaria antes mesmo de ela nascer. E sendo filha de Georgianna Dillon, não poderíamos esperar dela outra coisa além do que ela se transformou: a vadia egoísta e fútil. Todavia, eu sempre soube que havia algo mais.

Enquanto todos os leitores da saga à beira mar queriam matar Nan, eu a compreendia. E em alguns momentos, eu a admirei. Sim, eu sou um pouco fã da nossa vilã. Não concordo com muitas decisões e atitudes que ela tomou nas estórias anteriores. Contudo, ninguém pode negar que ela é corajosa. Ela não esconde suas falhas, seus desagrados nem seus descontentamentos. Se por um lado a cadela mimada não quer ser contrariada, também tem a coragem de deixar claro quase tudo que pensa e sente. E isso é algo a se admirar.

Dessa forma, ler seu livro para mim foi fácil e interessante. Ainda mais quando soube que ela se envolveria com Major, o jovem e bonito canalha texano, com rostinho de modelo e belos olhos azuis. O que ninguém esperava era um terceiro elo nesse enredo. Um elo que deixa a trama toda muito mais interessante. E literalmente pegando fogo. É a presença de Gannon que faz Nan questionar suas escolhas na vida e suas reais necessidades. E faz Major balançar nas bases. Seria a vadia louca, quente e desequilibrada de Rosemary Beach capaz de arrebatar seu coração e fazê-lo desejar uma nova vida? Seria Major homem o suficiente para completar Nan?

Admito que Vegas é uma das partes do livro que eu mais gosto. Para Nan, essa viagem começa como uma fuga de seus sentimentos por Major e suas desilusões e acaba se tornando em uma experiência de reflexão e auto conhecimento. Adicione a essa viagem um novo personagem, certa tensão muito bem construída e algumas cenas picantes à la Abbi Glines.

Foi divertido, assustador e envolvente ler Nannete Dillon tão desnorteada sobre o comportamento de um homem. E também sobre si mesma. Suas reações e seus pensamentos. Vemos que sua auto estima é baixa ou quase inexistente, afinal ela não se acha capaz de inspirar nada de bom em um homem, por não ser uma virgem pura e casta como a cunhada ou a meia-irmã. Ela pensa que pelos traumas que passou e por toda autodestruição que espalhou ao seu redor, ela não é suficiente.

Através dos olhos do homem que se revelará ser sua alma gêmea, mesmo aqueles que não gostam de Nan, tem a oportunidade de vê-la e desvendá-la por outra perspectiva, por outros ângulos. Ver tudo que está escondido debaixo de sua atitude de Bad Girl. Todos os mecanismos de defesa e autodestruição dos quais ela se cercou com medo de ser abandonada e ferida novamente.

A narrativa envolvente de Abbi Glines, com alguns segredos, suspenses e cenas calientes, como sempre está presente e conduz a um bom fim. Com uma transformação e perda talvez não muito críveis. Uma aproximação familiar inesperada com leves mudanças no comportamento de Nan. Uma decisão precipitada que conduzirá nossa amada vilã para um lindo fim. E com um belo aprendizado para nós: sempre há espaço para evolução no ser humano e independente de quão machucado ou quebrado você seja, apenas ser você mesmo é o suficiente. Encarando a vida corajosamente. Sem medos e sem máscaras.

Pontos Positivos: Poder ver outros lados de Nan e não apenas o lado vadia, vaca, cobra peçonhenta, fútil e sem coração. Ter acesso às suas fragilidades e aos sentimentos que muitos acreditavam que ela não tinha. Se o intuito da autora era humanizar a personagem, pelo menos comigo, funcionou. No fim, as peças quebradas se encaixam e nosso casal improvável consegue perceber que o amor torna tudo suficiente, por mais piegas que a afirmação possa parecer. Que pessoas não precisam ser perfeitas. Casais perfeitos são aqueles que lutam para compreender e perdoar os erros do parceiro durante toda a trajetória de uma vida.

Pontos Negativos: A trajetória do Major, essa dúvida amo ou não a Nan, posso ou não lidar com os problemas emocionais dela, quero ou não quero, sou ou não o homem que ela precisa a certa altura do livro me deixou um pouco cansada, admito. Algumas cenas calientes em Vegas me deixaram um pouco desconfortável a princípio. Eu sou o tipo de pessoa que foge do perigo mesmo. Eu sairia correndo se alguém falasse para mim que já foi preso várias vezes, mesmo que o cara fosse lindo. Contravenção e crime não são afrodisíacos para mim.

Tem uma transformação no final que eu compreendi, mas não achei muito crível. Foi algo do tipo “encontrei na morte a descoberta de quem eu sou e agora viverei uma vida plena”. Passei o livro sendo um mané sem escrúpulos e agora descobri que essa é a vida que eu quero para mim. Entendi, só não sei se consegui comprar a idéia até agora.



site: https://avidezliteraria.wordpress.com/
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Bruna 10/09/2017

O mais ousado da série!!!
"Eu não ia negar os meus defeitos. Eu os conhecia melhor do que ninguém. Houve um tempo em que inventava justificativas para eles, mas não mais."
⠀⠀ ⠀⠀ ⠀
Estive ansiosa e recosa por essa leitura, que teve 3 narradores principais, todos já conhecidos: Nan, Major e Cope. ⠀⠀ ⠀⠀ ⠀
Major e Cope trabalham juntos e Nan, é o alvo. Mas a dupla se torna um triângulo amoroso quando Major não deu assistência e abriu concorrência.
⠀⠀ ⠀⠀ ⠀
Afinal, Cope sabe o que faz e faz com perfeição... 😏
⠀⠀ ⠀⠀ ⠀
"As mulheres fingem que gostam de flores, e os homens gostam da ideia de agrada-la comprando algo tão fácil. [...] elas não querem flores. Querem considerações."
⠀⠀ ⠀⠀ ⠀
Nan me surpreendeu - descobrir que ela tem um coração e muitas máscaras caem quando entramos na vida dela e a conhecemos.
⠀⠀ ⠀⠀ ⠀
Uma das melhores e mais ousadas tramas da série - eu não esperava menos para Nan. A "pegada bruta" que rolava naquela relação me deixou com um misto de sentimentos e questionamentos. Mas SIM gostei!
⠀⠀ ⠀⠀ ⠀
"Isso não era sexy, era assustador. Não, era sexy demais. A quem eu queria enganar? Estava fissurada pelo lado perigoso dele."
⠀⠀ ⠀⠀ ⠀
Não sei até que ponto ela amadureceu ou foi "domada" pela relação. Acho que um levou ao outro.
⠀⠀ ⠀⠀ ⠀


site: https://www.instagram.com/naoemprestolivros/
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Ana Lopes - Blog Entre Páginas 09/09/2017

Resenha: Pegando Fogo - Abbi Glines | Blog Entre Páginas
Nan é a personagem mais odiada por todos os leitores da série Rosemary Beach haha. Mimada, arrogante, venenosa, não pensa antes de falar ou agir, e acaba sempre ferindo as pessoas a sua volta. Todos os personagens da série tem algo contra ela, e o único que realmente se preocupa com ela é Rush, seu irmão. O que ninguém percebe, é que no fundo Nan se sente muito sozinha, muitas vezes usada, e sabe perfeitamente de todo o mal que causa e sobre as consequências que isso traz a ela.

Quando Major demonstra certo interesse em Nan, ela não pensa duas vezes em se envolver, afinal, está acostumada a casos sem compromisso... Mas então seus sentimentos por Major começam a mudar, e como ele não tem a menor intenção de ter algo sério com ela, Nan tem um surto de “amor próprio” (finalmente!!) e resolver se afastar e esquecer Major, e que lugar melhor pra isso do que Las Vegas?

Lá ela conhece Gannon, um empresário misterioso que demonstra muito interesse nela, e a trata como Nan nunca foi tratada antes. Logo ela se apega a ele, e começa a perder o interesse por Major... Mas paralelo a isso, Major percebe que seus sentimentos por Nan podem ser mais do que ele deseja admitir, e resolver lutar para reconquistar a moça. O que Nan não imagina, é que tanto Major quanto Gannon têm planos para ela, e que novamente, as duas aproximações podem ser por puro interesse...

Como disse anteriormente, os últimos livros da série Rosemary Beach me surpreenderam muito! Pegando Fogo também tem um toque policial, e seu final contém muita ação e eventos surpreendentes. Pela primeira vez, eu deduzi um par romântico e errei!

Eu não digo que justifico todas as atitudes mesquinhas da Nan durante a série, mas entendo a suas atitudes. Na cabeça dela, seu sarcasmo e maldade eram a sua forma de se defender do abandono que sentia, seu escudo, então sinceramente eu não esperava uma “redenção” da personagem, e sim a aceitação de todo o mal que ela fez, e uma mudança de atitudes futuramente. Ela teve sérios momentos de carência? Teve sim. E isso foi uma parte “ruim” do livro, por ser tão independente e segura (ou por parecer assim pelo menos) esse lado dela foi uma surpresa, mas ainda assim não prejudicou a história, só conhecemos um lado mais frágil da tão odiada patricinha!

Terminar a série Rosemary Beach foi bom e triste ao mesmo tempo. Vou sentir falta dos personagens, dos dramas, do clima tropical e de todo o universo maravilhoso que a Abbi criou! E por falar e Abbi, a Arqueiro promoveu um encontro com ela na Bienal do Rio, e podemos conhecer ela! Maravilhoso né?

site: www.entrepaginas.com.br
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