O Príncipe Corvo

O Príncipe Corvo Elizabeth Hoyt




Resenhas - O Príncipe Corvo


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Notas.Literarias 19/07/2018

Anna ficou viúva após apenas alguns anos de casamento, que não rendeu filhos. Ela mora com sua sogra e uma criada em uma humilde casa, e precisa trabalhar para arcar com as finanças domésticas. Só que não era fácil para uma mulher daquela época arrumar trabalho, não eram muitas as profissões onde as mulheres eram bem aceitas.

Do outro lado temos Edward, o conde de Swartingham, que precisa de um secretário com urgência. Ele dá alguns dias ao seu funcionário para encontrar alguém competente para cumprir as funções, e esta pode ser a oportunidade de Anna. Afinal, procura-se alguém que tenha boa escrita e ortografia, e isso ela tem. Mas o conde procura um secretário, e não uma secretária. É aí que os problemas começam. Ou será que a partir daí se resolvem?

Preciso contar a você que o conde também é viúvo, e é claro que tem suas necessidades de homem. Para saciá-las, ele vai a Londres com frequência, em um bordel chamado Gruta de Afrodite. Falando em necessidades, se você é como eu e gosta de romances de época, sabe que o título somente é mantido na família quando o homem possui filhos. E o casamento de Edward também não rendeu frutos. Então ele precisa de uma mulher com urgência, uma que possa lhe dar filhos.

Como se ela fosse acreditar nessa tolice de que ia a Londres para atender uns assuntos de seu trabalho. Era uma mulher madura. Sabia onde o conde ia fazer seu trabalho. Naquele asqueroso bordel. Um soluço cortou sua respiração. Ia a Londres para deitar-se com outra mulher.

Para completar, Anna é uma dama ousada e ela resolve ir à Gruta de Afrodite resolver as suas necessidades, juntamente com as do conde. Reviravoltas surgirão a partir daí (ainda mais), só que daqui pra frente não posso contar, porque quero que você leia o livro.

Eu gostei bastante desse romance. É um pouco clichê, é verdade, mas quem não gosta de um bom clichê? Porém, O Príncipe Corvo vai muito além: é uma história de amor e de aceitação, de aceitar as pessoas pelo que elas são. Afinal, Anna não é bonita, e Edward é repleto de marcas de varíola, doença que levou embora toda a sua família. É uma história muito linda!


site: http://www.notasliterarias.com/2018/03/resenha-o-principe-corvo-editorarecord.html
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Lisandra.Vieira 16/07/2018minha estante
Eu amei taaaaaanto esse livro. Devorei.




Paula Faria @blogliteralmenterosa 09/07/2018

Um romance Lindo e arrebatador!!
Anna Wren, uma viúva que luta pelo sustento de sua casa, após um período difícil ela com sua ousadia, se torna secretária do Conde Swartingham, um homem rude e em alguns momentos odioso, devido ao temperamento difícil. Mas Anna não se incomoda com as maneiras de Edward de Raaf, isso até descobrir que ele é um assíduo frequentador de um famoso bordel em Londres, fazendo com que ela decida também satisfazer alguns desejos secretos.
Eu não sei porque demoro tanto pra ler romances de época, são de um ar romântico e marcante que fico sempre apaixonada. Nesse romance conhecemos Anna que é uma mulher bem a frente de seu tempo, que não se importa com a opinião das pessoas desde que esteja fazendo o que sua consciência e coração mandar, ela vai trabalhar para o Conde e apesar de seu jeito difícil ela vai se encantando pelo que ela consegue ver além da sua aparência. Conde Edward de Raaf é um monte marcado por muitas coisas na vida e planeja se casar por uma questão de conveniência, mas uma encantadora viúva rouba - lhe os sonhos e o leva a querer matar esses desejos no seu bordel costumeiro, mas a dama que ele encontra é totalmente diferente das que costuma encontrar.
Um romance totalmente inesperado e completamente desejado, o amor vai brotando além do desejo é vai além do que seria correto é esperando pela sociedade, onde um Conde enfrenta tudo que acredita por um amor verdadeiro, mesmo arriscando seus planos futuros, ele decide que viver o amor é mais importante. Lindo romance, encantador, com muita paixão cálida , sem preconceitos e medos, apenas vivendo o melhor dos sentimentos
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Juu | @aquelabookaholic 27/06/2018

"Nosso interior é mais importante que nossa casca."
?
Romance de época com aquela pitada de A Bela e a Fera. O Príncipe Corvo aborda a beleza além das aparências, um mocinho grosseiro e perturbado com suas inseguranças e, uma jovem viúva inteligente, batalhadora e nem um pouco passiva. Achei interessante, principalmente por ser um livro de época, ter sido Anna quem deu o primeiro passo no romance. Ela é uma mulher a frente de sua época, sempre tem as rédeas firmes quanto às suas decisões e batalha por seus direitos e das outras mulheres.
?
Minhas ressalvas são em relação ao desenvolvimento apressado do enredo, tudo acontece muito rápido e se resolve mais rápido ainda, isso acaba tirando o gostinho dos conflitos. A grande aposta nesses conflitos era para ser Felicity, mas achei tudo muito raso e sem fundamento. Ao final me questionei se era realmente necessário ela estar lá.
?
Mesmo com esses problemas que comentei, curti muito a leitura. Devorei o livro em um dia. Vale citar que as cenas íntimas do casal são bem explícitas e calientes. O final foi muito bonito, com certeza quero conferir os próximos livros da trilogia, todos já publicados aqui no Brasil pelo Grupo Editorial Record.
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Luana Santana 21/06/2018

“Queria segurá-lo assim amanhã e pelos próximos cinquenta anos. Queria estar ao seu lado todas as manhãs quando ele acordasse, queria que a voz dele fosse a última que ela ouviria antes de adormecer à noite.” . .

O Príncipe corvo faz parte de uma trilogia e é o primeiro dela. Neste livro, iremos conhecer Anna Wren, uma jovem viúva que está a procura de um emprego para ajudar as finanças da casa, e Edward de Raaf, o conde de Swartingham, que está a procura de uma secretário pois seus dois últimos foram embora sem “explicações”. .

Tendo um dia difícil, depois de várias procuras não viáveis, Anna volta para casa e no caminho, quase é atropelada por um cavaleiro um tanto arrogante, o conde de Swartingham. .

Após alguns dias, Anna consegue um emprego e quando vai no primeiro dia de trabalho, descobre que seu patrão é Edward, também não tendo conhecimento de quem seria o seu novo secretário. Mas tudo resolvido certo? Ela queria um emprego e ele um secretário (no caso secretária). Mas não é isso que acontece, pois ambos sentem uma atração avassaladora um pelo outro. .

Edward, respeitando a imagem de viúva devota de Anna, vai a Londres para fugir daquela grande atração e se distrair com outras, e bem… Sua secretária descobre. .

Indignada com a atitude do patrão, Anna vai a Londres e faz o que jamais imaginou: torna-se amante de Edward sem que ele saiba que é ela. Sim, isso mesmo! O que acontecerá então? Edward saberá que é Anna? E como um conde se casaria com uma empregada? Até onde o amor dos dois chegará? .
📜 Como romance de época, já sabemos que o desfecho é de tirar suspiros ne? E nessa estória, temos uma protagonista mais que avançada para a época e cheia de garra e perseverança para conseguir o homem amado.
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Ana Paula FZ1 14/06/2018

Quando esse livro foi lançado ( agora em 2017), a primeira coisa que me chamou a atenção foi a Capa.... sim porque a Capa é tão, mas tão linda, que fiquei tentada a comprar logo na sua data de lançamento... tava caro ne, logico, dai esperei, mas não muito, e assim que o terceiro livro foi lançado, comprei os três, porque não resisti.

Eu ia na livraria e ficava namorando ele, pegava, apreciava a beleza da capa, mas pensava, e se eu não gostar?, e se a historia for ruim?,. Então comecei a investigar resenhas, aqui no Skoob, em Blogs, queria saber das amigas que amam livros época se era bom, e apesar de algumas resenhas negativas, a grande maioria era positiva, ai definitivamente me dei por vencida e comprei, sem saber se ia gostar ou não, mas na esperança de que sim. eu eu não gostei.... EU AMEI !!!!!

Me apaixonei perdidamente por Edward e Anna. Como a grande maioria das Annas ( reais ou virtuais) ela é porreta. E eu amo de paixão mocinhas porretas rrss.

Anna é uma viúva que mora com a sogra e não leva uma vida nada fácil. Passa apertada mês a mês, e quando descobre que o Conde de Swartinghan esta precisando de um secretário, ela não pensa duas vezes, se candidata para a surpresa de todos. Quando o Conde volta pra casa de uma viagem e é surpreendido não por um secretário, mas sim por uma secretária, a vida de Edward o Conde, vira de cabeça pra baixo.

Anna é respeitosa, mas linguaruda, desafiadora, e isso deixa o Conde ao mesmo tempo doido, mas cheio de energia, porque Anna não da trégua pra ele. E quando ele percebe que ela gosta dos mesmos assuntos que ele, que ela se interessa por seus escritos sobre agricultura, plantação, verduras e legumes, ele fica ainda mais tentado a cair de amores por ela.

Agora de amores mesmo, ele cai, quando descobre o que Anna fez pra estar com ele. To falando que a diacha é porreta... ela ta pouco preocupada com o que os outros vão falar dela, ela quer mais é agir de acordo com aquilo que ela acredita ser o certo, e ser a sua vontade.

Eu adorei o fato dos dois serem espirituosos, Anna não é pudica com ele, muito pelo contrario, quando eles finalmente se entregam um ao outro, eles são libertos, conscientes um do outro, e tão mas tão apaixonados que me vi diversas vezes com um sorriso nos lábios enquanto lia.

Então no fim das contas, comprei sim no escuro, mas não me arrependi nenhum pouco ... Agora tenho mais dois pra ler da autora, O Príncipe Leopardo e O Príncipe Serpente, e confesso que to curiosa pra saber se vou amar tanto quanto esse rrss.

site: http://paixaoporleituras.blogspot.com
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Giovana.Vecchi 13/06/2018

Adorei
Confesso que no começo penei para ler. Não estava achando interessante e o casal para mim estava muito sem sal e sem química, porem, com um pouco de esforço e persistência li um pouco mais e finalmente o livro conseguiu me prender, o casal que antes era sem graça ascendeu uma chama extremamente quente ao meio da frieza de antes, e a partir dai comecei a amar o casal e torcer por eles.
A personagem Anna, faz uma grande loucura, daquelas que você fala "meu deus não, sai dai você vai se encrencar" Só que não tem volta e juntamente com a personagem você aprecia seu momento de loucura com as melhores cenas (que livro quente meu deus).
Para quem adora romance de época e hot, pode muito provavelmente amar esse livro.
Os personagens são legais e não sei vocês, mas eu ri muito com o lacaio incomum do conde de Swartingham, qualquer um (como o próprio personagem reflete) teria mandado embora um criado daqueles, pena que ele não aparece tanto. O conde tem um temperamento bem difícil, mas também sabe ser doce, e a Anna aparentemente seria uma simples viuvá sem graça seguidora das normas da sociedade, porem é bem teimosa e você vai descobrir o quão audaciosa ela pode ser rsrs.
Enfim, o final é satisfatório (ao meu ver) e acredito que valha a pena ler.
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Nay 03/06/2018

Muito, muito ruim
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La Oliphant 30/05/2018

Eu tinha todas as expectativas possíveis em cima de O Príncipe Corvo, principalmente por causa do hype em cima da autora, Elizabeth Hoyt, quando o livro foi anunciado no Brasil pela Record. Eu sou completamente apaixonada por romances de época, então não é preciso muito para me convencer a entrar de cabeça em um romance, e O Príncipe Corvo logo se tornou uma das leituras que eu mais queria fazer este ano. O problema? Elizabeth Hoyt conseguiu reunir em um único enredo uma boa parte de todas as coisas que eu menos gosto num enredo e isso causou um grande desapontamento com o livro.

O Príncipe Corvo vai contar a história da Anna Wren, uma viúva respeitável que consegue o emprego de secretária do conde. O conde em questão não é bem a pessoa mais simpática que Anna iria conhecer em sua vida. Com uma personalidade grosseira e um jeito mais do que retraído, Anna tenta de todas as formas se aproximar do seu novo patrão e quebrar as barreiras que ele colocou em torno de si. Porém, não demora muito para que a atração entre eles se torne cada vez mais irresistível. Seria o conde capaz de olhar para Anna com outros olhos e ela capaz de ver aquele conde rabugento além das aparências?

Ah, o enredo de O Príncipe Corvo tinha tudo para ser uma das minhas melhores leituras este ano, juro! Não tem nada que eu ame mais do que uma leitura que explora a beleza além das aparências e personagens cheios de conflitos internos e inseguranças. Porém, por mais que eu tenha gostado do enredo em geral e achado a história mais do que interessante, acredito que a autora tenha pecado demais na construção do enredo em si, principalmente no que se trata do desenvolvimento dos personagens e do enredo como um todo.

Raiva. Anna sentiu raiva. A sociedade poderia não esperar o celibato do conde, mas certamente esperava isso dela. Ele, por ser homem, poderia ir a casa de má reputação e aprontar por toda a noite com criaturas sedutoras e sofisticadas. Enquanto ela, por ser mulher, deveria ser casta sem nem ao menos pensar em olhos escuros e peitos cabeludos. Simplesmente não era justo. Nem um pouco justo.

O enredo de O Príncipe Corvo se desenvolve tão rápido que a sensação que eu tive era de estar correndo uma maratona. Todos os plots criados pela autora são apresentados de supetão e resolvidos de uma página para a outra sem muita explicação. Há tanta coisa acontecendo na história além do romance principal, que você não sabe exatamente no que focar a sua atenção primeiro. O mesmo acontece em relação ao romance dos personagens principais que, apesar de ser muito bonito de se acompanhar, não tem profundidade e o leitor não consegue sentir que realmente existe amor além do desejo e da atração física que obviamente eles sentem um pelo outro.

Felicity foi o meu maior problema o livro inteiro. Uma personagem secundária que é apresentada aleatoriamente, que não tem nenhum tipo de influência na história e que é simplesmente descartada sem nem ao menos ter a chance de justificar o porquê da sua existência. Dado aos motivos pelos quais ela supostamente estava no livro, eu realmente esperava que ela fosse muito mais “vilã” do que ela realmente. Eu esperava que ela se destacasse ou que fizesse alguma coisa que me chocasse ou pelo menos me prendesse o suficiente na história. Mas não foi isso que aconteceu, não é? Felicity que tinha muito o que contribuir para O Príncipe Corvo, foi mais um plot desperdiçado pela autora, infelizmente.

Dreary ficou por ali por mais um tempo e então deve ter ido embora, porque, depois de alguns instantes, Edward descobriu que estava sozinho. Ele se sentou diante do fogo apagado em seu quarto, sozinho.
Mas era assim que, até muito recentemente, ele estava acostumado a viver.
Como um homem sozinho.

Apesar de inúmeros pontos negativos, eu tenho que admitir que os personagens principais realmente formam um bom casal romântico. Eu gostei muito da Anna enquanto heroína, ainda mais por ela não ser passiva e não ficar esperando que as coisas simplesmente acontecessem com ela. Acho que o fato de ela ter dado o primeiro passo para conquistar Edward, considerando a época em que o livro se passa, foi uma das cenas mais “empoderadas” do livro. E Edward, por ser um personagem inseguro e cheios de traumas pessoais, onde cabe a Anna mostrar para ele que sim, ele merece ser amado profundamente como qualquer outro ser humano, torna essa inversão de papéis ainda mais perfeita. Hoyt acertou muito quando resolveu apostar nesse casal.

Não vou dizer que O Príncipe Corvo foi uma experiência de leitura ruim, porque não foi. Minha maior preocupação em romances desse tipo é em como a autora vai desenvolver as cenas de sexo e em como o sexo em si vai influenciar na relação dos personagens principais. E eu gostei bastante de como a autora não usou o sexo como “algo a mais” na história, mas fez com que o ato tivesse suma importância no enredo em si e trouxesse consequências para o casal principal. Eu gostei muito do envolvimento físico dos dois, acho que fez com que eles se tornassem um pouco mais real para mim.

Eu tenho muita esperança que no segundo livro da série, O Príncipe Leopardo, as coisas sejam um pouco diferentes, até porque o enredo tem uma “pegada” completamente diferente. Elizabeth Hoyt tem uma boa escrita, consegue construir boas cenas de sexo e traz heroínas apaixonantes e independentes, porém, a autora peca demais no desenvolvimento da história, deixando várias pontas soltas pelo caminho e personagens que tinham tudo para trazer um “a mais” para a história, mas que acabaram sendo esquecidos ou ofuscados pelo romance. Confesso que, com todo o hype em cima do livro e todos os comentários positivos que eu vi sobre o livro, esperava terminar essa leitura com uma sensação diferente. Foi uma boa leitura? Foi. Mas poderia ter sido muito melhor.

site: https://www.laoliphant.com.br/resenhas/resenha-principe-corvo-elizabeth-hoyt
LBL 30/05/2018minha estante
Concordo em gênero, número e grau, tanto que nem continuei a trilogia. E olha que eu sou difícil de não continuar uma trilogia, viu!




Raquel Soares 26/05/2018

Gostoso de ler
Anna é uma viúva precisando de um emprego e Edward de Raaf é um aristocrata precisando de um secretário. Os dois se sentem atraídos um pelo outro quase q imediatamente. Edward é grosso, sincero, tem seus traumas e é uma pessoa extremamente sozinha. Enquanto Anna é forte, tem uma mãe/sogra, é altruísta e principalmente, não se deixa intimidar pelo conde. Ela se revolta pelo fato de os homens poderem satisfazer seus desejos e não sofrerem nada por isso, enquanto as mulheres por sua vez não podem fazê-lo sem serem mal faladas e arruinadas para sempre. Juntando isso, o desejo q tem por Edward e o fato de não querer vê-lo com nenhuma outra mulher, ao saber q ele vai à um bordel, ela decide se passar por prostituta e ter uma noite com ele. A partir daí muitas coisas acontecem! Hahahah
Esse é um romance quente, divertido e muito gostoso de ler! Super recomendo a leitura! Eu o devorei em um dia e mal posso esperar pra ler o próximo!
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Samila Moura @soresenhasdelivros 23/05/2018

O Príncipe Corvo - Elizabeth Hoyt
Já faz algum tempo que li esse livro, mas tinha que deixar meu parecer sobre ele.
Confesso que romances de época tem sido meu vício ultimamente, sempre estou inclinada a lê-los rsrsrs.

A história de O príncipe Corvo se passa na Europa do século XVIII, mais especificamente no ano de 1760 marcado como início da revolução industrial. Nesse período as mulheres começam a desempenhar alguns papeis na classe trabalhadora_ já que as fabricas necessitavam de sua mão de obra_ quando elas saiam de seus lares para trabalhar, não era para ocuparem cargos importantes, pois na maioria das vezes elas não possuíam qualificações e nem estudo necessário para assumir esse tipo de tarefa.

Resenha:

Anna Wren é um a jovem viúva a seis anos, que mora com sua sogra. Depois da morte do seu marido ela e a sogra passa a ser as provedoras da casa, já que o falecido não deixou uma herança grande o suficiente para as duas viverem confortavelmente bem.
A sogra dela trabalha como dama de companhia, porém o ganho não era o suficiente para manter as duas, forçando Anny a procurar uma nova fonte de renda para sustentar o lar.

Anna se candidata a vaga de secretária (cargo nada comum para ser assumido por mulheres na época) na casa de Edward de Raaf, o conde de Swartingham. No entanto é um cargo difícil de se permanecer por mais de alguns dias, não por causa dos empregados é claro, mas sim devido ao forte temperamento do conde, sempre mal-humorado e grosseiro. Porém, ela não será somente capaz de ocupar o cargo, como também fara o coração do conde balançar por ela.

“— Ouvi algumas pessoas dizerem que meu temperamento é um tanto... — Ele fez uma pausa, aparentemente em busca de uma palavra. (...) Anna o ajudou. (...) — Selvagem? (...) Ele estreitou os olhos e a fitou. (...) — Feroz? (...) Ele franziu o cenho e abriu a boca. (...) Ela foi mais rápida (...) — Bárbaro?
O conde a interrompei antes que Anna pudesse acrescentar mais alguma coisa a lista.
— Sim, bem vamos simplesmente dizer que isso intimida algumas pessoas. — Eu não queria intimidá-la, Sra. Wren. (...) — Não intimidou.”

Continue a leitura da resenha no blog.

site: https://soresenhadelivros.wixsite.com/srdl/blog/o-principe-corvo
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Emily 21/05/2018

Desenvolvido meio monótono, mas convincente.
O Príncipe Corvo:

Leitura super fluida, li o livro bem rapidinho, em 2 dias praticamente e rapidamente me envolvi na história junto com os personagens, mas achei monótono, bem paradão. Demorou bastante pra algo engatar no relacionamento dos dois e várias outras coisas foram acontecendo ao mesmo tempo, o que fez a narrativa perder um pouco o fio da meada. Acontecia muitas outras coisas em paralelo com o foco principal do livro, então acredito que isso retardou a evolução da história.

O final foi bem fofo e clichêzinho como gosto, mas ainda assim, meio rápido demais, com soluções deixadas para última hora e de repente, facilmente resolvíeis. Além do fato de termos uma vilã aqui, coisa que gostei e não gostei, pois até então não tinha lido nenhum romance de época com um antagonista marcando presença tão forte, mas que foi deixada de lado de uma hora pra outra. Enfim, conclui o livro satisfeita com a leitura, mas senti que se não fosse o desenvolvimento tão demorado, o enredo poderia ter me encantado mais.

Nota: 3,75/5 (não acho justo dar nota 3,5 porque gostei, mas também não foi ótimo para um 4.)
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Samanta 15/05/2018

Esse livro não me convenceu
Estava bem empolgada para lê o livro O Príncipe Corvo, tanto pelos comentários positivos quanto pela premissa, que conta a história de uma mulher a frente do seu tempo. Mas logo de inicio percebi que era mais uma história “A Bela e a Fera”, com personagens que não são da mesma classe social, mais um romance clichê. O livro tinha tudo para ser bom, pela característica posta na personagem principal, de ser uma mulher forte, determinada, que não se importa com as opiniões alheias, mas a autora forçou muito no desenvolvimento da personagem, tornando história maçante e previsível. Tentei dá uma chance a ele, continuar a leitura para vê se melhorava, mas não ocorreu só piora. Abandonei logo nos primeiros capítulos. Pois não estou com tempo pra desperdiçar com livro ruim, tendo tantos livros pra lê. rsrs
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Camila 01/05/2018

SR. EDWARD E SRa ANNA
O príncipe corvo
Personagens:
Mãe Wren- Sogra do falecido marido de Anna
Anna- Protagonista
Fanny- Doméstica adotiva de mãe Wren.
Edward- o conde (Lorde Swarting)
Hopple- Seu secretário
Felix- Secretário do Conde que se demitiu
Resenha:
Anna, uma viúva respeitada perante a sociedade, entra em uma condição financeira complicada, onde precisa arrumar uma forma de sustentar a si e sua família, que são sua sogra, e a empregada, que trabalha para ela, desde que ela era pequena.
Anna acaba descobrindo por coincidência que o conde que se mudou para a cidade, precisa de um secretário, ela então, se candidata, naquele tempo não era comum uma dama trabalhar, e os secretários que auxiliavam o duque na parte administrativa eram todos do sexo masculino, mas Anna conseguiu esta oportunidade, e não há deixou escapar.
Anna passa a trabalhar para o conde Edward, e assim descobre seu segredo, que ele freqüenta um bordel a auto luxo na cidade de Londres. Anna então tem a idéia de se passar por uma dama de companhia, para que pudesse ter uma noite de amor com o conde, no local que ele freqüentava sua sorte, começa quando ela ajuda uma mulher na estrada, e descobre que ela trabalha neste local, e que sua irmã é uma das associadas ao Grotto de Afrodite, local onde o duque freqüenta Anna então decide ir atrás dele, neste local, e passar uma noite com ele.
O titulo do livro, baseia-se em um livro que Anna encontra na biblioteca do duque, e que ela leu aos poucos Anna, começa a nutrir sentimentos pelo conde, e repudiam por saber que ele freqüenta o bordel, seus sentimentos começam a aflorar por ele. Anna vai e passa a noite sem se identificar no Bordel, e acaba tendo duas noites de amor com o conde, ela pensa em voltar na terceira, mas desiste por ser arriscado, assim que um homem também da alta sociedade a vê, tenta agarra - lá, mais tarde quando já esta em relacionamento sério, e prestes a se casar com o príncipe, ele a chantageia, e a ameaça, assim Edward vai atrás dele, e defende Anna, só juntando as peças no final é que o conde Edward descobre que Anna, é a dama misteriosa, que não retornou na terceira noite, e vai atrás dela, em sua casa, esclarecer a situação.
O baile que acontece na redondeza, a amiga de Anna, entra em trabalho de parto, e ela e o conde presta os primeiros socorros, assim o conde, confessa, para Anna, que sua mulher e o filho que ela esperava (um menino), falecem no parto, e que ele é o último de sua geração familiar, não contendo parentes próximos, e que seu objetivo, era casar-se com uma dama, que construísse família com ele, e o amasse. Depois deste momento Edward percebe que esta se apaixonando por Anna, e encaixam as peças descobrindo que ela era a dama misteriosa no bordel, novamente eles vão para Londres juntos, mas desta vez para a casa de Edward e Anna, e ele, fazem amor novamente, logo depois alguns meses, ficam noivos, no final Anna, e Edward formam uma família, e tem dois filhos, (meninos), logo depois de pouco tempo Anna descobre que esta grávida novamente e mais um filho se encontra a caminho, tudo isso ocorreu após três anos dos dois estarem casados, e em completa sintonia de amor.
EIXO CENTRAL:
Anna e Edward mesmo sem saber, a medida que a história narra, sempre foram apaixonados um pelo outro, e ela foi atrás de seu amor por ele. Mesmo com as contradições de pessoas a sua volta que ameaçaram seu namoro, o sentimento que era nutrido entre eles ficou mais forte, e ele a conquistou, por mais que Anna a resistisse estava completamente apaixonada, e amando Edward.
Palavras Chaves: Amor- Honra- Diálogo.

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Joi Cardoso 25/04/2018

Um romance de época diferente e viciante!
Viúva há cinco anos e administrando o pouco dinheiro que seu marido lhe deixou, Anna Wren se vira como pode para sustentar a ela e sua sogra. As coisas não vão bem e logo ela precisará encontrar um emprego que lhes sustente. A oportunidade de trabalhar na propriedade do mal-humorado Conde de Swartingham parece perfeita, mas com um único, porém, foram poucos os homens que conseguiram trabalhar com o rude homem. Tal empecilho não atrapalharia a obstinada senhora e a urgência de preencher a vaga, e a ousadia e personalidade de Anna acabam contribuindo para que Edward de Raaf cedesse o emprego a ela.

A proximidade diária e a conversa desprendida, acaba atiçando as primeiras fagulhas entre o casal, mas Edward não entende, como uma simples mulher pode mexer tanto com seus desejos e Anna, há muito tempo sem a companhia de um homem, acaba sentindo o mesmo pelo solitário conde. Numa busca inocente em seu escritório, Anna acaba descobrindo que Edward é um cliente assíduo de um famoso bordel em Londres e que logo pretende visitar o local para saciar suas necessidades masculinas, que parecem bastante afloradas ultimamente. Anna acha a ideia bastante tentadora e ciente dos planos do conde, decide que também pode saciar suas vontades e se possível, com o próprio conde, mas sem que ele saiba sua real identidade.

A leitura de O Príncipe Corvo é incrível! Já fazia um tempo que eu não me deliciava tanto com um romance de época. A leitura fluiu bem, foi divertida, romântica, sensual e descontraída. Elizabeth Hoyt soube envolver o leitor numa trama inteligente, com um proposito maior e que cativasse o suficiente. O enredo é direto e os acontecimentos não demoram muito para se desenvolverem. O que pode ser interpretado como um ponto menos para alguns leitores, mas para mim não. Não me senti nem um pouco lesada com uma história mais corrida ou qualquer coisa do tipo, pelo contrário. Gostei do ritmo da história e da sua fluidez.

A cereja de O Príncipe Corvo sem dúvidas é Anna Wren, uma protagonista que não espera que o destino tome as rédeas de sua vida, mas sim uma que vai à luta pelos seus desejos e necessidades. É importante destacar que esta história se passa no século XVII, quase cem anos antes do cenário habitual que encontramos em outros romances de época. O fato da personagem resolver trabalhar e até mesmo a vontade de se envolver, primeiramente, sexualmente com um homem, são atitudes empoderadas de uma mulher amarrada pelo seu tempo, e eu adorei acompanhar isso na leitura. Edward por sua vez, cumpre seu papel de mocinho taciturno, que afasta tudo e a todos a sua volta, porém, logo é possível notar que o personagem carrega cicatrizes do passado, com um mecanismo de defesa moldado durante anos contra todos que lhe julgam pela aparência.

Particularmente, tramas que envolvem personagens com inseguranças e com traumas pessoais sempre me atraem e eu adoro quando autores exploram o significado a beleza interna. Só este quesito já seria um atrativo, mas além disso, O Príncipe Corvo falará também sobre a igualdade entre os sexos, só este tipo de abordagem, desenvolvido em um romance de época já fora um marco para o gênero. Desta forma, de modo irreverente, característica bastante própria da autora, iremos perceber também pequenas críticas a sociedade, já corriqueiros no gênero.

O Príncipe Corvo acerta por apresentar ao leitor personagens mais próximos de nós e mais humanos. Elizabeth Hoyt me pegou aí, com assuntos relevantes, mas sem perder a graça, sua história é viciante.

> Confere a resenha completa de O Príncipe Corvo que fiz lá no ED!

site: http://www.estantediagonal.com.br/2018/03/resenha-o-principe-corvo.html
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