Com o mar por meio

Com o mar por meio José Saramago
Jorge Amado




Resenhas - Com o mar por meio


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hanny.saraiva 01/12/2018

E o mar, onde fica?
Apesar de esperar mais sobre as correspondências, as cartas possuem valor histórico e de amizade que vale a pena ler, mas não vale o preco que o livro está sendo vendido.

Há uma formalidade na relação das duas famílias que me lembra um pouco aristocracia europeia de se relacionar, mas o carinho está ali, apesar da pomposa escrita.

Esperava mais tambem do projeto grafico. Achei simples demais.
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regifreitas 15/01/2018

Nesta obra encontramos um conjunto de cartas, bilhetes, cartões e faxes trocados entre Amado e Saramago, entre os anos de 1992 e 1998. Bela edição da Companhia das Letras, ilustrada por fac-símiles da correspondência entre os dois autores, além de fotos pessoais e de arquivo.

Quem espera algo mais pessoal ou mesmo discussões sobre o fazer literário dos dois autores pode se frustrar um pouco. O teor da correspondência é centrado basicamente em amenidades do dia a dia, felicitações sobre o recebimento de prêmios e comentários sobre a participação em eventos, bem como viagens empreendidas pelos dois escritores ao longo do período em questão.

Ambos também já sentiam na época a aproximação de um Nobel de Literatura para um escritor de língua portuguesa, sempre gracejando e conjecturando de forma cordial para quem o prêmio iria. Os autores, inclusive, tinha acordado que, independente do ganhador, o outro comparecia (“sem inveja nem rancor) à cerimônia de premiação na Noruega, como forma de prestigiar e homenagear o vencedor e principalmente a consagração da literatura em língua portuguesa. Infelizmente, Jorge Amado não pode cumprir o pacto – na época já encontrava-se bastante doente e sem condições de viajar.

Esta leitura fez parte do Desafio Livrada! 2018, na categoria: um livro ilustrado (que não fosse HQ).
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Rafa.Medeiros 10/08/2017

Com o mar entre dois amigos
Homens de suas terras, amigos dos amigos, dois enormes nomes da língua portuguesa que marcaram o século XX com seus talentos.

Este livro nos revela o conteúdo das cartas trocadas entre José Saramago e Jorge Amado, dois amigos tardios que estabeleceram um forte laço de amizade. Saúde, saudades, expectativas a respeito do Nobel, de tudo conversavam: "já se sabe que todos os dias são bons para desejar felicidades aos amigos", escreveu José a Jorge.

"Em Paris, Roma, Londres, no fim do mundo, Jorge Amado recordará o Brasil e, no seu coração, em vez da lenitiva mágoa dos ingênuos, sentirá a dor terrível de perguntar-se: "que posso eu fazer pela minha terra?" - e encontrar como resposta: "Nada".
Porque a pátria é só de alguns, nunca de todos, e os povos servem os donos dela crendo que a servem a ela. No longo e sempre acrescentado rol das alienações, está é a maior."
(Pág. 17)
Veronica 24/07/2018minha estante
Oi. Desculpe o "nada a ver", mas seu livro também veio com a lombada solta? Comprei um que veio assim, mas todos da loja estavam do mesmo jeito, então não sei se é defeito ou normal.




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