O Labirinto dos Espíritos

O Labirinto dos Espíritos Zafón




Resenhas - O Labirinto dos Espíritos


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Emerson 19/09/2017

Maravilhoso
"Uma história não tem princípio nem fim, só portas de entrada.
Uma história é um labirinto infinito de palavras, imagens e espíritos em conluio para nos revelar a verdade invisível sobre nós mesmos. Uma história é, em definitivo uma conversa entre quem narra e quem escuta, e um narrador só pode contar até onde vai a sua perícia, e um leitor, só pode ler até onde está escrito em sua alma."


Com muito pesar, finalizo O Cemitério dos Livros Esquecidos. Foi uma experiência e tanto. Fiz leitura conjunta com um amigo que de certa forma me instigou a leitura de A Sombra e do Vento, e foi maravilhoso.
O Labirinto dos Espíritos tem uma pegada diferente dos outros livros da série. Boa parte do livro é um romance policial, mas que aos poucos os mistérios vão se encaixando com a trama dos outros livros. Estava considerando uma excelente leitura desde o início, mas até certo ponto não achava que tinha a pegada sentimental que A Sombra do Vento. Mas em alguns trechos superou, e o final então...chorei, simplesmente minha série favorita de não fantasia. Com certeza irei visitar novamente O Cemitério dos Livros Esquecidos.
Daniel, Bea, Fermín, Juan, Julián Carax, Julián Sampere, David Martin, Isabella, Alicia, todos vocês tem um lugar guardado no meu coração.
Jeff 22/07/2020minha estante
Neste momento que termino de ler mais uma inesquecível memoria deste grade autor me encontro e muma profunda sensibilidade ao saber que Carlos Ruiz Zafon partiu e não poderá nos dar mais grandes obras como esta. O labirinto dos espíritos assim como suas outras obras me fizeram e fazer me apaixonar pela vida e guardar memórias que lembrarei eternamente.Daniel, Fermin, Alicia, Vargas, David, Vítor... Não esquecerei suas histórias e o perfil de cada um que me retrataram sensações de alegria e tristezas.




Marco 18/09/2017

Zafón. <3

Com o rosto ainda marcado pelo caminho que as lágrimas trilharam, escrevo para contar que há um minuto ou dois terminei de ler “O Labirinto dos Espíritos”, de Carlos Ruiz Zafón, o quarto e último livro da série “O Cemitério dos Livros Esquecidos”.

Eu que passei boa parte do meu dia pensando se deveria escrever ou não, sobre mais uma notícia catastrófica anunciada pelos meios de comunicação, me sinto feliz por não tê-lo feito. Escrever sobre o assunto anuviaria meu coração e me impediria de captar a essência quase liquida da última construção lançada por Zafón.

Meu coração ainda está com Julián Sempere e seu último e derradeiro capítulo. Que alma bonita Zafón construiu para dar voz ao final de uma das narrativas mais envolventes que eu já tive o prazer de ler. Quantas e quantas vezes mais eu vou sonhar com abóbadas de cristal e uma luz translúcida que me transporte com tanta sinceridade para um universo onde as palavras, tão ao contrário do mundo real, façam sentido e construam arabescos incrustados de beleza tão etérea e evanescente?

O fato é que Zafón construiu o livro que eu sempre quis construir. Julián Carax e Daniel Sempere, juntos, são a combinação do homem que eu sempre almejei ser. Andreas Corelli sempre foi meu maior medo, assim como Fumero e Valls espelham o mundo real.

Que Barcelona me conceda a oportunidade de visitá-la, um dia, e que, ainda se o requinte quase decrépito de uma sociedade pós-guerra que emerge lentamente tiver desaparecido, eu possa ao menos respirar e tomar um café naquela porta de entrada da qual a literatura cria em mim um labirinto de espíritos.

A sombra do vento é o repouso do prisioneiro do céu.
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Mandark 12/10/2017

Porque nunca esquecerei!
Lembro que a última vez que realmente chorei desconsolado foi quando recebi a notícia que meu tio faleceu. Não sou de chorar. Dificilmente deixo qualquer coisa me abalar a ponto de me entregar às lágrimas. Isso até hoje!
Todos os livros do Zafón tem a capacidade mágica de me emocionar! Sua escrita arrebatadora me presenteou com aquele que é sem dúvidas o livro que mais me marcou em toda a vida: "A Sombra do Vento". Um livro que já reli quatro vezes e que conseguiu me emocionar e me encantar em cada uma dessas vezes.
Durante os últimos quinze dias, depois de adquirir "O Labirinto dos Espíritos", reli toda a série novamente com a intenção de adentrar esse último volume com a memória fresca e entrar de embalo numa narrativa inédita que eu nunca duvidei que iria me prender completamente até a última de suas quase 700 páginas.
Não sei se estava já propenso à emoção, mas nada me preparou para as lágrimas que me esperavam nas últimas 150 páginas desse livro... Reencontrar Julián , Isabella, David, Nuria, Daniel, Fermín, Bea... Conhecer Alicia... Tudo culminou em um final que me arrancou soluços em meio às lágrimas.
Tenho certeza que muitos não compartilharão dos meus sentimentos e podem até considerá-lo exagerado... Mas não tenho como descrever a melancolia que me dominou ao ler a última frase dessa longa história que me acompanha a tantos anos, quando escolhi "A Sombra do Vento" numa prateleira da livraria, um livro recém lançado no Brasil de um autor que eu nunca tinha ouvido falar e que hoje considero um bom amigo, assim como cada um dos seus personagens...
Porque se existe algo que nunca me esquecerei é que "nós existimos enquanto alguém se lembra de nós"... E enquanto eu viver jamais esquecerei cada um desses meus amigos que estão eternizados na minha estante para cada uma das inúmeras vezes que ainda me aventurarei em suas mágicas páginas para reencontrá-los!
paula 29/10/2017minha estante
Mandark, tô muito grata pela sua resenha pois assim encontro alguém que me entende. Enquanto lia as ultimas páginas do livro eu, tive que parar um pouco porque as lágrimas nem me deixavam mais enxergar direito. (Nem digo que desabei com a história de Isabella, não sei se foi mais de ódio ou amor). E quando finalmente terminei a leitura, eu só chorava da dor imensa da saudade e saber que tudo acabou. Não é exagero, Zafón sabe mexer com a gente mais do que imaginamos. Ainda não estou recuperada e não sei se algum dia irei.


Mandark 30/10/2017minha estante
^^ Zafón veio realmente destruir nossas estruturas com esse último livro... Toda vez que encontro alguém que compartilha meus sentimentos por essa série meu coração se enche de alegria... Obrigado por ter comentado... *---*




Olana - @aleituradehoje 19/02/2020

Chave de Ouro
Essa foi minha primeira leitura do ano. Com certeza foi uma forma de começar o ano com chave de ouro.

Alem disso, tenho um amor chamado Zafon e agora que finalizei a série, sofro de saudades dessa leitura tão deliciosa e de seus personagens tão queridos.

Zafon me conquistou na primeira página, do primeiro livro. E dentre vários momentos, nos quatro volumes, ele falou também (ao menos me pareceu) sobre a alma dos escritores. Em meio a Barcelona de Franco, com um cemitério de livros esquecidos, a pequena livraria Sempere e personagens lindamente descritos, eu escutei um pouquinho sobre os escritores, seus sonhos e frustrações. Acredito, realmente, que ele pode ter falado também de si mesmo e se não falou mais um ponto: foi tão genuíno, tão profundo que eu acreditei (tá certo que posso ser um tanto simplória, mas Zafon realmente me tocou).

Inclusive, tenho certeza que em algum lugar de Barcelona, em alguma rua, em algum prédio, existe a entrada para um labirinto de livros. Todos os livros do mundo já lançados estão lá. Muitos foram esquecidos por nós, mas estão lá, esperando que alguém os descubra e os tire do esquecimento. Em um país que boa parte da população não lê (incluindo por não querer) e que tem um presidente que fala ?(...) tem muita coisa escrita, tem que suavizar aquilo? é impossível, para quem ama ler, não ficar profundamente tocada com a mensagem. Eu preciso acreditar que aquele lugar existe.

Dentre os personagens, conheci um dos mais amados (se não O Mais) que já passaram nessa minha vida de leitora: Fermin Romero de Torres. Ele foi o causador das melhores risadas e das lágrimas mas doídas. Quem já leu, sabe do que falo. Sua história de vida, tudo que passou, viveu e conquistou... sua relação com a vida. Suas máximas... - Ah! Fermin! Queria que você existisse de verdade. Eu sei que muitos passaram pelos horrores que você passou... queria que eles tivessem se salvo como você.

Fermin, Daniel, Julian, Bea, Juan, Isabela, David, Alicia... obrigada por tudo. De verdade. Foi um caminho maravilhoso esse que percorremos.

Deixo aqui uma conclusão clássica minha: só lendo!
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Adriano 27/05/2020

O Labirinto dos livros Esquecidos
O desfecho de uma das melhores sagas literárias de todos os tempos.
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Tamirez | @resenhandosonhos 02/08/2018

O Labirinto dos Espíritos
Eu, sinceramente, não sei nem por onde começar essa resenha. Se eu me recordo bem, a primeira vez que eu li A Sombra do Vento eu tinha apenas 13 anos. De lá pra cá já se passaram quase 15 anos e mais duas leituras. Até bem pouco tempo atrás eu estava contentada em finalizar a história em O Prisioneiro do Céu, mas meu coração deu um grande salto quando O Labirinto dos Espíritos foi anunciado. Essa é uma das histórias da minha vida, que pra sempre, seguindo leitora ou não, eu vou mencionar e recomendar.

A história dos Sempere sempre conversou muito comigo, Daniel sempre foi um dos meus personagem favoritos e eu simplesmente não visualizava Zafón entregando uma história que superasse a do primeiro volume. Eis que eu estava enormemente enganada. Mesmo sendo o primeiro ainda o meu favorito, O Labirinto dos Espíritos é, sem dúvidas, o melhor livro da série e, ao meu ver também, do autor.

“A maioria dos mortais nunca chega a conhecer seu verdadeiro destino; simplesmente, somos atropelados por ele. Quando levantamos a cabeça e o vemos se afastar pela estrada já é tarde demais e temos que trilhar o resto do caminho pela valeta daquilo que os sonhadores chamam de maturidade.”

Se você está lendo essa resenha eu presumo que já tenha lido os demais volumes e saiba que há uma gama grande de personagens e teias que foram desenvolvidas nos outros livros. Aqui, o que o autor faz é costurar absolutamente todos esses personagens em algo só. Mesmo eu, que a pouco tinha feito a releitura, tive que puxar da memória algumas pessoas, porque tudo está incrivelmente conectado e de forma muito sagaz.

Quando eu li a sinopse pela primeira vez não fiquei contente em ter uma nova “protagonista” em cena, e confesso ter começado a leitura de pé atrás. Porém, logo após os primeiros momentos, já foi fácil entender porque ela está ali. Não é apenas uma inserção nova, há uma conexão forte, como sempre há. Além disso, mesmo sendo uma pessoa fechada e com seus altos e baixos, é alguém por quem conseguimos sentir e se relacionar. Ela tem problemas, sente dor, é atormentada, ao mesmo tempo em que é inteligente e destemida. Há vários momentos em que temi por ela e isso fez com que eu visualizasse o quanto já havia me afeiçoado à personagem.

“Uma história não tem princípio nem fim, só portas de entrada.”

Daniel também tem seus momentos e é incrível ver o quanto ele está diferente do menininho que foi pego pela mão pelo pai e levado ao Cemitério dos Livros Esquecidos há vários anos atrás. Nós, leitores, o vemos crescer, não só pela contagem de tempo, mas pelo amadurecimento de sua jornada, pelos tormentos e lembranças que ficaram marcados em sua alma, por tudo o que ele passou e o que ainda está por vir.

Uma das coisas que mais me conecta com a obra de Zafón é que suas narrativas são verdadeiras, suas criações são reais, palpáveis. Não há um único final feliz, porque a vida não é verdadeiramente feita deles. A gente vence um dia de cada vez sem perder as marcas do que já nos feriu, sem esquecer as lições do passado, sem ignorar que já vivemos um longo tempo e que aprendemos mais e mais em cada momento. Daniel pode não ser mais o menino inocente a quem eu fui apresentada no princípio de tudo, porém também não sou a Tamirez de 13 anos que o conheceu.

E, novamente diferente dos outros livros dele, o que temos aqui é outro jeito de contar essa trama. Enquanto A Sombra do Vento é sombrio, O Jogo do Anjo melancólico e triste, O Prisioneiro do Céu uma jornada com pitadas de humor, O Labitinto dos Espíritos é uma aventura investigativa realmente pelos olhos de alguém que vive de analisar pistas. E eu preciso dizer que também acho incrível? O quanto cada pedacinho dessa história passa por estilos diferentes e confere ao leitor sensações diferentes. E, também diferente dos outros, que reza a lenda, podem ser lidos separadamente, eu não recomendo de forma alguma que você pegue esse último sem ter passado pelos três anteriores.

“Meu nome é Isabella Gispert e nasci em Barcelona no ano de 1917. Tenho vinte e dois anos e sei que nunca vou completar vinte e três.”

Esse é um livro sobre a verdade. O que realmente aconteceu com cada uma das pessoas que amamos acompanhar. Qual a história de Isabella, sua ligação com David, os mistérios da família Sempere, os elos com os escritores malditos, o valor do cemitério dos livros esquecidos, o desaparecido Mauricio Valls, o irreverente Fermin, nosso adorado Julian Carax e o novo e pequeno Julian Sempere. Alias, esse último, que especial o que Zafón fez aqui. Se a história como um todo em sua magnitude não fosse o bastante, fomos presenteadas com as últimas dezenas de páginas com as quais eu chorei copiosamente, pelo peso e pela tristeza de me despedir, dessa vez de forma permanente. Que especial ver o quanto a mente desse autor deu voltas e voltas pra nos entregar algo lindo, emocionante e amarrado em cada ponta. Todos os nós foram desfeitos, todas as cartas estão na mesa e, junto com elas, o peso que cada uma representa sobre os personagens. Como eu disse, Carlos Ruiz Zafón não é conhecido por seus finais felizes, mas certamente ele sabe criar bem aqueles que ficam marcados na memória.

Foi uma jornada incrível! E eu sei que mesmo dando tchau agora, daqui a alguns anos vou voltar e reler tudo de novo e mais uma vez. Essa série de livros é preciosa demais pra mim pra ficar esquecida na estante. E eu, sinceramente espero que eu tenha convertido algumas pessoinhas em direção a esses livros desde que voltei a falar sobre eles. Porque compartilhar livros incríveis é algo muito especial.

O Labirinto dos Espíritos encerra a série do Cemitério dos Livros Esquecidos de forma maestral e deixa um vazio enorme no meu coração de leitora. Porém, valeu cada minuto passado junto a esses livros, compartilhando um pouquinho da vida com esses personagens. Espero que a jornada tenha sido bela pra vocês também .

site: http://resenhandosonhos.com/o-labirinto-dos-espiritos-carlos-ruiz-zafon/
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Kate 15/09/2020

Obrigada pela viagem, Zafón!
O Labirinto dos espíritos é o último livro publicado da série O Cemitério dos livros esquecidos. Neste romance voltamos aos nossos personagens queridos como Daniel, Bea, Fermin e conhecemos mais um: Alícia Gris. Investigadora que está desvendando o sumiço de Maurício Valls, personagem que aparece também em O Prisioneiro do Céu. Ele encerra perfeitamente essa série de livros desvendando todas as dúvidas e mistérios. Nesta série de livros as histórias e personagens se entrelaçam fazendo você viajar pela narrativa.
Recomendadíssimo!
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Uma Leitora Compulsiva 15/09/2017

Melhor livro da vidaaaaaaa! Como sobreviver depois dessa série?
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Raquel.Cesare 27/04/2020

Já com muita saudade de Daniel Sempere e de Fermín, finalizo a leitura do livro. Último de 4 livros, O Labirinto dos Espíritos dá um desfecho emocionante para a história que se iniciou com A sombra do Vento. Eu poderia escrever tantas passagens belíssimas do livro mas essa me tocou em especial "Conte ao mundo as nossas histórias e nunca esqueça que nós existimos enquanto alguém se lembrar de nós." Leiam, vale muito a pena!
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Ana 25/02/2020

Não tem nada de místico
Sou suspeita pra falar de qualquer livro do Zafon. Meu autor preferido. Último livro da série " A sombra do vento". Simplesmente, como sempre, me tira da realidade e me leva pra um lugar engraçado, tenso e amoroso. Perfeito! Como todos os livros dele.
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Jose Ap F Ferres 08/03/2020

Livro desnecessário
Gostei da história.
Mas ela não precisava ser contato. Final de Sombra do Vento foi o suficiente.
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henriqueaveiro 31/07/2020

As verdadeiras consequências da guerra
Neste livro Zafón irá dar a liga que faltava para a malha de histórias dos demais livros virarem um patamar sólido e de estrutura totalmente interligada.

O livro vai mostrar como a guerra influenciou na vida de nossos queridos personagens e como os poderosos se beneficiaram as custas de muita gente inocente.

A história impressiona com um início desconcertante. Um personagem desaparecido que muda totalmente a maneira de como o leitor esperava encontrá-lo. Um mistério a ser desvendado por uma anti-heroína que um dia fora salva por um herói amigo de que muito gostamos.
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ana 29/06/2020

E aqui se encerra a saga do Cemitério dos Livros Esquecidos, de Carlos Ruiz Zafon...
Dos 4 livros, considerei o segundo melhor, pois fecha muitas arestas. Mas ainda não supera o primeiro, Sombra dos Ventos, obra que apresenta ao leitor de Zafon seu maior protagonista, Daniel Sempere...
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Francieli.Baldin 27/02/2020

Triste por acabar
Alicia me encantou, e chorei no final com uma dor no peito, nó na garganta com as notícias dela, porque tão solitária? vai ser uma ressaca literária daquelas.
E Leandro quem te viu quem te vê, bandido igual o Valls querendo esconder as injustiças e as atrocidades cometidas pela polícia, que revolta. Que triste as filhas de julian se suicidarem juntas, e o pai vivo.
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Eliza.Beth 01/09/2020

Obrigada Zafón!!!! ??
Muitooooo difícil me despedir desses personagens que estão comigo a meses nessa saga do cemitério dos livros esquecidos.
Arrebatou meu coração ????
Zafón, gratidão!
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