A Torre do Terror

A Torre do Terror Jennifer McMahon




Resenhas - A Torre do Terror


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Queria Estar Lendo 26/09/2017

Resenha: A Torre do Terror
A Torre do Terror, lançamento do Grupo Editorial Record, entrega uma leitura aterrorizante em meio a mistérios bem resolvidos e personagens cativantes - tudo o que um bom livro de terror precisa ter para te deixar com medo de virar as páginas.

O livro foi cedido em cortesia para resenha, e conta três histórias interligadas por uma torre. A primeira delas acontece no ano de 1955, acompanhando duas irmãs: Rose e Sylvie - seu pai é dono de um hotel bem conhecido ali em Londres, e construiu essa torre de pedra como um presente para a mãe. Tudo parece bem, até que Rose percebe coisas estranhas acontecendo por ali. E todas elas parecem ligadas a uma sombra que ela vê durante a noite. A segunda parte é em 1989, acompanhando três garotas: Amy, filha de Rose, e Margot e Piper, amigas da Amy. Elas também estão sempre no hotel, mas alguma coisa terrível aconteceu lá atrás, alguma coisa da qual pouco se entende. Uma tragédia esquecida no passado e escavada pelas três meninas curiosas. E, por fim, o arco de 2013, que acompanha Piper retornando ao hotel depois que Amy matou toda a sua família num tiroteio. Ou teria sido algo além do imaginado? Uma tragédia que ninguém, além de Piper, conseguiria desvendar?

A autora Jennifer McMahon intercala os passados e o presente de maneira magistral. Ela sabe exatamente quando parar um capítulo para carregar a tensão na trama, onde encaixar as revelações, quando fazê-las e quem vai estar lá para descobri-las. Suas personagens femininas foram bem construídas, cada uma com seu tipo de força e fragilidade - bastante humanas e reais, acima de tudo. Temos alguns personagens masculinos de importância para a história, o maior deles sendo Jason, esposo de Margot nos dias atuais, mas a trama gira em torno do ano de 2013, da sua relação com as tragédias do passado e como elas afetam o presente.

"Vovó me contou uma história que eu nunca vou esquecer, porque ela jurou que é verdade. É a coisa mais assustadora que já ouvi.Sr. Hitchcock, antes que eu continue, preciso fazer uma pergunta:O senhor acredita em monstros?"

Esse livro foi uma surpresa absoluta para mim. Eu não conhecia nada da autora, nem mesmo da obra em questão. Caí nela às cegas e não poderia estar mais feliz por isso! Que história arrepiante, senhoras e senhores. Desde O Iluminado e Caixa de Pássaros eu não me sentia tão imersa em um terror psicológico bem escrito; é o tipo de livro que te dá medo de avançar na história ao mesmo tempo em que carrega tanto no mistério e na tensão que te obriga a devorar as páginas para descobrir o que está acontecendo. Equilibra o suspense e o terror na medida certa, entregando uma história espetacular.

Piper é a personagem mais central da história, eu diria. Ela volta para Londres depois de descobrir sobre a morte de Amy - e o fato de a Amy ter assassinado quase toda a família - porque, aparentemente, essa tragédia tem algo a ver com o passado. Margot, sua irmã mais jovem, diz que Amy carregava uma foto de um acontecimento da sua infância, e essa foto é o gatilho para toda uma investigação envolvendo os três tempos em que o livro se passa. Gostei bastante da personalidade da Piper - em 1989 ela é uma adolescente curiosa, amedrontada e cautelosa, e hoje em dia é uma mulher responsável com vontade de fazer a coisa certa, mesmo que ela pareça arriscada demais. Suas interações com Margot e Amy lá em 1989 construíram muito da sua presença hoje em dia.

"- Tudo aqui está vivo, Rose. Você consegue sentir?"

Amy, através dos olhos de Piper, sempre foi uma aventureira rebelde cheia de energia. As duas têm uma conexão importante para a trama, e é isso que as guia nas investigações a respeito de um desaparecimento que ocorreu uma geração antes delas - na época de Rose e Sylvie.

Eis que estamos em 1955 e o cenário é outro: não existe tensão, pelo menos não até coisas estranhas começarem a acontecer ali no hotel. E todas parecem relacionadas à Sylvie, a doce e preciosa e perfeita filha mais velha do casal. Rose, sua sombra, investiga o que parece estar rondando a irmã, e aí nasce o terror que mais me fez querer sair correndo pedindo socorro. Duas cenas em questão - ambas envolvendo a torre - arrepiaram até minha alma. A obsessão da caçula com essa investigação e com os mistérios na torre construiu a aura de curiosidade nas páginas do livro, arrastando o leitor junto com a Rose conforme ela se aprofundava nos mistérios da torre, do hotel e do que quer que estivesse se aproximando.

"- Para algumas pessoas, Rose, é mais fácil fingir que as coisas que mais nos assustam simplesmente não existem."

O livro entrega uma história perturbadora e mescla bastante do terror psicológico com o imaginário. É uma trama complexa, mas quando as coisas começam a encaixar, aí as respostas surgem como tapas na cara. A Torre do Terror é bem completo, com um fim um pouco apressado que poderia ter ganhado mais umas dez páginas para soar perfeito ao tom anterior, que entregou tudo com calma e na medida certa, e com certeza vale a pena para quem gosta de uns sustos.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2017/09/resenha-torre-do-terror.html
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Dani Américo 22/04/2020

Um terror que vale a pena
Considerem bobeira se quiser, mas eu senti medo sim. A descrição das cenas, dos atos, das personagens... O cenário é incrível, o livro é muito empolgante, daqueles que vc fecha e fica pensando nele enquanto está no trabalho ou na escola. Não dá pra se confundir nos diferentes períodos descritos, ainda que tenha uma significativa diferença de épocas. Vc passa a se identificar e ter diferentes sentimentos pela irmã mais nova, não se sabe se ela é injustiçada ou paranóica, e isso faz o leitor se confundir sobre suas próprias conclusões. Tudo indica que o livro trata de um assunto, mas são indícios muito óbvios, da pra perceber que estamos sendo conduzidos para um plot twist, ainda assim, a jogada da autora é genial. Considero o final fechado, mas não negaria a leitura de uma possível continuação.
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Helen Chiapetti 29/07/2017

Você acredita em monstros?

“Concentre-se, não pense na coisa que está na torre”.

Década de 50: o Hotel da Torre, com seus 28 quartos era a atração da pequena cidade de Londres, Vermont. Lá moravam Rose, Sylvie e seus pais, proprietários do hotel. Viviam uma infância tranquila em meio aos hóspedes e apresentações com galinhas e vacas, até que a construção da estrada interestadual levou o Hotel à falência e a família começou a desmoronar. Em uma noite Sylvie desaparece sem deixar rastros, e concluíram que ela havia fugido para Hollywood, pois seu sonho era ser atriz. Contudo, o sumiço da irmã deixou Rose abalada, pois sentia que era culpada.

Década de 80: Amy, filha de Rose é uma adolescente inconsequente, sempre procurando algo para fazer, aventuras para viver. Mora no Hotel apenas com sua avó desde que a mãe foi internada por problemas mentais e dependência de álcool. Suas melhores amigas eram Piper e Margot, companheiras de aventuras. Porém, em um verão as amigas descobrem algo assustador escondido sob o decrépito hotel. A amizade das três então é bruscamente interrompida e cada uma delas seguiu seu caminho.

2013: Os anos se passam, Amy é quem mora agora no hotel com sua família. Em uma noite trágica todos são assassinados e a suspeita recai sobre a própria Amy, que teria cometido suicídio após o massacre. Junto de seu corpo despedaçado, uma foto é encontrada com uma anotação: “29 quartos”.

Quando Piper e Margot descobrem a respeito da mensagem deixada por Amy, elas são obrigadas a reviver as lembranças do momento em que encontraram a mala de Sylvie e o mal foi desencadeado. As irmãs sentem que Amy não foi culpada pelas mortes e tentam desvendar o que teria realmente acontecido naquela noite.
As memórias retornam então àquele verão em que as três descobriram o 29º quarto do Hotel da Torre. O início do fim de uma grande amizade.

O livro é narrado na visão de vários personagens, alternando entre o passado e o presente. Não é um livro de terror e sim um suspense muito bem construído. Gostei da escrita da autora, do enredo e de como ela ligou os pontos. Fiquei satisfeita com o final, cheguei a desconfiar durante a leitura, mas o final realmente é esclarecedor.
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Natália 18/03/2020

Misterioso. . .
Contanto a história de duas irmãs: Silvye e Rose Slater, A torre do Terror, consegue manter o mistério até o final. O livro tem uma narrativa gostosa e fluída, você se apega fácil aos personagens, consegue se imergir com facilidade na história e nos ambientes onde se passa tudo, conseguimos sentir as emoções, os sentimentos de revolta e de desespero. Por fim temos um final bom, mas de um certo modo previsível. O livro me fez pensar em várias possibilidades do que estava acontecendo e o motivo que levava a família Slater a manter o silêncio, ainda assim, não houve nenhuma passagem do livro que tenha particularmente me assustado. Contudo, a autora conduziu bem o suspense e a reviravolta da história acontece no momento certo. Gostei bastante!
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danda 14/06/2020

Super indico.
Sabe aqueles livros que você não quer deixar de lado um minuto,então..Adorei a narrativa. É contado no passado e presente,por vários personagens(adoro).
A história é bem construída,tudo se encaixa.Pena que acabou. Favoritei.
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Thamires 24/04/2020

Fraquinho
A escrita é fluida e rápida, mas é tão fraquinha com relação a tentativa de suspense sobrenatural.
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Isa 09/04/2020

O livro me prendeu do início ao fim, o que já é um fator muito bom. Mas além disso, a autora trabalha muito bem a escrita, conseguindo deixar o leitor tenso como pede a história e oscilando perfeitamente entre passado e presente, sem deixar a história confusa ou com pontas soltas.
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Geórgea 28/10/2017

A Torre do Terror
Em 2013, na cidade de Londres em Vermont, aconteceu um terrível crime. Amy, descendente da família que administrava o famoso Hotel da Torre com seus 28 quartos, e que levava esse nome por possuir uma réplica da torre de Londres, assassinou o marino, o filho e depois deu fim a própria vida de maneira brutal. Porém, desse macabro acontecimento, restou uma sobrevivente: Lou, a filha mais velha do casal. Antes de dar fim a própria vida ela deixou um bilhete com o seguinte: “29 quartos”.

“Pelo canto do olho, ela avistou um borrão de movimento, algo se mexendo na escuridão. E então lhe veio a mesma sensação de antes, aquela profunda impressão de que tinha alguma coisa ali no quarto, algo maligno que desejava causar-lhe mal.”

O que para muitos poderia não significar nada, significa muito para as irmãs Margot e Piper. Elas eram amigas de infância de Amy e juntas descobriram diversos segredos do passado, dentre eles o desaparecimento da tia de Amy, a jovem Sylvie que sumiu nos anos 50 sem deixar vestígios. Após desvendarem os segredos mais sombrios desse hotel, a amizade delas foi desfeita e cada uma seguiu seu caminho. O que elas não esperavam era que tudo isso fosse trazer de volta antigos medos.

Com diversos mistérios não explicados, a terrível presença dessa torre e um crime horrendo, as irmãs tentam juntar as peças desse quebra-cabeças. Encontrando antigas fotos e correspondências de uma jovem com seu diretor favorito, Alfred Hitchcock. O que levaria essa mãe a surtar e retalhar sua família? Por que as evidências não batem? Quais os segredos escondidos nesse hotel e nessa família?

Minha Opinião

Você acredita em monstros? A história gira em torno de diversos mistérios que fazem com o que leitor corra para antecipar os fatos e descobrir o que está acontecendo. Conforme as personagens avançam para desvendar o que está pairando no ar, ficamos ansiosos e esperando um susto a cada lance de escada, porta aberta ou lugar mais escuro. Por contar a história um pouco em cada ano, sentimos aquele desespero para pularmos logo para o final que contém a grande revelação. Pensei que gostaria muito mais da história, pelo seu começo, mas o final, apesar de ser aceitável pela forma como os fatos de se desenrolaram, deixou a desejar, pelo menos para mim.

O enredo é muito bem desenvolvido, sim. Por vários momentos questionei a minha sanidade ao ler e não entender o que estava acontecendo. Se o final fosse diferente, da forma que eu estava pensando que seria, acredito que seria muito mais proveitoso e faria com que o leitor ficasse surpreso, mas acabou sendo bem óbvio. O livro vai de 1955 onde um misterioso evento aconteceu, até passar por um trio de amigas que encontra algo sinistro no velho hotel em 1989 e finaliza com os eventos ocorridos no ano de 2013.

“Entrou na torre, com o coração acelerado. Era besteira sentir medo. Já tinha estado centenas, talvez milhares de vezes ali. Conhecia o formato de cada pedra, o sulco das tábuas do assoalho. Porém nunca estivera ali sozinha, à noite, no escuro.”

Dentre os envolvidos na trama, Margot é aquela típica mulher bela, recatada e do lar. Ela possui impedimentos que não a deixam participar das investigações, por isso, tudo acaba caindo nas mãos de Piper. A irmã mais independente e segura, que saiu e construiu sua vida enquanto a mais nova permaneceu na pequena cidade e lá criou laços. Duas irmãs, completamente diferentes e que precisam se unir para desvendar o que está acontecendo.

A melhor personagem dessa trama, sem sombra de dúvidas, é aquela que acabou desencadeando diversos acontecimentos decisivos na história. A tia Sylvie, que desapareceu sem deixar vestígios. Diversas são as teorias que giram em torno dela, uma menina viva e alegre, que sonhava em ser atriz. Ela realmente desapareceu ou será que fugiu de casa? Por que ela andava tão estranha dias antes do acontecido?

Essa é a uma trama que gira em torno dos questionamentos. Quem está mentindo nessa história? O que de fato está acontecendo? Por que algumas pessoas se comportam de maneira tão estranha? Diversas são as possibilidades. Poucas partes do livro se passam em 2013, aqui temos a história sobre o ponto de vista de vários narradores e em várias épocas. Talvez isso que faça com que a narrativa seja tão rica em detalhes e informações. É possível construir o que está acontecendo, conforme a forma que é apresentada e não nos perdemos nessa linha do tempo.

Temos segredos que sobrevivem por gerações e uma viagem no tempo. Algo que aconteceu nos primórdios e que só será explicado no final. Algumas coisas, confesso, achei bem óbvias e não fiquei surpresa ao constatar que estava certa. Mas, em outras, fui pega de surpresa ao perceber que deixei passar algumas pistas que estavam na minha frente. Segredos, amizades desfeitas e aquela incerteza em saber se o que está acontecendo é realmente real.

É um livro bom? É sim. Ele é instigante e te faz querer continuar com a história? Com certeza. Tem um final bom? Mais ou menos. Mas, acredito que foi o final que mais se encaixou com o que foi proposto pela história. Não se engane, se você começar a ler, não vai parar mais. Eu devorei todas essas páginas em um final de semana. Só o final que não foi tudo aquilo que eu esperava, mas eu dou um desconto por todo o desenvolvimento do livro. Se você não acredita em monstros, está na hora de conhecer essa história.

site: http://resenhandosonhos.com/torre-do-terror-jennifer-mcmahon/
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Jeff.Rodrigues 06/09/2017

Resenha publicada no Leitor Compulsivo.com.br
A Torre do Terror foi um livro que, a despeito da promissora sinopse, não me fez criar grandes expectativas. E isso foi ótimo, porque acabei sendo surpreendido por um excelente suspense que fluiu num ritmo ágil e me fez devorar as quase quatrocentas páginas em três dias. Foi meu primeiro contato com a obra de Jennifer McMahon, de quem já ouvira falar muito bem por causa de Prisioneiros do Inverno, que com certeza estará nas minhas leituras futuras.

O Hotel da Torre, palco principal da obra, é aquele típico cenário para histórias macabras acontecerem. Situado às margens de uma rodovia em uma pequena cidade, suas descrições logo nos remetem aos filmes de sábado à noite na televisão. Aliás, toda a premissa do livro é bem cinematográfica, com descrições que nos transportam facilmente para o local. É neste cenário que as irmãs Piper e Margot, adultas, revivem um pesadelo de infância para desvendar os reais motivos da morte da amiga Amy.

O livro é organizado em capítulos que acompanham diferentes momentos no tempo. A história se divide entre o presente (2013), o passado da família proprietária do hotel (1955), e o passado das protagonistas (1989). Essas histórias compõe um quebra-cabeças cujas peças vão sendo encaixadas de forma extremamente interessante para nos levar ao desfecho. Em alguns momentos a autora faz passado e presente se revezarem na narrativa, com um complementando o outro na revelação de segredos e episódios-chave.

A maior qualidade de A Torre do Terror é entregar ao leitor exatamente aquilo que promete: um mistério bem amarrado com desdobramentos críveis conduzindo a um final sem fios soltos. A trama é muito bem desenvolvida e conta com um sem-número de detalhes que em alguns momentos embaralham nossa percepção e em outros se mostram pra lá de clichês. Os mais atentos já conseguem decifrar parte do mistério próximo do meio do livro, mas é inegável a qualidade da autora para desviar nossa atenção de pontos que lá na frente vão se mostrar essenciais.

O lado fantástico do desfecho não me agradou, mas foi foi totalmente coerente com o desenvolvimento da obra. Em suma, sem apresentar grandes inovações ou enveredar por caminhos mirabolantes, A Torre do Terror cumpre bem o seu papel de thriller e não decepciona os leitores.

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2017/08/28/resenha-a-torre-do-terror-jennifer-mcmahon/
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Maria - Blog Pétalas de Liberdade 07/11/2017

Resenha para o blog Pétalas de Liberdade
"Às vezes uma borboleta não é apenas uma borboleta.
Foi o que a vovó me ensinou.
Sabe qual a pior coisa que aprendi com ela?
Que você pode ser um monstro sem saber."(página 46)

O pai das irmãs Sylvia e Rose, para chamar mais atenção para o seu hotel na pequena Londres, cidade do estado norte-americano de Vermont, construiu uma torre próxima ao hotel, o que realmente ajudou muito a atrair hóspedes nos anos cinquenta. Mas quando uma rodovia foi construída, quase ninguém passava mais pela estrada onde ficava o hotel e nem a torre conseguiu evitar que a decadência chegasse até ele. Sylvia e Rose eram muito diferentes, a primeira era linda e sonhava em fazer cinema, era uma fã fervorosa do diretor Alfred Hitchcock. Já Rose vivia à sombra da irmã mais velha, o que a magoava um pouco e lhe dava vontade de mostrar que Sylvia não era tão perfeita assim. Mas, um dia, Sylvia, já adolescente, sumiu, e todos acreditaram que ela foi em busca do seu sonho de fazer sucesso no cinema.

"Uma bela criatura. É o que eles veem. Alguém incapaz de fazer o mal. Somente Rose suspeita da verdade." (página 169)

Nos anos oitenta, Amy, a filha de Rose, continuava morando no Hotel da Torre (agora fechado) com a avó. A garota tinha duas melhores amigas, as irmãs Piper e Margot. Naquela sede de aventura típica dos adolescentes, as três descobriram que poderia haver algo mais por trás dos desaparecimento de Sylvia. Descobriram também a existência de um vigésimo nono quarto no hotel, que oficialmente tinha apenas vinte e oito quartos. Essas descobertas acabaram fazendo com que Amy se afastasse de Piper e Margot e que a amizade delas esfriasse.

"Vocês encontraram a mala e a máquina de escrever, mas há coisas maiores a serem encontradas.
Continuem procurando.
Talvez, quem sabe, descubram a verdade." (página 211)

Anos depois, em 2013, Piper recebeu uma ligação de Margot, que estava grávida, contando que Amy, o marido e o filho foram mortos no Hotel da Torre. O pior era que, segundo as investigações, a própria Amy teria matado os dois e logo depois se suicidado. Os corpos apresentavam marcas grotescas. Mas o que fez Piper ir voando para a cidade, foi o fato de Amy ter deixado uma mensagem que só poderia ser para as duas: 29 quartos.

Agora, Piper, com a ajuda de Margot, teria que descobrir o que realmente aconteceu na noite em que Amy morreu e o que isso teria a ver com o segredo que as três descobriram na adolescência, antes que o que matou Amy pudesse fazer mais estragos.

"- Estamos bem. Estamos juntas. Estamos a salvo. E não existe ninguém por aí querendo nos fazer mal. O que aconteceu com Amy... é terrível, horrível, mas não tem nada a ver com você e eu.
- Mas Amy deixou aquela mensagem para nós, Piper. Porque sabia que a agente iria entender. O que quer que tenha acontecido no hotel naquela noite tem a ver com o que a gente descobriu!" (página 72)

"A Torre do Terror" foi um livro que me conquistou do início ao fim. Desde a primeira página eu me senti cativada pelos personagens que a autora criou. A história é contada em terceira pessoa, alternando a época e o ponto de vista. Com isso, vamos, pouco a pouco, costurando o quebra-cabeças que é a história da família de Amy.

Muitas poderiam ser as respostas para o segredo que ronda aquele hotel. Sylvia podia ter fugido, ou não. Rose podia ter razão ao desconfiar da irmã, ou não. Amy podia ter motivos para terminar sua amizade com Piper e Margot, ou não. Amy poderia estar louca ou deprimida e ter matado a família, ou poderia ter tido um motivo para matá-los. Poderia não ter sido Amy a matar o marido e o filho, e o que quer que os tivesse matado, humano ou sobrenatural, poderia ainda estar à solta e ir atrás de Piper e Margot.

"- Uau - disse Jason. - Ela andava bebendo?
- Acho que não. Nunca vi minha mãe beber, pelo menos; nem nunca senti cheiro de álcool nela. Bem, ela estava me deixando apavorada, assustando as crianças. Às vexes elas acordavam no meio da noite, e ela estava ali no quarto, ao lado da cama, observando enquanto elas dormiam. Mark perguntou o que, em nome de Deus, ela estava fazendo, e ela respondeu que estava protegendo os netos. Montando guarda. Protegendo todos nós dos monstros. - Amy fez um gesto teatral de aspas com aquela última palavra. [...]
- O negócio é que... - disse ela. - O que eu não disse a ninguém, nem mesmo a Mark... - Ela suspirou, enchendo-se de coragem, obviamente preparando-se para o que estava prestes a dizer. - Eu estou começando a acreditar que talvez minha mãe não seja louca, que talvez... talvez... ela tenha razão." (páginas 114 e 115)

Será que Piper conseguiria desvendar a mensagem deixada por Amy antes que fosse tarde demais? Eu recomendo que leiam para descobrir. Garanto que valerá muito a pena se aventurar por essa história que retrata a vida dessas mulheres de forma brilhante ao longo das últimas décadas.

Amizades, amores, invejas, segredos, são tantos os temas abordados na obra, que certamente algum cativará o leitor. Além de partir o meu coração ao ver sonhos partidos pelo simples fato de uma correspondência não enviada, esse livro me fez pensar sobre a importância de fazer um esforço para se manter próximo das verdadeiras amizades. Eu amei cada página de "A Torre do Terror". Amei o desfecho do caso. Dei cinco estrelas e favoritei o livro. E recomendo muitíssimo que vocês o leiam. Deixem de lado o medo de ter medo. É sim uma história sombria, mas é muito mais maravilhosa e fascinante, cativante e extremamente criativa, e certamente marcará você.

"Podia ser um monstro, mas ao mesmo tempo era uma menininha que perdera tudo. Uma criatura que destruíra quem ela mais amava na vida." (página 361)

A edição da Record tem uma capa (adaptada da original) condizente com o ar sombrio da trama. O título e o nome da autora são em alto-relevo. A contracapa não tem nada escrito. As páginas são amareladas. A diagramação tem letras, margens e espaçamento de bom tamanho.

site: https://petalasdeliberdade.blogspot.com.br/2017/11/resenha-livro-torre-do-terror-jennifer.html
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Cheiro de Livro 08/11/2017

A Torre do Terror
Recebi da parceria com o Grupo Editorial Record o livro “A Torre do Terror”, escrito pela americana Jennifer McMahon (e traduzido pela Ana Carolina Mesquita) e cai dentro da leitura porque, né, terror é amor! Mas confesso que demorei bastante para terminar suas 374 páginas. Explico abaixo a razão (mas sem spoilers).

Em “A Torre do Terror”, sabemos que as irmãs Piper e Margot são muito amigas de Amy, mas que não se falam desde que eram crianças. Logo nas primeiras páginas, acompanhamos a família de Amy ser assassinada e Piper volta para a casa da irmã na pequena Londres, em Vermont, para entender o que de fato aconteceu. Um bilhete: “29 quartos” é a única pista de que algo do passado das três voltou para assombrá-las, já que o Hotel da Torre (que é a tal torre do terror do título do livro) tem apenas 28 quartos.

O livro se passa em três tempos: 2013, que é o presente na história, no qual se passa a morte de Amy e sua família e a história de Margot e Piper; 1989 que é o passado das três, a infância delas; e 1955, a infância de Rose, mãe de Amy, e de sua irmã Sylvie., desaparecida.

Essa narrativa em três tempos é a razão da leitura ser lenta. Não é ruim e nem um pouco lerda, mas é muita informação em tempos e por pessoas diferentes, mas que são todas relacionadas. No início, é um pouco confuso ler e entender quem é irmão de quem, tio de quem e quem morreu ou sumiu ou está por aí ainda. Depois que consegui estabelecer isso de forma clara, foi mais fácil ingressar na leitura.

O curioso é que o livro parece ser de terror bem das antigas, gótico, sobrenatural. Mas ele lê como um mistério policial. E depois se torna sim um terror sobrenatural. Estranho, mas juro que é coerente!

Acompanhamos as três personagens na infância e no presente para entender o que aconteceu com Amy. Mas para saber mesmo isso temos que ir mais além e entender o que aconteceu com Sylvie e Rose, tia e mãe de Amy. E tudo isso está conectado de alguma forma.

Margot e Jason, amigos de infância, casaram e esperam o primeiro filho, que está sendo muito aguardado após uma gravidez de risco. Piper, irmã mais velha de Margot, mora em Los Angeles e tem uma vida ótima e independente, mas repleta de mágoa. Tanto ela quanto Jason eram apaixonados por Amy na adolescência, mas claro que não falam sobre o assunto. Mas nós, leitores, sabemos de tudo e toda a intimidade e segredos dessa galerinha. Amy, de personalidade forte e decidida, era a “garota-problema” da pequena cidade, criada pela avó após a mãe – Rose – ter diversos problemas com a bebida, que começaram depois do desaparecimento da irmã, Sylvie (que era uma grande mala! ODEIO ela! HAHAHA!). Mas Amy vem a falecer brutalmente nas primeiras páginas do livro, assim como seu filho e seu marido, deixando apenas sua filha mais velha para tentar explicar o que aconteceu. Ah, sim, a suspeita é que a própria Amy matou sua família, algo que ninguém quer acreditar ser verdade. Aí entra a investigação, o tal quarto 29 e a curiosidade de Piper.

“A Torre do Terror” não vai te dar medo, mas vai te manter lendo roendo as unhas até o final. E esse final é que eu ainda não decidi se gostei ou não. É coerente, interessante e original, mas não sei se é exatamente o que eu esperava. Ou se não tinha como esperar algo.

Sinceramente? “A Torre do Terror” é um livro original, diferente, coerente, repleto de suspense, brigas entre irmãs, romances complexos, lealdade, traição e terror. Sim, terror. Se você curte o gênero, invista na leitura porque é muito bem escrito.

site: http://cheirodelivro.com/torre-do-terror/
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Jaque - Achei o Livro 08/12/2017

Leitura que prende do início ao fim!
Acho que esse foi um dos livros mais difíceis de se resenhar.
É uma estória que te prende de uma maneira que fica impossível abandonar o livro!
Pra se ter uma ideia, comecei só pra ver se gostava e li 70 páginas logo de cara.
A Jennifer McMahon tem uma maneira muito envolvente de escrever. Ela consegue expôr todos os fatos numa narrativa ágil e sem rodeios.

Esse livro vai se dividir em capítulos de datas diferentes.
Irá começar em 2013 (época atual da estória) e vai focar mais nas irmãs Piper e Margot e em Jason, que é policial e marido da Margot, grávida de quase 9 meses.
As duas eram amigas de infância da Amy, que depois de um fato ocorrido ainda na adolescência, se afastaram.
A estória se passa em Londres (Vermont) e começa com o assassinato da família de Amy e seu suposto suicídio.
Jason que é o policial da pequena cidade, é chamado na cena do crime e fica chocado com o que ele encontra.
Margot então liga para a irmã que atualmente mora em Los Angeles, conta da tragédia e pede que ela venha pra cidade.

Depois a estória vai ser contada em 1955, quando o Hotel da Torre está no auge das suas funções. Ele é propriedade de Clarence, um ex combatente da guerra e sua esposa Charlotte e são pais de Sylvie e Rose.
Aqui a estória ficou bem mais interessante em minha opinião. Vai ter muito mistério e desaparecimentos.
Rose é mais nova e a narrativa do passado será em função dela. Ela é uma menina com uma imaginação muito fértil e muito impressionável e depois que recebe a visita de sua avó materna põe na cabeça que sua irmã mais velha é um monstro.
Sylvie é a mais bela das duas. Uma menina inteligente e que sonha em ser atriz de cinema.
Os quatro, mais o tio Fenton, formarão essa família que estará envolta em um mistério que irá se desenvolver durante toda leitura.

Depois teremos a narrativa em terceira pessoa dos amigos Amy, Piper, Margot e Jason e se passará durante a adolescência deles, no final dos anos 80.
Amy é filha de Rose que desapareceu e portanto foi criada pela avó Charlotte.
Quando as meninas descobrem uma mala com roupas e jóias abandonada na torre, elas começam uma investigação para saber o que aconteceu com Sylvie.
Após algumas descobertas, Amy corta definitivamente relações com as amigas e depois disso elas nunca mais se vêem.

É incrível a maneira que a autora conta a estória, com tantos personagens e tempos diferentes e você não precisa voltar as páginas nenhuma só vez para recapitular.
É uma escrita fácil, clara e a narrativa é contagiante! Te prende completamente!
Eu adoro o estilo dessa autora, me apaixonei pelo livro Prisioneiros do Inverno e ele se tornou um dos meus thrillers favoritos.
Porém, apesar de ter adorado a narrativa, ter adorado o mistério e a maneira como ela conduziu a trama sem se tornar cansativa, eu detestei o desfecho. Sim, detestei, o que é uma pena pois estava dando 5 estrelas pro livro.
Achei inverossímil demais, fantasioso demais. Esperava algo e veio uma coisa totalmente diferente, mas não no bom sentido.
Contudo quero alertar que mesmo eu não tendo gostado, tenho certeza que muitos irão amar. Acontece que esse tipo de desfecho não é minha praia, então dificilmente me agradaria.
Pelo final da estória, vou dar 4 estrelinhas para ele mas eu super recomendo.
É um livro incrível, muito bem construído e amarrado e que prende sua atenção do início ao fim!
E que venham mais livros da Jennifer McMahon!

site: http://acheiolivroperdiosono.blogspot.com.br/2017/12/a-torre-do-terror-jennifer-mcmahon.html
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Carla 14/11/2019

Clima de terror que não se mantém
A história que a autora conta é bem interessante e ela cria um clima de terror fantástico que faz a gente não querer largar, mas alguma coisa no desfecho e no motivo do terror decepciona.
Não posso dizer o que é para não estragar a experiência...
Vale a pena ler pelos personagens e forma de narrativa, mas não espere levar sustos ou ficar impressionado!
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Fabio Pedreira 20/12/2017

A Torre do Terror
Olá pessoas, vamos falar sobre A Torre do Terror? Mas hey, você leitor que não gosta de terror, tenha calma, leia a resenha até o fim, pois, apesar do nome, esse livro está mais para suspense com resquícios de fantasia do que terror propriamente dito.

E aí eu já devo começar fazendo uma pequena observação, a de que a culpa de passar essa impressão seja da tradução, pois o nome original do livro é “The Night Sister”, o que faria muito mais sentido do que o título que escolheram. A Torre do Terror faz sentido? Faz, mas o original combina muito mais, e talvez não passasse tanto a ideia de terror.

Não que o livro não tenha certos aspectos de terror, mas não é tanto, é algo mais voltado para o suspense, coisas que a gente encontra até em alguns livros policias. A diferença é que existe um tom de fantasia ali envolvido. Mas chega de enrolação e vamos ao que importa.

A história do livro se passa em 3 momentos, um nos anos 50, outro nos anos 80 e outro nos “dias atuais” (que no livro é 2013). Cada tempo conta com personagens de uma mesma família ou amigas das personagens, é tanto que os capítulos se passam através do ponto de vista dos personagens, igual a livros como As Crônicas de Gelo e Fogo. E aqui teremos o ponto de vista de Rose, Amy (filha de Rose), Piper (amiga de Amy), e Jason (cunhado de Piper).

O que vou contar agora não é spoiler já que acontece logo no início do livro. Ele se inicia com Amy se preparando para fazer algo, ela anda meio assustada e preocupada com o que as outras pessoas vão pensar do que ela está prestes a fazer. Ela pega uma espingarda e vai para o quarto. Bom, logo depois Jason recebe um chamado da polícia (ele é policial) avisando que houve uma ocorrência no hotel da família de Amy e ao chegar lá ele descobre que Amy está morta, assim como seu esposo e seu filho pequeno e a única sobrevivente foi a filha dela que também é pequena.

Assim Jason avisa a Margot, sua esposa, que acaba ligando para sua irmã Piper para contar o que aconteceu, já que todos três eram amigos de Amy na infância, fazendo com que Piper pegue o avião para visitá-la. Piper e Margot resolvem que a história deve ser investigada e aquele corre atrás para descobrir o que realmente aconteceu, já que sua irmã Margot está gravida e não pode sair da cama.

Já na parte do passado ela vai mostrar Rose e Sylvia, duas irmãs muito diferentes. A primeira é a famosa esquisitona, que não tem amigos, vive nos cantos, tem ciúme da irmã e etc, enquanto a segunda é a descolada, popular, querida por todos e cheia de qualidades. O problema é que Rose desconfia que sua irmã possa ser mais do que ela aparenta.

Isso porque Sylvia vive sumindo de noite, e de alguma forma sempre consegue estar na cama quando Rose chama a mãe para ver. Então, claro que Rose passa a tentar cada vez mais pegar a irmã no flagra à noite para provar que ela não está errada e daí o título original “The Night Sisters” o que faria muito mais sentido sendo que boa parte da trama se deve aos mistérios que acontecem com elas à noite.

O título em português se dá devido ao fato de que esses mistérios geralmente se passam em uma torre que o pai de Rose construiu para sua esposa, o que também faz sentido, mas não fica tão bom quanto o original. Mas enfim, já disse isso, porém, toda a trama muda a meu ver por isso, em que o primeiro dá o tom de fantasia e o segundo dá o tom de terror e o correto do livro é adivinhe qual? O primeiro.

O livro traz um tom de fantasia maior que o de terror ao colocar a possibilidade de um monstro, chamado Mara, onde ele pode se transformar em qualquer bicho que ele quiser durante a noite, enquanto que, pela manhã, ele volta ser uma pessoa. Aí você me pergunta, “mas Fábio, se é monstro não é terror?” e eu te respondo... Não necessariamente. Depende do rumo que você dá a ele. Um exemplo: O “Monstro” do livro O chamado de monstro ou 7 minutos depois da meia-noite (Título que recebeu após o filme e que terá resenha em breve) ele é mais uma consciência para o personagem principal do que um monstro em si.

Mas falando assim parece até que não gostei do livro e isso não é verdade. Apesar de eu ter acertado o plot twist na metade do livro e de ele ter alguns furos, eu gostei bastante. É um livro bem escrito, a autora conseguiu amarrar todos os tempos de uma forma muito boa sem fazer com que você se perca, e independentemente de você descobrir ou não o final da história, a escrita dela te prende de qualquer jeito, deixando você intrigado com a leitura e querendo ir até o fim, ficando até tenso às vezes com o que pode acontecer.

Os personagens também são muito bem desenvolvidos e fácil de você se identificar com pelo menos um. O único ponto realmente negativo para mim foi o final. Não é nada que estrague a leitura, mas minha reação ao terminar de ler foi “sério que é esse final que vão dar para o livro? Assim, sem mais nem menos?”. Mas enfim, eu dou 4 estrelas para esse livro, só não dou mais pelo final que como eu disse, não é ruim, mas é meio “oxe, tá faltando algo”.

Então até a próxima e cuidado com as mariposas.
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Pandora 24/01/2018

Gostei muito dos personagens e a história me agradou, principalmente a parte ambientada nos anos 50/60. A narrativa prende a atenção e nos faz ficar curiosos sobre o desenrolar da trama, tanto que acabei a leitura em um dia. Só a resolução que não me agradou tanto, menos pelo fato de ser fantasiosa e mais pela forma como foi explicada. Não colou.
Mas foi até bom ler algo como este livro num momento em que eu estava com dificuldade de me fixar numa leitura: foi divertido e não exigiu muito de mim.
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