Tithe

Tithe Holly Black




Resenhas - Tithe


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Talita, 26/03/2010

Ao voltar para sua cidade natal para morar com a avó, Kaye que se mudava constantemente, fumava, bebia e roubava se vê nas regras da avó e tentando arduamente encontrar os seres mágicos que fizeram parte da sua infância. Após várias tentativas eles voltam para encontrá-la, mas nada continua como antes, além de que por quê ela era a única a quem esses seres apareciam? será que ela não era apenas uma adolescente comum? e se eles precisassem da ajuda dela?
Bem a vida de Kaye dá um reviravolta completa ao voltar para sua antiga casa. Ela descobre que é um dos seres de que era amiga quando criança, que tem asas, não é nem um pouco parecida com a aparência que sempre teve, seus amigoss precisam da ajuda dela para serem libertos, e que aquele cara gato que conquistou o coração dela, chamado Roiben, não era aquele princípe encantado que ela esperava e sim um cavaleiro da corte que aprisiona os seus amigos.
E agora ela precisa aprender a lidar com tudo isso e lutar para sobreviver em um mundo a qual ela não estava acostumada e que as coisas podem não ser bem como parecem.
Vou ser sincera e dizer que no início detestei o livro e quis trocar pelo reserva, só não o fiz porque não o encontrei para baixar e acho que foi a sorte porque após uns 5 capítulos não consegui parar, me envolvi com a história, torcia para que o Roiben aparecesse logo, e que tudo se resolvesse.
A única dica é: não abandone quando achar que o livro é um saco, continue porque não vai se arrepender!
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Thiago coss 16/09/2020

Empolgante, mas já vi essa formula narrativa antes Holly Black ;)
Tithe se passa há alguns anos antes de O Príncipe Cruel, então as consequências desse livro são percebidas em OPC quando o Balekin tá fazendo o discurso na coroação do Dain.

Eu já me acostumei com a forma que a Holly desenvolve suas histórias. Você percebe que o livro tem dois atos, o primeiro bem mais lento e com um ponto de virada para uma segunda parte cheia de reviravoltas, tramas política, mistérios e um quebra-cabeça de informações que precisa ser montado. Algo que gostei bastante e que eu não esperava, foi a mudança de ponto de vista para outros personagens. Agora eu entendo o motivo dos gringos reclamarem do Cardan não ter tido um ponto de vistas também.

Na lentidão do começo a autora vai dar espaço para conhecermos a protagonista e como ela se relaciona com as pessoas, principalmente a relação disfuncional da família. Também é nesse espaço que Kaye vai descobrindo seus poderes que estão começando a florescer. Tudo que ela descobre é novo, então não tem muito o que esperar dela em relação ao mundo feérico para nós leitores.

Já ter lido a trilogia do Povo do Ar me fez ler Tithe marcando as informações, então eu descobri o grande plot antes mesmo da protagonista descobrir toda a intriga política que estava acontecendo bem debaixo do nariz dela. Assim que os amigos feéricos da Kaye abriram a boca eu meio que saquei parte do plot, é uma informação ligada ao mistério de como Kaye, sendo uma fada, foi parar em uma família humana.

O livro passa bem a situação política do reino das fadas, que é dividido entre duas rainhas e suas cortes, Rainha da Corte Seelie e Rainha da Corte Unseelie. Foi bem espertinha a metáfora da Rainha Unseelie ter um tabuleiro de xadrez em tamanho humano. Para quem não sabe o xadrez é um duelo entre duas rainhas que usam suas cortes para dominar a outra...

Minhas ressalvas ficam por conta da tradução. Muita coisa traduzida da forma literal, as cortes tem um nome diferente das que eu já conhecia em O povo do Ar.

(Obs: Foi impossível não comparar o ritual do Tributo com a coroação do Príncipe Dain, foi meio que uma reciclagem atualizada e que contradiz um ponto que a Holly deu como desculpa em The Queen of Nothing)

site: https://thicoss.blogspot.com/2020/09/resenha-tithe-holly-black.html
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Larissa Lauane 09/01/2021

Na primeira fez que tentei ler acabei desistindo porque achei a escrita super confusa e não estava me envolvendo de jeito nenhum.

Porém, como eu pretendo ler O Príncipe Cruel, da mesma autora, e muitas pessoas falaram do desenvolvimento da autora de uma trilogia para a outra resolvi dar uma segunda chance para a história.

Não é uma fantasia que me envolveu tanto como outras e senti falta de um maior desenvolvimento dos personagens (que pode acontecer nos livros seguintes).

Alguns acontecimentos que deveriam me tocar não conseguiram e as revelações não foram tão chocantes, acho que talvez seria legal de tivesse mais mistério e se tivéssemos tido a oportunidade de nos aproximarmos mais das personagens.

Vou continuar lendo a trilogia para ver como será o fechamento da autora e fazer uma comparação mais apropriada com a outra trilogia dela, mas não é um livro que leria se não fosse por isso já que não fiquei tão curiosa para ver o que vai acontecer nos próximos volumes.

Talvez eu ainda me surpreenda com a história.
Cla 09/01/2021minha estante
Se a trilogia do povo do ar foi considerada uma evolução quero nem chegar perto dessa kkkkkkk




Geórgia 20/06/2014

Bad Girls
"Tithe é um livro que rompe as fronteiras dos romances de fantasia, apresentando um reino mágico povoado por fadas cruéis, lascivas e amorais, onde ira, sangue, desejo e morbidez são elementos que se misturam. Fadas essas que gostam de rock’n’roll, bebem, fumam e se alimentam de atos violentos."
Essa sinopse é a mais digna. Diz absolutamente tudo. Holly Black, rodeada de tantos clichês existentes em livros de fantasia adolescente, se destaca por utilizar a temática "mitologia das fadas" e dá um toque humano e real na nossa querida protagonista humana apaixonada por um ser mágico quase inalcançável, e que fadas não são seres carregados de luz e bondade. Ela me faz esquecer o quanto odeio romance sobrenatural. Os personagens de Fadas Ousadas e Modernas tem personalidade crua, suja, mentem, erram e abandonam. Não é pra quem lê romances sobrenaturais doces e mágicos.
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Thais 24/06/2011

Holly Black consegue prender a atenção do leitor pela agressividade e dinâmica com que escreve. Ela não mascara os personagens, tentando deixá-los melhores do que realmente são.
Esse é o primeiro livro da trilogia Modern Faerie Tale, que conta o lado sombrio e mau do mundo das "fadas".
As fadas de Holly Black e as demais criaturas do livro não são boazinhas nem amáveis. São invejosas, cruéis e ambiciosas.
No livro, Kaye volta a sua cidade natal junto da mãe, depois de um incidente num dos seus shows, para morar com a avó.
Desde a sua volta, antigos amigos reaparecem e Kaye conhece Roiben, um cavaleiro da corte, ferido no meio da floresta.
As descobertas que Kaye faz no decorrer do livro vão de desde saber quem ela é de verdade até as mais venenosas verdades da corte a qual Roiben pertence.
Na minha opinião, uma série brilhante, bem escrita e direta.
Recomendo.
Victoria 29/02/2020minha estante
Sua resenha me fez comprar esse livro!


Thais 29/02/2020minha estante
Eu nem acredito que li esse livro pela primeira vez nove anos atrás!! Mas continuo amando a série




Kaz 08/09/2020

A kaye é uma adolescente estranha e eu me indentifico com isso, ela teve uma vida bem conturbada.
Kaye tinha fadas como amigos e ninguém acreditava nela, ela e a mãe se mudam para buscar o sonho de uma carreira de sucesso na música, ela acaba abandonando a escola e se tornando uma típica adolescente problema.
Até que o namorado da mãe tenta esfaquear a própria, elas se mudam para a casa da avó onde kaye cresceu e onde via as fadas.
Kaye acaba salvando um cavaleiro e descobrindo que o reino das fadas realmente existe e que ela será o próximo sacrifício desse reino.
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Juliana Pires 30/10/2013

Com esse livro, eu consegui realizar dois desejos literários, primeiro, era ler algo sobre fadas, até escrevi um post sobre isso, tamanho era minha vontade, e segundo, ler um livro da Holly Black, não sei por que eu demorei tanto, já admirava muito a autora, e agora, ainda mais.

Eu estava cheia de expectativas quanto a história, mas depois de ler algumas resenhas negativas, fiquei com um pé atrás, por isso talvez, eu tenha aproveitado mais, confesso que, em alguns pontos fiquei confusa, mas isso não atrapalhou, no fim das contas, entendi o que estava acontecendo.

Se tem uma coisa que Kaye mais faz na vida, é cuidar de sua mãe, uma cantora fracassada, perseguindo um sonho distante de ser tornar famosa, depois que o último relacionamento dela terminou em uma tentativa de homicídio, as duas voltam para a casa da avó de Kaye, o único lugar onde ela tem amigos de verdade, tanto os reais, quanto os "imaginários".

Kaye passou boa parte da vida morando naquela casa, e quando mais nova, era visitada constantemente por criaturas aladas, que só ela podia ver. Agora que ela esta de volta, as fadinhas não aparecem mais, e ela já estava quase desistindo de encontrá-las de novo, quando, quase sem querer, ela encontra uma criatura mágica, e ao ajudá-la a se recuperar de um ferimento, trilha um caminho sem volta para um mundo mágico, que ela sabia que existia, mais o que ela não fazia ideia, era a sua extensão e a perversidade de seus membros.

Quando a gente pensa em um mundo encantado, com fadas, e outros seres mágicos, sempre imaginamos, bondade, pureza, inocência, mas, as fadas de Holly Black, são criaturas mesquinhas, maldosas, e gananciosas, prontas para enganar qualquer um, seres belíssimos e outros nem tantos, corrompidos com o que há de pior.

O livro tem um início lento, somos apresentados a protagonista, que em um primeiro momento, parece só uma garota desafortunada, mas como o desenrolar dos fatos, descobrimos sua relação com o mundo das fadas.

O mundo encantado é dividido em cortes, os seres mágicos são obrigados a obedecer aos reis dessas cortes, desde que eles ofereçam um sacrifício, denominado de O Tributo. Ao reencontrar seus amigos, Kaye recebe a proposta para se passar pelo tributo, sendo a garota um ser encantado, o tributo não poderia ser completado, já que é preciso um ser humano, assim as fadas estariam livres por sete anos, poderiam fazer o que quisessem, sem responder a ninguém.

Eu fiquei surpresa com o rumo que a história tomou, eu sabia desde o início, que tinha algo de estranho na história de Kaye, que tinha mais coisa envolvida nesse engodo todo, e eu fiquei surpresa com as consequências de se interromper o tributo, e quem estava por trás disso. Pra quem gosta de romance, tem também, de levinho, mas bem fofo, pelo menos uma criatura encantada tinha que ser boa.
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Pâm 22/09/2020

Mais ou menos
Peguei esse livro pq vi gente falando que falava sobre fadas obscuras e tinha romance e aventura o que mais um leitor pode querer?! É realmente as fadas são malvadas, tem aventura e tem romance. Mas....
Até metade do livro foi uma leitura lenta, é bem chata, quase desisti. Ficou só falando da vida dela de adolescentes e se seus amigos. Mas depois que melhorou. Apareceu um cara lá e a aventura começou, ficou bem melhor. Não é um livro muito bom, ao meu ver não é nem bom. Só li mesmo pq é da mesma autora daquela série do príncipe cruel. Não sei c indico já que não gostei tanto assim, talvez eu leia o próximo só pra ver o desenrolar das coisas.
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Marcelle 07/12/2020

Queria mais
Eu gostei da história, dos personagens e do drama.
Maaass, eu esperava mais.
Queria mais páginas, mais desenvolvimento e mais descrição, realmente descrições dos personagens era o que eu mais queria.
Uma ressalva que fiquei foi da narração em terceira pessoa que é sim boa por mudar, porém, também é meu incômodo por mudar meio do nada (talvez por isso eu voltei em tantos momentos achando ter perdido algo e surpresa por estar acabando).
Li por desejar mais do mundo do Príncipe Cruel e possivelmente lerei os outros com o mesmo objetivo.
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Paulinha 01/03/2010

A leitura foi PARADA! O livro até que é interessante, mas não tem movimento. Só lá no final que você vai pegar uma agitada, que dura umas pouquissimas páginas, e depois para de novo. Fiquei confusa sobre como classificar um livro desses, não o classificaria como infanto-juvenil, já que nas primeiras muitas páginas, praticamente o livro descreve uma 'marginalzinha', que só fuma, bebe e rouba. E, de repente, ela muda de comportamento, quando descobre que é uma fada. Também não classificaria como um livro para adultos, pois a leitura é fácil e com um romance água-com-açúcar.
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Alice Mattos 02/03/2010

eu geralmente gosto de historias de fadas, mas sinceramente não fui muito com a cara dessa :S
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AmandinhaSegura 13/05/2013

Resenha do livro Tithe fadas ousadas e modernas
Holly Black
Achei o livro bastante envolvente tanto pelo lado “rebelde” da menina Kaye que gostava da gandaia e bebidas no início do livro quanto quando a história se desenrolou e Kaye descobriu-se uma fada que precisou lutar para salvar seus amigos fazendo-a crescer como pessoa e tirar uma lição disso tudo e de quebra tem um romance com um cavalheiro da corte gatíssimo.
Com referências à clássica Alice do Lewis Carrol e até as letras impactantes de Courtney Love, o livro me fez mergulhar em um universo mágico e realista ao mesmo tempo mesclando elementos góticos, seres surreais e uma irresistível paixão.
A escrita de Holly é bem detalhada e fez minha imaginação ir longe, consegui imaginar muitos detalhes e me identifiquei com muito dali.
O capítulo que Kaye vai uma festa rave me deixou ainda mais apaixonada por tudo isso, a riqueza da descrição, de cores e detalhes me fascinava a cada pagina.
O final foi perfeito também com um ar melancólico mas ainda assim muito bonito e uma surpreendente e emocionante... e devo dizer também dizer apaixonante, cena final mesclando toda a euforia de uma paixão adolescente com um toque de missão cumprida sem perder o ar de mistério.O esmalte azul de Glitter e seu significado me emocionaram, achei fofo.
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Amy 20/02/2015

Introdução

Em Tithe, o reino das fadas é explorado de forma diferente como conhecemos, lá, somos apresentados a fadas amorais, crueis e beberronas.

Kaye, é uma adolescente de 16 anos, tem uma vida total sem regras e até abandonou a escola em função de ir junto com a mãe onde ela cantava em algumas bandas e fazia alguns shows. Após um incidente (altamente trágico), Kaye e mãe voltam para Nova Jersey (onde Kaye nasceu) e voltam a morar na casa da mãe de Kaye. Em poucos dias depois, Kaye descobre que seu dom em ver e brincar com as fadas quando era criança, tinha uma razão. Ela é uma delas.

Junto com Kaye, vamos entrando em mitologias, uma mistura entre a celta e a irlandesa, somos também apresentados a duas cortes: Digna e Indigna.

Sobre Holly Black

Holly Black nasceu em 1971 numa mansão vitoriana decadente em Nova Jersey. Sua mãe era pintora, fazia bonecas e, nas horas livres, alimentava a filha com histórias de fantasmas e fadas que formaram muito daquilo que faria parte do mundo de Holly posteriormente. Ela teve uma infância feliz, onde passava horas preparando poções mágicas imaginárias e atendendo às necessidades de seus ratos de estimação.

Narrativa

A narrativa de Holly é detalhista, o início da trama tem um ritmo bem mais lento, para que os leitores consigam entrar junto com Kaye nesse universo bastante denso. Gosto muito das referências usadas por Black, que vão de Lewis Carrol ao rock das antigas.

Diagramação

Confesso que a edição brasileira é bem estranha. Não me encantei pela capa. O fato é que já tinha lido outros livros da Black, porém, com o universo das fadas, acabei entrando nessa jornada da trilogia. A edição está boa, não encontrei erros e nada que me fizesse parar de ler. Apenas depois da leitura, soube que a tradução dos nomes das cortes são bem diferentes e fariam mais sentido se fossem outros nomes.

Considerações Finais

Para um livro introdutório, Holly terminou ele bem, a curiosidade foi maior em ler a sequência pois ela explora um lado mais obscuro das fadas, algo que até então, não tinha lido. O fato de conhecermos esse universo junto com a protagonista, colaborou muito, pois não estamos sozinhos, Kaye tem as mesmas dúvidas e ao mesmo tempo tem que balancear sua vida “normal”.

site: http://il-macchiato.com/?p=13575
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