Corpo

Corpo Audrey Carlan




Resenhas - Corpo


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Kita 26/06/2020

Lindo
Duas pessoas com traumas, principalmente Gillian que passou por um relacionamento abusivo e não quer nem e relacionamento até que Chase surge em sua vida
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Bella 15/06/2020

Relacionamento problemático e escrita brega
O livro é tão fraco que terminei rápido porque não queria ficar presa a um livro péssimo.

Primeiro falando sobre a construção de personagens. Essa ideia de chefe, bilionário, rosto perfeito e possessivo, ficou em 2010 (o livro é de 2017). É uma personificação tão clichê e tão brega que em certos momentos me dava agonia. Chase tem 28 anos, e incontáveis posses, desde empresas, prédios, construções, instituições e aviões (avião no plural mesmo). Acho que foge um pouco da realidade, é uma ideia muito distante e, por mais improvável que seja, muito clichê. Sem falar de uma postura masculina zero agradável.

Enquanto isso Gillian é uma mulher que passou por traumas que eu jamais poderia falar sobre. Agressão física e violência doméstica são pontos que não cabe a mim comentar. Por muitos momentos achei a personagem decidida, mas aí vinha a autora e destruía tudo que nós mulheres lutamos contra. Muitas vezes Gigi foi uma mulher influenciada e sem nenhuma personalidade. O que me incomodou muito, visto o histórico amoroso horrível da personagem.

Ai vem a questão do relacionamento do casal. Por incontáveis momentos Chase foi extremamente controlador e possessivo em relação a Gigi. É muito delicado falar sobre essa postura. Existe uma linha tênue entre o protetor e o possessivo. E a autora conseguiu errar em todos os capítulos. Por muitas vezes Gigi não teve voz, não teve posicionamento, não teve controle da situação. Chase em todas foi manipulador e controlador. E isso pra mim é extremamente perigoso. Mexer no celular enquanto ela dorme, afirmar diversas vezes que é ele quem pagava as roupas dela, ameaçar a empresa que ela trabalha, com menos de 3 dias de ?relacionamento? questionar a única amizade masculina dela. E tantas outros pontos que eu poderia ficar aqui até amanhã.

Não adianta me vender uma história contra agressão física e romantizar a agressão psicológica.

Pra mim esse estilo de escrita e narrativa ficou lá atrás. Depois de ler muito, de conhecer mil histórias de amor, de me apaixonar por milhões de personagens, esse tipo de romance não me envolve mais. Ainda bem.

E por fim, mas não menos terrível, a escrita brega e muito irreal da autora. De verdade, que escrita mais cafona. Não é uma escrita ruim, sem fluidez, ou sem estrutura, isso pelo menos ela soube fazer. Mas em relação aos diálogos, ao vocabulário, a forma de referência, tudo isso foi péssimo.

O livro é ruim em diversos pontos. Não indicaria a ninguém, existem milhões de livros melhores nessa pegada sexual. Não sei qual público a autora quis atingir, mas com certeza eu to fora dele.
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Michelle 14/05/2020

Corpo (Trinity #1)
Homens arruinam mulheres. Especialmente homens como Chase Davis. Bonito, inteligente, rico e poderoso. Eu nunca tive uma chance. Eu não queria o querer. Eu não queria precisar dele. Eu não queria me apaixonar por ele. Ele não aceitou o não como resposta e eu o deixei me consumir. Arrogante, confiante, controlador, exigente ... intenso. Quando ele entrou na minha vida, eu finalmente estava me curando depois de ter sobrevivido aos homens do meu passado. Minhas irmãs da alma me disseram para arriscar. Deixar alguém entrar. Eu o deixei entrar, e ele me cercou com uma luz tão brilhante que fiquei cega pela verdade ... Homens não arruinam mulheres. Eles os devoram de todas as maneiras que contam.
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Danimes 24/04/2020

Iniciei a releitura desta série da Audrey Carlan e posso dizer que vale muito a leitura.
Intensa a história da Gigi e do Chase!
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Esthefany 23/04/2020

Eu espero do fundo do coração que a autora conserte todos erros dessa história nos próximos livros...
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Erica.Santos 13/04/2020

Um livro que te prende do início ao fim, ansiosa pra ler a continuação...
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Marina 03/03/2020

Problemático demais
Corpo conta a história de Gillian Callahan, uma garota que se tornou forte, decidida e independente, após quase morrer vítima de violência doméstica, nas mãos de seu ex-abusivo Justin. Gillian se sentia culpada por tudo de ruim que acontecia no relacionamento, acreditando que Justin estava certo ao fazer o que fazia, até que finalmente é salva e tem sua vida transformada por uma instituição que acolhe e orienta mulheres vítimas de violência. Essa instituição hoje é o local de trabalho de Gillian, que possui um cargo em que consiste em angariar fundos para manter a instituição de pé. Apesar do tempo, da terapia e do grupo de apoio, Gillian ainda tem receio de se relacionar com homens novamente (o que é perfeitamente compreensível) até conhecer seu chefe Chase Davis, um bilionário rico, bonito, sedutor, bom de cama, etc e tal, e o resto vocês imaginam né? Pois é, é no relacionamento com Chase que as coisas se complicam.

Eu preciso ser sincera e dizer que a premissa de Corpo é muito boa, mas a execução é péssima. A ideia do livro era mostrar como uma relação abusiva deixa marcas na vida de uma pessoa, mesmo após anos do término dessa relação. Uma premissa como essa tem um potencial enorme se feito de forma crítica, caso contrário, acontece o que aconteceu com Corpo: a forma como a autora conduziu a história acabou contribuindo com a completa banalização da violência que a personagem sofreu, e ainda, sem querer, fazê-la cair em um novo relacionamento abusivo, justificando tudo como "romance". É claro que isso não fica totalmente claro a princípio, muito pelo contrário, como a maioria das relações abusivas (em que não há violência física), as coisas são muito sutis e difíceis de descrever, sobrando apenas a sensação de algo está errado, mas sem saber definir ou explicar exatamente o quê. Durante a leitura, eu mesma me senti na dinâmica de uma relação abusiva: tentando justificar o que acontecia de errado, me perguntando se eu não estava exagerando ou sendo paranoica e se os comportamentos que eu via como nocivos não era comportamentos "normais" de homens. Se no final a autora deixasse claro que o novo relacionamento de Gillian com Chase é abusivo e está longe de ser o ideal, o livro seria perfeito. Várias vezes me perguntei se a ideia não era justamente essa. Mas infelizmente não é, ao menos nesse volume (o livro tem várias continuações). A autora faz o pior possível ao falar sobre relações abusivas: naturaliza comportamentos nocivos, com a ideia de que "é assim mesmo", usa do "amor" para justificar ciúmes doentios, e ainda reproduz a noção completamente equivocada de que violência doméstica é somente violência física. Chase, em nenhum momento agride Gillian, mas a situação vai piorando aos poucos, até o momento em que ele tem total controle sobre sua vida, privando-a de sua liberdade, controlando sua vida pessoal e financeira, e a impedindo de tomar até mesmo as menores decisões em sua vida (como as roupas que vai vestir ou comprar). Isso também é violência.

Interessante observar que a construção de Gillian me agradou muito. Seus pensamentos, os receios que possui, o medo que sente me pareceu muito coerente em relação a sua história passada. A autora soube conduzir essa parte muito bem. Ela esteve em uma relação violenta que quase tirou sua vida, mas consegue se reerguer, retomar o controle de sua vida, se tornar uma mulher forte e independente. Ela é uma mulher incrível, e isso é bacana de ver. Mas é uma pena o que acontece no decorrer da história. Gillian vai se apagando, se ofuscando, se diminuindo cada vez mais pra agradar Chase. Ele é um homem controlador e inseguro, e ela cede a todos os seus caprichos, deixando de ser quem é, apenas para se adequar a ele. Gillian se importa com seu próprio trabalho, sua independência financeira, em tomar as decisões de sua vida, mas aos poucos Chase toma o controle disso tudo, e ela permite, apenas porque "o ama" e não quer vê-lo aborrecido. Em determinado momento ela se força (e usa exatamente essas palavras) a relaxar e confiar nele, apesar do medo que sentia (respeito pelo próprio corpo, oi?). Gillian chega ao ponto de fazer a comparação entre Justin (o ex que quase a matou) e Chase, mas ignora completamente a sensação de familiaridade entre os dois, justificando que Chase nunca a machucou nem machucaria, o que volta ao que eu mencionei logo no início: violência não é só socos, tapas, arranhões e machucados.

Necessário ressaltar que Corpo é um livro hot, e por isso mesmo é recheado com cenas de sexo. Infelizmente, as cenas de sexo trazem outro ponto problemático para o livro. Como a maioria dos romances hot, Chase é sedutor, atraente e bom de cama (faz parte né), e obviamente Gillian se sente extremamente atraída por ele. O problema começa quando Chase começa a usar da atração de Gillian e sua dificuldade em dizer não para suas carícias para manipula-la. Sempre que Gillian está se mostrando irredutível em algum aspecto ou discordando de Chase, ele inicia um monte de carícias e joguinhos até ela desistir do que queria. E isso acontece o tempo todo. Basicamente todos os diálogos dos dois, principalmente os mais complicados, começam ou terminam (ou ambos) com sexo e Gillian sempre desiste do que queria por causa desses momentos. Chega a ser frustrante de ler, apesar de Gillian discordar de suas tentativas de controlar sua vida, ela cede em todas as discussões, o que torna tudo uma perda de tempo: no fim, Chase sempre consegue o que quer. Nos poucos e raros momentos que Gillian não cedeu as suas vontades por causa de sexo, foi por um motivo muito pior: o homem estava com raiva demais e ela decidiu não discutir com ele naquele momento, por "saber onde isso iria terminar". Não preciso dizer o que significa uma mulher se calar diante de um homem por estar com medo de uma reação violenta, preciso? O cara chega até mesmo a socar a parede, deixa eu repetir com calma: chega a socar a parede DO LADO DE ALGUÉM QUE SOFREU VIOLÊNCIA DO ÚLTIMO NAMORADO, mas a autora insiste até a última linha que está tudo bem porque ele a ama e não bate nela [ainda]. Sinceramente? Estou cansada de livros como esse.

Corpo tem ainda muitos outros aspectos que eu poderia me estender infinitamente sobre, mas todos se tornam pequenos diante do cenário do livro: uma relação abusiva sendo justificada e naturalizada, se escondendo atrás do rótulo de romance. Diria que um dos poucos elementos interessantes do livro estão nas amigas de Gillian, que são também mulheres incríveis que mantém uma relação de irmandade umas com as outras (apesar de só aparecerem para falar de homem), e na escrita da autora, que torna o livro tolerável até o final. Eu diria que Corpo é um excelente livro pra ler, prestar bastante atenção na dinâmica do relacionamento do casal, e se um dia você encontrar alguém minimamente parecido com o Chase, correr para as colinas. Não existe pau no mundo que justifique passar por uma merda dessas. Se amem, se respeitem, façam terapia e pelo amor da Deusa não se espelhem em livros como esse.

site: https://marina-menezes.blogspot.com/2020/02/resenha-corpo-trinity-1-audrey-carlan.html
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Marta 24/02/2020

Maravilhoso recomendo.
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Gmarianaferreira 19/12/2019

"O melhor de Audrey Carlan"
Esse livro difere de tudo que a autora, já escreveu.
Aqui encontramos além do romance picante, que é a grande marca da autora, encontramos uma história de superação e da busca do seu lugar no mundo após um grande trauma (relacionamento abusivo).
Em "Corpo" somos apresentados a Gillian Calahan, uma jovem mulher que está reiniciando a vida, após sair de um relacionamento bastante conturbado. Ela está trabalhando na fundação Safe Heaven, cujo principal objetivo é ajudar mulheres que passam ou que passaram pelas mesmas experiências que ela.
Ela atualmente está solteira, mas isso muda quando Gigi viaja até Chicago para uma importante reunião de trabalho. Ela conhece Chase Davis, um bilionário boa pinta e extremamente obcecado por controle, que vai abalar as estruturas do caração de Gillian.
Além, das cenas quentes (que não ocorrem imediatamente) há a construção de um sentimento mais profundo entre os protagonistas.
Leitura super fluída, ótima "cura ressaca", que me surpreendeu bastante. Outra indicação maravilhosa disponível no Kindle Unlimited.
Bjus da Mari.
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Lilyan Sotnas 16/08/2019

Quente!
Esse livro foi um achado dentro do que a escritora Audrey Carlan escreve. Não me levem à mal, mas a série Garota Do Calendário foi superficial demais e não consegui me conectar com a história. Então, tentar encarar outra série da Andrey Carlan foi muito desafiador para mim. Mas então esse livro me surpreendeu muito. Por mais que algumas partes eu tenha revirado os olhos de ler tanto absurdo que eram, ou de quantas vezes tive que contar até dez antes de continuar com a leitura sem querer matar os personagens, consegui terminar semanas depois. Gostei do livro e minha nota é na média sobre ele, mas ainda assim tenho um pé atrás quanto à continuar a ler a série. Porém, farei o esforço e vou ler os outros dois livros que remetem a mesma personagem, Gillian Callahan e o dominador (sim, dominador, bilionário e protetor. Nada muito inédito.) Chase Davis. Quero conhecer mais da história e acabar com essa imagem negativa que tenho da Audrey Carlan de uma vez por todas! Afinal, todo mundo merece uma segunda chance e essa série ficou instigante o bastante para não desistir agora.
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Cah. 11/07/2019

Romance clicê, o CEO bilionário e uma moça simples.
Diferente de alguns comentários, resenhas que li não acho que o livro seja um "genérico" de Cinquenta Tons. Chase é bilionário aos 30 anos de idade, possui frotas de avião, prédios, restaurantes ... Achei exagerado. E ele é muito controlador e possessivo, lembra um pouco o Grey, mas pra mim as semelhanças terminam aí.

É um livro bom, Chase e Gillian são um casal gostoso de ler.
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spoiler visualizar
Marina 04/02/2020minha estante
Pensei o mesmo enquanto ia lendo. A protagonista é incrível mas vai se ofuscando no decorrer do livro. Começa decidida a não deixar nenhum homem controlar sua vida e desiste disso por causa do Chase. Complicado




Thay Maddox 07/03/2019

Gostei
Tentei ler A garota do calendário e não consegui levar adiante a leitura, mas Corpo tem uma leitura mais leve, o enredo é coerente, Gigi é uma personagem bem construída e Chase na minha opinião é um cara egocêntrico e possessivo com Gigi é na minha opinião isso nãofoi tão legal assim.
Ler os próximos para acompanhar o desenrolar da estória
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Bia 02/02/2019

Corpo
Uma das primeira leitura do ano e começamos com uma baita decepção, o inicio do livro é realmente maravilhoso, mas infelizmente (ao meu ponto de vista) a autora não soube explorar a grande temática que tinha entre suas mãos, realmente odiei.

Gillian é uma guerreira, sofreu abusos psicológicos e físicos de seu ex-namorado e hoje trabalha na fundação que a salvou depois de quase ser morta, ela reconstruiu sua vida tendo esse trabalho e suas melhores amigas como base.

Chase é um personagem que não me desse pela goela de jeito nenhum kkk rico, lindo, tem o mundo aos seus pés e ele quer Gillian a todo custo. É um homem controlador e altamente possessivo.

Depois de tantos anos sofrendo com o canalha do ex ela ainda fica com um cara que invade sua privacidade e passa a controlar diversos detalhes da sua vida? Que? Quero deixar claro que o casal tem muita química sim, o decorrer do relacionamento é curto e intenso, porém me incomodou demais.

E pra ferrar ainda mais com a Gillian ela terá que encarar o fantasma de seu passado, confesso que só vou dar uma chance ao segundo livro, pois fiquei curiosa sobre o desfecho, mas realmente espero que essa relação mude.

Outra coisinha, como me fez relembrar a 50 tons de cinza, muito mesmo.
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Arca Literária 20/12/2018

resenha disponivel a partir do dia 05/02 no link http://www.arcaliteraria.com.br/corpo-audrey-carlan/

site: http://www.arcaliteraria.com.br/corpo-audrey-carlan/
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