Corpo

Corpo Audrey Carlan




Resenhas - Corpo


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Dennis.Romoaldo 05/08/2017

Simplesmente maravilhoso
Audrey Carlan é uma autora maravilhosa e arrasou novamente nesta série! Sua escrita foi tão leve e intensa que o deixa vidrado nesse primeiro livro da série Trinity.

Gillian é uma mulher muito forte, e também é uma sobrevivente. Ela tinha um relacionamento terrível no passado que obviamente era mentalmente e fisicamente brutal, mas ela seguiu um novo caminho e isso a tornou uma nova pessoa. Agora ela é dona de si mesma não abaixa a cabeça por nenhum homem. Numa noite ela conhece um cara sexy que a encanta e sua atração é inevitável. Chase Davis. O que ela não esperava, é que esse homem é seu chefe!

Chase... meu Deus, ele era seu típico homem alfa, lindo, alto, gostoso e rico. Ele é o tipo de cara que tem tudo o que quer, toda mulher cai aos seus pés, mas como Gillian vai ser diferente, ela vai ser um novo desafio para ele, mudando todos seus conceitos e mostrando que ele não terá tudo o que quer e quando quer.

Ao passar do livro, vemos como o romance dos dois vai evoluindo de uma forma avassaladora e incrível, vemos também como os dois aprendem a amar novamente já que foram feridos em seu passado. Temos cenas hots de tirar do folego. Temos flashbacks de uma das agressões que Gigi sofreu que é de cortar o coração.

Vemos também 3 irmãs de almas da Gigi, Kat, Bree e Maria. Elas são divertidas, sexys, donas de si mesma. Elas dão uma incrementada no livro que o deixa bem familiar e incrível, temos cenas bem engraçadas com elas.

Mas nada fica por aí, nos últimos capítulos nossa protagonista começa a receber mensagens e flores com ameaças de uma pessoa. O stalker ameaça destruir tudo em sua volta para ter ela novamente.

O que o futuro guarda para nosso casal? Quem será esse Stalker?
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Kita 26/06/2020

Lindo
Duas pessoas com traumas, principalmente Gillian que passou por um relacionamento abusivo e não quer nem e relacionamento até que Chase surge em sua vida
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Bella 15/06/2020

Relacionamento problemático e escrita brega
O livro é tão fraco que terminei rápido porque não queria ficar presa a um livro péssimo.

Primeiro falando sobre a construção de personagens. Essa ideia de chefe, bilionário, rosto perfeito e possessivo, ficou em 2010 (o livro é de 2017). É uma personificação tão clichê e tão brega que em certos momentos me dava agonia. Chase tem 28 anos, e incontáveis posses, desde empresas, prédios, construções, instituições e aviões (avião no plural mesmo). Acho que foge um pouco da realidade, é uma ideia muito distante e, por mais improvável que seja, muito clichê. Sem falar de uma postura masculina zero agradável.

Enquanto isso Gillian é uma mulher que passou por traumas que eu jamais poderia falar sobre. Agressão física e violência doméstica são pontos que não cabe a mim comentar. Por muitos momentos achei a personagem decidida, mas aí vinha a autora e destruía tudo que nós mulheres lutamos contra. Muitas vezes Gigi foi uma mulher influenciada e sem nenhuma personalidade. O que me incomodou muito, visto o histórico amoroso horrível da personagem.

Ai vem a questão do relacionamento do casal. Por incontáveis momentos Chase foi extremamente controlador e possessivo em relação a Gigi. É muito delicado falar sobre essa postura. Existe uma linha tênue entre o protetor e o possessivo. E a autora conseguiu errar em todos os capítulos. Por muitas vezes Gigi não teve voz, não teve posicionamento, não teve controle da situação. Chase em todas foi manipulador e controlador. E isso pra mim é extremamente perigoso. Mexer no celular enquanto ela dorme, afirmar diversas vezes que é ele quem pagava as roupas dela, ameaçar a empresa que ela trabalha, com menos de 3 dias de ?relacionamento? questionar a única amizade masculina dela. E tantas outros pontos que eu poderia ficar aqui até amanhã.

Não adianta me vender uma história contra agressão física e romantizar a agressão psicológica.

Pra mim esse estilo de escrita e narrativa ficou lá atrás. Depois de ler muito, de conhecer mil histórias de amor, de me apaixonar por milhões de personagens, esse tipo de romance não me envolve mais. Ainda bem.

E por fim, mas não menos terrível, a escrita brega e muito irreal da autora. De verdade, que escrita mais cafona. Não é uma escrita ruim, sem fluidez, ou sem estrutura, isso pelo menos ela soube fazer. Mas em relação aos diálogos, ao vocabulário, a forma de referência, tudo isso foi péssimo.

O livro é ruim em diversos pontos. Não indicaria a ninguém, existem milhões de livros melhores nessa pegada sexual. Não sei qual público a autora quis atingir, mas com certeza eu to fora dele.
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Esthefany 23/04/2020

Eu espero do fundo do coração que a autora conserte todos erros dessa história nos próximos livros...
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Marina 03/03/2020

Problemático demais
Corpo conta a história de Gillian Callahan, uma garota que se tornou forte, decidida e independente, após quase morrer vítima de violência doméstica, nas mãos de seu ex-abusivo Justin. Gillian se sentia culpada por tudo de ruim que acontecia no relacionamento, acreditando que Justin estava certo ao fazer o que fazia, até que finalmente é salva e tem sua vida transformada por uma instituição que acolhe e orienta mulheres vítimas de violência. Essa instituição hoje é o local de trabalho de Gillian, que possui um cargo em que consiste em angariar fundos para manter a instituição de pé. Apesar do tempo, da terapia e do grupo de apoio, Gillian ainda tem receio de se relacionar com homens novamente (o que é perfeitamente compreensível) até conhecer seu chefe Chase Davis, um bilionário rico, bonito, sedutor, bom de cama, etc e tal, e o resto vocês imaginam né? Pois é, é no relacionamento com Chase que as coisas se complicam.

Eu preciso ser sincera e dizer que a premissa de Corpo é muito boa, mas a execução é péssima. A ideia do livro era mostrar como uma relação abusiva deixa marcas na vida de uma pessoa, mesmo após anos do término dessa relação. Uma premissa como essa tem um potencial enorme se feito de forma crítica, caso contrário, acontece o que aconteceu com Corpo: a forma como a autora conduziu a história acabou contribuindo com a completa banalização da violência que a personagem sofreu, e ainda, sem querer, fazê-la cair em um novo relacionamento abusivo, justificando tudo como "romance". É claro que isso não fica totalmente claro a princípio, muito pelo contrário, como a maioria das relações abusivas (em que não há violência física), as coisas são muito sutis e difíceis de descrever, sobrando apenas a sensação de algo está errado, mas sem saber definir ou explicar exatamente o quê. Durante a leitura, eu mesma me senti na dinâmica de uma relação abusiva: tentando justificar o que acontecia de errado, me perguntando se eu não estava exagerando ou sendo paranoica e se os comportamentos que eu via como nocivos não era comportamentos "normais" de homens. Se no final a autora deixasse claro que o novo relacionamento de Gillian com Chase é abusivo e está longe de ser o ideal, o livro seria perfeito. Várias vezes me perguntei se a ideia não era justamente essa. Mas infelizmente não é, ao menos nesse volume (o livro tem várias continuações). A autora faz o pior possível ao falar sobre relações abusivas: naturaliza comportamentos nocivos, com a ideia de que "é assim mesmo", usa do "amor" para justificar ciúmes doentios, e ainda reproduz a noção completamente equivocada de que violência doméstica é somente violência física. Chase, em nenhum momento agride Gillian, mas a situação vai piorando aos poucos, até o momento em que ele tem total controle sobre sua vida, privando-a de sua liberdade, controlando sua vida pessoal e financeira, e a impedindo de tomar até mesmo as menores decisões em sua vida (como as roupas que vai vestir ou comprar). Isso também é violência.

Interessante observar que a construção de Gillian me agradou muito. Seus pensamentos, os receios que possui, o medo que sente me pareceu muito coerente em relação a sua história passada. A autora soube conduzir essa parte muito bem. Ela esteve em uma relação violenta que quase tirou sua vida, mas consegue se reerguer, retomar o controle de sua vida, se tornar uma mulher forte e independente. Ela é uma mulher incrível, e isso é bacana de ver. Mas é uma pena o que acontece no decorrer da história. Gillian vai se apagando, se ofuscando, se diminuindo cada vez mais pra agradar Chase. Ele é um homem controlador e inseguro, e ela cede a todos os seus caprichos, deixando de ser quem é, apenas para se adequar a ele. Gillian se importa com seu próprio trabalho, sua independência financeira, em tomar as decisões de sua vida, mas aos poucos Chase toma o controle disso tudo, e ela permite, apenas porque "o ama" e não quer vê-lo aborrecido. Em determinado momento ela se força (e usa exatamente essas palavras) a relaxar e confiar nele, apesar do medo que sentia (respeito pelo próprio corpo, oi?). Gillian chega ao ponto de fazer a comparação entre Justin (o ex que quase a matou) e Chase, mas ignora completamente a sensação de familiaridade entre os dois, justificando que Chase nunca a machucou nem machucaria, o que volta ao que eu mencionei logo no início: violência não é só socos, tapas, arranhões e machucados.

Necessário ressaltar que Corpo é um livro hot, e por isso mesmo é recheado com cenas de sexo. Infelizmente, as cenas de sexo trazem outro ponto problemático para o livro. Como a maioria dos romances hot, Chase é sedutor, atraente e bom de cama (faz parte né), e obviamente Gillian se sente extremamente atraída por ele. O problema começa quando Chase começa a usar da atração de Gillian e sua dificuldade em dizer não para suas carícias para manipula-la. Sempre que Gillian está se mostrando irredutível em algum aspecto ou discordando de Chase, ele inicia um monte de carícias e joguinhos até ela desistir do que queria. E isso acontece o tempo todo. Basicamente todos os diálogos dos dois, principalmente os mais complicados, começam ou terminam (ou ambos) com sexo e Gillian sempre desiste do que queria por causa desses momentos. Chega a ser frustrante de ler, apesar de Gillian discordar de suas tentativas de controlar sua vida, ela cede em todas as discussões, o que torna tudo uma perda de tempo: no fim, Chase sempre consegue o que quer. Nos poucos e raros momentos que Gillian não cedeu as suas vontades por causa de sexo, foi por um motivo muito pior: o homem estava com raiva demais e ela decidiu não discutir com ele naquele momento, por "saber onde isso iria terminar". Não preciso dizer o que significa uma mulher se calar diante de um homem por estar com medo de uma reação violenta, preciso? O cara chega até mesmo a socar a parede, deixa eu repetir com calma: chega a socar a parede DO LADO DE ALGUÉM QUE SOFREU VIOLÊNCIA DO ÚLTIMO NAMORADO, mas a autora insiste até a última linha que está tudo bem porque ele a ama e não bate nela [ainda]. Sinceramente? Estou cansada de livros como esse.

Corpo tem ainda muitos outros aspectos que eu poderia me estender infinitamente sobre, mas todos se tornam pequenos diante do cenário do livro: uma relação abusiva sendo justificada e naturalizada, se escondendo atrás do rótulo de romance. Diria que um dos poucos elementos interessantes do livro estão nas amigas de Gillian, que são também mulheres incríveis que mantém uma relação de irmandade umas com as outras (apesar de só aparecerem para falar de homem), e na escrita da autora, que torna o livro tolerável até o final. Eu diria que Corpo é um excelente livro pra ler, prestar bastante atenção na dinâmica do relacionamento do casal, e se um dia você encontrar alguém minimamente parecido com o Chase, correr para as colinas. Não existe pau no mundo que justifique passar por uma merda dessas. Se amem, se respeitem, façam terapia e pelo amor da Deusa não se espelhem em livros como esse.

site: https://marina-menezes.blogspot.com/2020/02/resenha-corpo-trinity-1-audrey-carlan.html
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Lili No Mundo dos Livros 24/11/2017

Incoerente
Instagram @lilinomundodoslivros

Já viram aquele meme: ?Já tava bom. Diz que ia mudar ainda pra melhor. Já não tava muito bom. Tava meio ruim também. Tava ruim. Agora parece que piorou?? Ele define minha leitura de Corpo. ? ????????????
Dois tipos de resenha me levam a ler determinados livros: quando elogiam demais ou quando criticam muito. Como minha leitura é movida pela curiosidade tive que ler Corpo, porque queria saber a razão de tantas criticas. ?
????????????
A história começa promissora, uma jovem vítima de violência doméstica que consegue reconstruir sua vida e que encontra um novo amor. Até a metade do livro não tinha entendido o motivo de tanto alvoroço. Sim, a história era um clichê e um pouco confusa, mas não necessariamente ruim. ? ????????????
Mas... da metade para frente as coisas mudam... e a história perde o rumo. Nunca pensei que um livro poderia ter baguete demais, mas Corpo mostra que é possível. Primeiro, existe uma incoerência na narrativa, já que Gillian sai de um relacionamento abusivo para se envolver com um homem dominador e controlador. ? ????????????
O pior de tudo para mim foi que a personagem releva e justifica as atitudes controladoras, a invasão de privacidade de Chase em prol de sua baguete. Gente... nem só com varinha se faz mágica!!!! Achei que essa escolha da autora trouxe uma visão negativa do tema, uma vez que ao invés de trazer uma conscientização sobre o assunto, acabou por reforçar ideias erradas e preconceituosas sobre as vítimas de violência. ? ??
??????????
Corpo é um livro rápido de ler, apesar de tudo isso. Mesmo tendo partes semelhantes a outro livro famoso, o que mais me prendeu foi o "suspense" do final. Eu leria o segundo livro só para saber o que vai acontecer. ? ????????????
Nota: 2,5?
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Juliana 18/09/2017

[RESENHA] Corpo Trinity #1 | Audrey Carlan | Ed. Verus
Recebi o primeiro volume da Série Trinity, escrito pela autora Audrey Carla, comporta por 5 livros, de presente da Editora Verus. Nem sei como expressar minha felicidade ao pegar o pacote em mãos por conta da minha ansiedade em poder ler esse livro que me cativou de uma forma surpreendente.
Gillian é uma jovem mulher que se ergue na vida após um passado traumática repleto de agressões físicas, verbais e mentais chegando ao ponto de quase tê-la levado à morte. Graças a uma instituição que salva, cuida e orienta mulheres que sofrem violência doméstica pode reconstruir a vida e, assim, trabalhar em prol de outras que também passaram e passam pelo mesmo que ela. Foi assim que conheceu suas melhores amigas.

“As pessoas não dão valor quando as coisas são fáceis. Elas correm por aí, sem nunca se preocupar com a chegada iminente de um fim sufocante, esmagador. ”

Como nova gerente da fundação a qual aprendeu a amar, se prepara para finalmente conhecer o fundador e presidente da ONG e, por isso, o nervosismo lhe consome. Numa noite, para espairecer conhece Chase, um homem de olhar sedutor e postura que emana dinheiro, cópia fiel do homem de aço a qual faz parte das fantasias de muitas mulheres.
Apesar de se sentir afetada pela presença e insistência do homem em conquista-la, o simples fato de se entregar a outro relacionamento e a necessidade de Chase em cuidar da mulher que o cativou sem explicações a apavora e traz anota lembranças das quais achou ter superado.

[...] Estamos nisso juntos. E, se vai ser assim, vou ter que ser honesta com ele em todas as coisas, o tempo todo. Só espero que ele possa lidar com o fato de saber tudo sobre mim, incluindo meu passado.


Porém, Chase, apesar de toda fortuna e influência que possui sabe o valor que aquela mulher tem e, apesar de querer cuidar dela, será o sentimento que aprendem a nutrir um pelo outro que os salvará dos traumas do passado, farão viver o futuro intensamente e planejar para sempre um futuro juntos... Mesmo que uma nova ameaça que lhes tira o sono, esteja pairando sobre suas cabeças.

Eu já amava a escrita da autora após ler a Série Garota do Calendário, mas desta vez ela conseguiu se superar. O livro me prendeu de uma forma que ainda não compreendi como em um dia o li sem parar. Os personagens são singulares, atraentes e de personalidades forte e únicas. Os protagonistas, apesar de aparentar pela sinopse ser o que já li em muitos outros livros, não se comparam em nada com o velho clichê da mocinha podre e indefesa com o milionário lindo que enlouquece na hora do sexo. Apesar das cenas de sexo estarem presentes não são o foco da história, mas apenas algo que acontece com o casal como forma de conexão. A Audrey tem um talento maravilhoso de descrição com o poder de te fazer visualizar as cenas sem prejudicar o que está acontecendo nem entediar o leitor.

Com uma escrita super fluida, cativante, hipnotizante foi impossível sequer dormir sem saber o que aconteceria até o final da história.


site: http://folheandosonhos.blogspot.com.br/2017/09/resenha-livro-corpo-trinity-1-audrey.html
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Gabriela Deveza 22/09/2017

Chase e meu ??
Primeiramente como já falei quero o Chase para mim (desculpa senhoras ele é MEU) rs, vamos pra resenha.
Pense em um livro gostosinha de ler, logo que cara somos apresentados a nossa linda Gillian uma mulher que com seus 24 anos já passou por poucas e boas, eu provavelmente não seria tão forte e cheia de vida igual ela, e logo também conhecemos CHASE que homem (Gzuis ?), a autora não fica enrolado para juntar o casal (que bom né), tanto A Gigi ( chamo assim porque só íntima tá kk ?) quanto Chase ( Super-Homem ?) já sofreram violência doméstica ( Eu super admiro quem consegue superar um momento tão traumático na vida) é um assunto que nos mostra que a violência doméstica e uma realidade na vida de muitos, e que a vítima muitas vezes acha que merece ser espancada e entre outras coisas ( triste, mais amor por favor ?) e no meio disso tudo temos amigas maravilhosas que se ajudam nos momentos difíceis, temos muito romance, ex idiotas ( uns mais que o outros) e por fim um assediador que nós deixa com muito medo pelo nosso casal, agora é esperar o próximo livro ??

By Gabi ?
Dennis.Romoaldo 23/09/2017minha estante
avalie o livro amor hahaha ajuda bastante na divulgação dele




Jéssica Spuzzillo @pintandoasletras 17/11/2017

Difícil...
Este livro conta a história da Gillian Callahan, uma mulher que sobreviveu a um relacionamento abusivo e começou a construir uma bela carreira em uma fundação que a permite ajudar outras vítimas.
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Ela não queria ser controlada e não queria se envolver com ninguém, depois do seu passado difícil, até conhecer Chase Davis.
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Chase é bilionário, presidente da fundação, é lindo e sabe como seduzir uma mulher. No começo Gillian diz não, mas ele é persistente e não considera um não como resposta, aos poucos ela vai cedendo e um intenso relacionamento se inicia.
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Chase é controlador. Gillian é uma garota doce, bonita e trabalhadora. Em muitos aspectos este livro ficou muito parecido com “Cinquenta tons de Cinza” ele tinha tudo para ser bom, mas para mim não rolou.
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Eu achei essa história incoerente demais, Gillian sofreu por tantos anos com a violência doméstica e agora que superou se considera uma pessoa independente e confiante, mas Chase começa a controlar todos os detalhes de sua vida e ela parece que está vivendo no mundo de Bob, só ri e concorda com tudo.
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Eu me pergunto seriamente como uma mulher independente, depois de anos de sofrimento, se rebaixa dessa forma! O amor é cego mesmo? Vocês acreditam nisso? Desculpa, eu não!
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Eu gosto de ler livros com uma pegada picante, vocês sabem! Mas de bom gosto, neste livro há filas de calcinhas molhadas, poderia marcar a quantidade de vezes que a autora usou essa frase. Estou sendo muito dura? Talvez, mas frases como essas não dá para defender :
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“Seu peito dourado é como um farol me chamando para casa enquanto engatinho até ele”🤔
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“Lambo seu peito, sugando o sabor da água fresca, um sinal de sabonete e do homem abençoado”🤔
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A única coisa que gostei nessa história foi a autora ter criado uma fundação para vítimas de abuso. Ideia boa, personagens mal escritos, Gillian merece ser feliz, espero que ela volte empoderada no próximo livro da série que estou curiosa para ler, apesar de não ter gostado deste.


site: https://www.instagram.com/p/BbSguR8FvyG/?taken-by=pintandoasletras
Fran @paginasdafran 17/11/2017minha estante
Estou com receio de ler esse livro. Só a ideia de saber que a protagonista foge de relacionamentos abusivos e entra em um semelhante não me agrada. Parecer-se com 50 tons só piora tudo e acho horrível livros que contém cenas hots que causam certo nojo. Espero que não seja bem como imagino :(


Tay 30/01/2018minha estante
Concordo. Ela fala que é independente o livro todo e se rebaixa em vários momentos por conta do mocinho. Não rolou. Mas vou ler o próximo livro pq fiquei curiosa kkkk


Tainara 08/04/2018minha estante
Hahahahahahhahahahahahahahh eu ri com as frases. Nossa. Pensei que ela tinha melhorado a escrita depois de A Garota do Calendário, mas já viu que ficou na mesma




Marlene C. 08/11/2017

Corpo - Audrey Carlan
Uma nova vida. Um novo amor. Um perigo real.

Corpo é o primeiro volume da série Trinity, escrito pela autora Audrey Carlan, que ficou conhecida aqui no Brasil pela série: A garota do calendário, que também foi publicado pela Editora Verus.

Gillian tem um passado traumático e marcado por muita violência, ela sofreu abusos físicos e psicológicos de um ex-namorado e quase foi morta pelo mesmo, tentando seguir em frente sua vida, ela passa a ser parte de uma fundação que cuida de mulheres que foram vítimas de violência doméstica, com o intuito de ajuda-las a se reerguer e deixar o passado para trás.

Na noite anterior a uma reunião, onde ela irá conhecer o presidente da fundação, Gillian conhece Chase, a química entre eles é forte e explosiva, porém com seu passado conturbado, Gillian tem medo de homens que assim como ele exalam poder e acabar saindo, com medo de se envolver.

Eu só quero uma vida normal - uma vida sem dor.

Mal sabe ele que o homem que despertou seu corpo como ninguém antes, é ninguém menos que seu chefe e presidente da fundação, um homem podre de rico que não aceita um não como resposta e está disposto a fazer de tudo para tê-la em sua cama.

Chase é um personagem um tanto que estereotipado, ele é bonito, rico e um deus grego na cama, mas ele se mostrou um personagem incrível, ele é bem resolvido em relação aos seus sentimentos e isso para mim foi uma surpresa, afinal, livros com uma trama como essa, na maioria das vezes trazem personagens masculinos, que não querem relacionamentos e guardam muitos segredos, o que não acontece muito aqui.

Chase tem uma veia possessiva e para Gillian lidar com isso foi difícil, porque querendo ou não, ele a fazia lembrar do seu passado, porque para ela, posse não é amar, é dor e sofrimento. O amadurecimento do casal do decorrer da trama foi incrível, ela se descobrindo uma nova mulher e aprender a lidar com tudo o que já lhe aconteceu e ele sendo um dos seus portos seguros.

Eu gosto que ele seja ciumento e possessivo. Toda garota precisa de um pouco disso para se sentir desejável. Desde que ele mantenha o ciúme no nível mínimo, vamos ficar bem.

Gillian é uma mulher que sem dúvida é digna de admiração, ela teve um passado bem difícil e apesar de até hoje ainda sofrer as consequências do ocorrido, tenta sempre seguir em frente sem se deixar abater, afinal, ela tem que se forte para ajudar mulheres que assim como ela sofreram esse tipo de violência.

Como comentei anteriormente, Chase é bem possessivo e em 75% do tempo isso não foi exatamente um problema para mim, no entanto, em algumas partes, eu realmente não conseguir aceitar e engolir a maneira como ele queria tomar controle da vida dela, minha vontade era de sacudi-lo e manda-lo para de sufocar tanto ela.

Eu gostei como a autora falou de assunto tão atual, que é a violência e mostrou de maneira nada sutil as consequências que isso deixam na vida das pessoas que sofrem. Ela aborda assuntos como abuso, estupro e violência física e psicológica, e tem vários relatos do passado de Gillian e só aqui percebe e quanto de resiliência ela precisou ter para continuar seguindo em frente.

- Corpo, mente e alma são importantes para nós quatro, mas para mim, particularmente, a tatuagem representa o passado, o presente e o futuro. Elas sempre vão fazer parte do meu passado, do meu presente e do meu futuro também.

O desenvolvimento dos personagens secundários foi incrível, temos vários personagens como: Bree, Kat e Maria, que são melhores amigas de Gillian e seu porto seguro nos momentos difíceis. Um ponto que para mim foi bem positivo, é o fato de que a autora não teve medo de explorar a sexualidade da personagem, isso pode ser um pouco contraditório, levando em conta o tema central do livro, mas ainda assim, foi algo que não fugiu muito do que eu já esperava.

O segundo livro já foi lançado e tem como nome: Mente, eu estou bem ansiosa para saber os acontecimentos dos próximos livros, recomendo a leitura, para quem gosta de livros eróticos, com drama e uma bonita história de superação.
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Erica.Santos 13/04/2020

Um livro que te prende do início ao fim, ansiosa pra ler a continuação...
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julianateixeira 04/10/2017

Corpo é um romance com erotismo na medida certa!
O livro apresenta Gillian, nossa heroína determinada, independente de si mesma, e super bem resolvida, mas nem sempre foi assim... com uma temática forte e atual, Gillian sofreu abusos e violência domestica de seu antigo namorado, Justin, mas isso ficou no passado, Gillian como uma fênix renasceu de todo o sofrimento e abusos que sofreu, e hoje trabalha na Safe Haven, uma instituição que ajuda mulheres que passam e passaram o mesmo que Gillian. Esse é o gancho para a entrada de nosso mocinho, nosso típico mocinho literário, CEO da empresa que Gillian trabalha, Chase é o típico macho Alfa, autoritário, podre de rico, e lindo de morrer, parece clichê né? Mas não, como eu disse a temática do livro é bem delicada, e imersa nosso mocinho nesse tema também. A química entre eles é de tirar o fôlego, com cenas quentes e vários momentos own 😍 . Se vou ler o segundo volume? CLAAAROOOO, até porque no desenrolar da história onde vamos conhecendo cada vez mais o passado de ambos, uma ameaça surge pra abalar o relacionamento de Gillian e Chase, é o momento Oh My God do livro, então o segundo volume promete ser ainda melhor que o primeiro. Acredito que esse livro irá ajudar muitas leitoras que estão em relacionamentos abusivos a identificar sinais que nem sempre são claros até a primeira violência sofrida, Gillian é de longe umas das melhores protagonistas que li nos últimos tempos, espero que todas mulheres que passam por isso, possam ter a força e a coragem de Gillian. Livro sem sombra de duvidas
5 estrelas ⭐⭐⭐⭐⭐
#VerusEditora #SerieTrinity
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Mariana Maciel 07/11/2017

Não me agradou
não gostei muito, historia fraca, rios e rios de pensamentos, sem evolução, sem emoção, sem historia, poucos diálogos e pensamentos desnecessários, uma pena pois eu amei A Garota do Calendário.
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spoiler visualizar
Marina 04/02/2020minha estante
Pensei o mesmo enquanto ia lendo. A protagonista é incrível mas vai se ofuscando no decorrer do livro. Começa decidida a não deixar nenhum homem controlar sua vida e desiste disso por causa do Chase. Complicado




Thais Mira 02/01/2018

#1 Corpo - primeiro livro da série Trinity
Foi meu primeiro contato com a obra da autora e infelizmente me decepcionei. Os personagens tinham tudo para engrenar, personalidades fortes e histórias individuais marcantes, porém permaneceram na superfície.
Para mim foi mais uma dose do velho conhecido "cara rico, dono do mundo, que consegue as coisas num estalar de dedos e acha que tem poder absoluto sobre a vida de uma mulher assim que coloca seus olhos nela".
E o que mais me incomodou foi o fato dos personagens não construírem um envolvimento emocional sólido. Há sim muita química, a atração é intensa, mas ao longo do livro esse sentimento não evolui (por mais que hajam declarações incluindo as 3 palavrinhas mágicas).
Enfim, acho que o livro tem elementos que satisfazem uma grande parte dos leitores, mas, para mim, faltou algo mais.
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