Estamos Bem

Estamos Bem Nina LaCour




Resenhas - Estamos Bem


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Juliette 30/03/2020

Bonita de um jeito triste, mas, bonita.
O livro conta a história de Marin, que fugiu de casa depois de uma tragédia, deixando tudo para trás, - e não sabemos o motivo -, inclusive sua melhor amiga Mabel. E é com a chegada dessa amiga, que foi visitá-la no alojamento da universidade que Marin estuda, que ficamos sabendo o que aconteceu nos meses anteriores à fuga da garota, e consequentemente, o que a deixou traumatizada e a afastou de sua antiga vida.

Durante a leitura, identificamos claramente que a protagonista tem os sintomas de depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Sabemos que ela está sozinha.

"As coisas mais inocentes podem remeter às mais terríveis."

A narração da história é feita no presente e por meio de flashbacks dos meses anteriores à sua fuga, que contam o motivo da sua tristeza, solidão e insegurança, e vamos juntando as peças dos acontecimentos.

É um livro triste e intenso. 'Estamos Bem', fez com que eu me sentisse sufocada pela tristeza e solidão da personagem. Foi difícil não refletir sobre os sentimentos da Marin, e isso fez com que o processo de leitura fosse lento e árduo. Mas lá pra metade da história os acontecimentos começaram a desenrolar.

Particularmente, eu gostei da história e dos temas que a autora abordou, como a perda, o luto, a depressão, a solidão, a amizade, e a presença da temática LGBT que foi tratada com delicadeza. Mas eu também tive a sensação de que algumas coisas ficaram rasas, faltou um aprofundamento, sei lá, mas são detalhes que não comprometeram a história e a mensagem que a autora quis passar: nem sempre estamos bem, por mais que repetimos isso várias vezes a nós mesmos, como um anseio de acreditar que está tudo bem, quando na verdade, não está.

É uma história bonita de ler. Bonita de um jeito triste, mas, bonita.

"O desconhecido é um lugar escuro.
É fácil se render a ele.
Mas acho que é onde moro a maior parte do tempo. Acho que é onde todos nós vivemos, então talvez, não precise ser tão solitário. Talvez eu consiga me acomodar, me aconchegar, construir um lar na incerteza."

^^
Vinicius.Jorge 30/03/2020minha estante
Amei a resenha


Juliette 30/03/2020minha estante
Obrigada! Tbm gosto das suas resenhas! ?


Vinicius.Jorge 30/03/2020minha estante
Obrigado :)


oiinatalia 07/07/2020minha estante
Amei a resenha, me fez refletir mais sobre a leitura


Juliette 08/07/2020minha estante
Obg! :)
Eu li a sua resenha e também gostei! ;)
Cada livro toca um leitor de uma maneira diferente e esse livro nos faz refletir sobre várias coisas.
Infelizmente, às vezes, a melencolia, a negação e o afastamento da petsonagem podem não agradar alguns leitores.




josi 16/10/2020

é um livro triste porém muito bonito. achei que o final ia ser super triste e q eu n iria gostar. mas amei.
a leitura é bem rapidinha e fluída, e quanto mais eu lia mais me dava vontade de ler.
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Tay - @teoremadoslivros 25/05/2020

toda a questão do luto aqui é interessante. não é bem desenvolvida, mas ok. porém, a forma que a sexualidade da Marin é abordada e o seu relacionamento com a Mabel também... hmm, tudo bom querida? curti isso muito não, mar ok né
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Jenn 28/05/2020

Um livro ok
O livro fala sobre o luto e a solidão de uma garota.
Quem passou por isso... sabe que é muito difícil e acho que o livro retrata bem o sentimento de perder alguém que se ama.
É uma história curtinha que da pra ler rápido. Não me encheu de amores mas foi uma leitura ok.
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Tamirez | @resenhandosonhos 02/08/2018

ESTAMOS BEM - Nina LaCour
Eu não estava pretendendo ler esse livro, mas foi um daqueles momentos onde eu acordei, olhei pra ele e pensei que era o momento certo para conhecer essa história. O que eu já sabia sobre ele era que deveria esperar uma história sensível que envolveria um possível relacionamento entre duas garotas, o que pra mim de certa forma é uma novidade, já que das minhas experiências com literatura LGBT, o casal sempre era masculino.

A surpresa porém, é que isso não é nem sequer a ponta do iceberg, e sim uma lasquinha dele. A trama de Nina LaCour construída aqui, não vive apenas para trabalhar esse tema, mas sim para expressar o tamanho de uma dor que parece não ter fim e que vai sendo engolida e mascarada até que a pessoa em questão ache que não há mais com o que lidar, já que escondeu tudo dentro de si.

A jornada de Marin aqui é aos poucos compreender o que aconteceu e o que as consequências disso representam na sua vida. E junto com ela caminhamos ao longo das páginas desvendando o que é tudo isso que a assombra. Sabemos que ela está sozinha. Sabemos que ela perdeu a mãe muito cedo e morava com o avô. Sabemos que se ela está sozinha esse avô não existe mais, e também sabemos que há algo que mudou na sua relação com Mabel.

Mas cada fragmento dessa história é nos dados no momento em que a protagonista resolve lidar com ele, pouco a pouco, traçando um quebra-cabeças que remontam a vida da qual Marin tanto se afastou. E, mesmo que ela pareça forte, é triste ver o quanto aquilo a consumiu a ponto de ela nem mesmo se reconhecer e poder afirmar com certeza que aquela pessoa não é mais ela e que esses últimos quatro meses foram o suficiente para que tudo mudasse em si, para algo mais solitário e recluso.

“Eu tinha afastado a dor. E a encontrara nos livros. Chorava pela ficção em vez de chorar pela verdade. A verdade era irrestrita, sem enfeites. Não havia linguagem poética nela, nem borboletas amarelas, nem inundações épicas. Não havia uma cidade presa embaixo d’água nem gerações de homens com o mesmo nome, destinados a repetir os mesmos erros. A verdade era ampla o bastante para se afogar nela.”

O que LaCour consegue passar claramente ao leitor, através do nosso coração que palpita com tristeza, é a imensa solidão que mora com aquela menina. O anseio interno dela de acreditar que está tudo bem quando claramente não está. O desejo de crer que o que ela precisa é estar sozinha, porque não vê ninguém ao seu redor para a socorrer, deixando assim um vazio que a consome, porque fica oculto até estar grande demais para ser ignorado.

Não dá nem pra dizer que isso se esconde nas profundezas da história pra trazer por sutileza, porque essa solidão atua quase como protagonista junto com Marin, lembrando a todo o momento que há algo errado. E, mesmo assim, não é como se a personagem estivesse em total depressão ou em negação. Parece mais uma constatação, uma situação que existe e ponto. Ela está lidando com aquilo (mesmo que não) porque não vê outra forma.

Mas, apesar de parecer pesado, é na verdade uma história bem rápida de ser lida e ansiamos por desvendar tudo o que há para ser descoberto. E queremos tanto que tudo dê certo que nos tornamos os maiores torcedores da protagonista. Acredito que o livro tem exatamente o tom certo para a história que se propôs contar e conseguiu trazer vários conflitos sem fazer um mix ruim, ou tirar a atenção de algo mais sério.

site: http://resenhandosonhos.com/estamos-bem-nina-lacour/
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ncams 13/06/2020

Um livro que fala sobre a perda, a dor, a solidão e o reencontro consigo. A leitura flui, os capítulos são pequenos e a história prende. Dá pra sentir um pouco da tristeza de Marin e passar o livro torcendo pra que ela fique bem e consiga finalmente deixar os fantasmas do seu passado ir em paz pra que ela possa seguir em frente. Adorei a leitura e o final é emocionante.
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Rose, Cams 03/04/2020

Um livro que eu queria ter amado
Não vou falar do enredo do livro, mas da minha experiência com ele.

Talvez as minhas expectativas tenham atrapalhado a leitura, pois um livro que fala de luto e aborda a sexualidade da protagonista não poderia ser menos que favoritado, certo? Errado.

A escrita é fluída, li em uma sentada só. Mas é apenas isso. Para mim, o problema foi a autora ter molhado os pés em vez de mergulhar com profundidade nas diversas camadas que ambos os temas abordados permitiam. Ela podia! Em diversos momentos, quando aquela chama poderia se tornar uma explosão, tive a sensação de que ela recuava.

Não posso negar que senti empatia, que há quotes reflexivos e repletos de significado no livro, que eu me conectei com a dor da protagonista e, inclusive, me emocionei em umas três cenas do meio para o final. Não é um livro ruim, de forma nenhuma. Porém, o plot é previsível e a autora vai "jogando migalhas" óbvias para que a gente se atente ao que ela está construindo. Por sua vez, também foi lindo acompanhar a ressignificação da relação entre Marin e Mabel. A escrita poética da Nina trouxe uma doçura aos momentos entre elas.

Por fim, o livro vale pelo sentimento e, dependendo do leitor que você for, certamente cumpre o propósito de te tirar de uma ressaca literária, por exemplo. Não vá com sede ao pote, é tudo o que digo.

"O desconhecido é um lugar escuro. É difícil se render a ele. Mas acho que é onde moro a maior parte do tempo. Acho que é onde todos nós vivemos, então talvez não precise ser tão solitário. Talvez eu consiga me acomodar, me aconchegar, construir um lar na incerteza" (p. 215).
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giovanna | @theuniverse_bookshelf 08/06/2020

Estamos bem (estamos?)
@theuniverse_bookshelf

"Estamos bem" é um daqueles livros que a gente lê com o coração apertado e se pergunta o tempo inteiro "estamos bem mesmo?".

Nossa protagonista é a Marin, que passou os últimos meses enfrentando duas principais perdas em sua vida: uma associada ao luto, e a perda de sua melhor amiga Mabel, de quem se distanciou repentinamente e sem dar explicações. É a partir de uma visita que Mabel decide fazer a Marin em NY que vamos compreendendo o que aconteceu em seu passado recente e porque deixou tudo para trás sem pensar duas vezes.

Como se trata de um livro curtinho, não há muito mais a ser dito sobre a sinopse, além do fato de que Mabel e Marin, além de melhores amigas, também estavam juntas romanticamente, o que torna a separação de ambas ainda mais carregada de emoções e sentimentos não expressos e palavras não pronunciadas.

É um livro triste e melancólico; desde o começo dá vontade de abraçar a Marin e dizer "você vai ficar bem". Ao mesmo tempo, também é um livro bonito, e traz várias referências à literatura e artes. Acho que a mensagem final que podemos interpretar dele é que talvez não estejamos bem agora, mas um dia estaremos, ainda mais quando temos as pessoas certas ao nosso lado.

5⭐️/❤️
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Vanessa.Carla 23/11/2020

Um mundo em cada um
Foi uma experiência boa. Não é o melhor livro do ano. Existem alguns livros que gosto de colocar em uma categoria que eu chamo de sessão da tarde, o que não significa de modo algum que seja um livro ruim. Esse entraria nessa categoria como livro sessão da tarde pra ver uma estoria triste com um final fofo. Gostei.
Ju 23/11/2020minha estante
Adorei essa ideia de livros sessão da tarde. Vou aderir também :)




spoiler visualizar
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Sofia.Magalhaes 23/09/2020

O livro é muito bom, eu amei. Achei que seria só um romance LGBT e que a história seria só envolta disso. Mas não, o livro trata de solidão e a personagem lidando com o luto. Não vi nenhum ponto negativo, tudo sobre história me cativou e mesmo o livro sendo bem rápido e leve (no sentido de fluir bem) consegui me apegar a personagem principal, chegando a quase chorar no final do livro.
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Rejane 16/06/2020

Luto
Um livro sobre o luto, um tema tão pesado, mas que a autora conseguiu deixar ?leve? a leitura... achei o final um pouco corrido por isso tirei algumas estrelas
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Leo Oliveira 22/12/2017

Demorei muito mais na leitura desse livro do que gostaria.
"Estamos Bem" é triste e extremamente pesado em alguns pontos, acompanhar a solidão de Marin não é nada fácil. A leitura não fluiu tão rápido para mim, principalmente porque eu começava a refletir sobre os sentimentos e pensamentos da personagem. Foi um livro difícil de se digerir, é o tipo de história que te agarra e te sufoca ao mesmo tempo em que te ensina inúmeras coisas importantes. Fazia anos que eu não lia um YA tão forte como esse.
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@umapaixaochamadalivrosblog 30/05/2020

Sobre luto, transtorno mental e sexualidade.
Boa noite leitores,
Este #livro consegui em e-book depois de estar na minha lista de desejados e após ler indicação da @a_bookaholic_girl (obrigada) o li. Uma #leitura sobre #luto, #transtornomental e #sexualidade. Temas pouco abordados e complexos. Com capítulos curtos, linguagem simples e muito #drama buscamos compreender a protagonista, conhecendo sua história e assimilando as descobertas. Desejei que houvesse maior profundidade, mas gostei.

Marin deixou tudo para trás. A casa de seu avô, o sol da Califórnia, o corpo de Mabel e o último verão agora são fantasmas que ela não quer revisitar. O retrato de uma história em que já não se reconhece mais. Ninguém nunca soube o motivo de sua partida. Nada se sabe sobre a verdade devastadora que destruiu sua vida. Agora, ela vive em um alojamento vazio e está sozinha no inverno de Nova York. Marin está à espera da visita de sua melhor amiga e do inevitável confronto com o passado. As palavras que nunca foram ditas finalmente se farão presentes para tirá-la das profundezas de sua solidão.

#estamosbem #ninalacour #plataforma21 #2017 #ficcaojuvenil #notaquatro #literaturaestrangeira #dicadelivros #leiturarapida #lendo #leitora #amoler #leiamulheres #lgbtq #ficcaonorteamericana

Beijos e até a próxima ??.
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Marisa | @nightphoenixbooks 09/05/2020

Miríade de sentimentos
Original, inovador e importante por abordar temas ainda escassos, como a sexualidade e o luto. Porém, certos aspectos fizeram com que a narrativa fosse conduzida de uma forma pouco proveitosa, o que levou a uma leitura pouco memorável, deixando uma sensação ao final do livro de que morremos na praia.

site: http://nightphoenixbooks.blogspot.com/
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