Estamos Bem

Estamos Bem Nina LaCour




Resenhas - Estamos Bem


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plmddsilvia 12/10/2020

Eu quando comecei a ler nem dei muita coisa por ele, pq já tinha salvo no Kindle há um tempo e não lembrava da existência. Comecei a ler e terminei super rápido, em menos de 24 horas. O livro é perfeito pra mim que sou manteiga derretida e amo chorar com livros
Nando Borges 12/10/2020minha estante
Hahaha que legal! Vou ler tbm. ;)




Nath @biscoito.esperto 20/08/2018

Li muitas resenhas deste livro depois de terminar de lê-lo. Isso por que eu adorei o livro, mas aparentemente muitas outras pessoas que o leram não compartilham da minha opinião. Decidi investigar o motivo, e a principal razão pela qual as pessoas parecem não ter gostado de Estamos Bem é o fato de a autora não explorar a sexualidade da protagonista, que é lésbica.

Nesse ponto, acho que eu li um livro diferente. Primeiro por que este não é um livro LGBT+, com foco no romance ou na descoberta da sexualidade. Este é um livro sobre luto, família e amizade, com uma protagonista lésbica. O foco do livro não é mostrar um romance avassalador entre duas meninas ou descrever o despertar/ a realização sexual da protagonista. Ela só é lésbica. Da mesma forma como ela poderia ter sido heterossexual e o livro teria acontecido da mesma forma. Segundo por que a autora explora, sim, essa faceta da personagem, mas não faz da sexualidade da protagonista sua característica principal ou o norte da história.

Sinceramente não sei por que as pessoas esperam que todos os livros com personagens LGBT+ sejam exclusivamente histórias românicas ou livros de superação e descoberta. Personagens LGBT+ podem existir em histórias com outros focos. Fim.

Deixando isso de lado, quero dizer que realmente amei esse livro. Por que eu me vi muito na Marin, e por que a escrita da Nina LaCour é suave e descritiva, mas principalmente por que suas personagens são interessantes e, mesmo que a gente já saiba logo no início do livro o que vai acontecer, e interessante saber como as coisas se desenrolaram.

No primeiro capítulo de Estamos Bem nós somos introduzidos a Marin, uma garota que está num momento de depressão profunda. Seu avô, a única família que ela tinha, morreu há seis meses. Desde então ela tem vivido na república da faculdade, mas agora é o recesso de fim de ano e ela está completamente sozinha. Ela tinha uma melhor amiga, Mabel, mas elas se distanciaram depois de terem experimentado um breve romance, mas principalmente por causa da mudança de Marin para estudar numa faculdade longe de casa.

A morte do avô, o relacionamento de Marin e Mabel e sua depressão e isolamento são apresentados nas primeiras páginas do livro. Já sabemos que todas essas coisas aconteceram.

Durante o livro nós caminhamos entre presente e passado. Descobrimos através de flashbacks como era o relacionamento de Marin com o avô, e como foi sua morte. Também aprendemos mais sobre Marin e Mabel, e como a amizade deles se tornou algo mais, que depois acabou. No presente, vemos Marin vivendo com uma depressão terrível, tentando aceitar o fato de que todas as pessoas de sua família estão mortas e que ela terá que se virar sozinha, sem emprego ou dinheiro para pagar a faculdade. Seu avô pagara um ano de faculdade para ela, mas logo esse ano chegará o fim e ela ficará sem sequer ter onde morar.

Este não é um livro feliz, a princípio. A história começa num inverno rigoroso e o clima guia a história. Marin está miserável e sem esperanças, mas está um pouco animada para receber Mabel por três dias. As duas praticamente não se falaram nos seis meses desde a morte do avô de Marin e de sua mudança, e logo a animação é substituída pelo terror de não conhecer mais a melhor amiga.

Eu realmente gostei do livro. A narrativa é lenta e gostosa de acompanhar, e as partes tristes são bem balanceadas com momentos bonitos entre Marin e seu avô e Marin e Mabel.

O livro é curto e eu não quero dar spoilers, mas eu sinceramente não compreendo as pessoas que não gostaram desse livro. Claro que gosto não se discute, e todos tem o direito de não gostar desse livro. Mas acho muito chato darem nota baixa para esse livro com a desculpa de ele não ser um bom livro LGBT+ quando ele nem é um livro LGBT+ para começo de conversa.

Vamos normalizar personagens LGBT+ em livros cujo o foco não é ser uma história LGBT+, que tal? Personagens gays, lésbicas, bis, pan, trans, ace e etc podem fazer parte de histórias que não sejam exclusivamente sobre seus gêneros ou orientações sexuais. I rest my case.


site: www.nathlambert.blogspot.com
Kakau 20/08/2018minha estante
Você sempre sabe usar as palavras corretas! ?


Cristian 20/08/2018minha estante
Legal tua resenha! Por ela, entendi que a autora foi muito feliz em mostrar um enredo interessante e que, por acaso, a protagonista é lésbica. Tínhamos que ter mais livros assim, senão parece que todo LGBT gira somente em torno das questões sexuais, como se não houvesse toda uma vida em torno independente das questões de gênero. Lerei o livro pela tua resenha.


Nath @biscoito.esperto 20/08/2018minha estante
Kakau, obrigada


Nath @biscoito.esperto 20/08/2018minha estante
Cristian, é exatamente isso! O livro traz uma história muito bonita sobre família e luto, mas parece que os leitores ficaram muito focados na protagonista lésbica. Espero que goste do livro, se ler depois me conte sua opinião! =D


Lay 22/09/2018minha estante
Adorei sua resenha, acompanho seu canal, e lendo o que escreveu deu pra entender o motivo pelo qual tirou nota dez em seu TCC e foi homenageada em sua formatura! Parabéns!!!


Carla 24/11/2018minha estante
Eu amei demais esse livro, cada escrita, a forma como foi conduzida, eu amei, me marcou. Sobre o que tu falou, eu acho incrível a forma como a autora tratou com tanta naturalidade a sexualidade dela, o que é normal. Eu também acho que gosto não se discute, mas difícil não gostar desse livro e a escrita incrível.




Demuner 31/05/2020

Leitura rápida e emocionante
Fiz a releitura desse livro por não lembrar quase nada de seu conteúdo, esperando um instalove lgbt bem básico. Por sorte, não consegui o que queria e ao invés disso me deparei com uma curta historia sobre luto, amizade e amadurecimento. O livro também fala muito sobre a transição naquela fase depois que o colégio acaba, despedidas, cada um pra seu canto. Eu to nessa fase então posso dizer que me identifiquei demais, muito mais inclusive do que da primeira vez que li. Não é nada extraordinário literariamente falando mas vale a pena ler, vc consegue se importar com os personagens e tem um desfecho mt satisfatório. Recomendo.
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Cy | @apenasleitores 28/02/2020

Marin é uma menina que foi pra faculdade e deixou toda uma vida pra trás. Mabel é sua amiga de infância que vai visitá -la no campus durante o recesso de natal.
Com o decorrer do livro percebemos que Marin tem mtos segredos e que depois da morte do avô ela decidiu abraçar a solidão, mas Mabel aparece e a faz reviver o que deixou pra trás. Lembrar de como era a vida antes e tudo o que aconteceu entre as duas. E principalmente fará Marin se abrir e contar o que ela guardou e nunca disse. .
É um livro leve, mas ao msm tempo de uma peso indescritível. E vai percebendo junto com Mabel todas as coisas que aconteceram pra que Marin se isolar do mundo. Nina LaCour tem uma escrita leve e cativante que consegue passar as emoções dos personagens e nos colocar dentro da história.
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Carolina Tonglet Monzi 27/03/2020

Chorei do início ao fim
Surpreendentemente, sensível e extremamente real! Ótimo!
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Sasa 11/01/2021

Um livro sobre o luto.
Estamos bem é um daqueles livros que te fazem pensar muito sobre diversas coisas, a principal delas é a questão da solidão, uma coisa desconhecida que lhe faz falta, o luto, a perda. A escrita é simples porém te transmite com muita força os sentimentos da personagem.
Ele tem um estilo de sequência de voltar ao passado e voltar novamente para o presente, normalmente essas transições sempre mostram a emoção evidente de saudade, de amor, mas também de tristeza.
Foi um dos livros que li em 2020 e que me fizeram pensar e repensar diversas vezes, tinha momentos que tive que parar a leitura para poder absorver as coisas com mais calma. Outra coisa que eu realmente gostei a inclusão que a autora deu para a comunidade lgbt, o auto descobrimento e as questões da dificuldade também são mostradas no livro, de uma forma sutil e não tão aprofundada mas ela está lá em cada detalhe minúsculo do livro.
Acompanhar o desenvolvimento e saber os medos da personagem foi muito bom de se ler, mostrando que a melhora não é feita em um piscar de olhos e sim em pequenos e lentos passos.
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Bruna Oliveira 16/01/2021

O livro é sobre perda, sobre não vivenciar o luto. Achei interessante a história, o livro é bem curto, a narrativa as vezes passa muito depressa, não se aprofundando nas cenas. Senti que tudo ficou aberto, desde os sentimentos de Marin em relação ao amor, amizade etc...
É uma leitura para não criar grandes expectativas.

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manu 24/08/2020

Apaixonante
O livro trata de uma forma delicada e autêntica o que a personagem está passando, eu amei pois parecia que eu estava do lado dela passando por tudo
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Cerry35 24/09/2020

O problema fui eu
Não sei pq eu coloquei na minha cabeça q ia ser um romance, mas é uma história focada na solidão e nos problemas da personagem principal
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Mick 23/09/2020

Livro com representatividade + traumas + problemas da vida + clichês adolescente= tudo q um jovem lgbtqia+ precisa. Obg Nina ;)
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Natália Tomazeli 28/04/2019

"Existem muitas formas de estar sozinha. Sei que isso é verdade."
"Éramos milagrosas.
Éramos criaturas da praia.
Tínhamos tesouros nos bolsos e uma à outra na pele."

"Se quem éramos no passado tivesse um vislumbre de nós agora, o que achariam?"

Quando eu leio um livro que mexe muito comigo, é sempre difícil de escrever alguma coisa aqui, porque é complexo expressar toda a mistura de sentimentos que ocorreu durante a leitura.
Eu tenho um carinho enorme por livros Young Adult LGBT, me sinto muito acolhida e "no meu mundo", me divirto com as histórias e tudo o mais, porque rola muito mais aquela identificação, tanto que desde que conheci esse subgênero, meio que nunca mais consegui gostar tanto assim dos YA "comuns" e nem ter aquela animação para ler, porque vou ser sincera, perdeu um pouco o encanto rsrsrs
Quando procuro ler esses livros, é para espairecer a cabeça e me sentir mais confortável (principalmente depois que eu saio de leituras pesadas e brutais demais), aquele famoso "não quero pensar muito, só vou ler um livro para distrair".
Desde que eu comecei a me aventurar nesse tipo de livro, meio que nunca tinha lido um que tivesse uma protagonista realmente lésbica, com vivências desse mundo e tudo o mais. E realmente notei que esses casos são minorias no gênero, não que não exista, mas é que comparado com o resto da sigla, parecem estar em menor número. Enfim, né, no fundo eu sei que isso acontece por um reflexo do que já é vivido socialmente pelas mulheres homossexuais, nada novo, infelizmente. E é claro que eu fiquei super feliz com a representação, mas podia ter sido uma história ruim, né? Mas definitivamente aqui não é o caso!
Eu gosto da questão desse livro não girar em torno da orientação sexual da Marin, a protagonista, porque me identifiquei tanto com ela. A história na verdade acontece e ser lésbica é só uma característica dela. Isso tanto deu campo para que a autora (que escreve muito bem, por sinal) desenvolvesse a história sobre outros assuntos, tanto quanto ficou mais condizente com a realidade. Aqui na verdade encontra-se uma história sobre uma garota tentando se curar e restabelecer das dores e sofrimento causados pela depressão. Fora também as várias referências a coisas que eu amo, como Frida Kahlo, por exemplo. Aqui também, a autora fala muito de livros, porque a própria Marin tem uma ligação forte com eles:

"Eu tinha afastado a dor. E a encontrava nos livros. Chorava pela ficção em vez de chorar pela realidade. A verdade era irrestrita, sem enfeites. Não havia linguagem poética nela, nem borboletas amarelas, nem inundações épicas. Não havia uma cidade presa embaixo d'água nem gerações de homens com o mesmo nome, destinados a repetir os mesmos erros. A verdade era ampla o bastante para se afogar nela."

Por mais que a sociedade em geral explane a ideia de que ser integrante do grupo LGBT seja o que define a pessoa por inteiro, na vida real, essa é só mais uma característica das mil que um ser humano pode ter. Essa pessoa não vive isso 24h por dia, assim como os heterossexuais também não. E eu gosto que essa ideia seja levada para frente. Pessoas homossexuais sofrem? Sofrem! Tem questões com isso por muito tempo? Tem! Mas isso é só um espectro da vida, oras. Fora que elas possuem outros problemas e coisas para resolver. E acho que quanto mais for espalhada essa ideia, mais "normal" e menos "clandestino" a homossexualidade se torna.
E pior que eu entendo as pessoas que não gostaram do livro por acharem que tem "pouca representatividade". Só mostra o quanto o mundo literário tá extremamente carente de histórias (boas, de preferência) sobre as mulheres que amam mulheres, coisa que eu particularmente acho que as obras audiovisuais já estão trazendo com mais frequência e ainda por cima com qualidade. Eu consigo tranquilamente pensar aqui em 10 filmes com protagonistas lésbicas... Mas não consigo pensar em 10 livros, por exemplo (acho que nem 5, para falar a verdade). Quis deixar aqui essa minha reflexão e esse meu "protesto" porque eu acho que é necessário quebrar esse teto de vidro e falar sobre isso. Os livros precisam URGENTE chegar nesse público também, e espero que no futuro eu possa estar falando que isso aconteceu finalmente e que é uma realidade sim!

"Não há como trazer nada de volta. A confiança. As risadas fáceis. A sensação de ter saído de casa por pouco tempo. De ter casa para onde voltar.
Éramos inocentes o bastante para achar que nossas vidas eram o que achávamos que eram, que se juntássemos todos os fatos sobre nós eles formariam uma imagem que faria sentido, que se parecia conosco quando olhávamos no espelho, que parecia nossas salas, nossas cozinhas e as pessoas que nos criaram, em vez de revelar todas as coisas que não sabíamos."
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Katy 20/12/2017

Virou favorito!
Esse livro é lindo demais! Trata de assuntos muito delicados, como solidão e luto com uma sensibilidade incrível! Também aborda um pouco os sentimentos que “rondam” o finzinho da adolescência, como idas para faculdade e aquele sentimento de “Meu Deus, o que vai ser de nós agora!”. Estamos bem ainda aborda a temática LGBT pelo ângulo da personagem e suas descobertas com relação à sexualidade.
Uma coisa que eu gostei nesse livro, é que ele parece palpável. Ele trata de perdas, não só com relação à morte. O fato é que, na vida muitas vezes nós perdemos pessoas das mais diversas formas e, muitas vezes também, as relações são “transformadas”, têm um fim da forma que elas eram, podendo simplesmente acabar ou passar por uma “metamorfose”.
É o que acontece no livro, ao meu ver. A personagem principal, a Marin, recebe a visita de uma velha amiga, a Mabel, que a faz reviver seu passado de uma forma que ela vem evitando a meses. Fica evidente durante o livro, que a Marin “perdeu” a Mabel da maneira como ela “a tinha” antes. Mas como eu disse acima, quando isso acontece, não necessariamente perdemos a pessoa de todo, às vezes ela simplesmente continua em nossas vidas, mas de outra forma. O livro me fez refletir sobre como criamos expectativas para TUDO. Me peguei várias vezes torcendo para que a relação delas voltasse a ser igual o que já havia sido, lá na Califórnia. Nós fazemos isso o tempo todo, mas nem sempre as nossas expectativas são atendidas (inclusive, geralmente não são).

Só digo mais uma coisa: LEIAM ESSE LIVRO!!!!!!!!!

site: https://sejatempo.wordpress.com/2017/12/17/estamos-bem-de-nina-lacour/
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Rebeca 04/09/2020

Eu comecei a leitura sem saber nada sobre o plot e fui surpreendida com uma história mais próxima de mim do que eu imaginava. Apesar da tristeza que permeia todo o livro, a leitura foi muito rápida e gostosa de acompanhar - parece que estamos dentro da cabeça da Marin. Adorei como cada tema foi abordado de forma sensível e natural. Esse livro conquistou um espaço muito especial no meu coração.
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