Estamos Bem

Estamos Bem Nina LaCour




Resenhas - Estamos Bem


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bea 20/06/2020

história muito linda, melancólica e sensível. a narração é gostosa, a história rodou como um filme na minha cabeça facilmente e chorei igual uma criança no final.
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Tati 19/02/2020

O momento entre os finais e os recomeços.
Marin saiu de casa para ir à faculdade em Nova York, e agora vive em um alojamento com sua colega de quarto, que está voltando para casa no Natal, mas algo não parece ir tão bem como o título do livro tenta afirmar, pois logo no início da leitura, sabemos que a protagonista ficará sozinha em uma universidade completamente vazia. Aparentemente, todos tem um lar para onde voltar nas férias, menos Marin.
O vazio exterior não acompanha a mente cheia da garota que saindo da adolescência, precisou lidar com mais mudanças do que esperava, e é este o método de desenvolvimento usado pela autora: por meio de flash backs e raciocínios, conhemos pouco a pouco quem é Marin, e o que a levou ao natal sem ter para onde ir.
As ondas da Califórnia levaram sua mãe quando ela ainda era uma criança, sendo a partir dali, criada pelo avô materno, com quem aprendeu sobre companheirismo, mas também sobre individualidade -- sem nunca conseguir diferenciar quando os dois conceitos deixavam de ser válidos pra se tornarem preocupantes.
A leitura nos guia por reflexões sobre temas pouco discutidos em nossa cultura, como a velhice, a morte, o luto, e a sexualidade, e em momento algum decepciona ao tratar temas tão amplas. Delicado, Estamos Bem é mais que um livro sobre finais: mostra o que está entre o fim e o recomeço.
"A vida é fina e frágil como papel. Qualquer mudança repentina pode rasgá-la."



site: https://www.instagram.com/p/B8wE66ZjnWL/
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Katy 20/12/2017

Virou favorito!
Esse livro é lindo demais! Trata de assuntos muito delicados, como solidão e luto com uma sensibilidade incrível! Também aborda um pouco os sentimentos que “rondam” o finzinho da adolescência, como idas para faculdade e aquele sentimento de “Meu Deus, o que vai ser de nós agora!”. Estamos bem ainda aborda a temática LGBT pelo ângulo da personagem e suas descobertas com relação à sexualidade.
Uma coisa que eu gostei nesse livro, é que ele parece palpável. Ele trata de perdas, não só com relação à morte. O fato é que, na vida muitas vezes nós perdemos pessoas das mais diversas formas e, muitas vezes também, as relações são “transformadas”, têm um fim da forma que elas eram, podendo simplesmente acabar ou passar por uma “metamorfose”.
É o que acontece no livro, ao meu ver. A personagem principal, a Marin, recebe a visita de uma velha amiga, a Mabel, que a faz reviver seu passado de uma forma que ela vem evitando a meses. Fica evidente durante o livro, que a Marin “perdeu” a Mabel da maneira como ela “a tinha” antes. Mas como eu disse acima, quando isso acontece, não necessariamente perdemos a pessoa de todo, às vezes ela simplesmente continua em nossas vidas, mas de outra forma. O livro me fez refletir sobre como criamos expectativas para TUDO. Me peguei várias vezes torcendo para que a relação delas voltasse a ser igual o que já havia sido, lá na Califórnia. Nós fazemos isso o tempo todo, mas nem sempre as nossas expectativas são atendidas (inclusive, geralmente não são).

Só digo mais uma coisa: LEIAM ESSE LIVRO!!!!!!!!!

site: https://sejatempo.wordpress.com/2017/12/17/estamos-bem-de-nina-lacour/
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Vivis 14/02/2020

Tenho que parabenizar a autora pela sensibilidade de como ela escreveu este livro. A leitura foi muito boa, mas as vezes bem difícil de acompanhar a solidão de Marin diante do cenário. Não esperava um final melhor!!
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zoni 19/08/2018

Eu não sei se estou sendo coerente em minha avaliação, três estrelas talvez seja muito, porque o livro é mal desenvolvido e meio chato.
Estou com uma sensação estranha de vazio. Essa leitura foi tipo uma festa, onde a gente conhece pessoas, até se diverte com elas, mas depois de ir embora percebe que não foi importe, percebe que no dia seguinte já vai as ter esquecido.

Esse foi meu primeiro contato com a Nina, e não achei a escrita ruim, mas o enredo não funcionou pra mim, a leitura não fluiu, foi um livro totalmente complicado de digerir, uma história estafante, que me sufocou o tempo todo. Eu estava com expectativa alta em relação a esse livro, porque seria a primeira vez que leria um romance YA lésbico, mas faltou profundidade nisso, não houve um desenvolvimento nisso, e mesmo esse sendo o plano de fundo da história me frustou muito.

O livro é muito lento, (e não, eu não acho esse tipo de narrativa lenta ruim, mas um livro lento pra ser bom precisa ser profundo, prender o leitor e instigar), mas esse, na maioria das partes era chato, superficial, eu tentava entender os problemas e a solidão da protagonista, mas não sentia nada, as poucas páginas se tornam muitas, e talvez eu esteja sendo insensível em relação ao livro, mas tinha a sensação de que tinha aberto um tumblr sobre depressão, cheio de frases tristes e só isso

Em suma, é um livro totalmente desperdiçado, mal desenvolvido, com personagens poucos aproveitados e confuso sobre o que a autora realmente queria nos passar com a história, infelizmente.

site: www.instagram.com/nomeiodatravessia
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Bre 28/01/2020

Uma história sobre a solidão
Essa é a história de uma garota que perde seu avô, com o qual morava desde que perdeu a mãe com 3 anos de idade, e então deixa tudo para trás. Isso é tudo que você precisa saber.
Eu nunca havia lido algo tão delicado e poético, no qual cada palavra importa e se conecta para construir uma narrativa que partiu meu coração.
Os capítulos são repletos de melancolia, e a solidão e a tristeza de Marin são tão cruas, sinceras e profundas que é fácil demais sentirmos tudo junto com a protagonista, e a cada página o silêncio dentro do dormitório no inverno de Nova York me arrancavam todos os sentimentos.
Senti frio, luto, saudade, raiva e outras mil coisas junto com ela, e essa história me deu uma nova perspectiva do quanto a vida é frágil e nas palavras da Marin, ?qualquer mudança brusca pode rasgá-la?.
Me identifiquei diversas vezes com a personagem nessa história linda e sincera sobre solidão e crescimento, o que fez com que eu me conectasse ainda mais com a Marin.
Por fim, recomendo que se sentem confortavelmente e deixem que a autora conquiste-os, não vão se arrepender.
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@anfitrisea 18/07/2020

MARAVILHOSO
fui sem muita expectativa e me surpreendi, o livro aborda várias temáticas delicadas e é super tocante. Terminei a história querendo mais.

em breve trago uma resenha completa :)
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Duda 06/07/2020

Eu até que gostei do livro mesmo tendo demorado um pouco para me prender na leitura. Mas confesso que esperava um pouco mais dele. Enfim, não é incrível mas é bom.
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Natália Tomazeli 28/04/2019

"Existem muitas formas de estar sozinha. Sei que isso é verdade."
"Éramos milagrosas.
Éramos criaturas da praia.
Tínhamos tesouros nos bolsos e uma à outra na pele."

"Se quem éramos no passado tivesse um vislumbre de nós agora, o que achariam?"

Quando eu leio um livro que mexe muito comigo, é sempre difícil de escrever alguma coisa aqui, porque é complexo expressar toda a mistura de sentimentos que ocorreu durante a leitura.
Eu tenho um carinho enorme por livros Young Adult LGBT, me sinto muito acolhida e "no meu mundo", me divirto com as histórias e tudo o mais, porque rola muito mais aquela identificação, tanto que desde que conheci esse subgênero, meio que nunca mais consegui gostar tanto assim dos YA "comuns" e nem ter aquela animação para ler, porque vou ser sincera, perdeu um pouco o encanto rsrsrs
Quando procuro ler esses livros, é para espairecer a cabeça e me sentir mais confortável (principalmente depois que eu saio de leituras pesadas e brutais demais), aquele famoso "não quero pensar muito, só vou ler um livro para distrair".
Desde que eu comecei a me aventurar nesse tipo de livro, meio que nunca tinha lido um que tivesse uma protagonista realmente lésbica, com vivências desse mundo e tudo o mais. E realmente notei que esses casos são minorias no gênero, não que não exista, mas é que comparado com o resto da sigla, parecem estar em menor número. Enfim, né, no fundo eu sei que isso acontece por um reflexo do que já é vivido socialmente pelas mulheres homossexuais, nada novo, infelizmente. E é claro que eu fiquei super feliz com a representação, mas podia ter sido uma história ruim, né? Mas definitivamente aqui não é o caso!
Eu gosto da questão desse livro não girar em torno da orientação sexual da Marin, a protagonista, porque me identifiquei tanto com ela. A história na verdade acontece e ser lésbica é só uma característica dela. Isso tanto deu campo para que a autora (que escreve muito bem, por sinal) desenvolvesse a história sobre outros assuntos, tanto quanto ficou mais condizente com a realidade. Aqui na verdade encontra-se uma história sobre uma garota tentando se curar e restabelecer das dores e sofrimento causados pela depressão. Fora também as várias referências a coisas que eu amo, como Frida Kahlo, por exemplo. Aqui também, a autora fala muito de livros, porque a própria Marin tem uma ligação forte com eles:

"Eu tinha afastado a dor. E a encontrava nos livros. Chorava pela ficção em vez de chorar pela realidade. A verdade era irrestrita, sem enfeites. Não havia linguagem poética nela, nem borboletas amarelas, nem inundações épicas. Não havia uma cidade presa embaixo d'água nem gerações de homens com o mesmo nome, destinados a repetir os mesmos erros. A verdade era ampla o bastante para se afogar nela."

Por mais que a sociedade em geral explane a ideia de que ser integrante do grupo LGBT seja o que define a pessoa por inteiro, na vida real, essa é só mais uma característica das mil que um ser humano pode ter. Essa pessoa não vive isso 24h por dia, assim como os heterossexuais também não. E eu gosto que essa ideia seja levada para frente. Pessoas homossexuais sofrem? Sofrem! Tem questões com isso por muito tempo? Tem! Mas isso é só um espectro da vida, oras. Fora que elas possuem outros problemas e coisas para resolver. E acho que quanto mais for espalhada essa ideia, mais "normal" e menos "clandestino" a homossexualidade se torna.
E pior que eu entendo as pessoas que não gostaram do livro por acharem que tem "pouca representatividade". Só mostra o quanto o mundo literário tá extremamente carente de histórias (boas, de preferência) sobre as mulheres que amam mulheres, coisa que eu particularmente acho que as obras audiovisuais já estão trazendo com mais frequência e ainda por cima com qualidade. Eu consigo tranquilamente pensar aqui em 10 filmes com protagonistas lésbicas... Mas não consigo pensar em 10 livros, por exemplo (acho que nem 5, para falar a verdade). Quis deixar aqui essa minha reflexão e esse meu "protesto" porque eu acho que é necessário quebrar esse teto de vidro e falar sobre isso. Os livros precisam URGENTE chegar nesse público também, e espero que no futuro eu possa estar falando que isso aconteceu finalmente e que é uma realidade sim!

"Não há como trazer nada de volta. A confiança. As risadas fáceis. A sensação de ter saído de casa por pouco tempo. De ter casa para onde voltar.
Éramos inocentes o bastante para achar que nossas vidas eram o que achávamos que eram, que se juntássemos todos os fatos sobre nós eles formariam uma imagem que faria sentido, que se parecia conosco quando olhávamos no espelho, que parecia nossas salas, nossas cozinhas e as pessoas que nos criaram, em vez de revelar todas as coisas que não sabíamos."
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Mick 23/09/2020

Livro com representatividade + traumas + problemas da vida + clichês adolescente= tudo q um jovem lgbtqia+ precisa. Obg Nina ;)
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Gabies 05/10/2020

Nesse livro, a protagonista começa narrando falando que vai ficar sozinha durante um certo período. E que durante esse período, vai receber a visita de uma antiga amiga. Inicialmente não dá pra entender muito, mas basicamente essa menina fugiu por conta de algo que aconteceu na sua antiga cidade. Ela simplesmente saiu sem dizer nada é sem explicar nada. Ao longo do livro, vamos descobrindo como era a vida dela e o porque ela saiu sem mais nem menos.

Em resumo: eu amei esse livro, mexeu muito comigo.
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ThSantiago 24/05/2020

Livro ótimo. Uma leitura rápida, mas que te prende do início ao fim.
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